<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Brasil Cultura &#187; Patrimônio Cultural</title>
	<atom:link href="http://www.brasilcultura.com.br/menu-de-navegacao/patrimonio-cultural/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.brasilcultura.com.br</link>
	<description>O portal da cultura brasileira</description>
	<lastBuildDate>Sat, 18 May 2013 23:44:55 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1.2</generator>
		<item>
		<title>1º CONCURSO DE DANÇA DE SALÃO &#8211; NEW FLICK&#8217;S . RITMO SAMBA</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/1%c2%ba-concurso-de-danca-de-salao-new-flicks-ritmo-samba/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/1%c2%ba-concurso-de-danca-de-salao-new-flicks-ritmo-samba/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 18 May 2013 23:44:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Samba]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Folclore]]></category>
		<category><![CDATA[MPB]]></category>
		<category><![CDATA[Música Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música Popular Brasileira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=19329</guid>
		<description><![CDATA[No quadradinho ou no soltinho, é lindo ver os casais que riscam o salão de forma elegante e cheios de graça e estilo. A partir desta terça-feira, dia 21 de maio, teremos a honra de presenciar a desenvoltura das duplas que se inscreveram para esta primeira edição do concurso. Serão 03 etapas e umagrande final...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/danca-de-salao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19330" title="danca de salao" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/danca-de-salao.jpg" alt="" width="141" height="200" /></a>No quadradinho ou no soltinho, é lindo ver os casais que riscam o salão de forma elegante e cheios de graça e estilo.</p>
<p>A partir desta terça-feira, dia 21 de maio, teremos a honra de presenciar a desenvoltura das duplas que se inscreveram para esta primeira edição do concurso.</p>
<p>Serão 03 etapas e umagrande final sempre às terças-feiras, a partir das 21h. Haverá distribuição de prêmios em dinheiro, troféus e medalhas.</p>
<p>O grupo SAMBACURI comandará a noite com o melhor do samba.<br />
1ª ETAPA | 21 DE MAIO</p>
<p>2ª ETAPA | 28 DE MAIO</p>
<p>3ª ETAPA | 04 DE JUNHO</p>
<p><strong>GRANDE FINAL | 11 DE JUNHO</strong></p>
<p>Info.:  41 3232-3068</p>
<p><strong>NEW FLICK’S </strong>| Av. Visc. de Guarapuava, 3489 &#8211; Centro Curitiba/Paraná<br />
APOIO . SAMBA DA TRADIÇÃO E BRASILCULTURA(www.brasilcultura.com.br)</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19329&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/1%c2%ba-concurso-de-danca-de-salao-new-flicks-ritmo-samba/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Revolução cultural à brasileira</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/revolucao-cultural-a-brasileira/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/revolucao-cultural-a-brasileira/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 18 May 2013 23:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Audio Visual]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[pcdob]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=19323</guid>
		<description><![CDATA[Na década de 1950, o Brasil se modernizava e partidos e movimentos de esquerda, bem como movimentos artísticos, acreditavam na possibilidade de uma revolução brasileira, nacional-democrática ou socialista. “Artistas e intelectuais tiveram um papel expressivo na construção da utopia de uma ‘brasilidade revolucionária’, que permitiria realizar as potencialidades de um povo e de uma nação”,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19324" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/aaarevo.jpg"><img class="size-full wp-image-19324" title="aaarevo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/aaarevo.jpg" alt="" width="200" height="128" /></a><p class="wp-caption-text">Nelson Pereira dos Santos filmando &quot;Como era gostoso o meu francês&quot; (1971)</p></div>
<p>Na década de 1950, o Brasil se modernizava e partidos e movimentos de esquerda, bem como<br />
movimentos artísticos, acreditavam na possibilidade de uma revolução brasileira, nacional-democrática ou socialista. “Artistas e intelectuais tiveram um papel expressivo na construção da utopia de uma ‘brasilidade revolucionária’, que permitiria realizar as potencialidades de um povo e de uma nação”, diz Marcelo Ridenti, professor de sociologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Mas até hoje a compreensão dessa relação, entre política e cultura,<br />
é complexa e inclui nomes de peso do panteão cultural que foram comunistas, como: Jorge Amado, Nelson Pereira dos Santos, Caio Prado Jr., Nora Ney, Dias Gomes, Jorge Goulart e Di Cavalcanti, entre outros. “É um problema que não cabe numa equação simples que supõe a militância comunista de artistas e intelectuais como parte de um desejo de transformar seu saber em poder.<br />
Tampouco se pode supor que houvesse mera manipulação dos intelectuais pelos dirigentes do Partido Comunista Brasileiro [PCB]”, explica o professor, que analisou a questão no projeto Artistas e intelectuais comunistas na consolidação do campo intelectual e da indústria cultural no Brasil. (<a href="http://revistapesquisa.fapesp.br/2013/05/03/aristas-e-intelectuais-comunistas-na-industria-cultural-no-brasil/" target="_blank">Veja aqui</a> )</p>
<p>“Num momento como o atual, em que as pesquisas evitam a politização dos temas, é importante recuperar como cultura e política se aproximaram num períodoturbulento como aquele, entre os anos 1950 e 1970”, observa o pesquisador.<br />
Segundo Ridenti, vários campos artísticos e intelectuais consolidados a partir da década de 1950 só são pensáveis a partir das lutas em seu interior, em que os comunistas desempenharam um papel importante, por vezes levando os integrantes do PCB ou ex-militantes às posições de maior reconhecimento ou prestígio. Muitos mudaram de convicção política ao longo do tempo. A maioria fez uma autocrítica sobre a sua atuação naquele período, mesmo os que<br />
continuaram se identificando como de esquerda ou sendo comunistas. Houve também muita reclamação posterior de que o partido mantinha com eles uma relação “ornamental” ou “instrumental”, ou seja, apenas para angariar prestígio ou divulgar uma linha política, sem falar nas críticas sobre o despotismo da direção, pronta a vigiar o imaginário dos militantes. “Só em parte isso é verdade. Esses artistas só puderam conquistar posições a partir do histórico de<br />
militância organizada, que, assim, esteve longe de significar mera manipulação de seus artistas e intelectuais. Era uma relação de mão dupla”, observa o autor.</p>
<div id="attachment_19325" class="wp-caption aligncenter" style="width: 300px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/cenapagador.jpg"><img class="size-full wp-image-19325" title="cenapagador" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/cenapagador.jpg" alt="" width="290" height="258" /></a><p class="wp-caption-text">Cena de O pagador de promessas, de Dias Gomes, em 1960</p></div>
<p>“De fato, o partido tinha uma linha política estreita e dogmática, dava pouco espaço a seus intelectuais, quase não contribuía para pensar a especificidade da sociedade brasileira, era marcado pelo centralismo e por relações autoritárias. Mas havia contrapartidas que mantiveram os artistas e intelectuais no partido apesar de tudo isso”, fala Ridenti. Para ele, não se deve caricaturar a ação cultural do PCB nos anos 1950, um elemento expressivo constituinte da cultura brasileira. “A indústria cultural ainda não estava de todo estabelecida no país. Com a modernização, muitos artistas e intelectuais estavam em busca de um espaço que não fosse a Igreja ou o Estado, então as principais instituições organizadas nos tempos em que a universidade ainda estava em crescimento”, lembra. Na maioria vindos da classe média que se<br />
expandia com a modernização do país, esses intelectuais não cabiam em nenhum<br />
dos dois espaços. “O PCB foi uma chance de organização, um fórum de debate cultural e político, que permitia ter acesso a uma rede de revistas pelo Brasil e de contatos no exterior.”</p>
<p><strong></p>
<p>Legitimidade</strong></p>
<p>A organização no partido dava legitimidade a certos grupos e indivíduos que buscavam marcar posição (ou evitar perder prestígio) em suas atividades. “O grande exemplo foi Jorge Amado, que teve seu talento potencializado pela ligação com o PCB, cuja rede de contatos internacionais facilitou a publicação de seus romances em vários países. Por sua vez, ele emprestava o seu prestígio de escritor ao partido e acabou sendo eleito deputado pelo PCB na Constituinte<br />
de 1946”, conta Ridenti. No exílio na França, a partir de 1948, aderiu ao movimento internacional pela paz e ganhou notoriedade mundial. “Sem desmerecer o talento de Amado, isso não teria acontecido se ele não fosse ligado ao partido. Foi por meio dessa relação que ele teve acesso a uma rede de contatos em diversos países da Europa e viu seus romances traduzidos em vários idiomas em razão disso. O mesmo aconteceu com Nelson Pereira dos Santos, que foi para a França e outros países com apoio do PCB e pôde conhecer vários cineastas”, diz<br />
o pesquisador.</p>
<div id="attachment_19326" class="wp-caption aligncenter" style="width: 300px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/acantora.jpg"><img class="size-full wp-image-19326" title="acantora" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/acantora.jpg" alt="" width="290" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Nora Ney no aeroporto do Galeão em 1969</p></div>
<p>Amado se transformou em divulgador do realismo socialista no Brasil e mesmo quando se afastou do PCB nunca rompeu oficialmente com os comunistas. “Ele saiu à francesa. Só ganhou autonomia como autor depois de <em>Gabriela, cravo e canela </em>(1958)”, fala Ridenti. As recompensas, porém, colocavam dilemas para os artistas, que testemunhavam as perseguições aos militantes dissidentes em escala internacional. “Eles também se inseriam nas redes comunistas como reprodutores do pensamento e da política produzida no centro, não como<br />
formuladores originais”, nota o autor. “Realmente, entre os anos 1940 e 1950, durante o realismo socialista, houve um grande controle do partido sobre os artistas e intelectuais brasileiros ligados ao PCB. Mas, no geral, essa relação foi flexível, porque o partido não se interessava muito pela cultura, o que explica por que, nos anos 1970, os artistas tentaram construir uma política cultural para o PCB, que não tinha uma”, lembra o historiador Marcos<br />
Napolitano, da Universidade de São Paulo (USP), autor do estudo <em>Políticas culturais e resistência democrática no Brasil nos anos 1970</em>.</p>
<p>“Houve um entusiasmado movimento em que os intelectuais e o partido convergiram para pensar um projeto revolucionário de nação. O partido e os intelectuais de esquerda foram as grandes referências, por exemplo, para os cineastas dispostos a fazer uma arte política e, em tese, politizadora. Infelizmente, o partido poderia ter usado mais e melhor os diagnósticos feitos pelos artistas”, observa a socióloga Célia Tolentino, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Marília, que estuda o tema em <em>O pensamento social na literatura e no cinema</em>,<br />
com apoio da FAPESP. “Os artistas não eram inocentes úteis para o PCB, também ganhavam com essa relação”, nota Ridenti.</p>
<p><strong></p>
<p>Autonomia</strong></p>
<p>A maior ou menor autonomia do partido dependia da carreira paralela à política. Figuras como Dias Gomes ou Oscar Niemeyer, para citar dois exemplos, lembra o pesquisador, não sofreram nenhuma ingerência do PCB em sua vida e obra. Essa influência atingia mais (embora de forma desorganizada) os menos conhecidos.<br />
“Assim, se há casos em que o partido foi autoritário com os artistas, fica a pergunta: por que muitos deles seguiram na militância ainda assim? Havia o sentimento de pertencer a uma comunidade que se imaginava na vanguarda mundial e podia dar apoio e organização a artistas e intelectuais em luta por prestígio e poder, distinção e consagração em seus campos de atuação, para si e para o partido”, diz o autor. Com esse movimento, os artistas comunistas prepararam o<br />
terreno para a renovação futura. “O Cinema Novo, dos anos 1960, não seria possível sem a história anterior de disputas no campo do cinema fomentada pelos cineastas comunistas”, nota Ridenti.</p>
<p>“O mesmo vale para o desenvolvimento das novelas e da TV brasileira como um todo. Após o golpe de 64, a hegemonia do PCB entre intelectuais e artistas foi cortada e a partir de 1968 eles acabam abrigados na Rede Globo, apesar de a emissora ser partidária da ditadura. Figuras como Dias Gomes, Ferreira Gullar, Gianfrancesco Guarnieri, entre outros, além de encontrarem proteção, viram a TV como uma continuidade programática, acreditavam que era uma forma de falar com<br />
o povo. Por isso chegaram a ser rotulados de ‘vendidos’, quando estavam continuando a sua política cultural”, diz o historiador Francisco Alambert, da USP, autor, entre outros, do artigo <em>Mario Pedrosa: art and revolution</em>.<br />
“Aos poucos, com o desenvolvimento da sociedade civil e da indústria cultural, as classes populares vão assumindo sua voz, não precisando mais de intelectuais falando em nome delas. A produção cultural vai se ligar ao mercado e ao espaço universitário, esvaziando os partidos e a ideia de revolução, rompendo a aproximação entre cultura e política”, diz Ridenti.</p>
<p>“Não se pode, porém, esquecer o que houve no passado. É preciso compreender os dilemas e contradições das figuras humanas daquele tempo que não raro aparecem mitificadas nos escritos sobre elas”, finaliza o pesquisador.</p>
<p><strong>Por Carlos Haag</strong></p>
<p>Fonte: Revista Pesquisa Fapesp</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19323&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/revolucao-cultural-a-brasileira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Escola Terra Firme recebe visita de indígenas de tribo pernambucana</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/antropologia/escola-terra-firme-recebe-visita-de-indigenas-de-tribo-pernambucana/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/antropologia/escola-terra-firme-recebe-visita-de-indigenas-de-tribo-pernambucana/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 May 2013 17:59:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Folclore]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=19278</guid>
		<description><![CDATA[Na próxima segunda-feira (06) índios da tribo Fulni-ô estarão na Escola Terra Firme, em Curitiba, para demonstrações de suas danças e artesanato a todos os alunos e alunas. Além disso, conversarão sobre sua forma de vida e suas tradições. O objetivo do evento é segundo a Coordenadora de Educação Infantil Ana Carollina Brofman, promover um...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/fulnio.jpg"></a></p>
<div id="attachment_19280" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/fulnio1.jpg"><img class="size-full wp-image-19280" title="fulnio" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/fulnio1.jpg" alt="" width="200" height="133" /></a><p class="wp-caption-text">Índios da tribo Fulni-ô que estarão na Escola Terra Firme em Curitiba.</p></div>
<p>Na próxima segunda-feira (06) índios da tribo Fulni-ô estarão na Escola Terra Firme, em Curitiba, para demonstrações de suas danças e artesanato a todos os alunos e alunas. Além disso, conversarão sobre sua forma de vida e suas tradições. O objetivo do evento é segundo a<br />
Coordenadora de Educação Infantil Ana Carollina Brofman, promover um mergulho na cultura indígena. “Será um momento extremamente rico, no qual poderemos compartilhar um pouquinho da nossa história viva aqui na escola”, diz.<br />
<strong>Preservando as tradições –</strong> A tribo Fulni-ô vive no município de Águas Belas, Pernambuco, e se caracteriza pelo estreito vínculo que preserva com suas raízes. É a única tribo do Nordeste brasileiro que preserva sua língua ancestral, chamada de Yathê, embora seus membros também falem o português.<br />
Outra peculiaridade é a realização anual de um ritual chamado de Ouricuri, em setembro. Trata-se de uma atividade da qual somente os membros da tribo podem participar e que é completamente secreta. Ninguém, além dos índios, sabe o que acontece nesse ritual.</p>
<p>As atividades de subsistência dos Fulni-ô estão relacionadas à agricultura, pecuária, caça e pesca. Os índios também comercializam artesanato em feiras livres. Suas danças são costumeiramente inspiradas em movimentos de animais, mas há uma que é originária de contato com a etnia afro-brasileira. Utilizam instrumentos musicais, como a flauta e o<br />
maracá e possuem bandas musicais que tocam, além dos citados, também instrumentos oriundos da cultura branca, como o violão e o clarinete.</p>
<p><strong>Dinamismo no aprendizado –</strong> A Escola Terra Firme se caracteriza por uma proposta pedagógica na qual o conhecimento é abordado de forma dinâmica e interdisciplinar. O aprendizado se dá preferencialmente por meio de projetos, pesquisas, jogos e outras ações que partem de questões postas pela realidade para se transformar em atitudes reflexivas, com a valorização do processo de aprendizagem baseado no levantamento de hipóteses, a coleta de dados e a discussão dos diversos pontos de vista, buscando a síntese através de construções práticas e teóricas.</p>
<p>Estudar, na Terra Firme é descobrir, comprovar, discutir e questionar. Para a equipe pedagógica da Escola, o conhecimento é uma ferramenta à disposição dos alunos para que possam ter uma relação verdadeira com o mundo.<br />
<strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUÊ: </strong>visita da tribo Fulni-ô à Escola Terra Firme.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUANDO: </strong>dia 06 de maio de 2013</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ONDE: </strong>Rua Deputado Carneiro de Campos, 507, Hugo Lange, Curitiba/PR. Telefone: 41-3018 9690 begin_of_the_skype_highlighting</p>
<p>GRÁTIS 41-3018 9690 end_of_the_skype_highlighting</p>
<p><strong>POR QUÊ: </strong>demonstração de danças e artesanato, além de<br />
conversa sobre sua vida e tradições com os alunos da escola.</p>
<p><strong>Programação:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>16h: apresentação de danças;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>16h45: conversa com alunos;</p>
<p>17h30: exposição e venda de artesanato indígena.</p>
<p><strong>Karina Ernsen</strong></p>
<p>41 9905 3060</p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19278&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/antropologia/escola-terra-firme-recebe-visita-de-indigenas-de-tribo-pernambucana/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dez anos: Lei que obriga ensino afro-brasileiro não é aplicada</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/sociologia/dez-anos-lei-que-obriga-ensino-afro-brasileiro-nao-e-aplicada/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/sociologia/dez-anos-lei-que-obriga-ensino-afro-brasileiro-nao-e-aplicada/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 15:17:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Rouanet]]></category>
		<category><![CDATA[Leis]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[pcdob]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Cultura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=19255</guid>
		<description><![CDATA[Aprovada pelo Congresso e sancionada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda em 2003, a Lei 10.639 – que prevê a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” no currículo das escolas do país – é aplicada apenas de forma mínima, mesmo dez anos depois. A situação da lei voltou a ser discutida nesta...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/dezanos-lei.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19256" title="dezanos lei" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/dezanos-lei.jpg" alt="" width="200" height="144" /></a>Aprovada pelo Congresso e sancionada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda em 2003, a Lei 10.639 – que prevê a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” no currículo das escolas do país – é aplicada apenas de forma mínima, mesmo dez anos depois. A situação da lei voltou a ser discutida nesta semana no Rio Grande do Sul, com a audiência pública solicitada pelo movimento negro que provocou declarações no governo do<br />
estado e entre deputados estaduais.</p>
<p>A audiência ocorreu na última terça-feira (23), na Assembleia Legislativa, em Porto Alegre. A reivindicação principal, de cobrar maior rigor no cumprimento da lei e na fiscalização do que é realizado, fez com que deputados e representantes do governo buscassem encaminhamentos para um panorama que, segundo os movimentos sociais, se alterou pouco ou nada mesmo<br />
após uma década de implementação.</p>
<p>Para a assessora de Diversidade Étnico-Racial da Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul,<br />
Marielda Medeiros, em entrevista para o Sul21, “o poder público tem responsabilidade na questão, que é importante no combate ao racismo e ao desconhecimento”. Para Marielda, o grande número de escolas, a fragilidade da formação de parte dos professores e o desafio cultural que é discutir o racismo podem atrasar a aplicação da lei – mas não o desconhecimento do tema. “Depois de dez anos (da aprovação da lei), ninguém pode dizer que não a conhece, e nem quais são os conteúdos necessários”, diz.<br />
Quanto à formação dos professores nas universidades, processo intimamente relacionado ao sucesso das medidas, a assessora afirma que “o governo do estado tem parceria com<br />
universidades públicas e privadas para que o professor receba a formação necessária. Ainda assim, o currículo de muitas universidades permanece frágil e professores saem com deficiência nos temas relacionados à cultura e história afro-brasileira”.</p>
<p>Presidenta da Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa, a deputada Ana Affonso (PT) tampouco nega a deficiência nos resultados até agora visíveis da Lei 10.639.<br />
Para a deputada, “é difícil para o educador romper com a formação que recebeu durante os anos de estudo, mas não é motivo para que não estejam aptos”. Ana Affonso acredita que a discussão permanente sobre o tema pode provocar transformações no que hoje se observa nas escolas: “o debate sobre o assunto pode vencer a dificuldade ou a má vontade de quem quer que seja”.</p>
<p>Para a deputada do Partido dos Trabalhadores, apesar da necessidade de buscar uma melhor aplicação do que diz a lei, não se pode deixar de lado o esforço já existente. “Precisamos de divulgação do que vem sendo feito nas escolas, porque há avanços também, até para mostrarmos ao movimento negro que o discurso de que nada está acontecendo não é correto”, defende.</p>
<p>A audiência pública da última terça-feira pode render encaminhamentos em breve sobre a questão, como a criação de um pólo de formação acadêmica de formação continuada, a fiscalização de conselhos estaduais e municipais sobre o que é feito nas escolas e o agendamento de uma reunião de movimentos sociais com o secretário de Educação do Rio Grande do Sul, José Clóvis de Azevedo.</p>
<p>Onir Araújo, advogado e membro do Movimento Negro Unificado (MNU), problematiza o não cumprimento da lei de outra forma: para ele, trata-se de uma reação previsível de quem busca manter a ordem dominante. “A não aplicação da lei sinaliza o quão farto é o conteúdo racista da sociedade, e demonstra uma inabilidade política enquanto sujeitos históricos”, opina. Para o<br />
advogado, a presença de conteúdos relacionados à história e à cultura afro-brasileira é uma demanda antiga do movimento negro.</p>
<p>A origem desses anseios no Brasil, inclusive, remontaria a oitenta anos atrás: “para o movimento negro, desde a Frente Negra, nos anos 1930, a questão da história do nosso povo ser contada no ensino é essencial para a integração do negro”. A aprovação de uma lei como a 10.639 seria, no entanto, o “desaguadouro institucional” do problema – que estaria muito longe de uma resolução definitiva mesmo com o cumprimento ideal, já que transcende a presença do tema no currículo escolar.</p>
<p>Para Onir Araújo, “a lei é importante e necessária, mas é limitada, precisa ser vista dentro de um contexto político e ideológico. Por exemplo, nunca foi organizado um orçamento que garantisse que ela fosse cumprida. Assim, os governos podem alegar que falta dinheiro, que não há<br />
verba”. Na mesma linha, ele acredita que verdadeiros avanços no combate ao racismo no Brasil não podem depender apenas da esfera institucional, e sim de efetiva mobilização popular.</p>
<p>O militante do MNU acredita que “quando se tenta abrir uma cunha nesta estrutura que é patriarcal, burguesa e racista”, ocorre a reação dos que buscam manter “um status de 513 anos de história”. O descumprimento da lei, que ocorre “em todos os estados do Brasil”, seria tecnicamente um caso típico de mandado de injunção – no caso, quando a Justiça ordena a aplicação de uma lei. Entretanto, tampouco haveria boa vontade do Judiciário. “Apenas com o<br />
bloco na rua isso não vai ser um diálogo de surdos”, resume Araújo.</p>
<p>O exemplo utilizado pelo advogado para demonstrar que a lei, ainda que bem executada, permanece sendo insuficiente, relaciona a não aplicação com um histórico de violência constante: “a prova de que a lei não basta é que 30 mil jovens negros são vítimas de homicídio por ano no Brasil, e esse é um massacre invisível para muita gente. Não é só uma lei que vai<br />
adiantar”. Está previsto ainda para o primeiro semestre de 2013, segundo a deputada Ana Affonso, um seminário que busca mapear a aplicação da lei 10.639 no Rio Grande do Sul.<br />
<strong>Fonte: Brasil de Fato</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19255&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/sociologia/dez-anos-lei-que-obriga-ensino-afro-brasileiro-nao-e-aplicada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasília vai ter museu da cultura negra, diz ministra da Cultura</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/antropologia/brasilia-vai-ter-museu-da-cultura-negra-diz-ministra-da-cultura/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/antropologia/brasilia-vai-ter-museu-da-cultura-negra-diz-ministra-da-cultura/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 13:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[museologia]]></category>
		<category><![CDATA[museu]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Oscar Niemeyer]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=19248</guid>
		<description><![CDATA[O Ministério da Cultura vai se empenhar para a instalação de um museu,  na capital federal, destinado a registrar a história e o legado deixado pelos  negros na formação da população brasileira . &#8220;A capital da República tem o dever de registrar a influência da cultura negra  em um país que tem 53% de sua...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt">
<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/museudonegrobrasilia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19249" title="museudonegrobrasilia" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/museudonegrobrasilia.jpg" alt="" width="200" height="149" /></a>O Ministério da Cultura vai se empenhar para a instalação de um museu,  na capital federal, destinado a registrar a história e o legado deixado pelos  negros na formação da população brasileira .<br />
&#8220;A capital da República tem o dever de registrar a influência da cultura negra  em um país que tem 53% de sua população composta de afrodescendentes&#8221;, disse  nesta quarta (17) a ministra da Cultura, Marta Suplicy. Ela ressaltou que vai  &#8220;trabalhar pessoalmente&#8221; para que o projeto seja efetivado.<br />
De acordo com a ministra, já existe um terreno para a construção do museu.<br />
Ele foi doado pelo então governador do Distrito Federal, Cristovão Buarque, mas<br />
&#8220;ficou esquecido durante muitos anos, tendo o governador Agnelo Queiroz firmado<br />
a redestinação&#8221;. O terreno, segundo ela, está localizado em uma área nobre de<br />
Brasília, no Lago Sul.<br />
Marta lembrou que foi durante a sua gestão na prefeitura de São Paulo<br />
que foi instalado na cidade um museu com o mesmo objetivo. Ele fica em uma área<br />
nobre da capital paulista, o bairro do Ibirapuera. &#8220;Foi escolhido o prédio mais<br />
bonito<br />
do lugar, a sede antiga da prefeitura&#8221;, disse.<br />
Segundo a ministra, grande parte do acervo do Museu Afro de São Paulo foi<br />
doada pelo colegionador Emanuel Araújo que fez um pedido especial à então<br />
prefeita Marta Suplicy: &#8220;Prefeita, não vá instalar o museu em um porão&#8221;. Segundo<br />
ela, a resposta foi construir o museu em um lugar bonito. “É o que vai ocorrer<br />
também em Brasília&#8221;, ressaltou a ministra da Cultura.<br />
A ministra lembrou que dos 10 milhões de negros que foram retirados da<br />
África para trabalhar como escravos, 5 milhões vieram para o Brasil ,<br />
e só entre 1700 e 1800 desembarcaram por aqui 2,5 milhões de negros. De acordo<br />
com Marta Suplicy, a ideia de montar o Museu Afro de Brasilia começou com a<br />
visita que fez à à Fundação Palmares, onde existe uma maquete do<br />
prédio.<br />
&#8220;Toda a história tem que ser mostrada no museu da capital federal. Não<br />
deve ser somente o museu da dor, mas que conte a história da vinda dos negros,<br />
do que ocorreu nas lavouras, o processo da abolição, o resgate da autoestima<br />
desse povo que construiu o Brasil, pois a identidade brasileira é negra ,<br />
na gastronomia, na música, nas danças e também na religião&#8221;, disse.<br />
Para a ministra da Cultura, o mais difícil para a instalação não é colocar<br />
peças à mostra, mas prover o museu de recursos tecnológicos para recuperar a<br />
história dos negros no Brasil. Segundo ela, nos Estados Unidos a população negra<br />
é composta por 13% dos americanos. No entanto, o país está construindo &#8220;um museu<br />
gigantesco, em frente ao Pentágono, em Washington, com investimento de US$ 500<br />
milhões&#8221;, destinado a registrar a história dos negros nos EUA.<br />
Marta Suplicy esteve hoje na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do<br />
Senado Federal, onde fez uma exposição das atividades desenvolvidas pelo<br />
Ministério da Cultura.</p>
</div>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19248&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/antropologia/brasilia-vai-ter-museu-da-cultura-negra-diz-ministra-da-cultura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>História do presidente do bloco Cacique de Ramos vira filme</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/historia-do-presidente-do-bloco-cacique-de-ramos-vira-filme/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/historia-do-presidente-do-bloco-cacique-de-ramos-vira-filme/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 12:34:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Samba]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[MPB]]></category>
		<category><![CDATA[Música Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música Popular Brasileira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=19153</guid>
		<description><![CDATA[“Estou muito feliz. Sinto-me completo com toda essa homenagem do filme. Não tem melhor momento para agradecer a Deus. Me considero realizado e de missão cumprida. Eu devo a essa tamarineira tudo o que sou hoje&#8221;, comenta Ubirajara Félix de Nascimento, músico do grupo Fundo de Quintal, fundador e presidente de um dos mais ilustres...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>
<div id="attachment_19154" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/bira.jpg"><img class="size-full wp-image-19154" title="bira" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/bira.jpg" alt="" width="200" height="149" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;O patuá tamarindo&quot; começa a ser rodado em fevereiro de 2014</p></div>
<p>“Estou muito feliz. Sinto-me completo com toda essa homenagem do<br />
filme. Não tem melhor momento para agradecer a Deus. Me considero realizado e de<br />
missão cumprida. Eu devo a essa tamarineira tudo o que sou hoje&#8221;, comenta<br />
Ubirajara Félix de Nascimento, músico do grupo Fundo de Quintal, fundador e presidente de um dos mais ilustres blocos de Carnaval do Rio, o<br />
Cacique de Ramos. O bloco completa 52 anos e se tornou Patrimônio Cultural do<br />
Rio de Janeiro em 2010.</li>
<li>Toda a magia e luta que envolvem a vida material e espiritual de Bira<br />
Presidente, como é conhecido, além de sua relação com uma árvore considerada<br />
sagrada, serão retratadas no filme de ficção <em>O patuá tamarindo</em>, que<br />
começa a ser filmado em fevereiro de 2014 pela produtora GLP filmes. A árvore do<br />
título tem grande importância na vida deste personagem. O projeto foi lançado em um evento realizado na sede da agremiação, na Zona<br />
Norte do Rio, na última terça (2).</li>
<li>Eduardo Maruche e Natara Ney são os diretores do longa-metragem, cuja ideia<br />
surgiu a partir de outro projeto, o <em>Coisa de Jorge</em>, realizado em 2007 em<br />
homenagem a São Jorge, e que contou com a participação de Jorge Aragão, Jorge<br />
Vercillo, Jorge Mautner e Jorge Ben Jor. Durante as pesquisas, Maruche se<br />
deparou com a história de Bira e resolveu explorar mais o assunto.</li>
<li><strong>Fé, benção e muita música</strong></li>
<li><em>O Patuá Tamarindo</em> abordará, além da trajetória de vida de Bira, as<br />
crenças e causos de grandes músicos, que participavam das rodas de samba<br />
promovidas ao pé de uma tamarineira existente na quadra do Cacique de Ramos,<br />
espécie de patuá do bloco carnavalesco. A planta recebeu um preparo espiritual<br />
baseado nas doutrinas do candomblé feito pela Mãe Conceição, progenitora de<br />
Bira. “Todas as pessoas que por aqui passarem, forem boas de coração e tiverem<br />
dotes especiais colherão frutos”, disse Mãe Conceição, ao abençoar a<br />
tamarineira.</li>
<li>Reza a lenda que a árvore já trouxe bênçãos para célebres músicos. E muitos<br />
deles deram seus testemunhos da ação do talismã, como Arlindo Cruz, Beth<br />
Carvalho, Sergio Mendes, Mussum, Neguinho da Beija-Flor, Dudu Nobre, Zeca<br />
Pagodinho, Jorge Aragão, Gabrielzinho do Irajá, entre outros.</li>
<li>de lançamento do projeto do filme</li>
<li>Maruche conta que Bira precisou renunciar a dois empregos públicos para<br />
se dedicar inteiramente à direção do bloco. “Ele foi orientado por sua mãe e Mãe<br />
Menininha do Gantois – uma das mais famosas mães de santo do Brasil – a seguir<br />
com este sonho. A história do Cacique se mistura com a do samba”,<br />
analisa o diretor.</li>
<li><strong>Equipe de renome é convocada para o projeto</strong></li>
<li>Para roteirizar a história, Eduardo chamou Adriana Falcão, Allan Ribeiro, Jô<br />
Abdú, Nelson Caldas e Paulo Guimarães, seis profissionais de nome no mercado,<br />
todos com grandes projetos no currículo. O filme tratará não só da questão<br />
mística e musical, mas também da relevância cultural do Cacique de Ramos para a<br />
música brasileira e Carnaval.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/HuUpZVIanm4?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<li>Adriana Falcão conta que não era muito familiarizada com o mundo do samba,<br />
mas após o convite de Maruche, encantou-se com a trajetória de Bira. “Foi aí que<br />
descobri e entendi o quanto é importante essa história para o resgate do samba.<br />
Como o Bira tem essa missão na vida. Não foi por acaso. Esse toque de<br />
desconhecido que há nisso tudo me seduz. Todo mundo conhece a importância das<br />
Velhas Guardas da Mangueira e da Portela, por exemplo. Agora vamos contar outra<br />
coisa, que é desconhecida de muita gente”, ela propõe.</li>
<li>Bira explica que o Cacique de Ramos é uma casa que tem as portas abertas.<br />
“Para quem chegar aqui com sua espiritualidade, dedicação e amor, as portas<br />
estão abertas. E pode crer, vai colher frutos”, finaliza.</li>
<li>Quem quiser conhecer o samba, a tamarineira e toda história pode esperar o<br />
filme ou ir à quadra do bloco, localizada na Rua Uranos, número 1326, em Ramos.<br />
De acordo com o presidente, tem energia boa para todo mundo.</li>
</ul>
<p><a href="http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2013/04/03/historia-do-presidente-do-bloco-cacique-de-ramos-vira-filme/">Fonte</a></p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19153&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/historia-do-presidente-do-bloco-cacique-de-ramos-vira-filme/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Iphan vai analisar inclusão da Festa do Divino de Paraty no patrimônio cultural brasileiro</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/iphan-vai-analisar-inclusao-da-festa-do-divino-de-paraty-no-patrimonio-cultural-brasileiro/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/iphan-vai-analisar-inclusao-da-festa-do-divino-de-paraty-no-patrimonio-cultural-brasileiro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 12:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Folclore]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=19147</guid>
		<description><![CDATA[A Festa do Divino, a mais tradicional celebração dos moradores de Paraty, no litoral sul fluminense, pode passar a ser protegida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A proposta será analisada amanhã (3), a partir das 10h, em Brasília, na mesma reunião do Conselho Consultivo do órgão federal que vai apreciar o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/divino1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19150" title="divino" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/divino1.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a>A Festa do Divino, a mais tradicional celebração dos moradores de Paraty, no<br />
litoral sul fluminense, pode passar a ser protegida pelo Instituto do Patrimônio<br />
Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A proposta será analisada amanhã (3), a<br />
partir das 10h, em Brasília, na mesma reunião do Conselho Consultivo do órgão<br />
federal que vai apreciar o tombamento do Edifício A Noite, o primeiro<br />
arranha-céu da América Latina, na Praça Mauá, no centro do Rio de Janeiro.</li>
<li>De acordo com o Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan, que avaliou a<br />
proposta, a Festa do Divino Espírito Santo tem a formação da sociedade<br />
brasileira, além de ser uma referência cultural dinâmica e de longa continuidade<br />
histórica”.</li>
<li>De origem portuguesa, a celebração do Espírito Santo começou a se disseminar<br />
no Brasil ainda no período colonial. Hoje está presente em todas as regiões do<br />
país, com variações em torno de uma estrutura básica: a folia, a coroação de um<br />
imperador, e o Império do Divino.</li>
<li><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/divino.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19148" title="divino" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/divino.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a>Em Paraty, a manifestação está profundamente enraizada no cotidiano dos<br />
moradores e agregou elementos ligados à história local. A festa, celebrada a<br />
cada ano, começa no Domingo de Páscoa, com o levantamento do mastro. Os rituais<br />
ocorrem ao longo da semana que antecede o Domingo de Pentecostes, celebrado 50<br />
dias após a Páscoa. Para os moradores de Paraty, a Festa do Divino é mais<br />
aguardada do que o Natal.</li>
<li>De acordo com o Iphan, a partir do registro como patrimônio cultural do<br />
Brasil estão previstas medidas, propostas pela comunidade, para salvaguardar a<br />
Festa do Divino da histórica cidade do litoral sul fluminense. Entre elas, o<br />
incentivo ao turismo religioso e a melhoria nas condições de produção,<br />
reprodução e circulação desse bem cultural.</li>
</ul>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19147&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/iphan-vai-analisar-inclusao-da-festa-do-divino-de-paraty-no-patrimonio-cultural-brasileiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ariano Suassuna: integração regional e medo de avião</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/ariano-suassuna-integracao-regional-e-medo-de-aviao/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/ariano-suassuna-integracao-regional-e-medo-de-aviao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 17:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Folclore]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=19082</guid>
		<description><![CDATA[Eu sou um entusiasta do Brasil e do povo brasileiro”. Entre falas sobre a integração do regional do país, o escritor  paraibano Ariano Suassuna contou histórias de sua vida e a cultura brasileira, tudo entremeado de muito humor, na 1ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Regional, em  Brasília. &#160; “Integração Nacional é uma coisa que me...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/ariano.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19083" title="ariano" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/ariano.jpg" alt="" width="200" height="127" /></a>Eu sou um entusiasta do Brasil e do povo brasileiro”. Entre falas sobre a integração do regional do país, o escritor  paraibano Ariano Suassuna contou histórias de sua vida e a cultura brasileira,<br />
tudo entremeado de muito humor, <strong><a href="http://www.ebc.com.br/cultura/2013/03/ariano-suassuna-prende-a-atencao-do-publico-com-historias-que-viveu-pelo-pais" target="_blank">na 1ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Regional, em  Brasília</a></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Integração Nacional é uma coisa que me toca muito. Porque eu sou um  nordestino, apaixonado pelo Nordeste, mas o nordeste como integrante dessa  grande comunidade que é o Brasil, o povo brasileiro.” Apesar do grande apreço  pela integração regional, Ariano ressalta que não gosta nem um pouco de viajar.<br />
“As pessoas pensam normalmente que eu só não gosto de viajar de avião. Eu não  gosto de viajar de jeito nenhum, avião é só a pior [maneira de viajar]”.</p>
<p><strong>Assista o vídeo em que Ariano Suassuna fala sobre o medo de viajar de avião</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para explicar a integração regional do país Ariano destacou uma frase de Alceu  Amoroso Lima:</p>
<p><strong>“Do Nordeste para Minas correu um eixo que não por acaso segue o  curso do Rio São Francisco, o rio da unidade nacional. A esse eixo o Brasil tem  que voltar de vez em quando se não quiser se esquecer de que é  Brasil”</strong><br />
A frase, dita por “um grande brasileiro nascido e criado no Rio de  Janeiro”, segundo Suassuna, tem de ser contextualizada. “Já que ele teve essa  grandeza,  não sendo nem mineiro nem nordestino, de falar desse eixo, nós,  nordestinos e mineiros, temos o dever de explicar que esse eixo não se esgota aí  não, ele se prolonga pro Norte até a Amazônia, pro Sul até o Rio Grande e  do  Nordeste vai até o Centro Oeste”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ariano Suassuna também valorizou a cultura do país. Quando foi professor de  história da cultura brasileira, surgiu uma reunião no departamento em que  trabalhava para mudar o nome da matéria que lecionava para história da cultura  do Brasil, com a justificativa de que a cultura brasileira não existia, porque  era ocidentalizada. “Eu disse, pois então mude o professor”, conta ele. Para  Suassuna a universalização da cultura tem base em sua regionalização. “Eu não<br />
conheço ninguém universal de início.Universal é um grande autor nacional e local  que se universalizou pela qualidade”.</p>
<p>Ariano Suassuna exemplifica na prática a universalidade de uma cultura nacional</p>
<p>O autor de uma série de romances, entre eles Auto da Compadecida, Ariano conta  que as duas alegrias que tinham na infância eram a leitura e o circo. “Não quero  nem papel nem dinheiro, eu quero fundar um circo”, conta. Ariano lembra de  quando estudava em uma escola pública no Sertão da Paraíba.</p>
<p>“Eu estudava lá no Sertão da Paraíba, eu morava em uma cidadezinha bem pequena, Itaperoá. Quando eu ia pra aula de manhã, eu estudava em uma escola  pública, depois do almoço eu me deitava em uma cama e abria o livro. Vocês não  podem imaginar a alegria que era pra mim. Era como se um mundo novo se abrisse  diante de mim. Então, com esse entusiasmo desde o início eu queria ser escritor,  o autor de livros era para mim pessoa da mais alta importância. Mas a outra  alegria era o circo”.Quando dizia “o circo chegou”, o mundo já melhorava.</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19082&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/ariano-suassuna-integracao-regional-e-medo-de-aviao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Governo faz mutirão de busca ativa e atualização cadastral em comunidades quilombolas</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/antropologia/governo-faz-mutirao-de-busca-ativa-e-atualizacao-cadastral-em-comunidades-quilombolas/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/antropologia/governo-faz-mutirao-de-busca-ativa-e-atualizacao-cadastral-em-comunidades-quilombolas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2013 23:14:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[Arqueologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=18995</guid>
		<description><![CDATA[O governo federal realiza, neste ano, um mutirão nacional de busca ativa e atualização cadastral em comunidades remanescentes de quilombos. O objetivo é identificar e incluir no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal todas as famílias dessas comunidades e, em especial, as que vivem com renda per capita mensal inferior a R$ 70....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/02/aaquilombo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18996" title="aaquilombo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/02/aaquilombo.jpg" alt="" width="200" height="102" /></a>O governo federal realiza, neste ano, um mutirão nacional de busca ativa e atualização cadastral em comunidades remanescentes de quilombos. O objetivo é identificar e incluir no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal todas as famílias dessas comunidades e, em especial, as que vivem com renda per capita mensal inferior a R$ 70.</p>
<p>O mutirão faz parte das ações prioritárias do Plano Brasil Sem Miséria para 2013. Após retirar 22 milhões de brasileiros da extrema pobreza no eixo de distribuição de renda, o foco das ações é a busca ativa para chegar a cerca de 700 mil famílias ainda excluídas do Cadastro Único.</p>
<p>Um dos primeiros passos para a implantação da ação, que escolheu o estado da Paraíba como experiência piloto, é a realização de uma oficina preparatória para definir estratégias e parcerias entre representantes do governo federal, gestores locais e lideranças quilombolas.</p>
<p>A oficina, promovida pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), será realizada na terça-feira (26) e quarta-feira (27) em João Pessoa e reunirá cerca de 120 gestores do Cadastro Único e do Bolsa Família, representantes da assistência social e lideranças quilombolas.</p>
<p>Os participantes vão discutir as estratégias de cadastramento e atualização de informações das famílias, além do encaminhamento das famílias aos serviços do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e a articulação de parcerias para outros serviços, como emissão de documentação civil e Declaração de Aptidão ao Programa Nacional da Agricultura Famíliar (DAP/Pronaf).</p>
<p>Na Paraíba, há 35 comunidades quilombolas certificadas em 23 municípios. Segundo a Fundação Cultural Palmares, ao menos 1,2 mil famílias vivem nessas comunidades de forma precária e com pouco acesso a equipamentos e políticas públicas. As estimativas mais recentes apontam que a quantidade de famílias pode chegar a até 2,7 mil. O Cadastro Único tem apenas 725 famílias paraibanas cadastradas como quilombolas, das quais 634 recebem o Bolsa Família.</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=18995&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/antropologia/governo-faz-mutirao-de-busca-ativa-e-atualizacao-cadastral-em-comunidades-quilombolas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ex-procurador quer revisão da história em livros didáticos</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/sociologia/ex-procurador-quer-revisao-da-historia-em-livros-didaticos/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/sociologia/ex-procurador-quer-revisao-da-historia-em-livros-didaticos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2013 17:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Dicionários]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[pcdob]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[socialismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=18948</guid>
		<description><![CDATA[O ex-procurador Geral da República Cláudio Fonteles, um dos integrantes da  Comissão Nacional da Verdade, quer que seja feita revisão da história do Brasil  durante o período do governo militar, iniciado em 1964, nos livros didáticos  usados em todas as escolas militares, assim como nas publicações usadas em  escolas civis. &#8220;Se você tem a lei...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Claudio-Fonteles.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18949" title="Claudio-Fonteles" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Claudio-Fonteles.jpg" alt="" width="200" height="131" /></a>O ex-procurador Geral da República Cláudio Fonteles, um dos integrantes da  Comissão Nacional da Verdade, quer que seja feita revisão da história do Brasil  durante o período do governo militar, iniciado em 1964, nos livros didáticos  usados em todas as escolas militares, assim como nas publicações usadas em  escolas civis. &#8220;Se você tem a lei que diz que o que aconteceu neste País foi um  Estado que violou gravemente os direitos da pessoa humana, e isso está no  ordenamento normativo deste País, como é que isso se concilia com você ensinar<br />
aos jovens, aos escolares e mesmo àqueles jovens que devem fazer a carreira  militar, que o papel deles é de interferir no processo político violentamente,  torturar e matar? Não pode. Isso é ilegal. Isso é uma afronta ao quadro  normativo&#8221;, disse Fonteles, no Programa <em>É Notícia</em>, da <em>Rede TV</em>,  gravado na sexta-feira e previsto para ir ao ar às 23 horas deste domingo.</p>
<p>Por isso, prosseguiu o ex-chefe do Ministério Público Federal, &#8220;há que haver  realmente uma reformulação e dizer que o que aconteceu foi um golpe, foi uma  ruptura do processo democrático&#8221;, afirmou. &#8220;Temos uma Constituição para ser  vivida e cumprida&#8221;, disse Fonteles, que também já coordenou a comissão. &#8220;Vamos  rever todo o ensinamento de História, stricto sensu, e de disciplinas  afins.&#8221;</p>
<p>As declarações de Fonteles revoltaram militares. O presidente do Clube Naval,  almirante Veiga Cabral, disse que com esta posição, a Comissão da Verdade levará  &#8220;distorções em relação à história do Brasil aos colégios&#8221;. O almirante  queixou-se de que o grupo está &#8220;trabalhando de forma parcial&#8221; porque &#8220;não está  ouvindo os militares&#8221;.</p>
<p>Apesar de a legislação prever análise dos fatos de 1946 a 1988, &#8220;os trabalhos  só focam nos fatos relativos a 64&#8243;. &#8220;Por que só os agentes do Estado estão sendo  inquiridos&#8221;, questionou. &#8220;Quando se quer reconstituir, de fato, a verdade, é  preciso ouvir os dois lados. Eles querem impor a sua história.&#8221;</p>
<p>Fonteles reiterou que todos os militares &#8220;convocados&#8221; à comparecer à comissão  são obrigados a dar o seu depoimento. Falando no caso da morte de Rubens Paiva,  ele foi ainda mais incisivo: &#8220;Se ela (a pessoa) não quiser depor, ela responde  ao crime de desobediência. E se ela não quiser ir depor, ela pode ser conduzida  coercitivamente. Não com violência, mas alguém a pegar pelo braço e a levar  lá&#8221;.<br />
<a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,ex-procurador-quer-revisao-da-historia-em-livros-didaticos,998123,0.htm">Fonte</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><!--Template: politica--><!-- Page:1|Paragrafos:20|Pages:1|P/P:20 -->&nbsp;</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=18948&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/sociologia/ex-procurador-quer-revisao-da-historia-em-livros-didaticos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
