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	<title>Brasil Cultura &#187; Audio Visual</title>
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		<title>Audiovisual Brasileiro</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 12:59:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dirigentes do MinC falam sobre as perspectivas do setor até 2020 No momento em que o setor audiovisual brasileiro trabalha seu Plano de Diretrizes e Metas até 2020, dentro do Conselho Superior de Cinema, o Ministério da Cultura (MinC) intensifica ações de fomento e incentivo à área, buscando cumprir as determinações do Plano Nacional de...]]></description>
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<dl id="attachment_16073" class="wp-caption alignleft" style="width: 233px; height: 113px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ancine2012.jpg"><img class="size-medium wp-image-16073" title="ancine2012" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ancine2012-300x145.jpg" alt="" width="223" height="105" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Dirigentes do MinC falam sobre as perspectivas do setor até 2020</dd>
</dl>
<p>No momento em que o setor audiovisual brasileiro trabalha seu Plano de Diretrizes e Metas até 2020, dentro do Conselho Superior de Cinema, o Ministério da Cultura (MinC) intensifica ações de fomento e incentivo à área, buscando cumprir as determinações do Plano Nacional de Cultura (PNC) para o segmento.As metas incluem o lançamento anual de 150 filmes brasileiros de longa-metragem no mercado nacional e a participação em 27% da bilheteria de cinema no país, além da disponibilização de conteúdos audiovisuais licenciados ou em domínio público, pela Internet; bem como a implantação de núcleos de produção digital em 100% das unidades da federação; o incremento em 100% do número de beneficiados por ações de fomento à pesquisa, formação e produção do conhecimento; o desenvolvimento permanente de atividades de arte e cultura nas escolas públicas de educação básica e o aumento em 70% das atividades de difusão e intercâmbios culturais, tanto no Brasil como no exterior.</p>
<p>As duas primeiras metas citadas acima são de competência da Agência Nacional do Cinema (Ancine) e as demais estão estruturadas dentro das ações da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC). No cumprimento das diretrizes, a secretaria fomenta uma série de produções nacionais. No final de 2011, lançou cinco novos editais de financiamento à produção cinematográfica, com investimentos totais de R$ 17,9 milhões. Os recursos estão sendo direcionados para a produção de filmes de baixo orçamento, documentários, curtas-metragens e realização de roteiros cinematográficos.</p>
<p>Aos editais somam-se mudanças na operacionalização do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), que possui linhas de financiamento para produção, distribuição e comercialização e agora será gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A expectativa do presidente da Agência Nacional do Cinema (Ancine/MinC), Manoel Rangel, é do repasse de R$ 2 bilhões ao banco, até 2015.</p>
<p><strong>Digitalização de acervos</strong><br />
Em cumprimento à meta de ampliação do acesso de conteúdos audiovisuais, via internet, a secretária do Audiovisual, Ana Paula Santana, disse que a SAv está digitalizando o acervo da Cinemateca Nacional para disponibilizar parte do conteúdo na rede mundial de computadores.</p>
<p>Na área da formação, a secretária informa que está sendo elaborado um programa de bolsas para formação de alto nível, nos Estados Unidos, em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal de Nível Superior (Capes). O lançamento do programa está previsto para o segundo semestre de 2012. Ainda nesta área, o MinC está subsidiando parte das matrículas de estudantes brasileiros selecionados para cursos de formação em cinema na Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba (EICTV).</p>
<p>Já nas escolas de educação básica, o audiovisual produzido no país chega até aos alunos através do programa <em>Cine Educação</em>, uma parceria dos ministérios da Cultura e da Educação que tem como foco a formação do cidadão a partir da utilização do cinema no processo pedagógico interdisciplinar. O Plano Nacional de Cultura estabelece a implantação deste programa em cem mil escolas públicas, até o ano 2020.</p>
<p><strong>Políticas públicas da Ancine</strong><br />
O presidente da Ancine, Manoel Rangel, citou como exemplo do trabalho que vem sendo feito para atingir as metas propostas pelo PNC, a manutenção das diversificadas linhas de investimento do Fundo Setorial do Audivisual e a continuidade dos programas <em>Um Cinema Perto de Você,</em> que visa expandir e descentralizar o parque exibidor do país, além de ações como o <em>Prêmio Adicional de Renda</em> e o <em>Programa Ancine de Incentivo à Qualidade,</em> que recompensam a atividade audiovisual com base no desempenho comercial dos filmes e na participação em festivais.</p>
<p>Apontou, também, como exemplos de políticas públicas para o setor, os tradicionais mecanismos de fomento ligados às leis de incentivo fiscalos e os novos programas de financiamento a serem lançados no segundo semestre de 2012, dentro do Fundo Setorial do Audiovisual. Estes instrumentos de crédito serão viabilizados pelas receitas geradas a partir da Lei 12.485, de outubro de 2011, que regulamentou a legislação das Tvs a Cabo no Brasil.</p>
<p><strong>Números do Audiovisual em 2011</strong><br />
Manoel Rangel disse que está havendo uma consolidação da infraestrutura nacional para o crescimento da indústria Brasileira de cinema. “De um lado observa-se o fortalecimento de empresas com produções regulares e qualidade crescente, e de outro lado, o surgimento de uma nova e talentosa geração de realizadores”, comentou.</p>
<p>Ele aposta em um cenário ampliado até 2020, com o lançamento anual de 150 filmes nacionais e a comercialização de cerca de R$ 60 milhões de bilhetes, juntamente com o funcionamento de 4.550 salas de cinema em todo o país. Disse, ainda, que o audiovisual brasileiro também amplia os seus horizontes, com o crescimento da produção independente de cinema na grade de programação das televisões.</p>
<p>Em 2011 a produção cinematográfica nacional atingiu a marca de 100 lançamentos anuais de filmes de longa-metragem e obteve uma participação em torno de 13% na venda total de ingressos de cinema, com mais de 18 milhões de bilhetes comercializados.</p>
<p>Apesar de inferiores aos resultados de 2010 – quando o país teve o fenômeno de bilheteria “Tropa de Elite 2” -, Manoel Rangel considera razoável este desempenho e apontou o crescimento dos números de filmes com bilheteria superior a 1 milhão de espectadores como dado positivo em relação ao ano de 2010. Em 2011 foram sete filmes contra cinco em 2010.</p>
<p>Para consolidar o fortalecimento do setor e levá-lo a alcançar as metas prevista no PNC, até o ano de 2020, o presidente da Ancine considera fundamental o apoio institucional à indústria de conteúdos no Brasil e a garantia de uma firme colocação dos filmes nacionais no mercado interno.</p>
</div>
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		<title>Cultura dá prêmio aos destaques do cinema</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 12:17:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/premio_gov_4141.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-16034" title="premio_gov_414" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/premio_gov_4141-300x246.jpg" alt="" width="230" height="181" /></a>A produtora da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Renata de Almeida, foi o grande Destaque Cultural escolhido pelo júri do Prêmio Governador do Estado para a Cultura 2011. Ela recebe o prêmio de R$ 100 mil da Secretaria da Cultura pelo conjunto do seu trabalho.</p>
<p>Desde 1990, junto com seu marido Leon Cakoff, morto no ano passado, ela é responsável pela seleção de filmes e programação da mais conhecida mostra cinematográfica do País e uma das mais importantes do mundo.</p>
<p>O Prêmio foi entregue à Renata na noite desta terça-feira, 24 de janeiro, em cerimônia no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.</p>
<p>O Prêmio Governador 2011 distribuiu mais sete prêmios em dinheiro, no valor de R$ 60 mil cada, para os vencedores do júri das outras modalidades: o artista plástico Fernando Lemos, pela exposição Lá &amp; Cá, na modalidade Artes Visuais.</p>
<p>Marco Dutra e Juliana Rojas na modalidade Cinema, pelo filme Trabalhar Cansa; em Circo, Roger Avanzi, com seu personagem Palhaço Picolino; a companhia Ballet Stagium, em Dança, pelo espetáculo comemorativo dos seus 40 anos; Sérgio Vaz na modalidade Inclusão Cultural, com seu trabalho na Cooperativa Cultural da Periferia (Cooperifa).</p>
<p>Suzana Salles, no prêmio de Música, pela realização da Semana da Canção Brasileira de São Luiz do Paraitinga; e a Cia. Hiato, em Teatro, com o espetáculo O Jardim.</p>
<p>No total, o Prêmio Governador 2011 entregou R$ 520 mil, o maior valor distribuído por um governo estadual brasileiro em uma premiação do tipo. &#8220;O reconhecimento do trabalho realizado é um incentivo do Governo de São Paulo para estimular a produção cultural de qualidade&#8221;, afirma o Secretário da Cultura, Andrea Matarazzo.</p>
<p>Além do prêmio do júri, em dinheiro, os artistas, grupos e instituições escolhidos pelo voto popular receberam o troféu elaborado pelo artista plástico Florian Raiss especialmente para o Prêmio Governador 2011. O site do evento na Internet recebeu mais de 120 mil votos entre os dias 3 e 23 de janeiro.</p>
<p>Duas modalidades tiveram apenas votação popular: com 12.988 votos, o Sesc-SP foi escolhido como a melhor Instituição Cultural de 2011; já a Caixa Econômica Federal, com 7.493 votos, recebeu o prêmio popular de Mecenato.</p>
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		<title>MinC abre inscrições para editais</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 11:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/sav.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16023" title="sav" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/sav.jpg" alt="" width="188" height="129" /></a>A Secretaria do Audiovisual (SAv) do Ministério da Cultura (MinC) está com inscrições abertas de cinco editais, até o dia 10 de fevereiro. Os editais abrangem todas as regiões do país e foram concedidos para apoiar obras de baixo orçamento, curtas-metragens e documentários, além de contemplar roteiristas profissionais e estreantes.</p>
<p>Confira os cinco editais:</p>
<p>Edital de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Cinematográficas, Inéditas, de Ficção, de Baixo Orçamento &#8211; apoiará, com até R$ 1.200.000,00 (um milhão e duzentos mil reais), a produção de 10 (dez) projetos.</p>
<p>Edital de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Inéditas de Curta Metragem, do Gênero Ficção, Documentário e Animação – fomentará a produção de até 25 (vinte e cinco) projetos, destinando apoio individual no valor de até R$ 100.000,00 (cem mil reais).</p>
<p>Edital de Apoio ao Desenvolvimento de Roteiros Cinematográficos Inéditos, de Ficção para Roteiristas Profissionais – tem o objetivo de selecionar até 13 (treze) projetos, que terão apoio individual no valor de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais).</p>
<p>Edital de Apoio ao Desenvolvimento de Roteiros Cinematográficos Inéditos, de Ficção para Roteiristas Estreantes – irá fomentar a produção de até 10 (dez) projetos, com o valor de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) para cada um.</p>
<p>Edital de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Cinematográficas do Gênero Documental inéditas – prevê a seleção de até 5 (cinco) projetos, destinando apoio individual no valor de até R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais).</p>
<p>As inscrições serão realizadas via internet, no <a href="http://www.cultura.gov.br/audiovisual/fomento/c/editais/">endereço</a> . Mais informações <a href="mailto:concurso.sav@cultura.gov.br"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">concurso.sav@cultura.gov.br</span></span></span></a></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></p>
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		<title>Manaoos no Cine Ó.</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 12:35:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste Cine Ó Carla Lima conversa com Manaoos Aristides, diretor da série A Saga. Ele conta como foi esta experiência e o que aconteceu durante os 10 anos de filmagens. Quando iniciou as filmagens de &#8220;A Saga&#8221; em 1999, o diretor e roteirista Manaoos Aristides, então com 54 anos, sabia que seus planos eram ambiciosos:...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/normal_MANAOOS1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15893" title="Manaoos Aristides, diretor de  A Saga" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/normal_MANAOOS1-199x300.jpg" alt="" width="141" height="216" /></a>Neste Cine Ó Carla Lima conversa com Manaoos Aristides, diretor da série A Saga. Ele conta como foi esta experiência e o que aconteceu durante os 10 anos de filmagens.</p>
<p>Quando iniciou as filmagens de &#8220;A Saga&#8221; em 1999, o diretor e roteirista Manaoos Aristides, então com 54 anos, sabia que seus planos eram ambiciosos: fazer uma minissérie fora do eixo Rio-São Paulo, mesclar atores profissionais e amadores, arquitetar uma megaprodução. O que ele não sabia é que a tarefa ia demorar dez anos para ser concluída. Agora, ele tem um novo desafio: negociar a veiculação com redes nacionais.</p>
<p>&#8220;Acabou sendo uma saga dentro da própria &#8220;Saga’&#8221;, diz Aristides, 66, ao enumerar as dificuldades financeiras, as interrupções em razão da falta de verba e a maneira criativa de solucionar os problemas.</p>
<p>Sem dinheiro, fazia convênios em municípios paranaenses para as locações. As prefeituras forneciam alimentação e infraestrutura para as equipes e, em troca, a produção fazia oficinas para atores nas cidades. Nesse esquema, 17 municípios paranaenses receberam filmagens de &#8220;A Saga&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nessas oficinas, fomos selecionando atores locais que entraram na história, além de arrebanharmos figurantes&#8221;, diz Aristides. Ao todo, 4.010 pessoas se envolveram com a minissérie, entre atores, figurantes e equipe técnica.</p>
<div><strong>Manaoos Aristides</strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p>As interrupções possibilitaram histórias curiosas, como a de Daniel Petroscki, escalado para fazer um personagem na pré-adolescência. Ele tinha 11 anos nas primeiras cenas. Para o papel do personagem já adulto, o planejamento era colocar outra pessoa. Os anos de intervalo, no entanto, fizeram com que ele assumisse os dois papéis. Hoje, o ator tem 19 anos.</p>
<p>Aristides estima que a série tenha custado mais de R$ 2 milhões. Segundo ele, os maiores gastos foram com a construção de cidades cenográficas em Cascavel, Foz do Iguaçu e Marechal Cândido Rondon.</p>
<p>A minissérie aborda a colonização do oeste paranaense –uma história de grilagem de terras, revoltas de posseiros e mortes– entre as décadas de 30 e 60 do século passado.</p>
<p>Aristides ligou esses episódios a fatos históricos, como a descoberta das cataratas do Iguaçu, em 1542, pelo conquistador espanhol Alvar Nuñez Cabeza de Vaca, e a passagem da Coluna Prestes, liderada por Luiz Carlos Prestes, por Foz do Iguaçu na década de 20.</p>
<p>Ele se diz disposto a enfrentar &#8220;outra saga&#8221;</p>
<p><a href="http://www.otv.tv.br/video/cine-o-conhece-manaoos-aristides/">http://www.otv.tv.br/video/cine-o-conhece-manaoos-aristides/</a></p>
<p><a href="http://www.otv.tv.br/video/cine-o-conhece-manaoos-aristides/">http://www.otv.tv.br/video/cine-o-conhece-manaoos-aristides/</a></p>
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		<title>A música segundo Tom Jobim</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 10:46:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O extraordinário universo da música de Antonio Carlos Jobim não cabe em palavras. Foi com essa idéia em mente que o diretor Nelson Pereira dos Santos, ao lado de Dora Jobim, se dispôs a encarar o desafio de desvendar em filme a trajetória musical do grande compositor brasileiro, autor de uma obra eterna, de alcance...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_15815" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Antonio-Carlos-Jobim-by-Ana-Lontra-Jobim.jpg"><img class="size-medium wp-image-15815" title="Antonio-Carlos-Jobim-by-Ana-Lontra-Jobim" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Antonio-Carlos-Jobim-by-Ana-Lontra-Jobim-300x159.jpg" alt="" width="300" height="159" /></a><p class="wp-caption-text">Um documentário musical de Nelson Pereira dos Santos e Dora Jobim </p></div>
<p>O extraordinário universo da música de Antonio Carlos Jobim não cabe em palavras. Foi com essa idéia em mente que o diretor Nelson Pereira dos Santos, ao lado de Dora Jobim, se dispôs a encarar o desafio de desvendar em filme a trajetória musical do grande compositor brasileiro, autor de uma obra eterna, de alcance internacional.</p>
<p>Nelson dirigiu, em 1985, um documentário sobre Tom Jobim para a televisão brasileira, com duração de quatro horas. Sempre teve grande admiração pelo compositor. Quando decidiu fazer A música segundo Tom Jobim percebeu que o acervo de fotos e filmes da família do compositor e os arquivos obtidos pela pesquisa de Antonio Venâncio eram tão ricos que o próprio material podia, por si só, contar a história de Tom. “Vi que em cada imagem havia uma outra história”, diz Nelson. “E mais outra. Era uma história dentro da outra, contando tudo através da música”. A espinha dorsal do filme foi construída com base na música e nas imagens em movimento e fotográficas. Dessa forma, a atenção se concentra em cada foto, em cada performance original e surpreendente. E o filme permite que o espectador se entregue inteiramente à música.</p>
<p>Em <em>A música</em><em> segundo Tom Jobim</em>, os diretores escolheram o caminho sensorial da imagem e do som para exibir o trabalho do músico considerado, ao lado de Heitor Villa-Lobos, um dos maiores expoentes de todos os tempos da música brasileira. Não há uma palavra sequer no filme. E nem é preciso. Uma sucessão de imagens de grandes intérpretes brasileiros e internacionais em performances inesquecíveis, e do próprio Tom Jobim, em diferentes momentos, alinhava a trajetória musical do “maestro soberano”.</p>
<p>Gal Costa, Elizeth Cardoso, Jean Sablon, Agostinho dos Santos, Pierre Barouh, Alaíde Costa, Henri Salvador, Gary Burton, Silvia Telles, Gerry Mulligan, Ella Fitzgerald, Sammy Davis Jr, Judy Garland, Vinicius de Moraes, Errol Garner, Pat Hervey, Márcia, Lio, Mina, Elis Regina, Adriana Calcanhoto, Nara Leão, Maysa, Fernanda Takai, Nana Caymmi, Diana Krall, Oscar Peterson, Sarah Vaughan, Cybele e Cynara, Carlinhos Brown, Jane Monheit, Stacey Kent, Birgit Brüel, Milton Nascimento, Lisa Ono, Paulo Jobim, Miucha, Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil e Paulinho da Viola são os interpretes das canções de Jobim no documentário.</p>
<p>Está tudo lá: a força e a beleza da sua música, as diferentes fases do artista, o alcance e a poesia das suas canções, sua personalidade musical, a importância da sua obra. Tudo conduzido de forma vigorosa e poética, sem necessidade de maiores explicações. Apenas o prazer e a emoção de ouvir Tom Jobim.</p>
<p>O longa-metragem entra em cartaz no dia 20 de janeiro de 2012.</p>
<p><strong>A música segundo Tom Jobim</strong><br />
Brasil, 2011, 90 min, livre.<br />
<strong>Direção:</strong> Nelson Pereira dos Santos e Dora Jobim<br />
<strong>Roteiro:</strong> Miucha Buarque de Hollanda e Nelson Pereira dos Santos<br />
<strong>Direção Musical:</strong> Paulo Jobim</p>
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		<title>Paraná. Memórias com exposições fotográficas</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 21:11:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/misGluck.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15716" title="misGluck" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/misGluck-300x221.jpg" alt="" width="226" height="167" /></a>Fotografias que resgatam a memória de cidades, de fatos históricos e de pessoas estão expostas em na Casa Andrade Muricy (CAM) e no Museu Oscar Niemeyer (MON). As imagens permitem ao público se apropriar de olhares alheios para entender e sentir emoções de tempos passados e atualizá-las com sua própria maneira de perceber o mundo.</p>
<p>O Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS) e o Instituto Federal do Paraná organizam a exposição &#8220;Memória e Imagem: nas lentes de Guilherme Glück&#8221;. O fotógrafo foi um dos mais atuantes do sul do Brasil e, durante cinco décadas (1920-1960) registrou comunidades paranaenses. Na mostra é possível observar 62 fotos que destacam a arquitetura, o cotidiano, as escolas e os desfiles patrióticos da Lapa e cidades vizinhas. A exposição, com entrada grátis, está em cartaz até 11 de março na Casa Andrade Muricy.</p>
<p>Na busca de compreender as relações sociais e a dinâmica dessa comunidade registrada por Glück, as fotógrafas Tânia Buchmann e Charly Techio apresentam uma exposição complementar com 20 imagens, intitulada &#8220;Um Olhar Contemporâneo sobre a Lapa de Glück&#8221;.</p>
<p>Também até 11 de março, no mesmo espaço, está aberta para visitação a exposição &#8220;Zeitsprung &#8211; Salto no Tempo&#8221;, com cerca de 100 fotografias de Erich Salomon e Barbara Klemm. Os dois fotojornalistas possuem fundamental importância para a cultura alemã. O primeiro retratou grandes acontecimentos políticos nas décadas de 1920 e 1930 e é considerado o pai do fotojornalismo político moderno. Já Barbara capturou momentos históricos direcionando o foco de sua lente para aspectos sociais e psicológicos das personagens.</p>
<p><strong>ENTREVISTAS</strong> – A Série Entrevistas, projeto editorial desenvolvido no jornal Gazeta do Povo, de julho a novembro do ano passado, é exibida em novo suporte. São fotos de 23 personalidades ligadas ao Paraná expostas nos quatro pisos da Torre de Fotografia do Museu Oscar Niemeyer, acompanhadas de textos de José Carlos Fernandes, repórter e editorialista do jornal, que divide a curadoria da mostra com Alexandre Mazzo, editor de fotografia.</p>
<p>O público que já leu as entrevistas, divulgadas nas edições de domingo, terá agora a oportunidade de revisitar o conteúdo nas paredes do museu, com fotos ampliadas. A museografia inclui iluminação e o efeito da arquitetura do prédio. O conteúdo jornalístico, portanto, ganha novo recorte. Quem ainda não conhece a proposta terá a oportunidade de se deparar com essa matéria de memória, legado para o futuro, no tempo presente.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>&#8220;Memória e Imagem: nas lentes de Guilherme Glück&#8221;; &#8220;Um Olhar Contemporâneo sobre a Lapa de Glück&#8221;, de Tânia Buchmann e Charly Techio; &#8220;Zeitsprung &#8211; Salto no Tempo&#8221;, de Erich Salomon e Barbara Klemm.</p>
<p>Até 11 de março.</p>
<p>Casa Andrade Muricy (Alameda Dr. Muricy, 915, Centro – Curitiba/PR).</p>
<p>Entrada gratuita.</p>
<p>Horário de funcionamento: terça a sexta-feira, das 10 às 19 horas. Sábado e domingo, das 10 às 16 horas.</p>
<p>Informações: (41) 3321 4798.</p>
<p>Série Entrevistas</p>
<p>Até 26 de fevereiro de 2012.</p>
<p>Torre do Museu Oscar Niemeyer Rua Marechal Hermes, 999. Centro Cívico – Curitiba/PR).</p>
<p>Informações (41) 3350 4400.</p>
<p>Horário de funcionamento: terça a domingo, das 10h às 18 horas.</p>
<p>Ingressos: R$4 e R$2 (meia). No primeiro domingo de cada mês o ingresso é gratuito</p>
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		<title>MIS Recebe a World Photo São Paulo 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 10:05:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/photosp.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15671" title="photosp" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/photosp.jpg" alt="" width="210" height="144" /></a>Um mês inteiro será dedicado à reflexão sobre a fotografia durante a World Photo São Paulo que volta ao MIS, instituição da Secretaria do Estado da Cultura, com patrocínio da Sony Brazil à partir de 11 de janeiro. O evento é dedicado a fotógrafos de diversas áreas e níveis de profissionalização, e conta com dois workshops City Project, com Steve Pyke, fotógrafo da The New Yorker, e a exposição Winners Exhibition.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Ao longo da sua carreira, Steve Pyke &#8211; fotógrafo da The New Yorker desde 2004 &#8211; criou, desenvolveu e publicou um grande número de projetos pessoais. Publicou nove livros e teve exposições em países como Reino Unido, Europa, Japão e América do Norte e do Sul, imagens que compõem, ainda, coleções internacionais permanentes.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Nas últimas duas décadas, trabalhou coletando imagens para a série Faces Of Our Times (Rostos dos nossos Tempos), composta por retratos de seus filhos, Jack e Duncan, e que revela as alterações do rosto humano ao longo dos anos. Recentemente, completou outra série, a Apollo Astronauts (Astronautas da Apollo).</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">&#8220;O City Project é um programa de formação global que une todos os eventos da World Photo. Este projeto é voltado para entusiastas, amadores, semiprofissionais e, até mesmo, o público em geral. A ideia é encorajar a colaboração e conectar todos à um acontecimento internacional, assim, os participantes seguem sempre o tema &#8216;Retratos de uma Cidade&#8217;&#8221;, explica André Sturm, diretor executivo do MIS.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><strong><br />
Student City Projects Workshop<br />
</strong>Quatro universidades brasileiras vão participar do Student City Projects Workshop, com orientação de Steve Pyke. No encontro marcado para os dias 11, 12 e 13 de janeiro, estudantes de fotografia participarão de oficinas e farão a cobertura fotográfica do movimento Ocupa Sampa, no Vale do Anhangabaú.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Ao término do workshop, uma comissão julgadora selecionará os três melhores trabalhos. O primeiro colocado ganhará uma viagem a Londres com destino a Exchange World Photography Awards e ao World Photo 2012. Já o segundo e terceiro selecionados, receberam, respectivamente, duas câmeras fotográficas profissionais da Sony nos modelos Alpha A77 e Alpha A65.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">As imagens vencedoras também serão expostas em uma mostra que acontece entre os dias 20 de janeiro e 12 de fevereiro.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Para se inscrever, basta enviar um e-mail para: <a href="mailto:Ania@WorldPhoto.org">Ania@WorldPhoto.org</a></span><span style="font-family: Arial;"> ou <a href="mailto:Leandrovellutini@am.sony.com">Leandrovellutini@am.sony.com</a><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><strong>City Projects Workshop<br />
</strong>Entre os dias 13 e 15 de janeiro, Steve Pyke o workshop City Projects Workshop, no qual fotógrafos iniciantes e intermediários vão trabalhar as dinâmicas da reportagem fotográfica nas ruas de São Paulo e, também, os diferentes ângulos que podem ser utilizados nesta atividade.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Durante a atividade, os participantes também farão a cobertura fotográfica do movimento Ocupa Sampa, no Vale do Anhangabaú, no qual Steve Pyke vai dividir o grupo para fazer um registro geral da área para que, além de capturar imagens, sintam o espírito do lugar.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Todos os participantes serão registrados como Membro Premium, no site da WPO. E, assim como na oficina voltada para universitários, uma comissão julgadora vai selecionar os três melhores trabalhos. O primeiro prêmio será uma câmera profissional modelo Alpha A65. Já o segundo e o terceiro colocados vão ganhar, respectivamente, os modelos Alpha A35 e NEX C3.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">O workshop tem o valor de R$ 50,00. Interessados devem fazer sua inscrição no site do MIS <a href="http://www.mis-sp.org.br/">www.mis-sp.org.br</a>.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><strong>Winners Exhibition<br />
</strong>A abertura da exposição acontecerá junto à premiação dos projetos da City Projects, em 20 de janeiro, às 18h30, no Auditório MIS. Na mesma data, Alejandro Chaskielberg, vencedor do L&#8217;Iris d&#8217;Or (2011) da Sony World Photography Awards, na categoria Fotógrafo Profissional do Ano também realizará uma palestra.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Apresentada pelo segundo ano consecutivo no Museu da Imagem e do Som, Winners Exhibition oferece um panorama amplo das diversas tendências da fotografia contemporânea por meio das obras dos vencedores da Professional Competition e da Open Competition, prêmios organizados anualmente pela World Photography Organisation (WPO).</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Em 2011, as competições receberam 105 mil inscrições vindas de 162 países e a eleição dos vencedores foi realizada pela Comissão Profissional de Jurados da World Photographic Academy. A partir desta seleção, o MIS realizou uma curadoria que resultou na mostra Winners Exhibition, que integra a Sony World Photography Awards (WPA) e revela os destaques da competição internacional de fotografia mais abrangente do mundo, reconhecida por consagrar talentos do fotojornalismo e da fotografia artística e comercial.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">A Comissão Profissional de Jurados da World Photographic Academy é formada pelos fotógrafos Elizabeth Zeschi, Julia Fullerton-Batten, Rena Effendi e RJ Muna; e por Francis Hodgson (crítico fotográfico, Financial Times); Liu Heung Shing (autor e fotógrafo vencedor do Prêmio Pulitzer); Elisabeth Biondi (editora fotográfica, The New Yorker Magazine); Pedro Meyer (fotógrafo e fundador do ZoneZero); Stephen Mayes (diretor-geral, VII Photo Agency); Terri Manduca (agente de fotógrafos); e Mike Trow (editor fotográfico, British Vogue).<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><strong>Winners Exhibition<br />
</strong>Abertura: 20/1 às 18h30<br />
Visitação: de 21./1 a 12/2<br />
Horário: terças a sextas, das 12h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 21h<br />
Local: Espaço Expositivo 1º andar</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Entrada: até 31 de janeiro, a entrada é gratuita. A partir de 04 de fevereiro, o ingresso no valor de R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia) valerá para todas as exposições do dia</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;">Classificação etária: livre</span></p>
<p><span style="font-family: Arial;"><br />
<strong>World Photo São Paulo<br />
</strong>Data 11/1 a 12/2<br />
Classificação etária livre</p>
<p></span></p>
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		<title>TV Câmara seleciona documentários</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 11:25:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/tvcamara.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15666" title="tvcamara" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/tvcamara.jpg" alt="" width="127" height="122" /></a>A TV Câmara lançou nesta semana edital para comprar a licença de exibição de 42 documentários de média-metragem. Caso selecionados, os interessados em exibir sua obra no canal receberão R$ 5 mil cada. Os documentários, que não precisam ser inéditos, poderão ser exibidos na programação da TV Câmara por 24 meses. Eles deverão durar de 20 a 59 minutos. Podem participar pessoas físicas e jurídicas, que terão o direito de inscrever até três documentários, abordando pelo menos um dos seguintes temas: comunicação, cidadania, educação, economia, humanidades, política ou saúde. As inscrições vão até 15 de fevereiro e são gratuitas, devendo ser feitas por meio postal. As regras estão disponíveis no site da <a href="http://www.camara.gov.br/tv" target="_blank">TV Câmara</a>.</p>
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		<title>Governo vai investir R$ 17,9 milhões em projetos de produções audiovisuais</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 23:44:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/audiovisual000.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15580" title="audiovisual000" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/audiovisual000.jpg" alt="" width="234" height="131" /></a>O Ministério da Cultura financiará, no início de 2012, cinco novos projetos de produções audiovisuais que totalizarão investimentos de R$ 17,9 milhões. As inscrições estão abertas e serão encerradas em 10 de fevereiro. Pelos editais disponibilizados na página da Secretaria de Audiovisual na <em>internet</em> os recursos serão aplicados em filmes de longa e curta-metragens de baixo orçamento, como ficções, animações e documentários.</p>
<p>Pelos editais, está previsto o apoio financeiro a obras de ficção, animação e documentários, roteiristas profissionais e estreantes. Mais detalhes sobre as inscrições e os editais podem ser encontrados na <a href="http://www.cultura.gov.br/site/">página do ministério na internet.</a></p>
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		<title>Resgate histórico da Rádio Nacional</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 10:09:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/radio-nacional.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15548" title="radio nacional" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/radio-nacional.jpg" alt="" width="173" height="239" /></a>O maestro gaúcho Radamés Gnattali (1906-1988), quem diria, além de um dos músicos mais importantes do Brasil, também lançou a Coca-Cola no país. A relação, que hoje soa inusitada, vem do fato de o músico estar à frente da orquestra do programa Um Milhão de Melodias, transmitido pela Rádio Nacional em 1943. A empresa de refrigerantes escolheu o programa como principal meio de divulgação para apresentar o produto ao mercado brasileiro.</p>
<p>O fato transcende a curiosidade e dá uma ideia da popularidade alcançada pela emissora carioca, que completou 75 anos de fundação em setembro. Esta e outras histórias – de que as gerações surgidas já na era da televisão nem desconfiam – estão no documentário Rádio Nacional, lançado também em DVD.</p>
<p>O filme é resultado de um trabalho de seis anos do diretor Paulo Roscio, que conversou com mais de 40 fontes ligadas à área – entre jornalistas como Sérgio Cabral, humoristas como Chico Anysio, ex-radialistas como José Messias e, claro, cantores que passaram pela emissora, como Roberto Carlos e os célebres Cauby Peixoto e Marlene.</p>
<p><strong>Legados</p>
<p></strong></p>
<p>Estes últimos fazem parte de uma geração que fazia sucesso a partir do rádio. O próprio Cauby relata a tietagem que o cercava e como o mercado se aproveitava de títulos como o de &#8220;cantor que fazia as fãs desmaiarem&#8221;. E Marlene protagonizou com Emilinha Borba uma rivalidade que dividia fãs como num &#8220;Fla-Flu&#8221;.<a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/emilinha.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-15549" title="emilinha" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/emilinha.jpg" alt="" width="221" height="283" /></a></p>
<p>Os times cariocas, aliás, também devem muito de sua popularidade e torcidas espalhadas pelo Brasil à rádio. O mesmo vale para a unificação da língua e a difusão de pensamentos, moda e comportamentos para todo o país. A emissora, que foi líder absoluta de audiência entre os anos 40 e 60, adquiriu um papel central na sociedade brasileira – o que Getúlio Vargas, quando a incorporou ao patrimônio nacional, em 1940, de fato pretendia.</p>
<p>Os legados da emissora, conforme explicam os entrevistados, vão desde o adiamento por dez anos do golpe que aconteceu em 1964 até a criação das bases para o surgimento da bossa nova e do modelo de televisão da Rede Globo – os padrões de credibilidade do jornalismo, que a rádio inaugurou com o Repórter Esso, e a grade de programação baseada em novela, humor e jornalismo.</p>
<p>O documentário percorre o auge da rádio nos depoimentos, até o início de sua decadência – que começou com a recusa de sua concessão de tevê pelo governo e culminou com sua invasão pelos militares em 1964. É um documento de grande importância histórica, mas que, apesar de trazer trechos das transmissões, spots, jingles e fotos de arquivos, peca por pouco capricho na produção.</p>
<p><strong>Serviço</p>
<p></strong></p>
<p>DVD Rádio Nacional. Direção de Paulo Roscio. Business Television. Preço médio: R$ 34,90. Documentário.</p>
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