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	<title>Brasil Cultura &#187; Audio Visual</title>
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	<description>O portal da cultura brasileira</description>
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		<title>Polícia identifica dono da digital suspeita de furto de Portinari em PE</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 16:14:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A perícia nas impressões digitais encontradas em um pedaço de fita adesiva usado no furto da tela &#8220;Enterro&#8221;, de Cândido Portinari, mostrou que as marcas pertencem a apenas uma pessoa, que já foi identificada, afirmou o delegado responsável pelo caso, Manoel Martins. A Polícia Civil de Pernambuco recebeu o laudo do ITB (Instituto Tavares Buril) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/enterro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9014" title="enterro" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/enterro.jpg" alt="enterro" width="345" height="280" /></a>A perícia nas impressões digitais encontradas em um pedaço de fita adesiva usado no furto da tela &#8220;Enterro&#8221;, de Cândido Portinari, mostrou que as marcas pertencem a apenas uma pessoa, que já foi identificada, afirmou o delegado responsável pelo caso, Manoel Martins. A Polícia Civil de Pernambuco recebeu o laudo do ITB (Instituto Tavares Buril) na noite de segunda-feira. Os peritos compararam as digitais encontradas no local do crime com as de funcionários e de parte dos visitantes do museu no dia do furto. A tela foi furtada há duas semanas.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">&#8220;Não posso dar mais detalhes para não comprometer a investigação, mas nós esperamos ouvir o dono das digitais&#8221;, disse o delegado.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">O ladrão recortou o quadro da moldura e usou a fita para prendê-la à tábua que lacra uma das janelas do museu. De acordo com Martins, isso foi feito provavelmente para retardar a descoberta do crime.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Os funcionários do museu só perceberam a ausência da obra por volta das 17h30, quando se preparavam para fechar o local.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">TELA</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">O quadro &#8211;um óleo sobre madeira de 24,5 x 33,5 cm, pintado em 1959&#8211; foi levado há duas semanas do MAC (Museu de Arte Contemporânea) de Olinda (região metropolitana de Recife), em Pernambuco.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">No local, trabalham apenas quatro seguranças, divididos em turnos e não há câmeras de segurança ou alarmes.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Avaliada em R$ 1,2 milhão, a obra integrava a coleção do jornalista Assis Chateaubriand (1892-1968) e havia sido doada para compor o acervo que originou o museu, em 1966.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Na semana passada, a Interpol incluiu o quadro em seu banco de dados de obras desaparecidas. Policiais de vários países, além de colecionadores de arte e profissionais do mercado têm acesso à lista.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Um disque-denúncia mantido por uma ONG do Estado está oferecendo recompensa de R$ 5.000 para quem tiver informações sobre o crime.</p>
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		<title>O Bem Amado &#8211; O filme.</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 18:54:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Baseado na obra de Dias Gomes, O Bem Amado conta a história do prefeito Odorico Paraguaçu, que tem como meta prioritária em sua administração na cidade de Sucupira, a inauguração de um cemitério. De um lado é apoiado pelas irmãs Cajazeiras. Do outro, tem que lutar contra a forte oposição liderada por Vladimir, dono do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/cartaz-o-bem.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-9000" title="cartaz o bem" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/cartaz-o-bem.bmp" alt="cartaz o bem" width="220" height="272" /></a>Baseado na obra de Dias Gomes, O Bem Amado conta a história do prefeito Odorico Paraguaçu, que tem como meta prioritária em sua administração na cidade de Sucupira, a inauguração de um cemitério. De um lado é apoiado pelas irmãs Cajazeiras. Do outro, tem que lutar contra a forte oposição liderada por Vladimir, dono do jornaleco da cidade.</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Por falta de defunto, o prefeito nunca consegue realizar sua meta. Nem mesmo a chegada de Ernesto &#8211; um moribundo que não morre &#8211; e a contratação de Zeca Diabo, um cangaceiro matador, lhe proporcionam a realização do sonho.</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Odorico arma situações para que<br />
alguém morra, mas o primeiro corpo a ser<br />
sepultado em Sucupira será o do próprio<br />
prefeito, que de caçador se torna caça e<br />
passa de vilão à mártir.</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><strong>Elenco:</strong> Marco Nanini, José Wilker, Caio Blat, Maria Flor, Matheus Nachtergaele.</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><strong>Personagens</strong></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Produzido por Paula Lavigne e escrito e dirigido por Guel Arres, O Bem Amado terá Marco Nanini, no papel de Odorico Paraguaçu, Matheus Nachtergale como Dirceu Borboleta, José Wilker como Zeca Diabo, Andréa Beltrão, Drica Moraes e Zezé Polessa como as Irmãs Cajazeiras, Maria Flor como Violeta, Tonico Pereira como Vladmir, Caio Blat como Neco e Edmilson Barros como Chico Moleza.</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">O filme O Bem Amado promete repetir o sucesso e qualidade de uma das obras mais ricas e divertidas da dramaturgia brasileira, recontando para o público as histórias e causos do prefeito de Sucupira.</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><strong>Ficha Técnica</strong></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Roteiro: Cláudio Paiva e Guel Arraes<br />
Baseado na obra de Dias Gomes</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Diretor: Guel Arraes</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Produzido Por: Paula Lavigne</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Diretora-assistente: Olivia Guimarães</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Produtora Executiva: Olivia Guimarães e Lili Nogueira</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Produtores Associados: Mauro Lima e Beatriz Mafra Vianna</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Produtora delegada: Clarice Saliby</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Diretor de Fotografia: Dudu Miranda e Paulo Souza</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Diretor de Arte: Claudio Amaral Peixoto</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Técnico de Som: Jorge Saldanha</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Figurinista: Claudia Kopke</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Maquiadora: Lu Moraes</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Editor de Som: Casa de Som</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Produtor de Finalização: Hugo Gurgel</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Montagem: Caio Cobra</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Música: Caetano Veloso, Mauro Lima,<br />
Berna Ceppas, e Kassin</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p><object width="660" height="525"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/sbnb37QMjcc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/sbnb37QMjcc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="660" height="525"></embed></object></p>
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		<title>VI SemCine</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/vi-semcine/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 13:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[De 26 a 31 de julho, acontece em Salvador (BA) o VI Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual (SemCine), evento que exibirá filmes inéditos na Bahia e no Brasil e trará conferências com convidados especiais, com o objetivo de promover o intercâmbio cultural, discussões e reflexões sobre a criação, produção, circulação e consumo do audiovisual.

As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/cinema_brasileiro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8982" title="cinema_brasileiro" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/cinema_brasileiro.jpg" alt="cinema_brasileiro" width="300" height="281" /></a>De 26 a 31 de julho, acontece em Salvador (BA) o VI Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual (SemCine), evento que exibirá filmes inéditos na Bahia e no Brasil e trará conferências com convidados especiais, com o objetivo de promover o intercâmbio cultural, discussões e reflexões sobre a criação, produção, circulação e consumo do audiovisual.</p>
<div>
<p>As atividades se dividem entre diversos espaços: Teatro Castro Alves (Campo Grande), Goethe Institut – ICBA (Corredor da Vitória) e Teatro Martim Gonçalves (Escola de Teatro da UFBA), no Canela.</p>
<p>Em todas as suas edições, o SemCine homenageia uma importante personalidade do cinema. Este ano, o homenageado é cineasta Píer Paolo Pasolini (1922-1975). O evento trará uma mostra retrospectiva dos filmes mais importantes do polêmico diretor italiano, uma mesa-redonda com o tema “A Itália cinematográfica &#8211; Pasolini” e uma exposição.</p>
<p>O VI SemCine conta com o apoio do Ministério da Cultura, mas o ministro Juca Ferreira, apesar de convidado para prestigiar o evento, não poderá comparecer devido a problemas de agenda. Mesmo assim, enviou um vídeo em que saúda os participantes do seminário.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="660" height="525" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/XS1bFpIPwq8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="660" height="525" src="http://www.youtube.com/v/XS1bFpIPwq8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object><br />
 <br />
<!-- generated by WordPress plugin Embedded Video --></p>
<p>Saiba mais sobre o VI SemCine pelo <a href="http://www.seminariodecinema.com.br/2010/index.html" target="_blank">site do evento</a>.</div>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=8981&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Evolução do Cinema</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/artes-cenicas/evolucao-do-cinema/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 21:42:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[No início o cinema era visto simplesmente como uma forma de arte, para no século XIX se tornar a maior indústria de comunicação de massa. A industria do cinema revolucionou o mundo e os conceitos de arte e pode-se dizer que o cinema foi também o precursor da globalização, pois através do cinema culturas diferentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/cinema.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8961" title="cinema" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/cinema.jpg" alt="cinema" width="250" height="250" /></a>No início o cinema era visto simplesmente como uma forma de arte, para no século XIX se tornar a maior indústria de comunicação de massa. A industria do cinema revolucionou o mundo e os conceitos de arte e pode-se dizer que o cinema foi também o precursor da globalização, pois através do cinema culturas diferentes foram conhecidas e reconhecidas, pois o cinema venceu barreiras e fronteiras, encantando e levando as pessoas a conhecerem mais sobre os outros povos e outras organizações sociais, cultura religiosa, etc.<br />
O cinema como o conhecemos hoje foi se aperfeiçoando e evoluindo ao longo dos séculos, mas cabe aos irmão Louis e Auguste Lumière a criação do cinematógrafo e que seriam o precursor das filmadoras como a conhecemos hoje e do cinema moderno. O cinematografo utilizava vários negativos de fotos perfurados que eram movimentados por uma manivela e assim davam movimento as imagens, através deste aparelho foi possível criar os primeiros filmes a serem exibidos para pequenos públicos. o cinematografo deu nome a nova arte que começava a surgir, o cinema que encantou o mundo com sua magia.<br />
No início o cinema era visto simplesmente como uma forma de arte, para no século XIX se tornar a maior indústria de comunicação de massa. A industria do cinema revolucionou o mundo e os conceitos de arte e pode-se dizer que o cinema foi também o precursor da globalização, pois através do cinema culturas diferentes foram conhecidas e reconhecidas, pois o cinema venceu barreiras e fronteiras, encantando e levando as pessoas a conhecerem mais sobre os outros povos e outras organizações sociais, cultura religiosa, etc.<br />
Cinemaniaco é a palavra criada para designar aquelas pessoas que são apaixonadas por cinema e assistem todos os lançamentos e mais, assistem repetidamente os seus filmes preferidos. Os cinemaniacos sabem tudo sobre a sétima arte, desde a criação do roteiro, filmagem até o lançamento dos filmes, são fãs de carterinha dos clássicos e também dos filmes modernos e assistem desde os velhos filmes do cinema mudo até os lançamentos como os melhores filmes dos anos 80. Tudo é cinema, tudo é cultura. Confira aqui a evolução do cinema.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="660" height="525" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/9SJF2zUNXdA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="660" height="525" src="http://www.youtube.com/v/9SJF2zUNXdA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		</item>
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		<title>Cineastas da favela criticam Cidade de Deus e Tropa</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/sociologia/cineastas-da-favela-criticam-cidade-de-deus-e-tropa/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 19:35:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Os diretores dos cinco episódios do filme 5x Favela, Agora por Nós Mesmos criticaram, em debate durante o festival de cinema de Paulínia, produções que tratam de favelas, como Cidade de Deus e Tropa de Elite. Comandado por Cacá Diegues, 5x Favela, Agora por Nós Mesmos custou R$ 4 milhões e traz cinco curtas-metragens escritos, dirigidos e interpretados por moradores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/5-X-FA1.JPG"><img class="alignleft size-full wp-image-8952" title="5-X-FA~1" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/5-X-FA1.JPG" alt="5-X-FA~1" width="398" height="303" /></a>Os diretores dos cinco episódios do filme <em>5x Favela, Agora por Nós Mesmos</em> criticaram, em debate durante o festival de cinema de Paulínia, produções que tratam de favelas, como <em>Cidade de Deus </em>e <em>Tropa de Elite</em>. <span>Comandado por Cacá Diegues, <em>5x Favela, Agora por Nós Mesmos</em> custou R$ 4 milhões e traz cinco curtas-metragens escritos, dirigidos e interpretados por moradores de comunidades carentes do Rio de Janeiro. Retoma uma ideia original de 1962, em que cinco cineastas de classe média do Rio, entre eles Diegues, mostraram a vida dos moradores de favelas no clássico Cinco Vezes Favela.</span></p>
<p>Os diretores dos curtas disseram que não se vêem representados nos filmes de Fernando Meirelles e José Padilha. Por isso, produziram episódios em que moradores de comunidades cariocas são apresentados em uma perspectiva positiva.</p>
<p>&#8220;<em>Cidade de Deus </em>é um filme que o cara de fora [da favela] viu os traficantes e fez um filme sobre isso. <em>Tropa de Elite </em>foi um cara de fora [da favela] que viu a polícia e fez um filme sobre isso. Agora [5x Favela, Agora por Nós Mesmos] é um filme com a nossa visão&#8221;, disse Luciano Vidigal, de 32 anos, cineasta morador do morro do Vidigal, diretor do episódio Concerto para Violino, o mais violento, trágico e pretensioso do filme, em que policiais e traficantes se unem para recuperar armas roubadas por bandidos.</p>
<p>Mais jovem dos diretores de <em>5x Favela</em>, a estudante Manaíra Carneiro, 22 anos, diferencia o longa de <em>Cidade de Deus </em>e de <em>Tropa de Elite</em>. &#8220;A temática de <em>5x Favela </em>não é a favela. É um filme que se passa na favela, mas acima de tudo um filme sobre solidariedade, esperança e ética, sobre pessoas que vivem em situações limite. Cidade de Deus é um filme de época, maniqueísta&#8221;, afirmou.</p>
<p>Manaíra é codiretora de <em>Fonte de Renda</em>, o primeiro episódio, sobre um rapaz da favela que se vê forçado a vender drogas para os &#8220;playboys&#8221; da faculdade de direito em que estuda, para poder comprar livros. O jovem reluta muito em entrar para o crime e sai dele assim que consegue um emprego. E tem um final feliz, não é punido por se envolver com o tráfico, como provavelmente ocorreria se a história tivesse saído da cabeça de alguém de fora da favela.</p>
<p>O final feliz, à exceção de <em>Concerto para Violino</em>, marca todos os episódios. Segundo os diretores, isso foi proposital. Os cinco curtas foram escolhidos entre dezenas de argumentos desenvolvidos pelos jovens das comunidades em oficinas preparatórias para o filme.</p>
<p>&#8220;No processo de escolha dos argumentos, foi nítida essa necessidade de fazer um retrato positivo da favela&#8221;, contou Cacau Amaral, 37, morador de Duque de Caxias, na periferia do Grande Rio, um dos diretores do programa Espelho, de Lázaro Ramos, no Canal Brasil.</p>
<p>Amaral, assina, em parceria com Rodrigo Felha, o episódio Arroz com Feijão, um dos mais divertidos, apesar da situação trágica. No curta, dois meninos lavam carro e catam cocô de cavalo para conseguir dinheiro e comprar uma galinha para que a mãe de um deles sirva um jantar digno para o pai, no dia do aniversário dele. Em uma das cenas mais &#8220;ideológicas&#8221; de todo o filme, os dois garotos são roubados por alunos do colégio mais elitista do Rio de Janeiro.</p>
<p>&#8220;Essa ideia da positividade foi de todo mundo. Tem desgraça na favela, mas decidimos mostrar a desgraça com humor. Pobre ri pra caramba, não só chora&#8221;, disse Manaíra.</p>
<p><em>5x Favela, Agora por Nós Mesmos </em>estreia nos cinemas de São Paulo e Rio em 27 de agosto. </p>
<p> <br />
<object width="660" height="525"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Frn00bz3uns&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Frn00bz3uns&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="660" height="525"></embed></object></p>
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		<title>Breve historia das Artes Plasticas</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 15:34:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As artes plásticas ou belas-artes são as formações expressivas realizadas utilizando-se de técnicas de produção que manipulam materiais para construir formas e imagens que revelem uma concepção estética e poética em um dado momento histórico. O surgimento das artes plásticas está diretamente relacionado com a evolução da espécie humana.
 
 
 
Arte na Pré-História  
As primeiras obras de arte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/historiaarte.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-8893" title="historiaarte" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/historiaarte.bmp" alt="historiaarte" width="244" height="186" /></a>As artes plásticas ou belas-artes são as formações expressivas realizadas utilizando-se de técnicas de produção que manipulam materiais para construir formas e imagens que revelem uma concepção estética e poética em um dado momento histórico. O surgimento das artes plásticas está diretamente relacionado com a evolução da espécie humana.</p>
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<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Arte na Pré-História  <a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/pre_historia-01.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8894" title="pre_historia 01" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/pre_historia-01.jpg" alt="pre_historia 01" width="300" height="250" /></a></strong><br />
As primeiras obras de arte datam do período Paleolítico. Entre as obras mais antigas já encontradas estão pequenas estátuas humanas como, por exemplo,  a Vênus de Willendorf (aproximadamente 25000 a.C.). Os mais conhecidos conjuntos de pinturas em cavernas ( arte rupestre ) estão em Altamira, na Espanha e datam de 30000 a.C. a 12000 a.C.; e em Lascaux, na França  de 15000 a.C. a 10000 a.C. , onde se encontram pinturas rupestres de animais pré-históricos como: cavalos, bisões, rinocerontes. Estas pinturas indicam rituais pré-históricos ligados à caça. As imagens demonstram um  naturalismo e evoluem da monocromia à policromia entre os anos de 15000 a.C. a 9000 a.C.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/mesopotamia02.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8895" title="mesopotamia02" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/mesopotamia02.jpg" alt="mesopotamia02" width="280" height="192" /></a>Arte Mesopotâmica</strong><br />
Na região entre os rios Tigre e Eufrates desenvolveu-se a civilização mesopotâmica.  Nesta região, sumérios, babilônios, assírios, caldeus e outros povos desenvolveram uma arte que demonstra a religiosidade e o poder dos governantes. São touros alados, estatuetas de olhos circulares, relevos em paredes representando guerras e conquistas militares e animais e pictogramas representando fatos da realidade daqueles povos.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Arte do Egito<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/egito03.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8896" title="egito03" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/egito03.jpg" alt="egito03" width="363" height="300" /></a></strong><br />
 No Antigo Egito as obras de arte possuíam um possui forte caráter religioso e funerário.Essas características podem ser explicadas em função da crença que os egípcios tinha na vida após a morte. Há representações artísticas de deuses, faraós e animais explicadas por textos em escrita hieroglífica. As pinturas eram feitas nas paredes das pirâmides ou em papiros. Representavam o cotidiano da nobreza ou tratava de assuntos do cotidiano. Uma das características principais da arte egípcia é o desenho chapado, de perfil e sem perspectiva artística.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/grecia_04.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8897" title="grecia_04" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/grecia_04.jpg" alt="grecia_04" width="300" height="220" /></a>Arte na Grécia Antiga</strong><br />
A cultura e a arte minóica desenvolveu-se na ilha grega de Creta. Nas pinturas dos murais as cores diversificadas mostram-se fortes e vivas. Desenhos de touros, imagens abstratas, símbolos marinhos e animais ilustram a cerâmica.<br />
O período clássico da arte grega é a época de maior expressão da arte grega. A natureza é retratada com equilíbrio e as formas aproximam-se da realidade. A perspectiva aparece de forma intensa nas pinturas gregas deste período. Nas esculturas de bronze e mármore, destacam-se a harmonia e a realidade. Os principais escultores são Mirón, Policleto, Fídias, Praxíteles. A arquitetura e a ornamentação de templos religiosos, como o Partenon, a acrópole de Atenas  e o templo de Zeus na cidade de Olímpia mostram força e características expressivas.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">No período helenístico, ocorre a fusão entre as artes grega e oriental. A arte grega assume aspectos da realidade, fruto do domínio persa. Nas esculturas verifica-se dramaticidade e as formas decorativas em excesso. Entre as obras mais representativas deste período estão: Vitória da Samotrácia , Vênus de Milo e o templo de Zeus, em na cidade de Pérgamo.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Arte Romana do Ocidente e do Oriente ( Arte Bizantina )<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Arte-Bizantina-05.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8898" title="( Arte Bizantina ) 05" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Arte-Bizantina-05.jpg" alt="( Arte Bizantina ) 05" width="400" height="267" /></a></strong><br />
Com forte influência dos etruscos, a arte romana antiga seguiu os modelos e elementos artísticos e culturais  dos gregos e chega a &#8220;copiar&#8221; estátuas clássicas. É a época da construção de monumentos públicos em homenagem aos imperadores romanos. A pintura mural recorre ao efeito tridimensional. Os afrescos da cidade de Pompéia (soterrada pelo vulcão Vesúvio em I a.C.) são representativos deste período.<br />
No Império Romano do Oriente ( Império Bizantino ) com capital em Constantinopla (antiga Bizâncio), aparece a arte bizantina, sob forte  influência da Grécia . Podemos destacar as pinturas murais, os manuscritos, os ícones religiosos e os mosaicos de cores fortes e brilhantes, carregados de profundo caráter religioso.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/rena06.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-8899" title="rena06" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/rena06.bmp" alt="rena06" width="336" height="223" /></a>Arte Renascentista: O Renascimento Cultural (séculos XV e XVI)</strong><br />
Os elementos artísticos da Antiguidade clássica voltam a servir de referência cultural e artística. O humanismo coloca o homem como centro do universo ( antropocentrismo ). São características desta época : uso da técnica de  perspectiva, uso de conhecimentos científicos e matemáticos para reproduzir a natureza com fidelidade. Na pintura, novas técnicas passam a ser utilizadas : uso da tinta a óleo, por exemplo, buscava aumentar a ilusão de realidade. <br />
A escultura renascentista é marcada pela expressividade e pelo naturalismo. A xilogravura passa a ser muito utilizada nesta época. Entre as pinturas destacam-se:  O Casal Arnolfini, de Jan van Eyck; A Alegoria da Primavera, de Sandro Boticcelli; A Virgem dos Rochedos, Monalisa e A Última Ceia de Leonardo da Vinci; A Escola de Atenas, de Rafael Sanzio; o teto da Capela Sistina e a escultura Davi de Michelangelo Buonarotti.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Maneirismo (século XVI)<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Maneirismo-século-XVI-07.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8900" title="Maneirismo (século XVI) 07" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Maneirismo-século-XVI-07.jpg" alt="Maneirismo (século XVI) 07" width="400" height="274" /></a></strong><br />
Ao romper com as referências clássicas de idealização da beleza, o maneirismo diferencia-se por suas imagens distorcidas e alongadas. A natureza é representada de forma distorcida e realista, sendo que as figuras bizarras aparecem com freqüência. Obras mais importantes do maneirismo: O Juízo Final, de Michelangelo; A Crucificação, de Tintoretto; e O Enterro do Conde de Orgaz, de El Greco. </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/barroco08.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8901" title="barroco08" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/barroco08.jpg" alt="barroco08" width="339" height="345" /></a>Barroco: arte barroca (1600 a 1750)</strong><br />
A arte barroca destaca a cor e não o formato do desenho. As técnicas utilizadas dão um sentido de movimento ao desenho. Os efeitos de luz e sombra são utilizados constantemente como um recurso para dar vida e realidade à obra. Os temas que mais aparecem são: a paisagem, a natureza-morta e cenas da vida cotidiana. <br />
Obras barrocas mais conhecidas: A Ceia em Emaús, de Caravaggio; A Descida da Cruz, de Peter Paul Rubens; A Ronda Noturna, de Rembrandt; O Êxtase de Santa Teresa, de Gian Lorenzo Bernini; As Meninas, de Diego Velásquez; e Vista de Delft, de Jan Vermeer. </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Rococó (1730 a 1800)<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/rococo09.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8902" title="rococo09" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/rococo09.jpg" alt="rococo09" width="278" height="187" /></a></strong><br />
O estilo rococó é marcado por pinturas com tons claros, com linhas curvas e arabescos. O estilo é bem decorativo e a sensualidade aparece em destaque. Os afrescos ganham importância e são utilizados na decoração de ambientes interiores.<br />
Artistas mais importantes do rococó: Jean-Antoine Watteau, Giovanni Battista Tiepolo, François Boucher e Jean-Honoré Fragonard. </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/neoclassicismo-10.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8903" title="neoclassicismo 10" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/neoclassicismo-10.jpg" alt="neoclassicismo 10" width="300" height="250" /></a>Neoclassicismo (1750 a 1820)</strong><br />
Novamente os elementos e valores da arte clássica ( grega e romana ) são resgatadas.. Há uma incidência maior do desenho e da linha sobre a cor. O heroísmo e o civismo são temas muito explorados neste período.<br />
Principais obras: Perseu com a Cabeça da Medusa, de Antonio Canova; O Parnaso, de Anton Raphael Mengs; O Juramento dos Horácios e A Morte de Sócrates, de Jacques-Louis David; e A Banhista de Valpinçon, de Jean-Auguste-Dominique Ingres. </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Romantismo nas artes plásticas (De 1790 a 1850)<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/romantismo-11.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8904" title="romantismo 11" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/romantismo-11.jpg" alt="romantismo 11" width="298" height="238" /></a></strong><br />
Subjetividade e introspecção, sentimentos e sensações são características deste período. A literatura romântica, os elementos da natureza e o passado são retratados de forma intensa no romantismo.São representantes desta época o artista Francisco Goya y Lucientes. Algumas de suas principais pinturas são: A Família de Carlos IV, O Colosso e Os Fuzilamentos do Três de Maio de 1808. Outras obras românticas : A Balsa da Medusa, de Théodore Géricault; A Carroça de Feno, de John Constable; A Morte de Sardanapalo, de Eugène Delacroix; e O Combatente Téméraire, de Joseph William Turner. </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/realismo-12.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8905" title="realismo-12" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/realismo-12.jpg" alt="realismo-12" width="293" height="256" /></a>Realismo (De 1848 a 1875)</strong><br />
O realismo destaca a realidade física através da objetividade científica e crua. Estas obras são inspiradas pela vida cotidiana e pela paisagem natural. Aparecem fortes críticas sociais e elementos do erotismo, provocando criticas dos setores conservadores da sociedade européia do século XIX. Principais pinturas: Enterro em Ornans, de Gustave Courbet; Vagão de Terceira Classe, de Honoré Daumier; e Almoço na Relva, de Édouard Manet. </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Impressionismo (De 1880 a 1900)<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Impressionismoimpre-13.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8906" title="Impressionismoimpre 13" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Impressionismoimpre-13.jpg" alt="Impressionismoimpre 13" width="333" height="207" /></a></strong><br />
Através da luz e da cor os artistas do impressionismo buscam atingir a realidade. As obras são feitas ao ar livre para aproveitar a luz natural. Obras mais conhecidas: Impressão, Nascer do Sol, de Claude Monet, A Aula de Dança, de Edgar Degas; e O Almoço dos Remadores, de Auguste Renoir.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Pós-impressionismo-14.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8907" title="Pós-impressionismo 14" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Pós-impressionismo-14.jpg" alt="Pós-impressionismo 14" width="312" height="194" /></a>Pós-impressionismo</strong><br />
É o período marcado pelas experimentações  individuais. Os artistas buscam a realidade e imitam a natureza, utilizando recursos de luz e cor. O cromatismo é muito utilizado.As cores mais intensas são exploradas por Vincent Van Gogh com pinceladas fortes e explosivas, como em Noite Estrelada. Henri de Toulouse-Lautrec usa a técnica da litogravura.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/expressionismo-15.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8908" title="expressionismo 15" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/expressionismo-15.jpg" alt="expressionismo 15" width="288" height="251" /></a>Expressionismo </strong><br />
Artistas plásticos de diferentes períodos são considerados precursores do expressionismo, entre eles Goya, Van Gogh, Gauguin e James Ensor. O expressionismo pode ser considerado como uma postura assumida em diversas formas de manifestação artística durante o século XX. Vários artistas desta trabalham nessa linha, sem ligar-se a movimentos ou a grupos. Podemos citar alguns: Edvard Munch, Emil Nolde, Amedeo Modigliani, Oskar Kokoschka, Egon Schiele, Chaim Soutine, Alberto Giacometti e Francis Bacon.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Cubismo-16.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8909" title="Cubismo 16" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Cubismo-16.jpg" alt="Cubismo 16" width="224" height="206" /></a>Cubismo ( De 1908 a 1915 )</strong><br />
Este estilo rompeu com os elementos artísticos tradicionais ao apresentar diversos pontos de vista em uma mesma obra de arte. As formas geométricas são utilizadas muitas vezes para representar figuras humanas. Recortes de jornais, revistas e fotos são recursos utilizados neste período. São obras representativas desta época: Les Demoiselles d&#8217;Avignon, de Pablo Picasso, e Casas em L&#8217;Estaque, de Georges Braque.  </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Dadaísmo  (Décadas de 1910 a 1920)<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/dadaismo-17.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8910" title="dadaismo-17" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/dadaismo-17.jpg" alt="dadaismo-17" width="232" height="159" /></a></strong><br />
Revolucionário, anárquico e anticapitalista, o dadaísmo, prega o absurdo, o sarcasmo, a sátira crítica e o uso de diversas linguagens, como pintura, poesia, escultura, fotografia e teatro. Destacam-se os artísticas: Hugo Ball, Hans Arp, Francis Picabia, Marcel Duchamp, Max Ernst, Kurt Schwitters, George Grosz e Man Ray.  </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/surrealismo-18.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8911" title="surrealismo 18" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/surrealismo-18.jpg" alt="surrealismo 18" width="214" height="212" /></a>Arte Surrealista (Década de 1920)</strong><br />
Os artistas exploram o inconsciente e as imagens  que não são controladas pela razão. O surrealismo usa associações irreais, bizarras e provocativas. O rompimento com as noções tradicionais da perspectiva e da proporcionalidade resulta em imagens estranhas e fora da realidade.<br />
Obras: Auto-Retrato com Sete Dedos, de Marc Chagall; O Carnaval do Arlequim, de Joan Miró; A Persistência da Memória, de Salvador Dalí; A Traição das Imagens, de René Magritte; e Uma Semana de Bondade, de Max Ernst, são algumas das obras mais representativas. </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Pop Art  (Década de 1950)<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Pop-Art-19.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8912" title="Pop Art 19" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Pop-Art-19.jpg" alt="Pop Art 19" width="233" height="184" /></a></strong><br />
As histórias em quadrinhos e a mídia visual e impressa são os elementos de referência da pop art. Humor e crítica ao consumismo são constantes nas obras de pop art. Artistas mais conhecidos: Richard Hamilton, Allen Jones, Robert Rauschenberg, Jasper Johns, Andy Warhol, Roy Lichtenstein, Tom Wesselman, Jim Dine, David Hockney e Claes Oldenburg.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Arte-conceitual-21.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8913" title="Arte-conceitual 21" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Arte-conceitual-21.jpg" alt="Arte-conceitual 21" width="266" height="307" /></a>Arte Conceitual  (Década de 1960</strong>)<br />
Textos, imagens e objetos são as referências artísticas deste tipo de arte. A obra deve ser valorizada por si só. Um dos meios preferidos dos artistas conceituais é a instalação, ou seja, um espaço de interação entre a obra e o espectador. Até mesmo a televisão e o vídeo são usados nas instalações. Destacam-se os seguintes artistas: Joseph Beuys, Joseph Kosuth, Daniel Buren, Sol Le-Witt (principal representante do Minimalismo) e Marcel Broodthaers, Nam June Paik, Vito Acconci, Bill Viola, Bruce Naumann, Gary Hill, Bruce Yonemoto e William Wegman.</p>
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		<title>Encontro de Saberes</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 16:57:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi ratificada a parceria entre o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC), o Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC), e a universidade, para a realização do Projeto Encontro de Saberes.
A cerimônia aconteceu na noite dessa quarta-feira, 15 de julho, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/lapis1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8883" title="lapis1" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/lapis1.jpg" alt="lapis1" width="299" height="226" /></a>Foi ratificada a parceria entre o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC), o Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC), e a universidade, para a realização do Projeto Encontro de Saberes.</p>
<p>A cerimônia aconteceu na noite dessa quarta-feira, 15 de julho, no Auditório da Reitoria da Universidade de Brasília (UnB). O Encontro de Saberes, lançado no último dia 13, levará para as salas de aula da universidade os mestres de ofício e artes das culturas populares e indígenas.</p>
<p>O ministro da Cultura, Juca Ferreira, que não pode comparecer à cerimônia, foi representado pelo chefe de gabinete, Eduardo Mattedi. O ministro enviou uma mensagem que foi lida durante a solenidade, ressaltando a importância do projeto piloto. “Temos muito a aprender com esses mestres que a universidade começa a receber em seu território”, afirmou.</p>
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		<title>Salão de Humor de Piracicaba-SP recebe inscrições</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 16:47:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[37º Salão Internacional de Humor de Piracicaba]]></category>
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		<description><![CDATA[Estão abertas, até 3 de agosto, as inscrições para o 37º Salão Internacional de Humor de Piracicaba, um dos mais tradicionais do gênero, criado em 1974 por Millôr Fernandes, Jaguar, Fortuna, Ziraldo, Zélio e Paulo Francis, à época responsáveis pelo jornal O Pasquim. Podem participar desta edição do salão artistas brasileiros e estrangeiros, desde que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/salaodehumordepiracicaba0000.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8880" title="salaodehumordepiracicaba0000" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/salaodehumordepiracicaba0000.jpg" alt="salaodehumordepiracicaba0000" width="338" height="177" /></a>Estão abertas, até 3 de agosto, as inscrições para o 37º Salão Internacional de Humor de Piracicaba, um dos mais tradicionais do gênero, criado em 1974 por Millôr Fernandes, Jaguar, Fortuna, Ziraldo, Zélio e Paulo Francis, à época responsáveis pelo jornal O Pasquim. Podem participar desta edição do salão artistas brasileiros e estrangeiros, desde que enviem trabalhos inéditos e de temática livre. As obras &#8211; serão aceitas criações de qualquer técnica gráfica, inclusive esculturas com teor humorístico, e materiais digitais &#8211; concorrerão em cinco categorias: cartum, charge, caricatura, tiras e vanguarda (sob a temática do meio ambiente).</p>
<p>O evento vai distribuir cinco prêmios, sendo contemplados com R$ 5 mil os primeiros colocados de cada categoria e um especial de R$ 10 mil. Entre 28 de agosto e 17 de outubro ocorrerá exposição no Engenho Central de Piracicaba com obras selecionadas. O regulamento e ficha de inscrição estão disponíveis no site www.salaodehumor.piracicaba.sp.gov.br. Os trabalhos em papel podem ser enviados para o endereço: 37.º Salão de Humor de Piracicaba/ Secretaria da Ação Cultural (Av. Maurice Allain, 454, CEP: 12405-123 &#8211; Piracicaba &#8211; São Paulo &#8211; Brasil). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
<p>http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,salao-de-humor-de-piracicaba-sp-recebe-inscricoes,583161,0.htm</p>
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		<title>Exposições</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 18:06:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
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		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja algumas das exposições que o Portal Brasil Cultura apresenta e que estão em cartaz em São Paulo.

Luis Humberto, Fotógrafo
Até 04/07/10
Parte das 170 imagens que integram a mostra retrata os bastidores do poder. O fotógrafo Luis Humberto capta políticos fora do palanque, como numa conversa entre os deputados Eurico de Resende e Ulysses Guimarães.
Caixa Cultural [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><strong><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/elifas-andreato.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8740" title="elifas andreato" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/elifas-andreato.jpg" alt="elifas andreato" width="319" height="320" /></a>Veja algumas das exposições que o Portal Brasil Cultura apresenta e que estão em cartaz em São Paulo.<span id="more-8739"></span></strong></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="left">
<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><strong>Luis Humberto, Fotógrafo</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Até 04/07/10</strong></span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;">Parte das 170 imagens que integram a mostra retrata os bastidores do poder. O fotógrafo Luis Humberto capta políticos fora do palanque, como numa conversa entre os deputados Eurico de Resende e Ulysses Guimarães.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><strong><span style="font-size: x-small;">Caixa Cultural Sé, praça da Sé, 111, Sé, São Paulo, 3321-4400 &#8211; 9h/21h. Grátis</span></strong></span></span></p>
<p align="left"> </p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><strong>Shoá</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Até 04/07/10</strong></span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;">Imagens que registram atrocidades cometidas durante o Holocausto estão na mostra do Sesc Pompéia.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><strong><span style="font-size: x-small;">Sesc Pompéia, rua Clélia, 93, Água Branca, São Paulo, 3871-7700, 10h/21h30, Ter. a dom. Grátis</span></strong></span></span></p>
<p align="left"> </p>
<p align="left"> </p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><strong>Ouros de Eldorado: Arte Pré-Hispânica da Colômbia</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Até 22/08/10</strong></span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;">A opulência dos povo colombianos chega à Pinacoteca nessa exposição com cerca de 250 peças arqueológicas e 40 objetos de ouro.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Pinacoteca do Estado, Praça da Luz, 2, Bom Retiro, São Paulo, 3324-1000 &#8211; 10h/17h30 &#8211; Ter. a Dom. R$ 6,00 (sáb.,grátis)</strong></span></span></span></p>
<p align="left"> </p>
<p align="left"> </p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><strong>Elifas Andreato </strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Até 24/10/10</strong></span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;">Nos anos de chumbo, Elifas Andreato concentrou seu esforço na confecção de obras gráficas de resistência ao regima militar. Nessa mostra com cem trabalhos do artista, há cartazes de peças como Mortos sem Sepultura, de Jean Paul-Sartre.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Memorial da Resistência</strong></span><span style="font-size: x-small;">, largo Gen. Osório, 66, Luz, São Paulo, 3335-4990. 10h/17h30 (ter. a dom.) Grátis</span></span></span></p>
<p align="left"> </p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><strong>A Arte do Mito</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Permanente</strong></span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;">A primeira da série de quatro mostras que apresentam o acervo de forma temática e adotou o mito fio narrativo.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>MASP</strong>, av. Paulista, 1578, São Paulo, 3251-5644 &#8211; 11h/18h (5ª, 11h/20h; fecha 2ª) &#8211; R$ 15,00 (3ª, grátis)</span></span></span></p>
<p align="left"> </p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><strong>Museu Paulista</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Indeterminado</strong></span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;">Duas mostras acontecem simultaneamente. Em &#8220;Labor, Lavoura: Café&#8221;, imagens do trabalho escravo e dos colonos imigrantes, além de pinturas que retratam o universo das fazendas de café. Em &#8220;Coleção de Armas&#8221;, uma seleção apresenta o desenvolvimento das armas ao lingo do tempo.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Museu Paulista da USP</strong>, Parque da Independência, s/nº, Ipiranga, São Paulo,2065-8000 &#8211; 9h/16h (fecha 2ª) &#8211; R$ 4,00</span></span></span></p>
<p align="left"> </p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><strong>Puras Misturas</strong></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Até 12/09/10</strong></span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;">A mostra reúne obras de arte e design produzidas desde as décadas de 30 até hoje por comunidades indígenas e artistas populares, como José Antônio da Silva, Artur Pereira e Bispo do Rosário.</span></span></span></p>
<p align="left"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Pavilhão das Culturas Brasileiras &#8211; Parque do Ibirapuera</strong>, Portão 10, av. Pedro Álvares Cabral, s/n, São Paulo, 5083-0199 &#8211; 09h/17h. Fecha 2ª &#8211; Grátis</span></span></span></p>
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		<title>Seleção &#8211; Convocatória Artística</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 21:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ONG Contato está abrindo uma Convocatória Artística que irá selecionar Fotografias, Gravuras, Desenhos e Poesias Visuais para o projeto Cultura e Pensamento &#8211; Juventude e Ativismo.
Em parceria com o Centro Cultural Casa África (Brasil &#8211; Senegal), ONG CIC Batá (Espanha) e Associação Hermanos Saíz (Cuba), o projeto irá promover em de 2 a 6 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="left"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/CONVOC1.JPG"><img class="alignleft size-full wp-image-8733" title="CONVOC~1" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/CONVOC1.JPG" alt="CONVOC~1" width="252" height="211" /></a>A ONG Contato está abrindo uma Convocatória Artística que irá selecionar Fotografias, Gravuras, Desenhos e Poesias Visuais para o projeto Cultura e Pensamento &#8211; Juventude e Ativismo.<br />
Em parceria com o Centro Cultural Casa África (Brasil &#8211; Senegal), ONG CIC Batá (Espanha) e Associação Hermanos Saíz (Cuba), o projeto irá promover em de 2 a 6 de Agosto, debates, workshops, mostra de filmes, exposições e apresentações musicais em Belo Horizonte.</p>
<p>Inscrições até 20 de Julho.<br />
Edital e Programação no site:<br />
<a href="http://www.culturaejuventude.org/">www.culturaejuventude.org</a></p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=8732&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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