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	<title>Brasil Cultura &#187; Cinemateca Brasileira</title>
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		<title>Audiovisual Brasileiro</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 12:59:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<dl id="attachment_16073" class="wp-caption alignleft" style="width: 233px; height: 113px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ancine2012.jpg"><img class="size-medium wp-image-16073" title="ancine2012" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ancine2012-300x145.jpg" alt="" width="223" height="105" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Dirigentes do MinC falam sobre as perspectivas do setor até 2020</dd>
</dl>
<p>No momento em que o setor audiovisual brasileiro trabalha seu Plano de Diretrizes e Metas até 2020, dentro do Conselho Superior de Cinema, o Ministério da Cultura (MinC) intensifica ações de fomento e incentivo à área, buscando cumprir as determinações do Plano Nacional de Cultura (PNC) para o segmento.As metas incluem o lançamento anual de 150 filmes brasileiros de longa-metragem no mercado nacional e a participação em 27% da bilheteria de cinema no país, além da disponibilização de conteúdos audiovisuais licenciados ou em domínio público, pela Internet; bem como a implantação de núcleos de produção digital em 100% das unidades da federação; o incremento em 100% do número de beneficiados por ações de fomento à pesquisa, formação e produção do conhecimento; o desenvolvimento permanente de atividades de arte e cultura nas escolas públicas de educação básica e o aumento em 70% das atividades de difusão e intercâmbios culturais, tanto no Brasil como no exterior.</p>
<p>As duas primeiras metas citadas acima são de competência da Agência Nacional do Cinema (Ancine) e as demais estão estruturadas dentro das ações da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC). No cumprimento das diretrizes, a secretaria fomenta uma série de produções nacionais. No final de 2011, lançou cinco novos editais de financiamento à produção cinematográfica, com investimentos totais de R$ 17,9 milhões. Os recursos estão sendo direcionados para a produção de filmes de baixo orçamento, documentários, curtas-metragens e realização de roteiros cinematográficos.</p>
<p>Aos editais somam-se mudanças na operacionalização do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), que possui linhas de financiamento para produção, distribuição e comercialização e agora será gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A expectativa do presidente da Agência Nacional do Cinema (Ancine/MinC), Manoel Rangel, é do repasse de R$ 2 bilhões ao banco, até 2015.</p>
<p><strong>Digitalização de acervos</strong><br />
Em cumprimento à meta de ampliação do acesso de conteúdos audiovisuais, via internet, a secretária do Audiovisual, Ana Paula Santana, disse que a SAv está digitalizando o acervo da Cinemateca Nacional para disponibilizar parte do conteúdo na rede mundial de computadores.</p>
<p>Na área da formação, a secretária informa que está sendo elaborado um programa de bolsas para formação de alto nível, nos Estados Unidos, em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal de Nível Superior (Capes). O lançamento do programa está previsto para o segundo semestre de 2012. Ainda nesta área, o MinC está subsidiando parte das matrículas de estudantes brasileiros selecionados para cursos de formação em cinema na Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba (EICTV).</p>
<p>Já nas escolas de educação básica, o audiovisual produzido no país chega até aos alunos através do programa <em>Cine Educação</em>, uma parceria dos ministérios da Cultura e da Educação que tem como foco a formação do cidadão a partir da utilização do cinema no processo pedagógico interdisciplinar. O Plano Nacional de Cultura estabelece a implantação deste programa em cem mil escolas públicas, até o ano 2020.</p>
<p><strong>Políticas públicas da Ancine</strong><br />
O presidente da Ancine, Manoel Rangel, citou como exemplo do trabalho que vem sendo feito para atingir as metas propostas pelo PNC, a manutenção das diversificadas linhas de investimento do Fundo Setorial do Audivisual e a continuidade dos programas <em>Um Cinema Perto de Você,</em> que visa expandir e descentralizar o parque exibidor do país, além de ações como o <em>Prêmio Adicional de Renda</em> e o <em>Programa Ancine de Incentivo à Qualidade,</em> que recompensam a atividade audiovisual com base no desempenho comercial dos filmes e na participação em festivais.</p>
<p>Apontou, também, como exemplos de políticas públicas para o setor, os tradicionais mecanismos de fomento ligados às leis de incentivo fiscalos e os novos programas de financiamento a serem lançados no segundo semestre de 2012, dentro do Fundo Setorial do Audiovisual. Estes instrumentos de crédito serão viabilizados pelas receitas geradas a partir da Lei 12.485, de outubro de 2011, que regulamentou a legislação das Tvs a Cabo no Brasil.</p>
<p><strong>Números do Audiovisual em 2011</strong><br />
Manoel Rangel disse que está havendo uma consolidação da infraestrutura nacional para o crescimento da indústria Brasileira de cinema. “De um lado observa-se o fortalecimento de empresas com produções regulares e qualidade crescente, e de outro lado, o surgimento de uma nova e talentosa geração de realizadores”, comentou.</p>
<p>Ele aposta em um cenário ampliado até 2020, com o lançamento anual de 150 filmes nacionais e a comercialização de cerca de R$ 60 milhões de bilhetes, juntamente com o funcionamento de 4.550 salas de cinema em todo o país. Disse, ainda, que o audiovisual brasileiro também amplia os seus horizontes, com o crescimento da produção independente de cinema na grade de programação das televisões.</p>
<p>Em 2011 a produção cinematográfica nacional atingiu a marca de 100 lançamentos anuais de filmes de longa-metragem e obteve uma participação em torno de 13% na venda total de ingressos de cinema, com mais de 18 milhões de bilhetes comercializados.</p>
<p>Apesar de inferiores aos resultados de 2010 – quando o país teve o fenômeno de bilheteria “Tropa de Elite 2” -, Manoel Rangel considera razoável este desempenho e apontou o crescimento dos números de filmes com bilheteria superior a 1 milhão de espectadores como dado positivo em relação ao ano de 2010. Em 2011 foram sete filmes contra cinco em 2010.</p>
<p>Para consolidar o fortalecimento do setor e levá-lo a alcançar as metas prevista no PNC, até o ano de 2020, o presidente da Ancine considera fundamental o apoio institucional à indústria de conteúdos no Brasil e a garantia de uma firme colocação dos filmes nacionais no mercado interno.</p>
</div>
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		<title>Cultura dá prêmio aos destaques do cinema</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 12:17:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/premio_gov_4141.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-16034" title="premio_gov_414" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/premio_gov_4141-300x246.jpg" alt="" width="230" height="181" /></a>A produtora da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Renata de Almeida, foi o grande Destaque Cultural escolhido pelo júri do Prêmio Governador do Estado para a Cultura 2011. Ela recebe o prêmio de R$ 100 mil da Secretaria da Cultura pelo conjunto do seu trabalho.</p>
<p>Desde 1990, junto com seu marido Leon Cakoff, morto no ano passado, ela é responsável pela seleção de filmes e programação da mais conhecida mostra cinematográfica do País e uma das mais importantes do mundo.</p>
<p>O Prêmio foi entregue à Renata na noite desta terça-feira, 24 de janeiro, em cerimônia no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.</p>
<p>O Prêmio Governador 2011 distribuiu mais sete prêmios em dinheiro, no valor de R$ 60 mil cada, para os vencedores do júri das outras modalidades: o artista plástico Fernando Lemos, pela exposição Lá &amp; Cá, na modalidade Artes Visuais.</p>
<p>Marco Dutra e Juliana Rojas na modalidade Cinema, pelo filme Trabalhar Cansa; em Circo, Roger Avanzi, com seu personagem Palhaço Picolino; a companhia Ballet Stagium, em Dança, pelo espetáculo comemorativo dos seus 40 anos; Sérgio Vaz na modalidade Inclusão Cultural, com seu trabalho na Cooperativa Cultural da Periferia (Cooperifa).</p>
<p>Suzana Salles, no prêmio de Música, pela realização da Semana da Canção Brasileira de São Luiz do Paraitinga; e a Cia. Hiato, em Teatro, com o espetáculo O Jardim.</p>
<p>No total, o Prêmio Governador 2011 entregou R$ 520 mil, o maior valor distribuído por um governo estadual brasileiro em uma premiação do tipo. &#8220;O reconhecimento do trabalho realizado é um incentivo do Governo de São Paulo para estimular a produção cultural de qualidade&#8221;, afirma o Secretário da Cultura, Andrea Matarazzo.</p>
<p>Além do prêmio do júri, em dinheiro, os artistas, grupos e instituições escolhidos pelo voto popular receberam o troféu elaborado pelo artista plástico Florian Raiss especialmente para o Prêmio Governador 2011. O site do evento na Internet recebeu mais de 120 mil votos entre os dias 3 e 23 de janeiro.</p>
<p>Duas modalidades tiveram apenas votação popular: com 12.988 votos, o Sesc-SP foi escolhido como a melhor Instituição Cultural de 2011; já a Caixa Econômica Federal, com 7.493 votos, recebeu o prêmio popular de Mecenato.</p>
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		<title>MinC abre inscrições para editais</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 11:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/sav.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16023" title="sav" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/sav.jpg" alt="" width="188" height="129" /></a>A Secretaria do Audiovisual (SAv) do Ministério da Cultura (MinC) está com inscrições abertas de cinco editais, até o dia 10 de fevereiro. Os editais abrangem todas as regiões do país e foram concedidos para apoiar obras de baixo orçamento, curtas-metragens e documentários, além de contemplar roteiristas profissionais e estreantes.</p>
<p>Confira os cinco editais:</p>
<p>Edital de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Cinematográficas, Inéditas, de Ficção, de Baixo Orçamento &#8211; apoiará, com até R$ 1.200.000,00 (um milhão e duzentos mil reais), a produção de 10 (dez) projetos.</p>
<p>Edital de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Inéditas de Curta Metragem, do Gênero Ficção, Documentário e Animação – fomentará a produção de até 25 (vinte e cinco) projetos, destinando apoio individual no valor de até R$ 100.000,00 (cem mil reais).</p>
<p>Edital de Apoio ao Desenvolvimento de Roteiros Cinematográficos Inéditos, de Ficção para Roteiristas Profissionais – tem o objetivo de selecionar até 13 (treze) projetos, que terão apoio individual no valor de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais).</p>
<p>Edital de Apoio ao Desenvolvimento de Roteiros Cinematográficos Inéditos, de Ficção para Roteiristas Estreantes – irá fomentar a produção de até 10 (dez) projetos, com o valor de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) para cada um.</p>
<p>Edital de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Cinematográficas do Gênero Documental inéditas – prevê a seleção de até 5 (cinco) projetos, destinando apoio individual no valor de até R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais).</p>
<p>As inscrições serão realizadas via internet, no <a href="http://www.cultura.gov.br/audiovisual/fomento/c/editais/">endereço</a> . Mais informações <a href="mailto:concurso.sav@cultura.gov.br"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">concurso.sav@cultura.gov.br</span></span></span></a></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
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		<title>Manaoos no Cine Ó.</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:35:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste Cine Ó Carla Lima conversa com Manaoos Aristides, diretor da série A Saga. Ele conta como foi esta experiência e o que aconteceu durante os 10 anos de filmagens. Quando iniciou as filmagens de &#8220;A Saga&#8221; em 1999, o diretor e roteirista Manaoos Aristides, então com 54 anos, sabia que seus planos eram ambiciosos:...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/normal_MANAOOS1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15893" title="Manaoos Aristides, diretor de  A Saga" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/normal_MANAOOS1-199x300.jpg" alt="" width="141" height="216" /></a>Neste Cine Ó Carla Lima conversa com Manaoos Aristides, diretor da série A Saga. Ele conta como foi esta experiência e o que aconteceu durante os 10 anos de filmagens.</p>
<p>Quando iniciou as filmagens de &#8220;A Saga&#8221; em 1999, o diretor e roteirista Manaoos Aristides, então com 54 anos, sabia que seus planos eram ambiciosos: fazer uma minissérie fora do eixo Rio-São Paulo, mesclar atores profissionais e amadores, arquitetar uma megaprodução. O que ele não sabia é que a tarefa ia demorar dez anos para ser concluída. Agora, ele tem um novo desafio: negociar a veiculação com redes nacionais.</p>
<p>&#8220;Acabou sendo uma saga dentro da própria &#8220;Saga’&#8221;, diz Aristides, 66, ao enumerar as dificuldades financeiras, as interrupções em razão da falta de verba e a maneira criativa de solucionar os problemas.</p>
<p>Sem dinheiro, fazia convênios em municípios paranaenses para as locações. As prefeituras forneciam alimentação e infraestrutura para as equipes e, em troca, a produção fazia oficinas para atores nas cidades. Nesse esquema, 17 municípios paranaenses receberam filmagens de &#8220;A Saga&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nessas oficinas, fomos selecionando atores locais que entraram na história, além de arrebanharmos figurantes&#8221;, diz Aristides. Ao todo, 4.010 pessoas se envolveram com a minissérie, entre atores, figurantes e equipe técnica.</p>
<div><strong>Manaoos Aristides</strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p>As interrupções possibilitaram histórias curiosas, como a de Daniel Petroscki, escalado para fazer um personagem na pré-adolescência. Ele tinha 11 anos nas primeiras cenas. Para o papel do personagem já adulto, o planejamento era colocar outra pessoa. Os anos de intervalo, no entanto, fizeram com que ele assumisse os dois papéis. Hoje, o ator tem 19 anos.</p>
<p>Aristides estima que a série tenha custado mais de R$ 2 milhões. Segundo ele, os maiores gastos foram com a construção de cidades cenográficas em Cascavel, Foz do Iguaçu e Marechal Cândido Rondon.</p>
<p>A minissérie aborda a colonização do oeste paranaense –uma história de grilagem de terras, revoltas de posseiros e mortes– entre as décadas de 30 e 60 do século passado.</p>
<p>Aristides ligou esses episódios a fatos históricos, como a descoberta das cataratas do Iguaçu, em 1542, pelo conquistador espanhol Alvar Nuñez Cabeza de Vaca, e a passagem da Coluna Prestes, liderada por Luiz Carlos Prestes, por Foz do Iguaçu na década de 20.</p>
<p>Ele se diz disposto a enfrentar &#8220;outra saga&#8221;</p>
<p><a href="http://www.otv.tv.br/video/cine-o-conhece-manaoos-aristides/">http://www.otv.tv.br/video/cine-o-conhece-manaoos-aristides/</a></p>
<p><a href="http://www.otv.tv.br/video/cine-o-conhece-manaoos-aristides/">http://www.otv.tv.br/video/cine-o-conhece-manaoos-aristides/</a></p>
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		<title>A música segundo Tom Jobim</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 10:46:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O extraordinário universo da música de Antonio Carlos Jobim não cabe em palavras. Foi com essa idéia em mente que o diretor Nelson Pereira dos Santos, ao lado de Dora Jobim, se dispôs a encarar o desafio de desvendar em filme a trajetória musical do grande compositor brasileiro, autor de uma obra eterna, de alcance...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_15815" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Antonio-Carlos-Jobim-by-Ana-Lontra-Jobim.jpg"><img class="size-medium wp-image-15815" title="Antonio-Carlos-Jobim-by-Ana-Lontra-Jobim" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Antonio-Carlos-Jobim-by-Ana-Lontra-Jobim-300x159.jpg" alt="" width="300" height="159" /></a><p class="wp-caption-text">Um documentário musical de Nelson Pereira dos Santos e Dora Jobim </p></div>
<p>O extraordinário universo da música de Antonio Carlos Jobim não cabe em palavras. Foi com essa idéia em mente que o diretor Nelson Pereira dos Santos, ao lado de Dora Jobim, se dispôs a encarar o desafio de desvendar em filme a trajetória musical do grande compositor brasileiro, autor de uma obra eterna, de alcance internacional.</p>
<p>Nelson dirigiu, em 1985, um documentário sobre Tom Jobim para a televisão brasileira, com duração de quatro horas. Sempre teve grande admiração pelo compositor. Quando decidiu fazer A música segundo Tom Jobim percebeu que o acervo de fotos e filmes da família do compositor e os arquivos obtidos pela pesquisa de Antonio Venâncio eram tão ricos que o próprio material podia, por si só, contar a história de Tom. “Vi que em cada imagem havia uma outra história”, diz Nelson. “E mais outra. Era uma história dentro da outra, contando tudo através da música”. A espinha dorsal do filme foi construída com base na música e nas imagens em movimento e fotográficas. Dessa forma, a atenção se concentra em cada foto, em cada performance original e surpreendente. E o filme permite que o espectador se entregue inteiramente à música.</p>
<p>Em <em>A música</em><em> segundo Tom Jobim</em>, os diretores escolheram o caminho sensorial da imagem e do som para exibir o trabalho do músico considerado, ao lado de Heitor Villa-Lobos, um dos maiores expoentes de todos os tempos da música brasileira. Não há uma palavra sequer no filme. E nem é preciso. Uma sucessão de imagens de grandes intérpretes brasileiros e internacionais em performances inesquecíveis, e do próprio Tom Jobim, em diferentes momentos, alinhava a trajetória musical do “maestro soberano”.</p>
<p>Gal Costa, Elizeth Cardoso, Jean Sablon, Agostinho dos Santos, Pierre Barouh, Alaíde Costa, Henri Salvador, Gary Burton, Silvia Telles, Gerry Mulligan, Ella Fitzgerald, Sammy Davis Jr, Judy Garland, Vinicius de Moraes, Errol Garner, Pat Hervey, Márcia, Lio, Mina, Elis Regina, Adriana Calcanhoto, Nara Leão, Maysa, Fernanda Takai, Nana Caymmi, Diana Krall, Oscar Peterson, Sarah Vaughan, Cybele e Cynara, Carlinhos Brown, Jane Monheit, Stacey Kent, Birgit Brüel, Milton Nascimento, Lisa Ono, Paulo Jobim, Miucha, Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil e Paulinho da Viola são os interpretes das canções de Jobim no documentário.</p>
<p>Está tudo lá: a força e a beleza da sua música, as diferentes fases do artista, o alcance e a poesia das suas canções, sua personalidade musical, a importância da sua obra. Tudo conduzido de forma vigorosa e poética, sem necessidade de maiores explicações. Apenas o prazer e a emoção de ouvir Tom Jobim.</p>
<p>O longa-metragem entra em cartaz no dia 20 de janeiro de 2012.</p>
<p><strong>A música segundo Tom Jobim</strong><br />
Brasil, 2011, 90 min, livre.<br />
<strong>Direção:</strong> Nelson Pereira dos Santos e Dora Jobim<br />
<strong>Roteiro:</strong> Miucha Buarque de Hollanda e Nelson Pereira dos Santos<br />
<strong>Direção Musical:</strong> Paulo Jobim</p>
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		<title>Dicas para a escolha de uma câmera digital</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 10:47:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As câmeras digitais representam uma grande evolução na prática de tirar fotos. Entre suas vantagens estão: imagens com melhor qualidade, aplicação de efeitos, oferta de recursos até então disponíveis apenas para fotógrafos profissionais, possibilidade de obter uma grande quantidade de fotografias, além de funcionalidades adicionais, como gravação de vídeos e apresentação de fotos em formato...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/camarasfoto.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15380" title="camarasfoto" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/camarasfoto.jpg" alt="" width="259" height="197" /></a>As câmeras digitais representam uma grande evolução na prática de tirar fotos. Entre suas vantagens estão: imagens com melhor qualidade, aplicação de efeitos, oferta de recursos até então disponíveis apenas para fotógrafos profissionais, possibilidade de obter uma grande quantidade de fotografias, além de funcionalidades adicionais, como gravação de vídeos e apresentação de fotos em formato de slides. Mas, com tantas opções no mercado, muitas vezes é difícil encontrar uma câmera ideal às suas necessidades. É para te ajudar nessa tarefa que o InfoWester mostra, a seguir, doze dicas para a escolha de uma câmera digital. É importante frisar que o foco do artigo são as câmeras digitais compactas, para uso não profissional.</p>
<p>1 &#8211; <span style="font-size: large;"><strong>Quantos megapixels?</strong></span></p>
<p>Em poucas palavras, o megapixel indica o tamanho da foto que uma câmera digital é capaz de criar. Quanto maior a quantidade de megapixels, maior é a resolução da fotografia criada. Assim, é recomendável ter uma câmera com, pelo menos, 5 megapixels. Dessa forma, é possível ter fotos com nitidez excelente em impressões e pôsteres, por exemplo. Felizmente, com o passar do tempo, o número de megapixels aumenta sem que isso implique em custos maiores para o consumidor. Atualmente, é possível encontrar facilmente câmeras com, no mínimo, 10 megapixels. Uma vez que essa característica lida somente com a resolução das imagens, não é um aspecto tão importante para a maioria das pessoas. Portanto, o fato de uma câmera ter um número alto de megapixels não significa, necessariamente, que ela é de que boa qualidade.</p>
<p>2 &#8211; <span style="font-size: large;"><strong>Zoom óptico ou digital?</strong></span></p>
<p>O zoom é o recurso que permite tirar fotos mais próximas de elementos que estão localizados em uma área distante. Por exemplo, suponha que você encontrou um pássaro raro em um árvore e queira fazer uma foto bastante detalhada, mas só da ave. Neste caso, basta utilizar o zoom, que permite tirar essa fotografia sem que, para tanto, você tenha que se aproximar do animal.</p>
<p>Existe dois tipos de zoom: o óptico e o digital. Prefira o primeiro, pois o zoom óptico faz a aproximação da imagem por meio de lentes. O zoom digital, por sua vez, &#8220;amplia&#8221; a parte da imagem original escolhida, fazendo com que a qualidade da fotografia seja prejudicada.</p>
<p>A capacidade do zoom é medida da seguinte forma: se uma câmera indica zoom (seja óptico ou digital) de 3X, significa que a imagem pode ser aproximada em até três vezes o tamanho original.<br />
<em>Câmera com zoom óptico</em></p>
<p>3 &#8211; <span style="font-size: large;"><strong>Iluminação flash</strong></span></p>
<p>O flash é importantíssimo nas câmeras para que as imagens geradas em ambiente com deficiência de luz tenham boa qualidade. Na verdade, em alguns casos, é recomendável usar o flash até mesmo em ambientes que estão com iluminação satisfatória.</p>
<p>Prefira os modelos que permitem fazer pré-ajustes no flash. Por exemplo, há câmeras que otimizam a intensidade do flash para evitar o efeito de &#8220;olhos vermelhos&#8221; nas imagens. Outras permitem que a luz emitida &#8220;dure&#8221; mais, característica útil em fotos sequenciais. Para uso noturno, é interessante ter um modelo que permita a conexão de um flash externo.</p>
<p>Como praticamente toda as câmeras atuais contam com flash, verifique a distância que os seus disparos pode atingir. É recomendável ter uma câmera com alcance de flash de pelo menos 4 metros.<br />
<em>O uso adequado do flash permite tirar boas fotos mesmo em ambientes com pouca iluminação</em></p>
<p>4 &#8211; <span style="font-size: large;"><strong>Armazenamento</strong></span></p>
<p>A grande maioria das câmeras fotográficas digitais faz uso de memória Flash para armazenar as imagens. Para isso, existem vários formatos de cartões de memória.</p>
<p>É importante ficar atento: a compatibilidade de cartões varia conforme o fabricante e o modelo da câmera. Por exemplo, a Sony usa o tipo <em>MemoryStick</em> em seus modelos. No entanto, a maioria dos fabricantes prefere o padrão <em>SD</em>, que leva a vantagem de ser mais barato e mais popular.</p>
<p>Embora os cartões de memória estejam ficando mais baratos com o passar do tempo, prefira câmeras que também possuam memória interna, mesmo que de pouca capacidade. Isso evita que a câmera fique inutilizável no caso de perda do cartão.</p>
<p>5 &#8211; <span style="font-size: large;"><strong>Vídeo e áudio valem a pena?</strong></span></p>
<p>A grande maioria das câmeras digitais permite a criação de vídeos, embora muitas vezes com qualidade inferior em comparação com uma filmadora. Esse recurso é muito interessante para quando você está presenciando um acontecimento que ficaria melhor registrado se filmado. O site <span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: underline;">YouTube</span> </span>é um exemplo claro disso.</p>
<p>Por isso, prefira câmeras que possuam o recurso de gravação de vídeo, mas tome cuidado com um detalhe: é possível encontrar alguns modelos que fazem filmes, porém sem áudio. Obviamente, prefira as câmeras que permitem áudio no filme. Além disso, para os padrões atuais, é recomendável verificar se o formato do vídeo é widescreen. Muitos modelos também fazem vídeos em alta definição, o que pode deixar a filmagem ainda mais interessante.</p>
<p>6 &#8211; <span style="font-size: large;"><strong>Bateria ou pilhas?</strong></span></p>
<p>Atualmente, é possível encontrar tanto câmeras que usam pilhas (geralmente do tipo AA) para alimentação elétrica, quanto baterias recarregáveis. A escolha aqui é questão de preferência: as pilhas oferecem a vantagem de permitir sua troca imediata em praticamente qualquer lugar. As baterias, por sua vez, costumam oferecer maior tempo de autonomia. Ao escolher uma câmera do primeiro tipo, use pilhas recarregáveis, pois você poupa dinheiro com isso e ajuda o meio ambiente. Se preferir uma câmera que use bateria, prefira um modelo que permita a remoção fácil desse dispositivo e verifique com o fabricante se é possível conseguir uma bateria extra &#8211; com preço aceitável, obviamente &#8211; para o caso da carga da primeira acabar. Tal medida evita que você fique sem registrar suas fotos ou seus vídeos por falta de energia.</p>
<p>7 &#8211; <span style="font-size: large;"><strong>Exposição</strong></span></p>
<p>As câmeras digitais são capazes de oferecer configurações automáticas, assim, mesmo o usuário leigo não encontra dificuldades em tirar fotos. No entanto, há casos em que é necessário gerar fotografias mais incrementadas, por exemplo, quando alguém posa em frente a uma avenida e quer que os carros apareçam como manchas que dão a sensação de movimento.</p>
<p>Para esses casos, é preferível o uso de câmeras que permitem ajustes manuais nos parâmetros de exposição, em especial, na velocidade do obturador (em poucas palavras, o mecanismo que permite a captura da luz para a geração da imagem).<br />
<em>O controle da exposição permite controlar a sensação de movimento </em></p>
<p>8 &#8211; <span style="font-size: large;"><strong>Visor LCD</strong></span></p>
<p>Outra grande vantagem das câmeras digitais é a possibilidade de usar uma tela<span style="color: #000000;"> <span style="text-decoration: underline;">LCD</span> </span>para tirar e visualizar as fotos, portanto, é um item imprescindível. Para o uso mais confortável, prefira os modelos que tenham visor LCD de, pelo menos, duas polegadas (quanto maior, melhor, obviamente). Além disso, certifique-se de que a câmera tem a opção de desligar essa tela, recurso útil para quando a bateria estiver fraca.</p>
<p>É uma boa ideia testar esse recurso no ato da compra, quando possível, para ver se a nitidez é satisfatória e para checar se a visualização não é facilmente prejudicada em ambientes com iluminação mais baixa. Modelos mais sofisticados conseguem inclusive ajustar os parâmetros de brilho e contraste automaticamente para que o usuário possa ter a melhor visualização possível nos mais variados ambientes.</p>
<p>9 &#8211; <span style="font-size: large;"><strong>Tempo entre os disparos</strong></span></p>
<p>Se você estiver fotografando em um ambiente com muitas ações, pode perder uma foto interessante se tiver que esperar a câmera estar pronta para um novo disparo. Por isso, observe nos modelos de seu interesse qual o intervalo que a câmera oferece entre uma foto e outra. Quanto menor esse tempo, melhor.</p>
<p>Uma dica interessante é verificar se a câmera possui um &#8220;timer&#8221;, que permite que a foto seja tirada alguns segundos depois do botão de disparo ter sido acionado. Assim, você pode, por exemplo, deixar a câmera em uma mesa, acioná-la e correr para junto de seus amigos (daí a necessidade da câmera &#8220;esperar&#8221; alguns segundos). Com isso, a câmera tira a foto de todos juntos, sozinha.</p>
<p>10 &#8211; <span style="font-size: large;"><strong>Visor óptico</strong></span></p>
<p>Muitos fabricantes de câmeras digitais compactas não colocam visor óptico em determinados modelos para reduzir os custos de fabricação do produto e para economizar espaço. Esse recurso, no entanto, pode ser bastante útil. O visor óptico é aquela pequena &#8220;lente&#8221; que mostra a imagem a ser capturada quando você aproxima o equipamento do seu rosto e olha por ela. O visor LCD pode fazer isso na maioria dos casos, no entanto, em determinadas situações &#8211; ambiente com forte luz solar, por exemplo -, visualizar algo nessa tela se torna praticamente impossível. Daí a importância de se ter um visor óptico. Além disso, se a câmera estiver com a bateria fraca, desligar a tela LCD ajuda a poupar energia, fazendo novamente com que o visor óptico seja útil. Por isso, é recomendável verificar a existência desse recurso ao comprar uma câmera.<br />
<em>Visor óptico </em></p>
<p>11 &#8211; <span style="font-size: large;"><strong>Recursos extras</strong></span></p>
<p>Muitas câmeras digitais atuais são providas de recursos que podem ajudar até mesmo o usuário mais leigo a fazer fotos bonitas. Por isso, é importante avaliar as funcionalidades oferecidas antes de adquirir uma câmera. Determinados modelos, por exemplo, são capazes de identificar rostos de pessoas de forma a enquadrá-los melhor. Outros são capazes de ajustar seus parâmetros automaticamente para evitar ou amenizar determinados defeitos, como iluminação baixa ou imagens tremidas. Há também câmeras que podem disparar um pequeno flash e, logo em seguida, outro de maior intensidade para evitar que pessoas saiam de olhos fechados na imagem. Enfim, há uma grande variedade de funcionalidades que os fabricantes podem oferecer, por isso é recomendável observar esse aspecto. Dependendo do caso, o preço da câmera pode ser maior por conta desses recursos, mas o investimento pode valer a pena por conta do benefício obtido.<br />
<em>Câmera digital compacta Lumix FP1, da Panasonic: entre seus recursos, o Mega O.I.S., que evita imagens trêmulas</em></p>
<p>12 &#8211; <span style="font-size: large;"><strong>Cuidado com a marca (e com o modelo)</strong></span></p>
<p>Com o passar do tempo, as câmeras digitais ficam mais baratas, mas ainda assim têm preço salgado para muitos bolsos. Isso faz com que muitas pessoas comprem câmeras mais baratas, porém de marcas desconhecidas.</p>
<p>Aqui não há segredo: prefira os modelos de marcas mais conceituadas, especialmente daquelas que trabalham com fotos há algum tempo. As câmeras de marcas desconhecidas podem até ter qualidade, mas isso não é comum.</p>
<p>Aliás, é bom ficar atento mesmo com marcas conhecidas. Uma boa ideia é fazer uma pesquisa e selecionar os modelos que mais lhe atraem para, em seguida, fazer uma busca na internet por cada máquina, afinal, muitos sites e fóruns de discussão mostram as experiências que outras pessoas tiveram com esses equipamentos. É melhor, é claro, dar preferência às câmeras mais &#8220;bem faladas&#8221;.</p>
<p><span style="font-size: large;"><strong>Finalizando</strong></span></p>
<p>Depois de comprar sua câmera digital, talvez você queira uma maneira eficiente de organizar suas fotos. Uma boa ideia é fazer uso de sites como o <span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: underline;">Flickr</span>.</span> Além de armazenar suas fotos on-line, você pode exibí-las a amigos facilmente. Se fizer vídeos, sites como o <span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: underline;">YouTube</span> </span>são um ótimo meio de divulgação.</p>
<p>Entre para o universo das fotografias digitais e divirta-se! O InfoWester espera que essas dicas lhe permitam escolher uma boa câmera .</p>
<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/cultura/10-dicas-de-fotografia-digital/">Saiba mais aqui</a></p>
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		<title>O Festival de Sundance anunciou nesta quarta-feira (30) os filmes que participarão de sua edição de 2012.</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/o-festival-de-sundance-anunciou-nesta-quarta-feira-30-os-filmes-que-participarao-de-sua-edicao-de-2012/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 10:55:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os selecionados na categoria World Cinema &#8211; Ficção está o brasileiro &#8220;A Cadeira do Pai&#8221;, de Luciano Moura, com Wagner Moura, Lima Duarte e Mariana Lima no elenco. No filme, Wagner Moura e Mariana Lima interpretam um casal que busca o filho depois de sua fuga por desentendimentos com o pai. O Festival de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_15321" class="wp-caption alignleft" style="width: 291px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/filme.jpg"><img class="size-full wp-image-15321" title="filme" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/filme.jpg" alt="" width="281" height="209" /></a><p class="wp-caption-text">Os atores Wagner Moura e Mariana Lima em cena do filme &quot;A Cadeira do Pai&quot;, de Luciano Moura</p></div>
<p>Entre os selecionados na categoria World Cinema &#8211; Ficção está o brasileiro &#8220;A Cadeira do Pai&#8221;, de Luciano Moura, com Wagner Moura, Lima Duarte e Mariana Lima no elenco.</p>
<p>No filme, Wagner Moura e Mariana Lima interpretam um casal que busca o filho depois de sua fuga por desentendimentos com o pai.</p>
<p>O Festival de Sundance é realizado entre 19 e 29 de janeiro de 2012, na cidade norte-americana de Park City (Utah).</p>
<p>Confira a lista completa dos filmes selecionados para o evento.</p>
<p>FICÇÃO</p>
<p>&#8220;Beasts of the Southern Wild&#8221; (EUA), de Benh Zeitlin<br />
&#8220;The Comedy&#8221; (EUA), de Rick Alverson<br />
&#8220;The End of Love&#8221; (EUA), de Mark Webber<br />
&#8220;Filly Brown&#8221; (EUA), de Youssef Delara e Michael D. Olmos<br />
&#8220;The First Time&#8221; (EUA), de Jonathan Kasdan<br />
&#8220;For Ellen&#8221; (EUA), de So Yong Kim<br />
&#8220;Hello I Must Be Going&#8221; (EUA), de Todd Louiso<br />
&#8220;Keep the Lights On&#8221; (EUA), de Ira Sachs<br />
&#8220;Luv&#8221; (EUA), de Sheldon Candis<br />
&#8220;Middle of Nowhere&#8221; (EUA), de Ava DuVernay<br />
&#8220;Nobody Walks&#8221; (EUA), de Ry Russo-Young<br />
&#8220;Safety Not Guaranteed&#8221; (EUA), de Colin Trevorrow<br />
&#8220;Save the Date&#8221; (EUA), de Michael Mohan<br />
&#8220;Simon Killer&#8221; (França/EUA), de Antonio Campos<br />
&#8220;Smashed&#8221; (EUA), de James Ponsoldt<br />
&#8220;The Surrogate&#8221; (EUA), de written by Ben Lewin</p>
<p>DOCUMENTÁRIO</p>
<p>&#8220;Ai Weiwei: Never Sorry&#8221; (EUA), de Alison Klayman<br />
&#8220;The Atomic States of America&#8221; (EUA), de Don Argott e Sheena M. Joyce<br />
&#8220;Chasing Ice&#8221; (EUA), de Jeff Orlowski<br />
&#8220;Detropia&#8221; (EUA), de Heidi Ewing e Rachel Grady<br />
&#8220;Escape Fire: The Fight to Rescue American Healthcare&#8221; (EUA), de Matthew Heineman e Susan Froemke<br />
&#8220;Finding North&#8221; (EUA), de Lori Silverbush e Kristi Jacobson<br />
&#8220;The House I Live In&#8221; (EUA), de Eugene Jarecki<br />
&#8220;How to Survive a Plague&#8221; (EUA), de David France<br />
&#8220;The Invisible War&#8221; (EUA), de Kirby Dick<br />
&#8220;Marina Abramovic: The Artist Is Present&#8221; (EUA), de Matthew Akers<br />
&#8220;Me at the Zoo&#8221; (EUA), de Chris Moukarbel e Valerie Veatch<br />
&#8220;The Other Dream Team&#8221; (EUA), de Marius Markevicius<br />
&#8220;The Queen of Versailles&#8221; (EUA), de Lauren Greenfield<br />
&#8220;Slavery by Another Name&#8221; (EUA), de Sam Pollard<br />
&#8220;The Truth Will Set You Free&#8221; (EUA), de Macky Alston<br />
&#8220;We&#8217;re Not Broke&#8221; (EUA), de Karin Hayes e Victoria Bruce</p>
<p>WORLD CINEMA &#8211; FICÇÃO</p>
<p>&#8220;4 Suns&#8221; (República Tcheca), de Bohdan Slama<br />
&#8220;About the Pink Sky&#8221; (Japão), de Keiichi Kobayashi<br />
&#8220;Can&#8221; (Turquia), de Rasit Celikezer<br />
<strong>&#8220;A Cadeira do Pai&#8221; (Brasil), de Luciano Moura</strong><br />
&#8220;L&#8221; (Grécia), de Babis Makridis<br />
&#8220;The Last Elvis&#8221; (Argentina), de Armando Bo<br />
&#8220;Madrid, 1987&#8243; (Espanha), de David Trueba<br />
&#8220;My Brother the Devil&#8221; (Inglaterra), de Sally El Hosaini<br />
&#8220;Teddy Bear&#8221; (Dinamarca), de Mads Matthiesen<br />
&#8220;Valley of Saints&#8221; (Índia/EUA), de Musa Syeed<br />
&#8220;Violeta Went to Heaven&#8221; (Chile/Argentina/Brasil/Espanha), de Andres Wood<br />
&#8220;Wish You Were Here&#8221; (Austrália), de Kieran Darcy-Smith<br />
&#8220;Wrong&#8221; (França), de Quentin Dupieux<br />
&#8220;Young &amp; Wild&#8221; (Chile), de Marialy Rivas</p>
<p>WORLD CINEMA &#8211; DOCUMENTÁRIO</p>
<p>&#8220;1/2 Revolution&#8221; (Dinamarca/Egito), de Omar Shargawi e Karim El Hakim<br />
&#8220;5 Broken Cameras&#8221; (Palestina/Israel/França), de Emad Burnat e Guy Davidi<br />
&#8220;The Ambassador&#8221; (Dinamarca), de Mads Brugger<br />
&#8220;Big Boys Gone Bananas!*&#8221; (Suécia), de Fredrik Gertten<br />
&#8220;China Heavyweight&#8221; (Canadá/China), de Yung Chang<br />
&#8220;Gypsy Davy&#8221; (Israel/EUA/Espanha), de Rachel Leah Jones<br />
&#8220;The Imposter&#8221; (Inglaterra), de Bart Layton<br />
&#8220;Indie Game: The Movie&#8221; (Canadá), de Lisanne Pajot e James Swirsky<br />
&#8220;The Law in These Parts&#8221; (Israel), de Ra&#8217;anan Alexandrowicz<br />
&#8220;Payback&#8221; (Canadá), de Jennifer Baichwal<br />
&#8220;Putin&#8217;s Kiss&#8221; (Dinamarca), de Lise Birk Pedersen<br />
&#8220;Searching for Sugar Man&#8221; (Dinamarca/Inglaterra), de Malik Bendjelloul</p>
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		<item>
		<title>&#8220;Ser campeão é detalhe&#8221;</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/ser-campeao-e-detalhe/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/ser-campeao-e-detalhe/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 11:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Museu do Futebol será palco do lançamento de filme sobre a Democracia Corinthiana. O Museu do Futebol &#8211; Instituição da Secretaria de Estado da Cultura, localizado no estádio do Pacaembu &#8211; será palco do lançamento do curta-metragem ”Ser Campeão é Detalhe: Democracia Corinthiana”, que será exibido no dia 8 de dezembro, no auditório Armando Nogueira....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/democracia-no-Corinthians.png"><img class="alignleft size-full wp-image-15270" title="democracia no Corinthians" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/democracia-no-Corinthians.png" alt="" width="200" height="220" /></a>Museu do Futebol será palco do lançamento de filme sobre a Democracia Corinthiana.</p>
<div><span style="font-family: Arial;">O Museu do Futebol &#8211; Instituição da Secretaria de Estado da Cultura, localizado no estádio do Pacaembu &#8211; será palco do lançamento do curta-metragem ”Ser Campeão é Detalhe: Democracia Corinthiana”, que será exibido no dia 8 de dezembro, no auditório Armando Nogueira. Serão três sessões, às 19h, 21h e 21h35. A entrada é gratuita e está condicionada à lotação máxima da sala.</span></div>
<p><span style="font-family: Arial;">O filme, inédito, conta com depoimentos de Sócrates, Wladimir, Zenon, Biro-Biro, Washington Olliveto, Juca Kfouri, Adilson Monteiro Alves, Waldemar Pires, Sérgio Scarpelli, Mário Travaglini, Prof. José Paulo Florenzano e Prof. Plínio Labriola.</p>
<p>Após quase três anos do início do projeto, elaborado como conclusão do curso de Midialogia da Unicamp, o documentário chega ao grande público por meio da DNA Filmes, do Grupo Muzy.</p>
<p>Durante o documentário, os diretores Gustavo Leitão e Caetano Biasi abordam de maneira clara o período inovador do clube paulsita além das quatro linhas, conhecido como “Democracia Corinthiana”. Nesta época, presidente, diretoria, jogadores e comissão técnica iniciaram um diálogo aberto, onde todos participavam das decisões do clube, tendo o mesmo “peso” no voto.</p>
<p></span></p>
<div><span style="font-family: Arial;"><br />
<strong>Lançamento Democrático</strong><br />
O filme terá seu lançamento oficial em uma avant-première gratuita e aberta ao público no dia 8 de dezembro, no Museu do Futebol com sessões às 19hs, 21hs e 21hs35.</span></div>
<p><span style="font-family: Arial;">A sala do Museu tem capacidade de 180 lugares, portanto é recomendado a chegada com pelo menos uma hora de antecedência, para retirada de convites.</p>
<p>Após a primeira exibição, será realizado um debate que contará com a presença de alguns dos entrevistados do curta.<br />
No dia 9 de dezembro, o documentário estará disponível no site www.sercampeaoedetalhe.com.br e nas redes sociais do filme, reforçando a democratização à cultura.<br />
<strong>Lançamento do filme Ser Campeão é Detalhe: Democracia Corinthiana<br />
</strong>Data: 8/12/2011(quinta-feira)<br />
Local: Museu do Futebol<br />
Endereço: Praça Charles Miller, S/N &#8211; Estádio do Pacaembu &#8211; São Paulo – SP<br />
Horário: 19h, 21h e 21h35<br />
Informações: <a href="http://www.sercampeaoedetalhe.com.br/">www.sercampeaoedetalhe.com.br</a><br />
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		<title>Ancine: R$ 7,2 milhões no mercado audiovisual brasileiro</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 10:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ANCINE publicou no DOU no dia  31 de outubro, as atas com os resultados dos recursos enviados pelas empresas que concorrem ao apoio oferecido pela Agência no âmbito dos programas de Incentivo à Qualidade do Cinema Brasileiro e do Prêmio Adicional de Renda. No total, os editais de fomento direto vão injetar R$ 7,2 milhões...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/ancine11.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-14948" title="ancine11" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/ancine11.jpg" alt="" width="130" height="120" /></a>A ANCINE publicou no DOU no dia  31 de outubro, as atas com os resultados dos recursos enviados pelas empresas que concorrem ao apoio oferecido pela Agência no âmbito dos programas de Incentivo à Qualidade do Cinema Brasileiro e do Prêmio Adicional de Renda. No total, os editais de fomento direto vão injetar R$ 7,2 milhões no mercado audiovisual brasileiro.</p>
<p><strong>Prêmio Adicional de Renda</strong></p>
<p>Seis empresas exibidoras tiveram seus recursos deferidos pela Comissão de Análise de Documentação. O projeto &#8220;Federal&#8221;, da BSB CINEMA PRODUÇÕES LTDA.&#8221;, teve seu recurso aceito pela Diretoria Colegiada, que por sua vez negou o projeto da CANNES PRODUÇÕES S.A &#8211; a inscrição foi desconsiderada.</p>
<p>O Prêmio Adicional de Renda – PAR 2011 recebeu 92 inscrições, sendo 19 de empresas produtoras, 12 de empresas distribuidoras e 61 de empresas exibidoras (complexos de uma e duas salas). As empresas contempladas irão dividir um total de R$ 6,5 milhões em recursos. O objetivo da premiação é estimular o diálogo da cinematografia nacional com o seu público, premiando as empresas de acordo com o desempenho comercial dos filmes brasileiros no mercado de salas de exibição do País. Os recursos devem ser obrigatoriamente aplicados no desenvolvimento de novos projetos, de acordo com o segmento de atuação da empresa contemplada.</p>
<p>Veja <a href="http://www.ancine.gov.br/media/resultados%20recursos%20par.pdf" target="_blank"><span style="font-size: xx-small;">aqui </span></a>a ata na íntegra</p>
<p><strong>Programa ANCINE de Incentivo à Qualidade do Cinema Brasileiro</strong></p>
<p>Os projetos &#8220;Filmefobia&#8221;, Simonal – Ninguém sabe o duro que dei&#8221; e &#8220;A Erva do Rato&#8221; tiveram seus recursos deferidos pela Comissão. A Diretoria Colegiada também aceitou o recurso do projeto &#8220;O Grilo feliz e seus insetos gigantes&#8221;.</p>
<p>O Programa ANCINE de Incentivo à Qualidade – PAQ 2011, por meio do qual a agência irá apoiar sete produtoras com um total de R$ 700 mil, recebeu 14 inscrições. Enquanto o PAR reconhece o desempenho comercial dos filmes, o PAQ concede apoio financeiro às produtoras em razão da qualidade artística das obras. Desta forma, podem participar do concurso produtores de obras premiadas ou exibidas na principal mostra competitiva de festivais nacionais e internacionais.</p>
<p>Veja <a href="http://www.ancine.gov.br/media/resultado%20recursos%20paq.pdf" target="_blank"><span style="font-size: xx-small;">aqui </span></a>a ata na íntegra</p>
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		<title>Festival Visões Periféricas 2011</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 11:15:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma homenagem especial à atriz e apresentadora Regina Casé, principalmente por ter levado à televisão aberta brasileira todo o potencial cultural das periferias, está programada para acontecer a partir das 19h. Haverá também exibição do filme Vamos Fazer Um Brinde, primeiro longa de Sabrina Rosa, premiado no Festival Cine PE, em Recife, e selecionado para...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/10/vamos-fazer-um-brinde.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-14740" title="vamos-fazer-um-brinde" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/10/vamos-fazer-um-brinde-300x235.jpg" alt="" width="211" height="163" /></a>Uma homenagem especial à atriz e apresentadora Regina Casé, principalmente por ter levado à televisão aberta brasileira todo o potencial cultural das periferias, está programada para acontecer a partir das 19h. Haverá também exibição do filme Vamos Fazer Um Brinde, primeiro longa de Sabrina Rosa, premiado no Festival Cine PE, em Recife, e selecionado para a programação do Festival do Rio 2011.</p>
<p>O festival, criado em 2007 e que vai até o dia 26, é voltado para obras realizadas por moradores de comunidades; por quem passeia por lá; e também por quem se interessa e faz recorte peculiar sobre esses territórios. No seu primeiro ano contou com 130 inscrições, número que saltou para 610 em 2011. Somando as quatro edições anteriores, já exibiu mais de 800 curta-metragens para ao menos 15 mil espectadores.</p>
<p>106 filmes, sendo mais de 70 inéditos no Rio de Janeiro, estarão em exibição gratuita nas salas do Oi Futuro, em Ipanema, e do Centro Cultural da Justiça Federal, na Cinelândia. O cronograma do festival conta com 13 mostras temáticas, sendo oito de exibição e cinco competitivas, com premiação aos vencedores. Uma das mostras de competição recebe filmes estrangeiros, a “Ibero-Americana”, e já tem obras confirmadas de países como: Chile, Argentina, Espanha, Guatemala, México e Colômbia. Outras duas serão exibidas pela internet, batizadas de “Tudojuntoemisturado” e “Imagem Remix”.</p>
<p>Das mostras não competitivas, os temas variam. A “Periferia Animada” tem filmes voltados ao público infanto-juvenil. A categoria “Lugar Incomum” traz temas que retratam um local específico, enquanto “Singular Periferia” trata de personagens incomuns, que vivem situações inusitadas (veja a sinopse de cada mostra em anexo).</p>
<p>O Visões Periféricas chega a 2011 solidificando seus três pilares “inovação-mistura e tecnologia”. Com esse olhar, conseguiu revelar para o cinema nacional talentos como Gustavo Mello e Gustavo Pizzi, vencedores de 2009 com sua “Distração de Ivan”. Além deles, o festival projetou quatro dos cineastas que participaram do reconhecido documentário “5X Favela”.</p>
<p>O evento conta com o patrocínio da Oi e da Secretaria de Estado de Cultura, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, e conta com o apoio do Oi Futuro.</p>
<p><em>Serviço:</em><br />
<strong>Festival Visões Periféricas 2011 (5ª edição) – Audiovisual, Educação e Tecnologias</strong><br />
<strong>Local: </strong>Oi Futuro e Centro Cultural da Justiça Federal<br />
Endereços: Oi Futuro – Rua Visconde de Pirajá, 54 Ipanema (metrô Gal. Osório) / CCJF – Av. Rio Branco, 241 (metrô Cinelândia) &#8211; Rio de Janeiro Data: 19 a 26 de outubro de 2011<br />
Horários: Oi Futuro – 16 às 21h / CCJF – 14h30 às 20h30<br />
Capacidade: Oi Futuro – 119 lugares / CCJF – 56 lugares<br />
Entrada: Franca</p>
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