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	<title>Brasil Cultura &#187; Livros</title>
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		<title>Ilha de Itaparica recebe programação especial em homenagem a João Ubaldo</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 10:58:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Ilha de Itaparica, localizada na Baía de Todos os Santos (Bahia), será palco dos festejos em comemoração ao aniversário do escritor João Ubaldo Ribeiro, ilustre filho da cidade. Na última segunda-feira (23) o autor de clássicos da literatura contemporânea, como Viva o Povo Brasileiro, completou 71 anos, mas os festejos pela data serão realizados...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/joaoubaldo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16011" title="joaoubaldo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/joaoubaldo.jpg" alt="" width="200" height="160" /></a>A Ilha de Itaparica, localizada na Baía de Todos os Santos (Bahia), será palco dos festejos em comemoração ao aniversário do escritor João Ubaldo Ribeiro, ilustre filho da cidade. Na última segunda-feira (23) o autor de clássicos da literatura contemporânea, como Viva o Povo Brasileiro, completou 71 anos, mas os festejos pela data serão realizados ao lado dos conterrâneos na Ilha onde o escritor costuma passar o verão.</p>
<p>No dia 27 (sexta-feira), a partir das 19h, acontece uma extensa programação na Biblioteca Juracy Magalhães Jr., incluindo duas exposições, bibliográfica e fotográfica, intituladas Vida e obra do escritor João Ubaldo Ribeiro. Serão apresentados também: um monólogo dirigido e adaptado por Gil Vicente Tavares, da obra Sargento Getúlio, com interpretação do ator Carlos Betão e Crônicas do João Ubaldo, da Cia Calhandra de Teatro.</p>
<p>Nesse dia, haverá ainda o encontro do veterano escritor homenageado com novos talentos da literatura baiana, através do re-lançamento da coletânea de micro-contos Tardes com Anões, que reúne textos de Carlos Barbosa, Elieser César, Igor Rossini, Lidiane Nunes, Mayrant Gallo, Rafael Rodrigues e Thiago Lins, com organização de Gal Meirelles. A música fica por conta do grupo vocal DaUtom.</p>
<p>Filho Ilustre &#8211; Na Biblioteca, por muitos anos, João Ubaldo Ribeiro utilizou uma das salas para produzir artigos e livros. Foi lá que o escritor traduziu para o inglês o sucesso Viva o Povo Brasileiro, além de escrever a obra O Sorriso do Lagarto. Na biblioteca, constam todos os 22 livros escritos pelo autor, incluindo o mais recente, O Albatroz Azul, lançado em 2009.</p>
<p>João Ubaldo Ribeiro nasceu na Ilha de Itaparica, no dia 23 de janeiro de 1941. Ocupa a 34ª cadeira da Academia Brasileira de Letras e em 2008, foi agraciado com o Prêmio Camões, considerado o maior reconhecimento da língua portuguesa. Sua obra literária passa por publicações de contos, crônicas e ensaios, além dos livros Sargento Getúlio, Viva o povo brasileiro, O sorriso do lagarto e A Casa dos Budas Ditosos, entre outros.</p>
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		<title>Coleção Medo de Quê?</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 12:45:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/medodeque.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15924" title="medodeque" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/medodeque-300x162.jpg" alt="" width="231" height="125" /></a>A Editora Bolsa Nacional do Livro, de Curitiba, coloca no mercado em forma de livros, um instrumento fundamental para nossos filhos e netos e, principalmente aos pais. A criança de pouca idade atribui aos a pais a proteção que afasta os perigos reais e imaginários. Por essa razão, os medos que rondam o quarto escuro são reflexos de uma inaptidão da criança em lidar sozinha com o desconhecido. Formada pelos contos Ana e a Cama, A sombra Assombrosa, O Medo do Escuro e mais um livro para colorir, a coleção “Medo de Quê?” surge como ferramenta principal de desconstrução dos medos noturnos, escuros, monstros, ruídos e sombras, encorajando a criança a enfrentá-los.</p>
<p></span></span><strong><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span></strong><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;"></p>
<p>Autora:Juliana Dalla<br />
Coleção com 04 volume<br />
Formato: 21 X 21 cm<br />
Cada volume com 14 páginas<br />
Peso: 0,250Kg<br />
ISBN: 978-85-7832-014- </span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: small;">Bolsa Nacional do Livro LTDA<br />
R. Duque de Caxias, 455 &#8211; São Francisco &#8211; Curitiba &#8211; PR &#8211; Telefone: (41) 3222-6655</span></span></p>
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		<title>A importância do pai no incentivo à leitura dos filhos (Artigo)*</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 10:54:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/leitura-para-os-filhos.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15818" title="leitura-para-os-filhos" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/01/leitura-para-os-filhos-300x141.jpg" alt="" width="238" height="113" /></a>Vivemos em uma sociedade em acentuado processo de transformação e que vem questionando, de modo salutar, os padrões rígidos de comportamento vigentes durante longo tempo – que se mostram incompatíveis com a multiplicidade do mundo contemporâneo. Hoje, homens e mulheres, que até pouco tempo tinham papéis muito definidos na sociedade, gozam de mais liberdade para escolher os rumos da vida de acordo com os próprios anseios. Dessa maneira, vemos cada vez mais mulheres ocupando espaço no mercado de trabalho, enquanto os homens assumem tarefas que antes eram essencialmente femininas, tais como cuidar dos filhos ou da rotina doméstica. Além disso, o número crescente de filhos de pais divorciados alterou o paradigma da família tradicional e, em muitos casos, forçou os homens a abrir mão da condição exclusiva de provedor, levando-os a ter participação mais ativa na educação dos filhos. Há casos, inclusive, em que pais e filhos passaram a conviver sem a presença das mães.</p>
<p>Em um país como o Brasil, ainda carente de cultura e conhecimento, esse novo homem pode desempenhar um papel fundamental no fomento à leitura entre filhos, netos ou sobrinhos. Explicando melhor… meninos necessitam de um referencial adulto masculino no qual se espelhar. É o pai – ou um avô, um irmão bem mais velho ou um tio próximo – quem cumpre essa função, sobretudo na adolescência, quando todos entramos em um período turbulento de inseguranças e questionamentos. Em muitos artigos, debates ou teses, fala-se muito do papel da mãe na educação dos filhos, mas raramente vejo alguma menção à importância do pai. Isso talvez explique, em parte, o fato de o número de leitoras ser muito superior ao de leitores. Meninos, infelizmente, ainda são criados de acordo com uma noção falsa e arcaica de masculinidade.</p>
<p>Parece incrível, mas é comum vermos pais preocupados com filhos que passam as tardes em casa lendo, em vez de estarem jogando futebol com os amigos “como toda criança normal”. Muitos chegam a recorrer a psicólogos para diagnosticar e, se possível, reverter o suposto distúrbio. É interessante notar que esses pais são os mesmos que, curiosamente, cobram notas altas nos boletins dos filhos, ignorando que é justamente a leitura regular o principal agente de um bom desempenho escolar. O jovem que lê com regularidade tem maior capacidade de concentração e de compreensão da língua escrita; automaticamente, possui condições mais favoráveis de tirar proveito das aulas e dos estudos.</p>
<p>Historicamente fomos educados a encarar o ambiente doméstico como um território feminino; logo, todas as atividades de algum modo ligadas a ele, também o seriam. A partir de certa idade, os meninos são instados a sair; divertir-se fora de casa e ganhar o mundo, enquanto das meninas continua a se esperar que permaneçam resguardadas no lar. Malgrado todos os avanços, essa mentalidade ainda persiste. Os homens que optaram pela paternidade precisam repensar os próprios conceitos –recebidos durante sua criação, lá atrás, quando o mundo era bem diferente –, e saber como preparar adequadamente seus filhos para enfrentar a selvageria da vida adulta.</p>
<p>Incentivar a leitura em um jovem – que ainda está dando seus primeiros passos na vida – é, portanto, mais que um gesto paternal de carinho; é uma postura inteligente diante das demandas de uma sociedade freneticamente competitiva, em que o conhecimento se firma, cada vez mais, como o capital mais importante das nações.</p>
<p><strong>*Luis Eduardo Matta </strong></p>
<p>Considerado uma das vozes mais criativas e originais da nova literatura nacional, Luis Eduardo Matta iniciou a carreira literária em 1993, aos 18 anos, com a publicação do livro Conexão Beirute-Teeran (Editora Chamaeleon). A decisão de assumir por ofício a escrita pelo viés ficcional resultou na publicação das obras &#8220;Ira implacável: indícios de uma conspiração&#8221; (Razão Cultural Editora); &#8220;120 horas&#8221; (Editora Planeta); &#8220;Morte no colégio&#8221; (Editora Ática); &#8220;Roubo no Paço Imperial&#8221; (Editora Ática); &#8220;O rubi do Planalto Central&#8221; (Editora Ática) e O véu (Primavera Editorial).</p>
<p><em>Mais informações para a imprensa:<br />
Printec Comunicação <a href="http://www.printeccomunicacao.com.br/">www.printeccomunicacao.com.br</a><br />
Betânia Lins | Vanessa Giacometti de Godoy </em></p>
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		<title>Livros Mais Vendidos 2011</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 20:11:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os Livros Mais Vendidos 2011  mostram claramente o gosto do brasileiro quando o assunto e livro. No Brasil ler não é um habito tão popular quanto é em outros países o que é lamentável. Porém nos últimos anos e com o crescimento das lojas que permitem a compra de livros pela internet, o hábito da leitura...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/livros-de.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15396" title="livros de" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/livros-de.jpg" alt="" width="205" height="112" /></a>Os Livros Mais Vendidos 2011  mostram claramente o gosto do brasileiro quando o assunto e livro. No Brasil ler não é um habito tão popular quanto é em outros países o que é lamentável.</p>
<p>Porém nos últimos anos e com o crescimento das lojas que permitem a compra de livros pela internet, o hábito da leitura vem crescendo significativamente entre os brasileiros e abrindo oportunidades para os novos escritores.</p>
<p>Para quem busca novos livros para ler confira aqui uma lista de livros mais vendidos em 2011 para facilitar sua escolha.</p>
<p>Lembrando que muitas faculdades utilizam a base de livros mais vendidos para escolher os títulos que devem ser lidos. Na hora de prestar um vestibular e importante o conhecimento desta lista.</p>
<h2>Melhores livros 2011</h2>
<p><img title="Melhores livros 2011" src="http://renatotavares.com/wp-content/uploads/2011/03/Melhores-livros-2011.jpg.pagespeed.ce.d5TKfgYeNG.jpg" alt="Melhores livros 2011" width="630" height="559" /></p>
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		<title>Ana Maria Machado é eleita presidente da Academia</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Dec 2011 23:45:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A escritora Ana Maria Machado foi eleita na última quinta-feira, por unanimidade, a nova presidente da Academia Brasileira de Letras (ABL). Segunda mulher a ocupar o cargo – a primeira foi Nélida Piñon, em 1997 –, a escritora substitui Marcos Vinicios Vilaça, que dirigiu a ABL por dois períodos: nos biênios 2006/07 e 2010/11. Machado...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/ana_maria_machado.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15367" title="ana_maria_machado" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/ana_maria_machado.jpg" alt="" width="160" height="193" /></a>A escritora Ana Maria Machado foi eleita na última quinta-feira, por unanimidade, a nova presidente da Academia Brasileira de Letras (ABL). Segunda mulher a ocupar o cargo – a primeira foi Nélida Piñon, em 1997 –, a escritora substitui Marcos Vinicios Vilaça, que dirigiu a ABL por dois períodos: nos biênios 2006/07 e 2010/11.</p>
<p>Machado prometeu promover os &#8220;melhores valores da cultura nacional e da língua portuguesa&#8221; e afirmou que a instituição dará prioridade, no próximo ano, às atividades relativas aos centenários de morte do Barão do Rio Branco e de nascimento de Jorge Amado.</p>
<p>Ana Maria Machado tem mais de cem livros publicados e entrou para a academia em 2003.</p>
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		<title>Ferreira Gullar e Laurentino Gomes são os grandes vencedores do Prêmio Jabuti 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 10:35:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/jaboti.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15318" title="jaboti" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/jaboti.jpg" alt="" width="205" height="198" /></a>O livro &#8220;Em Alguma Parte Alguma&#8221;, de Ferreira Gullar, foi eleito o &#8220;Livro do Ano&#8221; de ficção e &#8220;1822&#8243;, de Laurentino Gomes, foi eleito o &#8220;Livro do Ano&#8221; na categoria de não ficção da 53º edição do Prêmio Jabuti.</p>
<p>Na premiação, que ocorre em duas fases, os dois autores já haviam ficado em 1º lugar nas categorias de poesia e reportagem, respectivamente. Ao receber a premiação máxima, Gullar agradeceu e falou, modesto, que não sabia se &#8220;poesia é literatura&#8221;: &#8220;Não sei se poesia é literatura, acho que só fazemos porque a vida não basta.&#8221;</p>
<p>Laurentino Gomes fez um agradecimento especial aos historiadores. &#8220;É com senso de missão de contribuir para a educação e para a transmissão de conhecimento que recebo esse prêmio. Nesse ambiente de construção de conhecimento coletiva, a história é chamada para essa missão. Faço uma homenagem a todos os historiadores brasileiros, que são a fonte em que bebo&#8221;, salientou.</p>
<p>Um corpo de 87 jurados analisou mais de duas mil obras inscritas. Na primeira etapa, foram escolhidos os 10 melhores livros de cada categoria; depois, foram escolhidos os três melhores. Os &#8220;Livros do Ano&#8221; ganham prêmio de R$ 30 mil. Os primeiros lugares de cada categoria ganham R$ 3 mil cada.</p>
<p>Concorreram ao prêmio obras inéditas, editadas no Brasil entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2010.</p>
<p>A edição deste ano do Jabuti ganhou oito categorias a mais do que em 2010 e passou por mudanças no regulamento, após a polêmica em torno do prêmio concedido a Chico Buarque. O romance do escritor e compositor, &#8220;Leite Derramado&#8221;, segundo lugar na categoria romance, havia levado o grande prêmio de ficção, gerando reclamações e até uma petição on-line para que Chico devolvesse o prêmio.</p>
<p>Ao contrário das edições anteriores, quando segundos e terceiros colocados poderiam ser laureados com o Jabuti de livro do ano, neste ano só os primeiros colocados em cada uma das categorias puderam concorrer.</p>
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		<title>Luis Fernando Verissimo lança &#8220;Em Algum Lugar do Paraíso&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 20:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O escritor Luis Fernando Verissimo é famoso por seus textos de humor e pelas sátiras de costumes que publica em jornais de grande circulação. &#8220;Comédias da Vida Privada&#8220;, uma antologia de crônicas engraçadíssimas, publicada em 1994, por exemplo, virou até uma série da TV Globo em 1995. &#160; Por causa desse talento em fazer rir,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/luis_fernando_verissimo1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-15198" title="luis_fernando_verissimo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/luis_fernando_verissimo1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O escritor <strong>Luis Fernando Verissimo </strong>é famoso por seus textos de humor e pelas sátiras de costumes que publica em jornais de grande circulação. &#8220;<strong>Comédias da Vida Privada</strong>&#8220;, uma antologia de crônicas engraçadíssimas, publicada em 1994, por exemplo, virou até uma série da TV Globo em 1995.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por causa desse talento em <strong>fazer rir</strong>, fica difícil acreditar quando o próprio autor afirma que não tem vocação humorística. &#8220;O que eu tenho é a técnica para escrever textos divertidos&#8221;, diz ele. &#8220;Mas meu jeito de ver as coisas está mais para depressivo&#8221;, completa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De fato, esse lado depressivo do escritor não aparece em suas obras (são, ao todo, <strong>500 mil exemplares </strong>vendidos no País). Seu último livro, &#8220;<strong>Em Algum Lugar do Paraíso</strong>&#8220;, é composto por <strong>41 crônicas</strong>, a maioria delas publicada nos últimos cinco anos, no jornal O Estado de S. Paulo. Verissimo, aliás, vem diminuindo o ritmo de sua produção. Reduziu, já há alguns anos, o número de jornais para os quais escreve &#8211; se antes, chegou a publicar em dez periódicos, hoje concentra-se em três: O Globo, Estado e Zero Hora. E pensa, inclusive, em se <strong>aposentar</strong>. &#8220;Penso em parar de escrever. O problema é que o dinheiro que ganho com os direitos autorais dos livros não é o suficiente para garantir minhas contas.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os leitores, aliás, já podem notar sua ausência em <strong>eventos literários</strong>. &#8220;Vou a lançamentos mais por causa da editora. Não é por prazer, pois sou caseiro e evito badalações&#8221;, conta. De onde vem, então, a inspiração para os textos se ele tem se mantido mais reservado? &#8220;Às vezes, de um filme ou de uma música&#8221;, diz. &#8220;Aliás, eu preferiria ser músico a escritor&#8221;, revela ele. &#8220;Mas como eu escrevo melhor do que toco saxofone, vamos deixar as coisas como estão.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na casa do <strong>escritor</strong>, em <strong>Porto Alegre</strong> (RS), num porão de pedra, há vários instrumentos. Curiosamente, apesar da paixão pelo jazz não há sequer uma crônica em sua nova obra cujo tema seja a música. No livro &#8220;Em Algum Lugar do Paraíso&#8221;, o autor repete a fórmula já consagrada em seus trabalhos: a de abordar situações cotidianas. Algo que faz, inclusive, em seus cartuns.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vem dessa última abordagem um dos textos mais inspirados da obra. &#8220;Em <strong>Cafarnaum</strong>&#8221; fala do encontro entre Guizael, dono de uma taberna, e um homem capaz de multiplicar peixes e pães, e transformar água em vinho. A história &#8211; contada em linguagem textual similar à bíblica &#8211; desenvolve-se quando Guizael tenta convencer o homem a fazer uma parceria financeira com ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro destaque é &#8220;<strong>Microfone Escondido</strong>&#8220;, em que o casal Leonor e Ataíde resolve esconder um aparelho desses no elevador do prédio só para descobrir o que os amigos pensam deles. Toda vez que fazem um jantar para um casal de convivas, há uma nova descoberta, revelada pelo microfone antes destes chegarem ao apartamento ou quando estão descendo o elevador rumo à rua. O resultado é um sucessão de confusões e mágoas, temperada pelas construções simples (mas não simplistas) e certeiras do escritor.<br />
<strong>Serviço<br />
</strong></p>
<p>&#8220;Em Algum Lugar do Paraíso&#8221;</p>
<p>Luis Fernando Verissimo</p>
<p>Editora Objetiva</p>
<p>Preço: R$ 36,90</p>
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		<title>Incentivo à leitura entre as prioridades do MinC</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 11:28:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Ministério da Cultura quer incentivar a leitura, sem deixar de lado as reformas de museus e teatros, assim como criar novos centros culturais. O ministério engloba oito órgãos que dependem diretamente de seu orçamento. São órgãos que cuidam de setores específicos da área cultural e para evitar privilégios, o ministério elencou um grande projeto...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/leitura.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-15084" title="leitura" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/leitura-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O Ministério da Cultura quer incentivar a leitura, sem deixar de lado as reformas de museus e teatros, assim como criar novos centros culturais. O ministério engloba oito órgãos que dependem diretamente de seu orçamento. São órgãos que cuidam de setores específicos da área cultural e para evitar privilégios, o ministério elencou um grande projeto em cada sistema para 2012.</p>
<p>No Rio de Janeiro, o Palácio Gustavo Capanema – será reformado – no local funcionou o Ministério da Educação e Cultura até a transferência para Brasília. O prédio cuja construção foi concluída em 1945 é considerado de arquitetura arrojada por causa do estilo moderno e da combinação de ferro e concreto com painéis de azulejos.</p>
<p>Em Recife, será construído o Museu Luiz Gonzaga (morto em 1989) chamado de o Rei do Baião e símbolo de criatividade e originalidade na música popular brasileira. Em Porto Alegre, será construído o Teatro Orquestra Sinfônica cuja orquestra existe desde 1950 e não dispõe de sede própria.</p>
<p>Os órgãos que integram o ministério são a Fundação Casa Rui Barbosa, Fundação Biblioteca Nacional, Fundação Cultural Palmares, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Fundação Nacional de Artes (Funarte), Agência Nacional de Cinema (Ancine), o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e o Fundo Nacional de Cultura.</p>
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		<title>Luiz Manfredini lança Memória de Neblina</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 23:11:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O jornalista e escritor curitibano Luiz Manfredini lança, no próximo dia 24, o romance Memória de Neblina. Junto com o anterior, As moças de Minas, compõe um largo painel das encruzilhadas da juventude dos anos 60, onde se misturam utopias de transformação do mundo com arroubos lúdicos de uma adolescência ainda carregada de infância. Num...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/convite_memoria.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-15080" title="convite_memoria" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/convite_memoria-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O jornalista e escritor curitibano Luiz Manfredini lança, no próximo dia 24, o romance <em>Memória de Neblina</em>. Junto com o anterior, <em>As moças de Minas</em>, compõe um largo painel das encruzilhadas da juventude dos anos 60, onde se misturam utopias de transformação do mundo com<br />
arroubos lúdicos de uma adolescência ainda carregada de infância.</p>
<p>Num tempo de trevas, sob a ditadura militar, os meninos e meninas de <em>Memória de Neblina </em>convivem com sonhos e pesadelos. Hilários, dramáticos, amorosos, radicais, lutam e brincam a um só tempo, semeiam sua revolução e picham muros com poemas. <em>Memória de Neblina </em>é, sobretudo, um elogio ao pensamento humanista e transformador.</p>
<p>Luiz Manfredini é veterano jornalista de Curitiba. Trabalhou em O Estado de S. Paulo, Jornal do Brasil e revista ISTOÉ, entre outros órgãos de imprensa. É colunista do portal Vermelho e membro do Conselho Editorial da revista Princípios, editada em São Paulo.<br />
SERVIÇO:</p>
<p>Data: 24/11/2011</p>
<p>Local: Palácio dos Leões – Av. João Gualberto, 570 &#8211; Curitiba &#8211; Paraná.</p>
<p>Hora: das 19 às 22 horas.<strong></strong></p>
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		<title>Carlos Drummond de Andrade</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 10:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro &#8211; MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por &#8220;insubordinação mental&#8221;. De novo em Belo Horizonte, começou...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/10/carlos_drumond-de-andrade.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-14881" title="carlos_drumond de andrade" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/10/carlos_drumond-de-andrade-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro &#8211; MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por &#8220;insubordinação mental&#8221;. De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do <em>Diário de Minas</em>, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.</p>
<p>Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores <em>A Revista</em>, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no <em>Correio da Manhã</em> e, a partir do início de 1969, no <em>Jornal do Brasil.</em>O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros de <strong>Drummond</strong>, <em>Alguma poesia</em> (1930) e <em>Brejo das almas</em> (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.</p>
<p>Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo. Em <em>Sentimento do mundo</em> (1940), em <em>José</em> (1942) e sobretudo em <em>A rosa do povo</em> (1945), <strong>Drummond</strong> lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.</p>
<p>Várias obras do poeta foram traduzidas para o espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, sueco, tcheco e outras línguas. <strong>Drummond</strong> foi seguramente, por muitas décadas, o poeta mais influente da literatura brasileira em seu tempo, tendo também publicado diversos livros em prosa.</p>
<p>Em mão contrária traduziu os seguintes autores estrangeiros: Balzac (Les Paysans, 1845; Os camponeses), Choderlos de Laclos (Les Liaisons dangereuses, 1782; As relações perigosas), Marcel Proust (La Fugitive, 1925; A fugitiva), García Lorca (Doña Rosita, la soltera o el lenguaje de las flores, 1935; Dona Rosita, a solteira), François Mauriac (Thérèse Desqueyroux, 1927; Uma gota de veneno) e Molière (Les Fourberies de Scapin, 1677; Artimanhas de Scapino).</p>
<p>Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, <strong>Carlos Drummond de Andrade</strong> morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.</p>
<h3><em><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><span style="text-decoration: underline;">Cronologia</span>:</span></em></h3>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">1902 &#8211; Nasce em Itabira do Mato Dentro, Estado de Minas Gerais; nono filho de Carlos de Paula Andrade, fazendeiro, e D. Julieta Augusta Drummond de Andrade.</span></p>
<p>1910 &#8211; Inicia o curso primário no Grupo Escolar Dr. Carvalho Brito, em Itabira (MG).</p>
<p>1916 &#8211; Aluno interno no Colégio Arnaldo, da Congregação do Verbo Divino, Belo Horizonte. Conhece Gustavo Capanema e Afonso Arinos de Melo Franco. Por problemas de saúde, interrompe seus estudos no segundo ano.</p>
<p>1917 &#8211; Toma aulas particulares com o professor Emílio Magalhães, em Itabira.</p>
<p>1918 &#8211; Aluno interno no Colégio Anchieta, da Companhia de Jesus, em Nova Friburgo; é laureado em &#8220;certames literários&#8221;. Seu irmão Altivo publica, no único exemplar do jornalzinho Maio, seu poema em prosa &#8220;ONDA&#8221;.</p>
<p>1919 &#8211; Expulso do Colégio Anchieta mesmo depois de ter sido obrigado a retratar-se. Justificativa da expulsão: &#8220;insubordinação mental&#8221;.</p>
<p>1920 &#8211; Muda-se com a família para Belo Horizonte.</p>
<p>1921 &#8211; Publica seus primeiros trabalhos na seção &#8220;Sociais&#8221; do Diário de Minas. Conhece Milton Campos, Abgar Renault, Emílio Moura, Alberto Campos, Mário Casassanta, João Alphonsus, Batista Santiago, Aníbal Machado, Pedro Nava, Gabriel Passos, Heitor de Sousa e João Pinheiro Filho, todos freqüentadores do Café Estrela e da Livraria Alves.</p>
<p>1922 &#8211; Ganha 50 mil réis de prêmio pelo conto &#8220;Joaquim do Telhado&#8221; no concurso Novela Mineira. Publica trabalhos nas revistas Todos e Ilustração Brasileira.</p>
<p>1923 &#8211; Entra para a Escola de Odontologia e Farmácia de Belo Horizonte.</p>
<p>1924 &#8211; Escreve carta a Manuel Bandeira, manifestando-lhe sua admiração. Conhece Blaise Cendrars, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral e Mário de Andrade no Grande Hotel de Belo Horizonte. Pouco tempo depois inicia a correspondência com Mário de Andrade, que durará até poucos dias antes da morte de Mário.</p>
<p>1925 &#8211; Casa-se com a senhorita Dolores Dutra de Morais, a primeira ou segunda mulher a trabalhar num emprego (como contadora numa fábrica de sapatos), em Belo Horizonte. Funda, junto com Emílio Moura e Gregoriano Canedo, A Revista, órgão modernista do qual saem 3 números. Conclui o curso de Farmácia mas não exerce a profissão, alegando querer &#8220;preservar a saúde dos outros&#8221;.</p>
<p>1926 &#8211; Leciona Geografia e Português no Ginásio Sul-Americano de Itabira. Volta para Belo Horizonte, por iniciativa de Alberto Campos, para trabalhar como redator-chefe do Diário de Minas. Heitor Villa Lobos, sem conhecê-lo, compõe uma seresta sobre o poema &#8220;Cantiga de Viúvo&#8221;.</p>
<p>1927 &#8211; Nasce, no dia 22 de março, mas vive apenas meia hora, seu filho Carlos Flávio.</p>
<p>1928 &#8211; Nasce, no dia 4 de março, sua filha Maria Julieta, quem se tornará sua grande companheira ao longo da vida. Publica na Revista de Antropofagia de São Paulo, o poema &#8220;No meio do caminho&#8221;, que se torna um dos maiores escândalos literários do Brasil. 39 anos depois publicará &#8220;Uma pedra no meio do caminho &#8211; Biografia de um poema&#8221;, coletânea de críticas e matérias resultantes do poema ao longo dos anos. Torna-se auxiliar de redação da Revista do Ensino da Secretaria de Educação.</p>
<p>1929 &#8211; Deixa o Diário de Minas para trabalhar no Minas Gerais, órgão oficial do Estado, como auxiliar de redação e pouco depois, redator, sob a direção de Abílio Machado.</p>
<p>1930 &#8211; Publica seu primeiro livro, &#8220;Alguma Poesia&#8221;, em edição de 500 exemplares paga pelo autor, sob o selo imaginário &#8220;Edições Pindorama&#8221;, criado por Eduardo Frieiro. Auxiliar de Gabinete do Secretário de Interior Cristiano Machado; passa a oficial de gabinete quando seu amigo Gustavo Capanema substitui Cristiano Machado.</p>
<p>1931 &#8211; Falece seu pai, Carlos de Paula Andrade, aos 70 anos.</p>
<p>1933 &#8211; Redator de A Tribuna. Acompanha Gustavo Capanema quando este é nomeado Interventor Federal em Minas Gerais.</p>
<p>1934 &#8211; Volta a ser redator dos jornais Minas Gerais, Estado de Minas e Diário da Tarde, simultaneamente. Publica &#8220;Brejo das Almas&#8221; em edição de 200 exemplares, pela cooperativa Os Amigos do Livro. Muda-se, com D. Dolores e Maria Julieta, para o Rio de Janeiro, onde passa a trabalhar como chefe de gabinete de Gustavo Capanema, novo Ministro de Educação e Saúde Pública.</p>
<p>1935 &#8211; Responde pelo expediente da Diretoria-Geral e é membro da Comissão de Eficiência do Ministério da Educação.</p>
<p>1937 &#8211; Colabora na Revista Acadêmica, de Murilo Miranda.</p>
<p>1940 &#8211; Publica &#8220;Sentimento do Mundo&#8221; em tiragem de 150 exemplares, distribuídos entre os amigos.</p>
<p>1941 &#8211; Assina, sob o pseudônimo &#8220;O Observador Literário&#8221;, a seção &#8220;Conversa Literária&#8221; da revista Euclides. Colabora no suplemento literário de A Manhã, dirigido por Múcio Leão e mais tarde por Jorge Lacerda.</p>
<p>1942 &#8211; A Livraria José Olympio Editora publica &#8220;Poesias&#8221;. O Editor José Olympio é o primeiro a se interessar pela obra do poeta.</p>
<p>1943 &#8211; Traduz e publica a obra Thérèse Desqueyroux, de François Mauriac, sob o título de &#8220;Uma gota de veneno&#8221;.</p>
<p>1944 &#8211; Publica &#8220;Confissões de Minas&#8221;, por iniciativa de Álvaro Lins.</p>
<p>1945 &#8211; Publica &#8220;A Rosa do Povo&#8221; pela José Olympio e a novela &#8220;O Gerente&#8221;. Colabora no suplemento literário do Correio da Manhã e na Folha Carioca. Deixa a chefia de gabinete de Capanema, sem nenhum atrito com este e, a convite de Luís Carlos Prestes, figura como editor do diário comunista, então fundado, Imprensa Popular, junto com Pedro Mota Lima, Álvaro Moreyra, Aydano Do Couto Ferraz e Dalcídio Jurandir. Meses depois se afasta do jornal por discordar da orientação do mesmo. É chamado por Rodrigo M.F. de Andrade para trabalhar na Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, onde mais tarde se tornará chefe da Seção de História, na Divisão de Estudos e Tombamento.</p>
<p>1946 &#8211; Recebe o Prêmio pelo Conjunto de Obra, da Sociedade Felipe d&#8217;Oliveira. Sua filha Maria Julieta publica a novela &#8220;A Busca&#8221;, pela José Olympio.</p>
<p>1947 &#8211; É publicada sua tradução de &#8220;Les liaisons dangereuses&#8221;, de Choderlos De Laclos, sob o título de &#8220;As relações perigosas&#8221;.</p>
<p>1948 &#8211; Publica &#8220;Poesia até agora&#8221;. Colabora em Política e Letras, de Odylo Costa, filho. Falece Julieta Augusta Drummond de Andrade, sua mãe. Comparece ao enterro em Itabira que acontece ao mesmo tempo em que é executada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro a obra &#8220;Poema de Itabira&#8221; de Heitor Villa-Lobos, composta sobre seu poema &#8220;Viagem na Família&#8221;.</p>
<p>1949 &#8211; Volta a escrever no jornal Minas Gerais. Sua filha Maria Julieta casa-se com o escritor e advogado argentino Manuel Graña Etcheverry e passa a residir em Buenos Aires, onde desempenhará, ao longo de 34 anos, um importante trabalho de divulgação da cultura brasileira.</p>
<p>1950 &#8211; Vai a Buenos Aires para o nascimento de seu primeiro neto, Carlos Manuel.</p>
<p>1951 &#8211; Publica &#8220;Claro Enigma&#8221;, &#8220;Contos de Aprendiz&#8221; e &#8220;A mesa&#8221;. É publicado em Madrid o livro &#8220;Poemas&#8221;.</p>
<p>1952 &#8211; Publica &#8220;Passeios na Ilha&#8221; e &#8220;Viola de Bolso&#8221;.</p>
<p>1953 &#8211; Exonera-se do cargo de redator do Minas Gerais, ao ser estabilizada sua situação de funcionário da DPHAN. Vai a Buenos Aires para o nascimento de seu neto Luis Mauricio, a quem dedica o poema &#8220;A Luis Mauricio infante&#8221;. É publicado em Buenos Aires o livro &#8220;Dos Poemas&#8221;, com tradução de Manuel Graña Etcheverry, genro do poeta.</p>
<p>1954 &#8211; Publica &#8220;Fazendeiro do Ar &amp; Poesia até agora&#8221;. Aparece sua tradução para &#8220;Les paysans&#8221;, de Balzac. Realiza na Rádio Ministério de Educação, em diálogo com Lya Cavalcanti, a série de palestras &#8220;Quase memórias&#8221;. Inicia no Correio da Manhã a série de crônicas &#8220;Imagens&#8221;, mantida até 1969.</p>
<p>1955 &#8211; Publica &#8220;Viola de Bolso novamente encordoada&#8221;.</p>
<p>1956 &#8211; Publica &#8220;50 Poemas escolhidos pelo autor&#8221;. Aparece sua tradução para &#8220;Albertine disparue&#8221;, de Marcel Proust.</p>
<p>1957 &#8211; Publica &#8220;Fala, amendoeira&#8221; e &#8220;Ciclo&#8221;.</p>
<p>1958 &#8211; Publica-se em Buenos Aires uma seleção de seus poemas na coleção &#8220;Poetas del siglo veinte&#8221;. É encenada e publicada a sua tradução de &#8220;Doña Rosita la soltera&#8221; de Federico García Lorca, pela qual recebe o Prêmio Padre Ventura, do Círculo Independente de Críticos Teatrais.</p>
<p>1960 &#8211; Nasce seu terceiro neto, Pedro Augusto, em Buenos Aires. A Biblioteca Nacional publica a sua tradução de &#8220;Oiseaux-Mouches orthorynques du Brèsil&#8221; de Descourtilz. Colabora em Mundo Ilustrado.</p>
<p>1961 &#8211; Colabora no programa Quadrante da Rádio Ministério da Educação, instituído por Murilo Miranda. Falece seu irmão Altivo.</p>
<p>1962 &#8211; Publica &#8220;Lição de coisas&#8221;, &#8220;Antologia Poética&#8221; e &#8220;A bolsa &amp; a vida&#8221;. É demolida a casa da Rua Joaquim Nabuco 81, onde viveu 36 anos. Passa a morar em apartamento. São publicadas suas traduções de &#8220;L&#8217;Oiseau bleu&#8221; de Maurice Maeterlink e de &#8220;Les fouberies de Scapin&#8221;, de Molière, esta última é encenada no Teatro Tablado do Rio de Janeiro. Recebe novamente o Prêmio Padre Ventura. Se aposenta como Chefe de Seção da DPHAN, após 35 anos de serviço público, recebendo carta de louvor do Ministro da Educação, Oliveira Brito.</p>
<p>1963 &#8211; É lançada sua tradução de &#8220;Sult&#8221; (Fome) de Knut Hamsun. Recebe os Prêmios Fernando Chinaglia, da União Brasileira de Escritores, e Luísa Cláudio de Sousa, do PEN Clube do Brasil, pelo livro &#8220;Lição de coisas&#8221;. Colabora no programa Vozes da Cidade, instituído por Murilo Miranda, na Rádio Roquete Pinto, e inicia o programa Cadeira de Balanço, na Rádio Ministério da Educação. Viaja, com D. Dolores, a Buenos Aires durante as férias.</p>
<p>1964 &#8211; Publica a primeira edição da &#8220;Obra Completa&#8221;, pela Aguilar.</p>
<p>1965 &#8211; São lançados os livros &#8220;Antologia Poética&#8221;, em Portugal; &#8220;In the middle of the road&#8221;, nos Estados Unidos; &#8220;Poesie&#8221;, na Alemanha. Publica, em colaboração com Manuel Bandeira, &#8220;Rio de Janeiro em prosa &amp; verso&#8221;. Colabora em Pulso.</p>
<p>1966 &#8211; Publica &#8220;Cadeira de balanço&#8221;, e na Suécia é lançado &#8220;Naten och rosen&#8221;.</p>
<p>1967 &#8211; Publica &#8220;Versiprosa&#8221;, &#8220;Mundo vasto mundo&#8221;, com tradução de Manuel Graña Etcheverry, em Buenos Aires e publicação de &#8220;Fyzika strachu&#8221; em Praga.</p>
<p>1968 &#8211; Publica &#8220;Boitempo &amp; A falta que ama&#8221;. Membro correspondente da Hispanic Society of America, Estados Unidos.</p>
<p>1969 &#8211; Deixa o Correio da Manhã e começa a escrever para o Jornal do Brasil. Publica &#8220;Reunião (10 livros de poesia)&#8221;.</p>
<p>1970 &#8211; Publica &#8220;Caminhos de João Brandão&#8221;.</p>
<p>1971 &#8211; Publica &#8220;Seleta em prosa e verso&#8221;. Edição de &#8220;Poemas&#8221; em Cuba.</p>
<p>1972 &#8211; Viaja a Buenos Aires com D. Dolores para visitar a filha, Maria Julieta. Publica &#8220;O poder ultrajovem&#8221;. Jornais do Rio, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre publicam suplementos comemorativos do 70º aniversário do poeta.</p>
<p>1973 &#8211; Publica &#8220;As impurezas do branco&#8221;, &#8220;Menino Antigo &#8211; Boitempo II&#8221;, &#8220;La bolsa y la vida&#8221;, em Buenos Aires, e &#8220;Réunion&#8221;, em Paris.</p>
<p>1974 &#8211; Recebe o Prêmio de Poesia da Associação Paulista de Críticos Literários. Membro honorário da American Association of Teachers of Spanish and Portuguese, Estados Unidos.</p>
<p>1975 &#8211; Publica &#8220;Amor, Amores&#8221;. Recebe o Prêmio Nacional Walmap de Literatura e recusa, por motivo de consciência, o Prêmio Brasília de Literatura, da Fundação Cultural do Distrito Federal.</p>
<p>1977 &#8211; Publica &#8220;A visita&#8221;, &#8220;Discurso de primavera e algumas sombras&#8221; e &#8220;Os dias lindos&#8221;. Grava 42 poemas em 2 long plays, lançados pela Polygram. Edição búlgara de &#8220;UYBETBO BA CHETA&#8221; (Sentimento do Mundo).</p>
<p>1978 &#8211; Publica &#8220;70 historinhas&#8221; e &#8220;O marginal Clorindo Gato&#8221;. Edições argentinas de &#8220;Amar-amargo&#8221; e &#8220;El poder ultrajoven&#8221;.</p>
<p>1979 &#8211; Publica &#8220;Poesia e Prosa&#8221;, 5ª edição, revista e atualizada, pela editora Nova Aguilar. Viaja a Buenos Aires por motivo de doença de sua filha Maria Julieta. Publica &#8220;Esquecer para lembrar &#8211; Boitempo III&#8221;.</p>
<p>1980 &#8211; Recebe os Prêmios Estácio de Sá, de jornalismo, e Morgado Mateus (Portugal), de poesia. Edição limitada de &#8220;A paixão medida&#8221;. Noite de autógrafos na Livraria José Olympio Editora para o lançamento conjunto da edição comercial de &#8220;A paixão medida&#8221; e &#8220;Um buquê de Alcachofras&#8221;, de Maria Julieta Drummond de Andrade; o poeta e sua filha autografam juntos na Casa José Olympio. Edição de &#8220;En rost at folket&#8221;, Suécia. Edição de &#8220;The minus sign&#8221;, Estados Unidos. Edição de &#8220;Gedichten&#8221; Poemas, Holanda.</p>
<p>1981 &#8211; Publica &#8220;Contos Plausíveis&#8221; e &#8220;O pipoqueiro da esquina&#8221;. Edição inglesa de &#8220;The minus sign&#8221;.</p>
<p>1982 &#8211; Ano do 80º aniversário do poeta. São realizadas exposições comemorativas na Biblioteca Nacional e na Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro. Os principais jornais do Brasil publicam suplementos comemorando a data. Recebe o título de Doutor honoris causa pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Edição mexicana de &#8220;Poemas&#8221;. A cidade do Rio de Janeiro festeja a data com cartazes de afeto ao poeta. Publica &#8220;A lição do amigo &#8211; Cartas de Mário de Andrade a Carlos Drummond de Andrade&#8221;, com notas do destinatário. Publicação de &#8220;Carmina drummondiana&#8221;, poemas de Drummond traduzidos ao latim por Silva Bélkior.</p>
<p>1983 &#8211; Declina do troféu Juca Pato. Publica &#8220;Nova Reunião (19 livros de poesia)&#8221;, último livro do poeta publicado, em vida, pela Casa José Olympio.</p>
<p>1984 &#8211; Despede-se da casa do velho amigo José Olympio e assina contrato com a Editora Record, que publica sua obra até hoje. Também se despede do Jornal do Brasil, depois de 64 anos de trabalho jornalístico, com a crônica &#8220;Ciao&#8221;. Publica, pela Editora Record, &#8220;Boca de Luar&#8221; e &#8220;Corpo&#8221;.</p>
<p>1985 &#8211; Publica &#8220;Amar se aprende amando&#8221;, &#8220;O observador no escritório&#8221; (memórias), &#8220;História de dois amores&#8221; (livro infantil) e &#8220;Amor, sinal estranho&#8221;. Edição de &#8220;Frän oxen tid&#8221;, Suécia.</p>
<p>1986 &#8211; Publica &#8220;Tempo, vida, poesia&#8221;. Edição de &#8220;Travelling in the family&#8221;, em New York, pela Random House. Escreve 21 poemas para a edição do centenário de Manuel Bandeira, preparada pela editora Alumbramento, com o título &#8220;Bandeira, a vida inteira&#8221;. Sofre um infarto e é internado durante 12 dias.</p>
<p>1987 &#8211; No 31 de janeiro escreve seu último poema, &#8220;Elegia a um tucano morto&#8221; que passa a integrar &#8220;Farewell&#8221;, último livro organizado pelo poeta. É homenageado pela escola de samba Estação Primeira de Mangueira, com o samba enredo &#8220;No reino das palavras&#8221;, que vence o Carnaval 87. No dia 5 de agosto, depois de 2 meses de internação, falece sua filha Maria Julieta, vítima de câncer. &#8220;E assim vai-se indo a família Drummond de Andrade&#8221; &#8211; comenta o poeta. Seu estado de saúde piora. 12 dias depois falece o poeta, de problemas cardíacos e é enterrado no mesmo túmulo que a filha, no Cemitério São João Batista do Rio de Janeiro. O poeta deixa obras inéditas: &#8220;O avesso das coisas&#8221; (aforismos), &#8220;Moça deitada na grama&#8221;, &#8220;O amor natural&#8221; (poemas eróticos), &#8220;Viola de bolso III&#8221; (Poesia errante), hoje publicados pela Record; &#8220;Arte em exposição&#8221; (versos sobre obras de arte), &#8220;Farewell&#8221;, além de crônicas, dedicatórias em verso coletadas pelo autor, correspondência e um texto para um espetáculo musical, ainda sem título. Edições de &#8220;Moça deitada na grama&#8221;, &#8220;O avesso das coisas&#8221; e reedição de &#8220;De notícias e não notícias faz-se a crônica&#8221; pela Editora Record. Edição de &#8220;Crônicas &#8211; 1930-1934&#8243;. Edição de &#8220;Un chiaro enigma&#8221; e &#8220;Sentimento del mondo&#8221;, Itália. Publicação de &#8220;Mundo Grande y otros poemas&#8221;, na série Los grandes poetas, em Buenos Aires.</p>
<p>1988 &#8211; Publicação de &#8220;Poesia Errante&#8221;, livro de poemas inéditos, pela Record.</p>
<p>1989 &#8211; Publicação de &#8220;Auto-retrato e outras crônicas&#8221;, edição organizada por Fernando Py. Publicação de &#8220;Drummond: frente e verso&#8221;, edição iconográfica, pela Alumbramento, e de &#8220;Álbum para Maria Julieta&#8221;, edição limitada e fac-similar de caderno com originais manuscritos de vários autores e artistas, compilados pelo poeta para sua filha. A Casa da Moeda homenageia o poeta emitindo uma nota de 50 cruzeiros com seu retrato, versos e uma auto-caricatura.</p>
<p>1990 &#8211; O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) organiza uma exposição comemorativa dos 60 anos da publicação de &#8220;Alguma Poesia&#8221;. Palestras de Manuel Graña Etcheverry, &#8220;El erotismo en la poesía de Drummond&#8221; no CCBB e de Affonso Romano de Sant&#8217;Anna, &#8220;Drummond, um gauche no mundo&#8221;. Encenação teatral de &#8220;Mundo, vasto mundo&#8221;, com Tônia Carrero, o coral Garganta e Paulo Autran, sob a direção deste no Teatro II do CCBB. Encenação de &#8220;Crônica Viva&#8221;, com adaptação de João Brandão e Pedro Drummond, no CCBB. Edição da antologia &#8220;Itabira&#8221;, em Madrid, pela editora Visor. Edição limitada de &#8220;Arte em exposição&#8221;, pela Salamandra. Edição de &#8220;Poésie&#8221;, pela editora Gallimard, França.</p>
<p>1991 &#8211; Publicação de &#8220;Obra Poética&#8221;, pela editora Europa-América, em Portugal.</p>
<p>1992 &#8211; Edição de &#8220;O amor natural&#8221;, de poemas eróticos, organizada pelo autor, com ilustrações de Milton Dacosta e projeto gráfico de Alexandre Dacosta e Pedro Drummond. Publicação de &#8220;Tankar om ordet menneske&#8221;, Noruega. Edição de &#8220;Die liefde natuurlijk&#8221; (O amor natural) na Holanda.</p>
<p>1993 &#8211; Publicação de &#8220;O amor natural&#8221;, em Portugal, pela editora Europa-América. Prêmio Jabuti pelo melhor livro de poesia do ano, &#8220;O amor natural&#8221;.</p>
<p>1994 &#8211; Publicação pela Editora Record de novas edições de &#8220;Discurso de primavera&#8221; e &#8220;Contos plausíveis&#8221;. No dia 2 de julho falece D. Dolores Morais Drummond de Andrade, viúva do poeta, aos 94 anos.</p>
<p>1995 &#8211; Encenação teatral de &#8220;No meio do caminho&#8230;&#8221;, crônicas e poemas do poeta com roteiro e adaptação de João Brandão e Pedro Drummond. Lançamento de um selo postal em homenagem ao poeta. Drummond na era digital, publicação de uma pequena antologia em 5 idiomas sob o título de &#8220;Alguma Poesia&#8221;, no World Wide Web , Internet, na data de seu 93º aniversário. Projeto do CD-ROM &#8220;CDA-ROM&#8221;, que visa a publicar, em ambiente interativo e com os recursos da multimídia, os 40 poemas recitados pelo autor, uma iconografia baseada na coleção de fotografias do poeta, entrevistas em vídeo e um curta-metragem.</p>
<p>1996 &#8211; Lançamento do livro <em>Farwell</em>, último organizado pelo poeta, no Centro Cultural do Banco do Brasil do Rio de Janeiro, com a apresentação de Joana Fomm e José Mayer. Esse livro é ganhador do Prêmio Jabuti.</p>
<p>1997 &#8211; Primeira edição interativa do livro &#8220;O Avesso das Coisas&#8221;.</p>
<p>1998 &#8211; Inauguração do Museu de Território Caminhos Dummondianos em Itabira. No dia 31 de outubro é inaugurado o Memorial Carlos Drummond de Andrade, projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, no Pico do Amor da cidade de Itabira. Prêmio <em>in memorian </em>Medalha do Sesquicentenário da Cidade de Itabira.</p>
<p>1999 &#8211; I Forum Itabira Século XXI — Centenário Drummond, realizado na cidade de Itabira. Lançamento do CD &#8220;Carlos Drummond de Andrade por Paulo Autran&#8221;, pelo selo Luz da Cidade.</p>
<p>2000 &#8211; Inaugurada a Biblioteca Carlos Drummond de Andrade do Colégio Arnaldo de Belo Horizonte. Lançamento do CD &#8220;Contos de aprendiz por Leonardo Vieira&#8221;, pelo selo Luz da Cidade. Estréia no dia 31 de outubro o espetáculo &#8220;Jovem Drummond&#8221;, estrelado por Vinícius de Oliveira, no teatro da Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade e Itabira (Secretaria de Cultura do Município). Lançamento do CD &#8220;História de dois amores &#8211; contadas por Odete Lara&#8221;, pela gravadora Luz da Cidade. Encenação pela Comédie Française da peça de Molière <em>Les Fourberies de Scapin, </em>com tradução do biografado, nos teatros Municipal do Rio de Janeiro e Municipal de São Paulo. Lançamento do projeto &#8220;O Fazendeiro do Ar&#8221;, com o &#8220;balão Drummond&#8221;, na Lagoa Rodrigo de Freitas &#8211; Rio de Janeiro. II Fórum Itabira Século XXI — Centenário Drummond, realizado em outubro na cidade de Itabira. Homenagem <em>in memoriam </em>Medalha comemorativa dos 70 anos do MEC. Homenagem dos Ex-Alunos da Universidade Federal de Minas Gerais.</p>
<p><strong><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
BIBLIOGRAFIA</span></strong></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>POESIA</strong></span></p>
<p><em>Alguma poesia</em>. Belo Horizonte: Edições Pindorama, 1930.</p>
<p><em>Brejo das almas.</em> Belo Horizonte: Os Amigos do Livro, 1934.</p>
<p><em>Sentimento do mundo. </em>R. de Janeiro: Pongetti, 1940; 10a ed., RJ: Record, 2000.</p>
<p><em>Poesias</em> (Alguma poesia, Brejo das almas, Sentimento do mundo, José). RJ: J.Olympio, 1942.</p>
<p><em>A rosa do povo.</em> Rio de Janeiro: J. Olympio, 1945.</p>
<p><em>Poesia até agora.</em> (Alguma poesia, Brejo das almas, Sentimento do mundo, José, A rosa do povo, Novos poemas). Rio de Janeiro: J. Olympio, 1948.</p>
<p><em>A máquina do mundo</em> (incluído em Claro enigma). Rio de Janeiro: Luís Martins, 1949 (exemplar único).</p>
<p><em>Claro enigma.</em> Rio de Janeiro: J. Olympio, 1951.</p>
<p><em>A mesa</em> (incluído em Claro enigma). Niterói: Hipocampo, 1951 (70 exemplares).</p>
<p><em>Viola de bolso</em>. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação do MEC, 1952.</p>
<p><em>Fazendeiro do ar &amp; Poesia até agora</em>. (Alguma poesia, Brejo das almas, Sentimento do mundo, José, A rosa do povo, Novos poemas, Claro enigma, Fazendeiro do ar). R. de Janeiro: J. Olympio, 1954.</p>
<p><em>Viola de bolso</em> (incluindo Viola de bolso novamente encordoada); 2ª. ed. aumentada, Os Cadernos de Cultura, R. de Janeiro: J. Olympio, 1955.</p>
<p><em>Soneto da buquinagem </em>(incluído em Viola de bolso novamente encordoada). Rio de Janeiro: Philobiblion, 1955 (100 exemplares).</p>
<p><em>Ciclo </em>(incluído em A vida passada a limpo e em Poemas). Recife: O Gráfico Amador, 1957. (96 exemplares).</p>
<p><em>Poemas </em>(Alguma poesia, Brejo das Almas, Sentimento do mundo, José, A rosa do povo, Novos poemas, Claro enigma, Fazendeiro do ar, A vida passada a limpo). R. de Janeiro: J. Olympio, 1959.</p>
<p><em>Lição de coisas.</em> R. de Janeiro: J. Olympio, 1964.</p>
<p><em>Obra completa.</em> (Estudo crítico de Emanuel de Moraes, fortuna crítica, cronologia e bibliografia). R. de Janeiro: Aguilar, 1964 (publicada pela mesma editora sob o título Poesia completa e prosa (1973), e sob o título de Poesia e prosa (1979).</p>
<p><em>Versiprosa.</em> R. de Janeiro: J. Olympio, 1967.</p>
<p><em>José &amp; Outros</em> (José, Novos poemas, Fazendeiro do ar, A vida passada a limpo, 4 Poemas, Viola de bolso II). R. de Janeiro: J. Olympio, 1967.</p>
<p><em>Boitempo &amp; A falta que ama.</em> Rio de Janeiro: Sabiá, 1968.</p>
<p><em>Nudez</em> (incluído em Poemas). Recife: Escola de Artes, 1979 (50 exemplares).</p>
<p><em>Reunião </em>(Alguma poesia, Brejo das almas, Sentimento do mundo, José, A rosa do povo, Novos poemas, Clara enigma, Fazendeiro do ar, A vida passada a limpo, Lição de coisas, 4 Poemas). R. de Janeiro: J. Olympio, 1969.</p>
<p><em>D. Quixote</em> (Glosas a 21 desenhos de Cândido Portinari). R. de Janeiro: Diagraphis, 1972.</p>
<p><em>As impurezas do branco</em>. R. de Janeiro: J. Olympio, 1973.</p>
<p><em>Menino antigo</em> (Boitempo II). R. de Janeiro: J. Olympio, 1973.</p>
<p><em>Minas e Drummond</em>. (ilustrações de Yara Tupinambá, Wilde Lacerda, Haroldo Mattos, Júlio Espíndola, Jarbas Juarez, Álvaro Apocalypse e Beatriz Coelho). Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais,1973 (500 exemplares).</p>
<p><em>Amor, amores</em> (desenhos de Carlos Leão). Rio de Janeiro: Alumbramento, 1975 (423 exemplares).</p>
<p><em>A visita </em>(incluído em A paixão medida) (fotos de Maureen Bisilliat). São Paulo: edição particular, 1977 (125 exemplares).</p>
<p><em>Discurso de primavera e algumas sombras.</em> Rio de Janeiro: J. Olympio, 1977.</p>
<p><em>O marginal Clorindo Gato </em>(incluído em A paixão medida). R. de Janeiro: Avenir, 1978.</p>
<p><em>Nudez</em> (incluído em Poemas). Recife: Escola de artes, 1979 (50 exemplares).</p>
<p><em>Esquecer para lembrar</em> (Boitempo III). R. de Janeiro: J. Olympio, 1979.</p>
<p><em>A paixão medida</em> (desenhos de Emeria Marcier). R. de Janeiro: Alumbramento, 1980. (643 exemplares).</p>
<p><em>Nova Reunião </em>- 19 livros de poesias. R. de Janeiro: J. Olympio, 1983</p>
<p><em>O elefante</em> (Ilustrações de Regina Vater). R. de Janeiro: Record. Coleção Abre-te Sésamo, 1983.</p>
<p><em>Caso do vestido.</em> R. de Janeiro: Rioarte, 1983 (adaptado para o teatro por Aderbal Júnior).</p>
<p><em>Corpo</em> (Ilustrações de Carlos Leão). R. de Janeiro: Record, 1984.</p>
<p><em>Mata Atlântica</em> (fotos de Luiz Cláudio Marigo, texto de Alceo Magnani). R. de Janeiro: Chase Banco Lar/AC&amp;M, 1984.</p>
<p><em>Amor, sinal estranho</em> (litografias originais de Bianco). R. de Janeiro: Lithos Edições de Arte, 1985 (100 exemplares).</p>
<p><em>Amar se aprende amando</em>. R. de Janeiro: Record, 1985.</p>
<p><em>Pantanal </em>(fotos de Luiz Cláudio Marigo, texto de Alceo Magnani). R. de Janeiro: Chase Banco Lar/AC&amp;M, 1985.</p>
<p><em>Boitempo I e II </em>(Reunião de poemas publicados anteriormente nos livros Boitempo, Menino antigo e Esquecer para lembrar). R. de Janeiro: Record, 1986.</p>
<p><em>O prazer das imagens</em> (fotografias de Hugo Rodrigo Octavio &#8211; legendas inéditas de Carlos Drummond de Andrade). São Paulo: Metal Leve/Hamburg, 1987 (500 exemplares).</p>
<p><em>Poesia Errante: </em>derrames líricos, e outros nem tanto ou nada. R. de Janeiro: Record, 1988.</p>
<p><em>Arte em Exposição</em>. R. de Janeiro: Salamandra/Record, 1990.</p>
<p><em>O Amor Natural.</em> (Ilustrações Milton Dacosta). R. de Janeiro: Record, 1992.</p>
<p><em>A Vida Passada a Limpo.</em> R. de Janeiro: Record, 1994.</p>
<p><em>Rio de Janeiro</em> (fotos de Michael Sonnenberg). Liechtenstein: Verlag Kunt und Kultur, 1994.</p>
<p><em>Farewell.</em> R. de Janeiro: Record, 1996.</p>
<p><em>A Senha do Mundo.</em> R. de Janeiro: Record, 1996; (reeditado em 1998, pela Record, com o título de Verso na Prosa, Prosa no Verso).</p>
<p><em>A Cor de Cada um.</em> R. de Janeiro: Record, 1996; (reeditado em 1998, pela Record, com o título de Verso na Prosa, Prosa no Verso).</p>
<p><em>José &amp; Outros. </em>Rio de Janeiro: Record, 2003; (reunião dos livros <em>José, Novos Poemas </em>e <em>Fazendeiro do ar</em>).</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
<strong>CRÔNICA </strong></span></p>
<p><em>Fala, amendoeira. </em>R. de Janeiro: J. Olympio, 1957.</p>
<p><em>A bolsa &amp; a vida. </em>R. de Janeiro: Editora do Autor, 1962.</p>
<p><em>Cadeira de balanço. </em>R. de Janeiro: J. Olympio, 1966.</p>
<p><em>Caminhos de João Brandão. </em>R. de Janeiro: J. Olympio, 1970.</p>
<p><em>O poder ultrajovem. </em>R. de Janeiro: J. Olympio, 1972.</p>
<p><em>De notícias &amp; não notícias faz-se a crônica.</em> R. de Janeiro: J. Olympio, 1974.</p>
<p><em>Os dias lindos.</em> R. de Janeiro: J. Olympio, 1977.</p>
<p><em>Crônica das favelas cariocas. </em>R. de Janeiro: edição particular, 1981.</p>
<p><em>Boca de luar.</em> R. de Janeiro: Record, 1984.</p>
<p><em>Crônicas de 1930/1934</em> (Crônicas assinadas com os pseudônimos: Antônio Crispim e Barba Azul). Belo Horizonte: Revista do Arquivo Público Mineiro, 1984. [Reeditado em 1987 pela Secretaria da Cultura de Minas Gerais - ilustrações de Ana Raquel.]</p>
<p><em>Moça deitada na grama. </em>R. de Janeiro: Record, 1987.</p>
<p><em>Auto-Retrato e Outras Crônicas. </em>Seleção Fernando Py. R. de Janeiro: Record, 1989.</p>
<p><em>O Sorvete e Outras Histórias. </em>São Paulo: Ática, 1993.</p>
<p><em>Vó Caiu na Piscina. </em>R. de Janeiro: Record, 1996.</p>
<p><em>Quando é dia de futebol. </em>Rio de Janeiro: Record, 2002.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
<strong>CONTO</strong></span></p>
<p><em>O gerente </em>(incluído em Contos de aprendiz). R. de Janeiro: Horizonte, 1945.</p>
<p><em>Contos de aprendiz. </em>R. de Janeiro: J. Olympio, 1951.</p>
<p><em>70 historinhas. </em>R. de Janeiro: J. Olympio, 1978. (Seleção de textos dos livros de crônicas: Fala amendoeira, A bolsa &amp; a vida, Cadeira de balanço, Caminhos de João Brandão, O poder ultrajovem, De notícias &amp; não notícias faz-se a crônica e Os dias lindos.)</p>
<p><em>Contos plausíveis</em> (ilustrações de Irene Peixoto e Márcia Cabral). R. de Janeiro: J. Olympio/Editora JB, 1981.</p>
<p><em>O pipoqueiro da esquina</em> (Desenhos de Ziraldo). R. de Janeiro: Codecri, 1981.</p>
<p><em>História de dois amores</em> (Desenhos de Ziraldo). R. de Janeiro: Record, 1985.</p>
<p><em>Criança dagora é fogo. </em>R. de Janeiro: Record, 1996.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
<strong>ENSAIO</strong></span></p>
<p><em>Confissões de Minas.</em> R. de Janeiro: Americ-Edit., 1944.</p>
<p><em>Passeios na ilha.</em> R. de Janeiro: Simões,1952.</p>
<p><em>Minas Gerais (Antologia).</em> R. de Janeiro: Editora do Autor, 1967. Coleção Brasil, Terra &amp; Alma.</p>
<p><em>A Lição do amigo </em>(cartas de Mário de Andrade &#8211; introdução e notas de CDA). R. de Janeiro: J. Olympio, 1982.</p>
<p><em>Em certa casa da rua Barão de Jaguaribe</em> (ata comemorativa dos 20 anos do Sabadoyle). R. de Janeiro: Biblioteca Plínio Doyle, 1984.</p>
<p><em>O observador no escritório</em> (Memória). R. de Janeiro: Record, 1985.</p>
<p><em>Tempo, vida, poesia</em> (entrevistas à Rádio MEC). R. de Janeiro: Record, 1986.</p>
<p><em>Saudação a Plínio Doyle.</em> R. de Janeiro: Biblioteca Plínio Doyle, 1986.</p>
<p><em>O avesso das coisas </em>(Aforismos &#8211; ilustrações de ]immy Scott). R. de Janeiro: Record, 1987.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>ANTOLOGIA</strong></span></p>
<p><strong>Português</strong></p>
<p><em>Neste caderno&#8230;</em> In: 10 Histórias de bichos (em colaboração com Godofredo Rangel, Graciliano Ramos, João Alphonsus, Guimarães Rosa, J. Simões Lopes Neto, Luís Jardim, Maria Julieta,Marques Rebelo, Orígenes Lessa, Tristão da Cunha). R. de Janeiro: Condé, 1947 (220 exemplares).</p>
<p><em>50 poemas escolhidos pelo autor.</em> R. de Janeiro: Serviço de Documentação do MEC, 1956.</p>
<p><em>Antologia poética.</em> R. de Janeiro: Editora do Autor, 1962.</p>
<p><em>Quadrante </em>(em colaboração com Cecília Meireles, Dinah Silveira de Queiroz, Fernando Sabino, Manuel Bandeira, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga). R. de Janeiro: Editora do Autor, 1962.</p>
<p><em>Quadrante II</em> (em colaboração com Cecília Meireles, Dinah Silveira de Queiroz, Fernando Sabino, Manuel Bandeira, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga). R. de Janeiro: Editora do Autor, 1963.</p>
<p><em>Antologia poética</em> (seleção e prefácio de Massaud Moisés). Lisboa: Portugália, 1965. Coleção Poetas de Hoje.</p>
<p><em>Vozes da cidade</em> (em colaboração com Cecília Meireles, Genolino Amado, Henrique Pongetti, Maluh de Ouro Preto, Manuel Bandeira e Raquel de Queirós). R. de Janeiro: Record, 1965.</p>
<p><em>Rio de Janeiro em prosa &amp; verso</em> (antologia em colaboração com Manuel Bandeira). R. de Janeiro: J. Olympio, 1965. Coleção Rio 4 Séculos.</p>
<p><em>Uma pedra no meio do caminho</em> (biografia de um poema). Apresentação de Arnaldo Saraiva). R. de Janeiro: Editora do Autor, 1967.</p>
<p><em>Seleta em prosa e verso </em>(estudo e notas de Gilberto Mendonça Teles). R. de Janeiro: J. Olympio, 1971.</p>
<p><em>Elenco de cronistas modernos</em> (em colaboração com Clarice Lispector, Fernando Sabino, Manuel Bandeira, Paulo Mendes Campos, Raquel de Queirós e Rubem Braga). R. de Janeiro: Sabiá, 1971.</p>
<p><em>Atas poemas.</em> Natal na Biblioteca de Plínio Doyle (em colaboração com Alphonsus de Guimaraens Filho, Enrique de Resende, Gilberto Mendonça Teles, Homero Homem, Mário da Silva Brito, Murilo Araújo, Raul Bopp, Waldemar Lopes). R. de Janeiro, Sabadoyle, 1974.</p>
<p><em>Para gostar de ler</em> (em colaboração com Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Rubem Braga). São Paulo: Ática, 1977-80.</p>
<p><em>Para Ana Cecília</em> (em colaboração com João Cabral de Melo Neto, Mauro Mota, Odilo Costa Filho, Ledo lvo, Marcus Accioly e Gilberto Freire). Recife: Edição Particular, 1978.</p>
<p><em>O melhor da poesia brasileira</em> (em colaboração com João Cabral de Melo Neto, Manuel Bandeira e Vinícius de Moraes). R. de Janeiro: J. Olympio, 1979.</p>
<p><em>Carlos Drummond de Andrade.</em> Seleção de textos, notas, estudo biográfico, histórico-crítico e exercícios de Rita de Cássia Barbosa. São Paulo: Abril, 1980.</p>
<p><em>Literatura comentada.</em> São Paulo: Abril, 1981.</p>
<p><em>Antologia poética.</em> São Paulo: Abril Cultural, 1982.</p>
<p><em>Quatro vozes</em> (em colaboração com Rachel de Queiroz, Cecília Meirelles e Manuel Bandeira). R. de Janeiro: Record, 1984.</p>
<p><em>60 anos de poesia. </em>(organização e apresentação de Arnaldo Saraiva). Lisboa: O Jornal, 1985.</p>
<p><em>Quarenta historinhas e cinco poemas</em> (leitura e exercícios para estudantes de Português nos EUA). Flórida: University of Florida, 1985.</p>
<p><em>Bandeira &#8211; A vida inteira </em>(textos extraídos da obra de Manuel Bandeira e 21 poemas de Carlos Drummond de Andrade &#8211; fotos do Arquivo &#8211; Museu de Literatura da Fundação Casa Rui Barbosa). R. de Janeiro: Alumbramento/Livroarte, 1986.</p>
<p><em>Álbum para Maria Julieta</em>. Coletânea de dedicatórias reunidas por Carlos Drummond de Andrade para sua filha, acompanhado de texto extraído da obra do autor. R. de Janeiro: Alumbramento / Livroarte, 1989.</p>
<p><em>Obra poética.</em> Portugal: Publicações Europa-América, 1989. Rua da Bahia (em colaboração com Pedro Nava). Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais, 1990.</p>
<p><em>Setecontos, setencantos</em> (em colaboração com Caio Porfírio Carneiro, Herberto Sales, Ideu Brandão, Miguel Jorge, Moacyr Scliar e Sergio Faraco &#8211; organizado por Elias José). São Paulo: FTD.</p>
<p><em>Carlos Drummond de Andrade</em> (org. de Fernando Py e Pedro Lyra). R. de Janeiro: Agir,1994.</p>
<p><em>As palavras que ninguém diz.</em> (Seleção Luzia de Maria). R. de Janeiro: Record, 1997, (Mineiramente Drummond).</p>
<p><em>Histórias para o Rei.</em> (Seleção Luzia de Maria). R. de Janeiro: Record, 1997 (Mineiramente Drummond).</p>
<p><em>A palavra mágica.</em> (Seleção Luzia de Maria). R. de Janeiro: Record, 1997 (Mineiramente Drummond).</p>
<p><em>Os amáveis assaltantes.</em> R. de Janeiro: Agora Comunicação Integrada, 1998.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>EM OUTRAS LÍNGUAS</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Alemão</strong></span></p>
<p><em>Poesie</em> (tradução de Curt Meyer-Clason). Frankfurt: Suhrkamp Verlag, 1965.</p>
<p><em>Gedichte </em>(tradução de Curt Meyer-Clason). Frankfurt: Suhrkamp Verlag, 1982.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Búlgaro</strong></span></p>
<p><em>lybctbo ba cbeta</em> (tradução de Alexandre Muratov e Atanas Daltchev). Sófia: Narodna Cultura, 1977.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Chinês</strong></span></p>
<p><em>Antologia da poesia brasileira</em> (seleção de Antônio Carlos Secchin e tradução de Zhao Deming). Pequim: Embaixada do Brasil, 1994.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Dinamarquês</strong></span></p>
<p><em>Verdensfornemmelse og Andre Digte</em> (Tradução de Peter Poulsen). Copenhague: Borgens Forlag, 2000.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Espanhol</strong></span></p>
<p><em>Poemas</em> (seleção, versão e introdução de Rafael Santos Torroella). Madri: Ediciones Rialp, 1951. Colección Adonai.</p>
<p><em>Dos poemas</em> (traduzidos por Manuel Grana Etcheverry). Buenos Aires: Ediciones Botella al Mar, 1953.</p>
<p><em>Poetas del siglo veinte.</em> Carlos Drummond de Andrade (seleção e versão de Ramiro de Casasbellas). Buenos Aires: Ediciones Poesia, 1957.</p>
<p><em>Poesía de Carlos Drurnmond de Andrade</em> (tradução de Armando Uribe Arce, Thiago de Mello e Fernando de Alencar). Santiago do Chile: Cadernos Brasileiros: Série Poesia, 1963.</p>
<p><em>Seis Poetas Contemporáneos del Brasil </em>(tradução Manuel Grana Etcheverry). La Paz: Embajada del Brasil, 1966 (Cuadernos Brasilenos).</p>
<p><em>Mundo, vasto mundo</em> (Tradução de Manuel Grana Etcheverry). Buenos Aires: Editorial Losada, 1967. Colección Poetas de Ayer y de Hoy.</p>
<p><em>Poemas </em>(introdução, seleção e notas de Munoz-Unsain). Havana: Casa de las Americas, 1970.</p>
<p><em>La bolsa y la vida</em> (tradução de Maria Rosa Oliver). Buenos Aires: Ediciones de la Flor, 1973.</p>
<p><em>Poemas</em> (tradução de Leonidas Cevallos). Lima: Centro de Estudios Brasilenos, 1976. Drummond de Andrade (tradução Gabriel Rodriguez). Caracas: Dirección General de Cultura de la Gobernación del Distrito Fedreal, 1976.</p>
<p><em>Amar-amargo y otros poemas</em> (tradução de Estela dos Santos). Buenos Aires: Calicanto, 1978.</p>
<p><em>El poder ultrajovem</em> (tradução de Estela dos Santos). Buenos Aires: Editorial Sudamericana,1978.</p>
<p><em>Dos cuentos y dos poemas binacionales</em> (em colaboração com Sergio Faraco e Jorge Medoza Enriguez). Santiago do Chile: Instituto Chileno-Brasileño de Cultura de Concepción, 1981.</p>
<p><em>Poemas </em>(tradução, seleção e introdução de Francisco Cervantes). México: Premià, 1982.</p>
<p><em>Don Quijote</em> (tradução de Edmund Font &#8211; gravuras de Portinari). México: Secretaría de Educación Pública, 1985 (3.000 exemplares).</p>
<p><em>Antología Poética</em> (tradução, introdução, cronologia e bibliografia de Cláudio Murilo). Madri: Instituto de Cooperación Ibero-americana/Ediciones Cultura Hispánica, 1986.</p>
<p><em>Poemas</em> (tradução Renato Sandoval). Lima: Embajada del Brasil, 1989 (Tierra Brasilena).</p>
<p><em>Itabira </em>(Antología) (tradução Pablo del Barco). Madri: Visor,1990.</p>
<p><em>Historia de dos poemas </em>(tradução Gloria Elena Bernal). México: SEP, 1992.</p>
<p><em>Carlos Drummond de Andrade.</em> México: Fondo Nacional para Actividades Sociales, s. d. (Poesia Moderna).</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Francês</strong></span></p>
<p><em>Réunion.</em> (Tradução de Jean-Michel Massa). Paris: Aubier-Montaigne, 1973.</p>
<p><em>Fleur, téléphone et jeune fille&#8230;</em> (antologia organizada por Mário Carelli). Paris: L&#8217;Alphée, 1980.</p>
<p><em>Drummond: une esquisse.</em> R. de Janeiro: Alumbramento / Livroarte, 1981.</p>
<p><em>Conversation extraordinaire avec une dame de ma connaissance et autres nouvelles.</em> (Tradução de Mario Carelli e outros). Paris: A. M. Métailié, 1985.</p>
<p><em>Mon éléphant. </em>(Tradução de Vivete Desbans. Ilustrações de Hélène Vicent). Paris: Éditions ILM, 1987. Collection bilingue.</p>
<p><em>Poésie (</em>tradução Didier Lamaison). Paris: Gallimard, 1990.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Holandês</strong></span></p>
<p><em>Gedichten</em> (tradução de August Willensem). Amsterdam: Uitgeverij de Arbeiderspers,1980.</p>
<p><em>20 gedichten van Carlos Drummond de Andrade</em> (tradução de August Willensen &#8211; Fotos de Sérgio Zalis). Amsterdam: Riksakademie van beeldende Kunsten, 1983.</p>
<p><em>De liefde, natuurlijk: gedichten</em> (tradução August Willemsen). Amsterdam: Uitgeverij de Arbeiderspers,1992.</p>
<p><em>Farewell </em>(tradução August Wil)emsen). Amsterdam: Uitgeverij de Arbeiderspers, 1996.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Inglês</strong></span></p>
<p><em>In the middle of the road</em> (tradução de John Nist). Tucson: University of Arizona Press, 1965.</p>
<p><em>Souvenir of the ancient world</em> (tradução de Mark Strand). New York: Antaeu, 1976.</p>
<p><em>Poems</em> (tradução de Virgínia de Araújo). Palo Alto: WPA, 1977.</p>
<p><em>The minus sign </em>(tradução de Virgínia de Araújo). Redding Ridge: Black Scvan Books, 1980.</p>
<p><em>The minus sign </em>(tradução de Virgínia de Araújo). Manchester: Carcanet New Press, 1981.</p>
<p><em>Travelling in the family</em> (selected poems) (tradução de Elizabeth Bishop e Gregory Rabassa). Nova York: Random House; Toronto: Random House of Canada, 1986.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Italiano</strong></span></p>
<p><em>Sentimento del Mondo</em> (Tradução Antonio Tabucchi). Torino: Giulio Einaudi, 1987 (Poesia).</p>
<p><em>Un Chiaro Enigma</em> (tradução Fernanda Toriello). Bari: Stampa Puglia, 1990.</p>
<p><em>La Visita</em> (tradução Luciana Stegagno Picchio). Milão: Libri Scheiwiller, 1996.</p>
<p><em>Racconti Plausibili</em> (tradução Alessandra Ravatti). Roma: Fahrenheit, 1996.</p>
<p><em>L’ Armore Naturale</em> (tradução Fernanda Toriello). Bari: Adriatica, 1997.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Latim</strong></span></p>
<p><em>Carmina drummondiana.</em> (Tradução de Silva Bélkior). R. de Janeiro: Salamandra, 1982.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
<strong>Norueguês</strong></span></p>
<p><em>Tankar om Ordet Menneske.</em> (Tradução Alf Saltveit). Oslo: Solum, 1992.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Sueco</strong></span></p>
<p><em>Natten och rosen </em>(Tradução de Arne Lundgren). Estocolmo: Norstedt &amp; Söners, 1966.</p>
<p><em>En ros at folket.</em> (Tradução de Arne Lundgren). Estocolmo: P.A. Norstedt &amp; Söners, 1980.</p>
<p><em>Fran oxens tid.</em> (Tradução de Arne Lundgren). Estocolmo: P.A. Norstedt &amp; Söners, 1985.</p>
<p><em>Tvarsnitt. </em>(Tradução Arne Lundgren). Estocolmo: Nordan, 1987.</p>
<p><em>Ljuset Spranger Natten. </em>(Tradução Arne Lundgren). Lysekil: F. Forlag, 1990.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong>Tcheco</strong></span></p>
<p><em>Fyzika strachu.</em> (Tradução de Vladimir Mikes). Praga: Odeon, 1967.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
<strong>TRADUÇÕES</strong></span></p>
<p><em>Uma gota de veneno</em> (Thérèse Desqueyroux), de François Mauriac. R. de Janeiro: Pongetti, 1943.</p>
<p><em>As relações perigosas</em> (Les Liaisons dangereux), de Choderlos de Laclos. Porto Alegre: Globo,1947.</p>
<p><em>Os camponeses</em> (Les Paysans), de Honoré de Balzac. In: A comédia humana. Porto Alegre: Globo, 1954.</p>
<p><em>A fugitiva</em> (Albertine disparue), de Marcel Proust. Porto Alegre: Globo, 1956.</p>
<p><em>Dona Rosita, a solteira ou a linguagem das flores </em>(Dona Rosita la soltera o el lenguaje de lãs flores), de Federico García Lorca. R. de Janeiro: Agir, 1959.</p>
<p><em>Beija-Flores do Brasil</em> (Oiseaux-mouches Orthorynques du Brésil), de Th. Descourtilz. R. de Janeiro: Biblioteca Nacional, 1960.</p>
<p><em>O pássaro azul </em>(L&#8217;Oiseau bleu), de Maurice Maeterlinck. Rio de Janeiro: Delta, 1962.</p>
<p><em>Artimanhas de Scapino</em> (Les Fourberies de Scapin), de Molière. R. de Janeiro: Serviço de Documentação do MEC, 1962.</p>
<p><em>Fome </em>(Sult), de Knut Hamsun. R. de Janeiro: Delta,1963.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
<strong>LIVROS EM BRAILE</strong>:</span></p>
<p><em>Boca de luar.</em> São Paulo: Fundação para o Livro do Cego no Brasil, 1985.</p>
<p><em>Corpo.</em> São Paulo: Fundação para o Livro do Cego no Brasil, 1990.</p>
<p><em>Sentimento do mundo.</em> São Paulo: Fundação Dorina Nowill para Cegos, 2000.</p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
<strong>SOBRE O AUTOR:</strong></span></p>
<p><em>Esfinge Clara</em> &#8211; Garcia, Othon Moacyr (1955) &#8211; RJ.</p>
<p><em>Palavra puxa palavra em C. D. de Andrade</em> &#8211; Garcia, Othon Moacyr (1955), RJ.</p>
<p><em>A rima na poesia de C. D. Andrade</em> &#8211; Martins, Hélcio (1968) &#8211; RJ.</p>
<p><em>Drummond: a estilística da repetição</em> &#8211; Teles, Gilberto M. (1970) &#8211; RJ.</p>
<p><em>Drummond rima Itabira mundo</em> &#8211; Moraes, Emanuel de (1971) &#8211; RJ.</p>
<p><em>Terra e família na poesia de C. D. Andrade</em> &#8211; Coelho, Joaquim-Francisco (1973) &#8211; RJ</p>
<p><em>Verso universo de Drummond </em>- Merquior, José Guilherme (1975) &#8211; RJ.</p>
<p><em>Drummond de Andrade</em> &#8211; Santiago, Silviano (1976) &#8211; Petrópolis.</p>
<p>A<em> dramaticidade na poesia de Drummond</em> &#8211; Schüler, Donald (1979); Porto Alegre.</p>
<p><em>Drummond: Análise da Obra</em> &#8211; Sant&#8217;Anna, Affonso Romano de (1980); RJ.</p>
<p><em>Ó de Itabira</em> (poema) &#8211; Accioly, Marcus (1980) &#8211; RJ.</p>
<p><em>Bibliografia comentada de Carlos Drummond de Andrade</em> (1918-1930). Py, Fernando (1981) &#8211; RJ.</p>
<p><em>El erotismo en la poesía de Carlos Drummond de Andrade</em> &#8211; Etcheverry, Manuel Graña (1990) &#8211; Buenos Aires.</p>
<p><strong><em>(entre outros).</em></strong></p>
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