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	<title>Brasil Cultura</title>
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	<description>O portal da cultura brasileira</description>
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		<title>Fortaleza</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 13:08:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo & Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Capital do Ceará, é uma das cidades mais belas e agitadas do nordeste brasileiro. Além de sol o ano inteiro, Fortaleza abriga 25 km de belas praias, uma agenda cultural diversificada, uma noite agitada, culinária saborosa e um rico artesanato. 
Fortaleza oferece tudo isso em meio à uma arquitetura que mescla história, modernidade e natureza.
A cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/fortalezaceara.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9585" title="fortalezaceara" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/fortalezaceara-300x211.jpg" alt="fortalezaceara" width="300" height="211" /></a>Capital do Ceará, é uma das cidades mais belas e agitadas do nordeste brasileiro. Além de sol o ano inteiro, Fortaleza abriga 25 km de belas praias, uma agenda cultural diversificada, uma noite agitada, culinária saborosa e um rico artesanato. <br />
Fortaleza oferece tudo isso em meio à uma arquitetura que mescla história, modernidade e natureza.<br />
A cidade é o ponto de partida para quem busca as belezas naturais do litoral cearense, como as dunas e falésias, e os famosos passeios de jangada.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong> </strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Turismo em Fortaleza</strong><span style="color: #ffffff;"><strong>i</strong></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="color: #ffffff;"><strong>m</strong></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="color: #ffffff;"><strong> </strong></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="color: #ffffff;"><strong> </strong></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="color: #ffffff;"><strong>o em Fortaleza</strong></span></p>
<p><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cearairacema.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9586" title="cearairacema" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cearairacema.jpg" alt="cearairacema" width="195" height="145" /></a>Praia de Iracema </strong>- no centro da orla, a praia é formada por uma interessante formação rochosa e abriga uma arquitetura típica do início do século XX. Um destaque é a Ponte Metálica, famosa por seu pôr de sol.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cearapraiadofuturo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9587" title="cearapraiadofuturo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cearapraiadofuturo.jpg" alt="cearapraiadofuturo" width="195" height="145" /></a>Praia do Futuro</strong> &#8211; a mais badalada de Fortaleza, tem cerca de 07 km de extensão com águas claras, dunas e um corredor de barracas que fazem a festa de moradores e visitantes, com frutos do mar e bebidas típicas.</p>
<p> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong> </strong></p>
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<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cearabeachpark.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9588" title="cearabeachpark" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cearabeachpark.jpg" alt="cearabeachpark" width="195" height="145" /></a>Beach Park </strong>- localizado na Praia do Futuro, ao lado do principal resort de Fortaleza, é considerado o maior parque aquático da América Latina, com diversas atrações para toda a família</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cearapraiadoiguape.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9589" title="cearapraiadoiguape" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cearapraiadoiguape.jpg" alt="cearapraiadoiguape" width="195" height="145" /></a>Praia de Iguape</strong> &#8211; um dos principais portos jangadeiros do Ceará, reúne diariamente no Centro de Rendeiras os bordados mais famosos do Estado.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong> </strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong> </strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong> </strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cearacanoaquebrada.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9590" title="cearacanoaquebrada" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cearacanoaquebrada.jpg" alt="cearacanoaquebrada" width="195" height="145" /></a>Canoa Quebrada </strong>- conhecida no mundo todo, é uma das praias mais belas do Ceará, localizada à 156 km de Fortaleza. A praia é cercada por falésias que atuam como um mirante natural, e um mar de águas calmas e transparentes.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong> </strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong> </strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cearapraiacumbuco.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9591" title="cearapraiacumbuco" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cearapraiacumbuco.jpg" alt="cearapraiacumbuco" width="195" height="145" /></a>Praia do Cumbuco</strong> &#8211; a 37 km de Fortaleza, a praia é repleta de dunas intercaladas por lagoas formando uma paisagem encantadora. Cumbuco possui uma excelente estrutura turística e oferece diversos passeios, desde os passeios de jangada e de buggy, até o ski-bunda.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong> </strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong> </strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cearalagoinha.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9592" title="cearalagoinha" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cearalagoinha.jpg" alt="cearalagoinha" width="195" height="145" /></a>Lagoinha </strong>- antigo refúgio de piratas, hoje é uma colônia de pescadores, localizada em um mirante, de onde se aprecia uma exuberante paisagem de coqueiros, com areia branca na praia e avermelhada nas dunas. </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong> </strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cearaJericoacoara.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9593" title="cearaJericoacoara" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cearaJericoacoara.jpg" alt="cearaJericoacoara" width="195" height="145" /></a>Jericoacoara </strong>- a 300 km de Fortaleza, uma das praias mais paradisíacas do litoral brasileiro, jericoacoara abriga dunas móveis, mangues, coqueirais e uma mar de águas mornas e tranqüilas. É o ponto de partida para conhecer a Praia de Mangue Seco e a Pedra Furada, um dos cartões postais  da região.  </p>
<p> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong> </strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong> </strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cearaPraia-das-Fontes.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9594" title="cearaPraia das Fontes" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cearaPraia-das-Fontes.jpg" alt="cearaPraia das Fontes" width="195" height="145" /></a>Praia das Fontes</strong> -  cercada por falésias, onde podem ser encontradas diversas fontes de água doce</p>
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		<title>PEDRO LUÍS E A PAREDE Gravação DVD ao Vivo</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 12:13:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Part. Esp.: HERBERT VIANNA e LENINE Pista c/ FESTA PITADA. PLAP GRAVA PRIMEIRO DVD E COMEMORA 15 ANOS DE CARREIRA Show no Circo Voador, dia 2 de setembro, terá participações de Herbert Vianna e Lenine. Uma trajetória de sucesso marca a carreira do grupo carioca Pedro Luis e a Parede (PLAP), que completa 15 anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Pedro-Luis-e-A-Parede.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9581" title="Pedro-Luis-e-A-Parede" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Pedro-Luis-e-A-Parede-300x199.jpg" alt="Pedro-Luis-e-A-Parede" width="300" height="199" /></a>Part. Esp.: HERBERT VIANNA e LENINE Pista c/ FESTA PITADA. PLAP GRAVA PRIMEIRO DVD E COMEMORA 15 ANOS DE CARREIRA Show no Circo Voador, dia 2 de setembro, terá participações de Herbert Vianna e Lenine. Uma trajetória de sucesso marca a carreira do grupo carioca <strong>Pedro Luis e a Parede (PLAP),</strong> que completa 15 anos de vida em 2011. Para comemorar a data, o quinteto formado por Pedro Luís (voz, violão e guitarra), Mário Moura (baixo), C.A. Ferrari, Sidon Silva e Celso Alvim (bateria e percussão) se prepara para gravar o primeiro DVD do grupo – uma coprodução do <strong>Canal Brasil</strong>, <strong>PLAP</strong> e <strong>Muito Prazer Discos</strong>. Marcado para o dia <strong>2 de setembro</strong>, o show no <strong>Circo Voador</strong> vai contar com a participações especiais de <strong>Herbert Vianna</strong> e <strong>Lenine</strong>. A <strong>Festa PITADA</strong>, sob o comando do DJ <strong>Rogério Galalau</strong>, mantém a pista quente antes do show e fecha a noite.</p>
<p><strong>QUINTA</strong>, dia <strong>02 de Setembro</strong> 2010<br />
Abertura dos portões: <strong>22h </strong><a href="http://www.ingresso.com.br/INDEX.ASP?PARCERIA=CVOADOR&amp;ACAO=COMPRASHOW&amp;VALOR=00000257&amp;CIDADE=00000002" target="_blank" onfocus="blur();"><strong>www.INGRESSO.com.br</strong></a><br />
<strong>R$ 30 </strong><a href="javascript:popUp('release_estudantes.htm')" onfocus="blur();"><strong>Estudante</strong></a> | <a href="http://www.circovoador.com.br/promos.php" target="_blank" onfocus="blur();"><strong>e-Flyer</strong></a> <strong>R$ 60</strong> Inteiro<br />
Classificação: <strong>18 anos</strong> (12 a 17 anos <strong>somente</strong> acompanhados dos pais).<br />
Bilheterias: Terça à Quinta, das 12h às 19h; Sexta, das 12h às 24h (exceto feriados).<br />
Sábado, 2h antes do evento. Pagamento somente em dinheiro.<br />
Circo Voador &#8211; Rua dos Arcos, S/N – Lapa.   Informações: 021. 2533-0354</p>
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		<title>Matambre enrolado &#8211; Culinaria paranaense</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/culinaria-brasileira/matambre-enrolado-culinaria-paranaense/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 03:09:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Culinária Brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[O Portal Brasil Cultura e a culinária brasileira: aprenda uma deliciosa receita paranaense de matambre enrolado, carne de boi recheada com ervas e legumes.
Ingredientes:
1 e 1/2 kg de matambre
1 maço médio de cheiro verde
3 cebolas médias
4 dentes de alho
1 pimenta dedo-de-moça picada
100 g de bacon picado
250 g de lingüiça de porco picada
óleo de soja para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-5465" title="matambre" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2009/07/matambre.png" alt="matambre" width="240" height="280" />O Portal Brasil Cultura e a culinária brasileira: aprenda uma deliciosa receita paranaense de matambre enrolado, carne de boi recheada com ervas e legumes.<span id="more-5463"></span></p>
<p>Ingredientes:</p>
<p class="western">1 e 1/2 kg de matambre<br />
1 maço médio de cheiro verde<br />
3 cebolas médias<br />
4 dentes de alho<br />
1 pimenta dedo-de-moça picada<br />
100 g de bacon picado<br />
250 g de lingüiça de porco picada<br />
óleo de soja para fritar<br />
sal a gosto</p>
<p>                                                                      <img class="alignleft size-full wp-image-5464" title="matambre" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2009/07/matambre.jpg" alt="matambre" width="200" height="150" />Modo de Preparo:<br />
Lave a carne, seque-a, retire as aparas e tempere-a com sal dos dois lados. Reserve. Lave o cheiro-verde, separe somente as folhas e pique finamente. Descasque as cebolas e pique-as em pedaços bem pequenos. Descasque o alho e corte em tiras finas. Numa superfície lisa, abra a carne com a parte gordurosa para baixo. Espalhe o cheiro-verde, as cebolas, o alho, a pimenta, o bacon e a lingüiça. Enrole a carne como um rocambole e amarre com um barbante bem grosso. Prenda bem para o recheio não escapar. Coloque 1 litro de óleo na panela de pressão, disponha o matambre, tampe a panela e leve ao fogo por 2 horas. Na metade do tempo de cozimento, retire a panela do fogo e vire o matambre de lado. Disponha a carne numa travessa, retire o barbante e corte em fatias de 2 a 3 cm de largura.</p>
<p>Dicas:<br />
O matambre (carne localizada entre o couro e a costela do boi) é tradicionalmente assado no braseiro, coberto com papel-alumínio (a 50 cm de distância da brasa) por 5 horas, virando-se a carne a cada meia hora. Depois elimina-se o papel-alumínio e deixa a carne dourar por mais 1 hora.</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=5463&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Paixão Centenária</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/paixao-centenaria/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 03:03:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Dos tempos da várzea paulistana à consagração mundial. Do longo jejum de 23 anos sem um título de expressão ao lendário gol de Basílio. Das 26 conquistas estaduais à queda para a Série B do Brasileirão e sua imediata volta à elite. Os 99 anos de história do Corinthians foram marcados por muitos altos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100_anos.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9568" title="100_anos" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/100_anos-300x258.jpg" alt="100_anos" width="300" height="258" /></a>Dos tempos da várzea paulistana à consagração mundial. Do longo jejum de 23 anos sem um título de expressão ao lendário gol de Basílio. Das 26 conquistas estaduais à queda para a Série B do Brasileirão e sua imediata volta à elite. Os 99 anos de história do Corinthians foram marcados por muitos altos e baixos (muitos mais altos do que baixos) e feitos dignos de um clube grande.</p>
<p>Fundado por cinco operários que nem imaginavam a grandeza do que estavam criando àquele 1º de setembro de 1910, foi decretado que este era o clube do povo. Ao longo dos anos, este mesmo povo se apaixonou e hoje, 99 anos, podemos dizer que aqueles ideais estavam corretos.</p>
<p>O Corinthians passou pela várzea, lutou pelo profissionalismo e se firmou como grande nome na elite paulistana. Encarou uma seca de títulos e mesmo assim recebeu o apelido de Timão, carregado até hoje. Invadiu o Maracanã, conquistou o Brasil e dominou o mundo.</p>
<p>Confira ano a ano como foi construída a história corinthiana e os nomes e fatos que contribuíram para que esta se tornasse uma gloriosa história.</p>
<p>*Fonte: Almanaque do Timão (Celso Dario Unzelte)</p>
<p><strong>Veja mais em:</strong></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><a href="http://www.corinthians.com.br/site/centenario/historia/conteudo.asp?id=375">Cronologia </a></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><a href="http://www.corinthians.com.br/site/centenario/historia/conteudo.asp?id=376">Recordes</a></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><a href="http://www.corinthians.com.br/site/centenario/historia/conteudo.asp?id=377">Presidentes</a></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><a href="http://www.corinthians.com.br/site/centenario/idolos/">Ídolos</a></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><a href="http://www.corinthians.com.br/site/centenario/historia/conteudo.asp?id=388">Jogos Históricos</a></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/tXwUBgBnHk8?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/tXwUBgBnHk8?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Estão voltando as flores!</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/editorial/estao-voltando-as-flores/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 03:01:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=9552</guid>
		<description><![CDATA[Setembro! Vê, estão voltando as flores, Vê, nessa manhã tão linda, Vê, como é bonita a vida, Vê, há esperança ainda. Sem surpresa, o patamar dos mais de 100 mil acessos se confirmou. E tudo indica que será superado, pois o Portal Brasil Cultura não para de crescer.
Então, aproveitamos para agradecer a você – por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/primavera.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9553" title="primavera" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/primavera-300x122.jpg" alt="primavera" width="120" height="56" /></a>Setembro! <em>Vê, estão voltando as flores, Vê, nessa manhã tão linda, Vê, como é bonita a vida, Vê, há esperança ainda</em>. Sem surpresa, o patamar dos mais de 100 mil acessos se confirmou. E tudo indica que será superado, pois o Portal Brasil Cultura não para de crescer.<br />
Então, aproveitamos para agradecer a você – por fazer dele um dos mais lidos da internet brasileira. Aproveitando para reforçar que, no Brasil Cultura, você sempre pode ter certeza que nosso objetivo é resgatar, preservar e divulgar a cultura brasileira. Através da internet propiciamos às pessoas, em qualquer lugar do mundo, acesso às belíssimas manifestações artísticas e históricas brasileiras que se constituem num dos aspectos mais ricos e importantes da nossa cultura, retratando costumes, idéias e valores de cada época. Enfim é setembro. É tempo de primavera. É tempo das comemorações da semana da pátria, questão da história nacional. Do tempo de eleições. De prestar atenção no tempo de propostas dos candidatos. Isto mesmo! Prestar muita atenção neste tempo porque, de nossa, minha e sua, análise, sairá o resultado dos próximos quatro anos de nossas vidas. Esperamos que rendilhada de flores com perfume de primaveras!</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Cláudio Ribeiro</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Jornalista &#8211; Compositor</strong></p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=9552&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>1º de Setembro &#8211; Profissional de Educação Física</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 03:01:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Tudo começou quando o homem primitivo sentiu a necessidade de lutar, fugir ou caçar para sobreviver. Assim o homem à luz da ciência executa os seus movimentos corporais mais básicos e naturais desde que se colocou de pé: corre, salta, arremessa, trepa, empurra, puxa e etc.
CHINA
Como Educação Física as origens mais remotas da história falam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/prof-educ-fisica.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9576" title="prof educ fisica" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/prof-educ-fisica-300x241.jpg" alt="prof educ fisica" width="300" height="241" /></a>Tudo começou quando o homem primitivo sentiu a necessidade de lutar, fugir ou caçar para sobreviver. Assim o homem à luz da ciência executa os seus movimentos corporais mais básicos e naturais desde que se colocou de pé: corre, salta, arremessa, trepa, empurra, puxa e etc.</p>
<p><strong>CHINA</strong></p>
<p>Como Educação Física as origens mais remotas da história falam de 3000 A. C. lá na China. Um certo imperador guerreiro, Hoang Ti, pensando no progresso do seu povo pregava os exercícios físicos com finalidades higiênicas e terapêuticas além do caráter guerreiro.</p>
<p><strong>ÍNDIA</strong></p>
<p>No começo do primeiro milênio, os exercícios físicos eram tidos como uma doutrina por causa das &#8220;leis de Manu&#8221;, uma espécie de código civil, político, social e religioso. Eram indispensáveis às necessidades militares além do caráter fisiológico. Buda, atribuía aos exercícios o caminho da energia física, pureza dos sentimentos, bondade e conhecimento das ciências para a suprema felicidade do Nirvana, (no budismo, estado de ausência total de sofrimento).</p>
<p>O Yoga, tem suas origens na mesma época retratando os exercícios ginásticos no livro &#8220;Yajur Veda&#8221; que além de um aprofundamento da Medicina, ensinava manobras massoterápicas e técnicas de respirar.</p>
<p><strong>JAPÃO</strong></p>
<p>A história do desenvolvimento das civilizações sempre esbarra na importância dada à Educação Física, quase sempre ligados aos fundamentos médicos-higiênicos, fisiológicos, morais, religiosos e guerreiros. A civilização japonesa também tem sua história ligada ao mar devido à posição geográfica além das práticas guerreiras feudais: os samurais.</p>
<p><strong>EGITO </strong></p>
<p>Dentre os costumes egípcios estavam os exercícios Gímmicos revelados nas pinturas das paredes das tumbas.</p>
<p>A ginástica egípcia já valorizava o que se conhece hoje como qualidades físicas tais como: equilíbrio, força, flexibilidade e resistência. Já usavam, embora rudimentares, materiais de apoio tais como tronco de árvores, pesos e lanças.</p>
<p><strong>GRÉCIA </strong></p>
<p>Sem dúvida nenhuma a civilização que marcou e desenvolveu a Educação Física foi a grega através da sua cultura. Nomes como Sócrates, Platão, Aristóteles, e Hipócrates contribuíram e muito para a Educação Física e a Pedagogia atribuindo conceitos até hoje aceitos na ligação corpo e alma através das atividades corporais e da música. &#8220;Na música a simplicidade torna a alma sábia; na ginástica dá saúde ao corpo&#8221; Sócrates. É de Platão o conceito de equilíbrio entre corpo e espírito ou mente.</p>
<p>Os sistemas metodizados e em grupo, assim como os termos halteres, atleta, ginástica, pentatlo entre outros, são uma herança grega. As atividades sociais e físicas eram uma prática até a velhice lotando os estádios destinados a isso.</p>
<p><strong>ROMA </strong></p>
<p>A derrota militar da Grécia para Roma, não impediu a invasão cultural grega nos romanos que combatiam a nudez da ginástica. Sendo assim, a atividade física era destinada às práticas militares. A célebre frase &#8220;Mens Sana in Corpore Sano&#8221; de Juvenal vem desse período romano.</p>
<p><strong>IDADE MÉDIA </strong></p>
<p>A queda do império romano também foi muito negativo para a Educação Física, principalmente com a ascensão do cristianismo que perdurou por toda a Idade Média. O culto ao corpo era um verdadeiro pecado sendo também chamado por alguns autores, de &#8220;Idade das Trevas&#8221;.</p>
<p><strong>A RENASCENÇA</strong></p>
<p>Como o homem sempre teve interesse no seu próprio corpo, o período da Renascença fez explodir novamente a cultura física, as artes, a música, a ciência e a literatura. A beleza do corpo, antes pecaminosa, é novamente explorada surgindo grandes artistas como Leonardo da Vinci (1452-1519), responsável pela criação utilizada até hoje das regras proporcionais do corpo humano.</p>
<p>Consta desse período o estudo da anatomia e a escultura de estátuas famosas como por exemplo a de Davi, esculpida por Michelângelo Buonarroti (1475 &#8211; 1564). Considerada tão perfeita que os músculos parecem ter movimentos. A dissecação de cadáveres humanos deu origem à Anatomia como a obra clássica &#8220;De Humani Corporis Fábrica&#8221; de Andrea Vesalius (1514-1564).</p>
<p>A volta de Educação Física escolar se deve também nesse período a Vitorio de Feltre (1378-1466) que em 1423 fundou a escola &#8220;La Casa Giocosa&#8221; onde o conteúdo programático incluía os exercícios físicos.</p>
<p><strong>ILUMINISMO</strong></p>
<p>O movimento contra o abuso do poder no campo social chamado de iluminismo surgido na Inglaterra no século XVII deu origem a novas idéias. Como destaque dessa época os alfarrábios apontam: Jean-Jaques Rousseau (1712-1778) e Johann Pestalozzi (1746-1827). Rousseau propôs a Educação Física como necessária à educação infantil. Segunde ele, pensar dependia extrair energia do corpo em movimento.</p>
<p>Pestalozzi foi precursor da escola primária popular e sua atenção estava focada na execução correta dos exercícios.</p>
<p><strong>IDADE CONTEMPORÂNEA</strong></p>
<p>A influência na nossa ginástica localizada começa a se desenvolver na Idade Contemporânea e quatro grandes escolas foram as responsáveis por isso: a alemã, a nórdica, a francesa, e a inglesa.</p>
<p>A alemã, influenciada por Rousseau e Pestalozzi, teve como destaque Johann Cristoph Friederick Guts Muths (1759-1839) considerado pai da ginástica pedagógica moderna.</p>
<p>A derrota dos alemães para Napoleão deu origem a outra ginástica. A turnkunst, criada por Friederick Ludwig Jahn (1788-1825) cujo fundamento era a força. &#8220;Vive Quem é Forte&#8221;, era seu lema e nada tinha a ver com a escola. Foi ele quem inventou a barra fixa, as barras paralelas e o cavalo, dando origem à Ginástica Olímpica.</p>
<p>A escola voltou a ter seu defensor com Adolph Spiess (1810-1858) introduzindo definitivamente a Educação Física nas escolas alemãs, sendo inclusive um dos primeiros defensores da ginástica feminina.</p>
<p>A escola nórdica escreve a sua história através de Nachtegall (1777-1847) que fundou seu próprio instituto de ginástica (1799) e o Instituto Civil de Ginástica para formação de professores de Educação Física (1808).</p>
<p>Por mais que um profissional de Educação Física seja desligado da história, pelo menos algum dia já ouviu falar em ginástica sueca, um grande trampolim para o que se conhece hoje. Per Henrik Ling (1766-1839) foi o responsável por isso levando para a Suécia as idéias de Guts Muths após contato com o instituto de Nachtegall. Ling dividiu sua ginástica em quatro partes: a pedagógica &#8211; voltada para a saúde evitando vícios posturais e doenças, a militar &#8211; incluindo o tiro e a esgrima, a médica &#8211; baseada na pedagógica evitando também as doenças e a estética &#8211; preocupada com a graça do corpo.</p>
<p>Alguns fundamento ideológicos de Ling valem até hoje tais como o desenvolvimento harmônico e racional, a progressão pedagógica da ginástica e o estado de alegria que deve imperar uma aula. Claro, isso depende do austral e o carisma do profissional.</p>
<p>Um do seguidores de Ling, o major Josef G. Thulin introduz novamente o ritmo musical à ginástica e cria os testes individuais e coletivos para verificação da performance.</p>
<p>A escola Francesa teve como elemento principal o espanhol naturalizado Francisco Amoros Y Ondeano (1770-1848).</p>
<p>Inspirado em Rabelais, Guts, Jahn e pestalozzi, dividiu sua ginástica em: Civil e Industrial, Militar, Médica e Cênica. Outro nome francês importante foi G. Dêmey (1850-1917). Organizou congresso, cursos (inclusive o Superior de Educação Física), regiu o Manual do Exército e também era adepto à ginástica lenta, gradual, progressiva, pedagógica, interessante e motivadora.</p>
<p>O método natural foi defendido por Georges Herbert (1875-1957): correr, nadar, trepar, saltar, empurrar, puxar e etc.</p>
<p>A nossa Educação Física, a brasileira teve grande influência na Ginástica Calistenia criada em 1829 na França por Phoktion Heinrich Clias (1782-1854).</p>
<p>A escola inglesa baseava-se nos jogos e nos esportes, tendo como principal defensor Thomas Arnold (1795-1842) embora não fosse o criador. Essa escola também ainda teve a influência de Clias no treinamento militar.</p>
<p><strong>A CALISTENIA </strong></p>
<p>É por assim dizer, o verdadeiro marco do desenvolvimento da ginástica moderna com fundamentos específicos e abrangentes destinada à população mais necessitada: os obesos, as crianças, os sedentários, os idosos e também às mulheres.</p>
<p>Calistenia, segundo Marinho (1980) citado por Marcelo Costa, vem do grego Kallos (belo), Sthenos (força) e mais o sufixo &#8220;ia&#8221;.</p>
<p>Com origem na ginástica sueca apresenta um divisão de oito grupos de exercícios localizados associando música ao ritmo dos exercícios que são feitos à mão livre usando pequenos acessórios para fins corretivos, fisiológicos e pedagógicos.</p>
<p>Os responsáveis pela fixação da Calistenia foram o Dr. Dio Lewis e a (A. C. M.) Associação Cristã de Moços com proposta inicial de melhorar a forma física dos americanos que mais precisavam. Por isso mesmo, deveria ser uma ginástica simples, fundamentada na ciência e cativante. Em função disso o Dr. Lewis era contra os métodos militares sob alegação que as mesmas desenvolviam somente a parte superior do corpo e os esportes atléticos não proporcionavam harmonia muscular. Em 1860 a Calistenia foi introduzida nas escolas americanas.</p>
<p>No Brasil dos anos 60 começou a ser implantada nas poucas academias pelos professores da A. C. M. ganhando cada vez mais adeptos nos anos 70 sempre com inovações fundamentadas na ciência. Sendo assim o Dr. Willian Skarstrotron, americano de origem sueca, dividiu a Calistenia em 8 grupos diferentes do original: braços e pernas, região póstero superior do tronco, póstero inferior do tronco, laterais do tronco, equilíbrio, abdômen, ombros e escápulas, os saltitos e as corridas.</p>
<p>Nos anos 80 a ginástica aeróbica invadiu as academias do Rio de Janeiro e São Paulo abafando um pouco a calistenia. Como na Educação Física sempre há evolução também em função dos erros e acertos. Surge então, ainda no final dos anos 80 a ginástica localizada desenvolvida com fundamentos teóricos dos métodos da musculação e o que ficou de bom da Calistenia. A ginástica aeróbica de alto impacto causou muitos microtraumatismos por causa dos saltitos em ritmos musicais quase alucinantes. A musculação surgiu com uma roupagem nova ainda nos anos 70 para apagar o preconceito que algumas pessoas tinham com relação ao Halterofilismo.</p>
<p>Hoje, sob pretexto da criatividade, a ginástica localizada passa por uma fase ruim com alguns professores ministrando aleatoriamente, aulas sem fundamentos específicos com repetições exageradas, fato que a ciência já reprovou, principalmente se o público alvo for o cidadão comum.</p>
<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/professor-edu.jpg"><img class="size-medium wp-image-9577 alignnone" title="professor edu" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/professor-edu-300x218.jpg" alt="professor edu" width="300" height="218" /></a></p>
<p><strong>A EDUCAÇÃO FÍSICA NO BRASIL</strong></p>
<p>Os índios &#8211; No Brasil colônia &#8211; Os primeiros habitantes, os índios, deram pouca contribuição a não ser os movimentos rústicos naturais tais como nadar, correr atraz da caça, lançar, e o arco e flecha. Na suas tradições incluem-se as danças, cada uma com significado diferente: homenageando o sol, a lua, os Deuses da guerra e da paz, os casamentos etc. Entre os jogos incluem-se as lutas, a peteca, a corrida de troncos entre outras que não foram absorvidas pelos colonizadores. Sabe-se que os índios não eram muito fortes e não se adaptavam ao trabalho escravo.</p>
<p>Os negros e a capoeira &#8211; Sabe-se que vieram para o Brasil para o trabalho escravo e as fugas para os Quilombos os obrigava a lutar sem armas contra os capitães-do-mato, homens a mando dos senhores de engenho que entravam mato a dentro para recapturar os escravos. Com o instinto natural, os negros descobriram ser o próprio corpo uma arma poderosa e o elemento surpresa. A inspiração veio da observação da briga dos animais e das raízes culturais africanas. O nome capoeira veio do mato onde entrincheiravam-se para treinar.</p>
<p>&#8220;Um estranho jogo de corpo dos escravos desferindo coices e marradas, como se fossem verdadeiros animais indomáveis&#8221;. São algumas das citações de capitães-do-mato e comandantes de expedições descritas nos poucos alfarrábios que restaram. Rui Barbosa mandou queimar tudo relacionado à escravidão.</p>
<p>Brasil Império &#8211; Em 1851 a lei de n.º 630 inclui a ginástica nos currículos escolares. Embora Rui Barbosa não quisesse que o povo soubesse da história dos negros, preconizava a obrigatoriedade da Educação Física nas escolas primárias de secundárias praticada 4 vezes por semana durante 30 minutos.</p>
<p>Brasil República &#8211; Essa foi uma época onde começou a profissionalização da Educação Física.</p>
<p>As políticas públicas &#8211; Até os anos 60 o processo ficou limitado ao desenvolvimento das estruturas organizacionais e administrativas específicas tais como: Divisão de Educação Física e o Conselho Nacional de Desportos.</p>
<p>Os anos 70, marcado pela ditadura militar, a Educação Física era usada, não para fins educativos, mas de propaganda do governo sendo todos os ramos e níveis de ensino voltada para os esportes de alto rendimento.</p>
<p>Nos anos 80 a Educação Física vive uma crise existencial à procura de propósitos voltados à sociedade. No esporte de alto rendimento a mudança nas estruturas de poder e os incentivos fiscais deram origem aos patrocínios e empresas podendo contratar atletas funcionários fazendo surgir uma boa geração de campeões das equipes Atlântica Boa Vista, Bradesco, Pirelli entre outras.</p>
<p>Nos anos 90 o esporte passa a ser visto como meio de promoção à saúde acessível a todos manifestada de três formas: esporte educação, esporte participação e esporte performance.</p>
<p>A Educação Física finalmente regulamentada é de fato e de direito uma profissão a qual compete mediar e conduzir todo o processo.</p>
<p><strong>Os passos da profissão:</strong></p>
<blockquote><p><strong>1946</strong> &#8211; Fundada a Federação Brasileira de Professores de Educação Física.</p>
<p><strong>1950 a 1979</strong> &#8211; Andou meio esquecida com poucos e infrutíferos movimentos.</p>
<p><strong>1984</strong> &#8211; Apresentado 1º projeto de lei visando a regulamentação da profissão.</p>
<p><strong>1998</strong> &#8211; Finalmente a 1º de setembro assinada a lei 9696 regulamentando a profissão com todos os avanços sociais fruto de muitas discussões de base e segmentos interessados.</p></blockquote>
<p><strong>Literatura Consultada: </strong></p>
<blockquote><p><strong>1)</strong> Costa, Marcelo Gomes &#8211; Ginástica localizada. Ed. Sprint, 2ª edição, R.J.1998.</p>
<p><strong>2)</strong> Silva N.Pithan Atletismo Ed. Cia Brasil editora 2ª Ed. São Paulo</p>
<p><strong>3)</strong> Steinhilber, Jorge. Profissional de Educação Física Existe? Ed. Sprint, Rio de Janeiro R.J. 1996.</p></blockquote>
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		<title>“Nosso Lar” é uma superprodução do cinema nacional</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 17:54:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[A vida após a morte é o tema central desse drama sobre a transformação de um homem em sua surpreendente experiência no plano superior. O filme Nosso Lar chega aos cinemas em 3 de setembro como a maior produção cinematográfica nacional já realizada. Em seu processo de filmagem, registrou números expressivos tanto na quantidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9565" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/nosso-lar-o-filme.jpg"><img class="size-medium wp-image-9565" title="nosso-lar-o-filme" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/nosso-lar-o-filme-300x225.jpg" alt="dia 3 de setembro em todo o Brasil" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">dia 3 de setembro em todo o Brasil</p></div>
<p style="margin-bottom: 0cm;">A vida após a morte é o tema central desse drama sobre a transformação de um homem em sua surpreendente experiência no plano superior. O filme Nosso Lar chega aos cinemas em 3 de setembro como a maior produção cinematográfica nacional já realizada. Em seu processo de filmagem, registrou números expressivos tanto na quantidade de pessoas envolvidas como na montagem de uma locação e no figurino. Somente para a cena “Segunda Guerra”, cerca de mil pessoas foram mobilizadas no set. A locação das cenas do Umbral foram realizadas em uma pedreira no bairro de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, que possuía 10 mil metros quadrados (duas vezes o tamanho do Estádio do Maracanã), onde foram utilizados oito quilômetros de cabo e as luzes foram erguidas a mais de 50 metros de altura. Para adequar o figurino dos atores ao desenrolar da trama, 1.500 peças sofreram transformações. Baseado no livro de Chico Xavier, o longa tem direção de Wagner de Assis, com Iafa Britz (“Se Eu Fosse Você 1”) à frente da produção. Ingressos antecipados para o filme já podem ser adquiridos no site <a href="http://www.nossolarofilme.com.br/">www.nossolarofilme.com.br</a></p>
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		<title>Amigos 30 anos. O encontro! Claudia Wasilewski</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 14:59:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Sábado antes de ir ao encontro coloquei no twitter, o seguinte. Vou fazer algumas coisas e sigo para a Casa Di Bel. Ver gente que gosto, que não gostava e passei a gostar e outros que detestava e continuo. E foi exatamente assim. Estava ótimo. É importante este contato. Saber o que está acontecendo na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9562" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/c.JPG"><img class="size-medium wp-image-9562" title="c" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/c-300x225.jpg" alt="Jo, Cláudio Ribeiro, Fajardo, Glorinha e Mario Mello" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Jo, Cláudio Ribeiro, Fajardo, Glorinha e Mario Mello</p></div>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Sábado antes de ir ao encontro coloquei no twitter, o seguinte. Vou fazer algumas coisas e sigo para a Casa Di Bel. Ver gente que gosto, que não gostava e passei a gostar e outros que detestava e continuo. E foi exatamente assim. Estava ótimo. É importante este contato. Saber o que está acontecendo na vida de pessoas que gosto e não vejo muito, me dá uma sensação de proximidade. O Movimento Estudantil, foi fundamental na minha vida. Uma escola. Nunca me submeti a influência partidaria e por isso não era levada a sério. Mas isto não impediu de fazer grandes amigos. O que na realidade queria era fazer confusão. E quando o bicho pegava corria para meus queridos anarquistas que me davam proteção e onde me sentia mais a vontade. Infelizmente não estavam lá. Que saudade.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a name="BLOGGER_PHOTO_ID_5511160299981326626"></a>Festa mesmo. Sem discursos, lembranças de torturas e prisões. Apenas a parte boa da luta. O cumprimento de</p>
<div id="attachment_9560" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/amigos01.jpg"><img class="size-medium wp-image-9560" title="amigos01" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/amigos01-300x225.jpg" alt="Laurita Rosa, Sandra Mancino, Juve Rosa, eu, Tosca Zamboni e Sílvia Macedo" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Laurita Rosa, Sandra Mancino, Juve Rosa, eu, Tosca Zamboni e Sílvia Macedo</p></div>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> transformar este país em uma democracia. Apesar da censura andar batendo na nossa porta. Mas em hipótese alguma deixaremos entrar. E nem que tudo tenha que ser feito novamente. Disposição, pelo que percebi temos de sobra.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Na foto o momento da merecida homenagem, aos que pagaram um preço caro por terem enfrentado a ditarura. Representando movimentos, partidos e tendências foram lembrados: Espedito Rocha, Cláudio Fajardo, Dr Zequinha ( José Ferreira Lopes ), Fábio Campana e Walmor Marcelino.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Dei um expediente na festa, fiquei das 12:00 as 18:00 hrs. E confesso que se pudesse ficaria mais. Dou parabéns ao organizadores, e imagino a trabalheira que dá reunir tantos DINOSSAUROS. Quase esqueci, não houve chuva de meteoros, o dia estava lindo.</p>
<div id="attachment_9561" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/amigos02.jpg"><img class="size-medium wp-image-9561" title="amigos02" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/amigos02-300x225.jpg" alt="TEMPOS DE PAZ. Depois de tanta confusão! Kico e Dodô. " width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">TEMPOS DE PAZ. Depois de tanta confusão! Kico e Dodô. </p></div>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Meu medo, é que na próxima, além de fotos antigas, apareçam exames, tomografias, receitas para reumatismo, etc&#8230;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Saiba mais aqui: <a href="http://claudiawas.blogspot.com/2010/08/amigos-30-anos-o-encontro.html">Claudia Wasilewski </a></p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=9557&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Jornal Última Hora digitalizado</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 13:28:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fotos inéditas do jornal Última Hora estão na internet Grande parte das fotografias ficou guardada em arquivo por muitos anos e não chegou a ser publicada no jornal. O Arquivo Público do Estado de São Paulo acaba de digitalizar e disponibilizar na internet parte do arquivo fotográfico do jornal Última Hora, um dos mais importantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/ultima-hora.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9549" title="ultima hora" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/ultima-hora-198x300.jpg" alt="ultima hora" width="198" height="300" /></a>Fotos inéditas do jornal Última Hora estão na internet Grande parte das fotografias ficou guardada em arquivo por muitos anos e não chegou a ser publicada no jornal. O Arquivo Público do Estado de São Paulo acaba de digitalizar e disponibilizar na internet parte do arquivo fotográfico do jornal Última Hora, um dos mais importantes periódicos do jornalismo brasileiro, que circulou em diversas cidades brasileiras nas décadas de 1950 e 1960. São quase 20 anos de história registrados em 54.600 mil fotografias e 1.200 ilustrações, que podem ser vistas pelo site <a href="http://www.arquivoestado.sp.gov.br/uhdigital/">http://www.arquivoestado.sp.gov.br/uhdigital/</a> Diferentes momentos da história brasileira foram registrados pelas lentes fotográficas do jornal Última Hora: o suicídio do Presidente Getúlio Vargas, em 1954; as Olimpíadas de Helsinki, em 1952; a estreia de Roberto Carlos na TV Tupi, em 1968. a visita dos Rolling Stones ao Rio de Janeiro, em 1968. Além de nomes que marcaram a música brasileira, como Cauby Peixoto, Dalva de Oliveira, Orlando Silva, Ângela Maria e Chico Buarque e o teatro, Eva Tudor, Tônia Carreiro, Procópio Ferreira, Grande Otelo e Cacilda Becker. O tratamento de conservação preventiva e a digitalização dessas imagens é resultado do Projeto Última Hora – Acervo Fotográfico, que consistiu em organizar, conservar, digitalizar, tratar as imagens, produzir instrumentos de pesquisa e disponibilizar na internet este grande volume de fotografias. Este projeto teve início em 2007 no Centro de Acervo Iconográfico e Cartográfico do Arquivo Público do Estado de São Paulo. A diretora do Centro, Elisabete Savioli, explica que as imagens desse projeto são do Departamento de Arquivo Fotográfico da Última Hora, na forma de negativos flexíveis. “Este tipo de suporte é muito frágil e de fácil deteriorização, o que torna a manipulação destes documentos bastante complicada”, explicou Elisabete. Além disso, para visualizar a imagem no negativo é preciso utilizar instrumentos específicos como lupas e mesas de luz. “Tudo isso torna a consulta aos documentos originais mais difícil, daí optarmos pela digitalização do acervo, que irá facilitar o acesso aos pesquisadores”, completou. A consulta às fotografias pode ser feita de três formas: por período, autor ou palavra-chave. Toda a cobertura dada pelo jornal a temas como política, esporte, artes, teatro, cinema e literatura pode ser observada no seu arquivo fotográfico. De fatos do cotidiano a grandes acontecimentos da nossa história, nada escapa das lentes dos fotógrafos da “UH”: a posse de João Goulart no Senado (1956), a prisão do jornalista Carlos Lacerda (1952), a primeira Bienal de Arte Moderna (1951), o casamento de Grande Otelo (1954), o surgimento do Cinema Novo nos anos 1950 ou a inauguração da exposição de retrospectivas do trabalho de Di Cavalcanti no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1954). Além de fotografias, também foram digitalizadas as ilustrações publicadas no jornal, tratando de política, economia, arte e cultura. Criado por Lan, o Corvo, representando o jornalista e político Carlos Lacerda, e os gorilas fardados, representando os militares, são exemplos de caricaturas da “UH” que ficaram famosas. Os jogadores de futebol Zito, Tostão, Pelé, as atrizes Greta Garbo e Betty Davis e o escritor Carlos Drummond de Andrade são exemplos de personalidades que inspiraram ilustrações e caricaturas da “UH”. No mesmo site, também pode ser consultado o acervo do próprio jornal Última Hora, digitalizado pelo Arquivo Público do Estado em 2008. A “UH” também foi tema de algumas publicações da instituição, como os cinco volumes da coleção “Arquivo em Imagens. Série: Última Hora” sobre artes, futebol, ilustrações e política. O Fundo Ultima Hora está sob a guarda do Arquivo Público desde 1989 e é composto por 166 mil fotografias, 600 mil negativos, 2.223 ilustrações e uma coleção de edições da Ultima Hora do Rio de Janeiro entre os anos de 1951 e 1970, em papel ou microfilme. ÚLTIMA HORA: marco da imprensa brasileira A Ultima Hora foi criada em 1951 por Samuel Wainer no Rio de Janeiro, em um período de efervescência social e política, deixando de circular em 1971. O jornal tinha uma linguagem popular e foi pioneiro em diversos aspectos como o uso constante de cores, ilustrações e fotos. Esse jornal era o único que abrangia, nessa época, sete cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Niterói, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Recife. Além dos temas corriqueiros do jornal como futebol, cinema e criminalidade, a “UH” também revelou seu apoio aos governos de Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e Jango nas páginas de política. Entre os seus colunistas destacaram-se Nelson Rodrigues, Agnaldo Silva, Arthur da Távola, Inácio Loyola Brandão, Jô Soares, Jaguar, Juca Chaves, Nelson Motta, Rubem Braga e Walter Negrão. O arquivo fotográfico da “UH” foi formado ao longo da trajetória da edição carioca do jornal, entre os anos de 1951 e 1971, sob a direção de Samuel Wainer. O uso de fotografias e ilustrações em quase todas as páginas é uma das características marcantes da Última Hora. Para cada pauta era produzida uma missão, isto é, um conjunto de fotos tiradas para ilustrar uma notícia publicada no jornal. E, a cada missão, apenas uma ou duas fotos eram escolhidas pelo editor. Ao todo, cerca de 400 fotos eram tiradas diariamente para a cada edição, algo fora do comum à época. As fotografias, publicadas ou não, eram recolhidas ao arquivo do jornal. São estas imagens, algumas delas inéditas, que foram digitalizadas e estão na internet. Trata-se de um importante registro da história da imprensa brasileira. Acesse: <a href="http://www.arquivoestado.sp.gov.br/uhdigital/">http://www.arquivoestado.sp.gov.br/uhdigital/</a> Sobre o Arquivo Público do Estado de São Paulo O Arquivo Público do Estado de São Paulo é um dos maiores arquivos públicos brasileiros. Vinculado à Casa Civil do Estado de São Paulo, sua função é formular uma política estadual de arquivos e recolher, tratar e disponibilizar ao público toda documentação de caráter histórico produzido pelo Poder Executivo Paulista. A instituição mantém sob sua guarda aproximadamente 6 mil metros lineares de documentação textual permanente, 17 mil metros de documentação intermediária, 900m de material iconográfico, grande quantidade de jornais e revistas e uma biblioteca de apoio à pesquisa com 45 mil volumes.</p>
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		<title>CENSURA DITATORIAL NA CULTURA DO PARANÁ</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 13:02:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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Antes de passar aos fatos cabe uma pequena retrospectiva sobre o que foi a censura no regime militar. O período de censura na época do regime militar no Brasil atingiu seriamente os meios de comunicação e a produção cultural, sobretudo o conteúdo jornalístico dos periódicos da época. O fato de substituir notícias por receitas culinárias, [...]]]></description>
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<p style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/valdir.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9545" title="valdir" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/valdir-300x225.jpg" alt="valdir" width="300" height="225" /></a>Antes de passar aos fatos cabe uma pequena retrospectiva sobre o que foi a censura no regime militar. O período de censura na época do regime militar no Brasil atingiu seriamente os meios de comunicação e a produção cultural, sobretudo o conteúdo jornalístico dos periódicos da época. O fato de substituir notícias por receitas culinárias, bem como na produção literária buscar artifícios para burlar o corte da censura, entre outras informações inusitadas, virou ilustração recorrente como exemplificação do que ocorreu na época nos jornais impressos, na produção cultural como um todo – musica, teatro, etc.-.<br />
A história da comunicação no Brasil teve como um dos períodos mais marcantes as décadas e 60 e 70, bem como até meados de 80, quando a ditadura militar teve seu auge de restrições à imprensa, acirrando a censura aos meios de comunicação e à produção cultural, privando a população da divulgação de noticias determinantes para promover nas massas uma análise crítica sobre a situação política e econômica do pais.<br />
A liberdade de expressão é um direito humano inalienável e sua proteção um elemento essencial para as sociedades democráticas. A luta pela liberdade de expressão e de imprensa, por qualquer meio de comunicação, não é tarefa de um dia; é um esforço permanente e com isso todos nós nos comprometemos quando fomos às ruas, às praças enfrentar a ditadura.<br />
Não é possível que em pleno século XXI, após tantos sacrifícios, estejamos passando por retrocessos como foi o caso da censura do Conselho de Editoração da Secretaria de Cultura do Estado do Paraná à nossa produção “ Variedades do Cotidiano- Um enfoque dialético”.Sugerir “amenidades” à uma produção cultural, à uma obra jornalística é querer imparcialidade. Imparcialidade? Bem essa é difícil de atingir. Por trás de qualquer imagem está o olho do jornalista, do escritor, do crítico, do revisor, do editor. Estes fazem o recorte, fazem a escolha, decidem o que vão mostrar. Logo, essas posições, não são imparciais. Elas tem lado, escolhem uma posição para dali fazerem suas observações. O jornalista, o escritor não pode ser imparcial – por mais que pretenda ou se esforce -, mas deve ser honesto. Deve ter a determinação de mostrar o máximo possível do que apurou para que o público consumidor da noticia faça sua avaliação. Foi o que procurei fazer no meu livro “Variedades do Cotidiano – Um enfoque dialético” ao fazer críticas, afirmações contundentes, denuncias com franqueza e honestidade.<br />
Em fevereiro deste ano encaminhei à Secretaria de Estado da Cultura arquivo contendo texto do meu livro “Variedades do Cotidiano – Um enfoque dialético” a ser editado. Passados 5 meses, procurei a Secretaria Vera Mussi para saber do andamento da minha solicitação; disse-me a Secretaria Vera Mussi que falasse com a Sra. Rosi Gloria Zandoná Lopes Salomão, Coordenadora de Editoração Literatura da SEEC. Fui procura-la e, pasmem, estava em poder dela um oficio a mim dirigido, datado de 14/06/10, o qual não foi encaminhado sob a alegação de que não tinham o meu endereço. Acontece que no “ parecer” elaborado pelo Conselho de Editoração, o qual está apenso ao Protocolo nº 10.180.708-8, consta dados pessoais que não deveriam fazer parte daquele parecer , citando que eu era “ ex-diretor da Claspar- Empresa Paranaense de Classificação, durante os últimos anos do governo Roberto Requião”. Então sabiam do meu endereço. Mas o que cabe aqui comentar é o “parecer”, eivado de ranços reacionários, de censura próprios do período ditatorial, período esse em que fui perseguido, preso e censurado pelo SNI/ABIN, durante 22 anos – de 1964-1986. Passo a transcrever ipsis litteris, parte do conteúdo do oficio que recebi das mãos da Coordenadora de Editoração Sra. Rosi, “(…) Segundo parecer emitido pelo Conselho “ a obra oferece opinião pessoal, comprometida com uma visão ideológica de caráter partidário,e por este motivo não deveria ser publicada às expensas do Estado”. A alegação de “ partidário” é uma deslavada mentira! É uma obra ideológica sim, de denuncia, de análise, de crítica, portanto, dialética sim. O “ parecer” que coloco na sua integra à disposição dos leitores, é um libelo de censura quando tenta desqualificar nosso trabalho e interfere na nossa livre criação quando diz que: “ ora, os trabalhos reunidos não têm as amenidades e a falta de sabor que em geral se atribui ao dia-a-dia”. Parece que os membros censores do Conselho de Editoração desconhecem a etimologia da palavra cotidiano, bem como não sabem o que significa dialética quando afirmam que “ tampouco os tema recebem tratamento dialético que se pretende (…) Os escritos versam sobre problemas de transgenia, emprego de agrotóxicos, cotas para negros, mercantilização do ensino privado, reforma agrária e meio ambiente, e tantas outras de igual teor, que o autor trata com argumentação veemente, para desembocar, frequentemente, na injuria e no jargão de hábito comunista”. (grifos meus)<br />
Diz mais o “parecer” dos censores público “entendemos que a iniciativa editorial do Estado deve se ater à defesa dos valores consagrados da cultura, com vistas à orientação e promoção da educação pública”, como se os temas abordados no meu livro fossem alheios a essa tese. Finalizando o “parecer” os censores terminam dizendo que “por se tratar de obra que oferece opinião pessoal, comprometida com uma visão ideológica de caráter partidário, exclusiva e extremista(grifos meus), opinamos no sentido de que não seja acolhido o pedido de editoração”. É uma bela opinião que não deixa a desejar a quaisquer daquelas que fizeram os censores durante a ditadura militar que nos infernizou a vida! É triste para nós que lutamos contra a censura, contra a ditadura, termos que aturar esse achincalhe, esse menosprezo, esse desrespeito a livre criação, ao livre pensar.<br />
Lamentável que ainda existam algumas pessoas num Conselho de Editoração persistindo e mantendo o ranço censor da ditadura!</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/valdir2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-9546" title="valdir2" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/valdir2-200x300.jpg" alt="valdir2" width="200" height="300" /></a></p>
</li>
</ol>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Valdir Izidoro Silveira (*)</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">(*) Jornalista, Escritor e engenheiro agrônomo-Diretor Técnico da CLASPAR<br />
vis@netpar.com.br</p>
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