<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Brasil Cultura &#187; folclore brasileiro</title>
	<atom:link href="http://www.brasilcultura.com.br/tag/folclore-brasileiro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.brasilcultura.com.br</link>
	<description>O portal da cultura brasileira</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 13:57:32 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1.2</generator>
		<item>
		<title>As lendas brasileiras &#8211; Folclore</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/antropologia/as-lendas-brasileiras-folclore/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/antropologia/as-lendas-brasileiras-folclore/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 20:59:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Folclore]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[folclore brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=9156</guid>
		<description><![CDATA[ O folclore brasileiro é rico em lendas, geralmente associadas à natureza. Algumas dessas histórias chegaram aqui com os povos que colonizaram nossas terras, como os portugueses. Outras nasceram com os índios, súditos por excelência da mãe Natureza. As lendas são histórias populares, que vão passando de geração em geração através de narrativas orais ou escritas....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/lendas011.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9158" title="lendas01" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/lendas011.jpg" alt="lendas01" width="219" height="259" /></a> O folclore brasileiro é rico em lendas, geralmente associadas à natureza. Algumas dessas histórias chegaram aqui com os povos que colonizaram nossas terras, como os portugueses. Outras nasceram com os índios, súditos por excelência da mãe Natureza.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">As lendas são histórias populares, que vão passando de geração em geração através de narrativas orais ou escritas.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">A Erva-Mate<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/erva-mate.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9159" title="erva mate" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/erva-mate.jpg" alt="erva mate" width="225" height="180" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> <span lang="pt-BR">Diz a lenda que toda tribo tinha partido para a guerra. Mas um homem, por causa de sua idade avançada, teve que ficar. E ele ficou chorando no alto de uma colina, vendo os jovens guerreiros partirem. Ele se lembrava de quando ele era um valente guerreiro e como, agora, estava fraco e envelhecido. Sua única alegria era sua filha Iari. Ela já tinha recusado muitos pedidos de casamento para ficar ao lado do velho pai. Um dia, chegou ao rancho do velho guarani um viageiro estranho: com roupas coloridas e olhos lembrando o azul do céu longínquo. O velho logo percebeu que o homem vinha de muito longe e recebeu o viageiro com amizade. Iari foi buscar os melhores frutos da floresta e o mel mais doce das abelhas. O velho índio, com os olhos cerrados para melhor lembrar histórias de um mundo afastado no tempo, recordava episódios de sua mocidade. Tudo era feito para que as horas que o estrangeiro passasse naquele rancho fossem agradáveis. No outro dia, com o sol raiando, o viajante já estava pronto para partir. Dirigiu-se então ao velho índio e disse: &#8211; Você é uma pessoa muito boa. E a sua bondade merece ser recompensada. Eu sou um mensageiro de Tupã, espírito do bem. Pede o que quiser e eu lhe darei. &#8211; Nada mereço pelo que fiz, senhor! &#8211; respondeu o guarani. Mas gostaria de um companheiro para a minha velhice, para que minha filha Iari pudesse casar e formar sua própria família. É só o que eu peço: um amigo fiel que fique comigo e me dê ânimo. O mensageiro de Tupã sorriu. Em suas mãos brilhava uma planta repleta de folhagens verdes. O viageiro entregou a planta ao velho e disse: &#8211; Deixa crescer esta planta e bebe de suas folhas que</span> <span lang="pt-BR">você vai ter o companheiro que tanto deseja. Esta erva traz em si a força de Tupã e trará conforto para todos os homens de tua tribo. E Iari será a protetora das florestas. As caminhadas de guerra serão menos cansativas e os dias de descanso mais felizes. E desde então, Caá-Iari é senhora dos ervais e deusa dos ervateiros. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/mandioca.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9160" title="mandioca" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/mandioca.jpg" alt="mandioca" width="298" height="242" /></a>A Mandioca</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span lang="pt-BR">Em uma certa tribo indígena a filha do cacique ficou grávida. Quando o cacique soube deste fato ficou muito triste, pois sonhava que a sua filha iria se casar com um forte e ilustre guerreiro, no entanto, ela estava esperando um filho de um desconhecido. À noite, o cacique sonhou que um homem branco aparecia em sua frente e dizia para que ele não ficasse triste, pois sua filha não o enganará, ela continuava sendo pura. A partir deste dia o cacique voltou a ser alegre e a tratar bem sua filha. Algumas luas se passaram e a índia deu</span> <span lang="pt-BR">a luz a uma linda menina de pele muito branca e delicada, que recebeu o nome de MANI. Mani era uma criança muito inteligente e alegre, sendo muito querida por todos da tribo. Um dia, em uma manhã ensolarada, Mani não acordou cedo como de costume. Sua mãe foi acordá-la e a encontrou morta. A índia desesperada resolveu enterrá-la dentro da maloca. Todos os dias a cova de Mani era regada pelas lágrimas saudosas de sua mãe. Um dia quando a mãe de Mani foi até a cova para regá-la novamente com suas lágrimas, percebeu que uma bela</span> <span lang="pt-BR">planta havia nascido naquele local. Era uma planta totalmente diferente das demais e desconhecida de todos os índios da floresta. A mãe de Mani começou a cuidar desta plantinha com todo carinho, até que um dia percebeu que a terra à sua volta apresentava rachaduras. A índia imaginou que sua filha estava voltando á vida e, cheia de esperanças, começou a cavar a terra. Em lugar de sua querida filhinha encontrou raízes muito grossas, brancas como o leite, que vieram a tornar-se o alimento principal de todas as tribos indígenas. Em sua homenagem deram o nome de MANDIOCA, que</span> <span lang="pt-BR">quer dizer Casa de Mani. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">MuiraQuitã<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/muiraquita.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9161" title="muiraquita" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/muiraquita.jpg" alt="muiraquita" width="289" height="330" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> <span lang="pt-BR">Antigamente havia uma tribo de mulheres guerreiras, as ICAMIABAS, que não tinham marido e não deixavam ninguém se aproximar de sua taba. Manejavam o arco e a flecha com uma perícia extraordinária. Parece que Iací , a lua, as protegia. Uma vez por ano recebiam em sua taba os guerreiros Guacaris, como se fossem seus maridos. Se nascesse uma criança masculina era entregue aos guerreiros para criá-los, se fosse uma menina ficavam com ela. Naquele dia especial, pouco antes da meia &#8211; noite, quando a lua estava quase a pino, dirigiam-se em procissão para o lago, levando nos ombros potes cheios de perfumes que derramavam na água para o banho purificador. À meia- noite mergulhavam no lago e traziam um barro verde, dando formas variadas: de sapo, peixe, tartaruga e outros animais. Mas é a forma de sapo a mais representada por ser a mais original. Elas davam aos Guacaris, que traziam pendurados em seu pescoço, enfiados numa trança de cabelos das noivas, como um amuleto. Até hoje acredita-se que o Muiraquitã traz felicidades a quem o possui, sendo, portanto, considerado como um amuleto de sorte. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/diamante-potira.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9162" title="diamante potira" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/diamante-potira.jpg" alt="diamante potira" width="162" height="220" /></a>Os Diamantes</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span lang="pt-BR">Segundo a lenda, um casal de índios vivia, juntamente com sua tribo, à beira de um rio da região Centro-Oeste. Ele, um guerreiro poderoso e valente, chamava-se Itagibá, que significa &#8220;braço forte&#8221;. Ela, uma jovem e bela moça, tinha o nome de Potira, que quer dizer &#8220;flor&#8221;. Viviam os dois muito felizes, quando sua tribo foi atacada por outros selvagens da vizinhança. Começou a guerra e Itagibá teve que acompanhar os outros guerreiros que iam lutar contra o inimigo. Quando se despediram, Potira não deixou cair uma só lágrima, mas seguiu, com o olhar muito triste, o marido que</span> <span lang="pt-BR">se afastava em sua canoa que descia o rio. Todos os dias, Potira, com muita saudade, ia para a margem do rio, esperar o esposo. Passou-se muito tempo. Quando os guerreiros da tribo regressaram à sua taba, Itagibá não estava entre eles. Potira soube, então, que seu marido morreu lutando bravamente. Ao receber essa notícia, a jovem índia chorou muito. E passou o resto da vida a chorar. Tupã, o deus dos indíos, ficou com dó e transformou as lágrimas de Potira em diamantes, que se misturaram com a areia do rio. É por isso, dizem, que os diamantes</span> <span lang="pt-BR">são encontrados entre os cascalhos e areias do rio. Os diamantes são as lágrimas de saudade e de amor da índia Potira. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">O Fogo<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/lenda-do-fogo-Minara.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9163" title="lenda do fogo Minara" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/lenda-do-fogo-Minara.jpg" alt="lenda do fogo Minara" width="270" height="320" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> <span lang="pt-BR">Esta lenda e representada por Minarã, índio que guardava somente para si os segredos do fogo e somente havia uma lareira em toda a terra conhecida pelos Caiangangues. A luz e o calor vinham só do sol. Não havia recurso contra o frio e os alimentos eram comidos crus. Sua cabana era constantemente vigiada e sua filha, Iaravi, era quem mantinha o fogo sempre aceso. Os Caiangangues, porém, não desistiam de saber o segredo do fogo também. Necessitavam do fogo para sua sobrevivência e não se conformavam com a atitude egoísta de Minarã. Foi assim que Fiietó, inteligente e astuto jovem da tribo, decidiu tirar de Miranã o segredo do fogo. Transformado em gralha branca- Xakxó- partiu voando para o local da cabana e viu que Iaravi banhava-se na águas do Gôio-Xopin, rio largo e translúcido. Fiietó lançou-se no rio e deixou-se levar pela correnteza disfarçado de gralha. A jovem índia fez o que Fiietó previa. Pegou a gralha e levou-a para dentro da cabana e colocou-a junto à lareira. Quando secou suas penas, a gralha pegou uma brasa e fugiu. Minarã, sabendo do ocorrido, perseguiu a gralha que se escondeu numa toca entre as</span> <span lang="pt-BR">pedras. Minarã chuçou a toca até que viu a vara ficar manchada de sangue. Pensando que havia matado Xakxó, regressou contente à sua cabana. De fato, a vara ficou manchada de sangue porque Fiietó, esperto, esmurrara seu próprio nariz para enganar o índio egoísta. Saindo de seu esconderijo, a gralha voou até um pinheiro. Ali reacendeu a brasa quase extinta e com ela incendiou um ramo de sapé levando-o também no bico. Mas com o vento, o ramo incendiou-se cada vez mais e, pesado, caiu do bico de Xakxó. Ao cair atingiu o campo e propagou-se para as</span> <span lang="pt-BR">matas e florestas distantes. Veio a noite e tudo continuou claro como o dia. Foi assim dias e dias. De todas as partes vieram índios que nunca tinham visto tamanho espetáculo e cada um levou brasas e tições para suas casas. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/peixe-boi.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9164" title="peixe boi" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/peixe-boi.jpg" alt="peixe boi" width="186" height="260" /></a>O Peixe-Boi</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> <span lang="pt-BR">Para explicar a origem do Peixe-Boi os índios contavam uma lenda que dizia que em uma certa tribo indígena, habitante do vale do Rio Solimões, no Amazonas, foi realizada uma grande festa da moça nova e pela ação de Curumi. O pajé mandou que a moça nova e o Curumi mergulhassem nas águas do rio. Quando mergulharam o pajé jogou, em cima de cada um deles, uma tala de canarana. Quando voltaram à tona já haviam se transformado em PEIXE-BOI.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">A partir deste casal nasceram todos os outros peixes-boi. É por esse motivo que eles se alimentam de canarana.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Os Rios<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/lenda-do-rio-.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9165" title="lenda-do-rio-" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/lenda-do-rio-.jpg" alt="lenda-do-rio-" width="300" height="295" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">A origem dos rios Xingu e Amazonas também faz parte do imaginário indígena. Dizem que antigamente era tudo seco. Juruna morava dentro do mato e não tinha água nem rio. Juriti era a dona da água, que a guardava em três tambores.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Os filhos de Cinaã estavam com sede e foram pedir água para o passarinho, que não deu e disse: &#8220;Seu pai é Pajé muito grande, porque não dá água para vocês?&#8221; Aí voltaram para casa chorando muito. Cinaã perguntou porque estavam chorando e eles contaram.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Cinaã disse para eles não irem mais lá que era perigoso, tinha peixe dentro dos tambores. Mas eles foram assim mesmo e quebraram os tambores. Quando a água saiu, Juriti virou bicho. Os irmãos pularam longe, mas o peixe grande que estava lá dentro engoliu Rubiatá (um dos irmãos) , que ficou com as pernas fora da boca.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Os outros dois irmãos começaram a correr e foram fazendo rios e cachoeiras. O peixe grande foi atrás levando água e fazendo o rio Xingu. Continuaram até chegar no Amazonas. Lá os irmãos pegaram Rubiatá, que estava morto. Cortaram suas pernas, pegaram o sangue e sopraram. Rubiatá virou gente novamente. Depois eles sopraram a água lá no Amazonas e o rio ficou muito largo. Voltaram para casa e disseram que haviam quebrado os tambores e que teriam água por toda a vida para beber.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Tamba-Taja<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/tamba-taja.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9167" title="tamba taja" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/tamba-taja.jpg" alt="tamba taja" width="240" height="150" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> <span lang="pt-BR">Na tribo Macuxi havia um índio forte e muito inteligente. Um dia ele se apaixonou por uma bela índia de sua aldeia. Casaram-se logo depois e viviam muito felizes, até que um dia a índia ficou gravemente doente e paralítica. O índio Macuxi, para não se separar de sua amada, teceu uma tipóia e amarrou a índia à sua costa, levando-a para todos os lugares em que andava. Certo dia, porém, o índio sentiu que sua carga estava mais pesada que o normal e, qual não foi sua tristeza, quando desamarrou a tipóia e constatou que a sua esposa tão querida estava morta. O índio foi à floresta e cavou um buraco à beira de um igarapé. Enterrou-se junto com a índia, pois para ele não havia mais razão para continuar vivendo. Algumas luas se passaram. Chegou a lua cheia e naquele mesmo local começou a brotar na terra uma graciosa planta, espécie totalmente diferente e desconhecida de todos os índios Macuxis. Era a TAMBA-TAJÁ, planta de folhas triangulares, de cor verde escura, trazendo em seu verso uma outra folha de tamanho reduzido, cujo formato se assemelha ao órgão genital feminino. A união das duas folhas simboliza</span> <span lang="pt-BR">o grande amor existente entre o casal da tribo Macuxi. O caboclo da Amazônia costuma cultivar esta curiosa planta, atribuindo a ela poderes místicos. Se, por exemplo, em uma determinada casa a planta crescer viçosa com folhas exuberantes, trazendo no seu verso a folha menor, é sinal que existe muito amor naquela casa. Mas se nas folhas grandes não existirem as pequeninas, não há amor naquele lar. Também se a planta apresenta mais de uma folhinha em seu verso, acredita-se então que existe infidelidade entre o casal. De qualquer modo, vale a pena cultivar em casa um pezinho de</span> <span lang="pt-BR">TAMBA-TAJÁ. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span lang="pt-BR">Diz a lenda que uma linda jovem da cidade de Anan tinha como diversão predileta fazer penar duras paixões em numerosos admiradores. Por um sorriso de Hoan-Lan, era este o seu nome, o jovem Kien-Su tinha cinzelado o ouro mais fino e trabalhado com infinita paciência as mais lindas pegas de jade. Depois de adornar-se com todos os presentes, a ingrata Hoan-Lan riu-se do rapaz. Desesperado, Kien-Su acabou com a própria vida, jogando-se no Rio Vermelho. Assim foi com vários pretendentes, como o pintor Nzuyen-Ba, que penetrou selva adentro, Ma-Da, que se envenenou e Cunz-Lie, que enlouqueceu. Todos por terem sido desprezados por Hoan-Lan. Um certo dia, o poderoso deus das cinco flechas decidiu castigar a maldade da bela mulher. O castigo escolhido foi fazer com que ela se apaixonasse perdidamente pelo belo Mun-Say. E assim aconteceu: em seu leito de nácar e sedas bordadas, Hoan-Lan desesperava-se com a indiferença de Mun-Say, que sempre respondia: &#8211; Não me interessas, rapariga. És como todas as outras, não serve nem para atar as fitas da sandália da mulher que amo. Perturbada, Hoan-Lan foi procurar o deus da montanha de Tan-Vien, no meio de uma</span> <span lang="pt-BR">noite escura. Ao chegar junto ao trono de ônix do poderoso gênio, ela prostrou-se e implorou: &#8211; Cura-me pois sofro horrorosamente. Amo Mun-Say e ele me despreza. &#8211; É justo o castigo, respondeu o gênio, porque tens feito o mesmo aos teus apaixonados. Vai-te daqui. Nada conseguirá. Na saída do templo, Hoan-Lan encontrou-se com uma bruxa de pés de cabra. &#8211; Formosa jovem, disse a bruxa, sei que és muito desgraçada. Queres vingar-te de Mun-Say? Vende-me tua alma e juro-te que mesmo que nunca te ame, Mun-Say não amará outra mulher. Hoan-Lan aceitou o contrato. A bruxa fez um feitiço com uma folha de palmeira e enterrou-a. Pronunciou então umas palavras desconhecidas e desapareceu. Um dia, vendo de longe seu amado Mun-Say, Hoan-Lan correu para ele e, quando se preparava para abraçá-lo, o jovem transformou-se numa árvore de ébano. Nesse momento, apareceu a bruxa que, soltando uma gargalhada, disse a Hoan-Lan. &#8211; Dessa maneira, o teu amado, embora nunca te ame, jamais será de outra mulher. &#8211; Bruxa infame, exclamou a jovem, que fizeste ao meu adorado? Devolva-me ou mate-me. &#8211; Contratos são contratos, replicou a bruxa. Cumpri o que prometi. Tua alma me pertence. E, soltando uma última gargalhada, desapareceu. Hoan-Lan caiu chorando ao pé da árvore: &#8220;Perdoa-me, Mun-Say. Tenha para mim uma só palavra de amor, de indulgência, de compaixão. Não vês como me arrasto a teus pés, como sofro?&#8221; Mas a árvore nada respondia. Ela ficou parada ali durante muito tempo. Um dia, passou por lá um gênio que se compadeceu de sua dor. Acercando-se dela, colocou um dedo em sua testa e disse: &#8211; Mulher, procedeste muito mal, mas tua dor purificou tua alma. Estás perdoada e vai deixar de sofrer. Antes que a bruxa venha buscar tua alma, vou converter-te numa flor. Ficarás sendo, no entanto, esquisita e requintada, revelando o que foi tua vida maldosa. Quem vir tuas pétalas facilmente adivinhará o que foi teu espírito caprichoso, volúvel e cruel, a tua preocupação constante com a elegância. Concedo-te um bem: não te separarás do bem que adoras e viverás de tua seiva, parasita do teu amado. Enquanto o gênio falava, a túnica rósea de Hoan-Lan ia empalidecendo e tomando uma delicada cor lilás. Os olhos da jovem brilhavam como pontos de ouro e suas carnes tomaram a tonalidade de nácar. Os seus formosos braços enrolaram-se</span> <span lang="pt-BR">na árvore, numa derradeira súplica. E foi assim que apareceu a primeira orquídea no mundo. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">A Lua<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/ENAMORADO-DA-LUA1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9169" title="Lenda da Lua" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/ENAMORADO-DA-LUA1.jpg" alt="Lenda da Lua" width="321" height="275" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> <span lang="pt-BR">Naquele tempo não existiam estrelas ou lua. E a noite era tão escura que todos se encolhiam dentro de casa com medo dela. Na tribo, só uma índia não tinha medo. Ela era uma índia clara e muito bonita, mas era diferente das outras. E por ser diferente, nenhum índio queria namorar com ela, e as índias não conversavam com ela. Sentindo-se só, começou a andar pelas noites. Todos ficavam surpresos com aquilo, e quando ela voltava, dizia a todos que não havia perigo. Mas havia outra índia, feia e escura, que ficou com inveja da índia clara. E</span> <span lang="pt-BR">por isso, tentou sair uma noite também. Mas não conseguiu enxergar na escuridão e tropeçou nas pedras, cortou os pés nos gravetos e se assustou com os morcegos. Cheia de raiva, foi conversar com a cascavel. &#8211; Cascavel, quero que morda o calcanhar da índia branca para que ela fique escura, feia e velha, e que ninguém mais goste dela. Na mesma hora, a cascavel se pôs a esperar a índia clara. Quando ela passou, deu o bote. Mas a índia tinha os pés calçados com duas conchas e os dentes da cobra se quebraram. A cobra começou a amaldiçoá-la</span> <span lang="pt-BR">e a índia perguntou porque ia fazer aquilo com ela. A cascavel respondeu: &#8211; Porque a índia escura mandou. Ela não gosta de você e quer que você fique escura, feia e velha. A índia branca ficou muito triste com tudo aquilo. Não poderia viver com pessoas que não gostassem dela. E não agüentava mais ser diferente dos outros índios, tão branca e sem medo do escuro. Então, fez uma linda escada de cipós e pediu para que sua amiga coruja a amarasse no céu. Subiu tanto, que ao chegar ao céu estava exausta. Então dormiu numa nuvem e se transformou num belíssim astro redondo e iluminado. Era a lua. A índia escura olhou para ela e ficou cega. Foi se esconder com a cascavel em um buraco. E os índios adoraram a lua, que iluminava suas noites, e sonharam em construir outra escada para poder ir ao céu encontrar a bela índia. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/lacai1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9171" title="acai" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/lacai1.jpg" alt="acai" width="200" height="308" /></a>O Açai</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span lang="pt-BR">Há muito tempo atrás, quando ainda não existia a cidade de Belém, vivia neste local uma tribo indígena muito numerosa. Como os alimentos eram escassos, tornava-se muito difícil conseguir comida para todos os índios da tribo. Então o cacique Itaki tomou uma decisão muito cruel. Resolveu que a partir daquele dia todas as crianças que nascessem seriam sacrificadas para evitar o aumento populacional de sua tribo. Até que um dia a filha do cacique, chamada IAÇÃ, deu à luz uma bonita menina, que também teve de ser sacrificada. IAÇÃ ficou desesperada, chorava todas as noites de saudades de sua filhinha. Ficou vários dias enclausurada em sua tenda e pediu à Tupã que mostrasse ao seu pai outra maneira de ajudar seu povo, sem o sacrifício das crianças. Certa noite de lua IAÇÃ ouviu um choro de criança. Aproximou-se da porta de sua oca e viu sua linda filhinha sorridente, ao pé de uma esbelta palmeira. Inicialmente ficou estática, mas logo depois, lançou-se em direção à filha, abraçando &#8211; a . Porém misteriosamente sua filha desapareceu. IAÇÃ, inconsolável, chorou muito até desfalecer. No dia seguinte seu corpo foi encontrado abraçado ao tronco da palmeira, porém no rosto trazia ainda um sorriso</span> <span lang="pt-BR">de felicidade e seus olhos negros fitavam o alto da palmeira, que estava carregada de frutinhos escuros. Itaki então mandou que apanhassem os frutos em alguidar de madeira, obtendo um vinho avermelhado que batizou de AÇAÍ, em homenagem a sua filha (IAÇÃ invertido). Alimentou seu povo e, a partir deste dia, suspendeu sua ordem de sacrificar as crianças. </span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">O guaraná<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/lenda-do-guarana.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-9172" title="lenda-do-guarana" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/lenda-do-guarana.jpg" alt="lenda-do-guarana" width="350" height="250" /></a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span lang="pt-BR">É representada por uma criança que uma tribo de índios da Amazônia que acreditava era conhecida por ter muitos índios fortes e corajosos, por sempre ter muita caça e uma plantação maravilhosa. Os índios da tribo eram muito felizes, e acreditavam que toda aquela sorte era por causa do jovem filho do cacique. A criança era cercada de cuidados e sempre tinha gente vigiando para que nenhum mal lhe acontecesse. Mas um dia, os guerreiros se descuidaram e o menino saiu para brincar na floresta. Índios de uma tribo inimiga, com muita inveja da sorte dos índios da outra aldeia, aproveitaram a situação e chamaram o espírito do mal, Jurupaí. &#8211; Jurupaí, espírito do mal! Nós precisamos de sua ajuda. &#8211; E o que vocês querem de mim? &#8211; Queremos que acabe com a felicidade daquela tribo inimiga. Mate o indiozinho filho do cacique! Jurupaí, que adorava fazer o mal, transformou-se em cobra, procurou o menino e o picou. Os índios encontraram-no morto, e choraram muito sua perda. Tristes, chemaram por Tupã, espírito do bem. Tupã escutou as lamentações e veio em socorro da tribo. &#8211; Vocês me chamaram e eu vim. Não se entristeçam por causa da morte do indiozinho. Plantem seus olhos na terra fofa e reguem com suas lágrimas. Assim, o menino, e a sorte que ele trazia, continuarão com vocês! Assim os índios fizeram. Em poucos dias, nasceu um plantinha travessa, que logo cresceu e deu frutos. E seus frutos pareciam os olhos do pequeno menino. Aquela frutinha continuou dando sorte para a tribo, fortalecendo os fracos, conservando os jovens e rejuvenescendo os velhos. Era o guaraná.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=9156&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/antropologia/as-lendas-brasileiras-folclore/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Folclore &#8211; Comidas Típicas Brasileiras</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/antropologia/folclore-comidas-tipicas-brasileiras/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/antropologia/folclore-comidas-tipicas-brasileiras/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 02:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[Culinária Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Folclore]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Doces]]></category>
		<category><![CDATA[folclore brasileiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=9123</guid>
		<description><![CDATA[O preparo dos mais diversos pratos da culinária brasileira está ligado aos aspectos socioculturais de nossa história e recebeu a influência de outros povos que aqui estiveram em épocas passadas e nos Legaram em patrimônio cultural valioso, influenciando e dominando até mesmo na alimentação. A variedade de sabores e preferências regionais, com suas especiarias e...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: small;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/039779801-EXH00.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9124" title="0,,39779801-EXH,00" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/08/039779801-EXH00.jpg" alt="0,,39779801-EXH,00" width="437" height="282" /></a>O preparo dos mais diversos pratos da culinária brasileira está ligado aos aspectos socioculturais de nossa história e recebeu a influência de outros povos que aqui estiveram em épocas passadas e nos Legaram em patrimônio cultural valioso, influenciando e dominando até mesmo na alimentação. A variedade de sabores e preferências regionais, com suas especiarias e temperos próprios, tornam-se irresistíveis ao paladar mais exigente de qualquer arte da cozinha nacional.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: small;">A culinária do Brasil é fruto de uma mistura de ingredientes europeus, e de outros povos, indígenas e africanos. Muitas das técnicas de preparo e ingredientes são de origem indígena, tendo sofrido adaptações por parte dos escravos e dos portugueses. Esses faziam adaptações dos seus pratos típicos substituindo os ingredientes que faltassem por correspondentes locais. A feijoada, prato típico do país, é um exemplo disso. Os escravos trazidos ao Brasil desde fins do século XVI, somaram à culinária nacional elementos como o azeite-de-dendê e o cuscuz. As levas de imigrantes recebidas pelo país entre os séculos XIX e XX, vindos em grande número da Europa, trouxeram algumas novidades ao cardápio nacional e concomitantemente fortaleceu o consumo de diversos ingredientes.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: small;">A alimentação diária, feita em três refeições, envolve o consumo de café-com-leite, pão, frutas, bolos e doces, no café da manhã, feijão com arroz no almoço, refeição básica do brasileiro, aos quais são somados, por vezes, o macarrão, a carne, a salada e a batata e, no jantar, sopas e também as várias comidas regionais.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: small;">As bebidas destiladas foram trazidas pelos portugueses ou, como a cachaça, fabricadas na terra. O vinho é também muito consumido, por vezes somado à água e açúcar, na conhecida sangria. A cerveja por sua vez começou a ser consumida em fins do século XVIII e é hoje uma das bebidas alcoólicas mais comuns.</span></p>
<p>Os índios brasileiros tinham uma mesa farta e variada, graças à abundância da caça, pesca e dos frutos silvestres, de que se serviam. A farinha de mandioca tão popular entre o povo, do mais simples ao mais requentado, é uma herança indígena. Depois de retirar a raiz, secavam-na ao sol ou ralavam-na ainda fresca numa prancha de madeira cravejada de pedrinhas pontiagudas, transformando-a em farinha alva, empapada que colocavam para escorrer e secar num recipiente comprido de palha trançada. O resultado é o tucupi,<br />
ingrediente essencial no preparo de um famoso prato da cozinha brasileira: o pato no tucupi. Além de ser usado como farofa ou para fazer beijus, pirões, sopas e mingaus, o tucupi pode ser servido como sobremesa, regado com mel. As bebidas eram extraídas dos ananás, do caju, guaraná, jenipapo, acaiá e outros produtos nativos.</p>
<p>O milho muito usado pelos índios foi amplamente aceito pelos portugueses, de paladar mais refinado, que preferiam a comida preparada pelas escravas negras do que as da mão indígena. As negras eram mais experientes eram mais caprichosas na arte de comer bem e assim, introduziram o coco-da-baia, o azeite de dendê, a pimenta malagueta, o feijão preto, o quiabo e outros ingredientes para a elaboração de pratos mais requintados.</p>
<p>A união das três raças criou uma cozinha tipicamente brasileira, desenvolvendo o uso constante da<br />
panela de barro, da colher de pau e do fogão de lenha, indispensáveis para aprimorar<br />
qualquer quitute.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<h2><a name="Folclore_e_supersti.C3.A7.C3.B5es_alimentares"></a><span style="font-size: small;">Folclore e superstições alimentares</span></h2>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: small;">A maioria das superstições brasileiras à mesa tem origem portuguesa. Algumas tribos indígenas evitavam apenas comer seus animais totem e os escravos tinham o costume de não deixar restos de comida no prato para que não pudessem ser utilizados por seus inimigos.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a name="cite_ref-bebidas_48-0"></a><span style="font-size: small;">A base das restrições envolve a mistura de comidas e a ingestão de bebidas após certos alimentos. A salada de frutas, por exemplo, era mal vista devido a isso. Da mesma forma, a ingestão de cachaça após certos alimentos como leite, mangas, melancias, bananas e farinha,[ ou o leite com pinhas, banana-anã, jacas e principalmente, mangas. O leite, aliás, por ser visto como um alimento completo não necessitaria de outros e por isso a mistura faria mal à saúde. Outras restrições envolvem o comer em excesso que causaria doenças, como o consumo da cana-de-açúcar e de melancias ao sol e ainda outros alimentos teriam efeitos medicinais, como a cachaça que cortava os efeitos da gripe e dos resfriados e as frutas cítricas.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: small;">Algumas crenças envolviam o credo religioso católico, quando evitavam falar &#8220;nomes feios&#8221; à mesa, comer despido, ou de chapéu, por acreditar que fosse uma ofensa a Jesus, ao Anjo da Guarda ou a algum santo que estivesse presente durante as refeições. Ainda devido a religião era o tabu dos treze convivas à mesa, isso porque durante a Última Ceia, havia treze pessoas à mesa.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a name="cite_ref-fogo_57-0"></a><span style="font-size: small;">Aquando da utilização do fogão à lenha algumas superstições envolviam o acendimento e o apagamento da chama. Por exemplo, a utilização de papel para acender o fogo, fazia com que a comida ficasse sem sabor. Não se devia apagar o fogo com água,[ ou pisando-se sobre as brasas,nem acendê-lo pelo meio ou atiçá-lo com objetos metálicos. Jogava-se alho ao fogo para afugentar o diabo quando o fogo estivesse soltando faíscas.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-size: small;">Durante o preparo, há ainda a crendice da boa e da má mão. Ter boa mão é preparar a comida com qualidade, de forma rápida. Culpa-se a má mão quando não se acertam os temperos ou o preparo. Ainda outras crenças envolvendo o preparo incluem o mexer a comida em uma única direção e por uma única pessoa e a proibição de bater na borda da panela com a colher o que poderia ameaçar o preparo, &#8220;fazê-lo desandar&#8221;.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-size: small;">Comidas tipicas do Brasil:<br />
- Pé de Moleque </span></p>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-size: small;">Barreado<br />
- Bolo de Batata Doce<br />
- Bolo de Fubá<br />
- Quindim<br />
- Mungunzá<br />
- Canjica<br />
- Pamonha<br />
- Maria Mole<br />
- Feijoada<br />
- Pão de Queijo<br />
- Churrasco<br />
- Arroz de Carreteiro<br />
- Barreado<br />
- Caldeiradas de Peixes<br />
- Carne de Sol e charque<br />
- Buchada de Bode</span></li>
</ul>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="left"><span style="font-size: small;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/categoria/culinaria-brasileira/">Clique aqui e fique sabendo tudo sobre a culinária brasileira </a></span></p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=9123&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/antropologia/folclore-comidas-tipicas-brasileiras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>20</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Festival Caipira &#8211; Jahu &#8211; SP</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/festival-caipira-jahu-sp/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/festival-caipira-jahu-sp/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 01:56:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Folclore]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[agenda]]></category>
		<category><![CDATA[caipira]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[folclore brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[MinC]]></category>
		<category><![CDATA[MPB]]></category>
		<category><![CDATA[Música Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música Popular Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=8434</guid>
		<description><![CDATA[Durante todo o mês de junho universo caipira toma conta da cidade de Jaú. O universo da cultura caipira com o processo da globalização ou sofreu a pasteurização pelos signos do mundo country americano ou foi simplesmente extinto como aconteceu com a folia de reis, a catira, o cururu e a viola caipira em algumas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/banner_caipirafinal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8445" title="banner_caipirafinal" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/banner_caipirafinal.jpg" alt="banner_caipirafinal" width="368" height="1262" /></a></p>
<p align="left">Durante todo o mês de junho universo caipira toma conta da cidade de Jaú. O universo da cultura caipira com o processo da globalização ou sofreu a pasteurização pelos signos do mundo country americano ou foi simplesmente extinto como aconteceu com a folia de reis, a catira, o cururu e a viola caipira em algumas cidades. </p>
<p>O festival que acontece pelo mês de junho invade toda a cidade de Jaú mas tem o seu centro irradiador deste universo o distrito rural do Pouso Alegre de Baixo que resgata, fortalece e trabalha a identidade cultural caipira através da <strong>Música</strong> – shows com os principais violeiros brasileiros, orquestra de violas, mostra de novos violeiros e duplas caipiras da região central do estado,e shows com Passoca, Ivan Villela, Pedro Bento e Zé da Estrada, Abel e Caim e a embaixatriz da cultura caipira Inezita Barroso &#8211; <strong>Cultura popular</strong> &#8211; grupos de catira, cururu e romaria de São Gonçalo, folia de reis, cultura cabocla (portuguesa/indígena/quilombola) <strong>Teatro</strong> – atores representando personagens da mitologia folclórica caipira, o saci-pererê, curupira e mula sem cabeça servindo como sedutores da relação com as matas do entorno do local do festival em ação de educação ambiental com alunos da rede escolar de Jaú e região,<strong> Artesanato</strong> – exposição de taquara-açu, palhas e timbupeva, <strong>Gastronomia </strong>– O distrito de Pouso Alegre é centro gastronômico da culinária caipira recebendo visitantes de todas as cidades brasileiras em busca da famosa leitoa pururuca produzida nos restaurantes do distrito e mais barracas com produtos do local, sempre inspirados da culinária da roça brasileira – lingüiça pura de pernil, arroz com suã, frango caipira com polenta, broas, pamonhas, paçocas, canjicas, mandioca, feijão, couve, doces caseiros tradicionais entre outros pratos trabalha a identidade cultural pelo patrimônio imaterial, <strong>Turismo </strong>– através da ação de turismo sustentável promove o desenvolvimento local com ação de comunicação via mídia e ação cultural, <strong>Fórum de Debates</strong> – realização do Fórum Cultural Caipira e Fórum do Saci com representantes de ONGs culturais e dirigentes culturais e artistas: Passoca, Ivan Villela, Osni Ribeiro, dentre outros .</p>
<p align="left"> </p>
<p align="left"><strong><span style="font-size: medium;">29/05 – SÁBADO</span> <a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/fernandocaselato02interna01.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8435" title="fernandocaselato02interna01" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/fernandocaselato02interna01.jpg" alt="fernandocaselato02interna01" width="174" height="221" /></a></strong></p>
<p> <strong>LANÇAMENTO FESTIVAL CAIPIRA – SÁBADO NA PRAÇA</strong></p>
<p align="left"> O II Festival Caipira será lançado na última semana de maio, na Praça da República, com a presença de violeiros da cidade capitaneados pela entidade cultural ONG Jaú Caboclo e terá a apresentação da Orquestra Jauense de Viola comandada pelo Professor Fernando Caselato, músico e compositor atuante e vencedor de prêmios como Prêmio Syngenta de música instrumental de viola e 8ª. Mostra Brasil Instrumental de Tatuí.</p>
<p align="left"> </p>
<hr /> </p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong><span style="line-height: 115%; font-size: 14pt;"><span style="font-size: medium;">05/06 – SÁBADO</span> <a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/moacir02.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8436" title="moacir02" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/moacir02.jpg" alt="moacir02" width="257" height="179" /></a></span></strong></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong>10h &#8211; CURURU c/ MOACIR SIQUEIRA – SÁBADO NA PRAÇA – PRAÇA DA REPÚBLICA</strong></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt;">O cururueiro Moacir Siqueira é um dos grandes defensores do cururu, uma modalidade de desafio ou repente paulista que se desenvolveu na região do Médio Tietê e no vale do Piracicaba. Sucesso da primeira edição do Festival Caipira de Jaú<strong>, Moacir Siqueira</strong> leva a dupla <strong>Toninho</strong>, que fez inesquecível solo do hino Nacional na viola, e <strong>Paraná</strong> para acompanhá-lo, mas desta vez, um desafiante: o canturião<strong> Manezinho</strong>.</div>
<p align="left"> </p>
<p><span id="fck_dom_range_end_1275081669204_862"> <strong>14h – CINE-BAIRRO – FESTIVAL MAZAROPPI &#8211; POUSO ALEGRE DE BAIXO</strong></span></p>
<p> </p>
<p align="left"> </p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/mazzaropi03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8437" title="mazzaropi03" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/mazzaropi03.jpg" alt="mazzaropi03" width="250" height="189" /></a></p>
<p align="left">
<div><strong>16h – MOACIR SIQUEIRA – CURURU – POUSO ALEGRE DE BAIXO</strong></div>
<div><strong>18h – TYSON E PEDRINHO &#8211; POUSO ALEGRE DE BAIXO</strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p align="left">Edson da Silva tinha sete anos quando aprendeu a tocar cavaquinho. Nada mau para o garoto pobre que idolatrava Martinho da Vila e João Paulo &amp; Daniel&#8230; </p>
<p>Este é o Tyson. Pedro Luiz Martim arranha a viola desde os 14 anos, inspirado em nada mais nada menos que Tião Carreiro e a dupla João Paulo &amp; Daniel. Quem ouve sua viola já o chama de gênio e se arrepia. Nenhum exagero&#8230;<br />
Este é o Pedrinho. A dupla jauense entra na programação do Caipira trazendo a nova música sertaneja e os clássicos de suas maiores influências.</p>
<p align="left"><strong>20h &#8211; INEZITA BARROSO – POUSO ALEGRE DE BAIXO<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/inezita04.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8438" title="inezita(04" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/inezita04.jpg" alt="inezita(04" width="130" height="128" /></a></strong></p>
<p align="left"> No primeiro dia do Festival no Pouso Alegre de Baixo, a embaixatriz da cultura caipira do Brasil, Inezita Barroso. </p>
<p>Com 85 anos de idade, Inezita apresenta o Viola Minha Viola da TV Cultura há 28 anos, ultrapassou a marca de cinquenta anos de carreira e de oitenta discos gravados, entre 78 rpm, vinil e CDs. Também atriz de teatro e cinema, por onde atuou, ganhou prêmios importantes, como o Troféu Roquette Pinto, como Melhor Cantora de rádio; o prêmio Guarani, como melhor cantora em disco, além de ganhar também o Prêmio Saci de cinema. Em 2003, foi condecorada pelo governador de São Paulo Geraldo Alckmin com a Medalha Ipiranga, recebendo o título de comendadora da música raiz. Desde a década de 80, Inezita Barroso ainda arranja um espaço na agenda para dar aulas de folclore. Atualmente, leciona nas faculdades Unifai e Unicapital, onde recentemente recebeu o título de doutora Honoris Causa em Folclore Brasileiro.</p>
<p align="left"> </p>
<hr /> </p>
<p><strong><span style="font-size: large;"><span style="font-size: medium;">06/06 – DOMINGO</span> </span></strong></p>
<div><strong>12h – ALMOÇO CAIPIRA </strong></div>
<div><strong>13h – FESTIVAL REGIONAL DE MÚSICA SERTANEJA &#8211; POUSO ALEGRE DE BAIXO <br />
Sucesso de crítica e público no 1º Festival Caipira, o Festival Regional de Música Sertaneja tem a sua fase eliminatória no primeiro domingo do Festival Caipira</strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p><strong>19h – ABEL E CAIM – POUSO ALEGRE DE BAIXO <a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/abel_caim05.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8439" title="abel_caim05" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/abel_caim05.jpg" alt="abel_caim05" width="200" height="175" /></a></strong></p>
<p>Fechando a primeira etapa do campeonato dos violeiros, a consagrada dupla caipira Abel e Caim.<br />
. Com mais de 30 anos de carreira, desde a gravação do primeiro disco em 1967, Abel e Caim se apresentam com intenso sucesso em feiras, rodeios e circos, principalmente no Interior, defendendo a Música Caipira Raiz.</p>
<p>Entre seus grandes sucessos: Santa Luzia, Mãe Amorosa, Natureza, O Barco, Orquestra da Natureza, O Menino e o Cachorro, Berrante Assassino, Laço do Boi Soberano, entre outros.</p>
<p> </p>
<hr /> </p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong><span style="line-height: 115%; font-size: 14pt;"><span style="font-size: medium;">11/06 – SEXTA</span> </span></strong></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong>19h &#8211; VIRADA CAIPIRA</strong></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Na noite de sexta-feira, o Festival promove a <strong>Virada Caipira. </strong></div>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt;">30 duplas caipiras de Jaú e região  espalhadas por toda cidade trazendo o melhor da música caipira regional. Bairros, centros comunitários, bares, praças serão palco da 1ª. Virada Caipira do Festival.  </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt;"> </p>
<hr /> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt;"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong><span style="line-height: 115%; font-size: 14pt;"><span style="font-size: medium;">12/06 – SÁBADO</span> </span></strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong>10h</strong> – <strong>SÁBADO NA PRAÇA – CULTURA POPULAR CAIPIRA</strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Na manhã do Sábado na Praça, uma miscelânea de manifestações culturais caipiras.</p>
<p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;">Na Praça da República, os espetáculos Romaria de São Gonçalo (dança religiosa neta da quadrilha) Cultura Cabocla (portuguesa/indígena/quilombola), a  Contação de Histórias (Silverinho e Saturnino), Dança da Mão esquerda (Quilombo de São Pedro e folia de Reis Sorocaba).</p>
<p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;">Ainda, culinária tipica da taiada, paçoca de amendoim, oficina de cuscuz de arroz    pilão e arroz caipira.  e oficinas de Artesanato com exposição de  taquara-açu, palha e timbupeva. </p>
<p style="text-align: justify; margin: 0cm 0cm 10pt;"> </p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong>14h FÓRUM ESTADUAL CAIPIRA – POUSO ALEGRE DE BAIXO</strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt;">O Fórum Cultural Caipira terá a presença de dirigentes culturais, artistas do universo caipira, ONGs e associações.</p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong>Participantes: </strong></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong><span style="color: #800000;"><em>- </em> Osni Ribeiro:<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/osni06.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8440" title="osni06" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/osni06.jpg" alt="osni06" width="200" height="206" /></a></span></strong></p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"> <span style="line-height: 115%; font-size: 10pt;">Violeiro e compositor premiado em festivais de música em todo o Brasil. Idealizador e produtor do “Botucanto”, festival que divulga o trabalho de músicos independentes de distintas regiões do país. Como secretário de cultura de Botucatu, desenvolve profundo trabalho de estruturação, implementando e reorganizando a legislação, criando programas de ação e desenvolvimento cultural, estreitando relações com a Secretaria de Estado da Cultura e com o Ministério Público por meio de convênios que se concretizam em atividades de cooperação mútua. Entre inúmeros programas e eventos coordenados por Osni, destacam-se a “Semana Angelino Oliveira”, “Feira da Mandioca”, o” Festival Nacional do Saci” e o Festival de Inverno”</span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"> </div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong><span style="color: #800000;">- Ivan Villela:<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ivanvilela07.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8441" title="ivanvilela07" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ivanvilela07.jpg" alt="ivanvilela07" width="200" height="204" /></a></span></strong></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt;">Nascido em Minas Gerais, radicado no estado de São Paulo, Ivan Vilela é um dos mais importantes violeiros do cenário nacional. Um dos idealizadores do curso de Viola Caipira da USP, levando esse instrumento ao campo acadêmico, atribuindo-lhe status nunca antes notado no Brasil e no Mundo. Vilela é mestre em composição musical pela Unicamp, diretor e arranjador da Orquestra Filarmônica de Violas. Já foi indicado para prêmios importantes da música brasileira como Sharp e APCA e tem ajudado na divulgação da viola através de shows realizados por todo o Brasil, além de países da Europa como Inglaterra, Itália, França, Espanha e Portugal.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"> </div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong><span style="color: #800000;">- Passoca:</span></strong></div>
<p>Cantor, compositor e violonista, formado em arquitetura, participou do grupo Flying Banana na década de 70, depois de trocar Ribeirão Pires por São Paulo. Na capital, abriu shows de Ednardo e do grupo Bendegó, e gravou um compacto solo em 1978, com as músicas &#8220;Cão Vadio&#8221; e &#8220;Sombras&#8221; (com o parceiro Bê, do Flying Banana). Em 1980 gravou o primeiro LP, &#8220;Que Moda!&#8221;, com composições de estilo caipira e influências urbanas. Apadrinhado mais tarde por Arrigo Barnabé, lançou &#8220;Sonora Garoa&#8221; pela Ariola, com participações de Vânia Bastos e do Premeditando o Breque. Em 1997 gravou &#8220;Breve História da Música Caipira&#8221;, uma antologia do gênero, que ele aborda com refinamento. O violeiro diz que percebeu que a geração mais nova estava sem referência da cultura caipira e que eles precisavam escutar os compositores da década de 40.</p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong><span style="color: #800000;">- Toninho Macedo; </span></strong></div>
<div><span style="color: #800000;"><span style="color: #800000;"><span style="color: #000000;">Jornalista. Radialista. Poeta, Escritor e Compositor com formação em Direito. </span><span style="color: #000000;">Parceiro de Cartola, Claudionor Cruz, Sebastião Tapajós, Homero Réboli, Lydio Roberto, Edson Abdala, Pededro Perereca, Tony Bonfá, Antônio Carlos (Tony Bandolim) e Gerson Bientinez. De família tradicional (Antunes Ribeiro) de Botucatu – SP. Integrante da &#8220;Ala de Compositores&#8221; da Estação Primeira de Mangueira RJ.</span></span></span></div>
<div><span style="color: #800000;"><span style="color: #800000;"></span></span></div>
<p> </p>
<p><span style="color: #800000;"><span style="color: #800000;"></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="color: #000000;">Autor entre tantas composições, do Hino Oficial do Coritiba F. C. Ex coordenador do Fórum Permanente de Cultura do Paraná. Foi Presidente da Associação das Escolas de Samba e Blocos Carnavalescos de Curitiba. Apresentador da Rádio e TV Educativa do Paraná. Diretor de Lazer e Politicas Públicas da Juventude do Governo do Estado.</span></p>
<div><span style="color: #800000;"> </span></div>
<div><span style="color: #800000;"></span></div>
<p> </p>
<p></span><span style="color: #800000;"></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>- Reinaldo Volpato: </strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong>14h – TRILHA ECOLÓGICA DO SACI – POUSO ALEGRE DE BAIXO </strong></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"> No segundo final de semana do Pouso Alegre, a dupla Zé Mulato &amp; Cassiano que atualmente, formam uma das mais importantes dupla caipira em atividade no país, na melhor tradição de Pena Branca &amp; Xavantinho, Tonico &amp; Tinoco, etc.</div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt;">
<hr /></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><strong><span style="font-size: medium;">13/06 – DOMINGO</span><br />
 <br />
10h – MISSA CAIPIRA </strong></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="line-height: 115%; font-size: 11pt;"><strong><span style="font-size: x-small;">19h – PEDRO BENTO E ZÉ DA ESTRADA – POUSO ALEGRE DE BAIXO<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/pedrobento0inter.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8442" title="pedrobento0inter" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/pedrobento0inter.jpg" alt="pedrobento0inter" width="293" height="208" /></a></span></strong></span></div>
<div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="line-height: 115%; font-size: 11pt;"><span style="font-size: x-small;">Na segunda semana, a consagrada dupla Pedro Bento e Zé da Estrada.</span></span></div>
<p>Toda discussão sobre a influência da música regional mexicana tem de incluir, por pelo menos única menção, a Pedro Bento e Zé da Estrada, que por sinal, cantam e gravam juntos até hoje, e a RCA foi sua casa desde 1966.</p>
<p>Vindo para São Paulo aos 14 anos, profissionalizou-se imediatamente, cantando em várias emissoras. Numa destas suas viagens pelo Brasil, em 1958 conheceu Waldomiro, administrador de fazendas, também ex-cantor mirim e já residente em São Paulo, e formaram a dupla Pedro Bento e Zé da Estrada. Ainda em 1958 emplacaram seu primeiro hit , Seresteiro da Lua. A princípio, eles cantavam música caipira de raiz. Mas em meados dos anos 60 preferiram levar adiante as já então muito comuns influências da música mexicana, enfatizando ainda mais os chapelões, trompetes e cu-curu-cu-cus. A mistura deu certo, e só poderia (afinal, a dupla estava essencialmente promovendo a união de dois irmãos sertanejos, o mexicano e o brasileiro). E assim, o sucesso de Pedro Bento e Zé da Estrada perdura até hoje, sendo uma dupla pioneira e de grande sucesso no mundo sertanejo.</p>
<p>12 – ALMOÇO CAIPIRA </p>
<p>13h – FESTIVAL REGIONAL DE MÚSICA SERTANEJA &#8211; POUSO ALEGRE DE BAIXO <br />
A finalíssima do Festival Regional das duplas da região acontece no último dia do festival.<br />
Após a escolha do vencedor, show de Pedro Bento e Zé da Estrada.</p>
<p>17h – PASSOCA – POUSO ALEGRE DE BAIXO </p>
<p>20h – ZÉ MULATO E CASSIANO – POUSO ALEGRE DE BAIXO</p>
<p><span style="color: #000000;">- <strong>Claudio Ribeiro</strong>; <a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/cr001.JPG"><img class="alignright size-full wp-image-8443" title="cr001" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/06/cr001.JPG" alt="cr001" width="324" height="263" /></a></span></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Jornalista. Radialista. Poeta, Escritor e Compositor com formação em Direito.</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Parceiro de Cartola, Claudionor Cruz, Sebastião Tapajós, Homero Réboli, Lydio Roberto, Edson Abdala, Pededro Perereca, Tony Bonfá, Antônio Carlos (Tony Bandolim) e Gerson Bientinez. De família tradicional (Antunes Ribeiro) de Botucatu – SP. Integrante da &#8220;Ala de Compositores&#8221; da Estação Primeira de Mangueira RJ.</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Autor entre tantas composições, do Hino Oficial do Coritiba F. C. Ex coordenador do Fórum Permanente de Cultura do Paraná. Foi Presidente da Associação das Escolas de Samba e Blocos Carnavalescos de Curitiba. Apresentador da Rádio e TV Educativa do Paraná. Diretor de Lazer e Politicas Públicas da Juventude do Governo do Estado.</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=8434&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/festival-caipira-jahu-sp/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

