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	<title>Brasil Cultura &#187; Antropologia</title>
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	<description>O portal da cultura brasileira</description>
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		<title>Xangô Rezado Alto celebra a Memória do conhecido “Quebra de 1912”</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 10:58:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na próxima quarta, 01 de fevereiro, uma importante página poderá está sendo escrita na história de Alagoas, enquanto outra será virada. Há 100 anos um dos episódios mais tristes do estado estava em curso, com a destruição de todas as casas de matriz africana de Maceió, o que causou feridas que até hoje estão abertas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/axango.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-16057" title="axango" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/axango-300x224.jpg" alt="" width="240" height="157" /></a>Na próxima quarta, 01 de fevereiro, uma importante página poderá está sendo escrita na história de Alagoas, enquanto outra será virada. Há 100 anos um dos episódios mais tristes do estado estava em curso, com a destruição de todas as casas de matriz africana de Maceió, o que causou feridas que até hoje estão abertas e com as quais convivemos e sofremos.</p>
<p style="text-align: justify;">Da destruição e perseguição dos seguidores e admiradores da cultura afro-brasileira, muitos se sentiram obrigados a abandonar sua cidade e mudar-se para outros estados, ajudando a desenvolver sua cultura em novos ares em estados como Pernambuco e Bahia.</p>
<p style="text-align: justify;">Para marcar esse centenário e trazer a discussão sobre a intolerância religiosa e cultural, a Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL) realiza neste ano o projeto Xangô Rezado Alto, uma referência antagônica do que ficou conhecida a prática de se celebrar seus ritos com os atabaques sendo tocados timidamente, ou simplesmente baixo, o que ficou conhecido por &#8220;xangô rezado baixo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia surgiu de uma série de fatos e ações desenvolvidas por seguidores, populares, estudiosos e admiradores da cultura afro em Alagoas, como os professores universitários Edson Bezerra, Rachel Rocha, Clébio Araújo e do saudoso Marcial Lima, quando estava a frente da Fundação Municipal de Ação Cultural em meados dos anos 2000. Outros dois movimentos lembrando o episódio ocorreram em 2006 e 2007, sempre com a participação popular, mas ainda com pouca força.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto &#8220;Xangô Rezado Alto – o centenário do Quebra&#8221; surgiu de uma inquietação da nova gestão da UNEAL, hoje representada pelo reitor Jairo Campos e do vice-reitor Clébio Araújo, que procurou à época (2010) o consultor para projetos culturais, Vinícius Palmeira, para formatação e tramitação do projeto no Ministério da Cultura, culminando, no fim de 2011, na aprovação e liberação de recursos federais oriundos do Fundo Nacional de Cultura.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo em seguida as Federações e Comunidades Terreiros de Alagoas foram convidadas a participar do projeto, e assim uma forte aliança entre a academia e o popular foi formada, em prol de uma das maiores manifestações culturais que o estado já viu, não para protestar ou festejar, mas para celebrar a memória, com paz, de um fato determinante para a formação histórico-cultural do alagoano neste último século. Além de uma grande rede de parceiros que aderiram ao projeto como UFAL, Federações e Comunidades Terreiros de Alagoas, CESMAC, Secretaria de Estado da Cultura, Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos, ITERAL, IHGAL, IPHAN, Secretaria de Estado da Educação, BRASKEN, Articulação da Cultura Popular e Afroalagoana e IZP.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Esse é um projeto fundamentado em diversas ações realizadas por nós e tantas outras pessoas, há pelo menos 07 anos junto ao movimento negro e manifestações culturais de matriz africana em Alagoas e isso só se concretizou graças à união de todos&#8221;, explicou o vice-reito da UNEAL, Clébio Araújo.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Reitor Jairo de Campos, &#8220;A UNEAL vive um momento de maior aproximação com a comunidade e os movimentos sociais, e esse episódio é bastante emblemático, por isso pretendemos dar mais visibilidade às manifestações de cultura negra em Alagoas e buscamos no Ministério da Cultura o apoio financeiro para isso, com uma contrapartida nossa e juntamente com outros parceiros. Desta forma, assim, podermos demonstrar o poder de reação e resistência, elevando a auto-estima do povo alagoano, num trabalho que iniciou-se em outubro de 2010 e que agora colocamos em prática&#8221;.O projeto inicia-se nesta próxima quarta (01), mas se estenderá até o mês de maio com ações como seminário, congressos, prêmio cultural etc&#8230; pondo em discussão tudo que cerca, não só o fato do &#8220;quebra&#8221; em si, mas também os anseios e necessidades de todo um movimento sócio-religioso e cultural.</p>
<p style="text-align: justify;">O Cortejo</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 01 de fevereiro acontecerá um grande cortejo reunindo babalorixás, yalorixás, ogãs, artistas, grupos, admiradores e populares que juntos sairão, vestidos de branco, às 15h da Praça D. Pedro II (Praça da Assembleia), percorrendo a Rua do Sol, fazendo duas homenagens: uma à Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, que nasceu capela, e foi edificada por iniciativa dos negros em 1820; e outra homenagem ao prédio do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas (IHGAL) onde hoje está guardada a Coleção Perseverança, composta de peças que escaparam ao fogo à época e foram recolhidas pelos pesquisadores Abelardo Duarte e Théo Brandão junto à Sociedade Perseverança e Auxílio dos Empregados do Comércio de Maceió, onde ficaram guardadas durante décadas,compondo hoje o acervo do IHGAL.</p>
<p style="text-align: justify;">Após essas homenagens o cortejo seguirá para a Praça Mal Floriano Peixoto (Praça dos Martírios) onde uma grande congregação cultural acontecerá, após a realização de um fato inédito na história do Brasil, quando o Governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho, assinará um ato onde, oficialmente, o Governo de Alagoas pedirá perdão às comunidades terreiros e ao povo alagoano pela barbárie cometida em 1912. Não se tem registro de nada parecido. Um chefe do executivo estadual pedindo perdão por um ato de extrema crueldade e intolerância religiosa. &#8220;Não há dúvidas que este será um fato que ficará para a história, pois pela primeira vez o governo estará reconhecendo a violência praticada no passado, dando-lhe um caráter oficial, e ao mesmo tempo, pedindo perdão por isso&#8221;, constata o Antropólogo e Sociólogo Edson Bezerra, estudioso do assunto e um dos incentivadores e colaboradores de todo esse movimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Após esse ato oficial segue uma programação cultural que se estende também ao dia seguinte, conforme a programação abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;">Dia 01 de fevereiro</p>
<p style="text-align: justify;">18h &#8211; Hip hop &#8211; Guerreiros Quilombolas</p>
<p style="text-align: justify;">19h – Afoxé Oju Omim Omorewá</p>
<p style="text-align: justify;">20h – Wilma Araújo &#8220;70 anos de Clara Nunes&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">21h- Igbonan Rocha em &#8220;Coisa de Nêgo&#8221;, com participação especial da Escola de Samba Girassol</p>
<p style="text-align: justify;">22h- Orquestra de Tambores</p>
<p style="text-align: justify;">23h- Vibrações</p>
<p style="text-align: justify;">Dia 02 de fevereiro</p>
<p style="text-align: justify;">Praça Mal. Floriano Peixoto (Praça dos Martírios)</p>
<p style="text-align: justify;">17h- Banda afro Gifá Lomin</p>
<p style="text-align: justify;">17:30h– Malungos do Ilê</p>
<p style="text-align: justify;">18h- Maracatu Raiz da Tradição</p>
<p style="text-align: justify;">18:30h- Projeto INAÊ</p>
<p style="text-align: justify;">19h &#8211; Guerreiro Vencedor Alagoano (Mestre Juvenal)</p>
<p style="text-align: justify;">19:30h-Afoxé Odô Iyá</p>
<p style="text-align: justify;">20:30h- Jurandir Bozo com o show &#8220;Pros pés&#8221;, com participação dos grupos de coco de roda &#8220;Xique-xique&#8221;, do Jacintinho e &#8220;Pau-de-arara&#8221;, da Pitanguinha</p>
<p style="text-align: justify;">21:30h- Mariene de Castro (BA)</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vEditoria=Cultura&amp;vCod=118769">Fonte</a></p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=16056&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Carnaval &#8211; A maior Festa Popular do Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 11:54:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Carnaval brasileiro é o mais famoso do planeta e atrai milhares de turistas todos os anos. As opções de diversão na maior festa popular nacional são muitas. Os suntuosos desfiles das escolas de samba têm início em São Paulo, na sexta-feira e no sábado de Carnaval. Domingo e segunda-feira é a vez das principais...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Principais-festas-de-Carnaval-no-Brasil.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15884" title="Principais festas de Carnaval no Brasil" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Principais-festas-de-Carnaval-no-Brasil-300x199.jpg" alt="" width="210" height="137" /></a>O Carnaval brasileiro é o mais famoso do planeta e atrai milhares de turistas todos os anos. As opções de diversão na maior festa popular nacional são muitas. Os suntuosos desfiles das escolas de samba têm início em São Paulo, na sexta-feira e no sábado de Carnaval. Domingo e segunda-feira é a vez das principais agremiações cariocas desfilarem na Sapucaí.</p>
<div id="parent-fieldname-text">
<p>A população pode acompanhar os desfiles das arquibancadas e camarotes dos sambódromos, de onde é possível ver de perto o brilho das alegorias e sentir o coração pulsar junto à bateria. O resultado da competição é divulgado na terça-feira de Carnaval, na capital paulista, e na quarta-feira de Cinzas, no Rio.</p>
<h3>Carnaval de rua</h3>
<p>O Carnaval de rua é a maneira mais tradicional de aproveitar a folia e acontece em grande parte das cidades brasileiras. Blocos e bandas de carnaval se apresentam com seus hinos e marchinhas características nas capitais e no interior.</p>
<p>No Rio, alguns dos tradicionais blocos de rua são o <a href="http://www.cordaodabolapreta.com.br/" target="_blank">Cordão da Bola Preta</a>, o Suvaco de Cristo, Bafo da Onça e Cacique de Ramos. Outros exemplos são o <a href="http://www.paraty.com.br/blocodalama" target="_blank">Bloco da Lama</a> em Parati (RJ), com foliões que brincam lambuzados de lama, o Carnaval de São Luís do Paraitinga (SP), que preserva a competição anual de marchinhas, e o Carnaval de Diamantina (MG), nas ruas e becos do centro histórico da cidade mineira.</p>
<h3>Axé</h3>
<p>No Carnaval da Bahia, a principal atração são os trios elétricos, idealizados pela dupla Dodô e Osmar, que atualmente contam com enormes veículos revestidos com potentes equipamentos de som. Pelos circuitos do Centro Histórico, Barra-Ondina e Campo Grande &#8211; Avenida, artistas consagrados do Axé Music, como Chiclete com Banana, Asa de Águia e Ivete Sangalo, comandam a folia em diferentes blocos, que recebem nomes específicos.</p>
<p>A passagem dos trios nas ruas pode ser acompanhada mesmo pelos foliões que não possuem o abadá (vestimenta que identifica os integrantes de um bloco) e ficam na “pipoca”, ou, seja, no meio do povo.</p>
<p>Durante os dias de festa, outra atração de Salvador são os blocos afros e afoxés, como <a href="http://www.ileaiye.org.br/" target="_blank">Ilê Ayiê</a>, Badauê, Filhos de Gandhy, Olodum e o <a href="http://www.muzenza.com.br/" target="_blank">Muzenza</a>, que resgatam a herança africana em seus adereços, cantorias e tambores.</p>
<h3>Frevo</h3>
<p>O maior bloco de Carnaval do mundo, o <a href="http://www.galodamadrugada.org.br/" target="_blank">Galo da Madrugada</a>, surgiu nas ruas de Recife. Ele se apresenta no sábado de Carnaval, ou Sábado de Zé Pereira, ao som do frevo – acelerado ritmo musical que mobiliza multidões, com destaque para os passistas de movimentos acrobáticos e sombrinhas coloridas.</p>
<p>A festa na capital pernambucana ainda é marcada por espetáculos culturais gratuitos com grandes nomes da música brasileira, que se dividem em diferentes palcos oficiais. A tradicional apresentação de batuqueiros dos maracatus com o mestre Naná Vasconcelos marca a folia.</p>
<p>O frevo também dá o tom nas músicas e danças de Olinda. Entidades carnavalescas tradicionais até hoje se apresentam na cidade, como o Clube Carnavalesco Misto Lenhadores, de 1907, e o Clube Carnavalesco Misto Vassourinhas, de 1912. O ritmo ainda convive de maneira harmoniosa com outras manifestações culturais da cidade, como o maracatu, o samba, o manguebeat e outros gêneros musicais.</p>
<p>Outro marco da festa em Olinda são os famosos bonecos gigantes e coloridos, que se misturam à população pelas ruas e ladeiras da Cidade Alta, encarnando tipos populares e personagens inspirados no noticiário. O mais conhecido deles é o “Homem da Meia-Noite”, que está nas ruas desde 1932 e é responsável por dar início à folia, na meia-noite de sábado. Na Terça-Feira Gorda, todos os bonecões se reúnem entre os largos do Guadalupe e do Varadouro.</p></div>
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		<title>Ordem dos Desfiles de 2012 das Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jan 2012 17:42:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Saiba aqui no Portal da Cultura Brasileira os enredos e a ordem do desfile do Carnaval 2012 do Rio de Janeiro. A ordem dos Desfiles é decidida por um sorteio imparcial. Como sempre, no ano passado, novamente em julho, os organizadores da LIESA, convidados, representantes das escolas de samba e da imprensa lotaram o anfiteatro...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/carnavalrio2012.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15696" title="carnavalrio2012" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/carnavalrio2012-300x265.jpg" alt="" width="213" height="178" /></a>Saiba aqui no <a href="http://www.brasilcultura.com.br">Portal da Cultura Brasileira</a> os enredos e a ordem do desfile do Carnaval 2012 do Rio de Janeiro. A ordem dos Desfiles é decidida por um sorteio imparcial. Como sempre, no ano passado, novamente em julho, os organizadores da LIESA, convidados, representantes das escolas de samba e da imprensa lotaram o anfiteatro da Cidade do Samba para assistir o sorteio da Ordem dos Desfiles de 2012 das Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro.</p>
<p>De acordo com os regulamentos dos Desfiles, a escola vencedora do Grupo de Acesso do último ano abre os Desfiles do Grupo Especial de domingo. E a escola que obteve menos pontos no último ano (São Clemente) é a primeira a desfilar na segunda-feira.</p>
<p>A ordem dos Desfiles tem que ser definida de uma forma que as melhores escolas não desfilem no mesmo dia. Assim, no sorteio, as escolas restantes são divididas em pares equivalentes a fim de que tenha um bom equilíbrio entre os desfiles do domingo e os de segunda.</p>
<p>No primeiro momento, o sorteio define o dia. Em seguida, as mesmas bolas são colocadas novamente, dando início a ordem dos desfiles. Se uma escola de samba quiser, ela pode mudar sua ordem. Assim, sorte e um pouco de negociações define a ordem final dos Desfiles.</p>
<div><strong>Grupo Especial -</strong></div>
<div><strong>Horário e ordem dos Desfiles de 2012</strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<table dir="ltr" border="0" cellspacing="0" cellpadding="3" width="420">
<tbody>
<tr>
<td width="22%" height="25" valign="middle" bgcolor="#0000ff"><span style="color: #ff0000;">Horários</span></td>
<td width="37%" height="25" valign="middle" bgcolor="#0000ff"><span style="color: #ff0000;">19 de fevereiro</span><br />
<span style="color: #ff0000;">(domingo)</span></td>
<td width="41%" height="25" valign="middle" bgcolor="#0000ff"><span style="color: #ff0000;">20 de fevereiro</span><br />
<span style="color: #ff0000;">(segunda)</span></td>
</tr>
<tr>
<td width="22%">21:00 &#8211; 22:15</td>
<td width="37%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Renascer de Jacarepaguá</span></span></td>
<td width="41%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">São Clemente</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="22%"><span style="color: #000000;">22:05 &#8211; 22:20</span></td>
<td width="37%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Portela</span></span></td>
<td width="41%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">União da Ilha</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="22%"><span style="color: #000000;">23:10 &#8211; 23:45</span></td>
<td width="37%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Imperatriz</span></span></td>
<td width="41%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Salgueiro</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="22%"><span style="color: #000000;">00:15 &#8211; 01:05</span></td>
<td width="37%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Mocidade</span></span></td>
<td width="41%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Mangueira</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="22%"><span style="color: #000000;">01:20 &#8211; 02:30</span></td>
<td width="37%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Porto da Pedra</span></span></td>
<td width="41%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Unidos da Tijuca</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="22%"><span style="color: #000000;">02:25 &#8211; 03:50</span></td>
<td width="37%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Beija-Flor</span></span></td>
<td width="41%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Grande Rio</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="22%"><span style="color: #000000;">03:30 &#8211; 05:15</span></td>
<td width="37%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Vila Isabel</span></span></td>
<td width="41%">　</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<div><strong><br />
Grupo de Acesso -</strong></div>
<div><strong>Ordem e horário do Desfile de 2012</strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<table dir="ltr" border="0" cellspacing="0" cellpadding="3" width="420">
<tbody>
<tr>
<td width="27%" height="20" valign="middle" bgcolor="#0000ff"><span style="color: #993300;">Horários</span></td>
<td width="73%" height="20" valign="middle" bgcolor="#0000ff"><span style="color: #993300;">18 de fevereiro</span><br />
<span style="color: #993300;">(SÁBADO)</span></td>
</tr>
<tr>
<td width="27%" valign="middle">20:00</td>
<td width="73%" valign="middle">Paraiso do Tuiuti</td>
</tr>
<tr>
<td width="27%" valign="middle">21:00</td>
<td width="73%" valign="middle">Rocinha</td>
</tr>
<tr>
<td width="27%" valign="middle">22:00</td>
<td width="73%" valign="middle">Estácio de Sá</td>
</tr>
<tr>
<td width="27%" valign="middle">23:00</td>
<td width="73%" valign="middle">Inocentes de Belford Roxo</td>
</tr>
<tr>
<td width="27%" valign="middle">24:00</td>
<td width="73%" valign="middle">Império da Tijuca</td>
</tr>
<tr>
<td width="27%" valign="middle">01:00</td>
<td width="73%" valign="middle">Viradouro</td>
</tr>
<tr>
<td width="27%" valign="middle">02:00</td>
<td width="73%" valign="middle">Santa Cruz</td>
</tr>
<tr>
<td width="27%" valign="middle">03:00</td>
<td width="73%" valign="middle">Império Serrano</td>
</tr>
<tr>
<td width="27%" valign="middle">04:00</td>
<td width="73%" valign="middle">Cubango</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<div><strong><br />
Desfile das Campeãs -</strong></div>
<div><strong>Ordem e horário do Desfile de 2012</strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<table dir="ltr" border="0" cellspacing="0" cellpadding="3" width="420">
<tbody>
<tr>
<td width="30%" height="20" valign="middle" bgcolor="#0000ff"><span style="color: #993300;">Horários</span></td>
<td width="70%" height="20" valign="middle" bgcolor="#0000ff"><span style="color: #993300;">25 de fevereiro</span><br />
<span style="color: #993300;">(sábado)</span></td>
</tr>
<tr>
<td width="30%" valign="middle">21:00 &#8211; 22:15</td>
<td width="70%" valign="middle">6° lugar</td>
</tr>
<tr>
<td width="30%" valign="middle">22:05 &#8211; 22:20</td>
<td width="70%" valign="middle">5° lugar</td>
</tr>
<tr>
<td width="30%" valign="middle">23:10 &#8211; 23:40</td>
<td width="70%" valign="middle">4° lugar</td>
</tr>
<tr>
<td width="30%" valign="middle">00:15 &#8211; 01:00</td>
<td width="70%" valign="middle">3° lugar</td>
</tr>
<tr>
<td width="30%" valign="middle">01:20 &#8211; 02:20</td>
<td width="70%" valign="middle">2° lugar</td>
</tr>
<tr>
<td width="30%" valign="middle">02:25 &#8211; 03:40</td>
<td width="70%" valign="middle">Campeã do Carnaval de 2012</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p>　</p>
<p>Concentração das Escolas de Samba</p>
<div><strong><span style="font-size: large;">Localização e horários de concentração das Escolas de Samba</span></strong></div>
<div><strong><span style="font-size: large;"> </span></strong></div>
<p><strong><span style="font-size: large;"> </p>
<p></span></strong></p>
<p><span style="font-size: large;"> </span></p>
<p>Devido ao grande número de componentes das escolas, é necessário que você chegue à concentração ao menos duas horas antes do início do desfile, para que todos sejam dispostos em suas posições de desfile. Aproveite o tempo de concentração e ande através de sua escola, para ver de perto a grandiosidade dos carros alegóricos e a beleza de todas as fantasias. Conheça os integrantes da Velha Guarda, composta pelos integrantes mais antigos e respeitados da escola, bem como o grupo de bateristas, que tem a responsabilidade de animar com seu ritmo os quase três mil componentes do desfile.</p>
<p>Uma vez tendo adquirido sua fantasia, o próximo passo é saber como fazer para chegar ao Sambódromo. As três melhores opções são transfer, táxi ou metrô. Todas as opções são seguras e rápidas, portanto leia um pouco sobre cada uma e tome sua decisão.</p>
<p>Evite utilizar os ônibus de passeio, pois muitas ruas próximas ao Sambódromo ficam interditadas ao trânsito, e isso poderá dificultar em muito sua chegada à concentração. Uma vez fechado o portão de entrada, você não poderá entrar, perdendo assim seu sonho. Portanto não se atrase!</p>
<p>Para encontrar-se com a sua escola, é só seguir para a Avenida Presidente Vargas, onde as escolas montam o seu desfile. Você só precisa saber se sua escola entrará na avenida a partir do lado par (Prédio dos Correios) ou o do lado ímpar (Balança Mas Não Cai).</p>
<div><strong>Grupo do Especial</strong></div>
<div><strong><strong>- concentração das Escolas</strong></strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<table dir="ltr" border="0" cellspacing="0" cellpadding="3" width="679">
<tbody>
<tr>
<td width="14%" height="25" valign="middle" bgcolor="#0000ff">Horários</td>
<td width="31%" height="25" valign="middle" bgcolor="#0000ff">19 de fevereiro<br />
(domingo)</td>
<td width="25%" height="25" valign="middle" bgcolor="#0000ff">20 de fevereiro<br />
(segunda)</td>
<td width="29%" height="25" valign="middle" bgcolor="#0000ff">LOCAL<br />
(ESTAÇÃO De METRÔ)</td>
</tr>
<tr>
<td width="14%">19:00h</td>
<td width="31%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Renascer de Jacarepaguá</span></span></td>
<td width="25%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">São Clemente</span></span></td>
<td width="29%"><span style="color: #000000;"><strong>Balança(Central) </p>
<p></strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="14%" bgcolor="#ffffff"><span style="color: #000000;">20:00h</span></td>
<td width="31%" bgcolor="#ffffff"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Portela</span></span></td>
<td width="25%" bgcolor="#ffffff"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">União da Ilha</span></span></td>
<td width="29%" bgcolor="#ffffff"><span style="color: #000000;"><strong>Correios(Praça Onze) </p>
<p></strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="14%"><span style="color: #000000;">21:00h</span></td>
<td width="31%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Imperatriz</span></span></td>
<td width="25%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Salgueiro</span></span></td>
<td width="29%"><span style="color: #000000;"><strong>Balança(Central) </p>
<p></strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="14%" bgcolor="#ffffff"><span style="color: #000000;">22:15h</span></td>
<td width="31%" bgcolor="#ffffff"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Mocidade</span></span></td>
<td width="25%" bgcolor="#ffffff"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Mangueira</span></span></td>
<td width="29%" bgcolor="#ffffff"><span style="color: #000000;"><strong>Correios(Praça Onze) </p>
<p></strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="14%"><span style="color: #000000;">23:15h</span></td>
<td width="31%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Porto da Pedra</span></span></td>
<td width="25%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Unidos da Tijuca</span></span></td>
<td width="29%"><span style="color: #000000;"><strong>Balança(Central) </p>
<p></strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="14%" bgcolor="#ffffff"><span style="color: #000000;">24:30h</span></td>
<td width="31%" bgcolor="#ffffff"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Beija-Flor</span></span></td>
<td width="25%" bgcolor="#ffffff"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Grande Rio</span></span></td>
<td width="29%" bgcolor="#ffffff"><span style="color: #000000;"><strong>Correios(Praça Onze) </p>
<p></strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="14%"><span style="color: #000000;">01:30h</span></td>
<td width="31%"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;">Vila Isabel</span></span></td>
<td width="25%"><span style="color: #000000;">　</span></td>
<td width="29%"><strong>Balança(Central) </p>
<p></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> <br />
<strong>Grupo de Acesso- concentração das Escolas</strong> </p>
<table dir="ltr" border="0" cellspacing="0" cellpadding="3" width="676">
<tbody>
<tr>
<td width="25%" height="20" valign="middle" bgcolor="#0000ff"><span style="color: #800000;">Horários</span></td>
<td width="42%" height="20" valign="middle" bgcolor="#0000ff"><span style="color: #800000;">18 de fevereiro</span><br />
<span style="color: #800000;">(SÁBADO)</span></td>
<td width="33%" height="20" valign="middle" bgcolor="#0000ff"><span style="color: #800000;">LOCAL (ESTAÇÃO DO METRÔ)</span></td>
</tr>
<tr>
<td width="25%" valign="middle">18:00h</td>
<td width="42%" valign="middle">Paraiso do Tuiuti</td>
<td width="33%" valign="middle"><strong>Balança(Central) </p>
<p></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="25%" valign="middle" bgcolor="#ffffff">19:00h</td>
<td width="42%" valign="middle" bgcolor="#ffffff">Rocinha</td>
<td width="33%" valign="middle" bgcolor="#ffffff"><strong>Correios(Praça Onze) </p>
<p></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="25%">20:00h</td>
<td width="42%" valign="middle">Estácio de Sá</td>
<td width="33%" valign="middle"><strong>Balança(Central) </p>
<p></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="25%" bgcolor="#ffffff">21:00h</td>
<td width="42%" valign="middle" bgcolor="#ffffff">Inocentes de Belford Roxo</td>
<td width="33%" valign="middle" bgcolor="#ffffff"><strong>Correios(Praça Onze) </p>
<p></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="25%">22:15h</td>
<td width="42%" valign="middle">Império da Tijuca</td>
<td width="33%" valign="middle"><strong>Balança(Central) </p>
<p></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="25%" bgcolor="#ffffff">23:15h</td>
<td width="42%" valign="middle" bgcolor="#ffffff">Viradouro</td>
<td width="33%" valign="middle" bgcolor="#ffffff"><strong>Correios(Praça Onze) </p>
<p></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="25%">24:30h</td>
<td width="42%" valign="middle">Santa Cruz</td>
<td width="33%" valign="middle"><strong>Balança(Central) </p>
<p></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="25%" bgcolor="#ffffff">01:30h</td>
<td width="42%" valign="middle" bgcolor="#ffffff">Império Serrano</td>
<td width="33%" valign="middle" bgcolor="#ffffff"><strong>Correios(Praça Onze) </p>
<p></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="25%">02:00h</td>
<td width="42%" valign="middle">Cubango</td>
<td width="33%" valign="middle"><strong>Balança(Central) </p>
<p></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> <br />
<strong>Campeãs do Carnaval de 2012- concentração das Escolas</strong> </p>
<table dir="ltr" border="0" cellspacing="0" cellpadding="3" width="680">
<tbody>
<tr>
<td width="26%" height="25" valign="middle" bgcolor="#0000ff"><span style="color: #800000;">Horários</span></td>
<td width="41%" height="25" valign="middle" bgcolor="#0000ff"><span style="color: #800000;">25 de fevereiro</span><br />
<span style="color: #800000;">(sábado)</span></td>
<td width="33%" height="25" valign="middle" bgcolor="#0000ff"><span style="color: #800000;">LOCAL (ESTAÇÃO DO METRÔ)</span></td>
</tr>
<tr>
<td width="26%">19:00h</td>
<td width="41%" valign="middle">6° lugar</td>
<td width="33%" valign="middle"><strong>Balança(Central) </p>
<p></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="26%" bgcolor="#ffffff">20:00h</td>
<td width="41%" valign="middle" bgcolor="#ffffff">5° lugar</td>
<td width="33%" valign="middle" bgcolor="#ffffff"><strong>Correios(Praça Onze) </p>
<p></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="26%">21:00h</td>
<td width="41%" valign="middle">4° lugar</td>
<td width="33%" valign="middle"><strong>Balança(Central) </p>
<p></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="26%" bgcolor="#ffffff">22:15h</td>
<td width="41%" valign="middle" bgcolor="#ffffff">3° lugar</td>
<td width="33%" valign="middle" bgcolor="#ffffff"><strong>Correios(Praça Onze) </p>
<p></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="26%">23:15h</td>
<td width="41%" valign="middle">2° lugar</td>
<td width="33%" valign="middle"><strong>Balança(Central) </p>
<p></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="26%" bgcolor="#ffffff">24:30h</td>
<td width="41%" valign="middle" bgcolor="#ffffff">Campeã do Carnaval de 2012</td>
<td width="33%" valign="middle" bgcolor="#ffffff"><strong>Correios(Praça Onze) </p>
<p></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=15695&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Encontro de Terno de Reis revive tradição cultural em Florianópolis</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/encontro-de-terno-de-reis-revive-tradicao-cultural-em-florianopolis/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 11:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Folclore]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música Popular Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[O dia 6 de janeiro tem um significado especial para os cristãos em todo o mundo. A data celebra a visita dos três Reis Magos ao presépio do Menino Jesus e marca o fim do ciclo de festejos natalinos. Em Florianópolis, o Dia de Reis também é comemorado em homenagem à chegada dos primeiros imigrantes...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: small;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ternodereis.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15661" title="ternodereis" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/ternodereis.jpg" alt="" width="173" height="96" /></a>O dia 6 de janeiro tem um significado especial para os cristãos em todo o mundo. A data celebra a visita dos três Reis Magos ao presépio do Menino Jesus e marca o fim do ciclo de festejos natalinos.</span></div>
<p><span style="font-size: small;">Em Florianópolis, o Dia de Reis também é comemorado em homenagem à chegada dos primeiros imigrantes açorianos na Ilha de Santa Catarina, em 1748, que introduziram na cultura popular o costume de fazer cantorias de porta em porta, dedicadas aos Santos Reis. A tradição será mais uma vez revivida nesta sexta-feira (6/01) no 15º Encontro de Terno de Reis, no Largo da Catedral, às 19h, numa promoção da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes (FCFFC), com apoio da Casa dos Açores Ilha de Santa Catarina.</p>
<p>O evento deve reunir 11 grupos folclóricos catarinenses para marcar o encerramento do ciclo natalino na cidade, além de integrantes do grupo Raízes Açorianas. A concentração dos participantes será realizada na sede da Fundação Franklin Cascaes, no Forte Santa Bárbara, de onde seguem até o local das apresentações. Ao final do evento, os integrantes formarão um cortejo, em direção ao presépio em exposição na Praça 15 de Novembro, lembrando a peregrinação dos Reis Magos até o local de nascimento de Jesus Cristo.</p>
<p></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>A tradição da Folia de Reis</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/antropologia/a-tradicao-da-folia-de-reis/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 11:29:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Folia de Reis é um festejo de origem portuguêsa ligado às comemorações do culto católico do Natal, trazido para o Brasil ainda nos primórdios da formação da identidade cultural brasileira, e que ainda hoje mantém-se vivo nas manifestações folclóricas de muitas regiões do país. ORIGENS   Na tradição católica, a passagem bíblica em que Jesus...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/folia_de_reis_03.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15637" title="folia_de_reis_03" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/folia_de_reis_03.jpg" alt="" width="206" height="135" /></a>Folia de Reis é um festejo de origem portuguêsa ligado às comemorações do culto católico do Natal, trazido para o Brasil ainda nos primórdios da formação da identidade cultural brasileira, e que ainda hoje mantém-se vivo nas manifestações folclóricas de muitas regiões do país.</p>
<div><span style="text-decoration: underline;">ORIGENS</span></div>
<p><span style="text-decoration: underline;"> </p>
<p></span></p>
<p>Na tradição católica, a passagem bíblica em que Jesus foi visitado por reis magos, converteu-se na tradicional visitação feita pelos três &#8220;Reis Magos&#8221;, denominados Melchior, Baltazar e Gaspar, os quais passaram a ser referenciados como santos Jesus Cristo ﻿a Reis Magos como sendo o dia 6 de janeiro que, em alguns países de origem latina, especialmente aqueles cuja cultura tem origem espanhola, passou a ser a mais importante data comemorativa católica, mais importante, inclusive, que o próprio Natal. No estado do Rio de Janeiro, os grupos realizam folias até o dia 20 de Janeiro, dia de São Sebastião e padroeiro do Estado.Na cultura tradicional brasileira, os festejos de Natal eram comemorados por grupos que visitavam as casas tocando músicas alegres em louvor aos &#8220;<em>Santos Reis</em>&#8221; e ao nascimento de Cristo; essas manifestações festivas estendiam-se até a data consagrada aos Reis Magos. Trata-se de um tradição originária de Portugal que ganhou força especialmente no século XIX e mantem-se viva em muitas regiões do país, sobretudo nas pequenas cidades dos estados de São Paulo﻿,Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo, Goiás,Rio de Janeiro﻿﻿ , dentre outros.Na cidade de Muqui, sul do Espírito Santo, acontece desde 1950 o Encontro Nacional de Folia de Reis, que reúne cerca de 90 grupos de Folias do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. É o maior e mais antigo encontro de Folias de Reis do país. O evento é organizado pela Secretaria de Cultura do Município e tem data móvel.</p>
<div><span style="text-decoration: underline;">O Terno de Reis ou Folia de Reis</span></div>
<p><span style="text-decoration: underline;"> </p>
<p></span></p>
<p>No Brasil a visitação das casas, que dura do final de dezembro até o</p>
<p>dia de Reis, é feita por grupos organizados, muitos dos quais motivados por propósitos sociais e filantrópicos. Cada grupo, chamado em alguns lugares de Folia de Reis, em outros Terno de Reis, é composto por músicos tocando instrumentos, em sua maioria de confecção caseira e artesanal, como tambores, reco-reco, flauta e rabeca (espécie de violino rústico), além da tradicional viola caipira e da acordeon, também conhecida em certas regiões como sanfona, gaita ou pé-de-bode.Além dos músicos instrumentistas e cantores, o grupo muitas vezes se compõe também de dançarinos, palhaços e outras figuras folclóricas devidamente caracterizadas segundo as lendas e tradições locais. Todos se organizam sob a liderança do Capitão da Folia e seguem com reverência os passos da bandeira, cumprindo rituais tradicionais de inquestionável beleza e riqueza cultural.As canções são sempre sobre temas religiosos, com exceção daquelas tocadas nas tradicionais paradas para jantares, almoços ou repouso dos foliões, onde acontecem animadas festas com cantorias e danças típicas regionais, como catira, moda de viola e cateretê. Contudo ao contrário dos Reis da tradição, o propósito da folia não é o de levar presentes mas de recebê-los do dono da casa para finalidades filantrópicas, exceto, obviamente, as fartas mesas dos jantares e as bebidas que são oferecidas aos foliões</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cultura: mercadoria ou bem comum?</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/sociologia/cultura-mercadoria-ou-bem-comum/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 10:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo o programa neoliberal, assim como o diagnóstico que levou a ele, pode ser sintetizado em um ponto: desregulamentar. O diagnóstico de por que a economia tinha parado de crescer, depois do ciclo mais longo de expansão capitalista no segundo pos-guerra, se centrou no suposto excesso de regulamentação. O capital se sentiria inibido para investir,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mercadoria.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15408" title="mercadoria" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/mercadoria.jpg" alt="" width="188" height="179" /></a>Todo o programa neoliberal, assim como o diagnóstico que levou a ele, pode ser sintetizado em um ponto: desregulamentar. O diagnóstico de por que a economia tinha parado de crescer, depois do ciclo mais longo de expansão capitalista no segundo pos-guerra, se centrou no suposto excesso de regulamentação. O capital se sentiria inibido para investir, por estar cerceado por excesso de normas, leis, políticas, que bloqueariam a &#8220;livre circulação do capital&#8221;.</p>
<p>Chegado ao governo, o neoliberalismo se pôs a privatizar patrimônio público, a diminuir o tamanho do Estado, a abrir as economias nacionais ao mercado internacional, a &#8220;flexibilizar&#8221; as relações de trabalho, entre tantas outras medidas padrão codificadas no chamado Consenso de Washington e colocadas em prática por governos às vezes com origens ideológicas distintas, mas todos rendidos ao &#8220;pensamento único&#8221;. Todas elas são formas de desregulamentação, de retiradas de supostos obstáculos à circulação do capital.</p>
<p>Quando se privatizam empresas, se está levantando obstáculos para que o capital privado se aproprie delas, se está desregulamentando o mercado de propriedade de empresas. Quando se aceita a não obediência a normas básicas da legislação do trabalho para contratar trabalhadores, se está desregulamentando o mercado de trabalho. Assim para todas as medidas do receituário neoliberal.</p>
<p>Promoveu-se assim, rapidamente, o maior processo de concentração de riqueza que tínhamos conhecido, tanto a nível nacional, quanto mundial. Sem proteções dos Estados, os mais frágeis, os mais pobres – a grande maioria de cada sociedade, em especial as periféricas, &#8211; se viram indefesos diante das ofensivas do capital e dos Estados centrais do capitalismo.</p>
<p>Direitos, como aqueles à educação e à saúde, foram deixando de ser direitos para se transformar em mercadorias, compráveis no mercado. Quem tem mais recursos, compra mais e melhor, em detrimento de quem não tem. Riquezas naturais, como a água passaram a ser mercadoras, compradas e vendidas.</p>
<p>O Estado, principalmente nas suas funções reguladoras – de afirmação dos direitos contra a voracidade do capital – passou a ser vítima privilegiada dos ataques neoliberais, pregando-se o &#8220;Estado mínimo&#8221; e a primazia do mercado, isto é, da concorrência feroz, em que os mais fortes e mais ricos ganham sempre.</p>
<p>Até a cultura foi vítima de um grande embate, para definir se se trata de uma mercadoria mais ou de um bem comum. Do ponto de vista institucional o debate se deu para definir se a cultura deveria ser objeto da Organização Mundial do Comércio (OMC) e, portanto, uma mercadoria a mais, ou no âmbito da Unesco, considerada como patrimônio da humanidade, como bem comum, com as devidas proteções. Terminou triunfando esta segunda versão – apesar da brutal oposição e pressão dos EUA, que chegaram a se retirar da Unesco.</p>
<p>Foi um momento muito importante de resistência ao neoliberalismo, que queria reduzir também a capacidade de cada povo, de cada nação, de cada setor da sociedade, de afirmar suas identidades específicas, dissolvidas pela globalização. Queriam desregulamentar também a cultura, deixá-la ao sabor das relações de mercado, sem proteção de regulações estatais.</p>
<p>Mas o embate não terminou por aí, porque o poder avassalador dos capitais privados, nacionais e internacionais, é um fluxo permanente, cotidiano, buscando expandir seu poder de mercantilização. As TVs públicas, por exemplo, se debilitam no seu papel diferenciado dos mecanismos de mercado que regem as TVs privadas, enfraquecidas pela falta de financiamento, apelam ao mercado e induzem seus mecanismos – como aconteceu tristemente com a TV Cultura de São Paulo.</p>
<p>Programas como o de Pontos de Cultura, do MINC, surgiram na contramão dessa lógica homogeneizadora da globalização na esfera cultural, buscando incentivar e proteger todas as formas de diversidade de cultural, de afirmação da heterogeneidade das identidades de setores sociais, étnicos, regionais, diferenciados.</p>
<p>Muitos outros debates atuais hoje no Brasil – o dos Commons, da propriedade intelectual, dos direitos de autor – são também objeto de duas concepções diferenciadas, uma regulamentadora – anti-neoiberal – outra desregulamentadora, neoliberal, mercantilizadora. No marco mais geral do embate entre neoliberalismo e posneoliberalismo, é que a natureza das posições fica mais clara. Por um lado, as normas protetoras que consideram a cultura como um bem comum, de outro, a desregulamentação, que a consideram uma mercadoria como outra qualquer. Do seu desenlace depende a natureza da cultura no Brasil na segunda metade do século XXI.</p>
<p>Postado por Emir Sader</p>
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		<title>Supertições: Entendendo Melhor.</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 19:05:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Superstição é uma espécie de crendice popular que não possui explicação científica. As superstições são criadas pelo povo e costuma passar de geração para geração. As superstições Por desconhecer as causas e efeitos de determinados fenômenos científicos, muitas pessoas atribuem explicações sem sentido racional e, portanto, falsos. As supertições podem, muitas vezes, atrapalhar a vida...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/superticao-brasil-cultura.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15229" title="superticao brasil cultura" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/superticao-brasil-cultura.jpg" alt="" width="176" height="144" /></a>Superstição é uma espécie de crendice popular que não possui explicação científica. As superstições são criadas pelo povo e costuma passar de geração para geração.</p>
<p><strong>As superstições<br />
</strong></p>
<p>Por desconhecer as causas e efeitos de determinados fenômenos científicos, muitas pessoas atribuem explicações sem sentido racional e, portanto, falsos.</p>
<p>As supertições podem, muitas vezes, atrapalhar a vida das pessoas. Podemos citar como exemplo o caso de uma pessoa que deixa de fazer determinadas coisas num dia de sexta-feira 13. Não há nenhuma explicação científica que prevê que este dia atrai azar, porém muitos indivíduos acreditam nisso como se fosse uma verdade. Isto é uma superstição que acaba atrapalhando a vida de uma pessoa.</p>
<p><strong>Exemplo das superstições mais populares no Brasil:</strong></p>
<p>- Cruzar na rua com um gato preto dá azar;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Quebrar um espelho provoca sete anos de azar na vida de quem quebrou;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Passar por debaixo de uma escada dá azar;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Achar um trevo de quatro folhas trás sorte;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Pé de coelho trás sorte;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Deixar um sapato ou chinelo de cabeça para baixo pode provocar a morte da mãe;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Abrir guarda-chuva dentro de casa pode atrair morte;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Toda sexta-feira 13 é um dia perigoso e podem ocorrer fatos ruins para as pessoas;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Jogar moedas numa fonte de água pode realizar um desejo da pessoa que jogou;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Bater três vezes numa madeira pode evitar eventos ruins.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="font-size: x-large;">Aqui, as más superstições</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: x-large;"><br />
</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abacateiro: Quem plantar morrerá quando ele der frutos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agosto: Mês do desgosto e também do cachorro louco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Água: Moça que beber em concha, casa com homem careca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Água de chuva: Tomá-la dá papo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agulha: Encontrar uma na rua é sinal de miséria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agulha: Quando quebra ao coser, a pessoa morrerá logo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aleijado: Conversar com um, na sexta-feira, dá azar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aliança: Moça que experimenta aliança de mulher casada não se casará.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aliança: Quando se parte inesperadamente, indica morte de um dos cônjuges.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ambulância: Quando ela passa, deve-se pegar em um pedaço de ferro para afastá-la da gente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Anão: Quando se ver um, deve-se dar 3 voltas ao seu redor para evitar o azar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Andar de costas: É mau agouro. Diz-se estar pisando no cabelinho de Nossa Senhora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Arrepio: Quando o sentimos, diz-se que a morte passou por nós.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Árvore de Natal: Haverá infelicidade na casa em que for interrompida a confecção desta árvore.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Banana: Quando gêmeas devem ser comidas separadamente, para não trazerem azar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Beijo: Sonhar com ele é sinal de traição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Borboleta: Quando pousa na parede é sinal de morte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Broche: Presentear com um, desfaz a amizade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Burro: Quando relincha, traz morte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cabelos: Não devem ser penteados até o meio-dia da sexta-feira da Paixão, do contrário cairão todos no ano seguinte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cachorro: Quando lambe o sangue de uma pessoa, traz-lhe loucura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cadeira: Estando vazia, perto da cama, durante a noite é ocupada por alma de outro mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Calçado: Virado com a sola pra cima, dá azar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Casamento: Em ano bissexto, traz infelicidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Casamento: Não serão felizes os noivos que se virem antes do casamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cemitério: Não se deve trazer terra do cemitério, pois alguém morrerá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Chapéu: Em cima de uma casa é sinal de morte para a pessoa mais velha da casa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cigarro: Jogá-lo pela porta ou janela dá azar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Coelho: Criação de coelhos dá azar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cortar unhas: Perde-se o sono, cortando-as à noite.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Corvo: Pousado no telhado de uma casa, anuncia a morte de um dos seus moradores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Costurar: Até às 6 horas da tarde, carrega a vista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Crianças: A água de banho das recém-nascidas não deve ser jogada perto das galinhas para que as crianças não percam a fala.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Crucifixo: Uma noiva não deve usá-lo no dia do casamento, com o risco de carregar uma cruz por toda parte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dedo: Espetar ou cortar o indicador é sinal de desgosto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Defunto: A pessoa que beijar pé de defunto, irá logo atrás.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Deitar: No chão atrai morte para alguém da família.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dentes: Sonhar com dentes que estão caindo, próxima morte ou grande desgraça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dinheiro: Sonhar com ele, é sinal de miséria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Doente: Trocá-lo de cama, é morte certa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enterro: Não se deve contar o número de carros de um enterro porque significa o número de anos de vida de quem os conta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Escada: Passar por baixo de uma, é mau agouro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Espelho: Quebrado, dá azar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estrela: Apontar uma, faz nascer verruga no dedo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Faca: Uma moça que a derruba corta encontro com rapaz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fósforo: Acender os cigarros de três pessoas com o mesmo palito, trará morte à mais moça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Freira: Encontrar duas juntas é sinal de tristeza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Galinha: Com canto de ganso, é prenúncio de morte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gato: Atrás da porta dá azar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Grampo: Perdê-lo é perder namorado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Guarda-chuva: Aberto em dia de sol, chama chuva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lagartixa: Matá-la dá azar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lenço: Quem recebe e não retribui com 10 centavos, fica de mal com o ofertante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Língua: Quando se morde a língua, é sinal que estão falando mal da gente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mala: Deixá-la aberta é sinal de mau agouro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mesa: Deitar sobre ela, dá azar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ovo: Sonhar com ovo é sinal de briga.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Padre: Ver três juntos dá azar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Panela: Moça que raspa, chama chuva no dia de seu casamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pão: Quem comer a ponta de pão se casará com médico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pé: Comer de pé de galinha atrasa a vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Relógio: Estando parado anuncia vida curta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Santo Antônio: Quando o mudamos de lugar, chove na certa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sapo: Ficaremos com dor de cabeça se um sapo nos ver primeiro do que nós a ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sexta-feira: É um dia perigoso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sorvete: Morre a mãe de quem tomar um sorvete de palito e quebrá-lo no fim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Teia de aranha: Tirando-a de uma casa, tira-se a boa sorte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tinta: Derramá-la anuncia morte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Urubu: Quando abre as asas, é sinal de chuva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uva: Sonhar com uvas, é sinal de lágrimas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vento: Muito forte, é aviso de morte de um padre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vesgo: Ver um na rua dá azar o dia todo.</p>
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		<title>Cultura negra é cada vez mais presente no visual e nas músicas preferidas pelos jovens</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 10:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A expressão “orgulho de ser negro” foi abolida do vocabulário de muitas pessoas por medo do preconceito. Com o passar do tempo, porém, o resgate cultural fez com que os negros assumissem a “negritude” na maneira de ser. Cada vez mais difundida entre os jovens brasileiros, a cultura afro está presente no visual, nas preferência...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cultura-negra01.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-15173" title="cultura negra01" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cultura-negra01-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A expressão “orgulho de ser negro” foi abolida do vocabulário de muitas pessoas por medo do preconceito. Com o passar do tempo, porém, o resgate cultural fez com que os negros assumissem a “negritude” na maneira de ser. Cada vez mais difundida entre os jovens brasileiros, a cultura afro está presente no visual, nas preferência musicais, nos estudos e na religião.</p>
<div>
<p>Por influência da mãe, o motoboy Calleb Augusto do Nascimento, de 22 anos, começou a se engajar no movimento negro há quatro anos. O conhecimento do mundo afro fez com que o rapaz mudasse seu estilo e assumisse suas preferências musicais, no caso, o <em>reggae</em>. “Fiz o <em>rasta</em> [penteado característico dos apreciadores do<em> reggae</em>] para me diferenciar, quis mostrar meu estilo <em>black</em>. Se você for ver, 80% dos homens negros têm cabelo rapado. Eu sou o único entre os meus amigos [que tem esse visual]”. Para ele, o negro está conseguindo conquistar o seu espaço, pois está mais “desinibido para isso”.</p>
<p>Cada vez mais, os jovens estão se identificando com a cultura negra. Prova disso são os dados do Censo 2010, divulgados recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrando que os jovens brasileiros entre 15 e 24 anos se declaram pretos e pardos mais do que os adultos. De 34 milhões de jovens nessa faixa de idade, 18,5 milhões se autodeclararam pretos e pardos. Dentre os adultos, 54 milhões dos 107 milhões dessa faixa etária (25 a 59 anos) se disseram pretos ou pardos.</p>
<p>De acordo com o sociólogo e professor do Decanato de Extensão Universitária da Universidade de Brasília (UnB<strong>)</strong> Ivair Augusto Alves dos Santos, o movimento de resgate cultural negro começou na década de 1950. “Em 1970, a mudança foi física, ou seja, na aparência, com o movimento Black Power. Na década de 2000, a mudança é política e envolve o debate de ações afirmativas.”</p>
<p>Santos atribui esse movimento impulsionado pela juventude às transformações tecnológicas, uma vez que os jovens negros de hoje têm mais possibilidades. “Se compararmos as possibilidades, vemos que são <a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cultura-negra02.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-15174" title="cultura negra02" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cultura-negra02-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>maiores. Você tem grupos de música que conseguem atingir grandes massas, tem mais informações também.”</p>
<p>A cabeleireira Rosemeire de Oliveira, de 32 anos, aponta uma mudança de mentalidade no país, lembrando que, antigamente, ninguém falava sobre “o que é ser negro”. Ela trabalha em um salão afro de Brasília há 12 anos. A maioria dos clientes, segundo ela, são os jovens. “Teve uma época que ser negro era moda. Agora, os negros realmente estão se assumindo e aprendendo a se gostar mais.”</p>
<p>A trança de raiz é o penteado mais popular no salão de Rosemeire. embora também haja procura por alisamento. “Tem gente que alisa o cabelo porque gosta, mas tem outras que o fazem porque o trabalho impõe ou para se sentirem mais iguais às outras pessoas. Essas ainda não se assumiram”, disse a cabeleireira.</p>
<p>Cliente de Rosemeire desde criança, a estudante Brenda Araújo Soares Alexandrino de Souza, de 14 anos, usa tranças no cabelo desde os 3 anos. “Tinha cabelo volumoso e minha mãe fazia as tranças. Minhas amigas gostam, admiram e estão pensando em fazer.”</p>
<p>A adolescente, que faz aniversário hoje (20), Dia da Consciência Negra, acredita que as pessoas estão se identificando mais com a cultura. “Antigamente, não tinham coragem de se mostrar por causa do preconceito. <a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cultura-negra03.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-15175" title="cultura negra03" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/cultura-negra03-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Eu não tenho medo disso.”</p>
<p>O percussionista baiano Ubiratã Jesus do Nascimento, de 40 anos, conhecido como Biradjham, cresceu envolvido com a cultura negra. Há 25 anos trabalha com música e já tocou com bandas famosas da Bahia.</p>
<p>Adepto do candomblé, Biradjham diz que os negros têm mais liberdade atualmente. &#8220;O movimento está mais forte. A mudança cultural vem de muito tempo, mas hoje tem mais força&#8221;.</p>
<p><em>Edição: Nádia Franco</em></p>
</div>
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		<title>Povos Tradicionais de Terreiros</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 10:28:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/oficina-povos-de-terreiro-maior.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-15132" title="oficina-povos-de-terreiro-maior" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/oficina-povos-de-terreiro-maior-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Foi divulgado o resultado dos selecionados para participar da I Oficina Nacional de Elaboração de Políticas Públicas de Cultura para Povos Tradicionais de Terreiros. O evento, realizado pelo Ministério da Cultura, acontecerá de 27 a 30 de novembro, em São Luís, capital do estado do Maranhão. Foram abertas 140 vagas exclusivas para representantes de Povos Tradicionais de Terreiros, sendo 40 para participantes do Maranhão e 100 para pessoas de outros estados do país. Foram reservadas também vagas para gestores públicos e acadêmicos, movimentos sociais e entidades afins.</p>
<div>
<p>A oficina é uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Cidadania Cultural (SCC/MinC), Fundação Cultural Palmares (FCP/MinC), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC) e da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), além da Comissão Nacional de Povos de Terreiros, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão (SECMA), a Secretaria da Igualdade Racial do Maranhão (SEIR/MA)  e a Prefeitura de São Luis (FUNCMA).</p>
<p><a href="http://www.cultura.gov.br/culturaviva/wp-content/uploads/2011/11/Resultado-Povos-de-Terreiros-preliminar-final.pdf" target="_blank">Confira a relação dos selecionados</a></p>
</div>
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		<title>O sotaque caipira que nasceu na cidade grande (Artigo)</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/sociologia/o-sotaque-caipira-que-nasceu-na-cidade-grande-artigo/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 12:43:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para quem gosta do sertanejo da gema, sem o oportunismo melado do romântico industrial, a música Rapaz Caipira, que Renato Teixeira compôs em 1999, ainda representa um marco contra o estereótipo usado pelo mundo urbano para idealizar o homem e o jeito de falar do interior. &#8220;Qui m&#8217;importa, qui m&#8217;importa. O seu preconceito qui m&#8217;importa....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/10/caipira.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-14579" title="caipira" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/10/caipira.jpg" alt="" width="133" height="187" /></a>Para quem gosta do sertanejo da gema, sem o oportunismo melado do romântico industrial, a música Rapaz Caipira, que Renato Teixeira compôs em 1999, ainda representa um marco contra o estereótipo usado pelo mundo urbano para idealizar o homem e o jeito de falar do interior.</p>
<p>&#8220;Qui m&#8217;importa, qui m&#8217;importa. O seu preconceito qui m&#8217;importa. Se você quer maiores aventuras, vá pra cidade grande qualquer dia. Eu sou da terra e não creio em magia. É só o jeito de um rapaz caipira.&#8221;</p>
<p>Se o rapaz caipira, imaginado por Teixeira, ou o violeiro pintado por Almeida Junior cem anos antes viajassem hoje para a cidade grande, talvez se sentissem ainda mais descaracterizados, não só pela música de hoje atribuída à sua cultura. Pois descobririam que o seu próprio sotaque &#8211; o r retroflexo ou arrastado, aquele que se pronuncia em fim de sílaba, como em &#8220;imporrrrta&#8221; &#8211; veio de lá mesmo, e não do interior. É o que afirma o professor da Universidade de São Paulo e pesquisador do CNPq Manoel Mourivaldo Santiago Almeida, coordenador de pesquisas sobre a história e a variedade do português paulista às margens do Anhembi, antigo nome do rio Tietê.</p>
<p>Almeida integra o chamado Projeto Caipira, um dos grupos do Projeto para a História do Português Brasileiro, que existe desde 1998 para historiar o idioma em São Paulo. Ele examina de material escrito antigo a oral atual em regiões paulistas situadas às margens ou próximas ao Tietê: Capivari, Itu, Piracicaba, Pirapora do Bom Jesus, Porto Feliz, Santana de Parnaíba, Sorocaba e Tietê.</p>
<p>Revisão<br />
O que conhecemos hoje como sotaque ou dialeto caipira seria, assim, resultado de expansão ocorrida nos séculos 16 e 17 por todo país, não apenas em São Paulo, o que explica a familiaridade que garantiu o sucesso de tipos tão estilizados como Jeca Tatu e Chico Bento. Segundo Almeida, esse sotaque surgiu da cultura de miscigenação colonial em núcleos familiares paulistas, compostos por portugueses, índios de diferentes etnias e seus filhos mamelucos, e está em formação desde esses primeiros contatos ocorridos na extensa região do então planalto de Piratininga.</p>
<p>- A variedade se expandiu, a partir dos séculos 17 e 18, para o interior, tanto o paulista quanto o brasileiro, principalmente para Minas Gerais e o Centro-Oeste do Brasil, tendo como caminho as águas do Tietê, pela ação dos bandeirantes e monçoeiros (exploradores). Ao mesmo tempo, também para a região Sul, pela rota dos tropeiros &#8211; explica o professor.</p>
<p>Professora da Universidade Federal de Minas Gerais, coordenadora do Projeto Variação fonético-fonológica em Minas Gerais (Varfon-Minas), Maria do Carmo Viegas concorda com o estudo feito por Almeida, mas pondera que é preciso testar a descoberta em outros casos de uso do r.</p>
<p>- Em muitos falares do interior de São Paulo hoje há o r retroflexo preponderantemente e não na capital, mas isso pode não ter sido sempre assim. Creio que a origem está na relação bandeirantes e indígenas em vários pontos do estado, principalmente como descreveu o professor Almeida. Lembremos que estamos falando do r em final de sílaba ou de palavra. Em outras posições, o r retroflexo entre vogais, como &#8220;caro&#8221;, e pronunciado em Americana, por exemplo, talvez tenha outra explicação &#8211; afirma.</p>
<p>Equívoco<br />
A professora explica que há a hipótese de que tenha havido um equívoco na interpretação da pronúncia do r e do l em final de sílaba, interpretação essa feita por indígenas que não distinguiriam esses fonemas como no português e motivada pela proximidade articulatória entre o r retroflexo e o l, que àquela época seria velarizado, como ainda hoje o é na maioria dos falares portugueses.</p>
<p>- Os indígenas, principalmente do tronco tupi, acompanhavam as bandeiras. A hipótese da interpretação indígena é compatível com a difusão feita pelos bandeirantes paulistas. A falta do r retroflexo no inventário de fonemas das línguas do tronco tupi citada como contra-argumento à hipótese da influência indígena, no meu entendimento, a reforça. É a falta do r retroflexo no seu inventário que causa a interpretação equivocada &#8211; diz.</p>
<p>Até então reinava o senso de que o sotaque caipira teria nascido no interior paulista, em especial no Médio Tietê, que inclui regiões de Campinas, Piracicaba e Sorocaba.</p>
<p>- Todos que tendem a pensar assim estão fazendo um recorte no tempo, em um contexto presente. Esquece-se o percurso histórico da origem e a formação do que hoje é esse estado, sua capital e seu interior. É como se essa variedade do português do Brasil, o dito sotaque ou dialeto caipira, fosse fruto de ações recentes, apenas. Enxerga-se a região da capital e, da mesma forma, do interior como é hoje &#8211; explica Almeida.</p>
<p>Chico Bento: estilização cujo sucesso se explica pela expansão do sotaque não só no interior paulista</p>
<p>Variantes<br />
Para Neusa Bastos, professora do curso de letras do Mackenzie, é preciso perceber que entre os sotaques interioranos há inúmeras variantes.</p>
<p>- A cultura caipira tem características de religiosidade católica tradicional intensa, de inúmeras superstições e de um rico folclore. Além disso, houve tantas influências a partir do século 16, intensificadas por uma política de língua imposta por Portugal no século 18 e por uma &#8220;nova língua&#8221; portuguesa usada no século 19, que se pode dizer que o sotaque caipira não tem uma origem definida &#8211; explica.</p>
<p>Toda variedade linguística passa por contínuas variações em sua história. Por isso, é necessário considerar muitos aspectos históricos, sociais, culturais, desde os primeiros contatos linguísticos ocorridos em São Paulo, no século 16, quando essa região ainda não era a capital.</p>
<p>- Levando isso em conta, é possível perceber que esse sotaque ou dialeto ou variedade, que chamamos caipira, teve sua origem em lugar distinto do que hoje conhecemos como interior &#8211; acrescenta o professor Almeida.</p>
<p>Americanos<br />
Outra lenda testada pelos pesquisadores é a de que o sotaque da região do Médio Tietê seria fruto da colonização de norte-americanos.</p>
<p>De acordo com o professor Almeida, isso não passa de hipótese. A presença americana tem sua parcela de influência significativa no sotaque caipira, mas não única.</p>
<p>- É necessário considerar toda a história social da região desde o início da colonização, passando pelos bandeirantes, monçoeiros, tropeiros até hoje.</p>
<p>O caipira é considerado exclusivo se forem tomadas as mesmas características identificadas na região do Médio Tietê (da sintaxe ou das construções da frase, do semântico-lexical ou do vocabulário e seu sentido, e da fonética ou da pronúncia, incluindo a prosódia, canto ou &#8220;maneira de falar&#8221;).</p>
<p>- Mas quando analisamos alguns desses fenômenos isolados atribuídos ao dialeto caipira do Médio Tietê, essa exclusividade não faz sentido &#8211; afirma Almeida.</p>
<p>De acordo com ele, o r retroflexo pode ser encontrado em todas as regiões do Brasil. O mesmo ocorre com o rotacismo &#8211; quando no lugar do l se pronuncia um r, como em &#8220;pranta&#8221; (planta). Esse fenômeno também pode ser encontrado em todas as regiões brasileiras e está mais relacionado a variáveis ou aspectos sociais, como a escolaridade do falante, do que a motivos dialetais circunscritos a uma região. Sendo assim, esses dois fenômenos passam a ser características do português popular brasileiro.</p>
<p>Em virtude do frequente contato com o português europeu, pela mídia ou por migração, traços de sotaque daqui podem também passar a ser características do português de lá.</p>
<p>Em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo em 13 de outubro de 2008, José de Souza Martins, professor de sociologia da Faculdade de Filosofia da USP, lembra da influência da língua nheengatu no dialeto caipira. Idioma híbrido, usado na comunicação entre europeus, índios e negros dos tempos dos bandeirantes, o nheengatu chegou a ser falado por paulistas até o começo do século 19.</p>
<p>Orêia<br />
Em 1727, Dom João V proibiu que no Brasil se falasse a língua geral. Seus falantes, no entanto, não conseguiam fazê-lo senão com forte sotaque. Os nativos da costa não conheciam certas consoantes e seus sons, as consoantes dobradas e as sem complemento de vogal. Daí &#8220;relho&#8221; virar &#8220;rêio&#8221;, &#8220;orelha&#8221; tornar-se &#8220;orêia&#8221; e &#8220;mulher&#8221;, &#8220;muié&#8221;. O século 18, escreve Martins, virou o da guerra das vogais contra as consoantes.</p>
<p>&#8220;Vogais foram enfiadas pelo meio das consoantes para torná-las pronunciáveis, o &#8216;mel&#8217; virou &#8216;mele&#8217;, a &#8216;flor&#8217; virou &#8216;fulô&#8217;. Consoantes finais como as do infinitivo foram suprimidas. Em vez de &#8216;falar&#8217; aqui se continuou a &#8216;falá&#8217;. Os &#8216;zóio&#8217; do povo enfrentaram os olhos do rei, o &#8216;vossa mercê&#8217; dos mandões tornou-se o &#8216;mecê&#8217; dos mamelucos.&#8221;</p>
<p>Talvez seja por isso, pondera o professor, que em São Paulo se escreve em português e se pensa em dialeto caipira, &#8220;na fala descansada, adocicada e esticada pelas vogais, o r atenuado pela metade de um som intruso de u, até mesmo quando ministros paulistas do STF leem seus judiciosos pareceres&#8221;.</p>
<p>O r arrastado pode ter mudado seu endereço de nascimento, mas continua a ser uma marca de identidade caipira.</p>
<p>Como surgem os sotaques</p>
<p>Os sotaques surgem por vários fatores, entre eles, históricos, geográficos e socioculturais. O primeiro deles relaciona-se às épocas em que a língua recebe influências diversas de outros grupos linguísticos por questões de dominação de diversas naturezas. O segundo, o geográfico, refere-se aos locais em que os contatos linguísticos são estabelecidos. Já o terceiro fator, o sociocultural, diz respeito às várias classes sociais, níveis de escolaridade, faixas etárias etc. A diversidade dos povos e seus idiomas contribui diretamente na maneira peculiar de falar de cada região.</p>
<p>- Os sotaques surgem a partir das variantes de acordo com a formalidade ou informalidade da situação comunicativa em que se encontram os sujeitos falantes submetidos sempre aos fatores expostos acima &#8211; afirma Neusa Bastos, professora do curso de letras do Mackenzie.</p>
<p>Por ter origem em diversos eventos pelos quais passou em sua história e não em exclusivamente um só, o dialeto, o sotaque ou a variedade linguística vai se formando, dependendo da consideração positiva ou negativa dos falantes em relação à(s) variedade(s) de contato. Portanto, de acordo com o professor da USP Manoel Mourivaldo Santiago Almeida, é muito comum que os sotaques se mantenham, mas com variações, &#8220;o que é natural&#8221;.</p>
<p>Autor: Adriana Natali</p>
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