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	<title>Brasil Cultura &#187; História</title>
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		<title>Carnaval no Brasil 2012 &#8211; A festa vai começar!</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:33:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/carnaval-2012.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-16189" title="carnaval 2012" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/carnaval-2012-300x144.png" alt="" width="193" height="90" /></a>E os foliões já podem começar os preparatórios para o <strong>Carnaval de 2012</strong>, que acontecerá na <strong>Data</strong>: 21 de Fevereiro de 2012<strong>, </strong>ainda que, quem goste de carnaval, saiba muito bem que o agito já tem início bem antes dessa <strong>Data Oficial do Calendário de 2012</strong>Nascido na Grécia antiga, em meados de 500 a.c., o Carnaval, depois de ter sua importância por diversos países da Europa (como o famoso Carnaval de Veneza), acabou achando sua verdadeira casa no Brasil, onde foi adotado e popularizado por todas camadas da sociedade em desfiles de Escolas de Samba, festas, Blocos, alegorias e trios elétricos.</p>
<p>Celebrado como o último momento de refastelação da carne antes da quarentena (quarenta dias) que leva à Páscoa, o Carnaval então deixou para trás qualquer outra festa e hoje é, sem dúvida nenhuma, a maior do Brasil.</p>
<p>A maior festa popular do Brasil e uma das mais conhecidas no mundo inteiro, atraindo turistas dos quatro cantos do planeta. No Brasil, a festa geralmente começa na noite da sexta-feira anterior ao início da <strong>Quaresma</strong> e termina normalmente na noite da terça-feira que antecede a quarta-feira de cinzas (que é o primeiro dia da Quaresma no calendário cristão ocidental). Não obstante, em algumas cidades brasileiras a festa se prolonga, muitas vezes estendendo-se até o domingo seguinte à quarta-feira de cinzas. Também é cada vez mais conhecido o <strong>&#8220;Carnaval fora de época&#8221;</strong>, também chamado de &#8220;micareta&#8221;, vocábulo oriundo da palavra francesa &#8220;mi-carême&#8221;, tipo de festa que vai ganhando cada vez mais destaque no Brasil.</p>
<p><strong>Costumes e músicas do Carnaval no Brasil em cada região</p>
<p></strong></p>
<p>O <strong>Carnaval</strong> no Brasil é celebrado de ponta à ponta do país e em cada região assume um formato ligeiramente ou, muitas vezes, bastante diferente, sem nunca perder as suas características principais: a <strong>música</strong>, a <strong>dança</strong>, a <strong>alegria</strong> e a <strong>descontração</strong>.</p>
<p>O mais famoso Carnaval do Brasil é o <span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #000000;">Carnaval do Rio de Janeiro</span></span></span></span>, onde ocorrem os famosos desfiles das <strong>escolas de samba</strong> em uma avenida especialmente preparada para o evento, o <strong>Sambódromo</strong> da <strong>Avenida Marquês de Sapucaí</strong>. Essa avenida conta com arquibancadas para o público e locais reservados para as emissoras de televisão, que transmitem o evento ao vivo para todo o Brasil. Durante os dias do carnaval, por essa avenida desfilam escolas de samba tão famosas como a <strong>Beija-Flor</strong>, a <strong>Mangueira </strong>ou a <strong>Imperatriz Leopoldinense</strong>, entre muitas outras. Aproveite para conhecer esse espetáculo no Carnaval de 2012.</p>
<p>Outra excelente opção é o carnaval da região nordeste do Brasil, especialmente o da cidade de <strong>Salvador</strong>, no estado da <strong>Bahia</strong>. Assim como no Rio de Janeiro, o <span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #000000;">Carnaval de Salvador</span></span></span></span> também começa muito antes da data propriamente dita, com os bailes pré-carnavalescos e os ensaios dos blocos afro e dos &#8220;candomblés de rua&#8221;, também conhecidos como <strong>afoxés</strong>. O Carnaval de Salvador se diferencia por ser comemorado principalmente ao ar livre, em circuitos delimitados que ocupam as ruas mais conhecidas da cidade.</p>
<p>O som e a animação ficam por conta dos <strong>trios elétricos</strong>, enormes caminhões dotados de palco. Nos trios elétricos, cantores e grupos brasileiros tão conhecidos como Ivete Sangalo, Daniela Mercury, Chiclete com Banana, Banda Olodum, Gilberto Gil ou Caetano Veloso são presença constante. A multidão pula e canta, muitas vezes dançando de modo totalmente sincronizado em um show de coreografia incomparável.</p>
<p>Há ainda os carnavais fora de época, para os que pensam que cinco dias por ano é pouco. O mais popular deles acontece em Fortaleza com o nome de <span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #000000;">Fortal</span></span></span></span>, geralmente em julho .</p>
<p><strong>Fantasias e máscaras de Carnaval</p>
<p></strong></p>
<p>A sabedoria popular diz que durante o<strong> </strong>Carnaval,<strong> vale tudo</strong>, são dias livres para fazer o que quiser e se vestir como bem entender. Na verdade esse ditado é seguido pela maioria dos foliões, que se divertem sem regras e sem nenhuma preocupação estética no Carnaval do Brasil.</p>
<p>Mas há os que se preocupem minuciosamente com a <strong>fantasia </strong>e alguns <strong>blocos tradicionais</strong> levam o mesmo estilo de fantasia todos os anos. No <strong>Recife</strong>, os dançarinos de <strong>frevo</strong> não só possuem uma vestimenta típica, como levam suas &#8220;sombrinhas&#8221;, para poder realizar sua dança. Sem falar nos <strong>bonecos gigantes</strong>, que precisam de metros e metros de tecido para seus modelos.</p>
<p>O que conta realmente é a criatividade, seja em elaborados trajes ou simples <strong>máscaras</strong>. Não serão tão sofisticadas como as do <span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #000000;">Carnaval de Veneza</span></span></span></span>, mas cumprirão sua função: fazer que você se sinta, por alguns dias, uma outra pessoa! O Carnaval 2012 está chegando, prepare a sua!</p>
<p><strong>Calendário feriados:</p>
<p></strong></p>
<p>Carnaval 2012: 17 de fevereiro<br />
Carnaval 2013: 08 de fevereiro<br />
Carnaval 2014: 28 de fevereiro<br />
Carnaval 2015: 13 de fevereiro<br />
Carnaval 2016: 05 de fevereiro<br />
Carnaval 2017: 24 de fevereiro<br />
Carnaval 2018: 09 de fevereiro</p>
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		<title>Prêmio Centenário de Luiz Gonzaga</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 11:18:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/luizgonzaga_mat02.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-16173" title="luizgonzaga_mat02" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/luizgonzaga_mat02-219x300.jpg" alt="" width="151" height="195" /></a>O edital que regulamenta o Prêmio Centenário de Luiz Gonzaga foi publicado nesta quinta-feira, 2, no Diário Oficial da União (seção 3, páginas 13 e 14). O concurso será desenvolvido pela Fundação Nacional de Artes (Funarte), vinculada ao Ministério da Cultura, e as inscrições estarão abertas até 19 de março. Aos selecionados serão concedidos 20 prêmios com valores brutos variados, sendo 12 prêmios de R$ 35 mil; cinco prêmios de R$ 50 mil; e três prêmios de R$ 100 mil, totalizando R$ 970 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">Podem participar do processo seletivo pessoas físicas (produtores, músicos ou representantes de grupos musicais) e pessoas jurídicas (empresas ou instituições privadas, com ou sem fins lucrativos, de natureza artística e/ou cultural). O concurso será realizado em duas etapas, que abrangem a triagem dos projetos inscritos e, em seguida, a avaliação das propostas habilitadas durante a triagem. A comissão de seleção será composta por cinco profissionais de larga experiência na área da música. Todos os projetos que receberem premiação terão de ser realizados até o mês de dezembro deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Seleção das propostas</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo do concurso é selecionar projetos de criação, produção e/ou difusão de obras, atividades ou produtos de cunho musical que homenageiem o músico e compositor Luiz Gonzaga (o &#8220;Rei do Baião&#8221;), no centenário de seu nascimento, que será comemorado durante todo o ano de 2012. Nesse contexto, os projetos a serem inscritos poderão ser composições, arranjos, espetáculos, exposições, obras audiovisuais, cancioneiros, livros, discos, sites, revistas, pesquisas, seminários, ciclos de debates, palestras e oficinas.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o regulamento, não só as propostas dedicadas à obra do compositor Luiz Gonzaga poderão ser inscritas, mas também aquelas que se referirem ao seu universo cultural e artístico, englobando os gêneros musicais que consagraram o artista pernambucano, como o baião, o xote e o xaxado. Nesse universo também figuram a sanfona e os sanfoneiros; a cena cultural dos bailes, forrós e feiras do Nordeste, além de outros.</p>
<p style="text-align: justify;">A ficha de inscrição, os documentos e outros materiais solicitados dentro do edital deverão ser enviados, até 19 de março, pelos Correios, em um único envelope, por meio de carta registrada e Aviso de Recebimento para o seguinte endereço:</p>
<p style="text-align: justify;">Prêmio Centenário de Luiz Gonzaga</p>
<p style="text-align: justify;">Centro de Música/Funarte</p>
<p style="text-align: justify;">Rua da Imprensa, nº 16, sala 1.308</p>
<p style="text-align: justify;">CEP: 20030-120 – Rio de Janeiro/RJ</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Luiz Gonzaga</p>
<p style="text-align: justify;">Nascido na cidade de Exu, em Pernambuco, no dia 13 de dezembro de 1912, Luiz Gonzaga, conhecido como o &#8220;Rei do Baião&#8221;, &#8220;Gonzagão&#8221; ou &#8220;Velho Lua&#8221;, foi um artista completo da Música Popular Brasileira. Cantor, compositor, sanfoneiro, criou dezenas de músicas de sucesso, que nunca foram esquecidas ao longo do tempo, como Asa Branca, Assum Preto, Baião, realizadas em parceria com Humberto Teixeira; A Dança da Moda, Cintura Fina, ambas criadas com Zé Dantas; Juazeiro e tantas outras produções que marcaram a sua carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da sanfona, a zabumba, o triângulo e as vestes de cangaceiro também foram características do trabalho de Luiz Gonzaga, que por onde se apresentava, levava a alegria de suas músicas, que tanto ajudaram a difundir, pelo restante do país, os sons musicais do Nordeste e a realidade de toda a Região. O compositor faleceu no dia 2 de agosto de 1989.</p>
<p><a href="http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=02/02/2012&amp;jornal=3&amp;pagina=13&amp;totalArquivos=200">Leia aqui o edital</a></p>
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		<title>Rio Grande do Norte &#8211; Grupo vai às ruas para lembrar fato histórico da Segunda Guerra</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 12:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Parte da história da Segunda Guerra em Natal foi revivida na manhã de ontem, pelas ruas da cidade. O cortejo &#8220;Conferência do Potengi&#8221; ganhou as ruas da cidade refazendo o percurso feito à época do encontro histórico entre os presidentes Franklin Delano Roosevelt e Getúlio Vargas, há 69 anos. A encenação, promovida há quatro anos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/natal.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-16049" title="natal" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/natal-300x200.jpg" alt="" width="195" height="118" /></a>Parte da história da Segunda Guerra em Natal foi revivida na manhã de ontem, pelas ruas da cidade. O cortejo &#8220;Conferência do Potengi&#8221; ganhou as ruas da cidade refazendo o percurso feito à época do encontro histórico entre os presidentes Franklin Delano Roosevelt e Getúlio Vargas, há 69 anos. A encenação, promovida há quatro anos pela Fundação Rampa (Frampa) remonta ao 28 de janeiro de 1943, que marcou a entrada do Brasil no confronto mundial.</p>
<p>A assistente social Maria Lúcia Lira Hipólito da Costa, 84 anos, testemunha do fato histórico, participou da abertura do evento. &#8220;Estava na praça Pio X (onde hoje fica a Catedral Metropolitana) quando Roosevelt e Getúlio passaram acenando&#8221;, relembra. A potiguar considera importante o resgate da memória e cultura do Estado, em eventos como esse. O coronel-aviador Fernando Hipólito da Costa lembra que junto com a guerra e os americanos que aletraram a rotina e costumes dos natalenses um &#8220;falso progresso&#8221; foi implantado na cidade. &#8220;Quando acabou a guerra, todas os pontos comerciais que negociavam com os americanos foram embora com eles&#8221;, disse.</p>
<p>O técnico de informática Emanoel Ricado Calixto, 29 anos, foi surpreendido pelo comboio de carros militares da época, com atores interpretando os dois presidentes, que seguia da Fundação Rampa, em Santos Reis, com destino a Base Aérea de Natal, em Parnamirim. &#8220;Não lembro bem dessa passagem, acho que as escolas ainda tratam nossa história muito por alto. Iniciativas como essa são bem-vindas para despertar o interesse por nossa história&#8221;, disse.</p>
<p><a href="http://tribunadonorte.com.br/noticia/grupo-vai-as-ruas-para-lembrar-fato-historico-da-segunda-guerra/210427">Fonte</a></p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=16048&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Atividades culturais voltadas a Guerra do Contestado</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 10:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As atividades da Fundação Cultural iniciaram com a exposição artística sobre os 100 anos da Guerra do Contestado que serão comemorados neste ano. A exposição que acontece no Museu da Arte de Canoinhas (MAC), ao lado da Fundação Cultural, de segunda a sexta-feira das 12h30 às 17h vai até o dia 31deste mês. De acordo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/guerra-do-contestado.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-16043" title="guerra-do-contestado" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/guerra-do-contestado-300x199.jpg" alt="" width="250" height="163" /></a>As atividades da Fundação Cultural iniciaram com a exposição artística sobre os 100 anos da Guerra do Contestado que serão comemorados neste ano. A exposição que acontece no Museu da Arte de Canoinhas (MAC), ao lado da Fundação Cultural, de segunda a sexta-feira das 12h30 às 17h vai até o dia 31deste mês.<br />
De acordo com Viviane Bueno, diretora da Fundação, a intenção da exposição no mês de janeiro visa atingir os visitantes que vêm a Canoinhas no período de férias para rever familiares e amigos. &#8220;Muitas pessoas ficam dias na cidade e querem frequentar bibliotecas, museus para conhecer a história do município&#8221;, explica. Outra intenção da exposição é divulgar os potenciais turísticos do município por meio da distribuição de fôlderes. &#8220;Também queremos fazer com que os trabalhos de artistas locais e regionais sejam conhecidos&#8221;, destaca. De acordo com Viviane, por meio de uma parceria com a Universidade do Contestado (UnC) através do setor de Extensão e Cultura e do mestrado em Desenvolvimento Regional, a Fundação Cultural fará atividades alusivas aos 100 anos da Guerra do Contestado durante todo o ano de 2012.</p>
<p>AGENDA<br />
Em fevereiro, acontece uma exposição com fotos e objetos antigos que eram utilizados na época de Guerra do Contestado. Ainda em janeiro serão exibidos filmes sobre o Contestado. As sessões gratuitas serão realizadas em parceria com o programa Cine Mais Cultura e acontecerão com agendamento na Fundação Cultural. Na manhã de domingo, 5 de fevereiro, na praça Oswaldo de Oliveira, acontece a Mateada Cultural. Em maio será realizada a 4ª Cavalgada do Contestado. Em julho, acontece o Festival da Canção do Contestado. Em agosto está prevista a Mostra de Dança do Contestado. &#8220;O Governo do Estado, por meio de incentivos federais, tem a intenção de que cada município que faz parte do território onde aconteceu a guerra promova ações de incentivo à cultura em comemoração ao centenário do confronto que marcou a história da região&#8221;, explica. Segundo Viviane, os visitantes, não só os de fora, como também do próprio município, se interessam em conhecer a história do contestado. &#8220;A fé ainda é muito grande nas crenças messiânicas que permearam a Guerra do Contestado&#8221;, diz. De acordo com ela, muitas pessoas ainda param em frente à imagem do monge João Maria ao lado da Fundação Cultural para fazer suas orações.</p>
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		<title>28 de Janeiro Abertura dos Portos</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/28-de-janeiro-abertura-dos-portos-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 12:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[No início do século XIX, Napoleão já se havia proclamado imperador da França. A frota européia encontrava-se bloqueada por sua esquadra (o chamado Bloqueio Continental). Uma aliança, feita entre Portugal e a Grã Bretanha, ou Inglaterra como costumamos chamar, tratava de garantir a proteção desta para Portugal, que não tinha como enfrentar Napoleão. Nessa aliança...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Portos-Brasileios.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16037" title="Portos-Brasileios" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Portos-Brasileios.jpg" alt="" width="300" height="226" /></a>No início do século XIX, Napoleão já se havia proclamado imperador da França. A frota européia encontrava-se bloqueada por sua esquadra (o chamado Bloqueio Continental).</p>
<p>Uma aliança, feita entre Portugal e a Grã Bretanha, ou Inglaterra como costumamos chamar, tratava de garantir a proteção desta para Portugal, que não tinha como enfrentar Napoleão. Nessa aliança anglo-portuguesa, estava o trato de Portugal permitir a abertura dos portos brasileiros às nações amigas. Até então, vigorava a ordem de que somente navios portugueses podiam atracar no Brasil.</p>
<p>O dia 28 de janeiro de 1808, que lembramos como a data dessa abertura, significa que o comércio do Brasil ficava aberto para outros países, sem a intermediação de Portugal.</p>
<div><strong>Vamos saber um pouco mais sobre como isto aconteceu?</strong></div>
<div><strong>Época de revoluções</strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p>O final do século XVIII na Europa foi marcado pelo combate ao chamado Antigo Regime, onde a nobreza se mantinha no topo da sociedade, embora os principais empreendimentos já fossem realizados pela burguesia. Esta não tinha na sociedade e na política a mesma importância que tinha na economia. Alcançar esse poder significava ter que fazer uma revolução.</p>
<p>A burguesia mudava a economia e, no plano das idéias, uma escola filosófica surgiu, conhecida como o iluminismo, fazendo críticas ao Antigo Regime, defendendo um estado liberal, que respeitasse as liberdades individual e econômica, onde a sociedade controlasse o Estado, não ao contrário, como acontecia.</p>
<p>Na América, os Estados Unidos proclamaram a sua independência da Inglaterra. Na Europa, os países absolutistas sentiam-se ameaçados pelo ideal revolucionário francês e por isso combater a França era o principal objetivo.</p>
<div><strong>Por que o Bloqueio Continental</strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p>Apesar da união entre Inglaterra, Prússia, Áustria e Rússia, a todos Napoleão acabou vencendo em terra, todos menos a Inglaterra, uma ilha em situação confortável e com forte poderio naval, contra quem ele lutou e perdeu, na batalha de Trafalgar, em 1805.</p>
<p>Em 1806, para atacar o poderio econômico que era a força de seu principal adversário, Napoleão decretou o Bloqueio Continental: nenhum país podia fazer comércio com a Inglaterra.</p>
<div><strong>A Inglaterra, para vencer as dificuldades impostas, por sua vez, precisava garantir outros mercados.</strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p>Portugal não tinha condições de fazer oposição às ordens de Napoleão, e também não podia abrir mão do apoio da Inglaterra. Ao recusar-se a seguir o bloqueio aos ingleses, Portugal foi invadido em 1807. Antes, a Família Real, seguindo conselhos dos ingleses, transferiu-se com a Corte para o Brasil.</p>
<div><strong>Tratados acabavam incluindo a colônia</strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p>Portugal já vinha assinando vários tratados comerciais com a Inglaterra, desde o Tratado de Methuen, que estabelecia a compra do vinho português pela Inglaterra dando em troca tecidos ingleses. Portugal acabou fazendo maior importação de tecidos do que exportação de seus vinhos, e segundo consta, esse desequilíbrio era compensado com envio de ouro do Brasil (pois era colônia de Portugal) para a Inglaterra.</p>
<div><strong>O texto do Decreto de Abertura dos portos às Nações Amigas</strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p>&#8220;Conde da Ponte, de Meu Conselho, Governador e Capitão General da Capitania da Bahia, Amigo. Eu o Príncipe Regente vos Envio muito saudar, como aquele que Amo. Atendendo a representação, que fizeste subir à Minha Real Presença sobre se achar interrompido, e suspenso o Comércio desta Capitania com grave prejuízo dos Meus Vassalos, e da Minha Real Fazenda em razão das críticas, e públicas circunstâncias da Europa, e Querendo dar sobre este importante objeto alguma providência pronta, e capaz de melhorar o progresso de tais danos: Sou Servido Ordenar interina, e provisoriamente, enquanto não Consolido um Sistema geral, que efetivamente regule semelhantes matérias, o seguinte.</p>
<p>Primo: Que sejam admissíveis nas Alfândegas do Brasil todos e quaisquer Gêneros, Fazendas, e Mercadorias transportadas, ou em Navios Estrangeiros das Potências, que se conservam em Paz, e Harmonia com a Minha Real Coroa, ou em Navios dos Meus Vassalos, pagando por entrada vinte e quatro por cento; a saber: vinte de Direitos grossos e quatro do Donativo já estabelecido, regulando-se a cobrança destes Direitos pelas Pautas, ou Aforamentos, por que até o presente se regulam cada uma das ditas Alfândegas, ficando os Vinhos e as Aguardentes, e Azeites doces, que se denominam Molhados, pagando o dobro dos Direitos, que até agora nelas satisfaziam.</p>
<p>Segundo:Que não só os Meus Vassalos, mas também os sobretidos Estrangeiros possam exportar para os Portos, que bem lhes parecer a benefício do Comércio, e Agricultura, que tanto Desejo promover, todos e quaisquer Gêneros, Produções Coloniais, à exceção do Pau-brasil, ou outros notoriamente estancados, pagando por saída os mesmos Direitos já estabelecidos nas respetivas Capitanias, ficando entretanto como em suspense, e sem vigor todas as Leis, Cartas Régias, ou outras Ordens, que até aqui proibiam neste Estado do Brasil o recíproco Comércio, e Navegação entre os Meus Vassalos, e estrangeiros. O que tudo assim fareis executar com zelo e atividade, que de vós Espero. Escrita na Bahia aos 28 de janeiro de 1808.</p>
<div><strong>ass.: Príncipe &#8211; Para o Conde da Ponte&#8221;</strong></div>
<div><strong>Brasil consumia mais do que exportava</strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p>Após essa abertura, o Rio de Janeiro, sede da Corte, se tornou o mais importante centro de comércio da colônia e no mercado brasileiro entravam maciçamente os produtos britânicos.</p>
<p>As taxas impostas pelos acordos comerciais eram mais favoráveis à Inglaterra, que era também um país mais adiantado, em processo de industrialização e precisava importar muito menos. Portanto acabou acontecendo um desequilíbrio, pois o Brasil comprava mais bens estrangeiros do que exportava os seus, estabelecendo uma outra forma de dominação, a dependência econômica. Para saldar dívidas contraídas, o Brasil precisou pedir empréstimos.</p>
<p>Mesmo assim, a abertura dos portos é considerada como o primeiro passo para a emancipação econômica e por conseqüência para a independência política do Brasil.</p>
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		<title>Correios e MinC assinam acordo para seleção de projetos culturais</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 10:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/correio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16008" title="correio" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/correio.jpg" alt="" width="223" height="150" /></a>Foi assinado um acordo de cooperação entre o Ministério da Cultura e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) para a seleção de projetos culturais que serão patrocinados pelos Correios e avaliados pelo ministério. A assinatura do acordo ocorreu durante a cerimônia de reabertura do Museu Nacional dos Correios.</p>
<p>&#8220;Esse acordo que assinamos hoje é uma iniciativa do Ministério da Cultura em reaproximar das empresas estatais, no que diz respeito ao desenho dos editais e incentivos fiscais da Lei Rouanet, isso faz com que o processo todo seja mais transparente e mais seguro&#8221;, disse o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura, Henilton Parente.</p>
<p>O presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira, falou sobre a importância da reabertura do Museu. &#8220;Essa reabertura do Museu pretende voltar a tratar a memória e a história dos correios de forma a mostrar para a população brasileira como foram os serviços de correio no Brasil que já tem 349 anos&#8221;.</p>
<p>Após a assinatura do acordo, os convidados visitaram três exposição: <em>A Natureza em Selos</em>, que reúne selos brasileiros que retratam a fauna e flora do Brasil, a exposição <em>Mestre de Gravura</em>, uma coleção da Fundação Biblioteca Nacional que apresenta 171 gravuras de alguns dos maiores artistas de todos os tempo e a exposição <em>Correios: um diálogo com Vilém Flusser</em>, inspirada no texto Cartas do próprio pensador.</p>
<p>Inaugurado em 15 de janeiro de 1980, o Museu Postal e Telegráfico da ECT integrou o Roteiro Cultural e Turístico de Brasília durante vinte anos, até seu fechamento para reformas em 2001</p>
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		<title>Cidade de São Paulo comemora 458 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 10:04:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cidade que nunca para, comemora nesta quarta-feira o aniversário de 458 anos. Sua fundação, em 25 de janeiro de 1554, veio após a escalada de um grupo de padres da Companhia de Jesus, da qual faziam parte José de Anchieta e Manoel da Nóbrega, pela serra do mar até o planalto de Piratininga. Na...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/so_paulo_musica.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15992" title="so_paulo_musica" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/so_paulo_musica-300x148.jpg" alt="" width="190" height="92" /></a>A cidade que nunca para, comemora nesta quarta-feira o aniversário de 458 anos. Sua fundação, em 25 de janeiro de 1554, veio após a escalada de um grupo de padres da Companhia de Jesus, da qual faziam parte José de Anchieta e Manoel da Nóbrega, pela serra do mar até o planalto de Piratininga.</p>
<p>Na região, eles encontraram &#8220;ares frios e temperados como os de Espanha&#8221; e &#8220;uma terra sadia, fresca e de boas águas&#8221;, segundo eles mesmos. Do ponto de vista da segurança, a localização topográfica era perfeita, pois situava-se numa colina alta e plana, cercada por dois rios, o Tamanduateí e o Anhangabaú.</p>
<p>Foi aí que o Colégio dos Jesuítas foi fundado e, ao seu redor, começou a construção das primeiras casas do povoado.</p>
<p>Quatrocentos e cinquenta e oito anos depois, São Paulo tornou-se a capital de todos os povos, todas as raças e todos os sotaques. Os problemas, como os de qualquer cidade que cresce rapidamente, são muitos. O trânsito, as enchentes e a violência ainda são os pesadelos dos que vivem aqui.</p>
<p>Atualmente, mais de 19 milhões vivem na capital. E cidade que não dorme é também um caldeirão que transborda cultura. Nesta quarta-feira, a programação cultural em homenagem ao aniversário será ampla.</p>
<p><strong>Os monumentos</strong></p>
<p>A capital paulista também é conhecida por diveros símbolos e verdadeiros cartões-postais. Os prédios altos, arranha-céus, a arquitetura das estações de trem, os museus e parques fazem da grande metrópole um lugar especial.</p>
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		<title>Oswald de Andrade: o culpado de tudo</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 11:11:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu da Língua Portuguesa, instituição da Secretaria de Estado da Cultura convidou o grupo Caixa de Imagens para fazer encerramento da exposição Oswald de Andrade: o culpado de tudo, que termina no dia 29 de janeiro. Uma janela para Oswald é o título do espetáculo que será apresentado pelo Grupo Caixa de Imagens no...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/OSWALD-DE-ANDRADE.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15937" title="OSWALD-DE-ANDRADE" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/OSWALD-DE-ANDRADE-244x300.jpg" alt="" width="166" height="199" /></a>O Museu da Língua Portuguesa, instituição da Secretaria de Estado da Cultura convidou o grupo Caixa de Imagens para fazer encerramento da exposição Oswald de Andrade: o culpado de tudo, que termina no dia 29 de janeiro.</p>
<p>Uma janela para Oswald é o título do espetáculo que será apresentado pelo Grupo Caixa de Imagens no Espaço Café do Museu, nos domingos, dia 22 e 29 de janeiro, das 11h às 15h. A entrada é gratuita e não é necessária a reserva de lugar.</p>
<p>Fundado há 10 anos, o grupo Caixa de Imagens se destaca por sua linguagem cênica diferenciada e única. Os espetáculos duram em média 3 minutos e são apresentados para um único espectador, dentro de uma pequena caixa que se transforma em teatro e palco.</p>
<p>O grupo preparou Uma janela para Oswald especialmente para a mostra temporária do escritor no Museu. Durante 3 minutos muito especiais, a &#8220;platéia&#8221; formada por um espectador irá conhecer um pouco da vida e a obra do grande autor paulistano.</p>
<p>Segundo a direção do grupo &#8220;O espetáculo inspira-se no sopro, ora brisa, ora vendaval, da criatividade poética de Oswald.&#8221; Uma pequena luz representa seu escrever, seu olhar penetrante, surpreendente e irônico sobre o correr da vida em sua dimensão regional-universal. Esta pequena luz é a personagem principal, que como o foco da câmera fotográfica ou cinematográfica, contracena e guia o olhar do espectador.</p>
<p>A concepção e encenação são de Mônica Simões e Carlos Gaúcho</p>
<p><strong><br />
Uma janela para Oswald &#8211; Grupo Caixa de Imagens<br />
</strong>Dias 22 e 29 de janeiro, das 11h às 14h<br />
Espaço Café<br />
<strong>Grátis<br />
</strong><br />
<strong>Museu da Língua Portuguesa<br />
</strong>Praça da Luz, s/nº, Centro<br />
Tel.: (11) 3326-0775<br />
<a href="http://www.museudalinguaportuguesa.org.br/"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">www.museudalinguaportuguesa.org.br</span></span></span></a><br />
Ingresso: R$ 6,00 (pagamento somente em dinheiro).<br />
Estudantes com carteira de estudante do ano e documento de identidade pagam meia-entrada. Crianças com até 10 anos e idosos a partir de 60 anos não pagam ingresso, bem como professores da rede pública. Aos sábados a entrada é franca.</p>
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		<title>Luiz Gama &#8211; Grande Abolicionista.</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 13:16:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 23 de setembro de 1870, 12 anos antes de sua morte, em São Paulo, Luiz Gama legava como herança para o seu único filho, Benedito Graco Pinto da Gama, conselhos e exemplos de vida de um homem que fez de sua existência na terra uma luta constante e incansável pela abolição da escravidão e...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Luiz_Gama.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15928" title="Luiz_Gama" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Luiz_Gama-228x300.jpg" alt="" width="228" height="300" /></a>Em 23 de setembro de 1870, 12 anos antes de sua morte, em São Paulo, Luiz Gama legava como herança para o seu único filho, Benedito Graco Pinto da Gama, conselhos e exemplos de vida de um homem que fez de sua existência na terra uma luta constante e incansável pela abolição da escravidão e pelo fim da monarquia no Brasil. No século XIX, ser negro não era necessariamente sinônimo de ser escravo. Havia africanos livres que vieram para terras brasileiras por conta do comércio transatlântico e aqui viviam, alguns aqui nasciam e permaneciam livres e outros tantos que conseguiram comprar a própria liberdade e até mesmo provar na Justiça que eram livres. Luiz Gama, paradoxalmente, viveu essas duas realidades.</span></span><em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">Revolta dos Malês</span></span></em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">, em 1835, a maior rebelião de escravos do Brasil, e da Sabinada, em 1837, que proclamou a </span></span><em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">República Bahiense</span></span></em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">, era uma verdadeira revolucionária. Devido à participação nessas revoltas, Luiza teve que fugir para o Rio de Janeiro, deixando Gama aos cuidados do pai e sem qualquer informação posterior sobre ela. Por um ano, Luiz Gama viveu sob os cuidados do pai, que o vendeu quando contava dez anos de idade, na condição de escravo, segundo consta, para pagar dívidas de jogo. Foi assim que, da noite para o dia, um ser humano livre e dono de si, tornou-se uma “peça”, um escravo. Daí iniciou a trajetória de superação que faria de Luiz Gama um exemplo para negros e brancos na sua luta obstinada pelo fim da escravidão.</span></span><em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">Primeiras Trovas Burlescas</span></span></em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">, conjunto de poemas líricos e de crítica social e política. A partir da década de 1860, passou a contribuir ativamente em vários jornais da imprensa paulista, entre eles o </span></span><em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">Diabo coxo</span></span></em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;"> (1864-1865) e </span></span><em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">Cabrião</span></span></em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;"> (1866-1865), primeiros periódicos ilustrados de São Paulo, os quais ele ajudou a fundar. Durante sua vida, sempre utilizou da imprensa em prol da causa abolicionista e republicana.</span></span><em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">Ça Ira</span></span></em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">, em 19 de agosto de 1882. No jornal, um artigo de Raul Pompéia tinha como subtítulo a frase de Gama: </span></span><em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">Perante o Direito, é justificável o crime de homicídio perpetrado pelo escravo na pessoa do senhor</span></span></em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">.</span></span><em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">Caifazes</span></span></em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">, movimento radical de libertação de escravos, que organizava fugas coletivas de escravos das fazendas e os encaminhava para o quilombo do Jabaquara, nas cercanias da cidade de Santos.</span></span></span></span></p>
<p>Luiz Gonzaga Pinto da Gama nasceu em Salvador, Bahia, em 21 de julho de 1830, filho de uma negra livre, Luíza Mahin, e de um fidalgo branco de origem portuguesa (cujo nome jamais citou). Gama veio ao mundo na condição de negro livre. Sua mãe, segundo ele mesmo conta, participou da</p>
<p>Na condição de escravo, Gama fora contrabandeado para o Rio de Janeiro onde foi vendido ao negociante, contrabandista e alferes, Antônio Pereira Cardoso e levado para ser revendido em São Paulo. O fato de ser baiano fazia de Gama um escravo indesejado onde quer que fosse colocado à venda. A história de revoltas de escravos na Bahia dava aos negros vindos de lá o título de revoltosos e insubordinados. Foi assim que, não conseguindo vender a criança e outro escravo também baiano a nenhum fazendeiro no estado de São Paulo, restou a Antônio Cardoso levá-los para a sua própria fazenda. O jovem Luiz aprendeu a trabalhar como copeiro e sapateiro, a lavar e consertar roupas.</p>
<p>Aos dezoito anos de idade, Luiz Gama aprendeu a ler e escrever com a ajuda do jovem Antônio Rodrigues do Prado Júnior, que se hospedava na casa de seu senhor. Nessa idade, Gama conseguiu “secretamente”, segundo ele, as provas de sua liberdade. Foge da casa do seu dono e ingressa na Marinha de Guerra, na qual serviu por 6 anos, alcançando a patente de cabo-de-esquadra. Após ato de insubordinação a um oficial, nas suas palavras, insolente, Gama ficou 39 dias preso, sendo expulso em seguida daquela força. Em 1856, torna-se amanuense da Secretaria de Polícia da Província de São Paulo. Gama frequentou, por algum tempo, como ouvinte, a Faculdade de Direito de São Paulo, onde sofreu preconceito e repulsa de professores e estudantes, à época todos brancos e quase sempre de origem aristocrática. Sem diploma de bacharel em Direito, torna-se um rábula e liberta, pela via judicial, mais de 500 escravos do cativeiro. Um feito sem igual na história mundial da advocacia Quando não conseguia libertar um escravo nos tribunais, comprava a alforria com dinheiro arrecadado por ele mesmo através de esmolas, às vezes com a ajuda dos irmãos da Maçonaria ou dos membros do Círculo Operário Italiano.</p>
<p>Poeta, Luiz Gama lança, em 1859, o livro</p>
<p>O prestígio de Gama, amealhado por conta das suas sucessivas vitórias nos tribunais na libertação de cativos, muitos escravizados ilegalmente, ultrapassou as fronteiras de São Paulo atraindo escravos de outras províncias. Nesse período, ele ganhou o epíteto “O terror dos fazendeiros”. Junto ao título de libertador vieram as ameaças de morte por parte daqueles que se sentiam incomodados com a ação de Gama. Foram essas ameaças que o levaram a escrever a carta- herança a seu filho em 1870.</p>
<p>Na esfera política, a luta de Gama caracterizou-se pela defesa de uma república brasileira, os “Estados Unidos do Brasil”. Fez parte da Convenção de Itú em que fora criado o Partido Republicano Paulista (PRP). Consciente de que naquele espaço dominado por fazendeiros e senhores de escravos suas ideias abolicionistas não encontrariam apoio, passou a denunciá-los e condená-los de todas as formas. Apesar das decepções com o PRP, Gama continuou fiel às ideias republicanas.</p>
<p>Com o passar dos anos, o vigor mental do revolucionário abolicionista permanecia irretocável, todavia o seu corpo não mais respondia com tanta vontade. Em 1882, o diabetes já dificultava sua locomoção. Na manhã de 24 de agosto daquele mesmo ano, Gama perdeu a fala e, mesmo diante dos esforços de mais de vinte médicos, faleceu naquela mesma tarde, aos 52 anos de idade.</p>
<p>Nunca antes tinha se visto tamanha quantidade de pessoas em um cortejo fúnebre na cidade de São Paulo. As ruas foram enfeitadas como nas mais importantes datas festivas do ano e o comércio cerrou as portas em sinal de luto. Brancos, negros, pobres e ricos, anônimos e figuras ilustres, muitos foram aqueles que acompanharam o féretro de Luiz Gama. Entre paradas e discursos, o povo conduziu o corpo do herói abolicionista por mais de três horas, de sua casa, onde esteve sendo velado, até o Cemitério da Consolação. Sobre o seu caixão, juraram todos manter viva a luta em favor da abolição da escravidão e pelo fim da monarquia.</p>
<p>Luiz Gama legou à causa antiescravagista o Centro Abolicionista, com forte participação de seu amigo Antônio Bento, que tinha como presidente Alcides Lima. Alguns dias antes de sua morte, foi publicado o primeiro jornal do Centro, o</p>
<p>Sob a inspiração e influência de Luiz Gama, seu amigo, o advogado e maçom Antonio Bento de Souza e Castro organizou os</p>
<p>Luiz Gama, poeta, jornalista e advogado, defensor dos oprimidos, pobre por opção, é o patrono da cadeira nº 15 da Academia Paulista de Letras.</p>
<p><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">Meu filho,<br />
Dize a tua mãe que a ela cabe o rigoroso dever de conservar-se honesta e honrada; que não se atemorize da extrema pobreza que lego-lhe, porque a miséria é o mais brilhante apanágio da virtude.<br />
Tu evitas a amizade e as relações dos grandes homens; porque eles são como o oceano que aproxima-se das costas para corroer os penedos.<br />
Sê republicano, como o foi o Homem-Cristo. Faze-te artista; crê, porém, que o estudo é o melhor entretenimento, e o livro o melhor amigo.<br />
Faze-te apóstolo do ensino, desde já. Combate com ardor o trono, a indigência e a ignorância. Trabalha por ti e com esforço inquebrantável para que este país em que nascemos, sem rei e sem escravos, se chame Estados Unidos do Brasil.<br />
Sê cristão e filósofo; crê unicamente na autoridade da razão, e não te alies jamais a seita alguma religiosa. Deus revela-se tão somente na razão do homem, não existe em Igreja alguma do mundo.<br />
Há dois livros cuja leitura recomendo-te: a Bíblia Sagrada e a Vida de Jesus por Ernesto Renan.<br />
Trabalha e sê perseverante.<br />
Lembra-te que escrevi estas linhas em momento supremo, sob a ameaça de assassinato. Tem compaixão de teus inimigos, como eu compadeço-me da sorte dos meus.<br />
Teu pai, Luiz Gama</span></span></em><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">. (trechos da Carta de Luiz Gama ao filho Benedito Graccho, 1870).</span></span></span></span></p>
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		<title>Carnaval &#8211; A maior Festa Popular do Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 11:54:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Principais-festas-de-Carnaval-no-Brasil.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15884" title="Principais festas de Carnaval no Brasil" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Principais-festas-de-Carnaval-no-Brasil-300x199.jpg" alt="" width="210" height="137" /></a>O Carnaval brasileiro é o mais famoso do planeta e atrai milhares de turistas todos os anos. As opções de diversão na maior festa popular nacional são muitas. Os suntuosos desfiles das escolas de samba têm início em São Paulo, na sexta-feira e no sábado de Carnaval. Domingo e segunda-feira é a vez das principais agremiações cariocas desfilarem na Sapucaí.</p>
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<p>A população pode acompanhar os desfiles das arquibancadas e camarotes dos sambódromos, de onde é possível ver de perto o brilho das alegorias e sentir o coração pulsar junto à bateria. O resultado da competição é divulgado na terça-feira de Carnaval, na capital paulista, e na quarta-feira de Cinzas, no Rio.</p>
<h3>Carnaval de rua</h3>
<p>O Carnaval de rua é a maneira mais tradicional de aproveitar a folia e acontece em grande parte das cidades brasileiras. Blocos e bandas de carnaval se apresentam com seus hinos e marchinhas características nas capitais e no interior.</p>
<p>No Rio, alguns dos tradicionais blocos de rua são o <a href="http://www.cordaodabolapreta.com.br/" target="_blank">Cordão da Bola Preta</a>, o Suvaco de Cristo, Bafo da Onça e Cacique de Ramos. Outros exemplos são o <a href="http://www.paraty.com.br/blocodalama" target="_blank">Bloco da Lama</a> em Parati (RJ), com foliões que brincam lambuzados de lama, o Carnaval de São Luís do Paraitinga (SP), que preserva a competição anual de marchinhas, e o Carnaval de Diamantina (MG), nas ruas e becos do centro histórico da cidade mineira.</p>
<h3>Axé</h3>
<p>No Carnaval da Bahia, a principal atração são os trios elétricos, idealizados pela dupla Dodô e Osmar, que atualmente contam com enormes veículos revestidos com potentes equipamentos de som. Pelos circuitos do Centro Histórico, Barra-Ondina e Campo Grande &#8211; Avenida, artistas consagrados do Axé Music, como Chiclete com Banana, Asa de Águia e Ivete Sangalo, comandam a folia em diferentes blocos, que recebem nomes específicos.</p>
<p>A passagem dos trios nas ruas pode ser acompanhada mesmo pelos foliões que não possuem o abadá (vestimenta que identifica os integrantes de um bloco) e ficam na “pipoca”, ou, seja, no meio do povo.</p>
<p>Durante os dias de festa, outra atração de Salvador são os blocos afros e afoxés, como <a href="http://www.ileaiye.org.br/" target="_blank">Ilê Ayiê</a>, Badauê, Filhos de Gandhy, Olodum e o <a href="http://www.muzenza.com.br/" target="_blank">Muzenza</a>, que resgatam a herança africana em seus adereços, cantorias e tambores.</p>
<h3>Frevo</h3>
<p>O maior bloco de Carnaval do mundo, o <a href="http://www.galodamadrugada.org.br/" target="_blank">Galo da Madrugada</a>, surgiu nas ruas de Recife. Ele se apresenta no sábado de Carnaval, ou Sábado de Zé Pereira, ao som do frevo – acelerado ritmo musical que mobiliza multidões, com destaque para os passistas de movimentos acrobáticos e sombrinhas coloridas.</p>
<p>A festa na capital pernambucana ainda é marcada por espetáculos culturais gratuitos com grandes nomes da música brasileira, que se dividem em diferentes palcos oficiais. A tradicional apresentação de batuqueiros dos maracatus com o mestre Naná Vasconcelos marca a folia.</p>
<p>O frevo também dá o tom nas músicas e danças de Olinda. Entidades carnavalescas tradicionais até hoje se apresentam na cidade, como o Clube Carnavalesco Misto Lenhadores, de 1907, e o Clube Carnavalesco Misto Vassourinhas, de 1912. O ritmo ainda convive de maneira harmoniosa com outras manifestações culturais da cidade, como o maracatu, o samba, o manguebeat e outros gêneros musicais.</p>
<p>Outro marco da festa em Olinda são os famosos bonecos gigantes e coloridos, que se misturam à população pelas ruas e ladeiras da Cidade Alta, encarnando tipos populares e personagens inspirados no noticiário. O mais conhecido deles é o “Homem da Meia-Noite”, que está nas ruas desde 1932 e é responsável por dar início à folia, na meia-noite de sábado. Na Terça-Feira Gorda, todos os bonecões se reúnem entre os largos do Guadalupe e do Varadouro.</p></div>
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