História do Futebol nacional é contada por meio de imagens, fotos e vídeos de alguns ‘Pais dos Dribles’. Entrada gratuita para os pais, acompanhados dos filhos. Quem criou o drible da bicicleta? Qual foi o primeiro jogador a realizar o drible elástico? O futebol está repleto de ‘pais’ (jogadores) e ‘filhos’ (jogadas). Pensando nessa idéia, o Museu do Futebol – instituição da Secretaria de Estado da Cultura, localizada no Pacaembu – realiza no sábado, 13 de agosto, uma visita com enfoque nos craques que, além de conquistarem títulos por seus clubes e pela seleção, ainda deixaram suas marcas na criação de jogadas e dribles inesquecíveis. Nesse dia a entrada no Museu será gratuita para todos os pais, que vierem acompanhados pelos filhos, mediante apresentação de
documento que comprove o parentesco.
“É uma grande oportunidade de conhecer a história do esporte mais popular do Brasil em um passeio familiar, gratuito e totalmente interativo”, lembra o Secretário de Estado da Cultura, Andrea Matarazzo.
“O futebol é um tema presente em nosso cotidiano e, por isso, faz parte das relações entre pais e filhos, avôs e netos, primos e primas, tios e sobrinhos. Quando se trata de futebol, sempre tem alguma lembrança compartilhada que nos emociona e nos aproxima. Por isso, é um programa muito bacana para fazer com a família. Nesse sábado, em homenagem ao Dia dos Pais, o desafio proposto pelo Museu é que os filhos levem os pais, ou vice-versa, e
tentem descobrir juntos a paternidade de alguns feitos clássicos do nosso futebol,” diz Clara Azevedo diretora executiva do museu.
Durante o passeio, pais e filhos poderão relembrar juntos momentos e datas importantes da história do futebol brasileiro.
Ao chegar à Sala dos Anjos Barrocos, é possível observar imagens de atletas inesquecíveis. Entre eles, estão craques como Didi (1928-2001), o pai do drible Folha Seca, considerado o melhor jogador da Copa de 1958; Garrincha (1933 – 1983), o pai da alegria do povo, conhecido por seus dribles desconcertantes apesar das pernas tortas; e Bebeto, precursor da comemoração “embalando nenê”, improvisada por ele quando marcou gol na Copa de 1994.
Para completar a lista de craques-inventores, não poderia faltar também Rivelino, pai do drible elástico, e Sócrates, um dos pais da “democracia corintiana”. Jogador com passagens brilhantes pelo São Paulo e pela seleção brasileira, Leônidas da Silva também ficou conhecido por ser o pai da bicicleta, um dos movimentos mais bonitos e difíceis do futebol. No Museu, sua história é relembrada na Sala dos Heróis. Na Sala das Copas do Mundo, o visitante poderá reencontrar campeões como Bellini, primeiro capitão a levantar
a taça acima da cabeça, num gesto que foi eternizado e repetido por todos os outros campeões mundiais e Cafu, único a disputar três finais consecutivas de Copa do Mundo, entre muitos outros.
Pais e filhos ainda podem se divertir em outras salas do Museu. Na Sala dos Gols, 22 personalidades brasileiras contam passagens pessoais que foram marcadas por gols importantes do futebol; a Sala da Exaltação transmite ao visitante toda a emoção sentida pelos próprios jogadores dentro de campo; a Números e Curiosidades reúne placas gigantes e coloridas, em linguagem de almanaque, com números, táticas, datas, história e superstições do futebol.
Para completar, os visitantes ainda fazem uma visita à arquibancada do Estádio
do Pacaembu e podem testar suas habilidades futebolísticas na Sala Jogo de
Corpo.
Serviço:
“Dia dos Pais no Museu do Futebol”
Local: Museu do Futebol
Endereço: Praça Charles Miller, s/n
Data: sábado, 13 de agosto
Horário: das 9h às 18h (bilheteria até as 17h)
Ingressos: R$ 6 (inteira) / R$3 (meia-entrada).
Entrada gratuita para os pais, acompanhados dos filhos, mediante apresentação de
RG ou documento que comprove o parentesco
Tel.: (11)
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