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O poder simbólico e real do escudo do Corinthians
mar15

O poder simbólico e real do escudo do Corinthians

Há símbolos que são eternos. Eles transcendem o ato de representação e passam a ter o poder de ação e personificação de desejos, sonhos e histórias. Símbolos eternos não mudam, porque, se mudar, eles passam a ser outro. Os sonhos, desejos, histórias que se inscreviam no seu corpo mítico se perdem com o redesenho ou têm que ser reescritos.   Por Adrienne Kátia Savazoni Morelato* O escudo do Corinthians hoje (imagem maior) e sua...

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Adoniran Barbosa e o não-lugar de fala
mar04

Adoniran Barbosa e o não-lugar de fala

Adoniran evoca a troca de papéis. O signo do deslocamento está em tudo, em sua vida, na falsificação da certidão de nascimento para trabalhar mais cedo; na diversidade de ocupações que exerceu: serralheiro, garçom, pintor, ator, vendedor na 25 de março… Atravessa o samba, ajudando a explicar os erros propositais de português.   Por João Paulo Rodrigues, no Outras Palavras “Vamos armoçar Sentados na calçada Conversar sobre...

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Era só o que faltava: Deputada quer censurar artes visuais
mar01

Era só o que faltava: Deputada quer censurar artes visuais

Sem ter o que fazer, a deputada Cantora Mara Lima (PSC), colega da Ministra do Azul e Rosa, pede para que a Assembleia Legislativa aprove um projeto de censura e criminalização nas artes visuais do estado. Na tentativa de agradar eleitores evangélicos, lembrando que a proposta de autoria do  deputado Ricardo Arruda (PSL), também propagador da fé evangélica, é a mesma utilizada pelo Movimento Brasil Livre (MBL) para o fechamento do...

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Curso investiga relação entre moda, processos revolucionários e ação política
fev23

Curso investiga relação entre moda, processos revolucionários e ação política

A atividade, ministrada por Brunno Almeida Maia, pesquisador em filosofia, busca traçar a dialética da moda como dispositivo “a serviço da classe dominante”, mas, também, como possibilidade de subversão deste mesmo dispositivo     Por Maria Frô Passados 50 anos da segunda Revolução Francesa – o Maio de 1968 – e da atual situação política do Brasil, o curso “O que será do amanhã? Moda, Revolução e Política” será realizado...

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Elza Soares rebate diretora da Vogue: “Escravizar, nem de brincadeira”
fev15

Elza Soares rebate diretora da Vogue: “Escravizar, nem de brincadeira”

Gentem, sou negra e celebro com orgulho a minha raça desde quando não era “elegante” ser negro nesse país. Desde a época em que preto não usava o elevador dos “patrões”. Da época em que os pretos motorneiros dos bondes eram substituídos por portugueses brancos quando havia festividades na cidade com a presença de estrangeiros ou autoridades de pele branca.   Por Elza Soares * Elza Soares, em foto publicada em seu Instagram, na...

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