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	<title>Brasil Cultura &#187; Biblioteca Nacional</title>
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		<title>Ilha de Itaparica recebe programação especial em homenagem a João Ubaldo</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 10:58:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Ilha de Itaparica, localizada na Baía de Todos os Santos (Bahia), será palco dos festejos em comemoração ao aniversário do escritor João Ubaldo Ribeiro, ilustre filho da cidade. Na última segunda-feira (23) o autor de clássicos da literatura contemporânea, como Viva o Povo Brasileiro, completou 71 anos, mas os festejos pela data serão realizados...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/joaoubaldo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16011" title="joaoubaldo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/joaoubaldo.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>A Ilha de Itaparica, localizada na Baía de Todos os Santos (Bahia), será palco dos festejos em comemoração ao aniversário do escritor João Ubaldo Ribeiro, ilustre filho da cidade. Na última segunda-feira (23) o autor de clássicos da literatura contemporânea, como Viva o Povo Brasileiro, completou 71 anos, mas os festejos pela data serão realizados ao lado dos conterrâneos na Ilha onde o escritor costuma passar o verão.</p>
<p>No dia 27 (sexta-feira), a partir das 19h, acontece uma extensa programação na Biblioteca Juracy Magalhães Jr., incluindo duas exposições, bibliográfica e fotográfica, intituladas Vida e obra do escritor João Ubaldo Ribeiro. Serão apresentados também: um monólogo dirigido e adaptado por Gil Vicente Tavares, da obra Sargento Getúlio, com interpretação do ator Carlos Betão e Crônicas do João Ubaldo, da Cia Calhandra de Teatro.</p>
<p>Nesse dia, haverá ainda o encontro do veterano escritor homenageado com novos talentos da literatura baiana, através do re-lançamento da coletânea de micro-contos Tardes com Anões, que reúne textos de Carlos Barbosa, Elieser César, Igor Rossini, Lidiane Nunes, Mayrant Gallo, Rafael Rodrigues e Thiago Lins, com organização de Gal Meirelles. A música fica por conta do grupo vocal DaUtom.</p>
<p>Filho Ilustre &#8211; Na Biblioteca, por muitos anos, João Ubaldo Ribeiro utilizou uma das salas para produzir artigos e livros. Foi lá que o escritor traduziu para o inglês o sucesso Viva o Povo Brasileiro, além de escrever a obra O Sorriso do Lagarto. Na biblioteca, constam todos os 22 livros escritos pelo autor, incluindo o mais recente, O Albatroz Azul, lançado em 2009.</p>
<p>João Ubaldo Ribeiro nasceu na Ilha de Itaparica, no dia 23 de janeiro de 1941. Ocupa a 34ª cadeira da Academia Brasileira de Letras e em 2008, foi agraciado com o Prêmio Camões, considerado o maior reconhecimento da língua portuguesa. Sua obra literária passa por publicações de contos, crônicas e ensaios, além dos livros Sargento Getúlio, Viva o povo brasileiro, O sorriso do lagarto e A Casa dos Budas Ditosos, entre outros.</p>
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		<title>Baixar conteúdo cultural ainda é assunto polêmico</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 10:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Baixar músicas, filmes e livros pela internet é geralmente um ato associado à pirataria – que o diga o baterista do Metallica, Lars Ulrich, cuja atividade mais notória nos últimos 15 anos foi a briga no ano 2000 com o pioneiro Napster, programa de compartilhamento de arquivos que estava disponibilizando a discografia de sua banda...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/baterista.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15626" title="baterista" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/baterista.jpg" alt="" width="156" height="112" /></a>Baixar músicas, filmes e livros pela internet é geralmente um ato associado à pirataria – que o diga o baterista do Metallica, Lars Ulrich, cuja atividade mais notória nos últimos 15 anos foi a briga no ano 2000 com o pioneiro Napster, programa de compartilhamento de arquivos que estava disponibilizando a discografia de sua banda gratuitamente.</p>
<p>A coisa fica mais complicada quando se trata de material que não está disponível em catálogo. Se nem os próprios detentores dos direitos estão explorando comercialmente os filmes e músicas, a quem deveriam ser pagos os direitos autorais? A um grupo de consumidores de cultura, só resta a opção de ficar privado de conhecer material histórico?</p>
<p>Por causa dessas lacunas ainda não bem determinadas juridicamente, há quem entenda que o compartilhamento de arquivos sem fim lucrativo não é pirataria: seria algo como uma evolução daquele velho hábito de colocar em fita K7, para um amigo ou pretendente, o conteúdo de um LP – agora em grandes proporções. Outros, mais rígidos, afirmam simplesmente que qualquer uso não autorizado de propriedade intelectual é crime.</p>
<p>No Brasil, há divergência de jurisprudência. O Código Penal Brasileiro determina que, para haver pirataria, deve haver intuito de lucro, e há decisão favorável à descriminalização da pirataria do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. O Supremo Tribunal Federal, no entanto, vem reafirmando a penalização da prática, e a Polícia Federal tem operações permanentes para coibir as diversas modalidades da pirataria, frequentemente fechando estabelecimentos que vendem produtos ilegais.</p>
<p><strong>Caçando raridades</strong></p>
<p>Alheios à discussão jurídica, há quem veja na internet a única forma de ter acesso a grandes clássicos entre filmes e álbuns. O estudante Daniel Orsini afirma que, em uma cidade do porte de Maringá, é particularmente difícil ter acesso a material que, embora renomado, fuja dos itens comerciais mais óbvios.</p>
<p>&#8220;Maringá é cheia de salas de cinema, mas só uns seis filmes ficam em cartaz concomitantemente. As locadoras são todas meio fracas também, e CD, para importar, fica uma fortuna&#8221;, diz. Como alternativa, o estudante costuma baixar arquivos de álbuns e filmes por meio de arquivos torrent. &#8220;Agora mesmo, acabei de finalizar 15 gigabytes de Ella Fitzgerald&#8221;, afirma.</p>
<p>O administrador Carlos Guilherme Fortes é admirador do que classifica como gêneros extremos de cinema, como terror e exploitation. &#8220;Curto as ‘trasheiras’ dos anos 70. São filmes que, se eu não baixar pela internet, não vejo nunca. Não há acesso.&#8221;</p>
<p>Fortes diz ainda que, nas raras ocasiões em que são distribuídas cópias brasileiras em dvd dos filmes do gênero, a qualidade é inferior aos arquivos que circulam na internet. &#8220;Quando sai uma cópia nacional, é zoada. Transformam widescreen em tela cheia, por exemplo&#8221;, diz.</p>
<p>Para baixar álbuns, o administrador recorre a arquivos torrent, quando já sabe o que quer, ou a blogs especializados. &#8220;Nos blogs, é mais interessante porque você pode conhecer coisas novas quando já descobriu afinidades musicais com o dono do site. Você é apresentado a uma banda por fotos, textos introdutórios&#8221;, diz.</p>
<p>Fortes conta que, quando sobra dinheiro no orçamento, busca comprar, em disco de vinil, álbuns de artistas que conheceu pela internet – mas só há possibilidade de compra pela Internet, em sites estrangeiros. &#8220;É muito caro, mas de vez em quando dá. Acabei de comprar LPs do Black Keys e do Grinderman&#8221;, diz.</p>
<p><a href="http://maringa.odiario.com/dmais/noticia/527238/baixar-conteudo-cultural-ainda-e-assunto-polemico/">Fonte</a></p>
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		<title>Livros Mais Vendidos 2011</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 20:11:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os Livros Mais Vendidos 2011  mostram claramente o gosto do brasileiro quando o assunto e livro. No Brasil ler não é um habito tão popular quanto é em outros países o que é lamentável. Porém nos últimos anos e com o crescimento das lojas que permitem a compra de livros pela internet, o hábito da leitura...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/livros-de.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15396" title="livros de" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/livros-de.jpg" alt="" width="205" height="112" /></a>Os Livros Mais Vendidos 2011  mostram claramente o gosto do brasileiro quando o assunto e livro. No Brasil ler não é um habito tão popular quanto é em outros países o que é lamentável.</p>
<p>Porém nos últimos anos e com o crescimento das lojas que permitem a compra de livros pela internet, o hábito da leitura vem crescendo significativamente entre os brasileiros e abrindo oportunidades para os novos escritores.</p>
<p>Para quem busca novos livros para ler confira aqui uma lista de livros mais vendidos em 2011 para facilitar sua escolha.</p>
<p>Lembrando que muitas faculdades utilizam a base de livros mais vendidos para escolher os títulos que devem ser lidos. Na hora de prestar um vestibular e importante o conhecimento desta lista.</p>
<h2>Melhores livros 2011</h2>
<p><img title="Melhores livros 2011" src="http://renatotavares.com/wp-content/uploads/2011/03/Melhores-livros-2011.jpg.pagespeed.ce.d5TKfgYeNG.jpg" alt="Melhores livros 2011" width="630" height="559" /></p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=15395&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Ana Maria Machado é eleita presidente da Academia</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Dec 2011 23:45:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A escritora Ana Maria Machado foi eleita na última quinta-feira, por unanimidade, a nova presidente da Academia Brasileira de Letras (ABL). Segunda mulher a ocupar o cargo – a primeira foi Nélida Piñon, em 1997 –, a escritora substitui Marcos Vinicios Vilaça, que dirigiu a ABL por dois períodos: nos biênios 2006/07 e 2010/11. Machado...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/ana_maria_machado.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15367" title="ana_maria_machado" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/ana_maria_machado.jpg" alt="" width="160" height="193" /></a>A escritora Ana Maria Machado foi eleita na última quinta-feira, por unanimidade, a nova presidente da Academia Brasileira de Letras (ABL). Segunda mulher a ocupar o cargo – a primeira foi Nélida Piñon, em 1997 –, a escritora substitui Marcos Vinicios Vilaça, que dirigiu a ABL por dois períodos: nos biênios 2006/07 e 2010/11.</p>
<p>Machado prometeu promover os &#8220;melhores valores da cultura nacional e da língua portuguesa&#8221; e afirmou que a instituição dará prioridade, no próximo ano, às atividades relativas aos centenários de morte do Barão do Rio Branco e de nascimento de Jorge Amado.</p>
<p>Ana Maria Machado tem mais de cem livros publicados e entrou para a academia em 2003.</p>
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		<title>Ferreira Gullar e Laurentino Gomes são os grandes vencedores do Prêmio Jabuti 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 10:35:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O livro &#8220;Em Alguma Parte Alguma&#8221;, de Ferreira Gullar, foi eleito o &#8220;Livro do Ano&#8221; de ficção e &#8220;1822&#8243;, de Laurentino Gomes, foi eleito o &#8220;Livro do Ano&#8221; na categoria de não ficção da 53º edição do Prêmio Jabuti. Na premiação, que ocorre em duas fases, os dois autores já haviam ficado em 1º lugar...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/jaboti.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15318" title="jaboti" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/jaboti.jpg" alt="" width="205" height="198" /></a>O livro &#8220;Em Alguma Parte Alguma&#8221;, de Ferreira Gullar, foi eleito o &#8220;Livro do Ano&#8221; de ficção e &#8220;1822&#8243;, de Laurentino Gomes, foi eleito o &#8220;Livro do Ano&#8221; na categoria de não ficção da 53º edição do Prêmio Jabuti.</p>
<p>Na premiação, que ocorre em duas fases, os dois autores já haviam ficado em 1º lugar nas categorias de poesia e reportagem, respectivamente. Ao receber a premiação máxima, Gullar agradeceu e falou, modesto, que não sabia se &#8220;poesia é literatura&#8221;: &#8220;Não sei se poesia é literatura, acho que só fazemos porque a vida não basta.&#8221;</p>
<p>Laurentino Gomes fez um agradecimento especial aos historiadores. &#8220;É com senso de missão de contribuir para a educação e para a transmissão de conhecimento que recebo esse prêmio. Nesse ambiente de construção de conhecimento coletiva, a história é chamada para essa missão. Faço uma homenagem a todos os historiadores brasileiros, que são a fonte em que bebo&#8221;, salientou.</p>
<p>Um corpo de 87 jurados analisou mais de duas mil obras inscritas. Na primeira etapa, foram escolhidos os 10 melhores livros de cada categoria; depois, foram escolhidos os três melhores. Os &#8220;Livros do Ano&#8221; ganham prêmio de R$ 30 mil. Os primeiros lugares de cada categoria ganham R$ 3 mil cada.</p>
<p>Concorreram ao prêmio obras inéditas, editadas no Brasil entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2010.</p>
<p>A edição deste ano do Jabuti ganhou oito categorias a mais do que em 2010 e passou por mudanças no regulamento, após a polêmica em torno do prêmio concedido a Chico Buarque. O romance do escritor e compositor, &#8220;Leite Derramado&#8221;, segundo lugar na categoria romance, havia levado o grande prêmio de ficção, gerando reclamações e até uma petição on-line para que Chico devolvesse o prêmio.</p>
<p>Ao contrário das edições anteriores, quando segundos e terceiros colocados poderiam ser laureados com o Jabuti de livro do ano, neste ano só os primeiros colocados em cada uma das categorias puderam concorrer.</p>
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		<title>Luis Fernando Verissimo lança &#8220;Em Algum Lugar do Paraíso&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 20:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O escritor Luis Fernando Verissimo é famoso por seus textos de humor e pelas sátiras de costumes que publica em jornais de grande circulação. &#8220;Comédias da Vida Privada&#8220;, uma antologia de crônicas engraçadíssimas, publicada em 1994, por exemplo, virou até uma série da TV Globo em 1995. &#160; Por causa desse talento em fazer rir,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/luis_fernando_verissimo1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-15198" title="luis_fernando_verissimo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/luis_fernando_verissimo1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O escritor <strong>Luis Fernando Verissimo </strong>é famoso por seus textos de humor e pelas sátiras de costumes que publica em jornais de grande circulação. &#8220;<strong>Comédias da Vida Privada</strong>&#8220;, uma antologia de crônicas engraçadíssimas, publicada em 1994, por exemplo, virou até uma série da TV Globo em 1995.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por causa desse talento em <strong>fazer rir</strong>, fica difícil acreditar quando o próprio autor afirma que não tem vocação humorística. &#8220;O que eu tenho é a técnica para escrever textos divertidos&#8221;, diz ele. &#8220;Mas meu jeito de ver as coisas está mais para depressivo&#8221;, completa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De fato, esse lado depressivo do escritor não aparece em suas obras (são, ao todo, <strong>500 mil exemplares </strong>vendidos no País). Seu último livro, &#8220;<strong>Em Algum Lugar do Paraíso</strong>&#8220;, é composto por <strong>41 crônicas</strong>, a maioria delas publicada nos últimos cinco anos, no jornal O Estado de S. Paulo. Verissimo, aliás, vem diminuindo o ritmo de sua produção. Reduziu, já há alguns anos, o número de jornais para os quais escreve &#8211; se antes, chegou a publicar em dez periódicos, hoje concentra-se em três: O Globo, Estado e Zero Hora. E pensa, inclusive, em se <strong>aposentar</strong>. &#8220;Penso em parar de escrever. O problema é que o dinheiro que ganho com os direitos autorais dos livros não é o suficiente para garantir minhas contas.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os leitores, aliás, já podem notar sua ausência em <strong>eventos literários</strong>. &#8220;Vou a lançamentos mais por causa da editora. Não é por prazer, pois sou caseiro e evito badalações&#8221;, conta. De onde vem, então, a inspiração para os textos se ele tem se mantido mais reservado? &#8220;Às vezes, de um filme ou de uma música&#8221;, diz. &#8220;Aliás, eu preferiria ser músico a escritor&#8221;, revela ele. &#8220;Mas como eu escrevo melhor do que toco saxofone, vamos deixar as coisas como estão.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na casa do <strong>escritor</strong>, em <strong>Porto Alegre</strong> (RS), num porão de pedra, há vários instrumentos. Curiosamente, apesar da paixão pelo jazz não há sequer uma crônica em sua nova obra cujo tema seja a música. No livro &#8220;Em Algum Lugar do Paraíso&#8221;, o autor repete a fórmula já consagrada em seus trabalhos: a de abordar situações cotidianas. Algo que faz, inclusive, em seus cartuns.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vem dessa última abordagem um dos textos mais inspirados da obra. &#8220;Em <strong>Cafarnaum</strong>&#8221; fala do encontro entre Guizael, dono de uma taberna, e um homem capaz de multiplicar peixes e pães, e transformar água em vinho. A história &#8211; contada em linguagem textual similar à bíblica &#8211; desenvolve-se quando Guizael tenta convencer o homem a fazer uma parceria financeira com ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro destaque é &#8220;<strong>Microfone Escondido</strong>&#8220;, em que o casal Leonor e Ataíde resolve esconder um aparelho desses no elevador do prédio só para descobrir o que os amigos pensam deles. Toda vez que fazem um jantar para um casal de convivas, há uma nova descoberta, revelada pelo microfone antes destes chegarem ao apartamento ou quando estão descendo o elevador rumo à rua. O resultado é um sucessão de confusões e mágoas, temperada pelas construções simples (mas não simplistas) e certeiras do escritor.<br />
<strong>Serviço<br />
</strong></p>
<p>&#8220;Em Algum Lugar do Paraíso&#8221;</p>
<p>Luis Fernando Verissimo</p>
<p>Editora Objetiva</p>
<p>Preço: R$ 36,90</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=15194&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Carlos Drummond de Andrade</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 10:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro &#8211; MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por &#8220;insubordinação mental&#8221;. De novo em Belo Horizonte, começou...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/10/carlos_drumond-de-andrade.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-14881" title="carlos_drumond de andrade" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/10/carlos_drumond-de-andrade-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro &#8211; MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por &#8220;insubordinação mental&#8221;. De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do <em>Diário de Minas</em>, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.</p>
<p>Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores <em>A Revista</em>, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no <em>Correio da Manhã</em> e, a partir do início de 1969, no <em>Jornal do Brasil.</em>O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros de <strong>Drummond</strong>, <em>Alguma poesia</em> (1930) e <em>Brejo das almas</em> (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.</p>
<p>Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo. Em <em>Sentimento do mundo</em> (1940), em <em>José</em> (1942) e sobretudo em <em>A rosa do povo</em> (1945), <strong>Drummond</strong> lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.</p>
<p>Várias obras do poeta foram traduzidas para o espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, sueco, tcheco e outras línguas. <strong>Drummond</strong> foi seguramente, por muitas décadas, o poeta mais influente da literatura brasileira em seu tempo, tendo também publicado diversos livros em prosa.</p>
<p>Em mão contrária traduziu os seguintes autores estrangeiros: Balzac (Les Paysans, 1845; Os camponeses), Choderlos de Laclos (Les Liaisons dangereuses, 1782; As relações perigosas), Marcel Proust (La Fugitive, 1925; A fugitiva), García Lorca (Doña Rosita, la soltera o el lenguaje de las flores, 1935; Dona Rosita, a solteira), François Mauriac (Thérèse Desqueyroux, 1927; Uma gota de veneno) e Molière (Les Fourberies de Scapin, 1677; Artimanhas de Scapino).</p>
<p>Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, <strong>Carlos Drummond de Andrade</strong> morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.</p>
<h3><em><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><span style="text-decoration: underline;">Cronologia</span>:</span></em></h3>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">1902 &#8211; Nasce em Itabira do Mato Dentro, Estado de Minas Gerais; nono filho de Carlos de Paula Andrade, fazendeiro, e D. Julieta Augusta Drummond de Andrade.</span></p>
<p>1910 &#8211; Inicia o curso primário no Grupo Escolar Dr. Carvalho Brito, em Itabira (MG).</p>
<p>1916 &#8211; Aluno interno no Colégio Arnaldo, da Congregação do Verbo Divino, Belo Horizonte. Conhece Gustavo Capanema e Afonso Arinos de Melo Franco. Por problemas de saúde, interrompe seus estudos no segundo ano.</p>
<p>1917 &#8211; Toma aulas particulares com o professor Emílio Magalhães, em Itabira.</p>
<p>1918 &#8211; Aluno interno no Colégio Anchieta, da Companhia de Jesus, em Nova Friburgo; é laureado em &#8220;certames literários&#8221;. Seu irmão Altivo publica, no único exemplar do jornalzinho Maio, seu poema em prosa &#8220;ONDA&#8221;.</p>
<p>1919 &#8211; Expulso do Colégio Anchieta mesmo depois de ter sido obrigado a retratar-se. Justificativa da expulsão: &#8220;insubordinação mental&#8221;.</p>
<p>1920 &#8211; Muda-se com a família para Belo Horizonte.</p>
<p>1921 &#8211; Publica seus primeiros trabalhos na seção &#8220;Sociais&#8221; do Diário de Minas. Conhece Milton Campos, Abgar Renault, Emílio Moura, Alberto Campos, Mário Casassanta, João Alphonsus, Batista Santiago, Aníbal Machado, Pedro Nava, Gabriel Passos, Heitor de Sousa e João Pinheiro Filho, todos freqüentadores do Café Estrela e da Livraria Alves.</p>
<p>1922 &#8211; Ganha 50 mil réis de prêmio pelo conto &#8220;Joaquim do Telhado&#8221; no concurso Novela Mineira. Publica trabalhos nas revistas Todos e Ilustração Brasileira.</p>
<p>1923 &#8211; Entra para a Escola de Odontologia e Farmácia de Belo Horizonte.</p>
<p>1924 &#8211; Escreve carta a Manuel Bandeira, manifestando-lhe sua admiração. Conhece Blaise Cendrars, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral e Mário de Andrade no Grande Hotel de Belo Horizonte. Pouco tempo depois inicia a correspondência com Mário de Andrade, que durará até poucos dias antes da morte de Mário.</p>
<p>1925 &#8211; Casa-se com a senhorita Dolores Dutra de Morais, a primeira ou segunda mulher a trabalhar num emprego (como contadora numa fábrica de sapatos), em Belo Horizonte. Funda, junto com Emílio Moura e Gregoriano Canedo, A Revista, órgão modernista do qual saem 3 números. Conclui o curso de Farmácia mas não exerce a profissão, alegando querer &#8220;preservar a saúde dos outros&#8221;.</p>
<p>1926 &#8211; Leciona Geografia e Português no Ginásio Sul-Americano de Itabira. Volta para Belo Horizonte, por iniciativa de Alberto Campos, para trabalhar como redator-chefe do Diário de Minas. Heitor Villa Lobos, sem conhecê-lo, compõe uma seresta sobre o poema &#8220;Cantiga de Viúvo&#8221;.</p>
<p>1927 &#8211; Nasce, no dia 22 de março, mas vive apenas meia hora, seu filho Carlos Flávio.</p>
<p>1928 &#8211; Nasce, no dia 4 de março, sua filha Maria Julieta, quem se tornará sua grande companheira ao longo da vida. Publica na Revista de Antropofagia de São Paulo, o poema &#8220;No meio do caminho&#8221;, que se torna um dos maiores escândalos literários do Brasil. 39 anos depois publicará &#8220;Uma pedra no meio do caminho &#8211; Biografia de um poema&#8221;, coletânea de críticas e matérias resultantes do poema ao longo dos anos. Torna-se auxiliar de redação da Revista do Ensino da Secretaria de Educação.</p>
<p>1929 &#8211; Deixa o Diário de Minas para trabalhar no Minas Gerais, órgão oficial do Estado, como auxiliar de redação e pouco depois, redator, sob a direção de Abílio Machado.</p>
<p>1930 &#8211; Publica seu primeiro livro, &#8220;Alguma Poesia&#8221;, em edição de 500 exemplares paga pelo autor, sob o selo imaginário &#8220;Edições Pindorama&#8221;, criado por Eduardo Frieiro. Auxiliar de Gabinete do Secretário de Interior Cristiano Machado; passa a oficial de gabinete quando seu amigo Gustavo Capanema substitui Cristiano Machado.</p>
<p>1931 &#8211; Falece seu pai, Carlos de Paula Andrade, aos 70 anos.</p>
<p>1933 &#8211; Redator de A Tribuna. Acompanha Gustavo Capanema quando este é nomeado Interventor Federal em Minas Gerais.</p>
<p>1934 &#8211; Volta a ser redator dos jornais Minas Gerais, Estado de Minas e Diário da Tarde, simultaneamente. Publica &#8220;Brejo das Almas&#8221; em edição de 200 exemplares, pela cooperativa Os Amigos do Livro. Muda-se, com D. Dolores e Maria Julieta, para o Rio de Janeiro, onde passa a trabalhar como chefe de gabinete de Gustavo Capanema, novo Ministro de Educação e Saúde Pública.</p>
<p>1935 &#8211; Responde pelo expediente da Diretoria-Geral e é membro da Comissão de Eficiência do Ministério da Educação.</p>
<p>1937 &#8211; Colabora na Revista Acadêmica, de Murilo Miranda.</p>
<p>1940 &#8211; Publica &#8220;Sentimento do Mundo&#8221; em tiragem de 150 exemplares, distribuídos entre os amigos.</p>
<p>1941 &#8211; Assina, sob o pseudônimo &#8220;O Observador Literário&#8221;, a seção &#8220;Conversa Literária&#8221; da revista Euclides. Colabora no suplemento literário de A Manhã, dirigido por Múcio Leão e mais tarde por Jorge Lacerda.</p>
<p>1942 &#8211; A Livraria José Olympio Editora publica &#8220;Poesias&#8221;. O Editor José Olympio é o primeiro a se interessar pela obra do poeta.</p>
<p>1943 &#8211; Traduz e publica a obra Thérèse Desqueyroux, de François Mauriac, sob o título de &#8220;Uma gota de veneno&#8221;.</p>
<p>1944 &#8211; Publica &#8220;Confissões de Minas&#8221;, por iniciativa de Álvaro Lins.</p>
<p>1945 &#8211; Publica &#8220;A Rosa do Povo&#8221; pela José Olympio e a novela &#8220;O Gerente&#8221;. Colabora no suplemento literário do Correio da Manhã e na Folha Carioca. Deixa a chefia de gabinete de Capanema, sem nenhum atrito com este e, a convite de Luís Carlos Prestes, figura como editor do diário comunista, então fundado, Imprensa Popular, junto com Pedro Mota Lima, Álvaro Moreyra, Aydano Do Couto Ferraz e Dalcídio Jurandir. Meses depois se afasta do jornal por discordar da orientação do mesmo. É chamado por Rodrigo M.F. de Andrade para trabalhar na Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, onde mais tarde se tornará chefe da Seção de História, na Divisão de Estudos e Tombamento.</p>
<p>1946 &#8211; Recebe o Prêmio pelo Conjunto de Obra, da Sociedade Felipe d&#8217;Oliveira. Sua filha Maria Julieta publica a novela &#8220;A Busca&#8221;, pela José Olympio.</p>
<p>1947 &#8211; É publicada sua tradução de &#8220;Les liaisons dangereuses&#8221;, de Choderlos De Laclos, sob o título de &#8220;As relações perigosas&#8221;.</p>
<p>1948 &#8211; Publica &#8220;Poesia até agora&#8221;. Colabora em Política e Letras, de Odylo Costa, filho. Falece Julieta Augusta Drummond de Andrade, sua mãe. Comparece ao enterro em Itabira que acontece ao mesmo tempo em que é executada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro a obra &#8220;Poema de Itabira&#8221; de Heitor Villa-Lobos, composta sobre seu poema &#8220;Viagem na Família&#8221;.</p>
<p>1949 &#8211; Volta a escrever no jornal Minas Gerais. Sua filha Maria Julieta casa-se com o escritor e advogado argentino Manuel Graña Etcheverry e passa a residir em Buenos Aires, onde desempenhará, ao longo de 34 anos, um importante trabalho de divulgação da cultura brasileira.</p>
<p>1950 &#8211; Vai a Buenos Aires para o nascimento de seu primeiro neto, Carlos Manuel.</p>
<p>1951 &#8211; Publica &#8220;Claro Enigma&#8221;, &#8220;Contos de Aprendiz&#8221; e &#8220;A mesa&#8221;. É publicado em Madrid o livro &#8220;Poemas&#8221;.</p>
<p>1952 &#8211; Publica &#8220;Passeios na Ilha&#8221; e &#8220;Viola de Bolso&#8221;.</p>
<p>1953 &#8211; Exonera-se do cargo de redator do Minas Gerais, ao ser estabilizada sua situação de funcionário da DPHAN. Vai a Buenos Aires para o nascimento de seu neto Luis Mauricio, a quem dedica o poema &#8220;A Luis Mauricio infante&#8221;. É publicado em Buenos Aires o livro &#8220;Dos Poemas&#8221;, com tradução de Manuel Graña Etcheverry, genro do poeta.</p>
<p>1954 &#8211; Publica &#8220;Fazendeiro do Ar &amp; Poesia até agora&#8221;. Aparece sua tradução para &#8220;Les paysans&#8221;, de Balzac. Realiza na Rádio Ministério de Educação, em diálogo com Lya Cavalcanti, a série de palestras &#8220;Quase memórias&#8221;. Inicia no Correio da Manhã a série de crônicas &#8220;Imagens&#8221;, mantida até 1969.</p>
<p>1955 &#8211; Publica &#8220;Viola de Bolso novamente encordoada&#8221;.</p>
<p>1956 &#8211; Publica &#8220;50 Poemas escolhidos pelo autor&#8221;. Aparece sua tradução para &#8220;Albertine disparue&#8221;, de Marcel Proust.</p>
<p>1957 &#8211; Publica &#8220;Fala, amendoeira&#8221; e &#8220;Ciclo&#8221;.</p>
<p>1958 &#8211; Publica-se em Buenos Aires uma seleção de seus poemas na coleção &#8220;Poetas del siglo veinte&#8221;. É encenada e publicada a sua tradução de &#8220;Doña Rosita la soltera&#8221; de Federico García Lorca, pela qual recebe o Prêmio Padre Ventura, do Círculo Independente de Críticos Teatrais.</p>
<p>1960 &#8211; Nasce seu terceiro neto, Pedro Augusto, em Buenos Aires. A Biblioteca Nacional publica a sua tradução de &#8220;Oiseaux-Mouches orthorynques du Brèsil&#8221; de Descourtilz. Colabora em Mundo Ilustrado.</p>
<p>1961 &#8211; Colabora no programa Quadrante da Rádio Ministério da Educação, instituído por Murilo Miranda. Falece seu irmão Altivo.</p>
<p>1962 &#8211; Publica &#8220;Lição de coisas&#8221;, &#8220;Antologia Poética&#8221; e &#8220;A bolsa &amp; a vida&#8221;. É demolida a casa da Rua Joaquim Nabuco 81, onde viveu 36 anos. Passa a morar em apartamento. São publicadas suas traduções de &#8220;L&#8217;Oiseau bleu&#8221; de Maurice Maeterlink e de &#8220;Les fouberies de Scapin&#8221;, de Molière, esta última é encenada no Teatro Tablado do Rio de Janeiro. Recebe novamente o Prêmio Padre Ventura. Se aposenta como Chefe de Seção da DPHAN, após 35 anos de serviço público, recebendo carta de louvor do Ministro da Educação, Oliveira Brito.</p>
<p>1963 &#8211; É lançada sua tradução de &#8220;Sult&#8221; (Fome) de Knut Hamsun. Recebe os Prêmios Fernando Chinaglia, da União Brasileira de Escritores, e Luísa Cláudio de Sousa, do PEN Clube do Brasil, pelo livro &#8220;Lição de coisas&#8221;. Colabora no programa Vozes da Cidade, instituído por Murilo Miranda, na Rádio Roquete Pinto, e inicia o programa Cadeira de Balanço, na Rádio Ministério da Educação. Viaja, com D. Dolores, a Buenos Aires durante as férias.</p>
<p>1964 &#8211; Publica a primeira edição da &#8220;Obra Completa&#8221;, pela Aguilar.</p>
<p>1965 &#8211; São lançados os livros &#8220;Antologia Poética&#8221;, em Portugal; &#8220;In the middle of the road&#8221;, nos Estados Unidos; &#8220;Poesie&#8221;, na Alemanha. Publica, em colaboração com Manuel Bandeira, &#8220;Rio de Janeiro em prosa &amp; verso&#8221;. Colabora em Pulso.</p>
<p>1966 &#8211; Publica &#8220;Cadeira de balanço&#8221;, e na Suécia é lançado &#8220;Naten och rosen&#8221;.</p>
<p>1967 &#8211; Publica &#8220;Versiprosa&#8221;, &#8220;Mundo vasto mundo&#8221;, com tradução de Manuel Graña Etcheverry, em Buenos Aires e publicação de &#8220;Fyzika strachu&#8221; em Praga.</p>
<p>1968 &#8211; Publica &#8220;Boitempo &amp; A falta que ama&#8221;. Membro correspondente da Hispanic Society of America, Estados Unidos.</p>
<p>1969 &#8211; Deixa o Correio da Manhã e começa a escrever para o Jornal do Brasil. Publica &#8220;Reunião (10 livros de poesia)&#8221;.</p>
<p>1970 &#8211; Publica &#8220;Caminhos de João Brandão&#8221;.</p>
<p>1971 &#8211; Publica &#8220;Seleta em prosa e verso&#8221;. Edição de &#8220;Poemas&#8221; em Cuba.</p>
<p>1972 &#8211; Viaja a Buenos Aires com D. Dolores para visitar a filha, Maria Julieta. Publica &#8220;O poder ultrajovem&#8221;. Jornais do Rio, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre publicam suplementos comemorativos do 70º aniversário do poeta.</p>
<p>1973 &#8211; Publica &#8220;As impurezas do branco&#8221;, &#8220;Menino Antigo &#8211; Boitempo II&#8221;, &#8220;La bolsa y la vida&#8221;, em Buenos Aires, e &#8220;Réunion&#8221;, em Paris.</p>
<p>1974 &#8211; Recebe o Prêmio de Poesia da Associação Paulista de Críticos Literários. Membro honorário da American Association of Teachers of Spanish and Portuguese, Estados Unidos.</p>
<p>1975 &#8211; Publica &#8220;Amor, Amores&#8221;. Recebe o Prêmio Nacional Walmap de Literatura e recusa, por motivo de consciência, o Prêmio Brasília de Literatura, da Fundação Cultural do Distrito Federal.</p>
<p>1977 &#8211; Publica &#8220;A visita&#8221;, &#8220;Discurso de primavera e algumas sombras&#8221; e &#8220;Os dias lindos&#8221;. Grava 42 poemas em 2 long plays, lançados pela Polygram. Edição búlgara de &#8220;UYBETBO BA CHETA&#8221; (Sentimento do Mundo).</p>
<p>1978 &#8211; Publica &#8220;70 historinhas&#8221; e &#8220;O marginal Clorindo Gato&#8221;. Edições argentinas de &#8220;Amar-amargo&#8221; e &#8220;El poder ultrajoven&#8221;.</p>
<p>1979 &#8211; Publica &#8220;Poesia e Prosa&#8221;, 5ª edição, revista e atualizada, pela editora Nova Aguilar. Viaja a Buenos Aires por motivo de doença de sua filha Maria Julieta. Publica &#8220;Esquecer para lembrar &#8211; Boitempo III&#8221;.</p>
<p>1980 &#8211; Recebe os Prêmios Estácio de Sá, de jornalismo, e Morgado Mateus (Portugal), de poesia. Edição limitada de &#8220;A paixão medida&#8221;. Noite de autógrafos na Livraria José Olympio Editora para o lançamento conjunto da edição comercial de &#8220;A paixão medida&#8221; e &#8220;Um buquê de Alcachofras&#8221;, de Maria Julieta Drummond de Andrade; o poeta e sua filha autografam juntos na Casa José Olympio. Edição de &#8220;En rost at folket&#8221;, Suécia. Edição de &#8220;The minus sign&#8221;, Estados Unidos. Edição de &#8220;Gedichten&#8221; Poemas, Holanda.</p>
<p>1981 &#8211; Publica &#8220;Contos Plausíveis&#8221; e &#8220;O pipoqueiro da esquina&#8221;. Edição inglesa de &#8220;The minus sign&#8221;.</p>
<p>1982 &#8211; Ano do 80º aniversário do poeta. São realizadas exposições comemorativas na Biblioteca Nacional e na Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro. Os principais jornais do Brasil publicam suplementos comemorando a data. Recebe o título de Doutor honoris causa pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Edição mexicana de &#8220;Poemas&#8221;. A cidade do Rio de Janeiro festeja a data com cartazes de afeto ao poeta. Publica &#8220;A lição do amigo &#8211; Cartas de Mário de Andrade a Carlos Drummond de Andrade&#8221;, com notas do destinatário. Publicação de &#8220;Carmina drummondiana&#8221;, poemas de Drummond traduzidos ao latim por Silva Bélkior.</p>
<p>1983 &#8211; Declina do troféu Juca Pato. Publica &#8220;Nova Reunião (19 livros de poesia)&#8221;, último livro do poeta publicado, em vida, pela Casa José Olympio.</p>
<p>1984 &#8211; Despede-se da casa do velho amigo José Olympio e assina contrato com a Editora Record, que publica sua obra até hoje. Também se despede do Jornal do Brasil, depois de 64 anos de trabalho jornalístico, com a crônica &#8220;Ciao&#8221;. Publica, pela Editora Record, &#8220;Boca de Luar&#8221; e &#8220;Corpo&#8221;.</p>
<p>1985 &#8211; Publica &#8220;Amar se aprende amando&#8221;, &#8220;O observador no escritório&#8221; (memórias), &#8220;História de dois amores&#8221; (livro infantil) e &#8220;Amor, sinal estranho&#8221;. Edição de &#8220;Frän oxen tid&#8221;, Suécia.</p>
<p>1986 &#8211; Publica &#8220;Tempo, vida, poesia&#8221;. Edição de &#8220;Travelling in the family&#8221;, em New York, pela Random House. Escreve 21 poemas para a edição do centenário de Manuel Bandeira, preparada pela editora Alumbramento, com o título &#8220;Bandeira, a vida inteira&#8221;. Sofre um infarto e é internado durante 12 dias.</p>
<p>1987 &#8211; No 31 de janeiro escreve seu último poema, &#8220;Elegia a um tucano morto&#8221; que passa a integrar &#8220;Farewell&#8221;, último livro organizado pelo poeta. É homenageado pela escola de samba Estação Primeira de Mangueira, com o samba enredo &#8220;No reino das palavras&#8221;, que vence o Carnaval 87. No dia 5 de agosto, depois de 2 meses de internação, falece sua filha Maria Julieta, vítima de câncer. &#8220;E assim vai-se indo a família Drummond de Andrade&#8221; &#8211; comenta o poeta. Seu estado de saúde piora. 12 dias depois falece o poeta, de problemas cardíacos e é enterrado no mesmo túmulo que a filha, no Cemitério São João Batista do Rio de Janeiro. O poeta deixa obras inéditas: &#8220;O avesso das coisas&#8221; (aforismos), &#8220;Moça deitada na grama&#8221;, &#8220;O amor natural&#8221; (poemas eróticos), &#8220;Viola de bolso III&#8221; (Poesia errante), hoje publicados pela Record; &#8220;Arte em exposição&#8221; (versos sobre obras de arte), &#8220;Farewell&#8221;, além de crônicas, dedicatórias em verso coletadas pelo autor, correspondência e um texto para um espetáculo musical, ainda sem título. Edições de &#8220;Moça deitada na grama&#8221;, &#8220;O avesso das coisas&#8221; e reedição de &#8220;De notícias e não notícias faz-se a crônica&#8221; pela Editora Record. Edição de &#8220;Crônicas &#8211; 1930-1934&#8243;. Edição de &#8220;Un chiaro enigma&#8221; e &#8220;Sentimento del mondo&#8221;, Itália. Publicação de &#8220;Mundo Grande y otros poemas&#8221;, na série Los grandes poetas, em Buenos Aires.</p>
<p>1988 &#8211; Publicação de &#8220;Poesia Errante&#8221;, livro de poemas inéditos, pela Record.</p>
<p>1989 &#8211; Publicação de &#8220;Auto-retrato e outras crônicas&#8221;, edição organizada por Fernando Py. Publicação de &#8220;Drummond: frente e verso&#8221;, edição iconográfica, pela Alumbramento, e de &#8220;Álbum para Maria Julieta&#8221;, edição limitada e fac-similar de caderno com originais manuscritos de vários autores e artistas, compilados pelo poeta para sua filha. A Casa da Moeda homenageia o poeta emitindo uma nota de 50 cruzeiros com seu retrato, versos e uma auto-caricatura.</p>
<p>1990 &#8211; O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) organiza uma exposição comemorativa dos 60 anos da publicação de &#8220;Alguma Poesia&#8221;. Palestras de Manuel Graña Etcheverry, &#8220;El erotismo en la poesía de Drummond&#8221; no CCBB e de Affonso Romano de Sant&#8217;Anna, &#8220;Drummond, um gauche no mundo&#8221;. Encenação teatral de &#8220;Mundo, vasto mundo&#8221;, com Tônia Carrero, o coral Garganta e Paulo Autran, sob a direção deste no Teatro II do CCBB. Encenação de &#8220;Crônica Viva&#8221;, com adaptação de João Brandão e Pedro Drummond, no CCBB. Edição da antologia &#8220;Itabira&#8221;, em Madrid, pela editora Visor. Edição limitada de &#8220;Arte em exposição&#8221;, pela Salamandra. Edição de &#8220;Poésie&#8221;, pela editora Gallimard, França.</p>
<p>1991 &#8211; Publicação de &#8220;Obra Poética&#8221;, pela editora Europa-América, em Portugal.</p>
<p>1992 &#8211; Edição de &#8220;O amor natural&#8221;, de poemas eróticos, organizada pelo autor, com ilustrações de Milton Dacosta e projeto gráfico de Alexandre Dacosta e Pedro Drummond. Publicação de &#8220;Tankar om ordet menneske&#8221;, Noruega. Edição de &#8220;Die liefde natuurlijk&#8221; (O amor natural) na Holanda.</p>
<p>1993 &#8211; Publicação de &#8220;O amor natural&#8221;, em Portugal, pela editora Europa-América. Prêmio Jabuti pelo melhor livro de poesia do ano, &#8220;O amor natural&#8221;.</p>
<p>1994 &#8211; Publicação pela Editora Record de novas edições de &#8220;Discurso de primavera&#8221; e &#8220;Contos plausíveis&#8221;. No dia 2 de julho falece D. Dolores Morais Drummond de Andrade, viúva do poeta, aos 94 anos.</p>
<p>1995 &#8211; Encenação teatral de &#8220;No meio do caminho&#8230;&#8221;, crônicas e poemas do poeta com roteiro e adaptação de João Brandão e Pedro Drummond. Lançamento de um selo postal em homenagem ao poeta. Drummond na era digital, publicação de uma pequena antologia em 5 idiomas sob o título de &#8220;Alguma Poesia&#8221;, no World Wide Web , Internet, na data de seu 93º aniversário. Projeto do CD-ROM &#8220;CDA-ROM&#8221;, que visa a publicar, em ambiente interativo e com os recursos da multimídia, os 40 poemas recitados pelo autor, uma iconografia baseada na coleção de fotografias do poeta, entrevistas em vídeo e um curta-metragem.</p>
<p>1996 &#8211; Lançamento do livro <em>Farwell</em>, último organizado pelo poeta, no Centro Cultural do Banco do Brasil do Rio de Janeiro, com a apresentação de Joana Fomm e José Mayer. Esse livro é ganhador do Prêmio Jabuti.</p>
<p>1997 &#8211; Primeira edição interativa do livro &#8220;O Avesso das Coisas&#8221;.</p>
<p>1998 &#8211; Inauguração do Museu de Território Caminhos Dummondianos em Itabira. No dia 31 de outubro é inaugurado o Memorial Carlos Drummond de Andrade, projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, no Pico do Amor da cidade de Itabira. Prêmio <em>in memorian </em>Medalha do Sesquicentenário da Cidade de Itabira.</p>
<p>1999 &#8211; I Forum Itabira Século XXI — Centenário Drummond, realizado na cidade de Itabira. Lançamento do CD &#8220;Carlos Drummond de Andrade por Paulo Autran&#8221;, pelo selo Luz da Cidade.</p>
<p>2000 &#8211; Inaugurada a Biblioteca Carlos Drummond de Andrade do Colégio Arnaldo de Belo Horizonte. Lançamento do CD &#8220;Contos de aprendiz por Leonardo Vieira&#8221;, pelo selo Luz da Cidade. Estréia no dia 31 de outubro o espetáculo &#8220;Jovem Drummond&#8221;, estrelado por Vinícius de Oliveira, no teatro da Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade e Itabira (Secretaria de Cultura do Município). Lançamento do CD &#8220;História de dois amores &#8211; contadas por Odete Lara&#8221;, pela gravadora Luz da Cidade. Encenação pela Comédie Française da peça de Molière <em>Les Fourberies de Scapin, </em>com tradução do biografado, nos teatros Municipal do Rio de Janeiro e Municipal de São Paulo. Lançamento do projeto &#8220;O Fazendeiro do Ar&#8221;, com o &#8220;balão Drummond&#8221;, na Lagoa Rodrigo de Freitas &#8211; Rio de Janeiro. II Fórum Itabira Século XXI — Centenário Drummond, realizado em outubro na cidade de Itabira. Homenagem <em>in memoriam </em>Medalha comemorativa dos 70 anos do MEC. Homenagem dos Ex-Alunos da Universidade Federal de Minas Gerais.</p>
<p><strong><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
BIBLIOGRAFIA</span></strong></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>POESIA</strong></span></p>
<p><em>Alguma poesia</em>. Belo Horizonte: Edições Pindorama, 1930.</p>
<p><em>Brejo das almas.</em> Belo Horizonte: Os Amigos do Livro, 1934.</p>
<p><em>Sentimento do mundo. </em>R. de Janeiro: Pongetti, 1940; 10a ed., RJ: Record, 2000.</p>
<p><em>Poesias</em> (Alguma poesia, Brejo das almas, Sentimento do mundo, José). RJ: J.Olympio, 1942.</p>
<p><em>A rosa do povo.</em> Rio de Janeiro: J. Olympio, 1945.</p>
<p><em>Poesia até agora.</em> (Alguma poesia, Brejo das almas, Sentimento do mundo, José, A rosa do povo, Novos poemas). Rio de Janeiro: J. Olympio, 1948.</p>
<p><em>A máquina do mundo</em> (incluído em Claro enigma). Rio de Janeiro: Luís Martins, 1949 (exemplar único).</p>
<p><em>Claro enigma.</em> Rio de Janeiro: J. Olympio, 1951.</p>
<p><em>A mesa</em> (incluído em Claro enigma). Niterói: Hipocampo, 1951 (70 exemplares).</p>
<p><em>Viola de bolso</em>. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação do MEC, 1952.</p>
<p><em>Fazendeiro do ar &amp; Poesia até agora</em>. (Alguma poesia, Brejo das almas, Sentimento do mundo, José, A rosa do povo, Novos poemas, Claro enigma, Fazendeiro do ar). R. de Janeiro: J. Olympio, 1954.</p>
<p><em>Viola de bolso</em> (incluindo Viola de bolso novamente encordoada); 2ª. ed. aumentada, Os Cadernos de Cultura, R. de Janeiro: J. Olympio, 1955.</p>
<p><em>Soneto da buquinagem </em>(incluído em Viola de bolso novamente encordoada). Rio de Janeiro: Philobiblion, 1955 (100 exemplares).</p>
<p><em>Ciclo </em>(incluído em A vida passada a limpo e em Poemas). Recife: O Gráfico Amador, 1957. (96 exemplares).</p>
<p><em>Poemas </em>(Alguma poesia, Brejo das Almas, Sentimento do mundo, José, A rosa do povo, Novos poemas, Claro enigma, Fazendeiro do ar, A vida passada a limpo). R. de Janeiro: J. Olympio, 1959.</p>
<p><em>Lição de coisas.</em> R. de Janeiro: J. Olympio, 1964.</p>
<p><em>Obra completa.</em> (Estudo crítico de Emanuel de Moraes, fortuna crítica, cronologia e bibliografia). R. de Janeiro: Aguilar, 1964 (publicada pela mesma editora sob o título Poesia completa e prosa (1973), e sob o título de Poesia e prosa (1979).</p>
<p><em>Versiprosa.</em> R. de Janeiro: J. Olympio, 1967.</p>
<p><em>José &amp; Outros</em> (José, Novos poemas, Fazendeiro do ar, A vida passada a limpo, 4 Poemas, Viola de bolso II). R. de Janeiro: J. Olympio, 1967.</p>
<p><em>Boitempo &amp; A falta que ama.</em> Rio de Janeiro: Sabiá, 1968.</p>
<p><em>Nudez</em> (incluído em Poemas). Recife: Escola de Artes, 1979 (50 exemplares).</p>
<p><em>Reunião </em>(Alguma poesia, Brejo das almas, Sentimento do mundo, José, A rosa do povo, Novos poemas, Clara enigma, Fazendeiro do ar, A vida passada a limpo, Lição de coisas, 4 Poemas). R. de Janeiro: J. Olympio, 1969.</p>
<p><em>D. Quixote</em> (Glosas a 21 desenhos de Cândido Portinari). R. de Janeiro: Diagraphis, 1972.</p>
<p><em>As impurezas do branco</em>. R. de Janeiro: J. Olympio, 1973.</p>
<p><em>Menino antigo</em> (Boitempo II). R. de Janeiro: J. Olympio, 1973.</p>
<p><em>Minas e Drummond</em>. (ilustrações de Yara Tupinambá, Wilde Lacerda, Haroldo Mattos, Júlio Espíndola, Jarbas Juarez, Álvaro Apocalypse e Beatriz Coelho). Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais,1973 (500 exemplares).</p>
<p><em>Amor, amores</em> (desenhos de Carlos Leão). Rio de Janeiro: Alumbramento, 1975 (423 exemplares).</p>
<p><em>A visita </em>(incluído em A paixão medida) (fotos de Maureen Bisilliat). São Paulo: edição particular, 1977 (125 exemplares).</p>
<p><em>Discurso de primavera e algumas sombras.</em> Rio de Janeiro: J. Olympio, 1977.</p>
<p><em>O marginal Clorindo Gato </em>(incluído em A paixão medida). R. de Janeiro: Avenir, 1978.</p>
<p><em>Nudez</em> (incluído em Poemas). Recife: Escola de artes, 1979 (50 exemplares).</p>
<p><em>Esquecer para lembrar</em> (Boitempo III). R. de Janeiro: J. Olympio, 1979.</p>
<p><em>A paixão medida</em> (desenhos de Emeria Marcier). R. de Janeiro: Alumbramento, 1980. (643 exemplares).</p>
<p><em>Nova Reunião </em>- 19 livros de poesias. R. de Janeiro: J. Olympio, 1983</p>
<p><em>O elefante</em> (Ilustrações de Regina Vater). R. de Janeiro: Record. Coleção Abre-te Sésamo, 1983.</p>
<p><em>Caso do vestido.</em> R. de Janeiro: Rioarte, 1983 (adaptado para o teatro por Aderbal Júnior).</p>
<p><em>Corpo</em> (Ilustrações de Carlos Leão). R. de Janeiro: Record, 1984.</p>
<p><em>Mata Atlântica</em> (fotos de Luiz Cláudio Marigo, texto de Alceo Magnani). R. de Janeiro: Chase Banco Lar/AC&amp;M, 1984.</p>
<p><em>Amor, sinal estranho</em> (litografias originais de Bianco). R. de Janeiro: Lithos Edições de Arte, 1985 (100 exemplares).</p>
<p><em>Amar se aprende amando</em>. R. de Janeiro: Record, 1985.</p>
<p><em>Pantanal </em>(fotos de Luiz Cláudio Marigo, texto de Alceo Magnani). R. de Janeiro: Chase Banco Lar/AC&amp;M, 1985.</p>
<p><em>Boitempo I e II </em>(Reunião de poemas publicados anteriormente nos livros Boitempo, Menino antigo e Esquecer para lembrar). R. de Janeiro: Record, 1986.</p>
<p><em>O prazer das imagens</em> (fotografias de Hugo Rodrigo Octavio &#8211; legendas inéditas de Carlos Drummond de Andrade). São Paulo: Metal Leve/Hamburg, 1987 (500 exemplares).</p>
<p><em>Poesia Errante: </em>derrames líricos, e outros nem tanto ou nada. R. de Janeiro: Record, 1988.</p>
<p><em>Arte em Exposição</em>. R. de Janeiro: Salamandra/Record, 1990.</p>
<p><em>O Amor Natural.</em> (Ilustrações Milton Dacosta). R. de Janeiro: Record, 1992.</p>
<p><em>A Vida Passada a Limpo.</em> R. de Janeiro: Record, 1994.</p>
<p><em>Rio de Janeiro</em> (fotos de Michael Sonnenberg). Liechtenstein: Verlag Kunt und Kultur, 1994.</p>
<p><em>Farewell.</em> R. de Janeiro: Record, 1996.</p>
<p><em>A Senha do Mundo.</em> R. de Janeiro: Record, 1996; (reeditado em 1998, pela Record, com o título de Verso na Prosa, Prosa no Verso).</p>
<p><em>A Cor de Cada um.</em> R. de Janeiro: Record, 1996; (reeditado em 1998, pela Record, com o título de Verso na Prosa, Prosa no Verso).</p>
<p><em>José &amp; Outros. </em>Rio de Janeiro: Record, 2003; (reunião dos livros <em>José, Novos Poemas </em>e <em>Fazendeiro do ar</em>).</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
<strong>CRÔNICA </strong></span></p>
<p><em>Fala, amendoeira. </em>R. de Janeiro: J. Olympio, 1957.</p>
<p><em>A bolsa &amp; a vida. </em>R. de Janeiro: Editora do Autor, 1962.</p>
<p><em>Cadeira de balanço. </em>R. de Janeiro: J. Olympio, 1966.</p>
<p><em>Caminhos de João Brandão. </em>R. de Janeiro: J. Olympio, 1970.</p>
<p><em>O poder ultrajovem. </em>R. de Janeiro: J. Olympio, 1972.</p>
<p><em>De notícias &amp; não notícias faz-se a crônica.</em> R. de Janeiro: J. Olympio, 1974.</p>
<p><em>Os dias lindos.</em> R. de Janeiro: J. Olympio, 1977.</p>
<p><em>Crônica das favelas cariocas. </em>R. de Janeiro: edição particular, 1981.</p>
<p><em>Boca de luar.</em> R. de Janeiro: Record, 1984.</p>
<p><em>Crônicas de 1930/1934</em> (Crônicas assinadas com os pseudônimos: Antônio Crispim e Barba Azul). Belo Horizonte: Revista do Arquivo Público Mineiro, 1984. [Reeditado em 1987 pela Secretaria da Cultura de Minas Gerais - ilustrações de Ana Raquel.]</p>
<p><em>Moça deitada na grama. </em>R. de Janeiro: Record, 1987.</p>
<p><em>Auto-Retrato e Outras Crônicas. </em>Seleção Fernando Py. R. de Janeiro: Record, 1989.</p>
<p><em>O Sorvete e Outras Histórias. </em>São Paulo: Ática, 1993.</p>
<p><em>Vó Caiu na Piscina. </em>R. de Janeiro: Record, 1996.</p>
<p><em>Quando é dia de futebol. </em>Rio de Janeiro: Record, 2002.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
<strong>CONTO</strong></span></p>
<p><em>O gerente </em>(incluído em Contos de aprendiz). R. de Janeiro: Horizonte, 1945.</p>
<p><em>Contos de aprendiz. </em>R. de Janeiro: J. Olympio, 1951.</p>
<p><em>70 historinhas. </em>R. de Janeiro: J. Olympio, 1978. (Seleção de textos dos livros de crônicas: Fala amendoeira, A bolsa &amp; a vida, Cadeira de balanço, Caminhos de João Brandão, O poder ultrajovem, De notícias &amp; não notícias faz-se a crônica e Os dias lindos.)</p>
<p><em>Contos plausíveis</em> (ilustrações de Irene Peixoto e Márcia Cabral). R. de Janeiro: J. Olympio/Editora JB, 1981.</p>
<p><em>O pipoqueiro da esquina</em> (Desenhos de Ziraldo). R. de Janeiro: Codecri, 1981.</p>
<p><em>História de dois amores</em> (Desenhos de Ziraldo). R. de Janeiro: Record, 1985.</p>
<p><em>Criança dagora é fogo. </em>R. de Janeiro: Record, 1996.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
<strong>ENSAIO</strong></span></p>
<p><em>Confissões de Minas.</em> R. de Janeiro: Americ-Edit., 1944.</p>
<p><em>Passeios na ilha.</em> R. de Janeiro: Simões,1952.</p>
<p><em>Minas Gerais (Antologia).</em> R. de Janeiro: Editora do Autor, 1967. Coleção Brasil, Terra &amp; Alma.</p>
<p><em>A Lição do amigo </em>(cartas de Mário de Andrade &#8211; introdução e notas de CDA). R. de Janeiro: J. Olympio, 1982.</p>
<p><em>Em certa casa da rua Barão de Jaguaribe</em> (ata comemorativa dos 20 anos do Sabadoyle). R. de Janeiro: Biblioteca Plínio Doyle, 1984.</p>
<p><em>O observador no escritório</em> (Memória). R. de Janeiro: Record, 1985.</p>
<p><em>Tempo, vida, poesia</em> (entrevistas à Rádio MEC). R. de Janeiro: Record, 1986.</p>
<p><em>Saudação a Plínio Doyle.</em> R. de Janeiro: Biblioteca Plínio Doyle, 1986.</p>
<p><em>O avesso das coisas </em>(Aforismos &#8211; ilustrações de ]immy Scott). R. de Janeiro: Record, 1987.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>ANTOLOGIA</strong></span></p>
<p><strong>Português</strong></p>
<p><em>Neste caderno&#8230;</em> In: 10 Histórias de bichos (em colaboração com Godofredo Rangel, Graciliano Ramos, João Alphonsus, Guimarães Rosa, J. Simões Lopes Neto, Luís Jardim, Maria Julieta,Marques Rebelo, Orígenes Lessa, Tristão da Cunha). R. de Janeiro: Condé, 1947 (220 exemplares).</p>
<p><em>50 poemas escolhidos pelo autor.</em> R. de Janeiro: Serviço de Documentação do MEC, 1956.</p>
<p><em>Antologia poética.</em> R. de Janeiro: Editora do Autor, 1962.</p>
<p><em>Quadrante </em>(em colaboração com Cecília Meireles, Dinah Silveira de Queiroz, Fernando Sabino, Manuel Bandeira, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga). R. de Janeiro: Editora do Autor, 1962.</p>
<p><em>Quadrante II</em> (em colaboração com Cecília Meireles, Dinah Silveira de Queiroz, Fernando Sabino, Manuel Bandeira, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga). R. de Janeiro: Editora do Autor, 1963.</p>
<p><em>Antologia poética</em> (seleção e prefácio de Massaud Moisés). Lisboa: Portugália, 1965. Coleção Poetas de Hoje.</p>
<p><em>Vozes da cidade</em> (em colaboração com Cecília Meireles, Genolino Amado, Henrique Pongetti, Maluh de Ouro Preto, Manuel Bandeira e Raquel de Queirós). R. de Janeiro: Record, 1965.</p>
<p><em>Rio de Janeiro em prosa &amp; verso</em> (antologia em colaboração com Manuel Bandeira). R. de Janeiro: J. Olympio, 1965. Coleção Rio 4 Séculos.</p>
<p><em>Uma pedra no meio do caminho</em> (biografia de um poema). Apresentação de Arnaldo Saraiva). R. de Janeiro: Editora do Autor, 1967.</p>
<p><em>Seleta em prosa e verso </em>(estudo e notas de Gilberto Mendonça Teles). R. de Janeiro: J. Olympio, 1971.</p>
<p><em>Elenco de cronistas modernos</em> (em colaboração com Clarice Lispector, Fernando Sabino, Manuel Bandeira, Paulo Mendes Campos, Raquel de Queirós e Rubem Braga). R. de Janeiro: Sabiá, 1971.</p>
<p><em>Atas poemas.</em> Natal na Biblioteca de Plínio Doyle (em colaboração com Alphonsus de Guimaraens Filho, Enrique de Resende, Gilberto Mendonça Teles, Homero Homem, Mário da Silva Brito, Murilo Araújo, Raul Bopp, Waldemar Lopes). R. de Janeiro, Sabadoyle, 1974.</p>
<p><em>Para gostar de ler</em> (em colaboração com Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga). São Paulo: Ática, 1977-80.</p>
<p><em>Para Ana Cecília</em> (em colaboração com João Cabral de Melo Neto, Mauro Mota, Odilo Costa Filho, Ledo lvo, Marcus Accioly e Gilberto Freire). Recife: Edição Particular, 1978.</p>
<p><em>O melhor da poesia brasileira</em> (em colaboração com João Cabral de Melo Neto, Manuel Bandeira e Vinícius de Moraes). R. de Janeiro: J. Olympio, 1979.</p>
<p><em>Carlos Drummond de Andrade.</em> Seleção de textos, notas, estudo biográfico, histórico-crítico e exercícios de Rita de Cássia Barbosa. São Paulo: Abril, 1980.</p>
<p><em>Literatura comentada.</em> São Paulo: Abril, 1981.</p>
<p><em>Antologia poética.</em> São Paulo: Abril Cultural, 1982.</p>
<p><em>Quatro vozes</em> (em colaboração com Rachel de Queiroz, Cecília Meirelles e Manuel Bandeira). R. de Janeiro: Record, 1984.</p>
<p><em>60 anos de poesia. </em>(organização e apresentação de Arnaldo Saraiva). Lisboa: O Jornal, 1985.</p>
<p><em>Quarenta historinhas e cinco poemas</em> (leitura e exercícios para estudantes de Português nos EUA). Flórida: University of Florida, 1985.</p>
<p><em>Bandeira &#8211; A vida inteira </em>(textos extraídos da obra de Manuel Bandeira e 21 poemas de Carlos Drummond de Andrade &#8211; fotos do Arquivo &#8211; Museu de Literatura da Fundação Casa Rui Barbosa). R. de Janeiro: Alumbramento/Livroarte, 1986.</p>
<p><em>Álbum para Maria Julieta</em>. Coletânea de dedicatórias reunidas por Carlos Drummond de Andrade para sua filha, acompanhado de texto extraído da obra do autor. R. de Janeiro: Alumbramento / Livroarte, 1989.</p>
<p><em>Obra poética.</em> Portugal: Publicações Europa-América, 1989. Rua da Bahia (em colaboração com Pedro Nava). Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais, 1990.</p>
<p><em>Setecontos, setencantos</em> (em colaboração com Caio Porfírio Carneiro, Herberto Sales, Ideu Brandão, Miguel Jorge, Moacyr Scliar e Sergio Faraco &#8211; organizado por Elias José). São Paulo: FTD.</p>
<p><em>Carlos Drummond de Andrade</em> (org. de Fernando Py e Pedro Lyra). R. de Janeiro: Agir,1994.</p>
<p><em>As palavras que ninguém diz.</em> (Seleção Luzia de Maria). R. de Janeiro: Record, 1997, (Mineiramente Drummond).</p>
<p><em>Histórias para o Rei.</em> (Seleção Luzia de Maria). R. de Janeiro: Record, 1997 (Mineiramente Drummond).</p>
<p><em>A palavra mágica.</em> (Seleção Luzia de Maria). R. de Janeiro: Record, 1997 (Mineiramente Drummond).</p>
<p><em>Os amáveis assaltantes.</em> R. de Janeiro: Agora Comunicação Integrada, 1998.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>EM OUTRAS LÍNGUAS</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Alemão</strong></span></p>
<p><em>Poesie</em> (tradução de Curt Meyer-Clason). Frankfurt: Suhrkamp Verlag, 1965.</p>
<p><em>Gedichte </em>(tradução de Curt Meyer-Clason). Frankfurt: Suhrkamp Verlag, 1982.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Búlgaro</strong></span></p>
<p><em>lybctbo ba cbeta</em> (tradução de Alexandre Muratov e Atanas Daltchev). Sófia: Narodna Cultura, 1977.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Chinês</strong></span></p>
<p><em>Antologia da poesia brasileira</em> (seleção de Antônio Carlos Secchin e tradução de Zhao Deming). Pequim: Embaixada do Brasil, 1994.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Dinamarquês</strong></span></p>
<p><em>Verdensfornemmelse og Andre Digte</em> (Tradução de Peter Poulsen). Copenhague: Borgens Forlag, 2000.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Espanhol</strong></span></p>
<p><em>Poemas</em> (seleção, versão e introdução de Rafael Santos Torroella). Madri: Ediciones Rialp, 1951. Colección Adonai.</p>
<p><em>Dos poemas</em> (traduzidos por Manuel Grana Etcheverry). Buenos Aires: Ediciones Botella al Mar, 1953.</p>
<p><em>Poetas del siglo veinte.</em> Carlos Drummond de Andrade (seleção e versão de Ramiro de Casasbellas). Buenos Aires: Ediciones Poesia, 1957.</p>
<p><em>Poesía de Carlos Drurnmond de Andrade</em> (tradução de Armando Uribe Arce, Thiago de Mello e Fernando de Alencar). Santiago do Chile: Cadernos Brasileiros: Série Poesia, 1963.</p>
<p><em>Seis Poetas Contemporáneos del Brasil </em>(tradução Manuel Grana Etcheverry). La Paz: Embajada del Brasil, 1966 (Cuadernos Brasilenos).</p>
<p><em>Mundo, vasto mundo</em> (Tradução de Manuel Grana Etcheverry). Buenos Aires: Editorial Losada, 1967. Colección Poetas de Ayer y de Hoy.</p>
<p><em>Poemas </em>(introdução, seleção e notas de Munoz-Unsain). Havana: Casa de las Americas, 1970.</p>
<p><em>La bolsa y la vida</em> (tradução de Maria Rosa Oliver). Buenos Aires: Ediciones de la Flor, 1973.</p>
<p><em>Poemas</em> (tradução de Leonidas Cevallos). Lima: Centro de Estudios Brasilenos, 1976. Drummond de Andrade (tradução Gabriel Rodriguez). Caracas: Dirección General de Cultura de la Gobernación del Distrito Fedreal, 1976.</p>
<p><em>Amar-amargo y otros poemas</em> (tradução de Estela dos Santos). Buenos Aires: Calicanto, 1978.</p>
<p><em>El poder ultrajovem</em> (tradução de Estela dos Santos). Buenos Aires: Editorial Sudamericana,1978.</p>
<p><em>Dos cuentos y dos poemas binacionales</em> (em colaboração com Sergio Faraco e Jorge Medoza Enriguez). Santiago do Chile: Instituto Chileno-Brasileño de Cultura de Concepción, 1981.</p>
<p><em>Poemas </em>(tradução, seleção e introdução de Francisco Cervantes). México: Premià, 1982.</p>
<p><em>Don Quijote</em> (tradução de Edmund Font &#8211; gravuras de Portinari). México: Secretaría de Educación Pública, 1985 (3.000 exemplares).</p>
<p><em>Antología Poética</em> (tradução, introdução, cronologia e bibliografia de Cláudio Murilo). Madri: Instituto de Cooperación Ibero-americana/Ediciones Cultura Hispánica, 1986.</p>
<p><em>Poemas</em> (tradução Renato Sandoval). Lima: Embajada del Brasil, 1989 (Tierra Brasilena).</p>
<p><em>Itabira </em>(Antología) (tradução Pablo del Barco). Madri: Visor,1990.</p>
<p><em>Historia de dos poemas </em>(tradução Gloria Elena Bernal). México: SEP, 1992.</p>
<p><em>Carlos Drummond de Andrade.</em> México: Fondo Nacional para Actividades Sociales, s. d. (Poesia Moderna).</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Francês</strong></span></p>
<p><em>Réunion.</em> (Tradução de Jean-Michel Massa). Paris: Aubier-Montaigne, 1973.</p>
<p><em>Fleur, téléphone et jeune fille&#8230;</em> (antologia organizada por Mário Carelli). Paris: L&#8217;Alphée, 1980.</p>
<p><em>Drummond: une esquisse.</em> R. de Janeiro: Alumbramento / Livroarte, 1981.</p>
<p><em>Conversation extraordinaire avec une dame de ma connaissance et autres nouvelles.</em> (Tradução de Mario Carelli e outros). Paris: A. M. Métailié, 1985.</p>
<p><em>Mon éléphant. </em>(Tradução de Vivete Desbans. Ilustrações de Hélène Vicent). Paris: Éditions ILM, 1987. Collection bilingue.</p>
<p><em>Poésie (</em>tradução Didier Lamaison). Paris: Gallimard, 1990.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Holandês</strong></span></p>
<p><em>Gedichten</em> (tradução de August Willensem). Amsterdam: Uitgeverij de Arbeiderspers,1980.</p>
<p><em>20 gedichten van Carlos Drummond de Andrade</em> (tradução de August Willensen &#8211; Fotos de Sérgio Zalis). Amsterdam: Riksakademie van beeldende Kunsten, 1983.</p>
<p><em>De liefde, natuurlijk: gedichten</em> (tradução August Willemsen). Amsterdam: Uitgeverij de Arbeiderspers,1992.</p>
<p><em>Farewell </em>(tradução August Wil)emsen). Amsterdam: Uitgeverij de Arbeiderspers, 1996.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Inglês</strong></span></p>
<p><em>In the middle of the road</em> (tradução de John Nist). Tucson: University of Arizona Press, 1965.</p>
<p><em>Souvenir of the ancient world</em> (tradução de Mark Strand). New York: Antaeu, 1976.</p>
<p><em>Poems</em> (tradução de Virgínia de Araújo). Palo Alto: WPA, 1977.</p>
<p><em>The minus sign </em>(tradução de Virgínia de Araújo). Redding Ridge: Black Scvan Books, 1980.</p>
<p><em>The minus sign </em>(tradução de Virgínia de Araújo). Manchester: Carcanet New Press, 1981.</p>
<p><em>Travelling in the family</em> (selected poems) (tradução de Elizabeth Bishop e Gregory Rabassa). Nova York: Random House; Toronto: Random House of Canada, 1986.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Italiano</strong></span></p>
<p><em>Sentimento del Mondo</em> (Tradução Antonio Tabucchi). Torino: Giulio Einaudi, 1987 (Poesia).</p>
<p><em>Un Chiaro Enigma</em> (tradução Fernanda Toriello). Bari: Stampa Puglia, 1990.</p>
<p><em>La Visita</em> (tradução Luciana Stegagno Picchio). Milão: Libri Scheiwiller, 1996.</p>
<p><em>Racconti Plausibili</em> (tradução Alessandra Ravatti). Roma: Fahrenheit, 1996.</p>
<p><em>L’ Armore Naturale</em> (tradução Fernanda Toriello). Bari: Adriatica, 1997.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Latim</strong></span></p>
<p><em>Carmina drummondiana.</em> (Tradução de Silva Bélkior). R. de Janeiro: Salamandra, 1982.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
<strong>Norueguês</strong></span></p>
<p><em>Tankar om Ordet Menneske.</em> (Tradução Alf Saltveit). Oslo: Solum, 1992.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Sueco</strong></span></p>
<p><em>Natten och rosen </em>(Tradução de Arne Lundgren). Estocolmo: Norstedt &amp; Söners, 1966.</p>
<p><em>En ros at folket.</em> (Tradução de Arne Lundgren). Estocolmo: P.A. Norstedt &amp; Söners, 1980.</p>
<p><em>Fran oxens tid.</em> (Tradução de Arne Lundgren). Estocolmo: P.A. Norstedt &amp; Söners, 1985.</p>
<p><em>Tvarsnitt. </em>(Tradução Arne Lundgren). Estocolmo: Nordan, 1987.</p>
<p><em>Ljuset Spranger Natten. </em>(Tradução Arne Lundgren). Lysekil: F. Forlag, 1990.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Tcheco</strong></span></p>
<p><em>Fyzika strachu.</em> (Tradução de Vladimir Mikes). Praga: Odeon, 1967.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
<strong>TRADUÇÕES</strong></span></p>
<p><em>Uma gota de veneno</em> (Thérèse Desqueyroux), de François Mauriac. R. de Janeiro: Pongetti, 1943.</p>
<p><em>As relações perigosas</em> (Les Liaisons dangereux), de Choderlos de Laclos. Porto Alegre: Globo,1947.</p>
<p><em>Os camponeses</em> (Les Paysans), de Honoré de Balzac. In: A comédia humana. Porto Alegre: Globo, 1954.</p>
<p><em>A fugitiva</em> (Albertine disparue), de Marcel Proust. Porto Alegre: Globo, 1956.</p>
<p><em>Dona Rosita, a solteira ou a linguagem das flores </em>(Dona Rosita la soltera o el lenguaje de lãs flores), de Federico García Lorca. R. de Janeiro: Agir, 1959.</p>
<p><em>Beija-Flores do Brasil</em> (Oiseaux-mouches Orthorynques du Brésil), de Th. Descourtilz. R. de Janeiro: Biblioteca Nacional, 1960.</p>
<p><em>O pássaro azul </em>(L&#8217;Oiseau bleu), de Maurice Maeterlinck. Rio de Janeiro: Delta, 1962.</p>
<p><em>Artimanhas de Scapino</em> (Les Fourberies de Scapin), de Molière. R. de Janeiro: Serviço de Documentação do MEC, 1962.</p>
<p><em>Fome </em>(Sult), de Knut Hamsun. R. de Janeiro: Delta,1963.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
<strong>LIVROS EM BRAILE</strong>:</span></p>
<p><em>Boca de luar.</em> São Paulo: Fundação para o Livro do Cego no Brasil, 1985.</p>
<p><em>Corpo.</em> São Paulo: Fundação para o Livro do Cego no Brasil, 1990.</p>
<p><em>Sentimento do mundo.</em> São Paulo: Fundação Dorina Nowill para Cegos, 2000.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
<strong>SOBRE O AUTOR:</strong></span></p>
<p><em>Esfinge Clara</em> &#8211; Garcia, Othon Moacyr (1955) &#8211; RJ.</p>
<p><em>Palavra puxa palavra em C. D. de Andrade</em> &#8211; Garcia, Othon Moacyr (1955), RJ.</p>
<p><em>A rima na poesia de C. D. Andrade</em> &#8211; Martins, Hélcio (1968) &#8211; RJ.</p>
<p><em>Drummond: a estilística da repetição</em> &#8211; Teles, Gilberto M. (1970) &#8211; RJ.</p>
<p><em>Drummond rima Itabira mundo</em> &#8211; Moraes, Emanuel de (1971) &#8211; RJ.</p>
<p><em>Terra e família na poesia de C. D. Andrade</em> &#8211; Coelho, Joaquim-Francisco (1973) &#8211; RJ</p>
<p><em>Verso universo de Drummond </em>- Merquior, José Guilherme (1975) &#8211; RJ.</p>
<p><em>Drummond de Andrade</em> &#8211; Santiago, Silviano (1976) &#8211; Petrópolis.</p>
<p>A<em> dramaticidade na poesia de Drummond</em> &#8211; Schüler, Donald (1979); Porto Alegre.</p>
<p><em>Drummond: Análise da Obra</em> &#8211; Sant&#8217;Anna, Affonso Romano de (1980); RJ.</p>
<p><em>Ó de Itabira</em> (poema) &#8211; Accioly, Marcus (1980) &#8211; RJ.</p>
<p><em>Bibliografia comentada de Carlos Drummond de Andrade</em> (1918-1930). Py, Fernando (1981) &#8211; RJ.</p>
<p><em>El erotismo en la poesía de Carlos Drummond de Andrade</em> &#8211; Etcheverry, Manuel Graña (1990) &#8211; Buenos Aires.</p>
<p><strong><em>(entre outros).</em></strong></p>
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		<title>Dia Nacional do Livro</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 11:07:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
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		<category><![CDATA[História]]></category>
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		<description><![CDATA[A Biblioteca de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, vai montar uma tenda da Sherazade para comemorar a Semana Nacional do Livro e da Biblioteca, que acontece de 23 a 29 de outubro. A clássica personagem da literatura é o mote de toda a programação da BSP, que preparou um espaço temático...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/10/livros340.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-14804" title="livros340" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/10/livros340-150x150.jpg" alt="" width="121" height="124" /></a>A Biblioteca de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, vai montar uma tenda da Sherazade para comemorar a Semana Nacional do Livro e da Biblioteca, que acontece de 23 a 29 de outubro. A clássica personagem da literatura é o mote de toda a programação da BSP, que preparou um espaço temático especial inspirado no livro ”As mil e uma noites” para promover apresentações de dança do ventre e contações de histórias. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">O aconchegante espaço – com muitas almofadas e cortinas coloridas, ao estilo de uma tenda árabe – também poderá ser utilizado pelo público para leitura das obras do acervo. Jogos de estratégia estarão disponíveis para quem quiser exercitar o raciocínio. A BSP fica no Parque da Juventude; toda a programação é gratuita.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Inaugurada pelo Governo do Estado de São Paulo em 2009, a BSP foi projetada para ser um espaço atraente e confortável para público. O local investe em todas as formas de leitura – incluindo tecnologias digitais – e conta com acessibilidade universal para pessoas com deficiência. Recebe, em média, cerca de 30 mil visitas por mês. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Sobre “As mil e uma noites”<br />
Personagem que inspira a programação da BSP, Sherazade é uma contadora de histórias que usa seu dom para sobreviver. Casada com o sultão Chariar – que todas as noites selecionava uma mulher do seu harém para dormir com ele, matando-a no dia seguinte -, Sherazade se livra deste destino cruel contando histórias para seu amo. Ele a ouvia até o amanhecer e, curioso sobre a continuação da história, deixava Sherazade viva para retomar o conto na noite seguinte. O repertório de “As mil e uma noites” vem dos contos populares árabes, indianos e persas. </span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><br />
<strong>Biblioteca de São Paulo<br />
</strong>Parque da Juventude<br />
Av. Cruzeiro do Sul, 2.630, Santana<br />
(ao lado da Estação Carandiru do Metrô)</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p><strong>Sábado, 22/10<br />
13h </strong>– Contação de Histórias com William Andreos.<br />
<strong>16h</strong> &#8211; Dança do Ventre com Samara Alves.</p>
<p><strong>Domingo, 23/10<br />
10h às 17h</strong> – Palhaços da Sherazade.<br />
<strong>14h</strong> &#8211; Jogos: Diversos jogos de estratégias para instigar e desenvolver as habilidades táticas dos participantes.<br />
<strong>16h</strong> &#8211; Contação de Histórias, com Clã Estúdio das Artes Cômicas.</p>
<p><strong>Terça-feira, 25/10<br />
10h30</strong> &#8211; Contação de Histórias, com William Andreos.<br />
<strong>14h</strong> &#8211; Jogos: Diversos jogos de estratégias para instigar e desenvolver as habilidades táticas dos participantes.<br />
<strong>15h</strong> – Hora da Leitura: Escolha seu livro e divirta-se na tenda Sherazade.</p>
<p><strong>Quarta-feira, 26/10<br />
10h30</strong> &#8211; Contação de Histórias, com William Andreos.<br />
<strong>14h</strong> &#8211; Jogos: Diversos jogos de estratégias para instigar e desenvolver as habilidades táticas dos participantes.<br />
<strong>15h</strong> – Hora da Leitura: Escolha seu livro e divirta-se na tenda Sherazade.</p>
<p><strong>Quinta-feira, 27/10<br />
14h </strong>- Jogos: Diversos jogos de estratégias para instigar e desenvolver as habilidades táticas dos participantes.<br />
<strong>14h30</strong> &#8211; Contação de Histórias, com Keila Sena.<br />
<strong>15h</strong> – Hora da Leitura: Escolha seu livro e divirta-se na tenda Sherazade.</p>
<p><strong>Sexta-feira, 28/10<br />
10h30</strong> &#8211; Contação de Histórias, com William Andreos.<br />
<strong>14h</strong> &#8211; Jogos: Diversos jogos de estratégias para instigar e desenvolver as habilidades táticas dos participantes.<br />
<strong>15h</strong> – Hora da Leitura: Escolha seu livro e divirta-se na tenda Sherazade.</p>
<p><strong>Sábado, 29/10<br />
13h </strong>– Hora da Leitura: Escolha seu livro e divirta-se na tenda Sherazade.<br />
<strong>14h às 16h</strong> &#8211; Sarau BSP<br />
Leitura, poesia, dança do ventre com Samara Alves e João Luiz Bindandi e contação de histórias com Samuel Napolitano.</p>
<p><strong>Domingo, 30/10<br />
13h</strong> – Hora da Leitura: Escolha seu livro e divirta-se na tenda Sherazade.<br />
<strong>14h</strong> &#8211; Jogos: Diversos jogos de estratégias para instigar e desenvolver as habilidades táticas dos participantes.<br />
<strong>14h30</strong> &#8211; Contação de Histórias com Keila Sena.<br />
<strong>15h</strong> &#8211; Dança do ventre com Samara Alves e João Luiz Bindandi.</p>
<p></span></p>
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		<title>Encontro de escritores alagoanos na Bienal</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 10:26:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Nacional]]></category>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Estado da Cultura (Secult) buscando incentivar à leitura e prática literária em Alagoas estará com estande montado na V Bienal Internacional do Livro de Alagoas, que acontece até 30 de outubro, no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, em Jaraguá. Com programação voltada ao estímulo à leitura em todos os dias do...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/10/pilha_de_livros1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-14729" title="pilha_de_livros1" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/10/pilha_de_livros1.jpg" alt="" width="138" height="106" /></a>A Secretaria de Estado da Cultura (Secult) buscando incentivar à leitura e prática literária em Alagoas estará com estande montado na V Bienal Internacional do Livro de Alagoas, que acontece até 30 de outubro, no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, em Jaraguá.</p>
<p>Com programação voltada ao estímulo à leitura em todos os dias do evento, a Secult, por meio da Biblioteca Pública Estadual promoverá diversas atividades, entre elas, contação de histórias, varal de cordel, exibição de vídeos, exposição e lançamento de livros de escritores alagoanos. O estande Secult nesta edição da Bienal terá a presença especial do escritor alagoano Lêdo Ivo, com participação inédita no evento, ele estará conversando com os visitantes.</p>
<p>A Secult também abre espaço mais uma vez, na Bienal, para escritores alagoanos. Serão cerca de 10 autores, entre adultos e crianças, que terão a experiência inédita de expor seus trabalhos em um evento deste porte.</p>
<p>Para o secretário de Estado da Cultura, Osvaldo Viégas, o Governo do Estado estará na Bienal, através da Secult, estimulando à leitura e a produção literária em Alagoas. &#8220;A participação dos escritores é fundamental, por isso estamos abrindo esse espaço, que proporcionará à experiência inédita de participarem de uma Bienal, dando visibilidade a suas produções.&#8221;, destacou.</p>
<p>As novidades este ano, no estande Secult, além dos escritores estreantes, serão o lançamento do portal eletrônico ‘Mundo Leitura’, da ‘Campanha voluntaria de desarmamento infantil’ e exibição dos documentários de produção alagoana: Estrelas Radiosas, de Pedro da Rocha; Arthur Ramos; Literatura do Iletrado, do Instituto Salt; O Matuto Zé Cará, de Tato Sales e Manuelle Gouveia e Aquarelas, de Lúcia Rocha. Estes dois últimos, lançados este ano pelo edital Prêmio de Incêntivo à Produção Audiovisual, da Secult.</p>
<p>&#8220;Mesmo já iniciado o evento, estaremos com o espaço aberto aos escritores que não estão na programação e queiram participar.&#8221; Explicou a diretora da Biblioteca Pública Estadual, Maria Luiza Russo, que coordenará o estande durante a Bienal</p>
<p>Confira a programação completa do estande Secult na V Bienal do Livro no portal <a href="http://www.cultura.al.gov.br/"><strong><span style="text-decoration: underline;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">www.cultura.al.gov.br</span></span></strong></span></strong></a></p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=14728&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Senado homenageia 200 anos da Biblioteca Nacional</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/senado-homenageia-200-anos-da-biblioteca-nacional/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 13:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Plenário do Senado homenageou, na abertura da sessão desta terça-feira (19), os 200 anos da Biblioteca Nacional, completados em 2010. A instituição nasceu oficialmente em 29 de outubro de 1810, com a edição de um decreto determinando a construção da Real Biblioteca no Brasil, para abrigar acervo trazido pela família real em 1808. O...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/10/bn.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-14698" title="bn" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/10/bn-300x225.png" alt="" width="216" height="160" /></a>O Plenário do Senado homenageou, na abertura da sessão desta terça-feira (19), os 200 anos da Biblioteca Nacional, completados em 2010. A instituição nasceu oficialmente em 29 de outubro de 1810, com a edição de um decreto determinando a construção da Real Biblioteca no Brasil, para abrigar acervo trazido pela família real em 1808.</p>
<p>O senador Geovani Borges (PMDB-AP) lembrou que, em 1990, a Biblioteca Nacional se uniu à Biblioteca Euclides da Cunha, no Rio de Janeiro, e à Biblioteca Demonstrativa, em Brasília, para constituir a Fundação Biblioteca Nacional (FBN).</p>
<p>De acordo com Geovani, a FBN é responsável pela coordenação e o incentivo ao uso do sistema internacional de numeração de livros (ISBN) e pela atribuição de códigos às editoras e às publicações nacionais para efeito de divulgação e comercialização. Além disso, é depositária legal de um exemplar de todas as publicações feitas no Brasil, assegurando o registro e a guarda da produção intelectual nacional.</p>
<p>- Em 2006, foi criada a Biblioteca Nacional Digital, concebida como um ambiente onde se integram todas as suas coleções digitalizadas, o que situa a Fundação Biblioteca Nacional na vanguarda das bibliotecas do mundo – acrescentou.</p>
<p>O presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Galeno Amorim, agradeceu a generosidade da homenagem, que promoveu o encontro de &#8220;dois agentes civilizadores, da formação e da transformação da nação brasileira&#8221;, referindo-se à Biblioteca do Senado, apenas 15 anos mais nova que a Biblioteca Nacional. Para Amorim, ambas surgiram num momento de mudanças profundas e determinantes.</p>
<p>- O Brasil começou a deixar de ser uma colônia absolutamente iletrada para dar os primeiros passos no rumo de transformar-se, a despeito de todos os reveses e tropeços, em nação independente e civilizada. Os brasileiros têm do que se orgulhar na sua Biblioteca Nacional. Ela está entre as dez maiores do mundo. Temos lá verdadeiras preciosidades que abraçam nada menos do que mil anos do conhecimento acumulado pela humanidade – afirmou Amorim.</p>
<p>A ministra da Cultura, Ana de Holanda, destacou o papel da Biblioteca Nacional no desenvolvimento cultural do país.</p>
<p>- Um país desenvolvido é aquele que, mais que preservar, sabe valorizar seus bens culturais e trabalha para permitir o pleno acesso de sua população aos registros culturais.</p>
<p>Ana de Holanda comemorou também a parceria celebrada entre o Senado e a Biblioteca Nacional que permitiu a realização no Congresso Nacional da exposição &#8220;Biblioteca Nacional 200 anos, uma defesa do infinito&#8221;. Na exposição, os visitantes do Congresso poderão conhecer uma parte do acervo de obras raras da Biblioteca Nacional, que contém livros, manuscritos, partituras, mapas e gravuras de valor inestimável.</p>
<p>Ao final da sessão, o presidente do Senado, José Sarney, disse considerar um dever da Casa, como representante da federação e do povo brasileiro, homenagear a Biblioteca Nacional na comemoração dos 200 anos de sua criação.</p>
<p>Sarney recordou os momentos mais importantes da história da Biblioteca Nacional, desde o recebimento das primeiras cargas de livros em 1810 e 1811, passando pela ação fundamental de D. João VI de aquisição de bibliotecas inteiras no estrangeiro, que permitiu o crescimento rápido do acervo da instituição.</p>
<p>De acordo com Sarney, devido à falta de um local próprio para se instalar a biblioteca, inicialmente se cogitou em utilizar as catacumbas do Convento do Carmo, mas o acervo acabou ficando no antigo hospital do convento. Somente em 1905, lembrou, o governo de Rodrigues Alves determinou a construção do prédio na Avenida Rio Branco, onde a biblioteca permanece até hoje.</p>
<p>Sarney destacou ainda alguns livros do acervo da Biblioteca Nacional que fazem parte da exposição que a instituição inaugura nesta terça-feira (18) em Brasília, em parceria com o Senado, como o Livro das Horas de Dom Fernando, manuscrito de 1376, ilustrado pelo italiano Spinello Spinelli.</p>
<p>Ao final do discurso, Sarney manifestou sua convicção de que o livro vai permanecer por muito tempo na história da humanidade.</p>
<p>- O livro é a grande descoberta tecnológica da humanidade. O livro não precisa de energia. O livro cai e não quebra, pode ser levado por nós a todo e qualquer lugar. No livro está registrado todo o saber, todo o amor, toda a fé – disse.</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=14697&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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