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	<title>Brasil Cultura &#187; museu</title>
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		<title>Primeira universidade do país na área de museologia está prevista para outubro</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 00:26:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="left"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Museologia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8939" title="Museologia" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Museologia.jpg" alt="Museologia" width="277" height="178" /></a>O Brasil poderá contar a partir de outubro com uma universidade aberta na área de museologia. Segundo o presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), José Nascimento Junior, a intenção é capacitar profissionais de todo o país que já trabalham em museus, mas sem formação específica. Haverá cursos de pós-graduação e de curta duração transmitidos por aulas virtuais ou presenciais, em Brasília.</p>
<p>“Nossa meta é fazer inventários dos acervos e conscientizar os museus para a importância de aplicar o plano de segurança nacional que elaboramos. Quanto aos investimentos, passamos de R$ 25 milhões em 2003 para os atuais R$ 120 milhões anuais”, disse.</p>
<p>Ele acredita que o aumento de recursos influencia diretamente o crescimento no número de vistantes, que passou de 15 para 33 milhões de pessoas. Mesmo com a ampliação do acesso, os museus ainda estão concentrados no Sudeste do país. O Norte e o Centro-Oeste são as regiões mais carentes de museus e centros culturais.</p>
<p>“Existe uma concentração histórica de instituições culturais no litoral. Para rompermos com isso estamos buscando apoiar museus que querem ser federalizados ou criados nas outras regiões”, explicou Nascimento. Além disso, foram criados pontos de memória em áreas carentes, como a cidade Estrutural, em Brasília, e o Morro Pavão-Pavãozinho, no Rio de Janeiro.</p>
<p>O Ibram cuida de 28 museus ligados diretamente ao Ministério da Cultura e também é responsável pela Política Nacional de Museus, que orienta os 2.870 museus brasileiros. O instituto foi criado em 2009, mesmo ano da aprovação do Estatuto dos Museus.</p>
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		<title>4º Fórum Nacional de Museus (FNM)</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 17:21:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O 4º Fórum Nacional de Museus (FNM) que será realizado em Brasília, no período de 12 a 17 de julho, no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, terá como tema Direito à Memória, Direito à Museus. As inscrições podem ser feitas pelo site www.4forumnacionaldemuseus.com.br
, até o dia 5 de julho.
A reunião, que acontece a cada dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="left"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/museusmuseusmuseus.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8642" title="museusmuseusmuseus" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/museusmuseusmuseus.jpg" alt="museusmuseusmuseus" width="307" height="135" /></a>O 4º Fórum Nacional de Museus (FNM) que será realizado em Brasília, no período de 12 a 17 de julho, no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, terá como tema Direito à Memória, Direito à Museus. As inscrições podem ser feitas pelo site <a href="http://www.4forumnacionaldemuseus.com.br">www.4forumnacionaldemuseus.com.br</a></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="left">, até o dia 5 de julho.</p>
<p>A reunião, que acontece a cada dois anos, tem como objetivo mobilizar, refletir, avaliar e estabelecer diretrizes para a Política Nacional de Museus, desenvolvendo e fortalecendo o campo museal brasileiro. Nesta edição, serão elaboradas e aprovadas as diretrizes do Plano Nacional Setorial de Museus que vai beneficiar as instituições museológicas a longo prazo.</p>
<p>Na página eletrônica do 4º FNM é possível acessar documentos importantes para o segmento museau e para a área cultural efetuar as inscrições on line, enviar trabalhos, conferir a programação e acompanhar todas as informações do evento, tais como:</p>
<p>    * Regimento Interno do 4° Fórum Nacional de Museus;<br />
    * Projeto de Lei nº 6.835/2006, que institui o Plano Nacional de Cultura;<br />
    * as propostas da II Conferência Nacional de Cultura; e<br />
    * as estratégias eleitas na I Pré-Conferência de Museus e Memórias.</p>
<p>Leia o Boletim Especial do 4º FNM: <a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/06/boletim_eletronico_especial_4fnm_02.pdf">http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/06/boletim_eletronico_especial_4fnm_02.pdf</a></p>
<p>Saiba mais sobre o Fórum no site do Instituto Brasileiro de Museus: <a href="http://www.museus.gov.br">www.museus.gov.br</a></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="left">Inscrições podem ser feitas pela internet até o dia 5 de julho.</p>
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		<title>Museu abre concurso para documentário/Alagoas</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 18:45:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o objetivo de estimular e valorizar  a produção e o registro das manifestações culturais populares, o Museu Théo Brandão abriu o edital que regulamenta a I Mostra de Curtas e Vídeos sobre o tema. Os interessados podem se inscrever até o dia 31 de julho de 2010, no Núcleo de Pesquisa do Museu Théo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="left"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/museu-theo-brandao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8613" title="museu theo brandao" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/museu-theo-brandao.jpg" alt="museu theo brandao" width="283" height="195" /></a>Com o objetivo de estimular e valorizar  a produção e o registro das manifestações culturais populares, o Museu Théo Brandão abriu o edital que regulamenta a I Mostra de Curtas e Vídeos sobre o tema. Os interessados podem se inscrever até o dia 31 de julho de 2010, no Núcleo de Pesquisa do Museu Théo Brandão ou mandar o vídeo pelos correios.</p>
<p>Os documentários poderão ser em cores ou preto e branco, e ter entre quinze a sessenta minutos de duração. Os trabalhos poderão abordar como subtemas: folguedos populares de Alagoas, comunidades tradicionais, produção artesanal, confecção de rendas e musicalidade.</p>
<p>Somente poderão participar do concurso pessoas físicas, individualmente ou em grupos de até dez pessoas, mediante preenchimento da ficha de inscrição, da autorização para exibição e declaração de autoria.</p>
<p>Os vídeos serão julgados por uma comissão qualificada, indicada pela Direção Geral do Museu Théo Brandão. O resultado do concurso será divulgado em agosto deste ano. Os selecionados terão seu trabalho exibido no Museu Théo Brandão, no próximo dia 21 de agosto, período em que haverá vários eventos em comemoração a semana do folclore.</p>
<p>Mais informações: Núcleo de Pesquisa do Museu Théo Brandão, 3221-2977. &#8211; Alagoas</p>
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		<title>Museus debatem desafios ambientais em Simpósio Internacional</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 18:04:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/05/museus00000001.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8379" title="museus00000001" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/05/museus00000001.jpg" alt="museus00000001" width="321" height="197" /></a>Com o objetivo de debater o papel dos museus diante dos desafios ambientais do século 21 e formas de atuação criativas e responsáveis neste novo cenário, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) vai realizar o Simpósio Internacional Museus, Biodiversidade e Sustentabilidade. O evento, em parceria com o Museu da Vida (Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), acontecerá no Museu Histórico Nacional no período de 8 a 10 de junho.</p>
<p>A proposta do encontro leva em consideração o papel dos museus de incentivar o desenvolvimento da postura crítica da sociedade diante de questões como a sustentabilidade e de estimular ainda uma consciência ecológica e solidária global.</p>
<p>O Simpósio vai proporcionar o debate a partir de diferentes realidades. Para isso, conta com a presença de palestrantes da França, Estados Unidos, e também especialistas de Brasília, Amapá, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.</p>
<p>As inscrições podem ser feitas no site do simpósio. É necessário pagar uma taxa de R$40 para profissionais e R$20 para estudantes.</p>
<p>Conheça a página especial do evento: <a href="http://www.museologia.org.br/simposio">www.museologia.org.br/simposio</a></p>
<p>Informações: <a href="mailto:simposio.junho2010@gmail.com">simposio.junho2010@gmail.com</a><br />
         <br />
Fonte: Assessoria de Comunicação, Ibram/MinC</p>
<p><a href="http://www1.museus.gov.br/">http://www1.museus.gov.br/</a></p>
<p align="justify"> </p>
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		<title>XV Festa do Imigrante em São Paulo.</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 13:25:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos dias 23 e 30 de maio acontece a XV Festa do Imigrante em São Paulo. Há 15 anos a tradicional festa reúne culinária típica, dança folclórica e artesanatos de diversas comunidades de imigrantes em São Paulo. O Memorial do Imigrante, instituição ligada à Secretaria de Estado da Cultura, realiza, nos dias 23 e 30 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/05/14festa-Museo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8231" title="14festa Museo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/05/14festa-Museo.jpg" alt="14festa Museo" width="259" height="400" /></a>Nos dias 23 e 30 de maio acontece a XV Festa do Imigrante em São Paulo. Há 15 anos a tradicional festa reúne culinária típica, dança folclórica e artesanatos de diversas comunidades de imigrantes em São Paulo. O Memorial do Imigrante, instituição ligada à Secretaria de Estado da Cultura, realiza, nos dias 23 e 30 de maio, a 15ª Festa do Imigrante. O tradicional evento é um convite para conhecer as manifestações culturais, artísticas e gastronômicas de diversas nações, além de resgatar a história dos mais de 2,5 milhões de imigrantes que passaram pela Hospedaria, desde o final do século XIX. No ano passado, os dois dias de festa reuniram mais de<br />
16,5 mil pessoas.</p>
<p align="justify">O público terá a oportunidade de conferir as apresentações de danças e músicas folclóricas dos grupos formados por imigrantes e descendentes de búlgaros, portugueses, lituanos, russos, japoneses, italianos, irlandeses, libaneses, indianos, chineses, espanhóis, africanos, ucranianos e outros. A festa contará também com uma feira de artesanatos, repleta de produtos típicos e acessórios trazidos pelas comunidades.</p>
<p align="justify">A culinária típica poderá ser apreciada nas mais de 25 barracas montadas em vários espaços do Memorial. Entre as especiarias se destacam o estrudel, doce ou salgado, e o begli da Hungria; sambusa (pastel folhado de quatro queijos) e quiche de alho poró, de Israel; a Chopska (salada) e Bamitza (torta salgada), da Bulgária; os pratos alemães Eissbein (joelho de porco servido com molho páprica) e cuca salgada de ricota e salame; e também a<br />
Carapulcra (batata desidratada temperada com frango), prato muito apreciado no Peru.</p>
<p align="justify">Segundo a Diretora Executiva do Memorial do Imigrante, Ana Maria da Costa Leitão Vieira, a XV Festa do Imigrante é a celebração de todos os paulistas. O encontro possibilita ao visitante o contato direto com diferentes manifestações que compõem o universo cultural e gastronômico da cidade e do Estado de São Paulo. “Durante os dias de evento, a população também poderá verificar as exposições permanentes e itinerantes presentes no local e fazer o passeio de Maria Fumaça”, acrescenta.</p>
<p align="justify">Homenagem – Mais de 130 anos de Imigração Libanesa no Brasil</p>
<p align="justify">A comunidade Líbano – brasileira há mais de 130 faz parte do contexto da história do Brasil. Os primeiros libaneses vieram para o país incentivados pelo Imperador D. Pedro II. Em 1880, foi iniciada a imigração libanesa contemporânea. Atualmente vivem no Brasil sete milhões de libaneses e descendentes, o maior núcleo de imigrantes no mundo. Em homenagem a comunidade libanesa, o segundo domingo da XV Festa do Imigrante terá a<br />
apresentação do grupo folclórico Nasser Mohamed e a presença da Presidente da Associação Cultural Brasil-Líbano, Lody Brais.</p>
<p align="justify"><strong>Programação da Festa</strong></p>
<p align="justify"><strong>23 de maio</strong></p>
<p align="justify"><strong>10h30</strong></p>
<p align="justify">Grupo Folclórico Casa da Ilha da Madeira</p>
<p align="justify">Portugal</p>
<p align="justify"><strong>11h00</strong></p>
<p align="justify">Grupo Folclórico Sociedade Amigos da Dalmácia</p>
<p align="justify">Croácia</p>
<p align="justify"><strong>11h30</strong></p>
<p align="justify">Grupo Folclórico Kyiv</p>
<p align="justify">Ucrânia</p>
<p align="justify"><strong>12h00</strong></p>
<p align="justify">Grupo Drunken Bards Project &#8211; Músicas Celtas</p>
<p align="justify">Irlanda</p>
<p align="justify"><strong>13h00</strong></p>
<p align="justify">Dança do Leão &#8211; Inst. Mao Lee Chi</p>
<p align="justify">China</p>
<p align="justify"><strong>13h30</strong></p>
<p align="justify">Banana Brodway</p>
<p align="justify">Irlanda/EUA</p>
<p align="justify"><strong>14h00</strong></p>
<p align="justify">Grupo Folclórico Slávia da União Cultural Tcheco/Brasileira</p>
<p align="justify">Rep. Tcheca</p>
<p align="justify"><strong>14h30</strong></p>
<p align="justify">Grupo Folclórico Tzion</p>
<p align="justify">Israel</p>
<p align="justify"><strong>15h00</strong></p>
<p align="justify">Grupo Folclórico Rueda Flamenca</p>
<p align="justify">Espanha</p>
<p align="justify"><strong>15h30</strong></p>
<p align="justify">Grupo Folclórico Zarát</p>
<p align="justify">México</p>
<p align="justify"><strong>16h00</strong></p>
<p align="justify">Grupo Nostra Itália</p>
<p align="justify">Itália</p>
<p align="justify"><strong>16h30</strong></p>
<p align="justify">Grupo Folclórico Rancho Sta. Marta dos Navegantes</p>
<p align="justify">Portugal</p>
<p align="justify"><strong>30 de maio</strong></p>
<p align="justify"><strong>10h30</strong></p>
<p align="justify">Grupo Folclórico Alemão Tanzfreunde</p>
<p align="justify">Alemanha</p>
<p align="justify"><strong>11h00</strong></p>
<p align="justify">Grupo Folclórico Peru Cultura e Arte</p>
<p align="justify">Peru</p>
<p align="justify"><strong>11h30</strong></p>
<p align="justify">Grupo Folclórico Rambynas</p>
<p align="justify">Lituânia</p>
<p align="justify"><strong>12h00</strong></p>
<p align="justify">Grupo Folclórico Pedilea</p>
<p align="justify">Grécia</p>
<p align="justify"><strong>12h30</strong></p>
<p align="justify">Grupo Folclórico La Bella Italia</p>
<p align="justify">Itália</p>
<p align="justify"><strong>13h30</strong></p>
<p align="justify">St. Andrew Societyy of São Paulo Pipes &amp; Drums</p>
<p align="justify">Escócia</p>
<p align="justify"><strong>14h00</strong></p>
<p align="justify">Grupo Folclórico Volga</p>
<p align="justify">Rússia</p>
<p align="justify"><strong>14h30</strong></p>
<p align="justify">Grupo Folclórico Pántlika</p>
<p align="justify">Hungria</p>
<p align="justify"><strong>15h00</strong></p>
<p align="justify">Grupo Folclórico Nasser Mohamed</p>
<p align="justify">Líbano</p>
<p align="justify"><strong>15h30</strong></p>
<p align="justify">Academia Fhoccus</p>
<p align="justify">Irlanda</p>
<p align="justify"><strong>16h00</strong></p>
<p align="justify">Grupo Folclórico Ryukyu Koku &#8211; Taiko</p>
<p align="justify">Japão</p>
<p align="justify"><strong>16h30</strong></p>
<p align="justify">Swiss College Dixie Band</p>
<p align="justify">Suíça</p>
<p align="justify"><strong>XV Festa do Imigrante<br />
</strong>Dias: 23/05 e 30/05, das 10h às 18h.<br />
Apresentações de danças folclóricas, barracas com comidas típicas e Feira de Artesanato.<br />
Local: Memorial do Imigrante<br />
Rua Visconde de Parnaíba, 1.316, Mooca, perto do Metrô Bresser.<br />
Tel.: (11) 2692.1866<br />
Ingressos: R$ 5,00 e ½ entrada para estudantes.<br />
Entrada gratuita para menores de 7 anos e adultos com mais de 60 (sessenta)<br />
anos.<br />
Visite nosso site:  <a href="http://www.memorialdoimigrante.org.br/">www.memorialdoimigrante.org.br</a></p>
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		<title>18 de maio dia do museu</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/museus/18-de-maio-dia-do-museu/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 19:31:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você consegue imaginar o mundo sem museus? De imediato, assim, pode até conseguir, mas pense bem e veja se não seria estranho. Não teríamos contato com objetos ou mesmo com fósseis de seres da Terra que tiveram seu tempo de uso e vida em outra época que não a nossa.
Museu
Quando entramos em um museu, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/05/18-de-maio-dia-do-museu.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8213" title="18 de maio dia do museu" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/05/18-de-maio-dia-do-museu.jpg" alt="18 de maio dia do museu" width="339" height="247" /></a>Você consegue imaginar o mundo sem museus? De imediato, assim, pode até conseguir, mas pense bem e veja se não seria estranho. Não teríamos contato com objetos ou mesmo com fósseis de seres da Terra que tiveram seu tempo de uso e vida em outra época que não a nossa.</p>
<p>Museu</p>
<p>Quando entramos em um museu, não estamos, ao contrário do que muitos pensam ou dizem, entrando em um espaço de coisa velha e mofo. Estamos, isto sim, adentrando em uma verdadeira máquina do tempo, a nos proporcionar uma viagem pelos séculos de um mundo e de uma humanidade, que sequer sonhávamos existir, porque sequer existíamos.</p>
<p>Se não fossem os museus, jamais teríamos a oportunidade de ver, por exemplo, o compasso geométrico de Galileu Galilei, conservado, nos dias atuais, no Castello Sforzesco, em Milão.<br />
MUSEUS NATURAIS</p>
<p>Engana-se quem pensa que um museu precisa ser obrigatoriamente um lugar com porta de entrada e objetos ou quadros expostos sob determinada luz e ambiente. Após a criação pela UNESCO, em 1972, da Convenção do Patrimônio Mundial, isto perde um pouco o sentido ou, pelo menos, um sentido que deveria ser revisto.</p>
<p>Com a Convenção, pretende-se incentivar a preservação de bens culturais e naturais, avaliados como marcos estéticos da humanidade. Valorizam-se cidades ou locais que, além de serem referência histórica e de identidade das nações nas quais se situam, podem ser concebidos como um patrimônio mundial.</p>
<p>A preservação desses lugares fica a cargo do seu país de origem, que recebe o apoio da UNESCO nas atividades de proteção, pesquisa e divulgação.</p>
<p>No Brasil, são dezessete os locais considerados como patrimônio de todos os povos: Ouro Preto (Minas Gerais); Olinda (Pernambuco); São Miguel das Missões (Rio Grande do Sul); Salvador (Bahia); Congonhas do Campo (Minas Gerais); Parque Nacional de Iguaçu (Paraná); Brasília (Distrito Federal); Parque Nacional Serra da Capivara (Piauí); Centro Histórico de São Luís (Maranhão), Diamantina (Minas Gerais), Pantanal Matogrossense (Mato Grosso do Sul), Parque Nacional do Jaú (Amazonas), Costa do descobrimento (sul da Bahia e norte do Espírito Santo), Mata Atlântica do Sudeste (da Serra da Juréia, em São Paulo, até a Ilha do Mel, no Paraná), Parque Nacional das Emas e Parque Nacional Chapada dos Veadeiros (Goiás), Centro de Goiás (Goiás) e Reservas de Fernando de Noronha e Atol das Rocas (Pernambuco e Rio Grande do Norte).<br />
ÚNICOS</p>
<p>Os museus são uma contribuição única no mundo. Através dos anos, preservam os objetos que foram utilizados, inventados ou descobertos pelo homem ao longo de sua existência histórica.</p>
<p>No caso das cidades ou locais preservados como patrimônio histórico e cultural, a própria arquitetura utilizada nas construções de moradias adquire, com o peso do tempo, uma dimensão de arte a ser preservada. E também cultuada.</p>
<p>Pensem ainda nos seres que jamais poderíamos cogitar, não fosse o trabalho de exposição, em museus de história natural, dos esqueletos de animais pré-históricos. Sem dúvida uma fascinante viagem no tempo é o que os museus, em geral, costumam nos proporcionar.</p>
<p>Isto porque tudo o que pode ser visto nos museus representa, na verdade, as riquezas naturais e culturais do mundo.<br />
O PROFISSIONAL DE UM MUSEU</p>
<p>As pessoas que trabalham em museu são, acima de tudo, profissionais que buscam alta qualidade. Todo museu, seja especializado em arte, história ou tecnologia, tem como objetivo principal a primazia cultural.</p>
<p>Nessa área, a performance profissional qualificada é fundamental: atenção a detalhes; capacidade de análise, concentração, observação e organização; criatividade, curiosidade, gosto pela pesquisa e pelos estudos; habilidade manual, interesse em adquirir conhecimentos em outros setores, sensibilidade artística, senso crítico e estético são essenciais para se exercer um bom trabalho.</p>
<p>Não esquecendo que o principal compromisso de um museu é servir ao público e que um bom profissional não deverá jamais perder esse compromisso de vista.</p>
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		<title>Prêmio Mário Pedrosa &#8211; Abertura das Inscrições 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 19:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[PRÊMIO MÁRIO PEDROSA – MUSEUS, MEMÓRIA E MÍDIA tem a finalidade de premiar trabalhos jornalísticos publicados nos diversos veículos de mídia impressa, tais como jornais e periódicos que veiculem matéria relacionada aos museus no Brasil. A premiação, em espécie, será: R$10.000,00 para o primeiro colocado, R$7.000,00 para o segundo e R$5.000,00 para o terceiro; além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/04/mario-pedrosa.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8017" title="mario pedrosa" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/04/mario-pedrosa.jpg" alt="mario pedrosa" width="288" height="235" /></a>PRÊMIO MÁRIO PEDROSA – MUSEUS, MEMÓRIA E MÍDIA tem a finalidade de premiar trabalhos jornalísticos publicados nos diversos veículos de mídia impressa, tais como jornais e periódicos que veiculem matéria relacionada aos museus no Brasil. A premiação, em espécie, será: R$10.000,00 para o primeiro colocado, R$7.000,00 para o segundo e R$5.000,00 para o terceiro; além disso, os veículos de comunicação impressa que publicaram as matérias vencedoras receberão um certificado de menção honrosa, por sua contribuição à memória nacional.</p>
<p>A terceira edição do Prêmio Mário Pedrosa, com o tema “Museus para a Harmonia Social”, tem seu lançamento previsto para a Semana de Museus, no mês de maio de 2010. Inscrições: 18/05/2010 a 30/09/2010.<br />
     <br />
Fonte: , Ibram/MinC</p>
<p><a href="http://www1.museus.gov.br/">http://www1.museus.gov.br/</a></p>
<p align="justify"> </p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=8016&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Exposição resgata sociedade Xingu através da memória de Orlando Villas Bôas</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 18:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Museu Oscar Niemeyer]]></category>

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		<description><![CDATA[Kuarup – A última Viagem de Orlando Villas Bôas lança uma percepção que foge dos estigmas ligados à cultura indígena 
Boa parte da sabedoria e experiência adquirida pelo sertanista Orlando Villas Bôas será transmitida ao visitante na exposição Kuarup – A Última Viagem de Orlando Villas Bôas, que será inaugurada dia 26 de Abril, na CAIXA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/04/kuarup.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7971" title="kuarup" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/04/kuarup.jpg" alt="kuarup" width="389" height="230" /></a>Kuarup – A última Viagem de Orlando Villas Bôas lança uma percepção que foge dos estigmas ligados à cultura indígena<span id="more-7970"></span> </span></p>
<p>Boa parte da sabedoria e experiência adquirida pelo sertanista Orlando Villas Bôas será transmitida ao visitante na exposição Kuarup – A Última Viagem de Orlando Villas Bôas, que será inaugurada dia 26 de Abril, na CAIXA Cultural Rio de Janeiro e poderá ser vista até dia 6 de Junho. Depois a mostra segue para Brasília, Belo Horizonte, Curitiba e Salvador.</p>
<p>Com curadoria de Denise Carvalho, Gilberto Maringoni e Noel Villas Bôas, a intenção é mostrar a cultura indígena do Alto-Xingu, na qual não só Orlando, como também os seus irmãos Cláudio e Leonardo Villas Bôas, tiveram período de imersão intensa em sua cultura e sociedade. Contrariando concepções equivocadas, eles identificaram ali uma sociedade equilibrada, estável, erguida sobre sólidos princípios morais, em que o comportamento ético sustentava uma organização tribal harmônica.</p>
<p>Na exposição, o visitante é convidado a desbravar esses costumes, sobretudo a maneira como encaravam a morte. Isso acontecerá por meio do olhar sensível de Renato Soares, que captou uma série de fotos do ritual de homenagem aos mortos ilustres indígenas, o Kuarup, feito especialmente para Orlando em 2003.</p>
<p>A mostra ainda reúne mapas, textos explicativos, retratos antigos e utensílios pessoais do sertanista. Entre os objetos dos Villas Bôas apresentados na exposição, estarão duas obras do pintor Poty Lazzarotto e uma aquarela do artista plástico Carybé, ambos muito amigos de Orlando.</p>
<p>Quatro espaços distintos foram pensados para a concepção cenográfica. Na primeira sala, a biografia de Orlando é representada por fotos pessoais além de agrupar mapas e textos explicativos. A segunda parte reúne objetos pessoais. Em seguida, o visitante é levado a um ambiente multimídia em que poderá assistir a um vídeo que traz uma entrevista com Orlando Villas Bôas preparada pela fotógrafa Maureen Bisilliat. Para finalizar, uma oca em estilo Xingu foi montada na última e principal sala, onde são exibidas as 34 fotografias de Renato Soares.</p>
<p>A importância de Orlando e seus irmãos no contato do homem “branco” com os indígenas é inegável. Eles tiveram papel fundamental na implantação de políticas de proteção à saúde e à cultura locais. Tal luta pelos direitos indígenas a uma cultura própria representou uma verdadeira ruptura intelectual e política, e acima de tudo, o reconhecimento das comunidades indígenas envolvidas.<br />
Por esses motivos, o Kuarup feito em homenagem à Orlando foi a maior honraria que um caraíba (homem branco) poderia receber. Mais de dois mil índios vindos de diversas regiões se concentraram na aldeia Yawalapiti para celebrar o que eles mesmos consideraram o maior Kuarup já realizado na região. Através da mostra, os habitantes das grandes cidades se aproximarão da relevância e força dessa cerimônia.</p>
<p>RENATO SOARES é fotógrafo e documentarista da arte e da cultura brasileiras. Desde 1986 percorre o território nacional, registrando a diversidade biológica de plantas e animais e documentando ritos e costumes da cultura popular. Seus focos principais têm sido as nações indígenas do norte e do centro-oeste do Brasil . Com vários livros publicados, é também colaborador das revistas Scientific American e National Geographic.</p>
<p><strong>Kuarup – A última Viagem de Orlando Villas Bôas</strong><br />
27 de Abril a 6 de Junho &#8211; terça a sábado, das 11h às 22h; domingo, das 10h às 21h<br />
CAIXA Cultural Rio de Janeiro Av. Almirante Barroso, 25 &#8211; sobreloja &#8211; Rio de Janeiro &#8211; RJ<br />
Entrada: Gratuita<br />
Abertura: 26 de Abril, às 19h para convidados</p>
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		<title>Tadeu Chiarelli é o novo diretor do MAC-USP</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/tadeu-chiarelli-e-o-novo-diretor-do-mac-usp/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 17:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi anunciada, no Diário Oficial de São Paulo, a nomeação de Tadeu Chiarelli como novo diretor do Museu de Arte Contemporânea da USP (MAC). A escolha foi feita anteontem pelo reitor da universidade, João Grandino Rodas. Chiarelli terá mandato de quatro anos no MAC. Ele é professor-doutor da USP há 27 anos, coordenador do Centro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="left"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/04/tadeu.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7947" title="tadeu" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/04/tadeu.jpg" alt="tadeu" width="225" height="208" /></a>Foi anunciada, no Diário Oficial de São Paulo, a nomeação de Tadeu Chiarelli como novo diretor do Museu de Arte Contemporânea da USP (MAC). A escolha foi feita anteontem pelo reitor da universidade, João Grandino Rodas. Chiarelli terá mandato de quatro anos no MAC. Ele é professor-doutor da USP há 27 anos, coordenador do Centro de Estudos Arte e Fotografia e o Grupo de Estudos de Crítica de Arte e Curadoria, ambos do Departamento de Artes Plásticas da universidade, curador e historiador de arte respeitado no meio. Foi curador-chefe do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) entre 1996 e 2000.</p>
<p>Chiarelli terá agora como desafio de sua gestão no MAC fazer a transposição da nova sede da instituição, ocupando o prédio onde funcionava o Detran, no Ibirapuera. &#8220;Será uma recolocação do museu na dimensão da cidade e vai dar para mudar seu quadro a partir da visibilidade que ganhará&#8221;, diz Chiarelli, que sucede a professora Lisbeth Rebollo Gonçalves.</p>
<p>Sua nomeação é recente, mas ele acredita que a partir do segundo semestre o MAC começará suas atividades no novo prédio. A reforma do edifício, projetado em 1954 por Oscar Niemeyer, está sendo feita pela Secretaria de Estado da Cultura. O plano inicial era de que a obra, orçada em R$ 54 milhões, ficasse pronta no ano passado. &#8220;Em visita que fiz há um mês ao local, vi que parte do espaço expositivo e da reserva técnica já estavam adiantadas&#8221;, observa Chiarelli, que já foi dirigiu o MAM na década de 1990. Para a inauguração do local, ele planeja realizar uma mostra centrada na própria coleção do museu e coincidindo com a 29ª Bienal. &#8220;Mas sem leitura de obras-primas do acervo ou separações por movimentos artísticos.&#8221;</p>
<p>O processo de transposição do MAC não será de imediato. Ainda se discute se todo o museu será transferido para o novo prédio ou se a USP vai manter um núcleo da instituição dentro do campus da universidade &#8211; hoje, o MAC tem sede na Cidade Universitária e uma área dentro do pavilhão da Bienal, no Ibirapuera. Chiarelli escolheu Cristina Freire, do corpo de cinco curadores do MAC, para ser a vice-diretora. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
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		<title>MON recebe exposição de fotografias de Martín Chambi</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 12:13:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[museu]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Oscar Niemeyer]]></category>

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		<description><![CDATA[Chambi faleceu em 1973 e deixou obras que são verdadeiras pinturas fotográficas, inspiradas no jogo de luz de pintores como Rembrandt e Caravaggio. Seu trabalho tem caráter etnológico e impressiona pela genialidade com a qual interpretava a luz. Suas imagens estão em sintonia com o trabalho dos principais fotógrafos do mundo.
A exposição é trazida pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-top: 0cm; margin-bottom: 0.5cm;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/04/mon.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7872" title="mon" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/04/mon.jpg" alt="mon" width="250" height="372" /></a>Chambi faleceu em 1973 e deixou obras que são verdadeiras pinturas fotográficas, inspiradas no jogo de luz de pintores como Rembrandt e Caravaggio. Seu trabalho tem caráter etnológico e impressiona pela genialidade com a qual interpretava a luz. Suas imagens estão em sintonia com o trabalho dos principais fotógrafos do mundo.</p>
<p>A exposição é trazida pela Planeta Brasil e tem curadoria da argentina Leila Makarius e será lançada no dia 29 de abril com um coquetel para convidados no MON. Na abertura oficial, o neto do artista, Teo Allain Chambi fará uma palestra aberta ao público intitulada A Herança de um Arquivo.</p>
<p>O presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Paulino Viapiana, comenta que, mais que um fotógrafo, Chambi era um poeta. “Ao apreciar esta exposição, podemos imaginar que palavras teriam passado por sua mente ao captar, de forma tão sensível, as imagens retratadas em suas fotos. Elas estão ali, refletidas nas obras do mago da luz. Podemos vê-las. Podemos sentir e entender. Como um poema que se sussurra num momento de encantamento, que se declama em voz baixa”, completa.</p>
<p>Para o fotógrafo Orlando Azevedo, as imagens de Chambi falam de sua própria história. “Narram a intimidade com o fotografado num ato de fraternidade e identidade, num comovente e verdadeiro espelho de si mesmo. A lente dentro de si. Chambi nunca escondeu e sempre afirmou que suas raízes indígenas falam em suas imagens”.</p>
<p><strong>Sobre Martín Chambi</strong></p>
<p>Martín Chambi (1891-1973), nasceu na pequena vila de Coaza, no Peru, vindo de uma família de agricultores. Seu interesse pela fotografia começou quando seus pais mudaram-se para  Carabaya,  acompanhando o ciclo do ouro e começaram a trabalhar para a mineradora inglesa Santo Domingo. Foi lá que, pela primeira vez, Chambi viu uma câmera. Ainda jovem conseguiu um lugar como auxiliar do fotógrafo oficial da empresa e começou, então, seu trabalho de documentação da vida cotidiana de seu povo. Chambi passou por Arequipa e aprendeu sobre a fotografia no estúdio de Max. T. Vargas, que fotografava as ricas famílias brancas da cidade e também assimilou as técnicas.  Mas, a maior parte do seu trabalho foi produzida na cidade de Cuzco, onde chegou em 1920 e trabalhou até 1950, quando sua produção começou a diminuir.</p>
<p>Chambi retratou a diversidade e a riqueza cultural de seu povo, registrando a paisagem andina, os monumentos incas e as tradições indígenas. Ele foi o primeiro a registrar, por exemplo, a cidade de Macchu Picchu, descoberta em 1911 por Hiram Bingham. Fotografou os rostos tristes, com a força da expressão dos povos quechuas e aymaras, suas roupas típicas, suas llamas e toda a magia das montanhas, a luz e a riqueza deixada pela civilização Inca.  Nas suas paisagens estão construções misteriosas de Macchu Picchu, e o vale do rio Vilcanota.</p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">Chambi também fez retratos posados e fotos oficiais das ilustres famílias dos conquistadores onde se notam nos ricos detalhes, a arquitetura e os costumes da burguesia da época.</p>
<p>Em 1977, o fotógrafo americano Edward Ranney descobriu a obra de Chambi e conseguiu catalogar cerca de seis mil placas de vidro do fotógrafo peruano, junto com Víctor Chambi – filho mais velho do artista. Esse trabalho resultou em uma grande exposição no Museu de Arte Moderna (MoMa), em Nova Iorque, em outubro de 1979, onde tornou-se mundialmente conhecida.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;">Exposição de Fotografias de Martín Chambi – O Poeta da Luz<br />
Local: Museu Oscar Niemeyer (Rua Mal. Hermes, 999. Centro Cívico &#8211; Curitiba)<br />
Quando: de 30 de abril a 26 de junho, de terça à domingo, das 10h às 18h<br />
Preço: R$ 4 inteira e R$ 2 meia.</p>
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