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	<title>Brasil Cultura &#187; Lei</title>
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	<description>O portal da cultura brasileira</description>
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		<title>Intercâmbio cultural</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 12:56:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/edital2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-16106" title="edital2" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/edital2-300x227.jpg" alt="" width="133" height="131" /></a>O Ministério da Cultura abriu novo edital para o Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural, desenvolvido pela Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic). Com investimentos de R$ 3,3 milhões, a seleção contempla viagens que ocorrerão entre abril e setembro de 2012.</p>
<p>Com recursos do Fundo Nacional da Cultura (FNC), o Programa consiste na concessão de auxílio financeiro para o custeio de despesas relativas à participação de artistas, técnicos, agentes culturais e estudiosos em atividades na área, promovidas por instituições brasileiras ou estrangeiras. As inscrições para viagens no mês de abril vão até o dia 12 de março.</p>
<p>INSCRIÇÕES</p>
<p>As inscrições são realizadas exclusivamente por meio do Sistema SalicWeb, disponível no site do MinC. Os participantes devem ter pelo menos um dos seguintes objetivos: apresentação de trabalho próprio; residência artística e de gestão; cursos de capacitação; ou participação em evento de reconhecimento ao trabalho próprio desenvolvido, como premiações e homenagens.</p>
<p>O PROGRAMA</p>
<p>O Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural tem o objetivo de promover a difusão e o intercâmbio da cultura brasileira nas áreas das artes visuais, do circo, da dança, do teatro,da música, do audiovisual, da memória, do movimento social negro, do patrimônio museológico, do patrimônio cultural, das novas mídias, do design, de serviços criativos, das humanidades, da diversidade cultural e de outras expressões culturais consideradas relevantes pelo Ministério da Cultura.</p>
<p>A validade do edital será de 1 ano, contado a partir da data de sua publicação e o prazo de vigência da seleção pública também será de 1 ano, a partir da data de homologação do resultado final, podendo, em caso excepcional, ser prorrogado por igual período.</p>
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		<title>CURSO MODULAR DE GESTÃO CULTURAL TURMAS – 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 14:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Quixote Art &#38; Eventos já está com as inscrições abertas para os interessados em participar das novas turmas de 2012 do Curso Modular de Gestão Cultural ministrado pelo consultor e produtor cultural Marcelo Miguel. As fichas de inscrição já podem ser solicitadas através do e-mail cursos@quixoteart.com.br Para o próximo ano as novidades do curso...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/quixote.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-16103" title="quixote" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/quixote-300x186.jpg" alt="" width="214" height="138" /></a>A Quixote Art &amp; Eventos já está com as inscrições abertas para os interessados em participar das novas turmas de 2012 do Curso Modular de Gestão Cultural ministrado pelo consultor e produtor cultural Marcelo Miguel. As fichas de inscrição já podem ser solicitadas através do e-mail cursos@quixoteart.com.br</p>
<p style="text-align: justify;">Para o próximo ano as novidades do curso ficam por conta do aumento do número de módulos, passando agora de 08 para 09 encontros presenciais (aulas), e também para a inclusão de novas cidades no roteiro. São Paulo (SP), Brasília (DF) e Cascavel (PR) passarão também a contar com uma turma permanente, além da manutenção das turmas nas cidades de Curitiba (PR), Porto Alegre (RS) e Florianópolis (SC).</p>
<p style="text-align: justify;">O Curso Modular de Gestão Cultural será dividido em 09 módulos (09 encontros presenciais), mas terá também em sua programação as chamadas revisões online, para que os alunos tenham condições de acompanhar através da internet aulas de revisão utilizando o twitter e/ou programa skype, onde serão abordados os conteúdos apresentados em sala de aula.</p>
<p style="text-align: justify;">　</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, um dos grandes diferenciais deste curso, é que os alunos podem também participar das atividades extra-aula como a incubadora de projetos culturais e o laboratório de projetos culturais, que na prática funcionaram como uma consultoria coletiva para os projetos e ações culturais desenvolvidas pelos próprios alunos.</p>
<p style="text-align: justify;">　</p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos 06 anos, os Cursos mantidos pela Quixote Art &amp; Eventos já foram ministrados em mais de 76 diferentes cidades, espalhadas em 08 estados brasileiros, atendendo um público total aproximado de 7.500 alunos. Muitos destes alunos, mantém até hoje parceria com a Quixote Art &amp; Eventos na realização de seus projetos, ações e programas culturais.</p>
<p style="text-align: justify;">　</p>
<p style="text-align: justify;">Início das aulas:</p>
<p style="text-align: justify;">　</p>
<p style="text-align: justify;">Curitiba (PR), Porto Alegre (SP) e São Paulo (SP) em Fevereiro de 2012</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Florianópolis (SC), Brasília (DF) e Cascavel (PR) em Março de 2012</p>
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		<title>Audiovisual Brasileiro</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 12:59:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dirigentes do MinC falam sobre as perspectivas do setor até 2020 No momento em que o setor audiovisual brasileiro trabalha seu Plano de Diretrizes e Metas até 2020, dentro do Conselho Superior de Cinema, o Ministério da Cultura (MinC) intensifica ações de fomento e incentivo à área, buscando cumprir as determinações do Plano Nacional de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_16073" class="wp-caption alignleft" style="width: 233px; height: 113px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ancine2012.jpg"><img class="size-medium wp-image-16073" title="ancine2012" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ancine2012-300x145.jpg" alt="" width="223" height="105" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Dirigentes do MinC falam sobre as perspectivas do setor até 2020</dd>
</dl>
<p>No momento em que o setor audiovisual brasileiro trabalha seu Plano de Diretrizes e Metas até 2020, dentro do Conselho Superior de Cinema, o Ministério da Cultura (MinC) intensifica ações de fomento e incentivo à área, buscando cumprir as determinações do Plano Nacional de Cultura (PNC) para o segmento.As metas incluem o lançamento anual de 150 filmes brasileiros de longa-metragem no mercado nacional e a participação em 27% da bilheteria de cinema no país, além da disponibilização de conteúdos audiovisuais licenciados ou em domínio público, pela Internet; bem como a implantação de núcleos de produção digital em 100% das unidades da federação; o incremento em 100% do número de beneficiados por ações de fomento à pesquisa, formação e produção do conhecimento; o desenvolvimento permanente de atividades de arte e cultura nas escolas públicas de educação básica e o aumento em 70% das atividades de difusão e intercâmbios culturais, tanto no Brasil como no exterior.</p>
<p>As duas primeiras metas citadas acima são de competência da Agência Nacional do Cinema (Ancine) e as demais estão estruturadas dentro das ações da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC). No cumprimento das diretrizes, a secretaria fomenta uma série de produções nacionais. No final de 2011, lançou cinco novos editais de financiamento à produção cinematográfica, com investimentos totais de R$ 17,9 milhões. Os recursos estão sendo direcionados para a produção de filmes de baixo orçamento, documentários, curtas-metragens e realização de roteiros cinematográficos.</p>
<p>Aos editais somam-se mudanças na operacionalização do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), que possui linhas de financiamento para produção, distribuição e comercialização e agora será gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A expectativa do presidente da Agência Nacional do Cinema (Ancine/MinC), Manoel Rangel, é do repasse de R$ 2 bilhões ao banco, até 2015.</p>
<p><strong>Digitalização de acervos</strong><br />
Em cumprimento à meta de ampliação do acesso de conteúdos audiovisuais, via internet, a secretária do Audiovisual, Ana Paula Santana, disse que a SAv está digitalizando o acervo da Cinemateca Nacional para disponibilizar parte do conteúdo na rede mundial de computadores.</p>
<p>Na área da formação, a secretária informa que está sendo elaborado um programa de bolsas para formação de alto nível, nos Estados Unidos, em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal de Nível Superior (Capes). O lançamento do programa está previsto para o segundo semestre de 2012. Ainda nesta área, o MinC está subsidiando parte das matrículas de estudantes brasileiros selecionados para cursos de formação em cinema na Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba (EICTV).</p>
<p>Já nas escolas de educação básica, o audiovisual produzido no país chega até aos alunos através do programa <em>Cine Educação</em>, uma parceria dos ministérios da Cultura e da Educação que tem como foco a formação do cidadão a partir da utilização do cinema no processo pedagógico interdisciplinar. O Plano Nacional de Cultura estabelece a implantação deste programa em cem mil escolas públicas, até o ano 2020.</p>
<p><strong>Políticas públicas da Ancine</strong><br />
O presidente da Ancine, Manoel Rangel, citou como exemplo do trabalho que vem sendo feito para atingir as metas propostas pelo PNC, a manutenção das diversificadas linhas de investimento do Fundo Setorial do Audivisual e a continuidade dos programas <em>Um Cinema Perto de Você,</em> que visa expandir e descentralizar o parque exibidor do país, além de ações como o <em>Prêmio Adicional de Renda</em> e o <em>Programa Ancine de Incentivo à Qualidade,</em> que recompensam a atividade audiovisual com base no desempenho comercial dos filmes e na participação em festivais.</p>
<p>Apontou, também, como exemplos de políticas públicas para o setor, os tradicionais mecanismos de fomento ligados às leis de incentivo fiscalos e os novos programas de financiamento a serem lançados no segundo semestre de 2012, dentro do Fundo Setorial do Audiovisual. Estes instrumentos de crédito serão viabilizados pelas receitas geradas a partir da Lei 12.485, de outubro de 2011, que regulamentou a legislação das Tvs a Cabo no Brasil.</p>
<p><strong>Números do Audiovisual em 2011</strong><br />
Manoel Rangel disse que está havendo uma consolidação da infraestrutura nacional para o crescimento da indústria Brasileira de cinema. “De um lado observa-se o fortalecimento de empresas com produções regulares e qualidade crescente, e de outro lado, o surgimento de uma nova e talentosa geração de realizadores”, comentou.</p>
<p>Ele aposta em um cenário ampliado até 2020, com o lançamento anual de 150 filmes nacionais e a comercialização de cerca de R$ 60 milhões de bilhetes, juntamente com o funcionamento de 4.550 salas de cinema em todo o país. Disse, ainda, que o audiovisual brasileiro também amplia os seus horizontes, com o crescimento da produção independente de cinema na grade de programação das televisões.</p>
<p>Em 2011 a produção cinematográfica nacional atingiu a marca de 100 lançamentos anuais de filmes de longa-metragem e obteve uma participação em torno de 13% na venda total de ingressos de cinema, com mais de 18 milhões de bilhetes comercializados.</p>
<p>Apesar de inferiores aos resultados de 2010 – quando o país teve o fenômeno de bilheteria “Tropa de Elite 2” -, Manoel Rangel considera razoável este desempenho e apontou o crescimento dos números de filmes com bilheteria superior a 1 milhão de espectadores como dado positivo em relação ao ano de 2010. Em 2011 foram sete filmes contra cinco em 2010.</p>
<p>Para consolidar o fortalecimento do setor e levá-lo a alcançar as metas prevista no PNC, até o ano de 2020, o presidente da Ancine considera fundamental o apoio institucional à indústria de conteúdos no Brasil e a garantia de uma firme colocação dos filmes nacionais no mercado interno.</p>
</div>
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		<item>
		<title>Cultura ignora pedido da CGU para investigar Bienal</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 13:45:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora alertado há pelo menos quatro anos de indícios de fraude em projetos da Fundação Bienal de São Paulo, o Ministério da Cultura adiou a abertura de investigações contra a entidade. A pasta não abriu nenhuma tomada de contas especial (TCE), recomendadas pela Controladoria-Geral da União (CGU) desde 2007, para apurar o valor supostamente desviado...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bienalsp.png"><img class="alignleft size-full wp-image-16046" title="bienalsp" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bienalsp.png" alt="" width="255" height="80" /></a>Embora alertado há pelo menos quatro anos de indícios de fraude em projetos da Fundação Bienal de São Paulo, o Ministério da Cultura adiou a abertura de investigações contra a entidade. A pasta não abriu nenhuma tomada de contas especial (TCE), recomendadas pela Controladoria-Geral da União (CGU) desde 2007, para apurar o valor supostamente desviado ou mal aplicado. A Bienal é suspeita de irregularidades que somam R$ 32 milhões em recursos obtidos por meio da Lei Rouanet. A gestão de Ana de Hollanda, iniciada em 2011, ignorou pedidos de apuração do próprio controle interno da Cultura.</p>
<p style="text-align: justify;">Parecer de setembro de 2011, da Diretoria de Gestão Interna, vinculada à Secretaria Executiva do ministério, sugere ao secretário Vitor Ortiz a instauração de uma TCE para investigar um prejuízo de R$ 7 milhões aos cofres públicos, causado na execução do convênio 167/2003, para pré-produção da 26.ª Bienal de São Paulo. Quatro meses depois, a providência não foi tomada.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse convênio, o órgão de auditoria do governo constatou que &#8220;parte dos gastos realizados com o projeto não está suportado por documentação comprobatória hábil ou não tem pertinência com o objeto estabelecido no termo de convênio&#8221;. E solicitou &#8220;que se proceda à instauração de TCE imediata e à apuração de eventuais danos ao erário&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Um documento da Coordenação de Prestação de Contas do ministério, de 30 de agosto de 2010, reforça o pedido de instauração da TCE e diz que as irregularidades não foram sanadas, apesar dos esclarecimentos apresentados pela Fundação Bienal.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa nota técnica de abril de 2009, que consolida o resultado das fiscalizações sobre 13 projetos da fundação executados de 1999 a 2006, entre eles o da pré-produção da 26.ª Bienal, a CGU aponta a ocorrência de superfaturamento, direcionamento de contratos, dispensas ilegais e fraudes em licitações, despesas feitas fora do período de vigência dos convênios e até sem cobertura contratual. Nenhum dos 12 projetos, até ontem, era alvo de TCE.</p>
<p style="text-align: justify;">Procedimento</p>
<p style="text-align: justify;">Norma que disciplina as TCEs, a Instrução Normativa 56/2007, do Tribunal de Contas da União, diz que, constatados indícios de desvios em repasses, o governo deve &#8220;adotar providências para apuração dos fatos, identificação dos responsáveis, quantificação do dano e obtenção do ressarcimento&#8221;. Caso não o faça em 180 dias, a autoridade responsável fica sujeita a responder pelo débito e ao pagamento de multa numa eventual condenação do tribunal.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da fundação, Heitor Martins, diz que tem discutido pessoalmente, &#8220;em conversas formais e informais&#8221;, os casos apontados pela CGU com o Vitor Ortiz. Martins afirma que a Bienal está colaborando com as apurações e que cumpre todos os prazos. O Ministério da Cultura informou que a tomada de contas especial está em processo de instauração e que a entidade se encontra como inadimplente no cadastro do governo federal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
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		<item>
		<title>A Quixote Art &amp; Eventos e o Portal Brasil Cultura apresentam: CURSO MODULAR DE GESTÃO CULTURAL TURMAS 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 23:53:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Terão início neste mês de fevereiro as aulas do Curso Modular de Gestão Cultural nas cidades de Curitiba (PR), Porto Alegre (RS) e São Paulo (SP). As turmas de Brasília (DF), Florianópolis (SC) e Cascavel (PR) iniciarão suas atividades somente a partir de março. A Quixote Art &#38; Eventos promove mais uma vez neste ano...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/aquixote.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15978" title="aquixote" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/aquixote.jpg" alt="" width="227" height="142" /></a>Terão início neste mês de fevereiro as aulas do Curso Modular de Gestão Cultural nas cidades de Curitiba (PR), Porto Alegre (RS) e São Paulo (SP).</p>
<p>As turmas de Brasília (DF), Florianópolis (SC) e Cascavel (PR) iniciarão suas atividades somente a partir de março.</p>
<p>A Quixote Art &amp; Eventos promove mais uma vez neste ano de 2012 o Curso Modular de Gestão Cultural ministrado pelo consultor e produtor cultural Marcelo Miguel.</p>
<p>As fichas de inscrição já podem ser solicitadas através do e-mail <strong>cursos@quixoteart.com.br</strong>Este curso é apresentado e desenvolvido em 09 módulos (09 encontros presenciais com 06 horas/aulas cada módulo), além de oferecer atividades extras como a chamada revisão online, onde os alunos poderão acompanhar pelo menos uma vez por mês através da internet as aulas de revisão dos tópicos abordados em aula.</p>
<p>As transmissões das aulas de revisão serão feitas pelo site Brasil Cultura (<a href="http://www.brasilcultura.com.br/Redirect/www.brasilcultura.com.br"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">www.brasilcultura.com.br</span></span></span></a>) e pelo twitter (twitcam) para que aula fique arquivada e disponível para aqueles que não puderem acompanhar a transmissão online ao vivo.</p>
<p>Além disso, outras atividades extra-aula serão ofertadas como a incubadora de projetos culturais e o laboratório de projetos culturais, que na prática funcionaram como uma consultoria coletiva para avaliação e debate dos projetos e ações culturais desenvolvidas pelos próprios alunos.</p>
<p>Nos últimos 06 anos, os cursos mantidos pela Quixote Art &amp; Eventos já foram ministrados em mais de 76 diferentes cidades, espalhadas por 08 diferentes estados brasileiros, atendendo um público total aproximado superior a 7.500 alunos.</p>
<p>Muitos destes alunos, mantém até hoje parceria com a Quixote Art &amp; Eventos na realização de seus projetos, ações e programas culturais.</p>
<p>A construção de uma rede de colaboradores também é um aspecto a ser destacado.</p>
<p>Como funciona o Curso Modular de Gestão Cultural</p>
<div><strong>OBJETIVOS E CARACTERÍSTICAS DESTE CURSO E SEU DIFERENCIAL:</strong></div>
<p><strong>Podemos destacar neste curso três importantes eixos:</p>
<p>· <em>A troca de experiências e formação de gestores aptos a desenvolverem projetos através da Lei Rouanet;</em>· <em>A oferta de uma consultoria dirigida as necessidades dos alunos participantes do curso;</em>· <em>A construção de uma rede de gestores culturais;</em></p>
<p><em> </em></p>
<p></strong></p>
<p>Como a maioria dos cursos de formação, o Curso Modular de Gestão Cultural mantém a preocupação na formação e na capacitação de seus participantes, no entanto seus objetivos extrapolam este objetivo:</p>
<div><strong>· <span style="text-decoration: underline;">A troca de experiências e formação de gestores aptos a desenvolverem projetos através da Lei Rouanet;</span></strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"> </span></p>
<p>Durante o curso a espinha dorsal do programa tem seu foco na apresentação da Lei Rouanet e nos mecanismos de isenção fiscal para os projetos culturais, tema que será abordado do primeiro ao último encontro. No entanto outras questões também serão enfocadas, como noções gerais para planejamento e formatação de projetos culturais, noções gerais sobre políticas públicas de cultura, apresentando o Sistema Nacional de Cultura e os principais programas mantidos pelo governo federal, a Lei de Direito Autoral, noções de gestão de eventos, noções para organização e execução do trabalho de captação de recursos, assessoria de comunicação para projetos culturais, gestão de acervos, apresentação do Sistema Brasileiro de Museus, Lei do Audiovisual, código de defesa do consumidor aplicado aos produtos culturais, etc.</p>
<p>· <strong><span style="text-decoration: underline;">A oferta de uma consultoria dirigida as necessidades dos alunos participantes do curso;</span></strong>Com o desenvolvimento das atividades extra-aula a Quixote Art &amp; Eventos tem como princípio oferecer aos seus participantes uma consultoria dirigida, buscando sempre atender as suas necessidades e os seus interesses como por exemplo disponibilizar suporte para a formatação de seus próprios projetos culturais.</p>
<p>Por esta razão muitos alunos que já participaram dos cursos promovidos pela Quixote Art &amp; Eventos, ainda hoje mantém com regularidade um estreito contato com os instrutores e com as atividades do curso. Inclusive, muitos ex-alunos, mesmo depois de já terem concluído o curso em anos anteriores, acabam retornando e voltando as aulas para se atualizarem. Estes alunos são convidados especiais e não pagam nenhuma taxa extra por estas participações pós-curso.</p>
<div><strong>· <span style="text-decoration: underline;">A construção de uma rede de gestores culturais;</span></strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"> </span></p>
<p>Outra característica importante deste curso, é que com a realização regular das atividades extra-aula, conseguimos também estreitar os laços e a comunicação entre os próprios alunos da turma e de outras cidades formando assim uma verdadeira rede de gestores e produtores culturais.</p>
<div><strong>Benefícios oferecidos aos alunos</strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p>Além das aulas e das atividades, como suporte e apoio pedagógico todo aluno receberá a cada aula um kit com nosso material de apoio composto por uma cartilha, um cd-room contendo arquivos em power point com o resumo das aulas, textos e legislação pertinente, vídeos, livros em PDF e outras informações.</p>
<p>Todos os alunos matriculados no curso também receberão ao longo do ano, mensalmente o Boletim Informativo Quixote (distribuído através de e-mail) com informações sobre editais, legislação e políticas públicas para cultura, e mais o Jornal Cultural Quixote (publicação impressa bimestral).</p>
<p>Lembramos que este é um curso livre, mas estaremos concedendo Certificas do de participação para aqueles que participarem de pelo menos 75% das aulas ministradas.</p>
<p>Os alunos matriculados em uma turma também poderão repor aulas perdidas em outras turmas (em outras cidades) ou participarem de toda e qualquer aula da turma do ano seguinte sem nenhum custo ou ônus.</p>
<div><strong>Início das aulas:</strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p>Curitiba (PR), Porto Alegre (RS) e São Paulo (SP) em</p>
<div><strong>Fevereiro de 2012</strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p>Florianópolis (SC), Brasília (DF) e Cascavel (PR) em</p>
<div><strong>Março de 2012</strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p>Informações: cursos@quixoteart.com.br</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Falta de informação dificulta incentivo cultural pela Lei Rouanet</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/leis/falta-de-informacao-dificulta-incentivo-cultural-pela-lei-rouanet/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 14:54:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Museu Oscar Niemeyer]]></category>
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		<description><![CDATA[A Lei Federal de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, completa 20 anos em meio a dúvidas e questionamentos sobre o apoio à arte via renúncia fiscal. Empresários não sabem como patrocinar eventos e muitos artistas ficam à mercê da desinformação. O maestro Anderson de Oliveira, autor do Projeto Jovens Músicos, que inclui a...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/mariaarte.jpg"></a><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lei-rouanet2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15970" title="lei-rouanet2" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lei-rouanet2-300x114.jpg" alt="" width="213" height="94" /></a>A Lei Federal de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, completa 20 anos em meio a dúvidas e questionamentos sobre o apoio à arte via renúncia fiscal. Empresários não sabem como patrocinar eventos e muitos artistas ficam à mercê da desinformação.</p>
<p>O maestro Anderson de Oliveira, autor do Projeto Jovens Músicos, que inclui a Orquestra Filarmônica Jovem de Piracicaba, tem sentido essa dificuldade desde novembro, quando, pela primeira vez, seu projeto foi apoiado pela Lei Rouanet. No entanto, os artistas ainda têm dificuldades para conseguir investimentos.</p>
<p>Nem mesmo o parecer técnico positivo do Ministério da Cultura, que atesta que &#8220;o proponente demonstra plena capacidade técnica para levantar o projeto e também condições de obter os recursos necessários, a partir de um projeto muito bem estruturado, em todos os aspectos&#8221;, tem sido suficiente para a captação de recursos.</p>
<p>&#8220;Até agora não conseguimos nenhuma resposta positiva na captação. O que eu percebo é que falta conhecimento por parte da empresa&#8221;, conta Oliveira.</p>
<p>A intenção do maestro é buscar novos parceiros para dar continuidade ao trabalho desenvolvido em 2011. &#8220;Além das apresentações, o projeto conta também com aulas gratuitas de instrumentos de orquestra e toda a parte de teoria musical para jovens carentes de Piracicaba e região. Sem contar que todas as nossas apresentações são gratuitas e abertas à população&#8221;, explica.</p>
<div><strong> </strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p><strong>Incentivo<br />
A empresa Elring Klinger patrocina projetos culturais pela Lei Rouanet em Piracicaba desde 2003. Os benefícios desse incentivo refletem na carreira dos artistas, que têm novas oportunidades de mostrarem seus trabalhos, e também na comunidade, que tem acesso a mais projetos culturais.</strong></p>
<p>&#8220;O que nos motivou a fazer esse patrocínio foi poder ajudar as entidades locais da cidade onde estamos instalados. Já que o governo dá essa abertura, por que não utilizá-la?&#8221;, reflete o diretor financeiro da empresa, Nelson Tatsukawa.</p>
<p>As vantagens de promover o incentivo por meio da isenção fiscal acabam sendo revertidas para a empresa, que tem seu nome divulgado nas apresentações. &#8220;Sempre tivemos bons resultados e estamos satisfeitos. Vamos continuar incentivando a cultura&#8221;, garante Tatsukawa.</p>
<p><strong>A Lei<br />
Sancionada em 23 de dezembro de 1991, a Lei Rouanet (n. 8.313) permite que empresas apliquem até 4% do Imposto de Renda em projetos culturais. Apenas empresas tributadas pelo lucro real podem se beneficiar dos incentivos fiscais à cultura para utilização da Lei Rouanet.</strong></p>
<p>&#8220;O processo é super fácil. Não custa nada para a empresa e ainda traz benefícios para os artistas e para a comunidade. Quem não faz é porque não tem conhecimento ou falta boa vontade&#8221;, analisa Tatsukawa.</p>
<p>Pessoas físicas também podem contribuir. &#8220;A lei autoriza a descontar até 6% do imposto total no caso de pessoa física&#8221;, afirma Oliveira. &#8220;É muito fácil participar. O valor deve ser pautado no imposto do ano anterior. O projeto emite um recibo de uma conta cadastrada pelo Ministério e a empresa só precisa encaminhar esse recibo para o fiscal&#8221;, finaliza o maestro.</p>
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		<title>MG &#8211; Lei Estadual de Incentivo à Cultura aprova número recorde de projetos em 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 11:38:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LEIC) de Minas Gerais registrou número recorde de projetos aprovados em seu Edital 2011, para captação em 2012. Dos 1.954 projetos inscritos, 1.673 foram aprovados, 33,09% a mais que no Edital 2010, para captação em 2011. O total aprovado para captação é de R$ 321.984.000,00, um aumento de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/leimg4.png"><img class="alignleft size-full wp-image-15918" title="leimg" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/leimg4.png" alt="" width="200" height="111" /></a>A Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LEIC) de Minas Gerais registrou número recorde de projetos aprovados em seu Edital 2011, para captação em 2012. Dos 1.954 projetos inscritos, 1.673 foram aprovados, 33,09% a mais que no Edital 2010, para captação em 2011. O total aprovado para captação é de R$ 321.984.000,00, um aumento de 30% em relação ao valor de 2010.</p>
<p>Do total aprovado, 56,07% são projetos oriundos da capital e 43,93% do interior. A secretária também chama a atenção para o fato de que as ações no interior são muito intensas, já que existem vários proponentes de Belo Horizonte que têm projetos com diversas ações focadas no interior. &#8220;Existe uma infinidade de projetos na área da música, festivais, mostras e circulação de grupos pelo interior do Estado que favorecem, ainda mais, a democratização do acesso à cultura com o benefícios da Lei&#8221;, ressalta Eliane Parreiras.<br />
<strong>Investimentos</strong></p>
<p>Foram investidos mais de R$ 87 milhões na cultura do Estado em 2011, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, sendo aproximadamente R$ 70 milhões de renúncia fiscal. Para 2012, a expectativa é de que esses investimentos cresçam e se diversifiquem ainda mais.</p>
<p>Para Eliane Parreiras, a legislação de incentivo à cultura de Minas Gerais é uma das que melhor funciona em todo o país, tendo, inclusive, a participação da sociedade civil na escolha dos projetos. &#8220;Ao longo das últimas edições, foram criados diferentes patamares de renúncia fiscal (3%, 7% e 10% em relação às empresas que pagam ICMS), tornando a Lei ainda mais ampla e inclusiva, simplificando processos para atrair projetos de todas as regiões do Estado, valorizando, assim, a diversidade cultural, o intercâmbio entre a cadeia produtiva cultural e artística mineira, a sustentabilidade e a geração de renda&#8221;, avalia a secretária.</p>
<p>De acordo com a superintendente de Fomento e Incentivo à Cultura, Nora Vaz de Melo, a utilização da verba de 0,30% da renúncia fiscal direcionada para o incentivo reflete o trabalho de sensibilização que a SEC realiza junto aos departamentos de marketing e contabilidade das empresas. &#8220;Essa ampliação aponta que as empresas estão buscando os projetos culturais para difundir a sua marca, seus valores perante aos funcionários e a comunidade em que está inserida&#8221;, comenta.<br />
<strong>Sobre a lei</strong></p>
<p>Criada há 12 anos, a Lei Estadual de Incentivo à Cultura é um instrumento de apoio às iniciativas culturais realizadas em Minas Gerais, por meio de renúncia fiscal. O mecanismo da lei permite que as contribuições de pessoas jurídicas aos projetos culturais sejam deduzidas do imposto estadual devido pelas empresas.</p>
<p>O objetivo da LEIC é contribuir para a continuidade e aperfeiçoamento das demandas já existentes, além da criação e implementação de novas ideias de convergência entre cultura e arte.</p>
<p>A LEIC media a interlocução entre empreendedor e incentivador, aproximando produtores, artistas, investidores e público, contribuindo, dessa forma, para dinamizar e consolidar o mercado cultural em Minas Gerais.</p>
<p>Entre 1998 e 2010 foram aprovados aproximadamente 10 mil projetos, distribuídos nas 10 regiões do Estado. Desse total, 62% foram incentivados, a um custo estimado de R$ 370 milhões.</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=15917&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Frejat chega aos 50 anos como líder político entre os músicos</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/frejat-chega-aos-50-anos-como-lider-politico-entre-os-musicos/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 15:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No baú da parceria Frejat/Cazuza ainda existe, pelo menos, uma composição inédita. Ela foi descoberta há pouco tempo, quando os quatro componentes restantes da formação original do Barão Vermelho ouviram tudo o que tinham gravado em 1982 para o disco de estreia da banda. Encontraram uma versão não utilizada de &#8220;Nós&#8221; — canção registrada no...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ENTREVISTA-COM-ROBERTO-FREJAT.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15901" title="ENTREVISTA-COM-ROBERTO-FREJAT" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ENTREVISTA-COM-ROBERTO-FREJAT-300x225.jpg" alt="" width="192" height="147" /></a>No baú da parceria Frejat/Cazuza ainda existe, pelo menos, uma composição inédita. Ela foi descoberta há pouco tempo, quando os quatro componentes restantes da formação original do Barão Vermelho ouviram tudo o que tinham gravado em 1982 para o disco de estreia da banda. Encontraram uma versão não utilizada de &#8220;Nós&#8221; — canção registrada no terceiro LP, &#8220;Maior abandonado&#8221; (1984) — e essa esquecida, sobre a qual Roberto Frejat ainda procura manter mistério:</p>
<p>— Não vou dizer o título. Deve virar um single. Poderemos fazer uma versão contemporânea e manter a versão &gt;ita&lt;old style como faixa bônus do disco. Vamos decidir.</p>
<p>O músico começa 2012 dando mais um passo em sua carreira solo: apresenta amanhã, às 21h30m, no Citibank Hall, &#8220;A tal felicidade&#8221;, show que classifica como &#8220;festeiro, dançante&#8221; e é uma ampliação do feito no Rock in Rio, com sucessos de outros autores (Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gonzaguinha, Tim Maia etc.) e próprios (&#8220;Amor pra recomeçar&#8221;, &#8220;Por você&#8221;, &#8220;Bete Balanço&#8221;, &#8220;Por que a gente é assim?&#8221; etc.). Mas parte de sua mente agitada já está trabalhando na reunião do Barão, em caráter excepcional, para a comemoração dos 30 anos do primeiro lançamento da banda. Ele (guitarra), Dé Palmeira (baixo), Maurício Barros (teclados) e Guto Goffi (bateria) remixarão o disco e o relançarão.</p>
<p>— Fomos alijados da mixagem na época e ficamos muito frustrados. Agora, ele vai ganhar a qualidade de som que merece, com um punch de rock — empolga-se Frejat.</p>
<p>O LP &#8220;Barão Vermelho&#8221; foi lançado pela Som Livre, que está apoiando a atual reengenharia. Serviu para apresentar ótimas músicas, como &#8220;Todo amor que houver nessa vida&#8221; e &#8220;Down em mim&#8221;, mas não fez muito sucesso. O grupo engrenou com &#8220;Barão Vermelho 2&#8243; — que tinha &#8220;Pro dia nascer feliz&#8221; — e &#8220;Maior abandonado&#8221;. Em 1985, Cazuza partiu para a carreira solo. Sua voz aparecerá na festa de 30 anos em três novidades: na inédita, em &#8220;Nós&#8221; e numa versão em espanhol de &#8220;Down em mim&#8221; gravada para alguma novela de algum país latino-americano. Frejat nunca a ouvira.</p>
<p>Esse trabalho será realizado pelo Barão original. Já a turnê de shows, que poderá acontecer a partir de maio se os patrocínios forem fechados a tempo, ficarão a cargo da formação posterior da banda, com Frejat à frente de Fernando Magalhães (guitarra), Rodrigo Santos (baixo), Peninha (percussão) e Guto (bateria), além de Maurício nos teclados como convidado.</p>
<p>— Serão poucos shows, com uma estrutura grande, e zé fini — assegura Frejat, que também imagina um documentário e uma exposição. — A gente tem uma obra bacana, já fez tudo o que é disco que se possa imaginar, não faz sentido ficar inventando mais nada. Depois dessa comemoração, eu realmente não tenho a menor ideia de quando a gente vai voltar. É provável que demore muito, muito, muito, muito, muito, põe várias virgulas aí, tempo. Talvez nos 40 anos.</p>
<p><strong>Viagens frequentes a Brasília</p>
<p></strong></p>
<p>Em 21 de maio, Frejat completa 50 de vida. Sem fios de cabelo branco visíveis, de bermuda e tênis, ele conta que fez uma bateria de exames no fim do ano passado e recebeu congratulações dos médicos.</p>
<p>— O meu 2010 foi pesado, bebi um pouco mais do que devia. Em 2011 diminuí bem. E em 2012 será a redução total. Quero acordar mais cedo, curtir os filhos — diz o pai de Rafael, de 15 anos, guitarrista que participará de seu show de amanhã e vem se aprimorando também como tecladista, e Julia, de 13.</p>
<p>A rotina saudável tem como obstáculos as viagens para cantar e as de outra ordem: a Brasília para participar de discussões sobre as mudanças por que está passando a legislação relacionada à música. Frejat esteve na linha de frente da defesa da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Música, que foi aprovada na Câmara dos Deputados e será votada no Senado neste primeiro semestre. Ela desonera de impostos a produção de CDs e DVDs de artistas brasileiros, permitindo que os preços baixem.</p>
<p>Outra causa foi o retorno da obrigatoriedade do ensino de música nas escolas, que tinha sido abolida em 1971.</p>
<p>— Briguei muito por isso, porque foi uma cacetada que a ditadura deu na cultura brasileira. É o medo que a educação impõe à escuridão. A música é sempre libertária — afirma.</p>
<p>Neste ano, deverá chegar ao Congresso o projeto de reforma da Lei de Direitos Autorais elaborado pelo Ministério da Cultura. Os debates poderão ser intensos, e Frejat já dá como certa sua participação.</p>
<p>— É a nossa questão mais grave — diz. — Autoria é propriedade, representa o que vamos deixar para os nossos filhos. O que eu acho mais importante é a criação de um órgão regulamentador que fique acima do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição). O trabalho do Ecad melhorou muito nos últimos 20 anos, mas precisamos de um Instituto Brasileiro de Direito Autoral.</p>
<p>Além do ativismo, há as demandas da vida digital para prejudicar o compositor Frejat, que quase não tem criado.</p>
<p>— O artista tem muito pouco tempo para ser artista. Virou um peão das artes, preocupado com Facebook, site, em responder 80 e-mails por dia. A tecnologia é legal, mas é complicada essa relação com os fãs, pois você tem que fornecer conteúdo o tempo todo, desesperadamente, e sem uma remuneração que sustente — avalia.</p>
<p>Apesar disso, ele conseguiu compor duas músicas com Jards Macalé — uma com Luiz Melodia na parceria, outra com Omar Salomão e Mauro Santa Cecília. Frejat diz que poderá vir a fazer um disco com Macalé, que, por sua vez, já o chamou para produzi-lo num CD dedicado à obra de Nelson Cavaquinho. O roqueiro conta que vai pedir uma consultoria a Arlindo Cruz.</p>
<p>Ele ainda será o diretor musical da programação de blues da edição do Back2Black que será realizada em Londres durante as Olimpíadas, em julho e agosto. Brasileiros, é claro, estarão na sua lista.</p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/cultura/frejat-chega-aos-50-anos-como-lider-politico-entre-os-musicos-3696131#ixzz1jomTV2rh">Fonte</a></p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=15900&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Hoje pela Rádio Brasil Cultura &#8220;Aula de Apresentação da Lei Rouanet&#8221;.</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/hoje-pela-radio-brasil-cultura-aula-de-apresentacao-da-lei-rouanet/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 17:32:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/quixote.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15871" title="quixote" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/quixote-300x186.jpg" alt="" width="147" height="87" /></a>Conforme o Portal da Cultura anunciou, nos dias 17, 18 e 19 de janeiro de 2012, terça, quarta e quinta, haverá uma transmissão como preparação para o início das atividades do curso modular de Gestão Cultural, estaremos realizando uma aula on-line de apresentação da Lei Rouanet. Esta aula poderá ser acompanhada através do twitcam ou do site Brasil Cultura.</p>
<p>Por isso estamos enviando em anexo uma cartilha em PDF sobre a Lei Rouanet, tema que será abordado nesta aula de apresentação, e também nos módulos 01,02 e 03 do curso modular de Gestão Cultural.</p>
<p>Dias 17, 18 e 19 de janeiro (terça, quarta e quinta) das 18h30 às 20h</p>
<p>RECOMENDAÇÕES:</p>
<p>1. Como acessar</p>
<p>Para acompanhar a aula basta acessar através do twitter ou do site Brasil Cultura.</p>
<p>2. Horários</p>
<p>A transmissão pela internet terá início às 19h00</p>
<p>A aula terá início as 19h30 e encerramento as 20h30</p>
<p>3. Interatividade</p>
<p>Para interagir com o instrutor os alunos poderão durante a transmissão direcionar perguntas através do chat do twitter ou pelo e-mail <a href="mailto:cursos@quixoteart.com.br"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">cursos@quixoteart.com.br</span></span></span></a></p>
<p>O instrutor também estará disponibilizando contato através do skype. Para localizar o instrutor digite no skype gestaocultural (tudo junto e sem &#8220;til&#8221;)</p>
<p>4. Programa</p>
<p>Para acompanhar a aula estaremos seguindo a seqüência do slide em anexo. Recomendamos aos interessados que para melhor aproveitamento que abram o arquivo durante as explanações.</p>
<p>Na terça dia 17 abordaremos a evolução histórica da Lei Rouanet e os aspectos jurídicos, apresentando principalmente o mecanismo do mecenato.</p>
<p>Na quarta dia 18, o foco será a Instrução Normativa 01/2010 e na quinta, apresentaremos o sistema SALICWEB.</p>
<p>5. Dúvidas ou problemas técnicos</p>
<p>Caso você encontre dificuldades na conexão ou tenha problema técnicos pode ligar para (41) 3029-3660 ou 8481-6651.</p>
<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/CursoModularGestao%20-%20CartilhaLeiRouanet.pdf">CursoModularGestao%20-%20CartilhaLeiRouanet</a></p>
<p><strong><strong>Obrigado</strong></strong><strong><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/Redirect/www.twitter.com/quixote64"><strong><span style="text-decoration: underline;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">www.twitter.com/quixote64</span></span></strong></span></strong></a><strong> ou pelo site </strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-admin/www.brasilcultura.com.br"><strong><span style="text-decoration: underline;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">www.brasilcultura.com.br</span></span></strong></span></strong></a></strong></strong></p>
<p><strong><strong>Coordenação da transmissão pela Rádio Brasil Cultura: professor Rafael Gustavo (<a href="mailto:rafael@brasilcultura.com.br">rafael@brasilcultura.com.br</a>)</strong></strong></p>
<p><strong><strong>* caso necessário, ATUALIZE o site. -</strong></strong></p>
<div><strong><em>Marcelo Miguel</em></strong></div>
<div><strong><em>Coordenador de Cursos da Quixote Art &amp; Eventos</em></strong></div>
<p><strong><em>(41) 3029-3660 ou 8481-6651</p>
<p></em></strong></p>
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		<title>Mais cultura, mais expressão</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 10:53:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[O governo federal do Brasil partiu de indicadores de desigualdades e exclusão (de como os brasileiros leem pouco ou raramente vão a museus, por exemplo) para elaborar a política do Mais Cultura. O Programa teve início em 4 de outubro de 2007 e reconhece a cultura como necessidade básica pelos mesmos princípios como nos alimentamos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/acultjongo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15860" title="acultjongo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/acultjongo-300x242.jpg" alt="" width="203" height="155" /></a>O governo federal do Brasil partiu de indicadores de desigualdades e exclusão (de como os brasileiros leem pouco ou raramente vão a museus, por exemplo) para elaborar a política do<br />
Mais Cultura. O Programa teve início em 4 de outubro de 2007 e reconhece a cultura como necessidade básica pelos mesmos princípios como nos alimentamos e nos vestimos.</p>
<p>A cultura, através do Programa mencionado, insere-se no rol de políticas sociais com a finalidade de reduzir as desigualdades e a pobreza. Gestores da cultura apropriam-se desta estratégia em políticas públicas na medida em que se ancora em âmbitos que recebem orçamentos maiores do governo, como educação e saúde.</p>
<p>O orçamento do Mais Cultura foi de R$ 2,2 bilhões entre 2007 e 2010.</p>
<p>Notemos a diferença que existe entre uma demanda que se propõe a promover uma expressão cultural pouco conhecida da periferia, que poderia ser uma oficina de armação de pipas e técnicas de empiná-las, para atender aos caprichos de um grupo ou, diferentemente, se o pedido de financiamento governamental vier da mesma prática, mas com o argumento de que reduzirá o número de pedintes nos semáforos ou na entrada dos restaurantes.</p>
<p>Qual das duas terá maior capacidade persuasiva?</p>
<p>Este argumento reflete a abrangência e o atrativo de uma política cultural que depende dos usos que se podem atribuir a ela e que transcendam a mera expressão simbólica que residiria, por assim dizer, na beleza de ver uma pipa volitar no céu azul ou no sorriso de uma criança que ganhou os materiais (bambu, papel, linha, cola) para fazê-la.</p>
<p>O Programa Mais Cultura prevê a articulação de três dimensões: Cultura e cidadania; Cultura e cidades; Cultura e renda. O desenvolvimento econômico, destarte, não será o único aspecto<br />
contemplado. Ainda, busca-se a participação da sociedade civil para que manifeste suas carências e demandas em relação a aparatos e meios que viabilizem a expressão de suas culturas.</p>
<p>O Mais Cultura prevê acordos com instâncias municipais e estaduais de governo, organizações internacionais e de sociedade civil. A parceria com bancos (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco Nacional do Nordeste, Banco da Amazônia, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Banco Interamericano de Desenvolvimento) se faz devido ao caráter público das instituições.</p>
<p>O conceito de &#8220;cidadania&#8221; vincula-se aos processos que ocorrem nas cidades e os direitos cívicos que nos garantem necessidades básicas, entre elas o de acesso a culturas e sua<br />
preservação ao longo das gerações. A noção de desenvolvimento que emana de instituições progressistas é a que foge da univalência do crescimento econômico e adota posições a favor da realização das potencialidades humanas. Desenvolvimento não seria sinônimo, deste modo, de aumento do Produto Interno Bruto, mudança da taxa de juros, alteração do padrão de empréstimos, ou concessão de créditos.</p>
<p>Não se alcançou, até o momento, o estágio desejado e muito menos o ideal normativo, uma vez que as notícias sobre o Ministério da Fazenda continuam encabeçando o que se define como importante dentro da categoria &#8220;Brasil&#8221; ou &#8220;Nacional&#8221; nos meios de comunicação, enquanto a crise financeira recheia os tópicos de &#8220;Internacional&#8221; ou &#8220;Mundo&#8221;, como se tudo estivesse em escombros.</p>
<p>Algumas ações do Mais Cultura envolvem a criação e promoção de bibliotecas e espaços de leitura, cinema, museu indígena, brincadeira e jogos, e microprojetos na Amazônia. Ressalta-se a tendência descentralizadora da produção cultural subjacente neste Programa, que recorda o muito que se produz em todo o Brasil a despeito da representatividade baixa nos meios de<br />
comunicação. Seria pouco ainda se tivéssemos um canal de televisão para expressar as particularidades de cada bairro.</p>
<p>É triste lembrar que vultos de dinheiro público transferem-se a projetos culturais com a intervenção de lóbis infatigáveis através de leis de renúncia fiscal, como as que transformam a corporação transnacional Globo no mecenas do cinema brasileiro, aquele que logra a exibição, depois de tanto suor, nas grandes salas de cinema ao lado dos filmes hollywoodianos. A crítica não desmerece que ela tenha produção de qualidade excelente, não obstante.</p>
<p>O Mais Cultura joga com uma estratégia descentralizadora da produção cultural, traz à cena grupos marginalizados e balança o eixo de poder que determina o que é considerado cultura e o que não é, o que pode-se expressar e o que não pode.</p>
<p>Ainda é cedo para afirmar se houve mudanças estruturais no desenho e na eficácia das políticas culturais no Brasil, mas vale reconhecer que as políticas de Estado (e outros agentes envolvidos) redefinem a importância da cultura e elevam-na em sua pauta de ações.</p>
<p>Por Bruno Peron Loureiro, do Portal Bruno Peron</p>
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