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	<title>Brasil Cultura &#187; Artes Plásticas</title>
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		<title>VAC 2012 &#8211; ÚLTIMA SEMANA E ENCERRAMENTO  DIA 12 DE FEVEREIRO</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 21:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste final de semana o VAC encerra com chave de ouro a sua programação, com as últimas apresentações dos artistas participantes da 6ª edição do Verão Arte Contemporânea. No encerramento, domingo, dia 12 no Sesc Palladium, será estreada uma obra para vibrafone do compositor Rufo Herrera com a Orquestra Ouro Preto.       ATRAÇÕES:   ...]]></description>
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<div><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Arte-Verao-Arte-Contemporanea-2012-LOGO.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-16210" title="Arte Verao Arte Contemporanea 2012 - LOGO" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Arte-Verao-Arte-Contemporanea-2012-LOGO-211x300.jpg" alt="" width="154" height="239" /></a>Neste final de semana o VAC encerra com chave de ouro a sua programação, com as últimas apresentações dos artistas participantes da 6ª edição do Verão Arte Contemporânea. No encerramento, domingo, dia 12 no Sesc Palladium, será estreada uma obra para vibrafone do compositor Rufo Herrera com a Orquestra Ouro Preto.</div>
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<div>  <strong>ATRAÇÕES:</strong> </div>
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<div> <strong> </strong><strong>10, 11 e 12 de fevereiro (sexta a domingo), no Centro Cultural da UFMG.</strong><strong>Zona de Diálogos</strong> - Após as apresentações do espetáculo “MEDEIAZON<strong>AMOR</strong>TA<strong>”,</strong> do Grupo Teatro Invertido, dirigido por Amaury Borges. Respectivamente nos dias 10, 11 e 12 de fevereiro, Antônio Araújo, Diretor do Teatro da Vertigem/SP; Bruna Christófaro, Arquiteta e diretora de arte; e Denise Pedron, Professora de teoria teatral e performance discutem a cena teatral contemporânea. </div>
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<div>  <strong>9 a 12 de fevereiro, (quinta a domingo), no Teatro Alterosa.</strong><strong> </strong><strong>Antes do Silêncio</strong> - Com direção de Eid Ribeiro, o espetáculo trata da delicada descoberta do amor na juventude baseado nas obras do dramaturgo e escrito irlandês Samuel Beckett.<strong>9 a 12 de fevereiro, (quinta a domingo), no Teatro do Oi Futuro Klauss Vianna.</strong><strong> </strong><strong>Cachorros não sabem blefar - </strong>Nos mesmos dias, a Cia. 5 Cabeças apresenta seu segundo trabalho: “Cachorros não sabem blefar”, com direção de Byron O&#8217;Neill, que mais uma vez opta pela estética do absurdo. </div>
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<div>  <strong>8 a 10 de fevereiro (quarta, quinta e sexta, às 19h e 21h), no teatro João Ceschiatti, Palácio das Artes - </strong>Ainda no campo do teatro, o Palácio das Artes recebe na quinta e na sexta-feira,<strong>“</strong><strong>Havia”,</strong> espetáculo realizado pela Turma de formandos do curso de teatro do CEFAR &#8211; Palácio das Artes, dirigido por Kenia Dias e Ricardo Garcia. Inspirado nos contos da jovem autora portuguesa Joana Bértholo, o espetáculo se (des)organiza em uma sucessão de pequenas histórias caracterizadas por sua efemeridade e estranheza e que tem em comum, a possibilidade do “haver havendo” e do “haver que não há mais”. </div>
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<div> <strong> </strong><strong>9 a 12 de fevereiro (quinta a domingo), no Galpão Cine Horto</strong></p>
<div>O espetáculo <strong>“Zucco?”,</strong> do Galpão Cine Horto continua em cartaz de quinta-feira a domingo. </div>
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<div>  <strong>9 e 10 de fevereiro (quinta e sexta ),</strong><strong> no </strong><strong>Grande Teatro do Sesc Palladium.</strong> </div>
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<div> <strong> </strong>Na área da dança, a atração do final de semana fica por conta da comemoração dos <strong>40 anos da Cia. de Dança do Palácio das Artes</strong>, com o espetáculo <strong>“Tudo que se torna um” </strong>dirigido por Sônia Mota, na quinta e na sexta-feira, no Grande Teatro do Sesc Palladium. Com muita dança, música e poesia, a montagem transita por diversos estilos (clássicos, modernos, experimentais e contemporâneos) do grupo, evidenciando sua metamorfose ao longo das quatro décadas. </div>
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<div>  <strong>11 de fevereiro (sábado), no Grande Teatro do Sesc Palladium</strong> </div>
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<div> <strong> </strong>A Família de Rua, que tradicionalmente realiza o Duelo de MC’s, às sextas-feiras, embaixo do Viaduto do Santa Tereza, apresenta no dia 11, no Grande Teatro do Sesc Palladium o show<strong> “O Som que vem das Ruas”</strong>, que conta também com a participação do grupo Elo da Corrente e do MC Rodrigo Brandão. </div>
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<div>  <strong>11 de fevereiro (sábado),</strong> <strong>na Fundação de Educação Artística</strong> </div>
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<div>  Também no sábado, a <strong>Orquestra de Sopros da Fundação de Educação Artística </strong>apresenta um concerto que executa um repertório variado, passando pelo erudito e popular, incluindo obras originalmente escritas ou arranjadas para esta formação. Entre os compositores estão consagrados, como Holst, Mussorgsky, Stravinsky, assim como compositores belo-horizontinos da nova geração, como Jônatas Reis, Renato Goulart, Cláudio Lage e André Taciano. </div>
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<div>  <strong>12 de fevereiro (domingo) &#8211; ENCERRAMENTO – no grande teatro do SESC Palladium  (ESTREIA DE UMA NOVA OBRA DE RUFO HERRERA)</strong> </div>
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<div> <strong> </strong>No dia do encerramento, apresentam-se pelo VAC <strong>a Orquestra Ouro Preto e o bandoneonista Rufo Herrera</strong>. A primeira parte do concerto abrange composições de autoria de Rufo, refletida na dramaticidade de “Noctambulus”, peça em três movimentos. Em seguida, a Orquestra Ouro Preto <strong>estreia</strong> a peça “Concertino para Vibrafone e Orquestra”, obra inédita do bandoneonista, tendo como músico convidado o percussionista Sérgio Aluotto. O segundo momento do concerto privilegia arranjos de Rufo Herrera para temas que dizem da paixão e sensualidade próprias de milongas e tangos tradicionais, a exemplo de “La Cumparsita” e “El Choclo”, contemplando também a aproximação entre tango e jazz em “Milonga Del Angel”, “Vardarito, Fuga y Mistério”, “Adios Nonino” e “Libertango”, expressões máximas do movimento conhecido como <em>nuevo tango</em>,<em> </em>pertencentes à extensa obra de Astor Piazzola. “O concerto foi idealizado com muito carinho e prenuncia grandes surpresas que a Orquestra Ouro Preto irá mostrar no decorrer de 2012, uma delas as Valencianas, já no primeiro semestre”, confidencia o maestro Rodrigo Toffolo. </div>
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<div>  <strong>11 de fevereiro (sábado),</strong> <strong>no Espaço Santa Catarina Soul</strong> </div>
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<div> <strong></strong>A partir das 15h, comandado por DJ Abelha, o Movimento Black Soul, apresenta a sua última performance no VAC 2012, no Espaço Santa Catarina Soul. Além de todas as atividades no campo da música e das artes cênicas, durante todo o final de semana, o público poderá conferir as atrações de artes visuais como as exposições “Desconstrução Concreta”, do Oi Kabum! e “Shopping”, de Estevão Machado; de Ecologia com a programação do Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG; e dos três espaços gastronômicos: Hermengarda, Arcângelo Café e Café Bistrô Santa Sophia.Vale destacar que toda a programação do VAC tem preços populares ou entrada gratuita e pode ser conferida no site <a href="http://pop.brasilcultura.com.br/Redirect/www.veraoarte.com.br/" target="_blank">www.veraoarte.com.br</a>.<span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; color: #8bc400;"><strong><br />
</strong></span> </div>
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<p><strong>SERVIÇO _____________________________________________</strong><strong>Verão Arte Contemporânea 2012</strong></p>
<div style="text-align: justify;"><strong>Data: </strong>De 13 de janeiro a 12 de fevereiro de 2012.<strong>Ingressos: </strong>R$ 14,00 (inteira) e R$ 7,00 (meia-entrada)</div>
<p><strong>Eventos gratuitos: </strong>Exposições, mostras de filme, arquitetura, e algumas<strong> </strong>apresentações musicais.</p>
<div style="text-align: justify;"><strong>Preços diferenciados:</strong><strong>•           </strong>Inhotim – R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)•           Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG &#8211; R$ 4,00 – Obs: Entrada franca para crianças com menos de 05 anos e idosos com mais de 60 anos.</div>
<p><strong>•           </strong>Teatro em Debate / Família de Rua – R$ 10,00 (Inteira) e R$ 5,00 (meia)</p>
<div><strong> </strong><strong>INFORMAÇÃO PARA O PÚBLICO: </strong><strong><a href="http://pop.brasilcultura.com.br/Redirect/www.veraoarte.com.br/" target="_blank">www.veraoarte.com.br</a></strong> e <a href="unknown://tel:%2831%29%203227-7331/" target="_blank">(31) 3227-7331</a><strong>Apresentação: </strong>Oi<strong>Patrocínio: </strong>Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais<strong>Apoio: </strong>SESC Palladium, Fecomércio e SESC MG<strong>Apoio cultural: </strong>Oi Futuro, Restaurante João Rosa, MTV Minas, Usiminas Cinema<strong> </strong>Belas Artes, Krug Bier, Sucos Disfrut, EGL Editores, Halt Gráfica, Fundação de Educação Artística, BH Trans, Rádio Inconfidência, Rede Minas e Fundação Clóvis Salgado.<strong>Idealização, realização e Produção: </strong>Grupo Oficcina Multimédia</p>
<div style="text-align: justify;"><strong>Produção: </strong>Mercado Moderno </div>
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		<title>Novo prédio do Museu de Arte Contemporânea de São Paulo</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 14:58:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos maiores acervos de arte da América Latina ganhou nova sede no último dia 28 de janeiro, quando o Museu de Arte Contemporânea (MAC USP) passou a ocupar o Palácio da Agricultura (antiga sede do Detran), que foi restaurado e adequado pelo Governo do Estado de São Paulo, em um investimento de cerca de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/mac-2012.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16192" title="mac-2012" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/mac-2012.jpg" alt="" width="210" height="144" /></a>Um dos maiores acervos de arte da América Latina ganhou nova sede no último dia 28 de janeiro, quando o Museu de Arte Contemporânea (MAC USP) passou a ocupar o Palácio da Agricultura (antiga sede do Detran), que foi restaurado e adequado pelo Governo do Estado de São Paulo, em um investimento de cerca de R$ 76 milhões. Projetado originalmente por Oscar Niemeyer, o prédio está totalmente adaptado para receber as obras de arte, com 23 mil m² de área expositiva. O espaço atende a necessidade do MAC de ter uma sede maior, já que até então menos de 5% do acervo do museu podia ser exposto.</p>
<p style="text-align: justify;">Para marcar a abertura da nova sede, o museu abriu a mostra O Tridimensional no Acervo do MAC: Uma Antologia, com 17 obras que ajudam a compreender a complexidade da arte entre os anos 1940 e o final dos anos 1990.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O MAC USP está agora em um espaço compatível com a importância do seu acervo e da sua história&#8221;, diz o Secretário de Estado da Cultura, Andrea Matarazzo. &#8220;Além disso, integra o polo cultural da região do Ibirapuera, que já conta com outros museus projetados por Niemeyer, como a Oca, o Museu de Arte Moderna e o Museu Afro Brasil.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A reforma no prédio começou em dezembro de 2008. Foram executadas obras nas instalações elétricas e hidráulicas, de ar condicionado, modernização dos elevadores e instalações dos brises (quebra-sóis). Também foram construídas paredes expositivas e duas torres para escadas de segurança e de serviço. Além disso, foram refeitos o piso e a cobertura do prédio principal. O edifício manteve as linhas traçadas por Niemeyer e, ao mesmo tempo, é um museu inteiramente acessível e equipado com o que há de mais moderno em termos de tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">O prédio principal tem o térreo destinado à recepção e às áreas de circulação e no mezanino, cafeteria. No 1º andar, há um auditório para 152 pessoas, salas multimídia e biblioteca. A área expositiva do museu ocupa do 2º ao 7º andar, além de áreas no térreo e no mezanino. No oitavo e último andar fica o espaço do restaurante, que oferece uma vista panorâmica do Parque do Ibirapuera. Além do prédio principal, o anexo já existente, com 3.271 m², foi restaurado e adaptado para também receber exposições. Também foram construídos dois outros prédios anexos, um para reserva técnica e administração e outro para abrigar equipamentos, como geradores e ar condicionado.</p>
<p style="text-align: justify;">　</p>
<p style="text-align: justify;">O prédio</p>
<p style="text-align: justify;">Originalmente projetado por Oscar Niemeyer para abrigar o Palácio da Agricultura, o edifício foi inaugurado em 1954; em 1959, passou a ser ocupado pelo Detran (Departamento Estadual de Trânsito). O projeto básico de readequação para abrigar o MAC é da CPOS (Companhia Paulista de Obras e Serviços), e o projeto executivo é da construtora Simétrica, sob o comando do escritório Borelli e Merivo. É tombado pelo Conpresp e também é protegido pelo Condephaat (integra a área envoltória do Instituto Biológico) e pelo Iphan (que, no momento, realiza estudo de tombamento).</p>
<p style="text-align: justify;">　</p>
<p style="text-align: justify;">O MAC USP</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos mais importantes museus de arte moderna e contemporânea da América Latina, o MAC USP foi criado em 1963, quando a Universidade recebeu de Francisco Matarazzo Sobrinho, então presidente do Museu de Arte Moderna de São Paulo, o acervo do MAM, além de sua coleção particular. Hoje o acervo do Museu possui cerca de 10 mil obras, entre pinturas, desenhos, gravuras, fotografias, esculturas, objetos e obras de arte conceitual e arte contemporânea. A relação de artistas inclui Picasso, Matisse, Miró, Kandinsky, Modigliani, Calder, Braque, Henry Moore, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Volpi, Flávio de Carvalho, Julio Plaza, Antonio Dias e Regina Silveira, entre tantos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Ligado à pesquisa universitária, o MAC-USP procura tornar seu acervo acessível a todos os públicos, oferecendo exposições com os mais variados recortes e amplas possibilidades de percursos e leituras pela arte moderna e contemporânea. O museu realiza também exposições com obras de artistas brasileiros e estrangeiros, novos e consagrados, que não pertencem ao seu acervo.</p>
<p style="text-align: justify;">A exposição</p>
<p style="text-align: justify;">No domingo, 29 de janeiro, dia seguinte ao evento de inauguração, o MAC abriu para o público a mostra O Tridimensional no Acervo do MAC: uma Antologia. Apresentando alguns dados e sublinhando parâmetros que ajudam a compreender a complexidade da arte entre os anos 1940 e o final dos anos 1990, a exposição dá o tom de como o MAC USP pretende propor a série de mostras que, no decorrer dos próximos meses, complementará a implantação do Museu neste novo espaço.</p>
<p style="text-align: justify;">A implantação gradual permitirá equipar o museu dentro das normas museográficas e, ao mesmo tempo, levará ao público a mensagem de que a inauguração de mais uma sede para um museu não deve ser encarada apenas como um evento da agenda artística e cultural da cidade. Por meio dos estudos que realiza em seus acervos de obras e documentos, o MAC USP desenvolve trabalhos para a ampliação do conhecimento, e suas exposições &#8211; que passam a ser apresentadas também nesse novo espaço &#8211; deverão intensificar o compromisso do museu com a necessidade de estender o conhecimento por ele produzido para um público mais amplo.</p>
<p style="text-align: justify;">A exposição apresenta trabalhos dos artistas Frida Baranek, Eduardo Climachauska e Paulo Climachauska, Sérvulo Esmeraldo, Carlos Fajardo, Carmela Gross, Liuba Wolf, Maria Martins, Cildo Meireles, Henry Moore, Ernesto Neto, Gustavo Rezende, Chihiro Shimotani, François Stahly, Sofu Teshigahara, Ângelo Venosa, Franz Weissmann e Haruhiko Yasuda.</p>
<p style="text-align: justify;">　</p>
<p style="text-align: justify;">　</p>
<p style="text-align: justify;">Funcionamento: Terça a domingo, das 10 às 18 horas</p>
<p style="text-align: justify;">Local: MAC USP – Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301</p>
<p style="text-align: justify;">Telefone: (11) 5573-9932</p>
<p style="text-align: justify;">Entrada gratuita</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-admin/www.mac.usp.br"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">www.mac.usp.br</span></span></span></a></p>
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		<title>Editais do Sesc (Curitiba) se encerram na sexta</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/editais-do-sesc-curitiba-se-encerram-na-sexta/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 11:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Sesc da Esquina está com editais abertos para seu Programa de Cultura em 2012. Profissionais das artes visuais, do teatro e da música podem pleitear vagas no projeto, que prevê cessão de espaços, pagamento de cachês e equipamentos de sonorização e iluminação, além de divulgação dos eventos. Na área de visuais, serão selecionados dez...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/sesc.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-16097" title="sesc" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/sesc-300x225.jpg" alt="" width="175" height="116" /></a>O Sesc da Esquina está com editais abertos para seu Programa de Cultura em 2012. Profissionais das artes visuais, do teatro e da música podem pleitear vagas no projeto, que prevê cessão de espaços, pagamento de cachês e equipamentos de sonorização e iluminação, além de divulgação dos eventos. Na área de visuais, serão selecionados dez artistas. Para teatro e dança, o Sesc EmCena prevê a apresentação de cinco espetáculos, em temporadas de três dias. No Som da Cidade, serão incentivados cinco grupos ou artistas de Curitiba. Este é o primeiro ano em que o espaço também abre edital de teatro infantil. As inscrições poderão ser feitas até a próxima sexta-feira pelo site <a href="http://www.sescpr.com.br/esquina/editais"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">http://www.sescpr.com.br/esquina/editais</span></span></span></a>. O resultado será divulgado dia 24 de fevereiro. Mais informações pelo telefone (41) 3304-2222.</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=16096&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Cultura ignora pedido da CGU para investigar Bienal</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 13:45:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora alertado há pelo menos quatro anos de indícios de fraude em projetos da Fundação Bienal de São Paulo, o Ministério da Cultura adiou a abertura de investigações contra a entidade. A pasta não abriu nenhuma tomada de contas especial (TCE), recomendadas pela Controladoria-Geral da União (CGU) desde 2007, para apurar o valor supostamente desviado...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bienalsp.png"><img class="alignleft size-full wp-image-16046" title="bienalsp" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bienalsp.png" alt="" width="255" height="80" /></a>Embora alertado há pelo menos quatro anos de indícios de fraude em projetos da Fundação Bienal de São Paulo, o Ministério da Cultura adiou a abertura de investigações contra a entidade. A pasta não abriu nenhuma tomada de contas especial (TCE), recomendadas pela Controladoria-Geral da União (CGU) desde 2007, para apurar o valor supostamente desviado ou mal aplicado. A Bienal é suspeita de irregularidades que somam R$ 32 milhões em recursos obtidos por meio da Lei Rouanet. A gestão de Ana de Hollanda, iniciada em 2011, ignorou pedidos de apuração do próprio controle interno da Cultura.</p>
<p style="text-align: justify;">Parecer de setembro de 2011, da Diretoria de Gestão Interna, vinculada à Secretaria Executiva do ministério, sugere ao secretário Vitor Ortiz a instauração de uma TCE para investigar um prejuízo de R$ 7 milhões aos cofres públicos, causado na execução do convênio 167/2003, para pré-produção da 26.ª Bienal de São Paulo. Quatro meses depois, a providência não foi tomada.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse convênio, o órgão de auditoria do governo constatou que &#8220;parte dos gastos realizados com o projeto não está suportado por documentação comprobatória hábil ou não tem pertinência com o objeto estabelecido no termo de convênio&#8221;. E solicitou &#8220;que se proceda à instauração de TCE imediata e à apuração de eventuais danos ao erário&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Um documento da Coordenação de Prestação de Contas do ministério, de 30 de agosto de 2010, reforça o pedido de instauração da TCE e diz que as irregularidades não foram sanadas, apesar dos esclarecimentos apresentados pela Fundação Bienal.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa nota técnica de abril de 2009, que consolida o resultado das fiscalizações sobre 13 projetos da fundação executados de 1999 a 2006, entre eles o da pré-produção da 26.ª Bienal, a CGU aponta a ocorrência de superfaturamento, direcionamento de contratos, dispensas ilegais e fraudes em licitações, despesas feitas fora do período de vigência dos convênios e até sem cobertura contratual. Nenhum dos 12 projetos, até ontem, era alvo de TCE.</p>
<p style="text-align: justify;">Procedimento</p>
<p style="text-align: justify;">Norma que disciplina as TCEs, a Instrução Normativa 56/2007, do Tribunal de Contas da União, diz que, constatados indícios de desvios em repasses, o governo deve &#8220;adotar providências para apuração dos fatos, identificação dos responsáveis, quantificação do dano e obtenção do ressarcimento&#8221;. Caso não o faça em 180 dias, a autoridade responsável fica sujeita a responder pelo débito e ao pagamento de multa numa eventual condenação do tribunal.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da fundação, Heitor Martins, diz que tem discutido pessoalmente, &#8220;em conversas formais e informais&#8221;, os casos apontados pela CGU com o Vitor Ortiz. Martins afirma que a Bienal está colaborando com as apurações e que cumpre todos os prazos. O Ministério da Cultura informou que a tomada de contas especial está em processo de instauração e que a entidade se encontra como inadimplente no cadastro do governo federal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
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		<title>Prêmio Literarte de Cultura 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 15:14:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Maria Lucia Pacheco, artista curitibana, representada pela Galeria de arte Monalisa , receberá o &#8220;Prêmio Literarte de Cultura 2012&#8243; na modalidade Artes Plásticas/Gravura, em cerimônia especial para homenageados de vários estados brasileiros, no dia 4 de fevereiro no Hotel Nikko/Curitiba. Promovida pela Associação Internacional de Escritores e Artistas, a programação contará, ainda, nos dias 04...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/mariaarte1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15975" title="mariaarte" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/mariaarte1-300x300.jpg" alt="" width="181" height="176" /></a>Maria Lucia Pacheco, artista curitibana, representada pela Galeria de arte Monalisa , receberá o &#8220;Prêmio Literarte de Cultura 2012&#8243; na modalidade Artes Plásticas/Gravura, em cerimônia especial para homenageados de vários estados <span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">brasileiros</span></span>, no dia 4 de fevereiro no Hotel Nikko/Curitiba. Promovida pela Associação Internacional de Escritores e Artistas, a programação contará, ainda, nos dias 04 e 05/02, com cerimônia de posse dos Conselheiros e Representantes Municipais; chá literário, lançamento de Catálogo, exposição de artes plásticas, jantar e passeio turístico/cultural. A outorga é uma homenagem a todos aqueles que brilharam no cenário cultural durante o ano de 2011, e, tem como objetivo reconhecer e trazer a público as melhores iniciativas culturais.</p>
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		<title>Falta de informação dificulta incentivo cultural pela Lei Rouanet</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 14:54:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/mariaarte.jpg"></a><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lei-rouanet2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15970" title="lei-rouanet2" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/lei-rouanet2-300x114.jpg" alt="" width="213" height="94" /></a>A Lei Federal de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, completa 20 anos em meio a dúvidas e questionamentos sobre o apoio à arte via renúncia fiscal. Empresários não sabem como patrocinar eventos e muitos artistas ficam à mercê da desinformação.</p>
<p>O maestro Anderson de Oliveira, autor do Projeto Jovens Músicos, que inclui a Orquestra Filarmônica Jovem de Piracicaba, tem sentido essa dificuldade desde novembro, quando, pela primeira vez, seu projeto foi apoiado pela Lei Rouanet. No entanto, os artistas ainda têm dificuldades para conseguir investimentos.</p>
<p>Nem mesmo o parecer técnico positivo do Ministério da Cultura, que atesta que &#8220;o proponente demonstra plena capacidade técnica para levantar o projeto e também condições de obter os recursos necessários, a partir de um projeto muito bem estruturado, em todos os aspectos&#8221;, tem sido suficiente para a captação de recursos.</p>
<p>&#8220;Até agora não conseguimos nenhuma resposta positiva na captação. O que eu percebo é que falta conhecimento por parte da empresa&#8221;, conta Oliveira.</p>
<p>A intenção do maestro é buscar novos parceiros para dar continuidade ao trabalho desenvolvido em 2011. &#8220;Além das apresentações, o projeto conta também com aulas gratuitas de instrumentos de orquestra e toda a parte de teoria musical para jovens carentes de Piracicaba e região. Sem contar que todas as nossas apresentações são gratuitas e abertas à população&#8221;, explica.</p>
<div><strong> </strong></div>
<div><strong> </strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<p><strong>Incentivo<br />
A empresa Elring Klinger patrocina projetos culturais pela Lei Rouanet em Piracicaba desde 2003. Os benefícios desse incentivo refletem na carreira dos artistas, que têm novas oportunidades de mostrarem seus trabalhos, e também na comunidade, que tem acesso a mais projetos culturais.</strong></p>
<p>&#8220;O que nos motivou a fazer esse patrocínio foi poder ajudar as entidades locais da cidade onde estamos instalados. Já que o governo dá essa abertura, por que não utilizá-la?&#8221;, reflete o diretor financeiro da empresa, Nelson Tatsukawa.</p>
<p>As vantagens de promover o incentivo por meio da isenção fiscal acabam sendo revertidas para a empresa, que tem seu nome divulgado nas apresentações. &#8220;Sempre tivemos bons resultados e estamos satisfeitos. Vamos continuar incentivando a cultura&#8221;, garante Tatsukawa.</p>
<p><strong>A Lei<br />
Sancionada em 23 de dezembro de 1991, a Lei Rouanet (n. 8.313) permite que empresas apliquem até 4% do Imposto de Renda em projetos culturais. Apenas empresas tributadas pelo lucro real podem se beneficiar dos incentivos fiscais à cultura para utilização da Lei Rouanet.</strong></p>
<p>&#8220;O processo é super fácil. Não custa nada para a empresa e ainda traz benefícios para os artistas e para a comunidade. Quem não faz é porque não tem conhecimento ou falta boa vontade&#8221;, analisa Tatsukawa.</p>
<p>Pessoas físicas também podem contribuir. &#8220;A lei autoriza a descontar até 6% do imposto total no caso de pessoa física&#8221;, afirma Oliveira. &#8220;É muito fácil participar. O valor deve ser pautado no imposto do ano anterior. O projeto emite um recibo de uma conta cadastrada pelo Ministério e a empresa só precisa encaminhar esse recibo para o fiscal&#8221;, finaliza o maestro.</p>
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		<title>Exposição “Árvores da minha Infância” no Bistrô das Artes e “Artista Plástico e Escritor do Mês”</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 10:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O próximo dia 31 de dezembro marca o encerramento da exposição “Árvores da minha Infância”, de autoria do artista plástico Luiz Arthur Montes Ribeiro, na Galeira das Artes Barra do Say, que fica anexa ao Bistrô das Artes Barra do Say, em Itapoá (SC). Composto por instalações, telas em técnica mista, desenhos aquarelados e poesias,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/artur00.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15552" title="artur00" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/artur00.jpg" alt="" width="270" height="194" /></a>O próximo dia 31 de dezembro marca o encerramento da exposição “Árvores da minha Infância”, de autoria do artista plástico Luiz Arthur Montes Ribeiro, na Galeira das Artes Barra do Say, que fica anexa ao Bistrô das Artes Barra do Say, em Itapoá (SC). Composto por instalações, telas em técnica mista, desenhos aquarelados e poesias, esse trabalho remete-se à infância de seu autor.</p>
<p>São três instalações denominadas “Árvores Mortas I”, “Árvores Mortas II” e “Árvores Mortas III”. Essas instalações são formadas por troncos e galhos de árvores, resgatados de desmatamentos recentes feitos na cidade de Itapoá, mais precisamente na Barra do Say, balneário em que o artista vive. “As instalações são uma reflexão sobre o desmatamento na região de Itapoá, bem como sobre as enchentes que trouxeram às praias do balneário toneladas de árvores e troncos, que impossibilitaram, por vários dias, que as pessoas frequentassem esses locais. O desmatamento é muito preocupante em Itapoá e isso já está trazendo sérios problemas como frequentes enchentes e assoreamento dos rios que cortam a cidade”, explica Luiz Arthur Montes Ribeiro.</p>
<p>Ainda segundo o artista, as árvores mortas das instalações estão dispostas com as raízes para cima no intuito de mostrar a dor e a angustia de suas mortes. Ao todo, são 40 troncos de árvores expostos por várias dependências do complexo Bistrô das Artes Barra do Say, que vão do bistrô ao ateliê de Luiz Arthur. A exposição é, ainda, complementada por várias poesias expostas em algumas dessas dependências.</p>
<p><strong>Principais exposições individuais do artista:</strong></p>
<p>Espaço Cultural André Luiz: Florianópolis SC 2010;<br />
Centro Paranaense de Cultura Feminina: Curitiba PR 2007;<br />
Museu Tingui-Cuera: Araucária PR 2007;<br />
Museu de Arte de Maringá: Maringá PR 2005;<br />
Espaço de Arte Teatro Regina Vogue: Curitiba PR 2005;<br />
Espaço Cultural Ramos de Azevedo: São Paulo SP 2000;<br />
Casa de Cultura Didi Brandão: Itajaí SC 2000;<br />
Caixa Econômica Federal: João Pessoa PB 1996;<br />
Sala de Exposições Mário Pedrosa: São Paulo SP 1996;<br />
Casa do Brasil: Madri Espanha 1997;<br />
Galeria Djanira: Centro de Estudos Brasileiros Maputo Moçambique 1997.</p>
<p><strong>Projeto “Artista Plástico e Escritor do Mês” de dezembro:</strong></p>
<p>Seguem expostos no Bistrô das Artes Barra do Say também somente até o próximo dia 31 de dezembro, uma tela da artista plástica Lu Fiedler e livros da escritora Adélia Maria Woelllner. A exposição faz parte do projeto cultural “Artista Plástico e Escritor do Mês”.</p>
<p>“A intenção do Projeto é mostrar, aos itapoaenses e demais visitantes do Bistrô, parte do acervo de arte e cultura que aqui temos”, explica o artista plástico e escritor Luiz Arthur Montes Ribeiro, proprietário do espaço.</p>
<p><strong>Sobre o acervo do Bistrô das Artes Barra do Say:</strong></p>
<p>Idealizado por Luiz Arthur Montes Ribeiro, o acervo do Bistrô vem sendo formado ao longo dos últimos 30 anos. Hoje, conta com mais de 900 peças entre telas, gravuras, xilogravuras, linoleogravuras, aquarelas, desenhos, objetos, esculturas, livros, fitas cassetes, discos LP, CD’s, além de uma infinidade de manuscritos.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>O Bistrô das Artes Barra do Say funciona de segunda-feira a domingo, das 10h30min às 23h30min, para almoço, happy hour e jantar. O espaço fica na Avenida Beira Mar 1, número 228 (quase esquina com a rua 20), na praia do Sayzinho, Barra do Saí, em Itapoá/SC. Os contatos para informações e/ ou reservas são os telefones <a href="unknown://tel:%2847%29%203443-3409/" target="_blank">(47) 3443-3409</a>, 9952-2690 e 9147-5886, e o e-mail: <a href="mailto:bistrodasartes@bistrodasartes.art.br" target="_blank">bistrodasartes@bistrodasartes.art.br</a> .<span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
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		<title>Ziraldo é condenado por estelionato por uso indevido de marca</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Nov 2011 10:55:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cartunisrta Ziraldo Alves Pinto foi condenado a dois anos, dois meses e 20 dias de prisão pelo crime de estelionato. A decisão foi da Justiça Federal do Paraná enquadrou o artista pelo registro indevido da marca do Festival Internacional do Humor de Foz do Iguaçu, realizado em 2003. &#160; Ziraldo se manifestou por meio...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/ziraldo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15256" title="ziraldo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/ziraldo.jpg" alt="" width="200" height="150" /></a>O cartunisrta Ziraldo Alves Pinto foi condenado a dois anos, dois meses e 20 dias de prisão pelo crime de estelionato. A decisão foi da Justiça Federal do Paraná enquadrou o artista pelo registro indevido da marca do Festival Internacional do Humor de Foz do Iguaçu, realizado em 2003.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ziraldo se manifestou por meio de seu advogado, Gustavo Teixeira, negando o crime. Teixeira, que também é sobrinho de Ziraldo, disse que o tio ficou &#8220;extremamente revoltado&#8221; com a sentença proferida pelo juiz federal Mateus de Freitas Cavalcanti Costa. Segundo ele, além de infundada, a sentença não aponta o prejuízo, a pena não é aplicável por estar prescrita, uma vez que já passaram mais de cinco anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Independente disso, o advogado disse que vai recorrer da condenação. Ele também criticou o juiz por ter considerado que a culpabilidade de Ziraldo deveria &#8220;ser valorada negativamente&#8221; por ele ser um nome reconhecido. &#8220;A notoriedade e o prestígio gozados pelo réu, sobretudo sua representatividade perante o público infantil, fazem com que o agir ilícito dele se revista de maior grau de reprovabilidade&#8221;, disse o magistrado na sentença.<br />
<strong>Entenda o caso<br />
</strong></p>
<p>Em 2003, Ziraldo participou do Festival Internacional de Humor Gráfico de Foz do Iguaçu, como presidente de honra do evento e responsável pela criação do cartaz do festival. O trabalho de criação foi pago por R$ 75 mil, como previsto no edital, mediante a cessão perpétua do desenho. No ano seguinte, representado por uma das organizadoras do evento, Arlete Andrion Bonato, o cartunista teria registrado o desenho em seu nome no Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (Inpi).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na ação, o Ministério Público Federal denunciou que o fato do registro foi feito junto ao Inpi, caracteriza que a intenção do artista em utilizar a marca comercialmente. O advogado discorda e questiona onde a marca teria sido veiculada para poder gerar benefício financeiro para o Ziraldo. No entanto, o advogado admite que o tio possa ter errado ao registrar a marca, mas garante que não houve dolo. Para ele, para se configurar estelionato, é necessário que alguém tenha vontade de cometer o crime e tem que haver a prova do dano.</p>
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		<title>Maratona Cultural reúne mais de 500 artistas em SC.</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 19:54:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos dias 25, 26 e 27 de novembro, a capital catarinense vai  respirar cultura. Mais de 500 artistas, muitos deles oriundos do Centro de Artes  (CEART) da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), se reúnem em 23  pontos da cidade para fazer a Maratona Cultural. O evento, que é integralmente gratuito e aberto ao...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/MaratonaCultural.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-15192" title="MaratonaCultural" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/MaratonaCultural-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Nos dias 25, 26 e 27 de novembro, a capital catarinense vai  respirar cultura. Mais de 500 artistas, muitos deles oriundos do Centro de Artes  (CEART) da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), se reúnem em 23  pontos da cidade para fazer a Maratona Cultural. O evento, que é integralmente gratuito e aberto ao público,  envolve teatro, música, dança, cinema, arte circense e outras manifestações  artísticas como o grafite, exibições folclóricas e intervenções urbanas.<br />
Uma das atrações confirmada, a Traço Cia de Teatro, grupo composto por  artistas formados pelo CEART, está ansiosa para a chegada do evento e prepara suas apresentações com foco na aproximação e interação com o público.</p>
<p>&#8220;Esse caráter público da Maratona estimula o convívio urbano e  possibilita o reencontro entre as pessoas fortalecendo nossa coesão social. Sem  falar nos benefícios para o meio cultural, afinal contribuirá para a  profissionalização dos artistas e a criação de um espaço de troca&#8221;, diz Paula  Bittencourt, atriz integrante da trupe.</p>
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		<title>Como Pintar um Móvel de Madeira</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 20:57:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Artesanato]]></category>

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		<description><![CDATA[Para pintar um móvel de madeira escura, envernizado ou já pintado com uma cor clara, como branco ou marfim, você deve, antes de mais nada, limpar a peça e retirar os resíduos de verniz e sujeira, com explicado anteriormente. Em seguida, limpe a peça e faça o restauro com uma massa própria para cobrir imperfeições...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/pintar-cadeira.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-15105" title="pintar cadeira" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/pintar-cadeira-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Para pintar um móvel de madeira escura, envernizado ou já pintado com uma cor clara, como branco ou marfim, você deve, antes de mais nada, limpar a peça e retirar os resíduos de verniz e sujeira, com explicado anteriormente. Em seguida, limpe a peça e faça o restauro com uma massa própria para cobrir imperfeições e tampar furos, se necessário. Lixe novamente retire todo pó. Escolha o tipo de tinta que pretende usar, acrílica, esmalte ou spray, e pinte seguindo as orientações específicas de cada tipo de tinta. Se você quiser alta cobertura, prefira tinta esmalte, se preferir acabamento laqueado use a tinta spray e se quiser um efeito mais natural e rústico, fosco-acetinado, prefira a tinta acrílica decorativa .</p>
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<p>Outra opção é fazer uma pátina branca sobre a madeira escura, técnica que fica muito bonita e também é conhecida como satinê. Prepare a peça como indicado (limpe, retire resíduos de cera ou verniz e lixe). Aplique uma demão de cera incolor em todo móvel e aguarde secagem por alguns minutos. Aplique o Médium Envelhecedor na cor brancoe m toda peça, uma demão, sem excessos. Deixe secar bem e lixe com uma lixa grossa, fazendo com que o fundo escuro da madeira apareça por baixo da tinta branca. Limpe e passe uma flanela para lustrar. Outro produto que também pode ser usado para fazer o mesmo tipo de pátina é a tinta Decorfix Fosca branca, substituindo o Médium Envelhecedor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A cera branca em pasta também pode ser usada para dar uma efeito diferente às madeiras escuras, porém sua cobertura é mais superficial.<br />
<span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></span></p>
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