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	<title>Brasil Cultura &#187; museologia</title>
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		<title>Novo prédio do Museu de Arte Contemporânea de São Paulo</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 14:58:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/mac-2012.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16192" title="mac-2012" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/mac-2012.jpg" alt="" width="210" height="144" /></a>Um dos maiores acervos de arte da América Latina ganhou nova sede no último dia 28 de janeiro, quando o Museu de Arte Contemporânea (MAC USP) passou a ocupar o Palácio da Agricultura (antiga sede do Detran), que foi restaurado e adequado pelo Governo do Estado de São Paulo, em um investimento de cerca de R$ 76 milhões. Projetado originalmente por Oscar Niemeyer, o prédio está totalmente adaptado para receber as obras de arte, com 23 mil m² de área expositiva. O espaço atende a necessidade do MAC de ter uma sede maior, já que até então menos de 5% do acervo do museu podia ser exposto.</p>
<p style="text-align: justify;">Para marcar a abertura da nova sede, o museu abriu a mostra O Tridimensional no Acervo do MAC: Uma Antologia, com 17 obras que ajudam a compreender a complexidade da arte entre os anos 1940 e o final dos anos 1990.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O MAC USP está agora em um espaço compatível com a importância do seu acervo e da sua história&#8221;, diz o Secretário de Estado da Cultura, Andrea Matarazzo. &#8220;Além disso, integra o polo cultural da região do Ibirapuera, que já conta com outros museus projetados por Niemeyer, como a Oca, o Museu de Arte Moderna e o Museu Afro Brasil.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A reforma no prédio começou em dezembro de 2008. Foram executadas obras nas instalações elétricas e hidráulicas, de ar condicionado, modernização dos elevadores e instalações dos brises (quebra-sóis). Também foram construídas paredes expositivas e duas torres para escadas de segurança e de serviço. Além disso, foram refeitos o piso e a cobertura do prédio principal. O edifício manteve as linhas traçadas por Niemeyer e, ao mesmo tempo, é um museu inteiramente acessível e equipado com o que há de mais moderno em termos de tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">O prédio principal tem o térreo destinado à recepção e às áreas de circulação e no mezanino, cafeteria. No 1º andar, há um auditório para 152 pessoas, salas multimídia e biblioteca. A área expositiva do museu ocupa do 2º ao 7º andar, além de áreas no térreo e no mezanino. No oitavo e último andar fica o espaço do restaurante, que oferece uma vista panorâmica do Parque do Ibirapuera. Além do prédio principal, o anexo já existente, com 3.271 m², foi restaurado e adaptado para também receber exposições. Também foram construídos dois outros prédios anexos, um para reserva técnica e administração e outro para abrigar equipamentos, como geradores e ar condicionado.</p>
<p style="text-align: justify;">　</p>
<p style="text-align: justify;">O prédio</p>
<p style="text-align: justify;">Originalmente projetado por Oscar Niemeyer para abrigar o Palácio da Agricultura, o edifício foi inaugurado em 1954; em 1959, passou a ser ocupado pelo Detran (Departamento Estadual de Trânsito). O projeto básico de readequação para abrigar o MAC é da CPOS (Companhia Paulista de Obras e Serviços), e o projeto executivo é da construtora Simétrica, sob o comando do escritório Borelli e Merivo. É tombado pelo Conpresp e também é protegido pelo Condephaat (integra a área envoltória do Instituto Biológico) e pelo Iphan (que, no momento, realiza estudo de tombamento).</p>
<p style="text-align: justify;">　</p>
<p style="text-align: justify;">O MAC USP</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos mais importantes museus de arte moderna e contemporânea da América Latina, o MAC USP foi criado em 1963, quando a Universidade recebeu de Francisco Matarazzo Sobrinho, então presidente do Museu de Arte Moderna de São Paulo, o acervo do MAM, além de sua coleção particular. Hoje o acervo do Museu possui cerca de 10 mil obras, entre pinturas, desenhos, gravuras, fotografias, esculturas, objetos e obras de arte conceitual e arte contemporânea. A relação de artistas inclui Picasso, Matisse, Miró, Kandinsky, Modigliani, Calder, Braque, Henry Moore, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Volpi, Flávio de Carvalho, Julio Plaza, Antonio Dias e Regina Silveira, entre tantos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Ligado à pesquisa universitária, o MAC-USP procura tornar seu acervo acessível a todos os públicos, oferecendo exposições com os mais variados recortes e amplas possibilidades de percursos e leituras pela arte moderna e contemporânea. O museu realiza também exposições com obras de artistas brasileiros e estrangeiros, novos e consagrados, que não pertencem ao seu acervo.</p>
<p style="text-align: justify;">A exposição</p>
<p style="text-align: justify;">No domingo, 29 de janeiro, dia seguinte ao evento de inauguração, o MAC abriu para o público a mostra O Tridimensional no Acervo do MAC: uma Antologia. Apresentando alguns dados e sublinhando parâmetros que ajudam a compreender a complexidade da arte entre os anos 1940 e o final dos anos 1990, a exposição dá o tom de como o MAC USP pretende propor a série de mostras que, no decorrer dos próximos meses, complementará a implantação do Museu neste novo espaço.</p>
<p style="text-align: justify;">A implantação gradual permitirá equipar o museu dentro das normas museográficas e, ao mesmo tempo, levará ao público a mensagem de que a inauguração de mais uma sede para um museu não deve ser encarada apenas como um evento da agenda artística e cultural da cidade. Por meio dos estudos que realiza em seus acervos de obras e documentos, o MAC USP desenvolve trabalhos para a ampliação do conhecimento, e suas exposições &#8211; que passam a ser apresentadas também nesse novo espaço &#8211; deverão intensificar o compromisso do museu com a necessidade de estender o conhecimento por ele produzido para um público mais amplo.</p>
<p style="text-align: justify;">A exposição apresenta trabalhos dos artistas Frida Baranek, Eduardo Climachauska e Paulo Climachauska, Sérvulo Esmeraldo, Carlos Fajardo, Carmela Gross, Liuba Wolf, Maria Martins, Cildo Meireles, Henry Moore, Ernesto Neto, Gustavo Rezende, Chihiro Shimotani, François Stahly, Sofu Teshigahara, Ângelo Venosa, Franz Weissmann e Haruhiko Yasuda.</p>
<p style="text-align: justify;">　</p>
<p style="text-align: justify;">　</p>
<p style="text-align: justify;">Funcionamento: Terça a domingo, das 10 às 18 horas</p>
<p style="text-align: justify;">Local: MAC USP – Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301</p>
<p style="text-align: justify;">Telefone: (11) 5573-9932</p>
<p style="text-align: justify;">Entrada gratuita</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-admin/www.mac.usp.br"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">www.mac.usp.br</span></span></span></a></p>
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		<title>Cultura ignora pedido da CGU para investigar Bienal</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 13:45:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bienalsp.png"><img class="alignleft size-full wp-image-16046" title="bienalsp" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bienalsp.png" alt="" width="255" height="80" /></a>Embora alertado há pelo menos quatro anos de indícios de fraude em projetos da Fundação Bienal de São Paulo, o Ministério da Cultura adiou a abertura de investigações contra a entidade. A pasta não abriu nenhuma tomada de contas especial (TCE), recomendadas pela Controladoria-Geral da União (CGU) desde 2007, para apurar o valor supostamente desviado ou mal aplicado. A Bienal é suspeita de irregularidades que somam R$ 32 milhões em recursos obtidos por meio da Lei Rouanet. A gestão de Ana de Hollanda, iniciada em 2011, ignorou pedidos de apuração do próprio controle interno da Cultura.</p>
<p style="text-align: justify;">Parecer de setembro de 2011, da Diretoria de Gestão Interna, vinculada à Secretaria Executiva do ministério, sugere ao secretário Vitor Ortiz a instauração de uma TCE para investigar um prejuízo de R$ 7 milhões aos cofres públicos, causado na execução do convênio 167/2003, para pré-produção da 26.ª Bienal de São Paulo. Quatro meses depois, a providência não foi tomada.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse convênio, o órgão de auditoria do governo constatou que &#8220;parte dos gastos realizados com o projeto não está suportado por documentação comprobatória hábil ou não tem pertinência com o objeto estabelecido no termo de convênio&#8221;. E solicitou &#8220;que se proceda à instauração de TCE imediata e à apuração de eventuais danos ao erário&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Um documento da Coordenação de Prestação de Contas do ministério, de 30 de agosto de 2010, reforça o pedido de instauração da TCE e diz que as irregularidades não foram sanadas, apesar dos esclarecimentos apresentados pela Fundação Bienal.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa nota técnica de abril de 2009, que consolida o resultado das fiscalizações sobre 13 projetos da fundação executados de 1999 a 2006, entre eles o da pré-produção da 26.ª Bienal, a CGU aponta a ocorrência de superfaturamento, direcionamento de contratos, dispensas ilegais e fraudes em licitações, despesas feitas fora do período de vigência dos convênios e até sem cobertura contratual. Nenhum dos 12 projetos, até ontem, era alvo de TCE.</p>
<p style="text-align: justify;">Procedimento</p>
<p style="text-align: justify;">Norma que disciplina as TCEs, a Instrução Normativa 56/2007, do Tribunal de Contas da União, diz que, constatados indícios de desvios em repasses, o governo deve &#8220;adotar providências para apuração dos fatos, identificação dos responsáveis, quantificação do dano e obtenção do ressarcimento&#8221;. Caso não o faça em 180 dias, a autoridade responsável fica sujeita a responder pelo débito e ao pagamento de multa numa eventual condenação do tribunal.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da fundação, Heitor Martins, diz que tem discutido pessoalmente, &#8220;em conversas formais e informais&#8221;, os casos apontados pela CGU com o Vitor Ortiz. Martins afirma que a Bienal está colaborando com as apurações e que cumpre todos os prazos. O Ministério da Cultura informou que a tomada de contas especial está em processo de instauração e que a entidade se encontra como inadimplente no cadastro do governo federal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
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		<title>Atividades culturais voltadas a Guerra do Contestado</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 10:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As atividades da Fundação Cultural iniciaram com a exposição artística sobre os 100 anos da Guerra do Contestado que serão comemorados neste ano. A exposição que acontece no Museu da Arte de Canoinhas (MAC), ao lado da Fundação Cultural, de segunda a sexta-feira das 12h30 às 17h vai até o dia 31deste mês. De acordo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/guerra-do-contestado.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-16043" title="guerra-do-contestado" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/guerra-do-contestado-300x199.jpg" alt="" width="250" height="163" /></a>As atividades da Fundação Cultural iniciaram com a exposição artística sobre os 100 anos da Guerra do Contestado que serão comemorados neste ano. A exposição que acontece no Museu da Arte de Canoinhas (MAC), ao lado da Fundação Cultural, de segunda a sexta-feira das 12h30 às 17h vai até o dia 31deste mês.<br />
De acordo com Viviane Bueno, diretora da Fundação, a intenção da exposição no mês de janeiro visa atingir os visitantes que vêm a Canoinhas no período de férias para rever familiares e amigos. &#8220;Muitas pessoas ficam dias na cidade e querem frequentar bibliotecas, museus para conhecer a história do município&#8221;, explica. Outra intenção da exposição é divulgar os potenciais turísticos do município por meio da distribuição de fôlderes. &#8220;Também queremos fazer com que os trabalhos de artistas locais e regionais sejam conhecidos&#8221;, destaca. De acordo com Viviane, por meio de uma parceria com a Universidade do Contestado (UnC) através do setor de Extensão e Cultura e do mestrado em Desenvolvimento Regional, a Fundação Cultural fará atividades alusivas aos 100 anos da Guerra do Contestado durante todo o ano de 2012.</p>
<p>AGENDA<br />
Em fevereiro, acontece uma exposição com fotos e objetos antigos que eram utilizados na época de Guerra do Contestado. Ainda em janeiro serão exibidos filmes sobre o Contestado. As sessões gratuitas serão realizadas em parceria com o programa Cine Mais Cultura e acontecerão com agendamento na Fundação Cultural. Na manhã de domingo, 5 de fevereiro, na praça Oswaldo de Oliveira, acontece a Mateada Cultural. Em maio será realizada a 4ª Cavalgada do Contestado. Em julho, acontece o Festival da Canção do Contestado. Em agosto está prevista a Mostra de Dança do Contestado. &#8220;O Governo do Estado, por meio de incentivos federais, tem a intenção de que cada município que faz parte do território onde aconteceu a guerra promova ações de incentivo à cultura em comemoração ao centenário do confronto que marcou a história da região&#8221;, explica. Segundo Viviane, os visitantes, não só os de fora, como também do próprio município, se interessam em conhecer a história do contestado. &#8220;A fé ainda é muito grande nas crenças messiânicas que permearam a Guerra do Contestado&#8221;, diz. De acordo com ela, muitas pessoas ainda param em frente à imagem do monge João Maria ao lado da Fundação Cultural para fazer suas orações.</p>
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		<title>Correios e MinC assinam acordo para seleção de projetos culturais</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 10:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/correio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16008" title="correio" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/correio.jpg" alt="" width="223" height="150" /></a>Foi assinado um acordo de cooperação entre o Ministério da Cultura e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) para a seleção de projetos culturais que serão patrocinados pelos Correios e avaliados pelo ministério. A assinatura do acordo ocorreu durante a cerimônia de reabertura do Museu Nacional dos Correios.</p>
<p>&#8220;Esse acordo que assinamos hoje é uma iniciativa do Ministério da Cultura em reaproximar das empresas estatais, no que diz respeito ao desenho dos editais e incentivos fiscais da Lei Rouanet, isso faz com que o processo todo seja mais transparente e mais seguro&#8221;, disse o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura, Henilton Parente.</p>
<p>O presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira, falou sobre a importância da reabertura do Museu. &#8220;Essa reabertura do Museu pretende voltar a tratar a memória e a história dos correios de forma a mostrar para a população brasileira como foram os serviços de correio no Brasil que já tem 349 anos&#8221;.</p>
<p>Após a assinatura do acordo, os convidados visitaram três exposição: <em>A Natureza em Selos</em>, que reúne selos brasileiros que retratam a fauna e flora do Brasil, a exposição <em>Mestre de Gravura</em>, uma coleção da Fundação Biblioteca Nacional que apresenta 171 gravuras de alguns dos maiores artistas de todos os tempo e a exposição <em>Correios: um diálogo com Vilém Flusser</em>, inspirada no texto Cartas do próprio pensador.</p>
<p>Inaugurado em 15 de janeiro de 1980, o Museu Postal e Telegráfico da ECT integrou o Roteiro Cultural e Turístico de Brasília durante vinte anos, até seu fechamento para reformas em 2001</p>
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		<title>Prêmio Literarte de Cultura 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 15:14:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Maria Lucia Pacheco, artista curitibana, representada pela Galeria de arte Monalisa , receberá o &#8220;Prêmio Literarte de Cultura 2012&#8243; na modalidade Artes Plásticas/Gravura, em cerimônia especial para homenageados de vários estados brasileiros, no dia 4 de fevereiro no Hotel Nikko/Curitiba. Promovida pela Associação Internacional de Escritores e Artistas, a programação contará, ainda, nos dias 04...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/mariaarte1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15975" title="mariaarte" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/mariaarte1-300x300.jpg" alt="" width="181" height="176" /></a>Maria Lucia Pacheco, artista curitibana, representada pela Galeria de arte Monalisa , receberá o &#8220;Prêmio Literarte de Cultura 2012&#8243; na modalidade Artes Plásticas/Gravura, em cerimônia especial para homenageados de vários estados <span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">brasileiros</span></span>, no dia 4 de fevereiro no Hotel Nikko/Curitiba. Promovida pela Associação Internacional de Escritores e Artistas, a programação contará, ainda, nos dias 04 e 05/02, com cerimônia de posse dos Conselheiros e Representantes Municipais; chá literário, lançamento de Catálogo, exposição de artes plásticas, jantar e passeio turístico/cultural. A outorga é uma homenagem a todos aqueles que brilharam no cenário cultural durante o ano de 2011, e, tem como objetivo reconhecer e trazer a público as melhores iniciativas culturais.</p>
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		<title>Falta de informação dificulta incentivo cultural pela Lei Rouanet</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 14:54:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Lei Federal de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, completa 20 anos em meio a dúvidas e questionamentos sobre o apoio à arte via renúncia fiscal. Empresários não sabem como patrocinar eventos e muitos artistas ficam à mercê da desinformação. O maestro Anderson de Oliveira, autor do Projeto Jovens Músicos, que inclui a...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/mariaarte.jpg"></a><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lei-rouanet2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15970" title="lei-rouanet2" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lei-rouanet2-300x114.jpg" alt="" width="213" height="94" /></a>A Lei Federal de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, completa 20 anos em meio a dúvidas e questionamentos sobre o apoio à arte via renúncia fiscal. Empresários não sabem como patrocinar eventos e muitos artistas ficam à mercê da desinformação.</p>
<p>O maestro Anderson de Oliveira, autor do Projeto Jovens Músicos, que inclui a Orquestra Filarmônica Jovem de Piracicaba, tem sentido essa dificuldade desde novembro, quando, pela primeira vez, seu projeto foi apoiado pela Lei Rouanet. No entanto, os artistas ainda têm dificuldades para conseguir investimentos.</p>
<p>Nem mesmo o parecer técnico positivo do Ministério da Cultura, que atesta que &#8220;o proponente demonstra plena capacidade técnica para levantar o projeto e também condições de obter os recursos necessários, a partir de um projeto muito bem estruturado, em todos os aspectos&#8221;, tem sido suficiente para a captação de recursos.</p>
<p>&#8220;Até agora não conseguimos nenhuma resposta positiva na captação. O que eu percebo é que falta conhecimento por parte da empresa&#8221;, conta Oliveira.</p>
<p>A intenção do maestro é buscar novos parceiros para dar continuidade ao trabalho desenvolvido em 2011. &#8220;Além das apresentações, o projeto conta também com aulas gratuitas de instrumentos de orquestra e toda a parte de teoria musical para jovens carentes de Piracicaba e região. Sem contar que todas as nossas apresentações são gratuitas e abertas à população&#8221;, explica.</p>
<div><strong> </strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p><strong>Incentivo<br />
A empresa Elring Klinger patrocina projetos culturais pela Lei Rouanet em Piracicaba desde 2003. Os benefícios desse incentivo refletem na carreira dos artistas, que têm novas oportunidades de mostrarem seus trabalhos, e também na comunidade, que tem acesso a mais projetos culturais.</strong></p>
<p>&#8220;O que nos motivou a fazer esse patrocínio foi poder ajudar as entidades locais da cidade onde estamos instalados. Já que o governo dá essa abertura, por que não utilizá-la?&#8221;, reflete o diretor financeiro da empresa, Nelson Tatsukawa.</p>
<p>As vantagens de promover o incentivo por meio da isenção fiscal acabam sendo revertidas para a empresa, que tem seu nome divulgado nas apresentações. &#8220;Sempre tivemos bons resultados e estamos satisfeitos. Vamos continuar incentivando a cultura&#8221;, garante Tatsukawa.</p>
<p><strong>A Lei<br />
Sancionada em 23 de dezembro de 1991, a Lei Rouanet (n. 8.313) permite que empresas apliquem até 4% do Imposto de Renda em projetos culturais. Apenas empresas tributadas pelo lucro real podem se beneficiar dos incentivos fiscais à cultura para utilização da Lei Rouanet.</strong></p>
<p>&#8220;O processo é super fácil. Não custa nada para a empresa e ainda traz benefícios para os artistas e para a comunidade. Quem não faz é porque não tem conhecimento ou falta boa vontade&#8221;, analisa Tatsukawa.</p>
<p>Pessoas físicas também podem contribuir. &#8220;A lei autoriza a descontar até 6% do imposto total no caso de pessoa física&#8221;, afirma Oliveira. &#8220;É muito fácil participar. O valor deve ser pautado no imposto do ano anterior. O projeto emite um recibo de uma conta cadastrada pelo Ministério e a empresa só precisa encaminhar esse recibo para o fiscal&#8221;, finaliza o maestro.</p>
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		<title>Oswald de Andrade: o culpado de tudo</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 11:11:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu da Língua Portuguesa, instituição da Secretaria de Estado da Cultura convidou o grupo Caixa de Imagens para fazer encerramento da exposição Oswald de Andrade: o culpado de tudo, que termina no dia 29 de janeiro. Uma janela para Oswald é o título do espetáculo que será apresentado pelo Grupo Caixa de Imagens no...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/OSWALD-DE-ANDRADE.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15937" title="OSWALD-DE-ANDRADE" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/OSWALD-DE-ANDRADE-244x300.jpg" alt="" width="166" height="199" /></a>O Museu da Língua Portuguesa, instituição da Secretaria de Estado da Cultura convidou o grupo Caixa de Imagens para fazer encerramento da exposição Oswald de Andrade: o culpado de tudo, que termina no dia 29 de janeiro.</p>
<p>Uma janela para Oswald é o título do espetáculo que será apresentado pelo Grupo Caixa de Imagens no Espaço Café do Museu, nos domingos, dia 22 e 29 de janeiro, das 11h às 15h. A entrada é gratuita e não é necessária a reserva de lugar.</p>
<p>Fundado há 10 anos, o grupo Caixa de Imagens se destaca por sua linguagem cênica diferenciada e única. Os espetáculos duram em média 3 minutos e são apresentados para um único espectador, dentro de uma pequena caixa que se transforma em teatro e palco.</p>
<p>O grupo preparou Uma janela para Oswald especialmente para a mostra temporária do escritor no Museu. Durante 3 minutos muito especiais, a &#8220;platéia&#8221; formada por um espectador irá conhecer um pouco da vida e a obra do grande autor paulistano.</p>
<p>Segundo a direção do grupo &#8220;O espetáculo inspira-se no sopro, ora brisa, ora vendaval, da criatividade poética de Oswald.&#8221; Uma pequena luz representa seu escrever, seu olhar penetrante, surpreendente e irônico sobre o correr da vida em sua dimensão regional-universal. Esta pequena luz é a personagem principal, que como o foco da câmera fotográfica ou cinematográfica, contracena e guia o olhar do espectador.</p>
<p>A concepção e encenação são de Mônica Simões e Carlos Gaúcho</p>
<p><strong><br />
Uma janela para Oswald &#8211; Grupo Caixa de Imagens<br />
</strong>Dias 22 e 29 de janeiro, das 11h às 14h<br />
Espaço Café<br />
<strong>Grátis<br />
</strong><br />
<strong>Museu da Língua Portuguesa<br />
</strong>Praça da Luz, s/nº, Centro<br />
Tel.: (11) 3326-0775<br />
<a href="http://www.museudalinguaportuguesa.org.br/"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">www.museudalinguaportuguesa.org.br</span></span></span></a><br />
Ingresso: R$ 6,00 (pagamento somente em dinheiro).<br />
Estudantes com carteira de estudante do ano e documento de identidade pagam meia-entrada. Crianças com até 10 anos e idosos a partir de 60 anos não pagam ingresso, bem como professores da rede pública. Aos sábados a entrada é franca.</p>
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		<title>Exposição &#8211; Banco de Tempo</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Jan 2012 16:20:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fruto de um período de imersão que as artistas Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa fizeram ao longo do ano de 2011 nos jardins do Museu da República, a exposição BANCO DE TEMPO apresenta fotografias, video-instalações e uma interferência nos bancos do parque onde estão presentes reflexões sobre espaços de fluxos, viagens e desejos ligados ao...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/banco-do-tempo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15793" title="banco-do-tempo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/banco-do-tempo-300x199.jpg" alt="" width="231" height="155" /></a>Fruto de um período de imersão que as artistas Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa fizeram ao longo do ano de 2011 nos jardins do Museu da República, a exposição <strong>BANCO DE TEMPO</strong> apresenta fotografias, video-instalações e uma interferência nos bancos do parque onde estão presentes reflexões sobre espaços de fluxos, viagens e desejos ligados ao tempo e à paisagem. Em correspondência artística constante desde que Isabel foi morar no exterior em 2006, as artistas realizam, nesta exposição, o resultado dessa troca tendo a viagem e as paisagens distintas em que vivem como veículo e o tempo como tema.</p>
<p>A partir de uma fotografia encontrada no arquivo histórico do Museu do ex-presidente Nilo Peçanha (morador do Palácio do Catete entre 1909/10) sentado em um dos bancos do jardins com seus cães, as artistas partiram para a observação e pesquisa sobre o movimento e o uso do tempo segundo os próprios freqüentadores do parque tendo os bancos do jardim como elemento principal.</p>
<p>Para a obra Banco de Tempo I/Desejo de Horas, os bancos que ladeiam as aléias do parque são o suporte para depoimentos colhidos pelos próprios usuários sobre como usam o seu tempo neste local. Nesta intervenção textual nos bancos do parque é revelada a função dos bancos além de mobiliário urbano para se tornar o suporte da conversa das artistas com os freqüentadores dos jardins, para o tempo ali passado e para a leitura. O usuário do parque poderá caminhar pelo parque através dos textos nos &#8220;bancos de tempo&#8221; e assim ter uma nova experiência do parque.</p>
<p>Dentro da Galeria do Lago foram criadas obras complementares que utilizam os mesmos elementos da intervenção no Jardim &#8211; os bancos, os textos, e a caminhada &#8211; em outros suportes. Para realizar a obra Banco de Tempo II/A volta ao parque em 80 mundos, com mais de cem fotografias, a dupla passou o ano de 2011 fotografando bancos em parques no mundo inteiro, sempre em relação ao uso do espaço público em situações de tempo ou espaços públicos de espera ou repouso.</p>
<p>Nas vídeo-instalações a própria vivência das artistas nos jardins do Museu prevalece. Em Rotas de Fuga, Lécture sur l’herbe e Vento-tempo, as artistas realizam ações efêmeras que reconfiguram o uso dos jardins como local de passagem ou de repouso pelos freqüentadores. As artistas ora carregam e trocam de mãos uma mala antiga pelas aléias dos jardins, ora permutam livros retirados desta mesma mala sobre o gramado, ou apenas sentem o efeito de uma forte tempestade que muda completamente a rotina do parque.</p>
<p>Artistas: Isabel Löfgren e Patricia Gouvêa<br />
Galeria do Lago e Jardim do Museu da República<br />
Curadoria: Isabel Sanson Portella</p>
<p><strong>Galeria do Lago e Jardim do Museu da República</p>
<p><strong>Museu da República | Galeria do Lago</p>
<p></strong><br />
Rua do Catete, 153 &#8211; Rio de Janeiro/RJ. Tel. 21 3235 3693.<br />
<a href="http://www.museudarepublica.org.br/"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">www.museudarepublica.org.br</span></span></span></a> </strong><br />
<strong>Visitação:</strong> 15 de janeiro a 29 de abril , terça a sexta, das 10h às 12h e das 13h às 17h sábados, domingos e feriados sob consulta no site do Museu &#8211; Entrada franca<br />
<strong>Visita guiada e Bate-papo </strong>com as artistas e a curadora na Galeria do Lago,<br />
17 de janeiro, terça feira, às 18h.</p>
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		<title>Paraná. Memórias com exposições fotográficas</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/parana-memorias-com-exposicoes-fotograficas/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 21:11:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fotografias que resgatam a memória de cidades, de fatos históricos e de pessoas estão expostas em na Casa Andrade Muricy (CAM) e no Museu Oscar Niemeyer (MON). As imagens permitem ao público se apropriar de olhares alheios para entender e sentir emoções de tempos passados e atualizá-las com sua própria maneira de perceber o mundo....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/misGluck.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15716" title="misGluck" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/misGluck-300x221.jpg" alt="" width="226" height="167" /></a>Fotografias que resgatam a memória de cidades, de fatos históricos e de pessoas estão expostas em na Casa Andrade Muricy (CAM) e no Museu Oscar Niemeyer (MON). As imagens permitem ao público se apropriar de olhares alheios para entender e sentir emoções de tempos passados e atualizá-las com sua própria maneira de perceber o mundo.</p>
<p>O Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS) e o Instituto Federal do Paraná organizam a exposição &#8220;Memória e Imagem: nas lentes de Guilherme Glück&#8221;. O fotógrafo foi um dos mais atuantes do sul do Brasil e, durante cinco décadas (1920-1960) registrou comunidades paranaenses. Na mostra é possível observar 62 fotos que destacam a arquitetura, o cotidiano, as escolas e os desfiles patrióticos da Lapa e cidades vizinhas. A exposição, com entrada grátis, está em cartaz até 11 de março na Casa Andrade Muricy.</p>
<p>Na busca de compreender as relações sociais e a dinâmica dessa comunidade registrada por Glück, as fotógrafas Tânia Buchmann e Charly Techio apresentam uma exposição complementar com 20 imagens, intitulada &#8220;Um Olhar Contemporâneo sobre a Lapa de Glück&#8221;.</p>
<p>Também até 11 de março, no mesmo espaço, está aberta para visitação a exposição &#8220;Zeitsprung &#8211; Salto no Tempo&#8221;, com cerca de 100 fotografias de Erich Salomon e Barbara Klemm. Os dois fotojornalistas possuem fundamental importância para a cultura alemã. O primeiro retratou grandes acontecimentos políticos nas décadas de 1920 e 1930 e é considerado o pai do fotojornalismo político moderno. Já Barbara capturou momentos históricos direcionando o foco de sua lente para aspectos sociais e psicológicos das personagens.</p>
<p><strong>ENTREVISTAS</strong> – A Série Entrevistas, projeto editorial desenvolvido no jornal Gazeta do Povo, de julho a novembro do ano passado, é exibida em novo suporte. São fotos de 23 personalidades ligadas ao Paraná expostas nos quatro pisos da Torre de Fotografia do Museu Oscar Niemeyer, acompanhadas de textos de José Carlos Fernandes, repórter e editorialista do jornal, que divide a curadoria da mostra com Alexandre Mazzo, editor de fotografia.</p>
<p>O público que já leu as entrevistas, divulgadas nas edições de domingo, terá agora a oportunidade de revisitar o conteúdo nas paredes do museu, com fotos ampliadas. A museografia inclui iluminação e o efeito da arquitetura do prédio. O conteúdo jornalístico, portanto, ganha novo recorte. Quem ainda não conhece a proposta terá a oportunidade de se deparar com essa matéria de memória, legado para o futuro, no tempo presente.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>&#8220;Memória e Imagem: nas lentes de Guilherme Glück&#8221;; &#8220;Um Olhar Contemporâneo sobre a Lapa de Glück&#8221;, de Tânia Buchmann e Charly Techio; &#8220;Zeitsprung &#8211; Salto no Tempo&#8221;, de Erich Salomon e Barbara Klemm.</p>
<p>Até 11 de março.</p>
<p>Casa Andrade Muricy (Alameda Dr. Muricy, 915, Centro – Curitiba/PR).</p>
<p>Entrada gratuita.</p>
<p>Horário de funcionamento: terça a sexta-feira, das 10 às 19 horas. Sábado e domingo, das 10 às 16 horas.</p>
<p>Informações: (41) 3321 4798.</p>
<p>Série Entrevistas</p>
<p>Até 26 de fevereiro de 2012.</p>
<p>Torre do Museu Oscar Niemeyer Rua Marechal Hermes, 999. Centro Cívico – Curitiba/PR).</p>
<p>Informações (41) 3350 4400.</p>
<p>Horário de funcionamento: terça a domingo, das 10h às 18 horas.</p>
<p>Ingressos: R$4 e R$2 (meia). No primeiro domingo de cada mês o ingresso é gratuito</p>
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		<title>Desejo de Salão (ou carecemos de Salão)?!</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/desejo-de-salao/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 12:01:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O nome da exposição é DESEJO: quem que não caressesse de nada não desejaria nada. Percebendo o erro histórico e, provavelmente, devido ao encurtamento de verbas, cometido pela atual gestão, a Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, de última hora, &#8220;inventou&#8221; uma &#8220;Exposição&#8221; que resgata, com documentos, quadros e raridades, a história do Salão...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/desejo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15515" title="desejo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/desejo.jpg" alt="" width="231" height="244" /></a>O nome da exposição é DESEJO: quem que não caressesse de nada não desejaria nada. Percebendo o erro histórico e, provavelmente, devido ao encurtamento de verbas, cometido pela atual gestão, a Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, de última hora, &#8220;inventou&#8221; uma &#8220;Exposição&#8221; que resgata, com documentos, quadros e raridades, a história do Salão Paranaense desde a sua primeira edição, em 1944. Este ano, pela primeira vez, não haverá o importante Salão.</p>
<p>Com o novo governo, no inicio deste ano, imaginava-se que finalmente a verba da Lei Rouanet, que vinha sendo utilizada exclusivamente para manutenção e realização de exposições do MON, finalmente poderá ser dividida entre outros projetos culturais como, por exemplo, para a reforma dos demais museus, como a Casa Andrade Muricy, o Museu de Arte Contemporânea e o Museu Alfredo Andersen, que ficaram a míngua na gestão passada. Ledo engano.</p>
<p>O Salão Paranaense, que é um evento tradicional de Curitiba instituído oficialmente em 1944, promovido pelo MAC/PR desde a década de 1970, e a partir daí suas premiações passam a integrar o acervo permanente do museu. A história do Salão Paranaense é reveladora dos caminhos trilhados pela <span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">arte moderna</span></span> e contemporânea no Estado, e nela se insere o projeto de criação do MAC/PR. Inteiramente dominado até meados da década de 1950 pelos alunos de Alfred Andersen (1860 &#8211; 1935) &#8211; João Ghelfi (1890 &#8211; 1925), Lange de Morretes (1892 &#8211; 1954), Theodoro de Bona (1904 &#8211; 1990), Estanislau Traple (1898 &#8211; 1958), </span>entre outros -, o Salão define o gosto e o debate local pela defesa de uma arte realista convencional, que passa ao largo dos debates sobre arte moderna levados a cabo no Rio de Janeiro e em São Paulo.</p>
<p>O Salão de 1957 é considerado um marco na história das mostras e da arte moderna em Curitiba. Alvo de críticas e contestação pelas novas gerações, o evento assiste à retirada de parte das obras expostas pelos artistas comprometidos com as vanguardas abstratas, que as levam para serem exibidas em exposição paralela. O episódio, de grande repercussão na imprensa, ficou conhecido como o &#8220;Salão dos pré-julgados&#8221;. A partir desse momento, o perfil do Salão Paranaense se altera, o que pode ser observado pelas mostras realizadas na década de 1960, cada vez mais abertas à arte abstrata, às novas experimentações e linguagens.</p>
<p>Representam papel decisivo na renovação artística da cidade a <span style="color: #000000;">revista <em>Joaquim</em> (1946-1948), o ateliê da artista Violeta Franco (1931), o Centro de Gravura do Paraná, 1951, e a galeria Cocaco, 1957, todos eles espaços de encontro, debates e reflexões sobre os caminhos da arte moderna e contemporânea. Fernando Velloso, Juarez Machado, Domício Pedroso (1930), Euro Brandão (1924 &#8211; 2000) e outros, assistidos de perto por Guido Viaro (1897 &#8211; 1971) e Paul Garfunkel (1900 &#8211; 1981), também se destacam na renovação da cena artística curitibana.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">De forma precisa, foi escolido com nome para esta exposição a palavra &#8220;DESEJO&#8221;. pode não ser uma <em>coincidência</em>. Em filosofia, o <strong>desejo</strong> é uma tensão em direção a um fim considerado pela pessoa que deseja como uma fonte de satisfação. É uma tendência algumas vezes consciente, outras vezes inconsciente ou reprimida. Quando consciente, o desejo é uma atitude mental que acompanha a representação do fim esperado, o qual é o conteúdo mental relativo à mesma. Enquanto elemento apetitivo, o desejo se distingue da necessidade fisiológica ou psicológica que o acompanha por ser o elemento afetivo do respectivo estado fisiológico ou psicológico.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Tradicionalmente, o desejo pressupõe carência, indigência. Um ser que não caressesse de nada não desejaria nada, seria um ser perfeito, um deus. Por isso Platão e os filósofos cristãos tomam o desejo como uma característica de seres finitos e imperfeitos.</span></p>
<p>A Exposição, que reúne cerca de 200 obras de artistas paranaenses e brasileiros, surgiu após a constatação do erro do não planejamento do historico Salão para este ano. &#8220;Pretendemos resgatar a importância do salão, além de mostrar que o evento revelou artistas e foi um constituidor de acervo para o estado&#8221;, justifica a curadora, professora e crítica de arte Maria José Justino.</p>
<div><strong>Serviço</strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p>Desejo de Salão – Salão Paranaense, uma Retrospectiva. Hoje, às 18h30 (para convidados), abertura ao público na quarta-feira (21), às 10h. 3ª a dom., das 10h às 18h. R$ 4 e R$ 2.</p>
<p>Abertura da Livraria do MON. Hoje, às 18h30. Funcionamento até às 21h e, a partir do dia 21, no mesmo horário do museu.</p>
<p>Luz, Arte e Solidariedade – Auto de Natal. Hoje, às 20h30, no vão livre do MON. Entrada franca.</p>
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