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	<title>Brasil Cultura &#187; Hermes da Fonseca</title>
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		<title>18 do Forte</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 22:37:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[História]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5482" title="18-do-forte-historia-brasil-cultura" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2009/07/18-do-forte-historia-brasil-cultura-300x222.jpg" alt="18-do-forte-historia-brasil-cultura" width="300" height="222" />Ao se aproximar a sucessão presidencial de Epitácio Pessoa, em 1922, aguçaram-se as contradições entre o Exército e as oligarquias dominantes. O Exército já guardava ressentimento contra Epitácio, que havia nomeado o civil Pandiá Calógeras para o Ministério da Guerra. As coisas pioraram quando, em outubro de 1921, a imprensa divulgou cartas supostamente escritas pelo candidato oficial, Artur Bernardes, contendo acusações ao Exército e ofensas ao marechal Hermes da Fonseca, presidente do Clube Militar.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;">Em março de 1922, apesar da oposição, Artur Bernardes foi eleito presidente da República. Sua posse estava marcada para novembro. Em junho, o governo, ainda chefiado por Epitácio, interveio na sucessão estadual de Pernambuco e foi duramente criticado pelo marechal Hermes da Fonseca. Em reação, Epitácio, ordenou a prisão do marechal e o fechamento do Clube Militar, no dia 2 de julho de 1922.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;">Na madrugada de 5 de julho, a crise culminou com uma série de levantes militares. Na capital federal, levantaram-se o forte de Copacabana, guarnições da Vila Militar, o forte do Vigia, a Escola Militar do Realengo e o 1° Batalhão de Engenharia; em Niterói, membros da Marinha e do Exército; em Mato Grosso, a 1ª Circunscrição Militar, comandada pelo general Clodoaldo da Fonseca, tio do marechal Hermes. No Rio de Janeiro, o movimento foi comandado pelos &#8220;tenentes&#8221;, uma vez que a maioria da alta oficialidade se recusou a participar do levante.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;">Os rebeldes do forte de Copacabana dispararam seus canhões contra diversos redutos do Exército, forçando inclusive o comando militar a abandonar o Ministério da Guerra. As forças legais revidaram, e o forte sofreu sério bombardeio. O ministro da Guerra, Pandiá Calógeras, empreendeu em vão várias tentativas no sentido de obter a rendição dos rebeldes.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;">Finalmente, no início da tarde do dia 6 de julho, ante a impossibilidade de prosseguir no movimento, os revoltosos que permaneciam firmes na decisão de não se renderem ao governo abandonaram o forte e marcharam pela avenida Atlântica de encontro às forças legalistas. A eles aderiu o civil Otávio Correia, até então mero espectador dos acontecimentos.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;">Conhecidos como os 18 do Forte &#8211; embora haja controvérsias quanto a seu número, pois os depoimentos dos sobreviventes e as notícias da imprensa da época não coincidem -, os participantes da marcha travaram tiroteio com as forças legais. Os tenentes Siqueira Campos e Eduardo Gomes sobreviveram com graves ferimentos. Entre os mortos, estavam os tenentes Mário Carpenter e Newton Prado.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0.5cm;">Em 15 de novembro de 1922, Artur Bernardes assumiu a presidência da República sob estado de sítio , decretado por ocasião do levante de julho.</p>
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