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	<title>Brasil Cultura &#187; Museus</title>
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		<title>Atividades culturais voltadas a Guerra do Contestado</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 10:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/guerra-do-contestado.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-16043" title="guerra-do-contestado" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/guerra-do-contestado-300x199.jpg" alt="" width="250" height="163" /></a>As atividades da Fundação Cultural iniciaram com a exposição artística sobre os 100 anos da Guerra do Contestado que serão comemorados neste ano. A exposição que acontece no Museu da Arte de Canoinhas (MAC), ao lado da Fundação Cultural, de segunda a sexta-feira das 12h30 às 17h vai até o dia 31deste mês.<br />
De acordo com Viviane Bueno, diretora da Fundação, a intenção da exposição no mês de janeiro visa atingir os visitantes que vêm a Canoinhas no período de férias para rever familiares e amigos. &#8220;Muitas pessoas ficam dias na cidade e querem frequentar bibliotecas, museus para conhecer a história do município&#8221;, explica. Outra intenção da exposição é divulgar os potenciais turísticos do município por meio da distribuição de fôlderes. &#8220;Também queremos fazer com que os trabalhos de artistas locais e regionais sejam conhecidos&#8221;, destaca. De acordo com Viviane, por meio de uma parceria com a Universidade do Contestado (UnC) através do setor de Extensão e Cultura e do mestrado em Desenvolvimento Regional, a Fundação Cultural fará atividades alusivas aos 100 anos da Guerra do Contestado durante todo o ano de 2012.</p>
<p>AGENDA<br />
Em fevereiro, acontece uma exposição com fotos e objetos antigos que eram utilizados na época de Guerra do Contestado. Ainda em janeiro serão exibidos filmes sobre o Contestado. As sessões gratuitas serão realizadas em parceria com o programa Cine Mais Cultura e acontecerão com agendamento na Fundação Cultural. Na manhã de domingo, 5 de fevereiro, na praça Oswaldo de Oliveira, acontece a Mateada Cultural. Em maio será realizada a 4ª Cavalgada do Contestado. Em julho, acontece o Festival da Canção do Contestado. Em agosto está prevista a Mostra de Dança do Contestado. &#8220;O Governo do Estado, por meio de incentivos federais, tem a intenção de que cada município que faz parte do território onde aconteceu a guerra promova ações de incentivo à cultura em comemoração ao centenário do confronto que marcou a história da região&#8221;, explica. Segundo Viviane, os visitantes, não só os de fora, como também do próprio município, se interessam em conhecer a história do contestado. &#8220;A fé ainda é muito grande nas crenças messiânicas que permearam a Guerra do Contestado&#8221;, diz. De acordo com ela, muitas pessoas ainda param em frente à imagem do monge João Maria ao lado da Fundação Cultural para fazer suas orações.</p>
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		<title>Correios e MinC assinam acordo para seleção de projetos culturais</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 10:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/correio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16008" title="correio" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/correio.jpg" alt="" width="223" height="150" /></a>Foi assinado um acordo de cooperação entre o Ministério da Cultura e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) para a seleção de projetos culturais que serão patrocinados pelos Correios e avaliados pelo ministério. A assinatura do acordo ocorreu durante a cerimônia de reabertura do Museu Nacional dos Correios.</p>
<p>&#8220;Esse acordo que assinamos hoje é uma iniciativa do Ministério da Cultura em reaproximar das empresas estatais, no que diz respeito ao desenho dos editais e incentivos fiscais da Lei Rouanet, isso faz com que o processo todo seja mais transparente e mais seguro&#8221;, disse o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura, Henilton Parente.</p>
<p>O presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira, falou sobre a importância da reabertura do Museu. &#8220;Essa reabertura do Museu pretende voltar a tratar a memória e a história dos correios de forma a mostrar para a população brasileira como foram os serviços de correio no Brasil que já tem 349 anos&#8221;.</p>
<p>Após a assinatura do acordo, os convidados visitaram três exposição: <em>A Natureza em Selos</em>, que reúne selos brasileiros que retratam a fauna e flora do Brasil, a exposição <em>Mestre de Gravura</em>, uma coleção da Fundação Biblioteca Nacional que apresenta 171 gravuras de alguns dos maiores artistas de todos os tempo e a exposição <em>Correios: um diálogo com Vilém Flusser</em>, inspirada no texto Cartas do próprio pensador.</p>
<p>Inaugurado em 15 de janeiro de 1980, o Museu Postal e Telegráfico da ECT integrou o Roteiro Cultural e Turístico de Brasília durante vinte anos, até seu fechamento para reformas em 2001</p>
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		<title>Prêmio Literarte de Cultura 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 15:14:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Maria Lucia Pacheco, artista curitibana, representada pela Galeria de arte Monalisa , receberá o &#8220;Prêmio Literarte de Cultura 2012&#8243; na modalidade Artes Plásticas/Gravura, em cerimônia especial para homenageados de vários estados brasileiros, no dia 4 de fevereiro no Hotel Nikko/Curitiba. Promovida pela Associação Internacional de Escritores e Artistas, a programação contará, ainda, nos dias 04...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/mariaarte1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15975" title="mariaarte" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/mariaarte1-300x300.jpg" alt="" width="181" height="176" /></a>Maria Lucia Pacheco, artista curitibana, representada pela Galeria de arte Monalisa , receberá o &#8220;Prêmio Literarte de Cultura 2012&#8243; na modalidade Artes Plásticas/Gravura, em cerimônia especial para homenageados de vários estados <span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">brasileiros</span></span>, no dia 4 de fevereiro no Hotel Nikko/Curitiba. Promovida pela Associação Internacional de Escritores e Artistas, a programação contará, ainda, nos dias 04 e 05/02, com cerimônia de posse dos Conselheiros e Representantes Municipais; chá literário, lançamento de Catálogo, exposição de artes plásticas, jantar e passeio turístico/cultural. A outorga é uma homenagem a todos aqueles que brilharam no cenário cultural durante o ano de 2011, e, tem como objetivo reconhecer e trazer a público as melhores iniciativas culturais.</p>
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		<title>Falta de informação dificulta incentivo cultural pela Lei Rouanet</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 14:54:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Lei Federal de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, completa 20 anos em meio a dúvidas e questionamentos sobre o apoio à arte via renúncia fiscal. Empresários não sabem como patrocinar eventos e muitos artistas ficam à mercê da desinformação. O maestro Anderson de Oliveira, autor do Projeto Jovens Músicos, que inclui a...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/mariaarte.jpg"></a><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lei-rouanet2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15970" title="lei-rouanet2" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lei-rouanet2-300x114.jpg" alt="" width="213" height="94" /></a>A Lei Federal de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, completa 20 anos em meio a dúvidas e questionamentos sobre o apoio à arte via renúncia fiscal. Empresários não sabem como patrocinar eventos e muitos artistas ficam à mercê da desinformação.</p>
<p>O maestro Anderson de Oliveira, autor do Projeto Jovens Músicos, que inclui a Orquestra Filarmônica Jovem de Piracicaba, tem sentido essa dificuldade desde novembro, quando, pela primeira vez, seu projeto foi apoiado pela Lei Rouanet. No entanto, os artistas ainda têm dificuldades para conseguir investimentos.</p>
<p>Nem mesmo o parecer técnico positivo do Ministério da Cultura, que atesta que &#8220;o proponente demonstra plena capacidade técnica para levantar o projeto e também condições de obter os recursos necessários, a partir de um projeto muito bem estruturado, em todos os aspectos&#8221;, tem sido suficiente para a captação de recursos.</p>
<p>&#8220;Até agora não conseguimos nenhuma resposta positiva na captação. O que eu percebo é que falta conhecimento por parte da empresa&#8221;, conta Oliveira.</p>
<p>A intenção do maestro é buscar novos parceiros para dar continuidade ao trabalho desenvolvido em 2011. &#8220;Além das apresentações, o projeto conta também com aulas gratuitas de instrumentos de orquestra e toda a parte de teoria musical para jovens carentes de Piracicaba e região. Sem contar que todas as nossas apresentações são gratuitas e abertas à população&#8221;, explica.</p>
<div><strong> </strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p><strong>Incentivo<br />
A empresa Elring Klinger patrocina projetos culturais pela Lei Rouanet em Piracicaba desde 2003. Os benefícios desse incentivo refletem na carreira dos artistas, que têm novas oportunidades de mostrarem seus trabalhos, e também na comunidade, que tem acesso a mais projetos culturais.</strong></p>
<p>&#8220;O que nos motivou a fazer esse patrocínio foi poder ajudar as entidades locais da cidade onde estamos instalados. Já que o governo dá essa abertura, por que não utilizá-la?&#8221;, reflete o diretor financeiro da empresa, Nelson Tatsukawa.</p>
<p>As vantagens de promover o incentivo por meio da isenção fiscal acabam sendo revertidas para a empresa, que tem seu nome divulgado nas apresentações. &#8220;Sempre tivemos bons resultados e estamos satisfeitos. Vamos continuar incentivando a cultura&#8221;, garante Tatsukawa.</p>
<p><strong>A Lei<br />
Sancionada em 23 de dezembro de 1991, a Lei Rouanet (n. 8.313) permite que empresas apliquem até 4% do Imposto de Renda em projetos culturais. Apenas empresas tributadas pelo lucro real podem se beneficiar dos incentivos fiscais à cultura para utilização da Lei Rouanet.</strong></p>
<p>&#8220;O processo é super fácil. Não custa nada para a empresa e ainda traz benefícios para os artistas e para a comunidade. Quem não faz é porque não tem conhecimento ou falta boa vontade&#8221;, analisa Tatsukawa.</p>
<p>Pessoas físicas também podem contribuir. &#8220;A lei autoriza a descontar até 6% do imposto total no caso de pessoa física&#8221;, afirma Oliveira. &#8220;É muito fácil participar. O valor deve ser pautado no imposto do ano anterior. O projeto emite um recibo de uma conta cadastrada pelo Ministério e a empresa só precisa encaminhar esse recibo para o fiscal&#8221;, finaliza o maestro.</p>
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		<title>Oswald de Andrade: o culpado de tudo</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 11:11:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu da Língua Portuguesa, instituição da Secretaria de Estado da Cultura convidou o grupo Caixa de Imagens para fazer encerramento da exposição Oswald de Andrade: o culpado de tudo, que termina no dia 29 de janeiro. Uma janela para Oswald é o título do espetáculo que será apresentado pelo Grupo Caixa de Imagens no...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/OSWALD-DE-ANDRADE.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15937" title="OSWALD-DE-ANDRADE" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/OSWALD-DE-ANDRADE-244x300.jpg" alt="" width="166" height="199" /></a>O Museu da Língua Portuguesa, instituição da Secretaria de Estado da Cultura convidou o grupo Caixa de Imagens para fazer encerramento da exposição Oswald de Andrade: o culpado de tudo, que termina no dia 29 de janeiro.</p>
<p>Uma janela para Oswald é o título do espetáculo que será apresentado pelo Grupo Caixa de Imagens no Espaço Café do Museu, nos domingos, dia 22 e 29 de janeiro, das 11h às 15h. A entrada é gratuita e não é necessária a reserva de lugar.</p>
<p>Fundado há 10 anos, o grupo Caixa de Imagens se destaca por sua linguagem cênica diferenciada e única. Os espetáculos duram em média 3 minutos e são apresentados para um único espectador, dentro de uma pequena caixa que se transforma em teatro e palco.</p>
<p>O grupo preparou Uma janela para Oswald especialmente para a mostra temporária do escritor no Museu. Durante 3 minutos muito especiais, a &#8220;platéia&#8221; formada por um espectador irá conhecer um pouco da vida e a obra do grande autor paulistano.</p>
<p>Segundo a direção do grupo &#8220;O espetáculo inspira-se no sopro, ora brisa, ora vendaval, da criatividade poética de Oswald.&#8221; Uma pequena luz representa seu escrever, seu olhar penetrante, surpreendente e irônico sobre o correr da vida em sua dimensão regional-universal. Esta pequena luz é a personagem principal, que como o foco da câmera fotográfica ou cinematográfica, contracena e guia o olhar do espectador.</p>
<p>A concepção e encenação são de Mônica Simões e Carlos Gaúcho</p>
<p><strong><br />
Uma janela para Oswald &#8211; Grupo Caixa de Imagens<br />
</strong>Dias 22 e 29 de janeiro, das 11h às 14h<br />
Espaço Café<br />
<strong>Grátis<br />
</strong><br />
<strong>Museu da Língua Portuguesa<br />
</strong>Praça da Luz, s/nº, Centro<br />
Tel.: (11) 3326-0775<br />
<a href="http://www.museudalinguaportuguesa.org.br/"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">www.museudalinguaportuguesa.org.br</span></span></span></a><br />
Ingresso: R$ 6,00 (pagamento somente em dinheiro).<br />
Estudantes com carteira de estudante do ano e documento de identidade pagam meia-entrada. Crianças com até 10 anos e idosos a partir de 60 anos não pagam ingresso, bem como professores da rede pública. Aos sábados a entrada é franca.</p>
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		<title>Exposição &#8211; Banco de Tempo</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 16:20:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fruto de um período de imersão que as artistas Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa fizeram ao longo do ano de 2011 nos jardins do Museu da República, a exposição BANCO DE TEMPO apresenta fotografias, video-instalações e uma interferência nos bancos do parque onde estão presentes reflexões sobre espaços de fluxos, viagens e desejos ligados ao...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/banco-do-tempo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15793" title="banco-do-tempo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/banco-do-tempo-300x199.jpg" alt="" width="231" height="155" /></a>Fruto de um período de imersão que as artistas Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa fizeram ao longo do ano de 2011 nos jardins do Museu da República, a exposição <strong>BANCO DE TEMPO</strong> apresenta fotografias, video-instalações e uma interferência nos bancos do parque onde estão presentes reflexões sobre espaços de fluxos, viagens e desejos ligados ao tempo e à paisagem. Em correspondência artística constante desde que Isabel foi morar no exterior em 2006, as artistas realizam, nesta exposição, o resultado dessa troca tendo a viagem e as paisagens distintas em que vivem como veículo e o tempo como tema.</p>
<p>A partir de uma fotografia encontrada no arquivo histórico do Museu do ex-presidente Nilo Peçanha (morador do Palácio do Catete entre 1909/10) sentado em um dos bancos do jardins com seus cães, as artistas partiram para a observação e pesquisa sobre o movimento e o uso do tempo segundo os próprios freqüentadores do parque tendo os bancos do jardim como elemento principal.</p>
<p>Para a obra Banco de Tempo I/Desejo de Horas, os bancos que ladeiam as aléias do parque são o suporte para depoimentos colhidos pelos próprios usuários sobre como usam o seu tempo neste local. Nesta intervenção textual nos bancos do parque é revelada a função dos bancos além de mobiliário urbano para se tornar o suporte da conversa das artistas com os freqüentadores dos jardins, para o tempo ali passado e para a leitura. O usuário do parque poderá caminhar pelo parque através dos textos nos &#8220;bancos de tempo&#8221; e assim ter uma nova experiência do parque.</p>
<p>Dentro da Galeria do Lago foram criadas obras complementares que utilizam os mesmos elementos da intervenção no Jardim &#8211; os bancos, os textos, e a caminhada &#8211; em outros suportes. Para realizar a obra Banco de Tempo II/A volta ao parque em 80 mundos, com mais de cem fotografias, a dupla passou o ano de 2011 fotografando bancos em parques no mundo inteiro, sempre em relação ao uso do espaço público em situações de tempo ou espaços públicos de espera ou repouso.</p>
<p>Nas vídeo-instalações a própria vivência das artistas nos jardins do Museu prevalece. Em Rotas de Fuga, Lécture sur l’herbe e Vento-tempo, as artistas realizam ações efêmeras que reconfiguram o uso dos jardins como local de passagem ou de repouso pelos freqüentadores. As artistas ora carregam e trocam de mãos uma mala antiga pelas aléias dos jardins, ora permutam livros retirados desta mesma mala sobre o gramado, ou apenas sentem o efeito de uma forte tempestade que muda completamente a rotina do parque.</p>
<p>Artistas: Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa<br />
Galeria do Lago e Jardim do Museu da República<br />
Curadoria: Isabel Sanson Portella</p>
<p><strong>Galeria do Lago e Jardim do Museu da República</p>
<p><strong>Museu da República | Galeria do Lago</p>
<p></strong><br />
Rua do Catete, 153 &#8211; Rio de Janeiro/RJ. Tel. 21 3235 3693.<br />
<a href="http://www.museudarepublica.org.br/"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">www.museudarepublica.org.br</span></span></span></a> </strong><br />
<strong>Visitação:</strong> 15 de janeiro a 29 de abril , terça a sexta, das 10h às 12h e das 13h às 17h sábados, domingos e feriados sob consulta no site do Museu &#8211; Entrada franca<br />
<strong>Visita guiada e Bate-papo </strong>com as artistas e a curadora na Galeria do Lago,<br />
17 de janeiro, terça feira, às 18h.</p>
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		<title>Paraná. Memórias com exposições fotográficas</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 21:11:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fotografias que resgatam a memória de cidades, de fatos históricos e de pessoas estão expostas em na Casa Andrade Muricy (CAM) e no Museu Oscar Niemeyer (MON). As imagens permitem ao público se apropriar de olhares alheios para entender e sentir emoções de tempos passados e atualizá-las com sua própria maneira de perceber o mundo....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/misGluck.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15716" title="misGluck" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/misGluck-300x221.jpg" alt="" width="226" height="167" /></a>Fotografias que resgatam a memória de cidades, de fatos históricos e de pessoas estão expostas em na Casa Andrade Muricy (CAM) e no Museu Oscar Niemeyer (MON). As imagens permitem ao público se apropriar de olhares alheios para entender e sentir emoções de tempos passados e atualizá-las com sua própria maneira de perceber o mundo.</p>
<p>O Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS) e o Instituto Federal do Paraná organizam a exposição &#8220;Memória e Imagem: nas lentes de Guilherme Glück&#8221;. O fotógrafo foi um dos mais atuantes do sul do Brasil e, durante cinco décadas (1920-1960) registrou comunidades paranaenses. Na mostra é possível observar 62 fotos que destacam a arquitetura, o cotidiano, as escolas e os desfiles patrióticos da Lapa e cidades vizinhas. A exposição, com entrada grátis, está em cartaz até 11 de março na Casa Andrade Muricy.</p>
<p>Na busca de compreender as relações sociais e a dinâmica dessa comunidade registrada por Glück, as fotógrafas Tânia Buchmann e Charly Techio apresentam uma exposição complementar com 20 imagens, intitulada &#8220;Um Olhar Contemporâneo sobre a Lapa de Glück&#8221;.</p>
<p>Também até 11 de março, no mesmo espaço, está aberta para visitação a exposição &#8220;Zeitsprung &#8211; Salto no Tempo&#8221;, com cerca de 100 fotografias de Erich Salomon e Barbara Klemm. Os dois fotojornalistas possuem fundamental importância para a cultura alemã. O primeiro retratou grandes acontecimentos políticos nas décadas de 1920 e 1930 e é considerado o pai do fotojornalismo político moderno. Já Barbara capturou momentos históricos direcionando o foco de sua lente para aspectos sociais e psicológicos das personagens.</p>
<p><strong>ENTREVISTAS</strong> – A Série Entrevistas, projeto editorial desenvolvido no jornal Gazeta do Povo, de julho a novembro do ano passado, é exibida em novo suporte. São fotos de 23 personalidades ligadas ao Paraná expostas nos quatro pisos da Torre de Fotografia do Museu Oscar Niemeyer, acompanhadas de textos de José Carlos Fernandes, repórter e editorialista do jornal, que divide a curadoria da mostra com Alexandre Mazzo, editor de fotografia.</p>
<p>O público que já leu as entrevistas, divulgadas nas edições de domingo, terá agora a oportunidade de revisitar o conteúdo nas paredes do museu, com fotos ampliadas. A museografia inclui iluminação e o efeito da arquitetura do prédio. O conteúdo jornalístico, portanto, ganha novo recorte. Quem ainda não conhece a proposta terá a oportunidade de se deparar com essa matéria de memória, legado para o futuro, no tempo presente.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>&#8220;Memória e Imagem: nas lentes de Guilherme Glück&#8221;; &#8220;Um Olhar Contemporâneo sobre a Lapa de Glück&#8221;, de Tânia Buchmann e Charly Techio; &#8220;Zeitsprung &#8211; Salto no Tempo&#8221;, de Erich Salomon e Barbara Klemm.</p>
<p>Até 11 de março.</p>
<p>Casa Andrade Muricy (Alameda Dr. Muricy, 915, Centro – Curitiba/PR).</p>
<p>Entrada gratuita.</p>
<p>Horário de funcionamento: terça a sexta-feira, das 10 às 19 horas. Sábado e domingo, das 10 às 16 horas.</p>
<p>Informações: (41) 3321 4798.</p>
<p>Série Entrevistas</p>
<p>Até 26 de fevereiro de 2012.</p>
<p>Torre do Museu Oscar Niemeyer Rua Marechal Hermes, 999. Centro Cívico – Curitiba/PR).</p>
<p>Informações (41) 3350 4400.</p>
<p>Horário de funcionamento: terça a domingo, das 10h às 18 horas.</p>
<p>Ingressos: R$4 e R$2 (meia). No primeiro domingo de cada mês o ingresso é gratuito</p>
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		<title>Desejo de Salão (ou carecemos de Salão)?!</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 12:01:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O nome da exposição é DESEJO: quem que não caressesse de nada não desejaria nada. Percebendo o erro histórico e, provavelmente, devido ao encurtamento de verbas, cometido pela atual gestão, a Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, de última hora, &#8220;inventou&#8221; uma &#8220;Exposição&#8221; que resgata, com documentos, quadros e raridades, a história do Salão...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/desejo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15515" title="desejo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/desejo.jpg" alt="" width="231" height="244" /></a>O nome da exposição é DESEJO: quem que não caressesse de nada não desejaria nada. Percebendo o erro histórico e, provavelmente, devido ao encurtamento de verbas, cometido pela atual gestão, a Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, de última hora, &#8220;inventou&#8221; uma &#8220;Exposição&#8221; que resgata, com documentos, quadros e raridades, a história do Salão Paranaense desde a sua primeira edição, em 1944. Este ano, pela primeira vez, não haverá o importante Salão.</p>
<p>Com o novo governo, no inicio deste ano, imaginava-se que finalmente a verba da Lei Rouanet, que vinha sendo utilizada exclusivamente para manutenção e realização de exposições do MON, finalmente poderá ser dividida entre outros projetos culturais como, por exemplo, para a reforma dos demais museus, como a Casa Andrade Muricy, o Museu de Arte Contemporânea e o Museu Alfredo Andersen, que ficaram a míngua na gestão passada. Ledo engano.</p>
<p>O Salão Paranaense, que é um evento tradicional de Curitiba instituído oficialmente em 1944, promovido pelo MAC/PR desde a década de 1970, e a partir daí suas premiações passam a integrar o acervo permanente do museu. A história do Salão Paranaense é reveladora dos caminhos trilhados pela <span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">arte moderna</span></span> e contemporânea no Estado, e nela se insere o projeto de criação do MAC/PR. Inteiramente dominado até meados da década de 1950 pelos alunos de Alfred Andersen (1860 &#8211; 1935) &#8211; João Ghelfi (1890 &#8211; 1925), Lange de Morretes (1892 &#8211; 1954), Theodoro de Bona (1904 &#8211; 1990), Estanislau Traple (1898 &#8211; 1958), </span>entre outros -, o Salão define o gosto e o debate local pela defesa de uma arte realista convencional, que passa ao largo dos debates sobre arte moderna levados a cabo no Rio de Janeiro e em São Paulo.</p>
<p>O Salão de 1957 é considerado um marco na história das mostras e da arte moderna em Curitiba. Alvo de críticas e contestação pelas novas gerações, o evento assiste à retirada de parte das obras expostas pelos artistas comprometidos com as vanguardas abstratas, que as levam para serem exibidas em exposição paralela. O episódio, de grande repercussão na imprensa, ficou conhecido como o &#8220;Salão dos pré-julgados&#8221;. A partir desse momento, o perfil do Salão Paranaense se altera, o que pode ser observado pelas mostras realizadas na década de 1960, cada vez mais abertas à arte abstrata, às novas experimentações e linguagens.</p>
<p>Representam papel decisivo na renovação artística da cidade a <span style="color: #000000;">revista <em>Joaquim</em> (1946-1948), o ateliê da artista Violeta Franco (1931), o Centro de Gravura do Paraná, 1951, e a galeria Cocaco, 1957, todos eles espaços de encontro, debates e reflexões sobre os caminhos da arte moderna e contemporânea. Fernando Velloso, Juarez Machado, Domício Pedroso (1930), Euro Brandão (1924 &#8211; 2000) e outros, assistidos de perto por Guido Viaro (1897 &#8211; 1971) e Paul Garfunkel (1900 &#8211; 1981), também se destacam na renovação da cena artística curitibana.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">De forma precisa, foi escolido com nome para esta exposição a palavra &#8220;DESEJO&#8221;. pode não ser uma <em>coincidência</em>. Em filosofia, o <strong>desejo</strong> é uma tensão em direção a um fim considerado pela pessoa que deseja como uma fonte de satisfação. É uma tendência algumas vezes consciente, outras vezes inconsciente ou reprimida. Quando consciente, o desejo é uma atitude mental que acompanha a representação do fim esperado, o qual é o conteúdo mental relativo à mesma. Enquanto elemento apetitivo, o desejo se distingue da necessidade fisiológica ou psicológica que o acompanha por ser o elemento afetivo do respectivo estado fisiológico ou psicológico.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Tradicionalmente, o desejo pressupõe carência, indigência. Um ser que não caressesse de nada não desejaria nada, seria um ser perfeito, um deus. Por isso Platão e os filósofos cristãos tomam o desejo como uma característica de seres finitos e imperfeitos.</span></p>
<p>A Exposição, que reúne cerca de 200 obras de artistas paranaenses e brasileiros, surgiu após a constatação do erro do não planejamento do historico Salão para este ano. &#8220;Pretendemos resgatar a importância do salão, além de mostrar que o evento revelou artistas e foi um constituidor de acervo para o estado&#8221;, justifica a curadora, professora e crítica de arte Maria José Justino.</p>
<div><strong>Serviço</strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p>Desejo de Salão – Salão Paranaense, uma Retrospectiva. Hoje, às 18h30 (para convidados), abertura ao público na quarta-feira (21), às 10h. 3ª a dom., das 10h às 18h. R$ 4 e R$ 2.</p>
<p>Abertura da Livraria do MON. Hoje, às 18h30. Funcionamento até às 21h e, a partir do dia 21, no mesmo horário do museu.</p>
<p>Luz, Arte e Solidariedade – Auto de Natal. Hoje, às 20h30, no vão livre do MON. Entrada franca.</p>
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		<title>Arquivo de Rui Barbosa Acervo público administrado pela Fundação Casa de Rui Barbosa recebe destaque internacional</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 13:53:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/ruibarbosaminc.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15499" title="ruibarbosaminc" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/ruibarbosaminc.jpg" alt="" width="220" height="221" /></a>Em portaria publicada no Diário Oficial da União, a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, reconheceu a relevância da inscrição de vários documentos nacionais no <em>Programa Memória do Mundo,</em> da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), dentre eles o do acervo pessoal do jurista, político, diplomata, escritor e filólogo brasileiro Rui Barbosa.</p>
<div>
<p>O arquivo (1849-1923) possui 60 mil itens referentes à trajetória política, social, intelectual e familiar de Rui Barbosa e está sob os cuidados da Fundação Casa de Rui Barbosa, institução pública vinculada ao Ministério da Cultura (FCRB/MinC), com sede na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>Importantes documentos históricos, como uma cópia manuscrita da 1ª Constitução Republicana do Brasil e os discursos proferidos pelo diplomata brasileiro na Conferência de Haia (1899 e 1907) podem ser encontrados no Arquivo de Rui Barbosa. Todo o material iconográfico do acervo foi digitalizado e está acessível ao público no <a href="http://www.casaruibarbosa.gov.br/">site</a> da Casa de Rui Barbosa, bem como parte dos textos manuscritos. O que ainda não foi digitalizado também está disponivel aos pesquisadores, na sede da institição (Rua São Clememte, 134, Botafogo, RJ) mediante consulta previamente agendada.</p>
<p>O pedido de registro do acervo junto ao programa da Unesco foi feito pela FCRB no início deste ano e o reconhecimento ocorreu no último mês de setembro.</p>
<p><strong>Reconhecimento</strong></p>
<p>Para a chefe do Arquivo Histórico Institucional da Casa de Rui Barbosa, Lúcia Maria Veloso (na foto recebendo a premiação), a inscrição dos documentos brasileiros junto ao Registro Nacional do Brasil no <em>Programa Memória do Mundo</em>, da Unesco, confere reconhecimento ao trabalho de preservação, acondicionamento e pesquisa de documentos históricos que vêm sendo desenvolvidos pela instituição, além de ser um grande estímulo aos profissionais da Casa.</p>
<p>Também foram reconhecidas, na portaria assinada pela ministra Ana de Hollanda, as inscrições de outros acervos no <em>Programa Memória do Mundo</em>, como os do Arquivo Roquette Pinto (1884-1954) depositado na Academia Brasileira de Letras; as famosas Armadas Portuguesas (1496-1650), quardadas na Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha; as Atas da Câmara do Recife (1761-1892), arquivadas no Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, dentre outros.</p>
<p><a href="http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=05/12/2011&amp;jornal=1&amp;pagina=48&amp;totalArquivos=168" target="_blank">Acesse a Portaria nº 117</a></p>
<p><a href="http://www.casaruibarbosa.gov.br/" target="_blank">Viste a página da Fundação Casa de Rui Barbosa</a></p>
<p><strong>* Conferência de Haia </strong>- As Convenções de Haia de 1899 e 1907 estão, juntamente às Convenções de Genebra, entre os primeiros tratados internacionais sobre leis e crimes de guerra. Rui Barbosa foi o representante brasileiro na Convenção de 1907, sendo sua participação louvada até hoje como uma das mais firmes, convincentes e primorosas da diplomacia brasileira.</p>
</div>
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		<title>&#8220;Arte em Presépios&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 10:18:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mostra do Museu de Arte Sacra de São Paulo reúne presépios de diversas nacionalidades. A Arte em Presépios – composta por 37 presépios cedidos por colecionadores particulares e consulados de 20 países como Polônia, Portugal, Franca, Alemanha, Espanha, Itália, Israel, Estados Unidos, México, Uruguai, Colômbia, Chile, Venezuela, Argentina, Peru, Guatemala, Equador, El Salvador, Zimbabwe e Nigéria....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/artepresepio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15492" title="artepresepio" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/artepresepio.jpg" alt="" width="210" height="144" /></a>Mostra do Museu de Arte Sacra de São Paulo reúne presépios de diversas nacionalidades.<span style="font-family: Arial;"><span style="font-family: Arial;"> A Arte em Presépios – composta por 37 presépios cedidos por colecionadores particulares e consulados de 20 países como Polônia, Portugal, Franca, Alemanha, Espanha, Itália, Israel, Estados Unidos, México, Uruguai, Colômbia, Chile, Venezuela, Argentina, Peru, Guatemala, Equador, El Salvador, Zimbabwe e Nigéria. A mostra oferece ao público a oportunidade de conhecer a diversidade cultural da representação do nascimento de Cristo, sob a ótica de diferentes povos. A curadoria é de Beatriz Vicente de Azevedo.</p>
<p>“Além de verdadeiras obras de arte, os presépios apresentam um pouco da história, da cultura e do cotidiano de cada país”, resume o Secretário de Estado da Cultura, Andrea Matarazzo.</p>
<p>Entre os destaques em exposição está o presépio polonês – szopka (catelo). Essa peça é exemplo de uma antiga tradição registrada na cidade de Cracóvia, desde o final da Idade Média. A partir de 1937, um concurso para eleger o mais bonito szopka passou a ser realizado na praça principal da cidade, e o vencedor é incorporado ao acervo do Museu Histórico de Cracóvia. No szopka, a cena do nascimento de Cristo é apresentada num misto de castelo e catedral, no estilo das construções da região, confeccionado em papel laminado de diversas cores.</p>
<p>Lhamas e alpacas podem ser animais incomuns em um presépio brasileiro, mas não em um peruano. O Consulado do Peru cedeu um presépio feito de cerâmica, com uma pintura muito delicada, com feições e trajes dos personagens são andinos.</p>
<p>Já o presépio uruguaio é inteiramente feito com produtos naturais: palha de milho, pau de canela, casca de árvore, hortênsia seca. A autora, Ana María Parodi Aparain, estudou no Jardim Botânico de Montevidéu e especializou-se em flora nativa. Esta obra é um exemplo da criatividade que pode ser vista em todos os presépios, diante de um tema tão popular quanto à história de Jesus.</p>
<p>As obras de A Arte em Presépios são elaboradas com materiais variados, como argila, madeira, metal, porcelana, pelos naturais, papel e tecido, trazendo características de suas respectivas origens.</p>
<p><strong>O Museu<br />
</strong>O Museu de Arte Sacra de São Paulo é fruto de um convênio celebrado entre o Governo do Estado e a Mitra Arquidiocesana de São Paulo, em 28 de outubro de 1969, e sua instalação data de 28 de junho de 1970. Desde então, o Museu de Arte Sacra de São Paulo passou a ocupar a ala esquerda térrea do Mosteiro de Nossa Senhora da Imaculada Conceição da Luz e a antiga Casa do Capelão, antes administração e onde, desde 2000, está exposto o acervo de presépios, entre eles o doado por Ciccillo Matarazzo (Francisco Matarazzo Sobrinho). Existe ainda um exemplar do precioso presépio napolitano do século XVIII, composto por 1.620 peças, semelhante aos do Palácio Real de Nápoles e da Basílica de São Cosme e Damião, em Roma. </span></span></p>
<p>A parte mais antiga do complexo foi construída sob orientação de Frei Antônio de Santana Galvão para abrigar o recolhimento das irmãs concepcionistas, função esta que se mantém até hoje. O acervo do museu começou a ser formado por Dom Duarte Leopoldo e Silva, primeiro arcebispo de São Paulo, que a partir de 1907 começou a recolher imagens sacras de igrejas e pequenas capelas de fazendas que sistematicamente eram demolidas após a proclamação da República. Na década de 1970, foi possível ampliar significativamente esse acervo.</p>
<p>Atualmente, as principais atribuições do Museu de Arte Sacra de São Paulo são: recolher, classificar, catalogar e expor convenientemente objetos religiosos cujo valor estético ou histórico recomende a sua preservação; expor permanente, pública e didaticamente seu acervo; promover o treinamento, a capacitação profissional e a especialização técnica e científica de recursos humanos necessários ao desenvolvimento de suas atividades; incentivar e apoiar a realização de estudos e pesquisas sobre arte sacra e história da arte; promover cursos regulares, periódicos ou esporádicos de difusão, extensão e de treinamento sobre temas ligados a seu campo de atuação.</p>
<p><strong>Exposição A Arte em Presépios<br />
</strong>Período 06 de dezembro de 2011 a 08 de janeiro de 2012<br />
Local Museu de Arte Sacra de São Paulo &#8211; <a href="http://www.museuartesacra.org.br/">www.museuartesacra.org.br</a><br />
Avenida Tiradentes, 676, Luz, São Paulo<br />
Tel.: (11) 3326-5393 – agendamento/ educativo para visitas monitoradas<br />
Horário terça a domingo, das 10h às 18h<br />
Entrada R$ 6,00 (meia entrada)</p>
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