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	<title>Brasil Cultura &#187; Literatura</title>
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		<title>Ilha de Itaparica recebe programação especial em homenagem a João Ubaldo</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 10:58:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/joaoubaldo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16011" title="joaoubaldo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/joaoubaldo.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>A Ilha de Itaparica, localizada na Baía de Todos os Santos (Bahia), será palco dos festejos em comemoração ao aniversário do escritor João Ubaldo Ribeiro, ilustre filho da cidade. Na última segunda-feira (23) o autor de clássicos da literatura contemporânea, como Viva o Povo Brasileiro, completou 71 anos, mas os festejos pela data serão realizados ao lado dos conterrâneos na Ilha onde o escritor costuma passar o verão.</p>
<p>No dia 27 (sexta-feira), a partir das 19h, acontece uma extensa programação na Biblioteca Juracy Magalhães Jr., incluindo duas exposições, bibliográfica e fotográfica, intituladas Vida e obra do escritor João Ubaldo Ribeiro. Serão apresentados também: um monólogo dirigido e adaptado por Gil Vicente Tavares, da obra Sargento Getúlio, com interpretação do ator Carlos Betão e Crônicas do João Ubaldo, da Cia Calhandra de Teatro.</p>
<p>Nesse dia, haverá ainda o encontro do veterano escritor homenageado com novos talentos da literatura baiana, através do re-lançamento da coletânea de micro-contos Tardes com Anões, que reúne textos de Carlos Barbosa, Elieser César, Igor Rossini, Lidiane Nunes, Mayrant Gallo, Rafael Rodrigues e Thiago Lins, com organização de Gal Meirelles. A música fica por conta do grupo vocal DaUtom.</p>
<p>Filho Ilustre &#8211; Na Biblioteca, por muitos anos, João Ubaldo Ribeiro utilizou uma das salas para produzir artigos e livros. Foi lá que o escritor traduziu para o inglês o sucesso Viva o Povo Brasileiro, além de escrever a obra O Sorriso do Lagarto. Na biblioteca, constam todos os 22 livros escritos pelo autor, incluindo o mais recente, O Albatroz Azul, lançado em 2009.</p>
<p>João Ubaldo Ribeiro nasceu na Ilha de Itaparica, no dia 23 de janeiro de 1941. Ocupa a 34ª cadeira da Academia Brasileira de Letras e em 2008, foi agraciado com o Prêmio Camões, considerado o maior reconhecimento da língua portuguesa. Sua obra literária passa por publicações de contos, crônicas e ensaios, além dos livros Sargento Getúlio, Viva o povo brasileiro, O sorriso do lagarto e A Casa dos Budas Ditosos, entre outros.</p>
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		<title>Coleção Medo de Quê?</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 12:45:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Editora Bolsa Nacional do Livro, de Curitiba, coloca no mercado em forma de livros, um instrumento fundamental para nossos filhos e netos e, principalmente aos pais. A criança de pouca idade atribui aos a pais a proteção que afasta os perigos reais e imaginários. Por essa razão, os medos que rondam o quarto escuro...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/medodeque.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15924" title="medodeque" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/medodeque-300x162.jpg" alt="" width="231" height="125" /></a>A Editora Bolsa Nacional do Livro, de Curitiba, coloca no mercado em forma de livros, um instrumento fundamental para nossos filhos e netos e, principalmente aos pais. A criança de pouca idade atribui aos a pais a proteção que afasta os perigos reais e imaginários. Por essa razão, os medos que rondam o quarto escuro são reflexos de uma inaptidão da criança em lidar sozinha com o desconhecido. Formada pelos contos Ana e a Cama, A sombra Assombrosa, O Medo do Escuro e mais um livro para colorir, a coleção “Medo de Quê?” surge como ferramenta principal de desconstrução dos medos noturnos, escuros, monstros, ruídos e sombras, encorajando a criança a enfrentá-los.</p>
<p></span></span><strong><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span></strong><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;"></p>
<p>Autora:Juliana Dalla<br />
Coleção com 04 volume<br />
Formato: 21 X 21 cm<br />
Cada volume com 14 páginas<br />
Peso: 0,250Kg<br />
ISBN: 978-85-7832-014- </span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">Bolsa Nacional do Livro LTDA<br />
R. Duque de Caxias, 455 &#8211; São Francisco &#8211; Curitiba &#8211; PR &#8211; Telefone: (41) 3222-6655</span></span></p>
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		<title>A importância do pai no incentivo à leitura dos filhos (Artigo)*</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 10:54:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/leitura-para-os-filhos.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15818" title="leitura-para-os-filhos" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/leitura-para-os-filhos-300x141.jpg" alt="" width="238" height="113" /></a>Vivemos em uma sociedade em acentuado processo de transformação e que vem questionando, de modo salutar, os padrões rígidos de comportamento vigentes durante longo tempo – que se mostram incompatíveis com a multiplicidade do mundo contemporâneo. Hoje, homens e mulheres, que até pouco tempo tinham papéis muito definidos na sociedade, gozam de mais liberdade para escolher os rumos da vida de acordo com os próprios anseios. Dessa maneira, vemos cada vez mais mulheres ocupando espaço no mercado de trabalho, enquanto os homens assumem tarefas que antes eram essencialmente femininas, tais como cuidar dos filhos ou da rotina doméstica. Além disso, o número crescente de filhos de pais divorciados alterou o paradigma da família tradicional e, em muitos casos, forçou os homens a abrir mão da condição exclusiva de provedor, levando-os a ter participação mais ativa na educação dos filhos. Há casos, inclusive, em que pais e filhos passaram a conviver sem a presença das mães.</p>
<p>Em um país como o Brasil, ainda carente de cultura e conhecimento, esse novo homem pode desempenhar um papel fundamental no fomento à leitura entre filhos, netos ou sobrinhos. Explicando melhor… meninos necessitam de um referencial adulto masculino no qual se espelhar. É o pai – ou um avô, um irmão bem mais velho ou um tio próximo – quem cumpre essa função, sobretudo na adolescência, quando todos entramos em um período turbulento de inseguranças e questionamentos. Em muitos artigos, debates ou teses, fala-se muito do papel da mãe na educação dos filhos, mas raramente vejo alguma menção à importância do pai. Isso talvez explique, em parte, o fato de o número de leitoras ser muito superior ao de leitores. Meninos, infelizmente, ainda são criados de acordo com uma noção falsa e arcaica de masculinidade.</p>
<p>Parece incrível, mas é comum vermos pais preocupados com filhos que passam as tardes em casa lendo, em vez de estarem jogando futebol com os amigos “como toda criança normal”. Muitos chegam a recorrer a psicólogos para diagnosticar e, se possível, reverter o suposto distúrbio. É interessante notar que esses pais são os mesmos que, curiosamente, cobram notas altas nos boletins dos filhos, ignorando que é justamente a leitura regular o principal agente de um bom desempenho escolar. O jovem que lê com regularidade tem maior capacidade de concentração e de compreensão da língua escrita; automaticamente, possui condições mais favoráveis de tirar proveito das aulas e dos estudos.</p>
<p>Historicamente fomos educados a encarar o ambiente doméstico como um território feminino; logo, todas as atividades de algum modo ligadas a ele, também o seriam. A partir de certa idade, os meninos são instados a sair; divertir-se fora de casa e ganhar o mundo, enquanto das meninas continua a se esperar que permaneçam resguardadas no lar. Malgrado todos os avanços, essa mentalidade ainda persiste. Os homens que optaram pela paternidade precisam repensar os próprios conceitos –recebidos durante sua criação, lá atrás, quando o mundo era bem diferente –, e saber como preparar adequadamente seus filhos para enfrentar a selvageria da vida adulta.</p>
<p>Incentivar a leitura em um jovem – que ainda está dando seus primeiros passos na vida – é, portanto, mais que um gesto paternal de carinho; é uma postura inteligente diante das demandas de uma sociedade freneticamente competitiva, em que o conhecimento se firma, cada vez mais, como o capital mais importante das nações.</p>
<p><strong>*Luis Eduardo Matta </strong></p>
<p>Considerado uma das vozes mais criativas e originais da nova literatura nacional, Luis Eduardo Matta iniciou a carreira literária em 1993, aos 18 anos, com a publicação do livro Conexão Beirute-Teeran (Editora Chamaeleon). A decisão de assumir por ofício a escrita pelo viés ficcional resultou na publicação das obras &#8220;Ira implacável: indícios de uma conspiração&#8221; (Razão Cultural Editora); &#8220;120 horas&#8221; (Editora Planeta); &#8220;Morte no colégio&#8221; (Editora Ática); &#8220;Roubo no Paço Imperial&#8221; (Editora Ática); &#8220;O rubi do Planalto Central&#8221; (Editora Ática) e O véu (Primavera Editorial).</p>
<p><em>Mais informações para a imprensa:<br />
Printec Comunicação <a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/">www.printeccomunicacao.com.br</a><br />
Betânia Lins | Vanessa Giacometti de Godoy </em></p>
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		<title>Espetáculo retorna ao Museu da Casa Brasileira para nova temporada em 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:23:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu da Casa Brasileira, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, traz de volta o espetáculo musical Florilégio para uma nova temporada. Com entrada gratuita, a apresentação fica em cartaz de 14 de janeiro até 25 de março, aos sábados e domingos, às 16h, no terraço da instituição. Com direção geral de Elias...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/casabrasileira.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15741" title="casabrasileira" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/casabrasileira.jpg" alt="" width="210" height="144" /></a>O Museu da Casa Brasileira, instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, traz de volta o espetáculo musical Florilégio para uma nova temporada. Com entrada gratuita, a apresentação fica em cartaz de 14 de janeiro até 25 de março, aos sábados e domingos, às 16h, no terraço da instituição.</p>
<p>Com direção geral de Elias Andreato e arranjos e direção musical de Jonatan Harold, os atores Mira Haar e Carlos Moreno interpretam canções de alguns dos mais consagrados compositores da música popular nacional e internacional, como Benedito Lacerda, Billy Blanc, Carlos Gardel, Dorival Caymmi e Edith Piaf. O repertório inclui 30 músicas, divididas em sete blocos: abertura, pout-pourri internacional, ufanista, natureza e sertão, flores, humor e celebração final.</p>
<p>Florilégio é um espetáculo que mescla poesia, música e humor e tem como um de seus objetivos promover o encontro de diversas gerações, unidas na emoção e na diversão que os artistas levam ao público.</p>
<p>“O repertório conquista a todos porque atinge a memória afetiva e musical de cada pessoa, de diferentes formas para cada geração, mas sempre despertando lembranças que remetem subjetiva e carinhosamente aos bons tempos já vividos”, assinala Carlos Moreno.</p>
<p>Florilégio Musical já atraiu mais de 20 mil espectadores em suas 93 apresentações, realizadas nos mais diversos espaços culturais da cidade de São Paulo, inclusive durante a Virada Cultural Paulista.</p>
<p>Sobre Carlos Moreno<br />
Começou a carreira de ator nos anos 70 como co-fundador do grupo experimental Pod Minoga Studio. Com linguagem inovadora, o grupo deixou importantes influências nas artes cênicas e plásticas do período. Há 30 anos, atua como ator exclusivo das campanhas publicitárias da Bombril. Entre seus últimos trabalhos no teatro, destacam-se Turistas &amp; Refugiados, Quixote, Fica Comigo Esta Noite e Sexo dos Anjos, entre outros. Em cinema, participou do longa-metragem Fogo e Paixão, de Isay Weinfeld e Marcio Kogan. Em televisão, atuou no programa infantil Rá-Tim-Bum, da TV Cultura.</p>
<p>Sobre Mira Haar<br />
Além de atriz, diretora, figurinista e artista plástica, Mira Haar também foi integrante do Pod Minoga Studio, em 1970, onde desenvolveu trabalhos coletivos de criação de textos, interpretação, confecção de figurinos e cenários. Recentemente, escreveu e atuou na peça teatral Mammy vai à Lua. Entre outros trabalhos, participou de minisséries e programas de TV, como Máfia no Brasil, Abolição e Mundo da Lua.</p>
<p>Ficha técnica:<br />
Direção – Elias Andreato<br />
Elenco – Carlos Moreno e Mira Haar<br />
Roteiro – Mira Haar, Carlos Moreno e Elias Andreato<br />
Arranjos e Direção Musical – Jonatan Harold<br />
Preparação Vocal – Caio Ferraz<br />
Tecladista – Jonatan Harold<br />
Cenários e Figurinos – Mira Haar<br />
Direção de Produção – Rosângela Longhi<br />
Gerência Administrativa – Sônia Kavatan</p>
<p>Patrocínio: Bombril<br />
Promoção: Folha de S.Paulo<br />
Apoio: Lei de Incentivo</p>
<p>Florilégio Musical<br />
Datas: De 14 de janeiro a 25 de março, aos sábados e domingos<br />
Atenção: não haverá apresentação no dia 29 de janeiro<br />
Horário: 16h<br />
Duração: 70 minutos<br />
Local: Museu da Casa Brasileira (terraço)<br />
Capacidade: 220 lugares<br />
Endereço: Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705 – Jardim Paulistano<br />
Contato: 3032-3727 / 3032-2564 –<br />
Ingresso: Entrada franca. Retirada do ingresso poderá ser realizada com 40 minutos de antecedência<br />
Estacionamento no local: Aos sábados, até 2 horas: R$10,00; demais horas R$ 2,00 por hora; período de 12h: R$20. Aos domingos, preço único de R$ 15,00.</p>
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		<title>Livros Mais Vendidos 2011</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 20:11:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os Livros Mais Vendidos 2011  mostram claramente o gosto do brasileiro quando o assunto e livro. No Brasil ler não é um habito tão popular quanto é em outros países o que é lamentável. Porém nos últimos anos e com o crescimento das lojas que permitem a compra de livros pela internet, o hábito da leitura...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/livros-de.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15396" title="livros de" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/livros-de.jpg" alt="" width="205" height="112" /></a>Os Livros Mais Vendidos 2011  mostram claramente o gosto do brasileiro quando o assunto e livro. No Brasil ler não é um habito tão popular quanto é em outros países o que é lamentável.</p>
<p>Porém nos últimos anos e com o crescimento das lojas que permitem a compra de livros pela internet, o hábito da leitura vem crescendo significativamente entre os brasileiros e abrindo oportunidades para os novos escritores.</p>
<p>Para quem busca novos livros para ler confira aqui uma lista de livros mais vendidos em 2011 para facilitar sua escolha.</p>
<p>Lembrando que muitas faculdades utilizam a base de livros mais vendidos para escolher os títulos que devem ser lidos. Na hora de prestar um vestibular e importante o conhecimento desta lista.</p>
<h2>Melhores livros 2011</h2>
<p><img title="Melhores livros 2011" src="http://renatotavares.com/wp-content/uploads/2011/03/Melhores-livros-2011.jpg.pagespeed.ce.d5TKfgYeNG.jpg" alt="Melhores livros 2011" width="630" height="559" /></p>
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		<title>Ana Maria Machado é eleita presidente da Academia</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Dec 2011 23:45:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A escritora Ana Maria Machado foi eleita na última quinta-feira, por unanimidade, a nova presidente da Academia Brasileira de Letras (ABL). Segunda mulher a ocupar o cargo – a primeira foi Nélida Piñon, em 1997 –, a escritora substitui Marcos Vinicios Vilaça, que dirigiu a ABL por dois períodos: nos biênios 2006/07 e 2010/11. Machado...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/ana_maria_machado.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15367" title="ana_maria_machado" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/ana_maria_machado.jpg" alt="" width="160" height="193" /></a>A escritora Ana Maria Machado foi eleita na última quinta-feira, por unanimidade, a nova presidente da Academia Brasileira de Letras (ABL). Segunda mulher a ocupar o cargo – a primeira foi Nélida Piñon, em 1997 –, a escritora substitui Marcos Vinicios Vilaça, que dirigiu a ABL por dois períodos: nos biênios 2006/07 e 2010/11.</p>
<p>Machado prometeu promover os &#8220;melhores valores da cultura nacional e da língua portuguesa&#8221; e afirmou que a instituição dará prioridade, no próximo ano, às atividades relativas aos centenários de morte do Barão do Rio Branco e de nascimento de Jorge Amado.</p>
<p>Ana Maria Machado tem mais de cem livros publicados e entrou para a academia em 2003.</p>
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		<title>Ferreira Gullar e Laurentino Gomes são os grandes vencedores do Prêmio Jabuti 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 10:35:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O livro &#8220;Em Alguma Parte Alguma&#8221;, de Ferreira Gullar, foi eleito o &#8220;Livro do Ano&#8221; de ficção e &#8220;1822&#8243;, de Laurentino Gomes, foi eleito o &#8220;Livro do Ano&#8221; na categoria de não ficção da 53º edição do Prêmio Jabuti. Na premiação, que ocorre em duas fases, os dois autores já haviam ficado em 1º lugar...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/jaboti.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15318" title="jaboti" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/jaboti.jpg" alt="" width="205" height="198" /></a>O livro &#8220;Em Alguma Parte Alguma&#8221;, de Ferreira Gullar, foi eleito o &#8220;Livro do Ano&#8221; de ficção e &#8220;1822&#8243;, de Laurentino Gomes, foi eleito o &#8220;Livro do Ano&#8221; na categoria de não ficção da 53º edição do Prêmio Jabuti.</p>
<p>Na premiação, que ocorre em duas fases, os dois autores já haviam ficado em 1º lugar nas categorias de poesia e reportagem, respectivamente. Ao receber a premiação máxima, Gullar agradeceu e falou, modesto, que não sabia se &#8220;poesia é literatura&#8221;: &#8220;Não sei se poesia é literatura, acho que só fazemos porque a vida não basta.&#8221;</p>
<p>Laurentino Gomes fez um agradecimento especial aos historiadores. &#8220;É com senso de missão de contribuir para a educação e para a transmissão de conhecimento que recebo esse prêmio. Nesse ambiente de construção de conhecimento coletiva, a história é chamada para essa missão. Faço uma homenagem a todos os historiadores brasileiros, que são a fonte em que bebo&#8221;, salientou.</p>
<p>Um corpo de 87 jurados analisou mais de duas mil obras inscritas. Na primeira etapa, foram escolhidos os 10 melhores livros de cada categoria; depois, foram escolhidos os três melhores. Os &#8220;Livros do Ano&#8221; ganham prêmio de R$ 30 mil. Os primeiros lugares de cada categoria ganham R$ 3 mil cada.</p>
<p>Concorreram ao prêmio obras inéditas, editadas no Brasil entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2010.</p>
<p>A edição deste ano do Jabuti ganhou oito categorias a mais do que em 2010 e passou por mudanças no regulamento, após a polêmica em torno do prêmio concedido a Chico Buarque. O romance do escritor e compositor, &#8220;Leite Derramado&#8221;, segundo lugar na categoria romance, havia levado o grande prêmio de ficção, gerando reclamações e até uma petição on-line para que Chico devolvesse o prêmio.</p>
<p>Ao contrário das edições anteriores, quando segundos e terceiros colocados poderiam ser laureados com o Jabuti de livro do ano, neste ano só os primeiros colocados em cada uma das categorias puderam concorrer.</p>
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		<title>Luis Fernando Verissimo lança &#8220;Em Algum Lugar do Paraíso&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 20:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O escritor Luis Fernando Verissimo é famoso por seus textos de humor e pelas sátiras de costumes que publica em jornais de grande circulação. &#8220;Comédias da Vida Privada&#8220;, uma antologia de crônicas engraçadíssimas, publicada em 1994, por exemplo, virou até uma série da TV Globo em 1995. &#160; Por causa desse talento em fazer rir,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/luis_fernando_verissimo1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-15198" title="luis_fernando_verissimo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/luis_fernando_verissimo1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O escritor <strong>Luis Fernando Verissimo </strong>é famoso por seus textos de humor e pelas sátiras de costumes que publica em jornais de grande circulação. &#8220;<strong>Comédias da Vida Privada</strong>&#8220;, uma antologia de crônicas engraçadíssimas, publicada em 1994, por exemplo, virou até uma série da TV Globo em 1995.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por causa desse talento em <strong>fazer rir</strong>, fica difícil acreditar quando o próprio autor afirma que não tem vocação humorística. &#8220;O que eu tenho é a técnica para escrever textos divertidos&#8221;, diz ele. &#8220;Mas meu jeito de ver as coisas está mais para depressivo&#8221;, completa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De fato, esse lado depressivo do escritor não aparece em suas obras (são, ao todo, <strong>500 mil exemplares </strong>vendidos no País). Seu último livro, &#8220;<strong>Em Algum Lugar do Paraíso</strong>&#8220;, é composto por <strong>41 crônicas</strong>, a maioria delas publicada nos últimos cinco anos, no jornal O Estado de S. Paulo. Verissimo, aliás, vem diminuindo o ritmo de sua produção. Reduziu, já há alguns anos, o número de jornais para os quais escreve &#8211; se antes, chegou a publicar em dez periódicos, hoje concentra-se em três: O Globo, Estado e Zero Hora. E pensa, inclusive, em se <strong>aposentar</strong>. &#8220;Penso em parar de escrever. O problema é que o dinheiro que ganho com os direitos autorais dos livros não é o suficiente para garantir minhas contas.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os leitores, aliás, já podem notar sua ausência em <strong>eventos literários</strong>. &#8220;Vou a lançamentos mais por causa da editora. Não é por prazer, pois sou caseiro e evito badalações&#8221;, conta. De onde vem, então, a inspiração para os textos se ele tem se mantido mais reservado? &#8220;Às vezes, de um filme ou de uma música&#8221;, diz. &#8220;Aliás, eu preferiria ser músico a escritor&#8221;, revela ele. &#8220;Mas como eu escrevo melhor do que toco saxofone, vamos deixar as coisas como estão.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na casa do <strong>escritor</strong>, em <strong>Porto Alegre</strong> (RS), num porão de pedra, há vários instrumentos. Curiosamente, apesar da paixão pelo jazz não há sequer uma crônica em sua nova obra cujo tema seja a música. No livro &#8220;Em Algum Lugar do Paraíso&#8221;, o autor repete a fórmula já consagrada em seus trabalhos: a de abordar situações cotidianas. Algo que faz, inclusive, em seus cartuns.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vem dessa última abordagem um dos textos mais inspirados da obra. &#8220;Em <strong>Cafarnaum</strong>&#8221; fala do encontro entre Guizael, dono de uma taberna, e um homem capaz de multiplicar peixes e pães, e transformar água em vinho. A história &#8211; contada em linguagem textual similar à bíblica &#8211; desenvolve-se quando Guizael tenta convencer o homem a fazer uma parceria financeira com ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro destaque é &#8220;<strong>Microfone Escondido</strong>&#8220;, em que o casal Leonor e Ataíde resolve esconder um aparelho desses no elevador do prédio só para descobrir o que os amigos pensam deles. Toda vez que fazem um jantar para um casal de convivas, há uma nova descoberta, revelada pelo microfone antes destes chegarem ao apartamento ou quando estão descendo o elevador rumo à rua. O resultado é um sucessão de confusões e mágoas, temperada pelas construções simples (mas não simplistas) e certeiras do escritor.<br />
<strong>Serviço<br />
</strong></p>
<p>&#8220;Em Algum Lugar do Paraíso&#8221;</p>
<p>Luis Fernando Verissimo</p>
<p>Editora Objetiva</p>
<p>Preço: R$ 36,90</p>
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		<title>Incentivo à leitura entre as prioridades do MinC</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 11:28:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[MinC]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Cultura quer incentivar a leitura, sem deixar de lado as reformas de museus e teatros, assim como criar novos centros culturais. O ministério engloba oito órgãos que dependem diretamente de seu orçamento. São órgãos que cuidam de setores específicos da área cultural e para evitar privilégios, o ministério elencou um grande projeto...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/leitura.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-15084" title="leitura" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/leitura-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O Ministério da Cultura quer incentivar a leitura, sem deixar de lado as reformas de museus e teatros, assim como criar novos centros culturais. O ministério engloba oito órgãos que dependem diretamente de seu orçamento. São órgãos que cuidam de setores específicos da área cultural e para evitar privilégios, o ministério elencou um grande projeto em cada sistema para 2012.</p>
<p>No Rio de Janeiro, o Palácio Gustavo Capanema – será reformado – no local funcionou o Ministério da Educação e Cultura até a transferência para Brasília. O prédio cuja construção foi concluída em 1945 é considerado de arquitetura arrojada por causa do estilo moderno e da combinação de ferro e concreto com painéis de azulejos.</p>
<p>Em Recife, será construído o Museu Luiz Gonzaga (morto em 1989) chamado de o Rei do Baião e símbolo de criatividade e originalidade na música popular brasileira. Em Porto Alegre, será construído o Teatro Orquestra Sinfônica cuja orquestra existe desde 1950 e não dispõe de sede própria.</p>
<p>Os órgãos que integram o ministério são a Fundação Casa Rui Barbosa, Fundação Biblioteca Nacional, Fundação Cultural Palmares, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Fundação Nacional de Artes (Funarte), Agência Nacional de Cinema (Ancine), o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e o Fundo Nacional de Cultura.</p>
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		<title>Luiz Manfredini lança Memória de Neblina</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/sociologia/luiz-manfredini-lanca-memoria-de-neblina/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 23:11:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O jornalista e escritor curitibano Luiz Manfredini lança, no próximo dia 24, o romance Memória de Neblina. Junto com o anterior, As moças de Minas, compõe um largo painel das encruzilhadas da juventude dos anos 60, onde se misturam utopias de transformação do mundo com arroubos lúdicos de uma adolescência ainda carregada de infância. Num...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/convite_memoria.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-15080" title="convite_memoria" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/convite_memoria-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O jornalista e escritor curitibano Luiz Manfredini lança, no próximo dia 24, o romance <em>Memória de Neblina</em>. Junto com o anterior, <em>As moças de Minas</em>, compõe um largo painel das encruzilhadas da juventude dos anos 60, onde se misturam utopias de transformação do mundo com<br />
arroubos lúdicos de uma adolescência ainda carregada de infância.</p>
<p>Num tempo de trevas, sob a ditadura militar, os meninos e meninas de <em>Memória de Neblina </em>convivem com sonhos e pesadelos. Hilários, dramáticos, amorosos, radicais, lutam e brincam a um só tempo, semeiam sua revolução e picham muros com poemas. <em>Memória de Neblina </em>é, sobretudo, um elogio ao pensamento humanista e transformador.</p>
<p>Luiz Manfredini é veterano jornalista de Curitiba. Trabalhou em O Estado de S. Paulo, Jornal do Brasil e revista ISTOÉ, entre outros órgãos de imprensa. É colunista do portal Vermelho e membro do Conselho Editorial da revista Princípios, editada em São Paulo.<br />
SERVIÇO:</p>
<p>Data: 24/11/2011</p>
<p>Local: Palácio dos Leões – Av. João Gualberto, 570 &#8211; Curitiba &#8211; Paraná.</p>
<p>Hora: das 19 às 22 horas.<strong></strong></p>
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