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	<title>Brasil Cultura &#187; Cultura Brasileira</title>
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		<title>Carnaval no Brasil 2012 &#8211; A festa vai começar!</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:33:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E os foliões já podem começar os preparatórios para o Carnaval de 2012, que acontecerá na Data: 21 de Fevereiro de 2012, ainda que, quem goste de carnaval, saiba muito bem que o agito já tem início bem antes dessa Data Oficial do Calendário de 2012Nascido na Grécia antiga, em meados de 500 a.c., o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/carnaval-2012.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-16189" title="carnaval 2012" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/carnaval-2012-300x144.png" alt="" width="193" height="90" /></a>E os foliões já podem começar os preparatórios para o <strong>Carnaval de 2012</strong>, que acontecerá na <strong>Data</strong>: 21 de Fevereiro de 2012<strong>, </strong>ainda que, quem goste de carnaval, saiba muito bem que o agito já tem início bem antes dessa <strong>Data Oficial do Calendário de 2012</strong>Nascido na Grécia antiga, em meados de 500 a.c., o Carnaval, depois de ter sua importância por diversos países da Europa (como o famoso Carnaval de Veneza), acabou achando sua verdadeira casa no Brasil, onde foi adotado e popularizado por todas camadas da sociedade em desfiles de Escolas de Samba, festas, Blocos, alegorias e trios elétricos.</p>
<p>Celebrado como o último momento de refastelação da carne antes da quarentena (quarenta dias) que leva à Páscoa, o Carnaval então deixou para trás qualquer outra festa e hoje é, sem dúvida nenhuma, a maior do Brasil.</p>
<p>A maior festa popular do Brasil e uma das mais conhecidas no mundo inteiro, atraindo turistas dos quatro cantos do planeta. No Brasil, a festa geralmente começa na noite da sexta-feira anterior ao início da <strong>Quaresma</strong> e termina normalmente na noite da terça-feira que antecede a quarta-feira de cinzas (que é o primeiro dia da Quaresma no calendário cristão ocidental). Não obstante, em algumas cidades brasileiras a festa se prolonga, muitas vezes estendendo-se até o domingo seguinte à quarta-feira de cinzas. Também é cada vez mais conhecido o <strong>&#8220;Carnaval fora de época&#8221;</strong>, também chamado de &#8220;micareta&#8221;, vocábulo oriundo da palavra francesa &#8220;mi-carême&#8221;, tipo de festa que vai ganhando cada vez mais destaque no Brasil.</p>
<p><strong>Costumes e músicas do Carnaval no Brasil em cada região</p>
<p></strong></p>
<p>O <strong>Carnaval</strong> no Brasil é celebrado de ponta à ponta do país e em cada região assume um formato ligeiramente ou, muitas vezes, bastante diferente, sem nunca perder as suas características principais: a <strong>música</strong>, a <strong>dança</strong>, a <strong>alegria</strong> e a <strong>descontração</strong>.</p>
<p>O mais famoso Carnaval do Brasil é o <span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #000000;">Carnaval do Rio de Janeiro</span></span></span></span>, onde ocorrem os famosos desfiles das <strong>escolas de samba</strong> em uma avenida especialmente preparada para o evento, o <strong>Sambódromo</strong> da <strong>Avenida Marquês de Sapucaí</strong>. Essa avenida conta com arquibancadas para o público e locais reservados para as emissoras de televisão, que transmitem o evento ao vivo para todo o Brasil. Durante os dias do carnaval, por essa avenida desfilam escolas de samba tão famosas como a <strong>Beija-Flor</strong>, a <strong>Mangueira </strong>ou a <strong>Imperatriz Leopoldinense</strong>, entre muitas outras. Aproveite para conhecer esse espetáculo no Carnaval de 2012.</p>
<p>Outra excelente opção é o carnaval da região nordeste do Brasil, especialmente o da cidade de <strong>Salvador</strong>, no estado da <strong>Bahia</strong>. Assim como no Rio de Janeiro, o <span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #000000;">Carnaval de Salvador</span></span></span></span> também começa muito antes da data propriamente dita, com os bailes pré-carnavalescos e os ensaios dos blocos afro e dos &#8220;candomblés de rua&#8221;, também conhecidos como <strong>afoxés</strong>. O Carnaval de Salvador se diferencia por ser comemorado principalmente ao ar livre, em circuitos delimitados que ocupam as ruas mais conhecidas da cidade.</p>
<p>O som e a animação ficam por conta dos <strong>trios elétricos</strong>, enormes caminhões dotados de palco. Nos trios elétricos, cantores e grupos brasileiros tão conhecidos como Ivete Sangalo, Daniela Mercury, Chiclete com Banana, Banda Olodum, Gilberto Gil ou Caetano Veloso são presença constante. A multidão pula e canta, muitas vezes dançando de modo totalmente sincronizado em um show de coreografia incomparável.</p>
<p>Há ainda os carnavais fora de época, para os que pensam que cinco dias por ano é pouco. O mais popular deles acontece em Fortaleza com o nome de <span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #000000;">Fortal</span></span></span></span>, geralmente em julho .</p>
<p><strong>Fantasias e máscaras de Carnaval</p>
<p></strong></p>
<p>A sabedoria popular diz que durante o<strong> </strong>Carnaval,<strong> vale tudo</strong>, são dias livres para fazer o que quiser e se vestir como bem entender. Na verdade esse ditado é seguido pela maioria dos foliões, que se divertem sem regras e sem nenhuma preocupação estética no Carnaval do Brasil.</p>
<p>Mas há os que se preocupem minuciosamente com a <strong>fantasia </strong>e alguns <strong>blocos tradicionais</strong> levam o mesmo estilo de fantasia todos os anos. No <strong>Recife</strong>, os dançarinos de <strong>frevo</strong> não só possuem uma vestimenta típica, como levam suas &#8220;sombrinhas&#8221;, para poder realizar sua dança. Sem falar nos <strong>bonecos gigantes</strong>, que precisam de metros e metros de tecido para seus modelos.</p>
<p>O que conta realmente é a criatividade, seja em elaborados trajes ou simples <strong>máscaras</strong>. Não serão tão sofisticadas como as do <span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;"><span style="color: #000000;">Carnaval de Veneza</span></span></span></span>, mas cumprirão sua função: fazer que você se sinta, por alguns dias, uma outra pessoa! O Carnaval 2012 está chegando, prepare a sua!</p>
<p><strong>Calendário feriados:</p>
<p></strong></p>
<p>Carnaval 2012: 17 de fevereiro<br />
Carnaval 2013: 08 de fevereiro<br />
Carnaval 2014: 28 de fevereiro<br />
Carnaval 2015: 13 de fevereiro<br />
Carnaval 2016: 05 de fevereiro<br />
Carnaval 2017: 24 de fevereiro<br />
Carnaval 2018: 09 de fevereiro</p>
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		<title>Segunda Lapa</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 12:40:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16179" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/segunda-lapa.jpg"><img class="size-medium wp-image-16179" title="segunda-lapa" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/segunda-lapa-300x251.jpg" alt="" width="300" height="251" /></a><p class="wp-caption-text">Quatro novos bambas do samba– Alfredo Del-Penho, João Cavalcanti, Moyseis Marques e Pedro Cavalcanti - se encontram no palco do Studio RJ, no projeto que tem lotado a casa no começo da semana e faz duas edições (06 e 13 de janeiro) </p></div>
<p>Uma segunda Lapa, agora no arpoador. Ou o Arpoador com ares de Lapa, às segundas. “Somos assíduos frequentadores de Ipanema como pessoas físicas, mas não musicalmente”, brinca Pedro Miranda. É a primeira vez que os quatro amigos se reúnem coletivamente num projeto – o embrião começou em 2009, em shows na Modern Sound, com Alfredo, João e Pedro, mas ainda sem Moyseis. Além da mudança de habitat, “Segunda Lapa” é a oportunidade dos quatro, fãs dos trabalhos uns dos outros, arejaram repertório e seus shows habituais. Um parque de diversões entre amigos, que além de cantarem, se acompanham: Alfredo Del-Penho no violão de sete cordas, Moyseis Marques no violão e João Cavalcanti e Pedro Miranda nas percussões, acompanhados ainda de André Vercelino e Marcos Basilio (percussão) e João Callado (cavaquinho).</p>
<p>O repertório passeia por composições de cada um, que inclui inéditas, como “O Badábabá do Talarico”, de Moyseis, de seu novo CD, que sai em janeiro, pela Biscoito Fino, e a já clássica “Nomes de Favela”, do mestre Paulo César Pinheiro, popularizada na gravação de Moyseis. De João, estarão lá “Mulato”, de seu disco solo a ser lançado esse ano e “Inconstante”, gravada pelo seu grupo Casuarina. Já Pedro Miranda escolheu “Pimenteira”, faixa título de seu mais recente álbum, e “O samba é meu dom” (de Paulo César Pinheiro e Wilson das Neves), sucesso de seu disco de estreia, entre outras. De Alfredo veio &#8220;Caso encerrado&#8221;. Parcerias tem seus lugares garantidos, já que o quarteto frequentemente se visita. É o caso de “Fulô de cajú”, de João com Alfredo, que compõe o recém lançado quarto CD do Casuarina, “Nem misturado, nem junto”, parceria de Moyseis com João, ainda inédita, e &#8220;Pra desengomar&#8221;, de Alfredo e Moyseis, que dá título ao mais recente trabalho de Moyseis.</p>
<p><strong>Studio RJ </strong>Av. Vieira Souto, 110 &#8211; 1º andar &#8211; Arpoador/ Ipanema RJ. Tel &#8211; (21) 2523-1204. (300 pessoas).<br />
06 e 13 de fevereiro de 2012 &#8211; Segunda, às 21h30. R$ 40,00 (inteira) | R$ 20,00 (meia entrada, lista amiga ou levando. Formas de pagamento: dinheiro, cheque e todos os cartões de crédito e débito. Classificação: 18 anos. Ar-condicionado central <a rel="nofollow" href="http://www.studiorj.org/">www.studiorj.org</a> | Facebook: <a rel="nofollow" href="http://www.facebook.com/studiorj#!/pages/Studio-RJ/197820810278344">www.facebook.com/studiorj</a></p>
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		<title>Unidos do Cassetete faz apresentação em Curitiba.</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 10:49:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Polícia Militar do Paraná, com saudades dos tempos da repressão, usou balas de borracha, bombas de efeito moral, cassetetes e uma tropa de choque protegida por escudos para dispersar foliões que participaram do desfile do bloco pré-carnavalesco Garibaldis e Sacis, no Largo da Ordem, centro histórico de Curitiba, neste domingo (5) à noite. O...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/garibaldes.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-16166" title="garibaldes" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/garibaldes-300x197.png" alt="" width="181" height="118" /></a>A Polícia Militar do Paraná, com saudades dos tempos da repressão, usou balas de borracha, bombas de efeito moral, cassetetes e uma tropa de choque protegida por escudos para dispersar foliões que participaram do desfile do bloco pré-carnavalesco Garibaldis e Sacis, no Largo da Ordem, centro histórico de Curitiba, neste domingo (5) à noite.</p>
<p style="text-align: justify;">O pronto-socorro do Hospital Evangélico informou que ao menos quatro pessoas que estavam no Largo da Ordem foram atendidas. Ao menos uma delas chegou numa ambulância. No Hospital Cajuru, a recepção não soube informar quantos foliões chegaram ao pronto-socorro, mas confirmou que houve &#8220;alguns atendimentos&#8221;.</p>
<p>Além deles, há informações de várias pessoas com ferimentos leves, que não precisaram ir a hospitais. De acordo com o site do jornal &#8220;Gazeta do Povo&#8221;, um policial ferido foi encaminhado ao Hospital do Trabalhador.</p>
<p>Segundo testemunhas, a confusão começou quando alguns foliões atiraram garrafas numa viatura da PM. &#8220;Disso veio uma reação absurdamente desproporcional. Vi policiais atirando a esmo, para qualquer lado. Mesmo que tivesse havido um atentado terrorista no Largo da Ordem, ainda assim acho a violência da PM teria sido exagerada&#8221;, criticou o arquiteto Rafael Dal-Ri, 32 anos, que assistia o desfile da sacada de um prédio.</p>
<p>A confusão começou pouco depois das 21 horas, quando o Garibaldis e Sacis já havia encerrado o desfile – o bloco sai nos quatro domingos que antecedem o carnaval, das 16 às 20 horas.</p>
<p>Uyara Torrente, 25, vocalista da Banda Mais Bonita da Cidade, que participou do desfile cantando o hit &#8220;Oração&#8221; com o Garibaldis e Sacis, foi arrastada para debaixo da mesa de um bar pela multidão que fugia da polícia.</p>
<p>&#8220;Após o bloco terminar sua apresentação, fomos um bar, onde conversávamos sentados. De repente, ouvimos tiros, pessoas começaram a entrar, em pânico. Fui arrastada para debaixo de uma mesa, uma criança chorava ao meu lado&#8221;, afirmou.</p>
<p>&#8220;Depois disso, as portas do bar foram fechadas, e amigos contaram que os policiais cercaram o prédio, batendo no próprio peito com cassetetes. Uma amiga, que teve o pai atingido por um tiro, foi chamada de &#8216;vagabunda&#8217; por um policial quando tentava proteger uma criança. Outro amigo, ao tentar filmar a ação policial, levou um tiro de borracha&#8221;, relatou Uyara.</p>
<p>&#8220;Vimos a polícia descendo, numa espécie de arrastão. Ficamos com medo e entramos num bar. De repente chegou um policial mandando abaixarem a porta do bar, enquanto apontava uma escopeta para quem estava lá dentro. Achei que ele fosse atirar&#8221;, disse o funcionário público Ricardo Polucha, 36, que participava da festa com amigos.</p>
<p>&#8220;O que mais me impressionou foi ver a polícia usar violência desproporcional contra pessoas mais velhas, mulheres, pessoas que estavam festejando. Não eram baderneiros&#8221;, falou Polucha.</p>
<p>&#8220;A polícia chegou dando tiro em todo mundo. Fui atingido de raspão no pé, mas um amigo levou um tiro no peito. Foi uma atitude arbitrária, um ato de covardia. Como cidadão, quero saber quem mandou fazer isso. Ninguém ali era marginal&#8221;, protestou o iluminador Luiz Nobre, 48, integrante do Garibaldis e Sacis.</p>
<p>Um dos organizadores do bloco, o músico Marcel Cruz, 32, disse que a confusão começou quando o grupo recolhia instrumentos do caminhão usado para o desfile. &#8220;Ouvimos tiros, logo depois veio uma multidão correndo, e a PM, o Batalhão de Choque, dando tiros, jogando bombas de gás. Vi uma mulher grávida correndo, para fugir, e um jornalista ser atingido por um cassetete&#8221;, relatou.</p>
<p>No domingo passado, o Garibaldis e Sacis estima ter reunido cerca de 20 mil pessoas no Largo de Ordem. &#8220;Esta semana, pedimos aos meios de comunicação para não divulgarem a festa, para evitar aglomerações. Durante a semana, pedi reforço de segurança à Guarda Municipal, e fui bem atendido. A secretaria estadual de Segurança Pública (a quem a PM é subordinada) foi informada de nossos desfiles por ofício em 23 de dezembro passado&#8221;, falou Cruz.</p>
<p>&#8220;A Guarda Municipal estava presente. A PM disse que iria caso houvesse problemas (a região é monitorada por câmeras)&#8221;, explicou o músico. Luiz Nobre reclamou da ausência da PM. &#8220;Durante o desfile do bloco, não havia um carro da PM para proteger quem estava lá. Um casal relatou ter sido assaltado às 19 horas. Eles só apareceram depois, para agredir quem ainda estava lá.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Marcel Cruz disse que, até o final da noite deste domingo, não havia sido procurado por autoridades para falar sobre o incidente. &#8220;Espere que não cause problemas para o bloco, até porque nem estávamos tocando quando houve a confusão&#8221;, afirmou.</p>
<p></span></p>
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		<title>Sambas de enredo 2012 das escolas do Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 11:34:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Conheça aqui os enredos das Escolas de Samba do Rio de Janeiro para este carnaval de 2012. Apesar de iniciado &#8220;oficialmente&#8221; na sexta-feira gorda, o carnaval de rua carioca começou já em novembro passado quando as escolas de samba da cidade passaram a realizar os chamados &#8220;ensaios técnicos&#8221; no Sambódromo. Verdadeiros desfiles onde o canto,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/carnavalrio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16149" title="carnavalrio" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/carnavalrio.jpg" alt="" width="166" height="166" /></a>Conheça aqui os enredos das Escolas de Samba do Rio de Janeiro para este carnaval de 2012. Apesar de iniciado &#8220;oficialmente&#8221; na sexta-feira gorda, o carnaval de rua carioca começou já em novembro passado quando as escolas de samba da cidade passaram a realizar os chamados &#8220;ensaios técnicos&#8221; no Sambódromo. Verdadeiros desfiles onde o canto, a evolução e o ritmo são os elementos principais, esses eventos vêm atraindo a população da cidade e arredores que enche as arquibancadas, torce e canta com suas escolas. Uma verdadeira festa popular que captura cada vez mais o interesse dos turistas desejosos de assistir e participar de um carnaval essencialmente popular.</p>
<p style="text-align: justify;">Os enredos das Escolas de Samba para 2012 são:</p>
<p>Beija-Flor</p>
<p>Enredo: &#8220;São Luís &#8211; O Poema Encantado do MARANHÃO&#8221;</p>
<p>Grande Rio</p>
<p>Enredo: &#8220;Eu Acredito em Você! E Você?&#8221;</p>
<p>Imperatriz</p>
<p>Enredo: &#8220;Jorge, Amado Jorge&#8221;</p>
<p>Mangueira</p>
<p>Enredo: &#8220;Vou festejar, sou Cacique, sou Mangueira&#8221;</p>
<p>Mocidade</p>
<p>Enredo: &#8220;Por ti, Portinari: Rompendo a tela, à Realidade&#8221;</p>
<p>Portela</p>
<p>Enredo: &#8220;&#8230;E o povo na rua cantando é feito uma reza, um ritual&#8230;&#8221;</p>
<p>Porto da Pedra</p>
<p>Enredo: &#8220;Da seiva materna ao equilíbrio da vida&#8221;</p>
<p>Renascer de Jacarepaguá</p>
<p>Enredo: &#8220;O Artista da Alegria dá o Tom da Folia&#8221;</p>
<p>Salgueiro</p>
<p>Enredo: &#8220;Cordel Branco e Encarnado&#8221;</p>
<p>São Clemente</p>
<p>Enredo: &#8220;Uma aventura musical na Sapucaí&#8221;</p>
<p>União da Ilha</p>
<p>Enredo: &#8220;De Londres ao Rio: era um vez&#8230; uma Ilha&#8230;&#8221;</p>
<p>Unidos da Tijuca</p>
<p>Enredo: &#8220;O dia em que toda a realeza desembarcou na Avenida para coroar o Rei Luiz do Sertão&#8221;</p>
<p>Vila Isabel</p>
<p>Enredo: &#8220;Você Samba Lá &#8230;. Que Eu Sambo Cá!<br />
O Canto Livre de Angola&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Mais informções em:</p>
<p><span style="font-size: small;"> </p>
<p></span><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-admin/www.liesa.globo.com"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff; font-size: small;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff; font-size: small;">www.liesa.globo.com</span></span></span></span></span></a></p>
<p></span></p>
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		<title>Editais do Sesc (Curitiba) se encerram na sexta</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Sesc da Esquina está com editais abertos para seu Programa de Cultura em 2012. Profissionais das artes visuais, do teatro e da música podem pleitear vagas no projeto, que prevê cessão de espaços, pagamento de cachês e equipamentos de sonorização e iluminação, além de divulgação dos eventos. Na área de visuais, serão selecionados dez...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/sesc.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-16097" title="sesc" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/sesc-300x225.jpg" alt="" width="175" height="116" /></a>O Sesc da Esquina está com editais abertos para seu Programa de Cultura em 2012. Profissionais das artes visuais, do teatro e da música podem pleitear vagas no projeto, que prevê cessão de espaços, pagamento de cachês e equipamentos de sonorização e iluminação, além de divulgação dos eventos. Na área de visuais, serão selecionados dez artistas. Para teatro e dança, o Sesc EmCena prevê a apresentação de cinco espetáculos, em temporadas de três dias. No Som da Cidade, serão incentivados cinco grupos ou artistas de Curitiba. Este é o primeiro ano em que o espaço também abre edital de teatro infantil. As inscrições poderão ser feitas até a próxima sexta-feira pelo site <a href="http://www.sescpr.com.br/esquina/editais"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">http://www.sescpr.com.br/esquina/editais</span></span></span></a>. O resultado será divulgado dia 24 de fevereiro. Mais informações pelo telefone (41) 3304-2222.</p>
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		<title>Manauscult cadastra artistas para a Virada Cultural 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 11:34:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Fundação Municipal de Cultura e Artes (ManausCult) vai realizar um dos principais eventos culturais da cidade, a &#8220;Virada Cultural 2012&#8243; nos dias 25 e 26 de maio. A fundação pretende ampliar o número de artistas locais na terceira edição do evento e no período de 03/01/2012 a 30/04/2012 acontece o cadastramento dos artistas de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/manauscult.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-16079" title="manauscult" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/manauscult-300x176.jpg" alt="" width="243" height="140" /></a>A Fundação Municipal de Cultura e Artes (ManausCult) vai realizar um dos principais eventos culturais da cidade, a &#8220;Virada Cultural 2012&#8243; nos dias 25 e 26 de maio.</p>
<p>A fundação pretende ampliar o número de artistas locais na terceira edição do evento e no período de 03/01/2012 a 30/04/2012 acontece o cadastramento dos artistas de vários segmentos: música, teatro, dança, circo, entre outros.</p>
<p>Os artistas interessados em fazer parte da festa devem baixar o formulário de cadastramento (disponível ao final desta matéria), preenchê-lo e entregá-lo no Departamento de Projetos Especiais da ManausCult.</p>
<p>Artistas já cadastrados nos anos anteriores não precisam fazer nova inscrição.</p>
<p>De acordo com o diretor de planejamento e captação da fundação, José Venâncio nesse período há importantes vantagens para a realização da festa, como a maior disponibilidade financeira da iniciativa privada.</p>
<p>Outra vantagem é conciliar o período da festa com a agenda dos artistas e a aproveitar a época de verão, já que o evento é realizado em áreas externas.</p>
<p>A ManausCult fica localizada na Av. André Araújo nº 2767 – Aleixo, Zona Centro Sul. Manaus. AM</p>
<p>Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3631- 7369.</p>
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		<title>Cidade de São Paulo comemora 458 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 10:04:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cidade que nunca para, comemora nesta quarta-feira o aniversário de 458 anos. Sua fundação, em 25 de janeiro de 1554, veio após a escalada de um grupo de padres da Companhia de Jesus, da qual faziam parte José de Anchieta e Manoel da Nóbrega, pela serra do mar até o planalto de Piratininga. Na...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/so_paulo_musica.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15992" title="so_paulo_musica" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/so_paulo_musica-300x148.jpg" alt="" width="190" height="92" /></a>A cidade que nunca para, comemora nesta quarta-feira o aniversário de 458 anos. Sua fundação, em 25 de janeiro de 1554, veio após a escalada de um grupo de padres da Companhia de Jesus, da qual faziam parte José de Anchieta e Manoel da Nóbrega, pela serra do mar até o planalto de Piratininga.</p>
<p>Na região, eles encontraram &#8220;ares frios e temperados como os de Espanha&#8221; e &#8220;uma terra sadia, fresca e de boas águas&#8221;, segundo eles mesmos. Do ponto de vista da segurança, a localização topográfica era perfeita, pois situava-se numa colina alta e plana, cercada por dois rios, o Tamanduateí e o Anhangabaú.</p>
<p>Foi aí que o Colégio dos Jesuítas foi fundado e, ao seu redor, começou a construção das primeiras casas do povoado.</p>
<p>Quatrocentos e cinquenta e oito anos depois, São Paulo tornou-se a capital de todos os povos, todas as raças e todos os sotaques. Os problemas, como os de qualquer cidade que cresce rapidamente, são muitos. O trânsito, as enchentes e a violência ainda são os pesadelos dos que vivem aqui.</p>
<p>Atualmente, mais de 19 milhões vivem na capital. E cidade que não dorme é também um caldeirão que transborda cultura. Nesta quarta-feira, a programação cultural em homenagem ao aniversário será ampla.</p>
<p><strong>Os monumentos</strong></p>
<p>A capital paulista também é conhecida por diveros símbolos e verdadeiros cartões-postais. Os prédios altos, arranha-céus, a arquitetura das estações de trem, os museus e parques fazem da grande metrópole um lugar especial.</p>
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		<title>Carnaval, a força econômica da cultura</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 11:26:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A relevância do Carnaval na vida social brasileira é ilustrada pelo ditado popular, segundo o qual, no Brasil, o ano só começa quando o Carnaval acaba. Se, por um lado, ele realça o fato de que em algumas cidades do país é praticamente impossível ficar alheio aos festejos durante os dias de folia, por outro,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/carnaval-2012.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15987" title="carnaval-2012" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/carnaval-2012.jpg" alt="" width="187" height="181" /></a>A relevância do Carnaval na vida social brasileira é ilustrada pelo ditado popular, segundo o qual, no Brasil, o ano só começa quando o Carnaval acaba.</p>
<p>Se, por um lado, ele realça o fato de que em algumas cidades do país é praticamente impossível ficar alheio aos festejos durante os dias de folia, por outro, também revela o desconhecimento do Carnaval como uma importante atividade econômica mobilizada a partir de um elemento da cultura nacional.</p>
<p>O economista Carlos Lessa enriqueceu a discussão ao estudar a economia do Carnaval carioca e afirmar que a evolução dos desfiles representa um grande exemplo de como uma criação da cultura popular pode evoluir da esfera não-mercantil para a centralidade da indústria de serviços de lazer em massa do Rio de Janeiro.</p>
<p>Atualmente não há dúvidas acerca da transformação do Carnaval em um grande negócio, existindo três aspectos dessa realidade merecedores de destaque.<br />
Primeiramente, a explosão turística vivida por algumas cidades salta aos olhos de qualquer um dos seus moradores.</p>
<p>No Rio de Janeiro, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, a taxa de ocupação dos hotéis durante os dias de festa atingiu 95% em 2011, alcançando 100% nos bairros próximos aos eventos.</p>
<p>Já o Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes destacou que um milhão de visitantes ajudaram a aumentar em 15% o faturamento dos bares e dos restaurantes da cidade.</p>
<p>O segundo aspecto é a escolha do Carnaval como plataforma de comunicação das marcas. Blocos e trios elétricos espalhados pelo país são patrocinados por empresas que encontram no entretenimento uma forma diferenciada de relacionamento com os consumidores.</p>
<p>Além disso, as escolas de samba oferecem o seu principal produto (o desfile) às marcas, que por sua vez, podem contar suas histórias através do samba-enredo, dos carros alegóricos, das coreografias, das fantasias e de todos os outros elementos presentes em um desfile.</p>
<p>Além das empresas, muitas cidades e estados do Brasil escolhem patrocinar escolas de samba para incentivarem o turismo em suas terras.</p>
<p>Por fim, há de se reconhecer a dinâmica produtiva da realização do Carnaval, que envolve milhares de trabalhadores em todo o país.</p>
<p>Segundo Luiz Carlos Prestes Filho, que lançou luz sobre esse tema no Rio de Janeiro, a indústria do Carnaval na cidade, em 2006, gerou uma receita correspondente aos gastos das pessoas, empresas, associações e prefeitura da ordem de R$ 685 milhões e criou uma oferta de postos de trabalho de 264,5 mil/mês, sendo que 64,7 mil/mês foram nas escolas de samba.</p>
<p>Diante do tamanho do negócio e do número de organizações envolvidas no processo produtivo, a profissionalização do Carnaval continua o seu curso e muitos são os desafios presentes, dentre os quais destacam-se a formalização dos profissionais e a aplicação dos conhecimento de gestão, que impactam diretamente na definição dos planos de negócio.</p>
<p>Como evidência do tamanho desse desafio, os dados de 2011 do Ministério da Cultura sobre a captação de recursos através do mecenato mostram a dificuldade dos gestores do Carnaval em alcançar esses recursos.</p>
<p>Segundo os dados, apenas 8 projetos no Rio de Janeiro, 6 na Bahia e 1 em Pernambuco eram relacionados ao segmento Carnaval sobre um total de 642, 59 e 65 projetos, respectivamente.</p>
<p>Ainda há muito a se investigar e aprender sobre o Carnaval e a sua gestão, mas certamente todos reconhecem que ele é um dos principais exemplos de integração entre o conhecimento tradicional, a cultura, a arte e a economia de um país.</p>
<p>　</p>
<p><strong>João Luiz de Figueiredo</p>
<p>é coordenador do Núcleo de Economia Criativa e chefe do Departamento de Gestão do Entretenimento da<strong>ESPM-RJ</strong><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></span><span> </span></p>
<p></strong></p>
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		<title>Nara Leão completaria 70 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 12:23:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se estivesse viva, Nara Leão (1942-1989), um dos maiores talentos da MPB, faria 70 ano nesta quinta, 19. O Portal Brasil Cultura coloca em suas paginas uma cronologia da grande artista brasileira. 19 de janeiro de 1942 Nasce em Vitória, capital do Espírito Santo, Nara Lofego Leão. Nara era a segunda filha do casamento entre...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/nara.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15921" title="nara" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/nara-300x297.jpg" alt="" width="175" height="182" /></a>Se estivesse viva, Nara Leão (1942-1989), um dos maiores talentos da MPB, faria 70 ano nesta quinta, 19. O Portal Brasil Cultura coloca em suas paginas uma cronologia da grande artista brasileira.</span></p>
<p><em>19 <span style="font-size: small;">de janeiro de 1942</span></em><span style="font-size: small;"> Nasce em Vitória, capital do Espírito Santo, Nara Lofego Leão. Nara era a segunda filha do casamento entre Dr. Jairo Leão, advogado, e Altina Lofego Leão, professora. Sua irmã mais velha era Danuza Lofego Leão. </span></p>
<p><em>1954</em> <span style="font-size: small;">Nara ganha do pai o seu primeiro violão e passa a fazer aulas com o músico Patrício Teixeira. Nessa época, ela estudava no mesmo colégio de Roberto Menescal e, já com doze anos, o apresentava em discos as novidades do jazz norte-americano. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Nara Leão entre amigos, 1956</span></p>
<p><em>1956</em> <span style="font-size: small;">Nara se matricula na Academia de Violão de Menescal e Carlos Lyra, na Rua Sá Ferreira. </span></p>
<p><em>1957</em> <span style="font-size: small;">Durante esse ano ocorrem no apartamento de Nara as primeiras das famosas reuniões do grupo de jovens músicos que participariam da Bossa Nova. O apartamento era localizado no edifício Champ-Elysées, em frente ao posto 4 da Avenida Atlântica, Copacabana. </span></p>
<p><em>1958</em> <span style="font-size: small;">Após contrair uma hepatite, Nara se ausenta do colégio por dois meses. Logo depois desse evento, larga em definitivo os estudos, no segundo científico.</p>
<p>Durante breve período, trabalha como secretária de redação e repórter do “Tablóide UH”, caderno de utilidades comandado por Alberto Dines no jornal Última Hora, de Samuel Wainer. </span></p>
<p><em>1959</em> <span style="font-size: small;">No dia 22 de setembro, Nara participa apenas como platéia no I Festival de Samba Session realizado na PUC-RJ. Esse seria um dos primeiros shows com o grupo de músicos envolvidos com a nascente Bossa Nova.</p>
<p>No dia 13 de novembro, estréia como cantora no show “Segundo comando da operação bossa nova”, realizado na Escola Naval. Nara cantou “Se é tarde me perdoa” e “Fim de noite”.</p>
<p>Inicia seu namoro com Ronaldo Bôscoli. </span></p>
<p><em>1960</em> <span style="font-size: small;">Nara passa a freqüentar o consultório do psicanalista Ivan Ribeiro, um dos membros fundadores da primeira turma do Instituto de Medicina Psicológica ao lado de Hélio Pellegrino.</p>
<p>Nesse ano, começam a sair as primeiras notícias na imprensa carioca sobre a Bossa Nova e o grupo de jovens reunidos nos apartamentos da Zona Sul, entre eles o de Nara. Ela participa de uma série de apresentações, públicas e privadas, e é destaque com fotos em várias matérias jornalísticas.</p>
<p>Em junho a revista Singra, encarte do jornal Correio da Manhã, publica uma reportagem feita durante uma reunião de músicos na casa de Nara Leão. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Samuel Wainer, Nara Leão, e Cacá Diegues, anos 60</span></p>
<p><em>1961</em> <span style="font-size: small;">Paralelamente a iniciante carreira de cantora, Nara se dedica às artes plásticas, mais especificamente à xilogravura. Com 500 candidatos concorrendo para o X Salão Nacional de Arte Moderna, Nara e suas obras foram classificadas dentre 138 trabalhos.</p>
<p>Termina seu relacionamento com Ronaldo Bôscoli. </span></p>
<p><em>1962</em> <span style="font-size: small;">Nara continua participando esparsamente de shows ao redor do país, cantando basicamente um repertório ligado a Bossa Nova, sempre acompanhada dos músicos do movimento.</p>
<p>Inicia seu namoro com o cineasta e compositor moçambicano Ruy Guerra. </span></p>
<p><em>1963</em> <span style="font-size: small;">Em março, na boate Au bom gourmet em Copacabana, Nara se apresenta pela primeira vez como cantora profissional, dividindo o palco com Carlos Lyra e Vinícius de Moraes no espetáculo Pobre Menina Rica, escrito pelos dois.</p>
<p>Primeiras apresentações em programas de TV de diferentes estados.</p>
<p>Em agosto, no estúdio Rio-Som da Rua do Senado, Rio de Janeiro, inicia a gravação do seu primeiro disco de carreira. A gravadora era a recém-fundada Elenco, de Aloysio de Oliveira. </span></p>
<p><em>1964</em> <span style="font-size: small;">Ano de ascensão pública de Nara como uma das maiores cantoras do país. Suas opiniões políticas e declarações a favor dos movimentos de esquerda geravam polêmicas nos jornais.</p>
<p>Em janeiro de 1964 Nara cumpre uma temporada de shows da boite Bottle’s, no Beco das Garrafas, ao lado do Bossa Trio (DomUm Romão na bateria, Gusmão no baixo e Carlinhos no piano) e da violonista Rosinha de Valença.</p>
<p>Nara, seu primeiro disco pela Elenco, é lançado na boate Zum Zum em fevereiro desse ano. Nesse disco, Nara se afasta de vez do rótulo de “cantora de bossa nova” e inaugura um repertório que promovia o encontro das composições de Carlos Lyra, Vinicius de Moraes e Baden Powell com os sambas de Cartola, Zé Ketti e Nelson Cavaquinho.</p>
<p>Ainda nesse ano de 1964, Nara assinava um contrato com a Philips para a gravação de seu novo disco. Além disso, fez uma temporada em São Paulo e shows em várias cidades brasileiras, passando pelo Norte e pelo Nordeste. Em uma dessas viagens, conhece os trabalhos de Maria Bethânia, Caetano Veloso e Gilberto Gil.</p>
<p>Em setembro, Nara participa ao lado de Sérgio Mendes, Tião Neto e Edson Machado de uma turnê de shows nacionais e internacionais (com apresentações no Japão) promovida pela empresa de moda Rhodia.</p>
<p>Em outubro, Nara concede uma polêmica declaração para a revista Fatos e Fotos em que anuncia sua ruptura completa e, até então, definitiva, com a Bossa Nova e seus compositores. Com o título “Nara de uma bossa só”, a matéria teria uma réplica dos seus antigos parceiros, na mesma revista, com o título “Resposta à Nara”.</p>
<p>Em Novembro é lançado Opinião de Nara, segundo disco da cantora, pela Philips. O disco, com repertório na mesma linha do primeiro, torna-se a inspiração para o espetáculo musical Opinião, escrito por Oduvaldo Vianna Filho, Paulo Pontes e Armanda Costa, dirigido por Augusto Boal e encenado pela própria Nara, por Zé Ketti e João do Vale. </span></p>
<p><em>1965</em> <span style="font-size: small;">Nara inicia o ano como uma das principais personalidades do país devido ao sucesso de seus discos e do espetáculo Opinião. A crítica musical debate não só suas canções como suas declarações públicas em entrevistas.</p>
<p>No final de janeiro, por problemas na garganta devido ao uso intenso de sua voz, Nara precisa se retirar do espetáculo Opinião e, em um primeiro momento, é substituída por Susana Moraes. Logo depois a própria Nara indica como sua substitua a jovem cantora baiana Maria Bethânia.</p>
<p>Em março inicia as gravações de seu LP O Canto livre de Nara, pela Philips.</p>
<p>Em abril Nara participa do espetáculo Liberdade, Liberdade, segunda incursão do grupo Opinião no teatro de Arena do Rio de Janeiro. O espetáculo – escrito por Millôr Fernandes e dirigido por Flávio Rangel – foi alvo de uma série de ataques dos ditos anti-comunistas durante suas apresentações.</p>
<p>No mesmo período de Liberdade, Liberdade, Nara participa de um show na boate Zum Zum ao lado de Edu Lobo e Luis Eça.</p>
<p>Em agosto Nara inicia a gravação e seu novo disco pela Philips, que seria lançado no ano seguinte.</p>
<p>Em setembro é lançado pela Philips o disco do espetáculo Opinião, gravado em janeiro, com Nara Leão ainda no elenco.</p>
<p>A Philips lança o LP 5 na bossa – Nara, Edu Lobo, Tamba Trio, resultado de um show realizado no Teatro Paramount durante esse ano. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Nara Leão na noite de apresentação de “A Banda”<br />
Festival de Record, 1966</span></p>
<p><em>1966</em> <span style="font-size: small;">Em janeiro Nara sai em viagem de férias para Nova York e para a Europa.</p>
<p>Em fevereiro é lançado o disco Nara Pede Passagem, seu terceiro pela Philips. O Disco traz novos compositores em seu repertório, como os iniciantes Sidnei Miller, Jards Macalé, Paulinho da Viola e Chico Buarque de Hollanda.</p>
<p>Em maio, Nara concede uma famosa entrevista para o Diário de Notícias, declarando sua oposição ferrenha aos militares no governo do país. A manchete “Nara é de opinião: esse exército não vale nada”, causou imensa repercussão e ameaças de prisão por parte do regime ditatorial e palavras solidárias de cronistas como Rubem Braga, Carlinhos de Oliveira e Carlos Drummond de Andrade.</p>
<p>No mesmo mês de maio Nara dá seu depoimento para o debate “Que caminho seguir na música popular brasileira?”, organizado pela Revista Civilização Brasileira, organizado por Airton Lima Barbosa. Uma de suas declarações da época: “Enquanto Roberto Carlos vai a todos os programas, todos os dias, o pessoal da música brasileira, talvez por comodismo, não vai. Existe até certo preconceito – quando eu vou ao programa do Chacrinha os bossanovistas me picham, eles acham que é ‘decadência’ ir a este programa”.</p>
<p>No Festival de Música Popular da Rede Record Nara defende duas músicas: O homem, de Millôr Fernandes e A Banda, de Chico Buarque. A segunda, interpretada ao lado do compositor, tornou-se a vencedora do Festival ao lado de Disparada, de Geraldo Vandré. Seu compacto, prensado pela Philips, tornou-se um sucesso nacional de proporções gigantescas.</p>
<p>Nara grava seu quarto disco pela Philips, intitulado Manhã de Liberdade e trazendo “A banda” como faixa de abertura. Outro disco lançado esse ano com participação de Nara é o disco ao vivo com a peça Liberdade, Liberdade.</p>
<p>Ainda nesse ano Nara participa por pouco mais de seis meses como apresentadora ao lado de Chico Buarque no programa Pra ver a banda passar, transmitido pela Rede Record de Televisão.</p>
<p>Ano em que inicia o namoro com o cineasta Cacá Diegues. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Nara Leão e Chacrinha, 1966</span></p>
<p><em>1967</em> <span style="font-size: small;">Em maio Nara e Chico Buarque apresentam o último programa Pra ver a banda passar na Rede Record.</p>
<p>No mesmo mês, Nara grava e lança com uma festa no Largo do Boticário o disco Vento de maio, com repertório dominado pelas composições de Chico Buarque e Sidnei Miller. Como destaque, a bela capa do pintor Augusto Rodrigues, seu antigo professor de pintura.</p>
<p>Em julho, ao lado de Caetano Veloso, da varanda de um hotel em São Paulo, Nara assiste e critica a chamada “Marcha contra as guitarras elétricas”, organizada por defensores da MPB contra o sucesso pop da Jovem Guarda.</p>
<p>No mesmo mês, no dia 26 de julho, Nara casa com o cineasta Carlos (Cacá) Diegues no apartamento de seus pais, na Avenida Atlântica.</p>
<p>Nara grava mais um disco pela Philips, intitulado simplesmente Nara, com capa de Lan e repertório com canções que iam de antigos nomes como João de Barro e Ari Barroso a novos compositores como Edu Lobo e a estreante Sueli Costa.</p>
<p>Participa dos festivais do ano cantando A estrada e o violeiro com Sidnei Miller no Festival de Música Popular da Rede Record e Carolina, de Chico Buarque no II Festival Internacional da Canção.</p>
<p>Viaja para Europa com Cacá Diegues e faz apresentações em Paris.</p>
<p>Participa do filme Garota de Ipanema de Leon Hirszman e Vinícius de Moraes. </span></p>
<p><em>1968</em> <span style="font-size: small;">Abre o ano estreando o show Tique-Taque no Teatro de Bolso, em Ipanema, ao lado do conjunto vocal Momento Quatro. Nesse show, Nara cantava um repertório que aliava os novos tempos em canções como “Tropicália” de Caetano Veloso e clássicos como “Três apitos” de Noel Rosa e “Chega de Saudade” de Tom Jobim e Vinícius e Moraes.</p>
<p>Ao lado de Cacá Diegues, participa intensamente das manifestações públicas contra o regime militar.</p>
<p>Em primeiro de abril, quatro anos após o golpe militar e logo após o assassinato do estudante Édson Luís, Nara publica no jornal Última Hora o contundente texto “É preciso não cantar” na coluna “Roda Viva”, de Nelson Mota.</p>
<p>Em Julho Nara canta “O tema dos inconfidentes” no Teatro Municipal do Rio de Janeiro durante o espetáculo Romanceiro da Inconfidência, adaptação de Flávio Rangel para a obra de Cecília Meireles.</p>
<p>Em agosto é lançado seu novo disco sem título, trazendo apenas sua foto na capa. O repertório escolhido e os arranjos de Rogério Duprat sinalizavam a sua afinidade com os compositores ligados ao momento tropicalista na música popular brasileira. Caetano Veloso está presente no disco com o bolero “Lindonéia” e com as parcerias com Torquato Neto “Deus vos salve essa casa santa” e “Mamãe coragem”.</p>
<p>Participa do disco coletivo Tropicalia ou Panis et circenses com a gravação de “Lindonéia”, composição de Caetano Veloso feita a pedido da cantora e inspirada em uma obra do pintor Rubens Gerchman. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Nara Leão, Guilherme Araújo e Cacá Diegues.<br />
Estúdios da BBC de Londres, 1969</span></p>
<p><em>1969</em> <span style="font-size: small;">Ano em que o regime militar fecha o cerco sobre a sociedade. Nesse período, Nara diminui bastante suas atividades musicais no Brasil.</p>
<p>Em abril ela participa de uma temporada de shows em Portugal ao lado de Chico Buarque e Vinícius de Moraes, ambos moradores da Europa durante esse período.</p>
<p>Grava e lança do disco Coisas do Mundo, com repertório que trazia, além do samba-título de Paulinho da Viola, algumas versões de sua autoria para músicas de Rolando Alarcón e Jacques Brel e canções de Caetano Veloso, Jards Macalé e Sidnei Miller.</p>
<p>Em agosto, numa entrevista concedia a Tarso de Castro para o Pasquim, dá por encerrada sua carreira de cantora.</p>
<p>No fim do ano, Nara deixa o país com Cacá Diegues para viverem um período de exílio na Europa. Moram em Paris, onde Nara passa a ter uma vida cotidiana longe da fama que a acompanhava – e a incomodava – no Brasil. </span></p>
<p><em>1970</em> <span style="font-size: small;">Período em que Nara vive em Paris ao lado de Cacá Diegues.</p>
<p>Trabalha em apresentações esparsas e faz versões de músicas brasileiras para cantoras francesas como François Hardy.</p>
<p>Fica Grávida de sua primeira filha, Isabel, que nasce no dia 28 de setembro.</p>
<p>Ainda em Paris resolve gravar para Philips um álbum duplo com vinte e quatro canções do período da Bossa Nova. O disco traz composições de Tom Jobim com seus parceiros Newton Mendonça, Vinícius de Moraes e Chico Buarque, além de canções de Carlos Lyra, Johnny Alf e Baden Powell. Gravado apenas com violão e piano e com a participação da cantora e violonista Tuca, o disco ganhou arranjos de cordas de Luis Eça e Rogério Duprat e foi lançado com o título Dez anos depois. </span></p>
<p><em>1971</em> <span style="font-size: small;">Nara Leão e Cacá Diegues voltam a morar no Brasil.</p>
<p>Em um ano de poucos trabalhos, Nara dá algumas entrevistas e participa do disco da Philips Os Maiores sambas-enredos de todos os tempos, com o samba “Nordeste, seu povo, seu canto e sua glória”, de Wilson Diabo, Maneco e Heitor.</p>
<p>Grava um compacto duplo trazendo quatro versões de músicas estrangeiras, entre elas “Pai e filho”, uma versão de Cacá Diegues para “Father and son”, de Cat Stevens. As outras três canções eram versões de Nara para músicas de Georges Moustaki.</p>
<p>É lançado pela Philips o álbum duplo Dez anos depois. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Nara e seus filhos Francisco e Isabel</span></p>
<p><em>1972</em> <span style="font-size: small;">Em 17 de janeiro nasce o segundo filho de Nara Leão e Cacá Diegues, Francisco. Nara participa como atriz ao lado de Maria Bethânia e Chico Buarque do filme Quando o carnaval chegar dirigido pelo marido Cacá Diegues.</p>
<p>No mesmo ano, a trilha sonora do filme é lançada em LP pela Philips com Nara cantando “Mais uma estrela” de Bonfiglio de Oliveira e Herivelto Martins e “Soneto” de Chico Buarque.</p>
<p>É convidada para participar como presidente da comissão julgadora do VII Festival Internacional da Canção, realizado no Maracanãzinho. Após seguidas confusões entre a organização do festival, a censura e comissão julgadora, Nara é destituída da presidência com o resto dos jurados.</p>
<p>Em agosto, faz uma série de apresentações na boate Flag, no Rio de Janeiro. O registro dessa apresentação seria lançado em 1976 em um mini-LP com o título Palco, corpo e alma. </span></p>
<p><em>1973</em> <span style="font-size: small;">Nara inicia o ano apoiando a carreira de um jovem cantor cearense que logo faria sucesso, chamado Fagner. Ela participa de seu primeiro disco e divide com ele o palco nos shows de lançamento do disco, em fevereiro.</p>
<p>Participa como atriz ao lado de Anecy Rocha do filme Lira do Delírio, de Walter Lima Junior.</p>
<p>Inicia uma série de shows com Chico Buarque e o MPB-4, estreando o Circuito Universitário, projeto idealizado por Benil Santos para percorrer as universidades com shows de música popular brasileira.</p>
<p>Em junho, faz shows em Curitiba ao lado de Fagner.</p>
<p>Em agosto grava um programa de televisão da Rede Bandeirante ao lado de Chico Buarque, Vinícius de Moraes e Toquinho. Participa também do espetáculo Phono 73, promovido pela gravadora Philips com todo seu elenco e transformado em três LPs com o mesmo título. Nara canta “Diz que fui por aí” de Zé Ketti e H. Rocha e “Quinze anos”, de Naire e Paulinho Tapajós.</p>
<p>Inicia sua volta aos bancos escolares, terminando o segundo grau, abandonado em prol da carreira da cantora ainda em 1958. No ano seguinte, Nara faz o vestibular para cursar psicologia na Pontífice Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC. </span></p>
<p><em>1974</em> <span style="font-size: small;">Ano em que Nara volta a gravar um LP pela Philips. Produzido por seu amigo de juventude Roberto Menescal, Meu primeiro amor é um disco pessoal, em que a cantora grava as canções que tocava ao violão para seus filhos pequenos.</p>
<p>Participa de quatro discos da famosa Coleção Marcus Pereira sobre música folclórica brasileira, cantando canções nos LPs dedicados à Música Popular do Centro Oeste/Sudeste.</p>
<p>Grava o compacto simples A senha do novo Portugal, com a canção “Grandola, vila morena”, de José Afonso, música que marcou o período da Revolução dos Cravos em Portugal.</p>
<p>Nara é aprovada no vestibular de Psicologia na PUC-RJ. </span></p>
<p><em>1975</em> <span style="font-size: small;">A gravadora Philips lança o disco Meu primeiro amor. Por ser um disco sem apelo comercial, a cantora não faz shows de divulgação. Mesmo assim, ganha o prêmio de Melhor Cantora do Ano da Associação dos Críticos de Arte de São Paulo. </span></p>
<p><em>1977</em> <span style="font-size: small;">Após um período dedicado aos seus estudos de psicologia e aos filhos, Nara retorna ao universo da música popular, gravando o disco Meus amigos são um barato. Um disco com parcerias com alguns de seus amigos da Bossa Nova, como Tom, João Donato, Menescal e Boscôli, amigos compositores, como Gilberto Gil, Chico Buarque, Caetano Veloso e Edu Lobo e com novos amigos como, Dominguinhos e Sivuca.</p>
<p>Volta a fazer shows e participa com Dominguinhos da bem sucedida série Seis e meia, no teatro João Caetano, produzida por Sérgio Cabral.</p>
<p>Participa cantando seis músicas no disco Os Saltimbancos, de Chico Buarque, Sérgio Barsoti e Luíz Enriquez.</p>
<p>Nara e Cacá Diegues se separam. </span></p>
<p><em>1978</em> <span style="font-size: small;">Nara sai em bem sucedida turnê nacional com um show que reunia Dominguinhos e os grupos Ritmos Nordestinos e Os Carioquinhas. Esse grupo de choro do Rio de Janeiro trazia entre seus componentes os muito jovens violonistas Raphael Rabelo e Maurício Carrilho e a cavaquinista Luciana Rabelo.</p>
<p>Gravação e lançamento do surpreendente disco E que tudo mais vá para o inferno, dedicado inteiramente à obra de Roberto e Erasmo Carlos. </span></p>
<p><em>1979</em> <span style="font-size: small;">Ano em que Nara descobre problemas de saúde. Nara grava e lança em abril o disco Com açúcar e com afeto, que assim como o disco anterior, era todo dedicado ao repertório de um compositor. Dessa vez, ela dedica o disco às canções de seu amigo Chico Buarque.</p>
<p>Durante o ano, faz uma série de viagens para divulgação do disco, dando entrevistas para rádios e televisão. Algumas vezes, sente-se mal durante as entrevistas. </span></p>
<p><em>1981</em> <span style="font-size: small;">Apresentação no Festival de Guarujá.</p>
<p>Recolhida dos shows em função de seus problemas de saúde, Nara se dedica ainda mais ao violão. Passa a ter aulas com o jovem professor Almir Chediak.</p>
<p>Nara grava e lança o disco Romance Popular, feito em parceria com Fagner e Fausto Nilo. Além dos compositores, que cuidam da produção e do repertório, o LP conta com participações de músicos como Robertinho do Recife e Geraldo Azevedo e arranjos de músicos como seu amigo Menescal, Oberdan, Lincoln Olivetti e Eduardo Souto Neto.</p>
<p>Em abril Nara faz uma mini-temporada de três shows para o lançamento de Romance Popular na boate Horse Neck, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Em agosto Nara estréia em São Paulo, no teatro Tuca, o show Romance Popular, com direção de Flávio Rangel. </span></p>
<p><em>1982</em> <span style="font-size: small;">Estréia em janeiro o show Romance Popular no Rio de Janeiro, no hotel Rio Palace.</p>
<p>Em maio Nara entra em estúdio para gravar seu novo disco. Dessa vez, teria como parceiro João Donato em mais uma produção do amigo Roberto Menescal. O disco é lançado no final do ano com o título Nasci para bailar.</p>
<p>Participa do festival MPB Shell, promovido pela Rede Globo, com a canção “Maravilha curativa”, de Miltinho e Kledir Amaral.</p>
<p>Nara participa intensamente do processo de abertura política durante as primeiras eleições diretas para governador no Rio de Janeiro depois da ditadura militar. A cantora inicialmente comparece a comícios e eventos a favor de candidatos do PMBD como Arthur da Távola e Miro Teixeira. No dia da eleição, porém, após muitas dúvidas e debates com amigos e personalidades, Nara votou no candidato do PDT Leonel Brizola.</p>
<p>Em dezembro estréia o show Nasci para bailar no Teatro da Lagoa, Rio de Janeiro. Durante três semanas de casa cheia, Nara reedita sua parceria com os músicos dos Carioquinhas, agora reagrupados na Camerata Carioca e incorpora ritmistas do Bloco Cacique de Ramos. O show ainda viajaria por diversas cidades do país. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Nara, Menescal e Chico Buarque</span></p>
<p><em>1983</em> <span style="font-size: small;">No início do ano Nara participa ao lado de Chico Buarque e Fagner de um grande show de desagravo para o cantor português Sérgio Godinho, detido pela Polícia Federal brasileira há mais de dois meses.</p>
<p>Divulga o disco e o show Nasci para bailar em programas de televisão e apresentações ao redor do país.</p>
<p>Ainda nesse ano, Nara grava e lança o disco Meu samba encabulado, gravado em parceria com a Camerata Carioca, Paulo Moura e os ritmistas Bira, Ubirani e Joviano, do Cacique de Ramos. O disco tem o repertório todo dedicado ao samba, com novos e antigos compositores do gênero.</p>
<p>Participa do Projeto Pixinguinha ao lado da Camerata Carioca, cumprindo um roteiro de shows por várias cidades brasileiras. Nas apresentações, o repertório do disco Meu samba encabulado. </span></p>
<p><em>1984</em> <span style="font-size: small;">Nara se apresenta pela primeira vez apenas acompanhada de seu violão no show Com açúcar e com afeto, no antigo teatro BNH, atual Teatro Nelson Rodrigues.</p>
<p>Em fevereiro participa dos eventos públicos em prol das “Diretas Já”, manifestação a favor da eleição direta para Presidente no país.</p>
<p>Estrela na TV Bandeirantes o programa Nara Leão 84, com direção de Cláudio Petraglia e participação de amigos e familiares.</p>
<p>Grava e lança o disco Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim, com arranjo e participação do pianista César Camargo Mariano. O disco marca a volta de Nara ao repertório da Bossa Nova.</p>
<p>Em julho participa em São Paulo da comemoração pelos dez anos da Fundação Vianinha, em homenagem ao seu amigo e um dos escritores do espetáculo Opinião, Oduvaldo Vianna Filho. </span></p>
<p><em>1985</em> <span style="font-size: small;">Nara inicia o ano com uma bem sucedida mini-temporada de voz e violão na boate People, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Grava com seu amigo e produtor Roberto Menescal, dessa vez tocando violão, mais um disco com o repertório relacionado à Bossa Nova e outros estilos: Um cantinho e um violão. Lançado em maio, o disco foi bem recebido pela crítica e pelo público.</p>
<p>Recebe dois convites para apresentações de voz e violão no exterior, em várias cidades de Portugal, em Paris e em várias cidades do Japão. Essas apresentações nas cidades japonesas foram acompanhadas por Roberto Menescal e a Camerata Carioca. Seus shows iniciaram uma relação permanente não só de Nara, mas da Música Popular Brasileira com o país oriental.</p>
<p>A viagem ao Japão ainda rende a produção do primeiro Compact Disc de um artista brasileiro. Gravado durante o mês de junho na Polygram do Japão e com o repertório todo dedicado à Bossa Nova, o título escolhido foi Garota de Ipanema. </span></p>
<p><em>1986</em> <span style="font-size: small;">Período em que se agravam os problemas de saúde de Nara. Grande parte do seu tempo é dividido entre sua recuperação em tratamentos e sua ainda ativa carreira musical.</p>
<p>É lançado no Brasil o disco Garota de Ipanema, gravado no Japão durante o ano anterior. </span></p>
<p><em>1987</em> <span style="font-size: small;">Com um quadro de melhora, volta a dar shows com freqüência, quase sempre ao lado de Roberto Menescal.</p>
<p>Em abril, ambos se apresentam em uma temporada de shows na boate People, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Em Junho, Nara e Roberto Menescal fazem uma temporada de shows no 150 Nightclub, boate do hotel Maksud Plaza, São Paulo.</p>
<p>Em agosto é lançado o disco Meus sonhos dourados, com clássicos da música popular norte-americana em versões brasileiras feitas por ela e outros como Ronaldo Bôscoli e Fátima Guedes. </span></p>
<p><em>1988</em> <span style="font-size: small;">Mais uma temporada de shows com grande sucesso – cinco semanas – de Nara e Menescal na boate People, no Rio de Janeiro. Os dois viajam por várias cidades com seu show.</p>
<p>Participa de comemorações dos trinta anos da Bossa Nova, com a apresentação em um show na praia de Copacabana ao lado de Carlos Lyra, Luis Eça e do conjunto Garganta Profunda.</p>
<p>Em novembro a TV Manchete dedica um especial à dupla Nara Leão e Roberto Menescal.</p>
<p>Durante o ano, Nara elabora e divide com Nelson Motta uma nova série de versões de músicas norte-americanas para gravar em seu último disco de carreira, encomendado pela Polygram do Japão e intitulado My foolish heart. </span></p>
<p><em>1989</em> <span style="font-size: small;">A cantora realiza seu último show em uma mini-turnê por cidades do Norte do Brasil, apresentando-se em março no Iate Clube de Belém do Pará.</p>
<p>Nara Leão falece na Casa de Saúde São José, Rio de Janeiro, no dia 7 de junho. </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/uZ-UJckeZMo?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Frejat chega aos 50 anos como líder político entre os músicos</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 15:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ENTREVISTA-COM-ROBERTO-FREJAT.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15901" title="ENTREVISTA-COM-ROBERTO-FREJAT" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ENTREVISTA-COM-ROBERTO-FREJAT-300x225.jpg" alt="" width="192" height="147" /></a>No baú da parceria Frejat/Cazuza ainda existe, pelo menos, uma composição inédita. Ela foi descoberta há pouco tempo, quando os quatro componentes restantes da formação original do Barão Vermelho ouviram tudo o que tinham gravado em 1982 para o disco de estreia da banda. Encontraram uma versão não utilizada de &#8220;Nós&#8221; — canção registrada no terceiro LP, &#8220;Maior abandonado&#8221; (1984) — e essa esquecida, sobre a qual Roberto Frejat ainda procura manter mistério:</p>
<p>— Não vou dizer o título. Deve virar um single. Poderemos fazer uma versão contemporânea e manter a versão &gt;ita&lt;old style como faixa bônus do disco. Vamos decidir.</p>
<p>O músico começa 2012 dando mais um passo em sua carreira solo: apresenta amanhã, às 21h30m, no Citibank Hall, &#8220;A tal felicidade&#8221;, show que classifica como &#8220;festeiro, dançante&#8221; e é uma ampliação do feito no Rock in Rio, com sucessos de outros autores (Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gonzaguinha, Tim Maia etc.) e próprios (&#8220;Amor pra recomeçar&#8221;, &#8220;Por você&#8221;, &#8220;Bete Balanço&#8221;, &#8220;Por que a gente é assim?&#8221; etc.). Mas parte de sua mente agitada já está trabalhando na reunião do Barão, em caráter excepcional, para a comemoração dos 30 anos do primeiro lançamento da banda. Ele (guitarra), Dé Palmeira (baixo), Maurício Barros (teclados) e Guto Goffi (bateria) remixarão o disco e o relançarão.</p>
<p>— Fomos alijados da mixagem na época e ficamos muito frustrados. Agora, ele vai ganhar a qualidade de som que merece, com um punch de rock — empolga-se Frejat.</p>
<p>O LP &#8220;Barão Vermelho&#8221; foi lançado pela Som Livre, que está apoiando a atual reengenharia. Serviu para apresentar ótimas músicas, como &#8220;Todo amor que houver nessa vida&#8221; e &#8220;Down em mim&#8221;, mas não fez muito sucesso. O grupo engrenou com &#8220;Barão Vermelho 2&#8243; — que tinha &#8220;Pro dia nascer feliz&#8221; — e &#8220;Maior abandonado&#8221;. Em 1985, Cazuza partiu para a carreira solo. Sua voz aparecerá na festa de 30 anos em três novidades: na inédita, em &#8220;Nós&#8221; e numa versão em espanhol de &#8220;Down em mim&#8221; gravada para alguma novela de algum país latino-americano. Frejat nunca a ouvira.</p>
<p>Esse trabalho será realizado pelo Barão original. Já a turnê de shows, que poderá acontecer a partir de maio se os patrocínios forem fechados a tempo, ficarão a cargo da formação posterior da banda, com Frejat à frente de Fernando Magalhães (guitarra), Rodrigo Santos (baixo), Peninha (percussão) e Guto (bateria), além de Maurício nos teclados como convidado.</p>
<p>— Serão poucos shows, com uma estrutura grande, e zé fini — assegura Frejat, que também imagina um documentário e uma exposição. — A gente tem uma obra bacana, já fez tudo o que é disco que se possa imaginar, não faz sentido ficar inventando mais nada. Depois dessa comemoração, eu realmente não tenho a menor ideia de quando a gente vai voltar. É provável que demore muito, muito, muito, muito, muito, põe várias virgulas aí, tempo. Talvez nos 40 anos.</p>
<p><strong>Viagens frequentes a Brasília</p>
<p></strong></p>
<p>Em 21 de maio, Frejat completa 50 de vida. Sem fios de cabelo branco visíveis, de bermuda e tênis, ele conta que fez uma bateria de exames no fim do ano passado e recebeu congratulações dos médicos.</p>
<p>— O meu 2010 foi pesado, bebi um pouco mais do que devia. Em 2011 diminuí bem. E em 2012 será a redução total. Quero acordar mais cedo, curtir os filhos — diz o pai de Rafael, de 15 anos, guitarrista que participará de seu show de amanhã e vem se aprimorando também como tecladista, e Julia, de 13.</p>
<p>A rotina saudável tem como obstáculos as viagens para cantar e as de outra ordem: a Brasília para participar de discussões sobre as mudanças por que está passando a legislação relacionada à música. Frejat esteve na linha de frente da defesa da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Música, que foi aprovada na Câmara dos Deputados e será votada no Senado neste primeiro semestre. Ela desonera de impostos a produção de CDs e DVDs de artistas brasileiros, permitindo que os preços baixem.</p>
<p>Outra causa foi o retorno da obrigatoriedade do ensino de música nas escolas, que tinha sido abolida em 1971.</p>
<p>— Briguei muito por isso, porque foi uma cacetada que a ditadura deu na cultura brasileira. É o medo que a educação impõe à escuridão. A música é sempre libertária — afirma.</p>
<p>Neste ano, deverá chegar ao Congresso o projeto de reforma da Lei de Direitos Autorais elaborado pelo Ministério da Cultura. Os debates poderão ser intensos, e Frejat já dá como certa sua participação.</p>
<p>— É a nossa questão mais grave — diz. — Autoria é propriedade, representa o que vamos deixar para os nossos filhos. O que eu acho mais importante é a criação de um órgão regulamentador que fique acima do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição). O trabalho do Ecad melhorou muito nos últimos 20 anos, mas precisamos de um Instituto Brasileiro de Direito Autoral.</p>
<p>Além do ativismo, há as demandas da vida digital para prejudicar o compositor Frejat, que quase não tem criado.</p>
<p>— O artista tem muito pouco tempo para ser artista. Virou um peão das artes, preocupado com Facebook, site, em responder 80 e-mails por dia. A tecnologia é legal, mas é complicada essa relação com os fãs, pois você tem que fornecer conteúdo o tempo todo, desesperadamente, e sem uma remuneração que sustente — avalia.</p>
<p>Apesar disso, ele conseguiu compor duas músicas com Jards Macalé — uma com Luiz Melodia na parceria, outra com Omar Salomão e Mauro Santa Cecília. Frejat diz que poderá vir a fazer um disco com Macalé, que, por sua vez, já o chamou para produzi-lo num CD dedicado à obra de Nelson Cavaquinho. O roqueiro conta que vai pedir uma consultoria a Arlindo Cruz.</p>
<p>Ele ainda será o diretor musical da programação de blues da edição do Back2Black que será realizada em Londres durante as Olimpíadas, em julho e agosto. Brasileiros, é claro, estarão na sua lista.</p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/cultura/frejat-chega-aos-50-anos-como-lider-politico-entre-os-musicos-3696131#ixzz1jomTV2rh">Fonte</a></p>
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