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	<title>Brasil Cultura &#187; Artes Cênicas</title>
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	<description>O portal da cultura brasileira</description>
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		<title>O Bem Amado &#8211; O filme.</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 18:54:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/cartaz-o-bem.bmp"><img class="alignleft size-full wp-image-9000" title="cartaz o bem" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/cartaz-o-bem.bmp" alt="cartaz o bem" width="220" height="272" /></a>Baseado na obra de Dias Gomes, O Bem Amado conta a história do prefeito Odorico Paraguaçu, que tem como meta prioritária em sua administração na cidade de Sucupira, a inauguração de um cemitério. De um lado é apoiado pelas irmãs Cajazeiras. Do outro, tem que lutar contra a forte oposição liderada por Vladimir, dono do jornaleco da cidade.</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Por falta de defunto, o prefeito nunca consegue realizar sua meta. Nem mesmo a chegada de Ernesto &#8211; um moribundo que não morre &#8211; e a contratação de Zeca Diabo, um cangaceiro matador, lhe proporcionam a realização do sonho.</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Odorico arma situações para que<br />
alguém morra, mas o primeiro corpo a ser<br />
sepultado em Sucupira será o do próprio<br />
prefeito, que de caçador se torna caça e<br />
passa de vilão à mártir.</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><strong>Elenco:</strong> Marco Nanini, José Wilker, Caio Blat, Maria Flor, Matheus Nachtergaele.</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><strong>Personagens</strong></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Produzido por Paula Lavigne e escrito e dirigido por Guel Arres, O Bem Amado terá Marco Nanini, no papel de Odorico Paraguaçu, Matheus Nachtergale como Dirceu Borboleta, José Wilker como Zeca Diabo, Andréa Beltrão, Drica Moraes e Zezé Polessa como as Irmãs Cajazeiras, Maria Flor como Violeta, Tonico Pereira como Vladmir, Caio Blat como Neco e Edmilson Barros como Chico Moleza.</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">O filme O Bem Amado promete repetir o sucesso e qualidade de uma das obras mais ricas e divertidas da dramaturgia brasileira, recontando para o público as histórias e causos do prefeito de Sucupira.</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><strong>Ficha Técnica</strong></p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Roteiro: Cláudio Paiva e Guel Arraes<br />
Baseado na obra de Dias Gomes</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Diretor: Guel Arraes</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Produzido Por: Paula Lavigne</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Diretora-assistente: Olivia Guimarães</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Produtora Executiva: Olivia Guimarães e Lili Nogueira</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Produtores Associados: Mauro Lima e Beatriz Mafra Vianna</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Produtora delegada: Clarice Saliby</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Diretor de Fotografia: Dudu Miranda e Paulo Souza</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Diretor de Arte: Claudio Amaral Peixoto</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Técnico de Som: Jorge Saldanha</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Figurinista: Claudia Kopke</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Maquiadora: Lu Moraes</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Editor de Som: Casa de Som</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Produtor de Finalização: Hugo Gurgel</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Montagem: Caio Cobra</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">Música: Caetano Veloso, Mauro Lima,<br />
Berna Ceppas, e Kassin</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p><object width="660" height="525"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/sbnb37QMjcc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/sbnb37QMjcc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="660" height="525"></embed></object></p>
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		<title>Mordendo os Lábios &#8211; Teatro</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 21:29:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Espetáculo com Hamilton Vaz Pereira, Lena Brito, Bianca Comparato e Ivan Mendes, com texto e direção de Hamilton Vaz Pereira, grande personagem do teatro nacional que, desde 1974 com a criação da Trupe Asdrubal Trouxe o Trombone, vem contribuindo de maneira singular para a cena teatral brasileira. Produção executiva de Turbilhão de Ideias Cultura e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/mordendo-os.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8968" title="mordendo os" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/mordendo-os.jpg" alt="mordendo os" width="413" height="347" /></a>Espetáculo com Hamilton Vaz Pereira, Lena Brito, Bianca Comparato e Ivan Mendes, com texto e direção de <strong>Hamilton Vaz Pereira</strong>, grande personagem do teatro nacional que, desde 1974 com a criação da <strong>Trupe Asdrubal Trouxe o Trombone</strong>, vem contribuindo de maneira singular para a cena teatral brasileira.</em> <em>Produção executiva de <strong>Turbilhão de Ideias Cultura e Entretenimento</strong>.</em><br />
<em>E realização de <strong>Gog e Magog Produções</strong>.</em></p>
<p>Em <strong>Mordendo os Lábios</strong>, <em>Lena Brito</em>, <em>Ivan Mendes,</em> <em>Bianca Comparato</em> e <em>Hamilton Vaz Pereira</em> são os interpretes de BIBI, uma aeromoça aposentada, amiga fiel e mãe de FELIX, seu filhinho querido, que é namorado de ELEONORA, uma garota descolada e grande amiga de seu pai SAMUEL, um bom chefe de família e um sedutor advogado. Duas famílias que se encontram, duas gerações de cariocas da gema, pai X mãe e filho X filha tomam conta da cena, enquanto a platéia morde seus lábios.</p>
<p>O título <strong>MORDENDO OS LÁBIOS</strong> sugere dureza e suavidade, algo contundente, que corta uma superfície sensível, uma cena que sangra causando dor e prazer. De fato, a proposta do espetáculo é marcar a pele do espectador, como faz uma mordida forte ou um beijo com sabor picante. “Precisamos de textos criados aqui e postos à cena nos palcos dessa parte do mundo, pois queremos saber quem somos, o que podemos com o teatro brasileiro e qual contribuição a nossa arte pode dar a humanidade.” Declara o diretor, dramaturgo e ator da encenação, <em>Hamilton Vaz Pereira</em>.</p>
<p>MORDENDO OS LÁBIOS estreou em 7 de abril de 2006 no Espaço Cultural Sérgio Porto, no Rio, onde cumpriu uma temporada de 2 meses. Em seguida, excursionou por Campinas, Sorocaba, Bauru, Mauá, São José dos Campos, no interior de São Paulo, depois seguiu para o Teatro José de Alencar, em Fortaleza, Manaus, Itajaí, Blumenau e, finalmente no Teatro Folha, em São Paulo.</p>
<p>Hamilton Vaz Pereira compôs essa obra com a vontade de colocar talentosos intérpretes no palco, unida ao desejo de trabalhar com grandes parceiros &#8211; o iluminador Jorginho de Carvalho, o cenógrafo Marcos Figueiroa, a videomaker Ruth Slinger, os músicos Mario Manga e Wallace Cardia, a figurinista Patrizia D’Angello e o designer gráfico Ronaldo Alves.</p>
<p>Desde sua estreia, MORDENDO OS LÁBIOS já atingiu a marca de cerca de 100 apresentações e mais de 50.000 espectadores. Em 2010 segue excursionando com apresentações já marcadas no Teatro da CAIXA Brasília, em Nova Iguaçu, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e no Festival de Teatro de Angra dos Reis.</p>
<p><strong>Ficha técnica:<br />
Texto, música e direção:  </strong>Hamilton Vaz Pereira,<strong> </strong></p>
<p><strong>Elenco:</strong><br />
Hamilton Vaz Pereira, Lena Brito, Bianca Comparato e Ivan Mendes</p>
<p><strong>Local:</strong> Teatro da CAIXA Cultural Brasília<strong> (</strong>409 lugares)<br />
<strong>Endereço:</strong> SBS quadra 04, lote 3/4, ed. Anexo da Matriz. CEP 70092-900, Brasília/DF<br />
<strong>Temporada:</strong> de 30 de julho a 8 de agosto.<br />
<strong>Horários:</strong> sextas, às 20h, sábados, às 19h e às 21h, e domingo, às 19h.<br />
<strong>Telefones:</strong> (61) 3206-9450 Geral; (61) 3206-9448 Recepção; e (61) 3206-6456 Bilheteria.<br />
<strong>E-mail:</strong> <a title="Este link externo irá abrir em nova janela" href="mailto:teatrocaixa.df@caixa.gov.br" target="_blank">teatrocaixa.df@caixa.gov.br</a><br />
<strong>Preços</strong>: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia para estudantes, professores, pessoas com mais de 65 anos e portadores do cartão Petrobrás, para titular e acompanhante).<br />
<strong>Classificação indicativa:</strong> 14 anos<br />
<strong>Duração:</strong> 90 minutos<br />
<strong>Patrocínio:</strong> Petrobras Distribuidora e Caixa Cultural</p>
<p>De 30 de julho a 8 de agosto de 2010</p>
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		<title>CICLO DE LITERATURA E TEATRO CUBANO CONTEMPORÂNEO</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 14:23:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A literatura cubana é uma das mais prolíficas, relevantes e influentes da América Latina e de todo o âmbito da língua espanhola, com escritores de grande renomeie como ATÍLIO CABALLERO e a A BIBLIOTECA PÚBLICA DO PARANÁ APRESENTA O CONFERENCISTA; DA ECUELA INTERNACIONAL DE CIENE HABANA.
José Lezanha Lima vs Virgilio Pintera:
&#38;ldquo;Dos pilares de la literatura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;"><span><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/cuba-300x211.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8945" title="cuba-300x211" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/cuba-300x211.jpg" alt="cuba-300x211" width="300" height="211" /></a>A literatura cubana é uma das mais prolíficas, relevantes e influentes da América Latina e de todo o âmbito da língua espanhola, com escritores de grande renomeie como ATÍLIO CABALLERO e a </span>A BIBLIOTECA PÚBLICA DO PARANÁ APRESENTA O CONFERENCISTA; DA ECUELA INTERNACIONAL DE CIENE HABANA.<span id="more-8944"></span></p>
<p>José Lezanha Lima vs Virgilio Pintera:<br />
&amp;ldquo;Dos pilares de la literatura cubana contemporânea&amp;rdquo;</p>
<p>Veinte años de literatura em uma Isla (1989-2009):<br />
&amp;ldquo;Temas y tendências&amp;rdquo;</p>
<p>Formas de realismo en la ciudad barroca (La Habana como centro de<br />
referência literária)</p>
<p>Literatura cubana actual y sexualidad:<br />
&amp;ldquo;Su exposición narrativa&amp;rdquo;</p>
<p>Narrativa de la dramaturgia (teoria de la estrutura dramatúrgica.<br />
Nuevo Teatro Cubano)</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">A literatura cubana, desde seu começo, se afirma nos contextos dos períodos de sua história, refletida muito nitidamente, sobretudo na narrativa e mais ainda na novela. Novelas que refletem esse acontecer insuflado dos ventos libertários, e que confirmam a produção de muitos dos seus prosadores mais importantes. O primeiro grande poeta cubano foi José Maria de Heredia, que dominou a literatura da Ilha nas primeiras décadas do século XIX, e foi banido de Cuba devido às suas atividades revolucionárias. </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">A geração romântica foi formada por José Jacinto Milanês, Plácido e Juan Clemente Zenea (poesia); Cirilo Villaverde e Gertrudis Gómez de Avellaneda (prosa). Mártir da independência de seu país, José Marti foi também um dos precursores do Modernismo. A revolução cubana nasce sob a influência do seu ideário, e um de seus axiomas básicos era a cultura como alicerce da liberdade. No início do século XX, a tendência na ficção era naturalista (Jesus Castellanos, Miguel del Carrión, Carlos Louveira, Luis Fellipe Rodrigues). </span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">A década de 30 corresponde ao movimento afro-cubano, que teve no poeta Nicolas Guillén a figura mais representativa, seguida por Emilio Ballagas, Mariano Brull, Dulce Maria Loynaz e Eugenio Florit. Na prosa destacaram-se Carlos Montenegro, Lydia Cabrera, Enrique Labrador Ruiz, Lino Novas Calvo e Virgilio Piñera.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">Após a Revolução, a literatura cubana dividiu-se em duas correntes: a oficial e a do exílio (Guillermo Cabrera Infante). A grande maioria dos escritores cubanos surgidos antes da Revolução, e que eram poucos, se vinculou decididamente ao processo de construção socialista, recriando suas obras com uma visão bem definida do mundo em prol da liberação. A literatura cubana da Revolução cobre uma ampla e variada gama temática, que expressa com grande riqueza a complexidade do homem e do mundo.</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">27 a 30 de julho de 2010 ÀS 19:OOH<br />
Auditório da BPP &amp;ndash; 2º andar</span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="font-style: normal; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;"><strong>Literatura Cubana <a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/cuba.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-8946" title="cuba" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/cuba.jpg" alt="cuba" width="310" height="425" /></a></strong></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Inícios</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">A literatura de fala hispana no território cubano, inicia-se com a conquista e colonização espanhola. Os conquistadores traziam consigo cronistas que redigiam e descreviam todos os acontecimentos importantes, ainda que com pontos de vista espanhóis e para um público leitor espanhol. O mais importante cronista que chegou a Cuba no século XVI foi Fray Bartolomé das Casas, autor, entre outras obras, de História das Índias”.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">A primeira obra literária escrita na ilha data do século XVII, quando em 1608, Silvestre de Balboa e Troya de Quesada (1563 &#8211; 1647) publica Espelho de Paciência]], um poema épico-histórico em oitavas reais, que narra o sequestro do bispo Fray Juan das Cabeças Altamirano pelo pirata Gilberto Girón.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">A poesia inicia, pois, a história das letras cubanas, que não regista outras obras importantes durante o século XVII.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a name="S.C3.A9culo_XVIII"></a>Século XVIII</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Não foi até 1739 que aparece em Sevilla a primeira obra teatral escrita por um cubano: &#8220;O príncipe jardineiro e fingido Cloridano&#8221;, de Santiago Pita, comédia de uma bem conseguida imitação das expressões artificiosas da época, com ocasionas reminiscências de Lope de Vega, Calderón da Barca e Agustín Moreto.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Apesar de que as letras insulares já contavam com um Espelho de Paciência, escrito mais de século e médio atrás, a verdadeira tradição poética cubana começa com Manuel de Zequeira e Arango e Manuel Justo de Rubalcava, no final do século XVIII. Isto se pode afirmar não só pela qualidade que atingiram em suas respectivas obras, senão por sua tipicidad insular já distante do espanhol. O canto à natureza autóctona ia sendo o tom e o tema primado da poesia de Cuba; os poemas inaugurais com maior qualidade são a oda &#8220;À piña&#8221;, de Zequeira, e a &#8220;Silva cubana&#8221;, de Rubalcava</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a name="S.C3.A9culo_XIX"></a>Século XIX</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Entre 1790 e 1820, como datas aproximadas, se estende o lapso do neoclasicismo, caracterizado pelo emprego de formas clássicas semelhantes às preferidas na Metrópole, com iguais evocaciones de deuses grecolatinos, mas com um singular protagonismo da natureza como clara intenção de mostrar diferenças em relação com Europa. Um poeta que podemos situar a médio caminho do &#8220;culto&#8221; e o &#8220;popular&#8221; foi Francisco Pobeda e Armenteros, quem com seu estilo conseguiu ser dos iniciadores do processo de &#8220;cubanización&#8221; da lírica. Pouco tempo depois, Domingo do Monte tentará o mesmo que Pobeda, propondo a &#8220;cubanización&#8221; do romance. Também Do Monte destacará por sua obra de orientação, a organização de tertulias e sua correspondência.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">O Romantismo madurará em Cuba graças a uma figura de rango continental, cuja obra poética rompeu com a tradição da língua espanhola, inclusive da própria metrópole, dominada então por um neoclasicismo de diversas gradaciones. José María Heredia nasceu em Santiago de Cuba, em 1803 e morreu em Toluca, México em 1839, e além de ser o primeiro grande poeta romântico cubano, foi também ensayista e dramaturgo. Em 1826 fundou &#8220;O Íris&#8221;, jornal crítico e literário, único em seu género, junto com os italianos Claudio Linati e Florencio Galli, e duas revistas importantes, &#8220;Miscelánea&#8221; (1829-1832) e &#8220;A Minerva&#8221; (1834). Entre seus poemas sobresalen dois silvas descritivo-narrativas: “No teocalli de Cholula”, escrita entre 1820 e 1832, onde admira as grandes ruínas aztecas e reprova a religião prehispánica, e “Ao Niágara” (1824), sobre as então imponentes e selvagens cataratas, composições nas que aparece uma nova personagem: o eu de filiación romântica inscrito na paisagem.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Outros românticos notáveis são Gabriel da Concepção Valdés(“Plácido”) e Juan Francisco Manzano. Entre os seguidores do regionalismo americano contou-se com José Jacinto Milanés; em tanto, uma das figuras descollantes do romantismo hispanoamericano foi Gertrudis Gómez de Avellaneda.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">A seguinte meta de grande importância para a poesia cubana sobreviene com o aparecimento de dois poetas excelentes: Juan Clemente Zenea (1832 – 1871) e Luisa Pérez de Zambrana: autores que conseguem atingir altas qualidades literárias em sua obra. Assim, quando irrompe a chamada geração do Modernismo, já existe uma tradição poética cubana, na que pudesse se dizer que mal faltava o grau de universalidade que se atingiu brilhantemente com José Martí (1853 – 1895).</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">As influências foráneas, sobretudo francesas, vieram a reunir em outro poeta essencial: Julián do Casal. Uma dos ganhos mais notáveis que a poesia cubana obtém com sua obra, consiste na elaboração intelectiva, artística, da palavra como arte, não exenta de emoções, de tragicidad, de visão da morte.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">No século XIX cubano contou, ademais, com filósofos e historiadores como Félix Varela, José Antonio Saco e José da Luz e Caballero que prepararam a geração da independência. Surgiu também uma novela antiesclavista com Cirilo Villaverde, Ramón de Palma e José Ramón Betancourt. Assim mesmo floresceu uma literatura de costumes com José Victoriano Betancourt e José Cárdenas Rodríguez e um romantismo tardio com a “reacção do bom gosto”: Rafael María de Mendive, Joaquín Lorenzo Luaces e José Fornaris. Na crítica merece recordar-se a Enrique José Varona.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a name="S.C3.A9culo_XX"></a>Século XX</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">No século XX inicia-se com uma República mediatizada pela ocupação norte-americana. Cuba tem saído de uma cruenta Guerra de Independência, e a literatura cubana, na primeira metade desse século, vai estar marcada pelo influjo de dois grandes escritores: Julián do Casal e José Martí, os primeiros modernos.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a name="Poesia"></a>Poesia</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Sobretudo Casal foi a grande figura canónica de fins do XIX e princípios do XX na poesia. “Seu irradiación, aparte da que teve no modernismo finisecular, onde foi decisiva, atinge a Regino Boti e, sobretudo, a José Manuel Poveda &#8211; este último lhe dedica seu “Canto élego” -, e ainda a Rubén Martínez Villena e José Zacarías Tallet. Mas, &#8220;como entender o exotismo lírico de Regino Pedroso, o intimismo simbolista de Doce María Loynaz, a sentimentalidad poética de Eugenio Florit, o acendrado e solitário purismo de Mariano Brull &#8211; também minado de um raigal impossível -, ou o neorromanticismo de Emilio Ballagas, e inclusive a veta entre romântica e modernista de uma zona da poesia de Nicolás Guillén, sem um antecedente como Casal?&#8221;[1]</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Dantes da chegada definitiva das Vanguardias, a década de 1920 supôs o desenvolvimento de uma poesia que antecipou as agitaciones sociais e humanas da década posterior. Nela destacam Agustín Deita, José Zacarías Tallet e Rubén Martínez Villena.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Deita foi o mais relevante destes poetas, sobretudo por sua obra “A zafra” (1926), onde poetizó a realidade do trabalho no campo em versos bucólicos. Com esta obra, Deita afastou-se do modernismo, sem ainda chegar ao radicalismo de algumas vanguardias.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">O modernismo considera-se clausurado com “Poemas em menguante” (1928), de Mariano Brull, um dos principais representantes da poesia pura em Cuba. No progresso das vanguardias se diferencian duas linhas quase divergentes: a realista, de temática negra, social e política, onde destacou Nicolás Guillén, e a introspectiva e abstracta que teve em Doce María Loynaz e Eugenio Florit a seus mais reconhecidos representantes.A metade de caminho de ambas tendências, cabe situar a obra de Emilio Ballagas.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Em 1940 apareceu o grupo de revista-a Origens]], de preocupação cubanista, cujo líder foi José Lezama Lima, e no qual se integram Ángel Gaztelu, Gastón Baquero, Octavio Smith, Cintio Vitier, Fina García Marruz e Eliseo Diego.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Outros destacados poetas dessa geração foram: Lorenzo García Vega, Samuel Feijóo e Félix Pita Rodríguez, mas sem dúvidas foi José Lezama Lima (1910 – 1976) a figura central da poesia cubana na metade do século. A densidade metafórica, a alambicada sintáxis, a escuridão conceptual, definem um âmbito poético barroco, no que se pugna por atingir uma visão mediante a qual a vida não siga aparecendo como &#8220;uma sucessão bostezada, um silencioso desgarramiento&#8221;. A obra de Lezama Lima abarca vários volumes de poesia onde se destacam Morte de Narciso (1937), Inimigo rumor (1947), Firmeza (1949), e Dador (1960) Entre essas duas décadas (1940 – 1950), se atingiu uma criação à altura do melhor que se escrevia em língua espanhola.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">O telefonema &#8220;Geração do Cinquenta&#8221; (autores nascidos entre 1925 e 1945), tiveram como mestres a poetas &#8220;do pátio&#8221;, como Lezama Lima e Florit, em tanto partiram de variadas correntes, inclusive a neorromántica, para ir acrescentando o que na década de 1960 será a última corrente do século XX, amplamente aceitada por numerosos poetas: o coloquialismo.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Dantes, no entanto, é preciso observar ao absurdo e o tom existencial de Virgilio Piñera; o sentido do criollo em Eliseo Diego e Fina García Marruz; a tardia, mas efectiva saída do livro de José Zacarías Tallet “A semente estéril” (1951); o diálogo com o homem do povo da segunda parte de &#8220;Face&#8221;, de Samuel Feijóo; a intertextualidad atingida por Nicolás Guillén em “Elegia a Jesús Menéndez”; o já comentado énfasis conversacional do Florit de &#8220;Asonante final&#8221; e outros poemas (1955), e inclusive no até então fechado intimismo de Doce María Loynaz, com seu peculiar &#8220;Últimos dias de uma casa&#8221; (1958). Dizer-se-ia que a poesia se &#8220;democratiza&#8221; procurando o &#8220;diálogo comum&#8221; ou trata de achar referentes líricos com notas épicas.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">“Nos anos iniciais da Revolução parecia insuficiente para a lírica o tom intimista predominante nas décadas precedentes, e inclusive a anterior poesia social (de protesto, denúncia e combate), convertia-se em impropia para as novas circunstâncias sociais”.[2]</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">O emprego do tom conversacional foi vinculado a certa dose épica, com interesses testimoniales. Assim, nessa classe de poesia, se narravam circunstâncias da vida quotidiana, baixo a exaltación de uma sociedade em revolução social.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Começou a desenvolver-se uma poesia politizada, em ocasiões sem énfasis tropológico, na que se rehuía o emprego de formas tradicionais da métrica. Esta corrente perduró ao menos por duas décadas, ainda que, praticou-se até o final do século XX entre os poetas que não variaram sua atitude discursiva.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Quase todos os integrantes da promoção nascida entre 1930 – 1940: Fayad Jamís, Pablo Armando Fernández, Heberto Padilla, César López, Rafael Alcides, Manuel Díaz Martínez, Antón Arrufat,Domingo Alfonso, Eduardo López Morais e outros, foram essencialmente coloquialistas.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Uma primeira promoção dos poetas da &#8220;Geração do Cinquenta&#8221;, nascidos entre 1925 e 1929, em suas obras deixou advertir fontes neorrománticas, origenistas e até surrealistas (Cleva Solís, Carilda Oliver Lavra, Rafaela Chacón Nardi, Roberto Friol, Francisco de Oráa, entre outros).</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Uma terceira promoção, nascida entre 1940 e 1945, não se diferença muito dos poetas mais radicalmente prosaístas, inclusive alguns deles preferiram este termo para se identificar. Com Luis Rogelio Nogueras, Nancy Morejón, Víctor Casaus, Guillermo Rodríguez Rivera, Jesús Cos Causse, Raúl Rivero, Lina de Feira, Delfín Prats, Magaly Alabau, Félix Luis Visse, e outros, o coloquialismo sobreviveu com força ao menos até a metade da década de 1980.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">A promoção de poetas nascidos entre 1946 – 1958, define-se em duas tendências: os que reagem mediante a métrica (décimos e sonetos principalmente), e os que empregam o verso livre com registos individuais. Ambas tendências avançaram para um experimentalismo formal e da linguagem; mas o tom conversacional mantém-se entre entre eles, como se adverte em obras de, por exemplo, Osvaldo Navarro, Waldo González, Alberto Serret, Raúl Hernández Novás, Carlos Martí, Rainha María Rodríguez, Alberto Deita-Pérez, Virgilio López Lemus, Esbértido Rosendi Cancio, Ricardo Riverón Vermelhas,León da Fouce, Ramón Fernández-Larrea, Roberto Manzano e outros.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Uma nova geração de poetas dá-se a conhecer na segunda metade dos oitenta, quando começam a publicar os nascidos após 1959. Esta geração identifica-se também por sua diversidade, e convive em igualdade de condições com as precedentes. É um fenómeno interessante este: a confluencia de poetas nascidos após o 59, com muitos dos nascidos entre as décadas quarenta e cinquenta — quem continuam tributando uma poesia revitalizada segundo pode-se ver nos mais recentes livros de, por exemplo, Mario Martínez Sobrinho, Roberto Manzano, Luis Lorente e outros -.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">O signo estilístico e formal mais distintivo desta última geração de poetas tem sido influenciado decisivamente pela poesia de José Lezama Lima, a quem quase a maioria de seus integrantes reconhece como mestre. Jovens ainda, o qual impede definir absolutas hierarquias, se podem mencionar os nomes de: Sigfredo Ariel, Jesús David Curbelo, Antonio José Põe-te, Emilio García Montiel, Carlos Alfonso, Frank Abel Dopico, Damaris Calderón, Teresa Melo, Nelson Simón, Juana García Abas, Ronel González, León Estrada, Reinaldo García Blanco, Rito Ramón Aroche, Caridade Atencio, Ismael González Castañer, Carlos Esquivel Guerra, Alpidio Alonso Grau, Alberto Sicília Martínez, Ricardo Alberto Pérez, Manuel Sosa, Sonia Díaz Corrales, Norge Espinosa, Pedro Llanes, Edel Morais, Arístides Vega Chapú, Francis Sánchez, Ileana Álvarez, Rigoberto Rodríguez Entenza, Berta Kaluf, Luis Manuel Pérez Boitel, Laura Ruiz, Odette Alonso, Alberto Lauro, William Navarrete, Carlos Pintado, Alfredo Zaldívar, Yamil Díaz, Edelmis Anoceto Vega e outros muitos mais.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Na década de 1990 surge uma nova corrente na lírica cubana que rompe com o coloquialismo da geração anterior e explora formas estróficas tradicionais e o verso livre em suas possibilidades rítmicas e expresivas, em concordancia com a obra de autores anteriores como José Kozer. O canon da nova poesia aparece na revista independente Jácara [2], em particular em um número de 1995 que faz uma antología da geração. São numerosos os jovens autores que participam da renovação das letras cubanas, apartando da política e ensayando uma lírica mais diáfana e universal. Entre outros, destacam: Luis Rafael, Celio Luis Deita, José Luis Fariñas, Ásley L. Mármol, Aymara Aymerich, David León, Arlén Regueiro, Liudmila Quincoses e Diusmel Machado.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">“Fora de Cuba, a poesia dos poetas emigrados responde pelo geral às linhas criativas que se desenvolvem na sede territorial da evolução da poesia cubana. Muitos destes poetas pertencem à &#8220;Geração do Cinquenta&#8221;, como Heberto Padilla, Belkis Cuza Malé, Juana Rosa Pita, Rita Geada, José Kozer, Angel Quadra, Esteban Luis Cárdenas, Amelia do Castillo, etc.; pode dizer-se que uma maioria dos mais activos têm nascido entre 1945 e 1959, e pelo comum aceitaram o tom conversacional, costumam se afastar, em sua maior parte, dos temas de militancias políticas agressivas e o referente insular se observa tratado com nostalgia, típica da poesia da emigración cubana desde Heredia a nossos dias. O componente político em verdade é discreto, não se escreve pelo comum uma poesia de militancia contra a Revolução (algo pode achar na obra lírica de Reinaldo Areias, por exemplo). Também as variedades formais, estilísticas e de conteúdos costumam ser notáveis, sobretudo porque os núcleos destes poetas estão territorialmente mais dispersos que na Ilha, sendo as principais cidades de reunião Miami, Nova York, México e Madri. Não pode se deixar de notar que dois maestros da poesia cubana, Eugenio Florit e Gastón Baquero, viveram nesta emigración, à que também se somaram Agustín Deita, José Ángel Buesa, Ángel Gaztelu, Justo Rodríguez Santos, Lorenzo García Vega, entre outras assinaturas destacadas da tradição lírica nacional”.[3]</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a name="Narrativa"></a>Narrativa</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Sem dúvidas, a figura cimera da narrativa cubana no século XX é Afasto Carpentier (1904 – 1980). Novelista, ensayista e musicólogo, influiu notavelmente no desenvolvimento da literatura latinoamericana, em particular através de seu estilo de escritura, que incorpora todas as dimensões da imaginación — sonhos, mitos, magia e religião — em sua ideia da realidade. Foi Prêmio Cervantes de Literatura]] e esteve nominado ao Premeio Nobel. Outros importantes novelistas cubanos de talha universal foram José Lezama Lima e Guillermo Cabrera Infante.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a name="Novela"></a>Novela</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">No final do século XIX, com a publicação de Cecilia Valdés (1882) de Cirilo Villaverde, e Meu tio o empregado (1887), de Ramón Meza, a novela cubana terminou de adquirir um semblante próprio.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">No entanto, nos primeiros trinta anos do século XX, a produção de novelas foi relativamente escassa. O narrador mais destacado nesses anos foi Miguel de Carrión, quem edificou um sistema de patrões recreadores do feminino em suas novelas As honradas (1917) e As impuras (1919). Outras destacables novelas desse período foram: Juan Criollo (1927), de Carlos Loveira, e As impurezas da realidade (1929), de José Antonio Ramos.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Pode falar de uma revolução da novela cubana em meados do século XX. À cúspide que significaram a publicação de O reino deste mundo (1949) e No século das luzes (1962), de Afasto Carpentier, podem arrimársele obras como as de Lino Novás Calvo, Enrique Serpa, Carlos Montenegro, Enrique Labrador Ruiz, Doce María Loynaz, e Virgilio Piñera. Junto com o realismo mágico, o absurdo e o real maravilhoso; também confluía o realismo social nas obras temporãs de Lisandro Otero, Humberto Arenal, Jaime Sarusky, Edmundo Desnoes e José Costumar Puig.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Outro momento importante da novelística cubana ocorreu em 1966, ao publicar-se Paradiso de José Lezama Lima, mas nos anos sessenta não devem deixar de se destacar outras novelas de mérito como Pailock, o prestigitador, de Ezequiel Vieta, Celestino dantes da alva, de Reinaldo Areias, Adire e o tempo rompido, de Manuel Granados e o depoimento levado a novela, Biografia de um cimarrón, de Miguel Barnet.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Entre 1967 e 1968, ocorre um estallido importante quando se publicaram, em Cuba e fora de Cuba, obras da talha de Três tristes tigres, de Guillermo Cabrera Infante, O mundo alucinante, de Reinaldo Areias e De onde são os cantores, de Severo Sarduy.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Nos anos 70 foram um paréntesis no alto desenvolvimento do género. A excepção de Afasto Carpentier em seu período final, de Severo Sarduy e do regresso de José Costumar Puig com O pão dormido, a novela cubana entrou em fase cinza, caracterizada assim por Ambrosio Fornet. Mas não podemos deixar de mencionar aqui o impacto internacional que teve a novela Dantes que anochezca, de Reinaldo Areias, em especial em sua versão cinematográfica.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Nem Manuel Cofiño, nem Miguel Cossío puderam acercar à qualidade do período anterior. A naciente novela policial não dava ainda bons frutos e os novelistas que se iniciavam estavam demasiado constreñidos à divisão superficial entre o presente e o passado da Revolução. Para o fim da década, a novela recupera-se com os livros iniciais de Manuel Pereira, Antonio Benítez Vermelho e Alfredo Antonio Fernández, quem voltam sua mirada ao boom, ao mesmo tempo em que nasce outro género dentro e fora de Cuba: a memória novelada, com De Peña Pobre, de Cintio Vitier, e Havana para um infante difunto, de Guillermo Cabrera Infante.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Entre 1983 e 1989, produz-se outra mudança que de novo lança à novela cubana ao interesse nacional e internacional. Obras como Um rei no jardim, de Senel Paz, Temporada de anjos, de Lisandro Otero, As iniciais da terra, de Jesús Díaz, e Oficio de anjo, de Miguel Barnet, voltaram a colocar à crítica e ao leitor ante o fenómeno de um renacer da novelística cubana</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Sobre o acontecer mais recente, e segundo estudos debatidos no Coloquio Internacional &#8220;O mundo caribeño: reptos e dinâmicas&#8221;, celebrado em junho de 2003 na Universidade Michel de Montaigne, Burdeos 3, conclui-se que nos enfrentamos a &#8220;uma literatura que não se cala a boca, da burla, do desencanto, de um pesimismo natural, muito realista, às vezes violenta, que aborda temas que dantes eram tabus, inhibidos ou censurados, tais como a homosexualidad, a discriminação religiosa, a marginalidad, os incidentes da guerra de Angola, a debacle do socialismo, a dupla moral, os novos ricos, a corrupção de pescoço branco, a prostituição, a droga, o futuro incerto, a dor do exílio, etc&#8221;.[4] Entre os autores destacados no coloquio menciona-se a Leonardo Padura, Abilio Estévez, Miguel Mejides,Julio Travieso, Jorge Luis Hernández, Alexis Díaz Pimienta, Ronaldo Menéndez, Mylene Fernández, David Mitrani, Arturo Arango, Guillermo Vidal, Antonio Rodríguez Salvador, Reinaldo Montero, Alberto Garrandés, Eduardo do Plano, Rodolfo Alpízar, Jesús David Curbelo, Raul Aguiar, Luis Cabrera Delgado, Andrés Casanova, Ena Luzia Portela, Alberto Garrido e Francisco López Sacha</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">No entanto, à anterior lista há que acrescentar os nomes de autores fundamentalmente exilados, cujas obras têm atingido um enorme reconhecimento e difusión internacional: Eliseo Alberto Diego, Daína Chaviano, Antonio Orlando Rodríguez, Pedro Juan Gutiérrez, Zoé Valdés, Antonio José Põe-te, Amir Vale, Norberto Fontes e José Manuel Prieto. Existe também o caso de Daniel Chavarría, uruguaio de nascimento, mas que vive em Cuba, que escreve de Cuba e que tem sido multipremiado internacionalmente.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a name="Conto"></a>Conto</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">O primeiro livro integralmente de contos de um autor cubano foi Leituras de Pascuas”, de Esteban Borrero, publicado em 1899. Durante os seguintes quarenta anos, o género começa uma lenta ascensão na ilha, e poucos são os autores que destacam: Jesús Castelhanos com “De terra adentro” (1906), Alfonso Hernández Catá com “Os frutos ácidos” (1915), e “Pedras preciosas” (1924), Luis Felipe Rodríguez com “A pascua da terra natal” (1928), e “Marcos Antilla” (1932), e Enrique Serpa com “Felisa e eu” (1937).</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">A etapa de maturidade começa na quarta década do século XX, com narradores como Virgilio Piñera e seus “Contos Frios” (1956); Afasto Carpentier com “A guerra do tempo” (1958) e Onelio Jorge Cardoso com “O cuentero” (1958); este último autor um genial recreador da vida singela do campo e que tem sido nomeado &#8220;O Cuentero Maior&#8221;.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Até 1960, é importante destacar obras como: “Cayo Canas” (1942), de Lino Novás Calvo; “O galo no espelho” (1953), de Enrique Labrador Ruiz; e “Assim na paz como na guerra” (1960), de Guillermo Cabrera Infante.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">De 1960 até 1966, ocorre uma desaceleración da cuentística nacional, mas a partir desse último ano, com a publicação de “Os anos duros” de Jesús Díaz, começa uma nova descolagem. Até 1970 destacarão obras como “Condenados de Condado” (1968), de Norberto Fontes; “Tempo de mudança” (1969), de Manuel Cofiño, e &#8220;Os passos na erva&#8221; (1970), de Eduardo Heras León. Do mesmo período, também são importantes os livros: “Dias de guerra” (1967), de Julio Travieso; “Escambray em sombras” (1969), de Arturo Chinea; “Ud. sim pode ter um Buick” (1969), de Sergio Chaple, e “Os perseguidos” (1970), de Enrique Cirules, entre outros.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Ao período trascurrido entre 1971 e 1975, conhece-se-lhe como “Quinquénio Cinza”. Depois do Congresso Nacional de Educação e Cultura, celebrado de vinte e três ao trinta de abril de 1971, pretende-se estabelecer a política de abolir as funções inquisitivas e cuestionadoras da literatura, e isto não trouxe boas consequências para a cuentística do momento. Apesar disso, neste quinquénio se publicam obras que vale a pena destacar: “O fim do caos chega quietamente” (1971), de Ángel Arango; “Onoloria” (1973), de Miguel Collazo; “As testemunhas” (1973), de Joel James, e “Caballito branco” (1974), de Onelio Jorge Cardoso.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Completam o decenio obras como “Ao encontro” (1975), de Omar González; “Noite de fósforos” (1976), de Rafael Costumar; “Todos os negros tomamos café” (1976), de Mirta Yáñez; “Os lagartos não comem queijo (1975), de Gustavo Euguren; “Acquaria” (1975), de Guillermo Prieto; “O arco de Belém” (1976), de Miguel Collazo; “Aço” (1977) de Eduardo Heras León e &#8220;O homem que veio com a chuva&#8221; (1979), de Plácido Hernández Fontes.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Nos anos oitenta continuou a ascensão da cuentística cubana. Relevantes são os livros: “O menino aquele” (1980), de Senel Paz; &#8220;Tierrasanta&#8221; (1982), de Plácido Hernández Fontes; “O jardim das flores silvestres” (1982), de Miguel Mejides; “Os lumes no céu” (1983), de Félix Luis Visse; “Donjuanes” e &#8220;Fabriles&#8221; (1986), de Reinaldo Montero; “Descoberta do azul” (1987), de Francisco López Sacha; “Sem perder a ternura” (1987), de Luis Manuel García Méndez; “Se permuta esta casa” (1988), de Guillermo Vidal, “O diabo são as coisas” (1988), de Mirta Yáñez; “Noite de sábado” (1989), de Abel Prieto Jiménez, e “A vida é uma semana” (1990), de Arturo Arango. Livros de representantes desta geração, e que apareceram em décadas posteriores, não devem deixar de se mencionar: “O lobo, o bosque e o homem novo”, de Senel Paz e “Ofelias” de Aida Bahr.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Um verdadeiro auge editorial ocorre a partir de 1990, para dar passo a uma geração conhecida como os “Novísimos”. Alguns dos integrantes desta geração já tinham publicado obras no final dos oitenta: Alberto Garrido, José Mariano Torralbas, Amir Vale, Ana Luz García Calçada, Guillermo Vidal, Jesús David Curbelo, Jorge Luis Arzola, Gumersindo Pacheco, Atilio Caballero, Roberto Urías, Rolando Sánchez Mejías, Sergio Cevedo, Alberto Rodríguez Tosca, e Ángel Santiesteban, entre outros.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">No entanto, estes narradores só vão consolidar sua obra nos anos noventa, uma década onde surgem com força outros autores como: Alberto Guerra Laranjeira, Alexis Díaz-Pimienta, David Mitrani, Carlos Cabrera, Alberto Garrandés, José Miguel Sánchez (Yoss), Verónica Pérez Kónina, Raúl Aguiar, Ricardo Arrieta, Ronaldo Menéndez, Enrique do Risco, Eduardo do Plano, Michel Perdomo, Alejandro Álvarez, Daniel Díaz Mantilla, Ena Luzia Portela, Antonio José Põe-te, Karla Suárez, Jorge Ángel Pérez, Mylene Fernández Pintado, Adelaida Fernández de Juan, Anna Lidia Vega Serova, Gina Picart, Carlos Esquive Guerral, Félix Sánchez Rodríguez, Marcial Gala, Rogelio Riverón, Jorge Ángel Hernández, Lorenzo Lunar, Marco Antonio Calderón Echemendía, Antonio Rodríguez Salvador, Pedro de Jesús López, Luis Rafael Hernández, Michel Encinosa e Juan Ramón da Portilla, entre outros.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a name="Ensaio"></a>Ensaio</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Cuba conta com uma tradição ensayística importante, iniciada na primeira metade do século XIX, e na que destacam muitos autores célebres. Familiares às letras universais são os nomes de Afasto Carpentier, José Lezama Lima, Guillermo Cabrera Infante, Ramiro Guerra, Emilio Roig de Leuchsenring, Cintio Vitier, Jorge Mañach, Graziella Pogolotti, Roberto Fernández Retamar, e outros muitos mais.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Até 1959 destacaram-se fundamentalmente o etnógrafo Fernando Ortiz, que escreveu obras como Açúcar e População das Antillas (1927) e Contrapunteo cubano do fumo e o açúcar (1940); Emilio Roig de Leuchsenring com obras como Cuba não deve sua independência aos Estados Unidos (1950); José Lezama Lima com Analecta do relógio (1953) e Tratados em Havana (1958), e uma longa lista que inclui autores como Jorge Mañach, Ramiro Guerra, Juan Marinello, Medardo Vitier, José Antonio Portuondo, Carlos Rafael Rodríguez e Raúl Roa.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Na segunda metade do século XX e o trascurrido do XXI, o desenvolvimento da ensayística não se detém, e o género conta com dezenas de cultivadores entre escritores, poetas e pesquisadores. Imprescindibles são os nomes de Roberto Fernández Retamar, Ambrosio Fornet, Graziella Pogolotti, Leonardo Deita, Eduardo Torres Gruta, Rafael Vermelhas, Jorge Luis Arcos, Enrique Sainz, Luis Álvarez, Virgilio López Lemus, Alberto Garrandés, Jorge Ángel Hernández e muitos outros mais.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a name="Literatura_para_meninos_e_jovens"></a>Literatura para meninos e jovens</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">O arranque da literatura escrita para jovens e meninos em Cuba pode situar-se a princípios do século XIX. Em dois poetas: José Manuel Zequeira e José María Heredia, encontramos elementos líricos que se identificam com este género, em tanto o poema O rouxinol, o príncipe e o ayo, de Heredia, é já uma obra para jovens em todo seu alcance.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Durante este século destacam também Cirilo Villaverde com O librito dos contos e as conversas (1847); Eusebio Guiteras Fonts, com seus livros de leituras, empregados como textos oficiais no ensino primário; e Francisco Javier Balmaceda com Fabulas morais (1861). No entanto, no século XIX este género só atinge valores trascendentales com a obra de José Martí, sobretudo com sua poemario Ismaelillo (1882), além de outros poemas e contos publicados na revista A idade de ouro (1889).</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Na primeira metade do século XX continua-se escrevendo literatura para meninos e jovens. Nesta época destacam fundamentalmente Doce María Borrero, com seus Cantos escoares, Emilio Bacardí Moreu com Contos de todas as noites, livro publicado tardiamente em 1950; René Potts com Romancero da maestrilla (1936); e Emma Pérez Téllez, com Menina e o vento de manhã (1938) e Ilha com sol (1945); os dois últimos são autores de poesia. No entanto, a maior trascendencia atinge-a a autora Hilda Perera Soto, com Contos de Apolo (1947), uma obra essencial dentro da literatura para meninos e jovens em Cuba.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Nos anos quarenta destaca, ademais, Raúl Ferrer com Romancillo das coisas negras e outros poemas; e nos cinquenta Doura Alonso, principalmente com a saga de Pelusín do Monte (teatro), uma personagem que à postre deveio fantoche nacional.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Durante os anos sessenta aparecem dois autores importantes: Renee Méndez Capote, quem publica Memórias de uma cubanita que nasceu com o século (1963), e Herminio Almendros com Ouros velhos (1965), e Tinha uma vez (1968)</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Em 1974 aparecem dois livros paradigmáticos, ao publicar-se Jogos e outros poemas de Mirta Aguirre, e Caballito Blanco (contos) de Onelio Jorge Cardoso. Depois apareceriam outras obras medulares como Pelo mar das Antillas anda um barco de papel (1978), de Nicolás Guillén e Palomar (1979) de Doura Alonso, O livro de Gabriela (1985) de Adolfo Martí Fontes; Roda a rodada, (1985) de David Chericián; Sonhar acordo (1988), de Eliseo Diego, e A noite (1989), de Excilia Saldaña.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Na actualidade, o movendo literário para meninos e jovens é amplo, e destacam muitos autores, entre os que se encontram: Antonio Orlando Rodríguez, José Manuel Espino, Aramís Quintero, Ivette Vian, Enid Vian, Joel Frank Rosell, Julia Calzadilla, Julio M. Llanes, Freddy Artiles, Enrique Pérez Díaz, Alfonso Silva Lê,Luis Cabrera Delgado, René Fernández Santana, Emma Romeu, Nelson Simón, Ramón Luis Herrera, Froilán Escobar, Esther Suárez, Omar Felipe Mauri, Niurki Pérez García, Mildre Hernández Bairros, Nersys Felipe, Luis Rafael Hernández, Teresa Cárdenas Angulo, Luis Caissés, Magali Sánchez, entre outros.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a name="Refer.C3.AAncias"></a>Referências</p>
<ol>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a name="cite_note-0"></a>↑ Jorge Luis Arcos. Prólogo às palavras são Ilhas. Introdução à poesia cubana do século XX. Editorial Letras Cubanas, 1999.</p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a name="cite_note-1"></a>↑ Muestrario Antológico da poesia cubana. Cem poetas (CubaLiteraria). Virgilio López Lemus em Prólogo</p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a name="cite_note-2"></a>↑ Virgilio López Lemus. Ob. Cit. ([1])</p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a name="cite_note-3"></a>↑ Lhe monde caraïbe: défis et dynamiques. Visions identitaires, diasporas, configurations culturelles. Actes du colloque international. Publications da Maison dês Sciences de l&#8217;Homme d&#8217;Aquitaine, France, 2005. Sous a direction de Christian Lerat. Université Bordeaux 3. Pag. 171</p>
</li>
</ol>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Courier New;"><span style="font-size: x-small;"><br />
</span></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>I Encontro Estadual de Circo, Dança e Teatro do RS</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 01:18:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Ministério da Cultura &#8211; Representação Regional Sul convida para o I Encontro Estadual de Circo, Dança e Teatro do RS, que ocorrerá no dia 24 de julho, entre 11h e 18h, no Santander Cultural, em Porto Alegre..
O evento é uma iniciativa da ASGADAN &#8211; Associação Gaúcha de Dança e SATED/RS &#8211; Sindicato dos Artistas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/circo-danca.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8942" title="circo danca" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/circo-danca.jpg" alt="circo danca" width="264" height="295" /></a>O Ministério da Cultura &#8211; Representação Regional Sul convida para o I Encontro Estadual de Circo, Dança e Teatro do RS, que ocorrerá no dia 24 de julho, entre 11h e 18h, no Santander Cultural, em Porto Alegre..</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">O evento é uma iniciativa da ASGADAN &#8211; Associação Gaúcha de Dança e SATED/RS &#8211; Sindicato dos Artistas e Técnicos de Espetáculos de Diversões do Rio Grande do Sul e conta com o apoio do Ministério da Cultura, por meio de sua Representação Regional Sul e da Fundação Nacional de Artes &#8211; FUNARTE, do Santander Cultural, entre inúmeras outras entidades, universidades e grupos.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Diversos representantes do Ministério da Cultura, assim como o presidente da Funarte, Sérgio Manberti, participarão das mesas de debate ao lado de representantes das entidades gaúchas.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Também está sendo organizado um almoço no Restaurante Moeda, no próprio Santander Cultural, com os representantes do Ministério da Cultura e FUNARTE. Os interessados devem confirmar presença através do e-mail <a href="mailto:almocomincfunarte@gmail.com">almocomincfunarte@gmail.com</a> (convites limitados).</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Mais informações : <a href="http://www.satedrs.org.br/">http://www.satedrs.org.br/</a></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Atenciosamente,</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Ministério da Cultura &#8211; Representação Regional Sul</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Rua André Puente, 441/604 &#8211; B. Independência,</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Porto Alegre &#8211; RS/ CEP: 90.035-150</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">(51) 3395 3423/ RRSul/MinC (51) 3311 5331</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://www.cultura.gov.br/">WWW.cultura.gov.br</a></p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=8941&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>I FESTIVAL DE DANÇA DE FLORIANÓPOLIS</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 21:33:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ÚLTIMOS DIAS PARA SE INSCREVER NO PRÊMIO DESTERRO – Bailarinos de todo o Brasil podem se inscrever até o dia 30 de julho para concorrer a uma premiação total de 17 mil reais. No próximo dia 30, será encerrado o prazo de inscrição para escolas, academias, grupos, companhias e bailarinos profissionalizados ou não de todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm" align="left"><span style="font-size: small;"><span style="TEXT-DECORATION: none"><span><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/desterro-premio.jpg"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-8889" title="desterro premio" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/desterro-premio.jpg" alt="desterro premio" width="328" height="228" /></strong></a>ÚLTIMOS DIAS PARA SE INSCREVER NO PRÊMIO DESTERRO – </span></span></span><em><span style="font-size: small;"><span style="FONT-STYLE: normal"><span style="TEXT-DECORATION: none"><span>Bailarinos de todo o Brasil podem se inscrever até o dia 30 de julho para concorrer a uma premiação total de 17 mil reais. </span></span></span></span></em><span style="font-size: medium;">No próximo dia 30, será encerrado o prazo de inscrição para escolas, academias, grupos, companhias e bailarinos profissionalizados ou não de todo o País participarem do Prêmio Desterro – I Festival de Dança de Florianópolis. O evento ocorrerá de 20 a 22 de agosto, no Teatro Governador Pedro Ivo, anexo ao Centro Administrativo do Governo do Estado, na Capital catarinense, e distribuirá aos vencedores um total de R$ 17 mil – a segunda maior premiação oferecida em Santa Catarina a eventos semelhantes, atrás apenas do Festival de Dança de Joinville.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: medium;">O formato da competição estabelece duas categorias de faixa etária: júnior (nascidos de 1994 a 1996) e adulto (nascidos até 1993). Os gêneros de dança previstos no regulamento são balé clássico, dança contemporânea, dança de rua, dança de salão, danças populares, </span><span style="font-size: medium;"><em>jazz</em></span><span style="font-size: medium;"> e sapateado. Dependendo da modalidade, da categoria e do subgênero (solo, duo ou trio e conjunto), as coreografias devem ter duração máxima de três a seis minutos. Para os conjuntos, é obrigatória a quantidade mínima de quatro bailarinos. Cada grupo ou bailarino poderá inscrever até quatro trabalhos por gênero, sendo dois em cada categoria (júnior e adulto).</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: medium;">Devido ao grande número de interessados, é possível que os organizadores encerrem a inscrição de determinados gêneros antes do previsto</span><span style="font-size: medium;">. As fichas dos candidatos deverão ser enviadas por meio do </span><span style="font-size: medium;"><em>site</em></span><span style="font-size: medium;"> oficial </span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.premiodesterro.com.br/"><span style="font-size: medium;">www.premiodesterro.com.br</span></a></span></span><span style="font-size: medium;"> e a documentação solicitada remetida por Sedex (valendo a data do carimbo dos Correios). A lista dos participantes será publicada no </span><span style="font-size: medium;"><em>site</em></span><span style="font-size: medium;"> oficial até o dia 5 de agosto.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: medium;">As taxas de inscrição por bailarino têm os seguintes custos:</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: medium;">*Conjunto (mais de quatro bailarinos): R$ 30,00.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: medium;">*Trio: R$ 35,00.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: medium;">*Duo: R$ 40,00.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: medium;">*Solo: R$ 50,00.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: medium;">*Assistentes, diretores e coordenadores: R$ 15,00 (independente do número de coreografias inscritas).</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: medium;">*Coreógrafos: isentos.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: medium;">Estes valores correspondem à participação dos bailarinos em apenas uma coreografia. Quem for dançar em outro trabalho deverá pagar taxa adicional de R$ 15,00 por coreografia.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: medium;"><strong>Avaliação e premiação</strong></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: medium;">Cinco profissionais de reconhecimento nacional na área da dança formarão a comissão julgadora e escolherão os três primeiros colocados em cada um dos sete gêneros. Descartando-se a maior e a menor nota aferidas, serão somadas as outras três para a média final. O primeiro lugar será o que atingir a maior média acima da nota 9; o segundo, a média imediatamente inferior ao primeiro lugar e acima de nota 8; e o terceiro, a média imediatamente inferior ao segundo lugar e acima de nota 7.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: medium;">O primeiro classificado em cada gênero receberá R$ 1 mil em dinheiro e troféu. A estatueta também será concedida aos segundos e terceiros colocados. Além disso, será oferecido o Prêmio Desterro, no valor de R$ 10 mil, ao grupo eleito o melhor do festival. A escolha será feita por um júri composto por três integrantes da primeira comissão julgadora e mais dois membros da comissão organizadora.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: medium;">Assessoria de comunicação:</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: medium;">Marcos Reichardt Cardoso (SC 00461 JP)</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-size: medium;">(48) 9972-0991</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="mailto:marcosreichardtcardoso@yahoo.com.br"><span style="font-size: medium;">marcosreichardtcardoso@yahoo.com.br</span></a></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="color: #0000ff;"></span></p>
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		<title>RIO SEDIARÁ TRIBES BRASIL EDIÇÃO 3</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 18:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[                                                                       
  A cidade do Rio de Janeiro será palco do maior evento nacional de dança tribal deste ano – o TRIBES BRASIL® Edição 3, cuja proposta é unir, difundir e promover a integração e troca de experiências entre professores, bailarinos, coreógrafos, aspirantes e os amantes deste novo estilo que conquistou admiradores no mundo todo. Durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>            <a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/2010_Cartaz_Shows_ORKUT.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8886" title="2010_Cartaz_Shows_ORKUT" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/2010_Cartaz_Shows_ORKUT.jpg" alt="2010_Cartaz_Shows_ORKUT" width="237" height="283" /></a>                                                           </p>
<p>  A cidade do Rio de Janeiro será palco do maior evento nacional de dança tribal deste ano – o TRIBES BRASIL® Edição 3, cuja proposta é unir, difundir e promover a integração e troca de experiências entre professores, bailarinos, coreógrafos, aspirantes e os amantes deste novo estilo que conquistou admiradores no mundo todo. Durante dois dias o visitante participará de uma programação diversificada, composta de Pocket Shows, palestras, mostras de vídeo, oficinas técnicas e feira de produtos. Os Pocket-Shows, apresentações gratuitas de curta duração, acontecem duas vezes durante o evento, podendo ter solos, duplas, trios ou grupos. A idéia é que as artistas fiquem prontas, circulando com seus figurinos exóticos e no momento marcado, ao serem anunciadas, subam ao palco para a apresentação. Site do evento. <a href="http://www.festivaltribal.com.br">www.festivaltribal.com.br</a></p>
<p> </p>
<p>24 e 25 de Julho de 2010</p>
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		<title>Encontro de Saberes</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 16:57:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi ratificada a parceria entre o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC), o Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC), e a universidade, para a realização do Projeto Encontro de Saberes.
A cerimônia aconteceu na noite dessa quarta-feira, 15 de julho, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/lapis1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8883" title="lapis1" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/lapis1.jpg" alt="lapis1" width="299" height="226" /></a>Foi ratificada a parceria entre o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC), o Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC), e a universidade, para a realização do Projeto Encontro de Saberes.</p>
<p>A cerimônia aconteceu na noite dessa quarta-feira, 15 de julho, no Auditório da Reitoria da Universidade de Brasília (UnB). O Encontro de Saberes, lançado no último dia 13, levará para as salas de aula da universidade os mestres de ofício e artes das culturas populares e indígenas.</p>
<p>O ministro da Cultura, Juca Ferreira, que não pode comparecer à cerimônia, foi representado pelo chefe de gabinete, Eduardo Mattedi. O ministro enviou uma mensagem que foi lida durante a solenidade, ressaltando a importância do projeto piloto. “Temos muito a aprender com esses mestres que a universidade começa a receber em seu território”, afirmou.</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=8882&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>A Peça é Comédia?</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/artes-cenicas/a-peca-e-comedia/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 13:55:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A nova comédia  do autor e jornalista Gilberto Amendola tem como tema o universo de uma montagem teatral onde absolutamente tudo dá errado. Conforme define seu diretor é “uma comédia sobre a montagem de um drama”.  Décima quarta  montagem da Cia Encena, a peça, dirigida por Orias Elias,  traz em seu elenco três atores-fundadores  da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/apeçacomedia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8862" title="apeçacomedia" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/apeçacomedia.jpg" alt="apeçacomedia" width="324" height="265" /></a>A nova comédia  do autor e jornalista Gilberto Amendola tem como tema o universo de uma montagem teatral onde absolutamente tudo dá errado. Conforme define seu diretor é “uma comédia sobre a montagem de um drama”.  Décima quarta  montagem da Cia Encena, a peça, dirigida por Orias Elias,  traz em seu elenco três atores-fundadores  da Cia.</em></p>
<p>O que acontece quando o imponderável decide &#8220;derrubar&#8221; uma peça de teatro? Como seria uma noite de estréia em que tudo (mas tudo mesmo) dá errado e se transforma em um gigantesco desastre? O que acontece antes e depois de um espetáculo? Como são os ensaios? E quando o pano cai? O que acontece no camarim? </p>
<p>A peça se propõe  levar a público o que move atores nessa luta árdua que é montar, na raça, uma peça de teatro nos dias de hoje. E isso desde o momento em que se escolhe um texto até a sua noite de estréia.</p>
<p>&#8220;A Peça&#8221; mostra, em três movimentos, o antes, o durante e o depois de uma produção teatral.</p>
<p>No primeiro ato, três atores (Pablo Garcia, Tony Torres e Ricardo Cruz) reúnem-se para discutir a realização de um espetáculo. Será a primeira vez que eles irão discutir o texto e tratar da montagem. Claro que esse é um encontro disperso; os atores acabam falando de tudo (vida, trabalho, amores, frustrações) e têm grande dificuldade em se concentrar na primeira leitura. Neste ato, descobrimos que &#8220;a peça&#8221; se passa na idade média e que irá mostrar três homens totalmente diferentes, isolados do mundo, tendo em comum serem vítimas de uma mesma tragédia.</p>
<p>No segundo ato, o público é atirado para dentro da noite de estréia, mais especificamente para os momentos finais “da peça”, a partir do momento em que tudo começa a dar errado. Algo muito grave aconteceu, os atores estão dispersos, esquecendo falas, fazendo improvisos descabidos e até ameaçando abandonar a peça. Como corolário, problemas técnicos se acumulam e a platéia começa a abandonar o teatro. O que aconteceu para “a peça” desandar?</p>
<p>A resposta está no terceiro ato. É lá que o público vai descobrir que &#8220;diabos aconteceu” com o espetáculo:  uma chocante descoberta envolvendo seus  atores.<br />
Com  humor ácido e ferino, em ritmo ágil e grandiloqüente,  &#8220;A Peça&#8221; é para rir e se emocionar com a aventura improvável que é fazer teatro!</p>
<p><strong>Elenco </strong></p>
<p>No elenco estão três atores da companhia Encena, juntos desde sua formação há 13 anos, em 14 montagens (Walter Lins, Orias Elias e Claudio Bovo).</p>
<p><strong>Sobre o autor</strong></p>
<p>Gilberto Amendola é <strong>jornalista</strong>. Atua como repórter do caderno Variedades do Jornal da Tarde e assina uma coluna quinzenal de crônicas no mesmo jornal. Como <strong>dramaturgo</strong>, escreveu peças para empresas entre 1996 e 1998, e estreou em circuito comercial com a peça <em>Asdrúbal C &#8211; O Viajandão</em>, em 1998. Vieram depois as comédias <em>Antibióticos, Espeto de Coração, Sex Shop Café e Nos 80</em>, todas montadas pela Cia. Encena. É ainda <strong>autor </strong>dos livros <em>Assassinatos sem a menor importância</em>, da Coleção Repórter Especial; <em>Meninos Grávidos</em> &#8211; o drama de ser pai adolescente, também da Coleção Repórter Especial (Ed. Terceiro Nome), <em>Maria Antônia &#8211; a história de uma guerra</em> (ED. Letras do Brasil) e <em>Haja Saco &#8211; o livro</em> (Ed. Multifoco).</p>
<p><strong>Sobre a Cia de Teatro Encena</strong></p>
<p>A Companhia de Teatro ENCENA, sediada no Butantã, foi fundada em 1997. Desde sua fundação, desenvolve um trabalho que visa analisar o Homem dentro dos contextos social e político das diferentes fases da história e estudar o efeito da passagem do tempo sobre a vida das pessoas.  A ENCENA já produziu <strong><em>O Interrogatório</em></strong>, de Peter Weiss (1998); <strong><em>Antibióticos</em>,</strong> de Gilberto Amendola (1998), <strong><em>Nossa Cidade</em></strong>, de Thornton Wilder (1999); <strong><em>DeFriquepauerPopcornShow</em>,</strong> de Marco Moreira e Walter Lins (2000); <strong><em>O Grande Amor de Nossas Vidas</em></strong><em>, </em>deConsuelo de Castro (2001); <strong><em>Espeto de Coração</em>,</strong> de Gilberto Amendola (2002); <strong><em>O Mercador de Veneza</em></strong>, de William Shakespeare (2003, remontada em 2005); <strong><em>Sex Shop Café</em></strong>, deGilberto Amendola (2004); <strong><em>Leonor de Mendonça</em></strong>, de Gonçalves Dias (2006);  <strong><em>Nos 80&#8230;</em></strong><em>, </em>de Gilberto Amendola  (2008); <strong><em>JingoBel </em></strong>de Claudio Simões (2009) e <strong><em>Os Ossos do Barão </em></strong> de Jorge Andrade (2010).<br />
Em 2007, na sede da Cia foi criado um espaço cultural com platéia de 60 lugares. Especialmente para o espaço, foram criadas duas peças infantis: <strong><em>Julia Quer Ser Fada</em></strong>, deWalter Lins (2007) e <strong><em>A Liga Subaquática e O Monstro da Poluição</em>,</strong> de Wagner Pereira (2008). Além de apresentação de espetáculos, o espaço é também usado para oficinas, destinadas à comunidade do entorno.</p>
<p><strong>ESTREIA 30 DE JULHO DE 2010</strong><br />
<strong>Local:</strong> Teatro Augusta &#8211; Sala Experimental (55 lugares)<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Augusta, 943 – Cerqueira César. Telefone:<strong> </strong>3151-4141.<br />
<strong>Horário(s):</strong> Sextas, às 21h30;  Sábados, às 21h e Domingos, às 19h.<br />
<strong>Preço(s):</strong> R$ 30,00 (inteira)<br />
<strong>Classificação:</strong> 14 anos<br />
<strong>Duração:</strong> 55 minutos<br />
<strong>Temporada: </strong>até 26 de Setembro de 2010.<br />
Possui acesso para deficientes.<br />
Estacionamento.<br />
Venda de Ingressos: <a href="http://www.ingressorapido.com.br/">www.ingressorapido.com.br</a></p>
<p>Contato:<br />
<strong>Cia Encena   </strong>e-mail: <strong><a href="mailto:encena@encena.art.br">encena@encena.art.br</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=8861&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>AnimaMundi 2010</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/animamundi-2010/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 21:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O 17° Festival Internacional de Animação do Brasil (Anima Mundi) &#8211; hoje, um dos três maiores eventos do setor no mundo &#8211; acontece de 16 a 25 de julho no Rio de Janeiro e de 28 de julho a 1° de agosto em São Paulo. O festival completa 18 anos comemorando a expansão do mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0.5cm;" align="left"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/animamundi2010.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8841" title="animamundi2010" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/animamundi2010.jpg" alt="animamundi2010" width="321" height="235" /></a>O 17° Festival Internacional de Animação do Brasil (Anima Mundi) &#8211; hoje, um dos três maiores eventos do setor no mundo &#8211; acontece de 16 a 25 de julho no Rio de Janeiro e de 28 de julho a 1° de agosto em São Paulo. O festival completa 18 anos comemorando a expansão do mercado brasileiro de animação. Este ano, foram mais de 300 inscrições de filmes brasileiros.</p>
<p>Para esta edição, os diretores receberam mais de 1500 inscrições e selecionaram 452 filmes de vários países, como França, Alemanha, Austrália, Israel, Polônia, Argentina, Taiwan, Letônia, Coréia do Sul, Finlândia, Rússia, Singapura e China, além da estreante República da Macedônia.</p>
<p>Na última segunda-feira, 12 de julho, na Praça do Centro Cultural Correios, no Rio de Janeiro, aconteceu a cerimônia de abertura do evento, ao qual compareceu o secretário do Audiovisual, Newton Cannito, representando o Ministério da Cultura.</p>
<p>Responsável direto por toda esta revolução na área, o Anima Mundi &#8211; criado em 1993 pelos animadores Aída Queiroz, Cesar Coelho, Lea Zagury e Marcos Magalhães &#8211; deixou de ser apenas uma vitrine de exibição de curtas e longas-metragens para se tornar uma plataforma de difusão, debate e fomento ao setor no país.</p>
<p>Um dos três maiores eventos de animação do mundo e o maior do hemisfério sul, o Anima Mundi já exibiu 5.927 filmes e levou quase um milhão de espectadores às salas de cinema, oficinas, debates e workshops que promoveu. O evento tem apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocínio da Petrobras.</p>
<p>Informações e a programação completa no site <a href="http://www.animamundi.com.br/">www.animamundi.com.br</a></p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=8840&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Contagem regressiva para o ritmo portenho invadir Curitiba</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/almanaque-brasil-cultura/contagem-regressiva-para-o-ritmo-portenho-invadir-curitiba/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 20:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Tango]]></category>

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		<description><![CDATA[A capital paranaense sediará o 2º Brasil Tango Championship - Etapa Brasil. Na próxima quinta-feira (15/07), às 20 horas, os apreciadores do tango terão uma boa oportunidade de acompanhar a dança de perto no maior evento nacional da categoria. Para dar início a este grande acontecimento será realizada uma abertura com diversas atrações e entrada gratuita. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/tango2010.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8835" title="tango2010" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/tango2010.jpg" alt="tango2010" width="226" height="245" /></a>A capital paranaense sediará o </em><em>2º</em> Brasil Tango Championship <em>- Etapa Brasil.</em><strong> </strong>Na próxima quinta-feira (15/07), às 20 horas, os apreciadores do tango terão uma boa oportunidade de acompanhar a dança de perto no maior evento nacional da categoria. Para dar início a este grande acontecimento será realizada uma abertura com diversas atrações e entrada gratuita. E para encerrar o evento no domingo (18/07), a atriz Letícia Sabatella vai apresentar o seu talento musical cantando um novo tango de sua autoria.</p>
<p>A capital paranaense foi escolhida para ser a sede oficial <em>2º</em> Brasil Tango Championship  e uma das Sub-Sedes Mundiais. O torneio, realizado em Curitiba entre os dias 16 e 18 de julho, qualifica os candidatos para o Campeonato Mundial de Tango, marcado para agosto, em Buenos Aires. “A cidade foi selecionada por ter sido avaliada como cidade neutra, cultural e ecumênica no panorama do tango brasileiro”, afirma o produtor do evento nacional, Oldemar Teixeira. </p>
<p>Os casais que pretendem disputar o campeonato poderão se inscrever nas categorias tango de salão e tango de palco. Os dois pares vencedores serão oficialmente declarados Campeões Brasileiros,<strong> </strong>mediante júri autorizado por Buenos Aires e receberão como premiação: Certificado Oficial, Taças de Campeão e acesso direto à competição na capital argentina. Também ganharão passagens aéreas e hotel, pagos pela produção brasileira. Além dessas duas categorias, no sábado (17/07), haverá uma inovadora MOSTRA na categoria <em>Tango Novo</em>.</p>
<p>Vale lembrar que tanto amadores como profissionais podem participar do <strong>2º Brasil Tango Championship. </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Tango eletrônico</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Criado para atrair o público jovem, o tango novo, como também é conhecido, será testado pela primeira vez como categoria de dança no Brasil Tango Championship. O tango renovou-se com o advento do estilo eletrônico e com isso passou a atrair e formar um novo público: os jovens.  </p>
<p>Segundo Oldemar Teixeira, produtor do Brasil Tango Championship &#8211; maior evento do gênero – a dança vem se reciclando. “No tango eletrônico, a leveza coreográfica encontra-se com o espírito de improvisação dos jovens. Se formos avaliar, a juventude não aceita se prender a fórmulas. E isso contribuiu para a renovação na dança”, afirma. O termo <em>Tango Novo</em> é mais conhecido pelos que praticam a dança, já que entre os que apenas costumam ouvi-lo, identificam-no como Tango eletrônico &#8211; fusão de sonoridades, em um mix harmonioso e perfeito entre o tradicional e o moderno. “Na dança, este estilo trouxe um novo ar com a introdução de movimentos “fora do eixo”, leves e elásticos. Todos bem ao gosto da nova geração”, comenta Teixeira.<strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">PROGRAMAÇÃO:</span></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">15/07 (quinta-feira), às 20 horas:</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Show performático com Neuza Abbes</p>
<p>Show Clássico para apresentação dos jurados</p>
<p>Show para apresentação das modalidades</p>
<p>Show do grupo Narcotango</p>
<p>Milonga com o grupo Ojos de Tango</p>
<p> </p>
<p><span style="text-decoration: underline;">16/07 (sexta-feira)<strong> , às 20 horas:</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Campeonato</p>
<p>Shows com bailarinos</p>
<p>Show com Narcotango</p>
<p>Milonga com Ojos de Tango<strong> </strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p> </p>
<p><span style="text-decoration: underline;">17/07 (sábado)<strong> , às  20 horas:</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Mostra de Tango Novo, com bailarinos inscritos e comentários do corpo de jurados.</p>
<p>Noite do Tango Novo com Narcotango e Bailarinos</p>
<p>Shows</p>
<p>Milonga com Ojos de Tango  </p>
<p><strong></strong></p>
<p> </p>
<p><span style="text-decoration: underline;">18/07 (domingo) <strong>, às  20 horas:</strong></span></p>
<p> </p>
<p>Show performático com Neuza Abbes; Jack e Letícia Sabatella</p>
<p>Campeonato</p>
<p>Shows incluindo Narcotango</p>
<p>Entrega do Premio Arena Tango</p>
<p>Lançamento do tango TONTERÍA com Letícia Sabatella </p>
<p>Resultado Final do 2º Brasil Tango Championship</p>
<p>Bailando com os Campeões</p>
<p>Milonga de Cierre com Ojos de Tango </p>
<p><strong></strong></p>
<p><em></em> </p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span></em><em>: </em></p>
<p><em>2º</em><em> Brasil Tango Championship </em><em>- Etapa Brasil</em></p>
<p><em>Data: 15 julho (abertura) e 16 a 18 de julho</em></p>
<p><em>Horário: 20 horas</em></p>
<p><em>Local: Faustus Music Show</em></p>
<p><em>Rua Matheus Leme, 3690</em><em> </em></p>
<p><strong><em>Informações</em></strong><strong>: <a href="http://www.brasilcultura.com.br/uebi/redir.php?http://www.brasiltangochampionship.com/" target="_blank">www.brasiltangochampionship.com</a> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>2º </em></strong><em>Brasil Tango Championship </em><strong><em> </em></strong></p>
<p><em>Assessoria de imprensa &#8211; Literal Link Comunicação Integrada</em><em><br />
</em><em>Mayra Almeida </em><em>/ Aldo Ribeiro</em><em> </em></p>
<p><em>MTB 6377-PR </em><em>/ MTB 2184-PR</em></p>
<p><em>41 3015.2222 / 41 8502-3440</em><em> </em></p>
<p><em><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-admin/newmsg.php?sid=083737f4ea2acc55a0995cbd576c28ce&amp;tid=default&amp;lid=pt_BR&amp;to=mayra@literallink.com.br" target="_top">mayra@literallink.com.br</a></em><em><br />
<a href="http://www.brasilcultura.com.br/uebi/redir.php?http://www.literallink.com.br/" target="_blank">www.literallink.com.br</a></em></p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=8834&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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