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	<title>Brasil Cultura &#187; Notícias</title>
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		<title>10ª Edição Festival de Cinema de Maringá</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 14:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Festival de Cinema de Maringá recebe inscrições de filmes nacionais e latino-americanos. Estão abertas as inscrições para a seleção de filmes da mostra competitiva da 10ª Edição do Festival de Cinema de Maringá e 1ª Mostra Competitiva Latino-americana. Podem participar longas e curtas-metragens de ficção, documentários e experimentais, em 35 mm ou digitais. As inscrições...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/festival-de-cinema-300x187.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19350" title="festival-de-cinema-300x187" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/festival-de-cinema-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a>Festival de Cinema de Maringá recebe inscrições de filmes nacionais e latino-americanos. Estão<br />
abertas as inscrições para a seleção de filmes da mostra competitiva da 10ª Edição do Festival de Cinema de Maringá e 1ª Mostra Competitiva Latino-americana.</p>
<p>Podem participar longas e curtas-metragens de ficção, documentários e experimentais, em 35 mm ou digitais. As inscrições vão até o dia 30 de junho de 2013. O Festival será realizado entre os dias 28 de agosto e oito de setembro, sem cobrança de ingresso.</p>
<p>Uma das novidades deste ano é a 1ª Mostra Competitiva Latino-americana, que será realizada<br />
paralelamente a mostra nacional. Estes filmes serão considerados de sua origem, específicos para esta Mostra.</p>
<p>No ano passado o Festival bateu recorde de inscrição, sendo quase 456 filmes inscritos, Segundo os organizadores do evento, Pery de Canti e Inez Petri, este ano a expectativa é de superar esse número.</p>
<p>Os interessados em inscrever seus filmes para o festival podem acessar o site <a href="http://www.festcinemaringa">www.festcinemaringa</a> .com.br e preencher a ficha de inscrição, neste endereço também está o regulamento do evento.</p>
<p>O Festival de Cinema de Maringá conta com o apoio da Concessionária Viapar, que patrocina<br />
o evento através da lei Rouanet de incentivo a cultura, Ministério da Cultura e realização da Perfil Consultoria.</p>
<p><strong>Serviço </strong></p>
<p>10º Festival de Cinema de Maringá – 2013</p>
<p>1ª Mostra Competitiva Latino Americana</p>
<p>Maringá – Paraná</p>
<p>Prazo paraInscrições – 30 junho de 2013</p>
<p>Inscrições –<br />
<a href="http://www.festcinemaringa.com.br">www.festcinemaringa.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19349&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Revolução cultural à brasileira</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 23:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Na década de 1950, o Brasil se modernizava e partidos e movimentos de esquerda, bem como movimentos artísticos, acreditavam na possibilidade de uma revolução brasileira, nacional-democrática ou socialista. “Artistas e intelectuais tiveram um papel expressivo na construção da utopia de uma ‘brasilidade revolucionária’, que permitiria realizar as potencialidades de um povo e de uma nação”,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19324" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/aaarevo.jpg"><img class="size-full wp-image-19324" title="aaarevo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/aaarevo.jpg" alt="" width="200" height="128" /></a><p class="wp-caption-text">Nelson Pereira dos Santos filmando &quot;Como era gostoso o meu francês&quot; (1971)</p></div>
<p>Na década de 1950, o Brasil se modernizava e partidos e movimentos de esquerda, bem como<br />
movimentos artísticos, acreditavam na possibilidade de uma revolução brasileira, nacional-democrática ou socialista. “Artistas e intelectuais tiveram um papel expressivo na construção da utopia de uma ‘brasilidade revolucionária’, que permitiria realizar as potencialidades de um povo e de uma nação”, diz Marcelo Ridenti, professor de sociologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Mas até hoje a compreensão dessa relação, entre política e cultura,<br />
é complexa e inclui nomes de peso do panteão cultural que foram comunistas, como: Jorge Amado, Nelson Pereira dos Santos, Caio Prado Jr., Nora Ney, Dias Gomes, Jorge Goulart e Di Cavalcanti, entre outros. “É um problema que não cabe numa equação simples que supõe a militância comunista de artistas e intelectuais como parte de um desejo de transformar seu saber em poder.<br />
Tampouco se pode supor que houvesse mera manipulação dos intelectuais pelos dirigentes do Partido Comunista Brasileiro [PCB]”, explica o professor, que analisou a questão no projeto Artistas e intelectuais comunistas na consolidação do campo intelectual e da indústria cultural no Brasil. (<a href="http://revistapesquisa.fapesp.br/2013/05/03/aristas-e-intelectuais-comunistas-na-industria-cultural-no-brasil/" target="_blank">Veja aqui</a> )</p>
<p>“Num momento como o atual, em que as pesquisas evitam a politização dos temas, é importante recuperar como cultura e política se aproximaram num períodoturbulento como aquele, entre os anos 1950 e 1970”, observa o pesquisador.<br />
Segundo Ridenti, vários campos artísticos e intelectuais consolidados a partir da década de 1950 só são pensáveis a partir das lutas em seu interior, em que os comunistas desempenharam um papel importante, por vezes levando os integrantes do PCB ou ex-militantes às posições de maior reconhecimento ou prestígio. Muitos mudaram de convicção política ao longo do tempo. A maioria fez uma autocrítica sobre a sua atuação naquele período, mesmo os que<br />
continuaram se identificando como de esquerda ou sendo comunistas. Houve também muita reclamação posterior de que o partido mantinha com eles uma relação “ornamental” ou “instrumental”, ou seja, apenas para angariar prestígio ou divulgar uma linha política, sem falar nas críticas sobre o despotismo da direção, pronta a vigiar o imaginário dos militantes. “Só em parte isso é verdade. Esses artistas só puderam conquistar posições a partir do histórico de<br />
militância organizada, que, assim, esteve longe de significar mera manipulação de seus artistas e intelectuais. Era uma relação de mão dupla”, observa o autor.</p>
<div id="attachment_19325" class="wp-caption aligncenter" style="width: 300px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/cenapagador.jpg"><img class="size-full wp-image-19325" title="cenapagador" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/cenapagador.jpg" alt="" width="290" height="258" /></a><p class="wp-caption-text">Cena de O pagador de promessas, de Dias Gomes, em 1960</p></div>
<p>“De fato, o partido tinha uma linha política estreita e dogmática, dava pouco espaço a seus intelectuais, quase não contribuía para pensar a especificidade da sociedade brasileira, era marcado pelo centralismo e por relações autoritárias. Mas havia contrapartidas que mantiveram os artistas e intelectuais no partido apesar de tudo isso”, fala Ridenti. Para ele, não se deve caricaturar a ação cultural do PCB nos anos 1950, um elemento expressivo constituinte da cultura brasileira. “A indústria cultural ainda não estava de todo estabelecida no país. Com a modernização, muitos artistas e intelectuais estavam em busca de um espaço que não fosse a Igreja ou o Estado, então as principais instituições organizadas nos tempos em que a universidade ainda estava em crescimento”, lembra. Na maioria vindos da classe média que se<br />
expandia com a modernização do país, esses intelectuais não cabiam em nenhum<br />
dos dois espaços. “O PCB foi uma chance de organização, um fórum de debate cultural e político, que permitia ter acesso a uma rede de revistas pelo Brasil e de contatos no exterior.”</p>
<p><strong></p>
<p>Legitimidade</strong></p>
<p>A organização no partido dava legitimidade a certos grupos e indivíduos que buscavam marcar posição (ou evitar perder prestígio) em suas atividades. “O grande exemplo foi Jorge Amado, que teve seu talento potencializado pela ligação com o PCB, cuja rede de contatos internacionais facilitou a publicação de seus romances em vários países. Por sua vez, ele emprestava o seu prestígio de escritor ao partido e acabou sendo eleito deputado pelo PCB na Constituinte<br />
de 1946”, conta Ridenti. No exílio na França, a partir de 1948, aderiu ao movimento internacional pela paz e ganhou notoriedade mundial. “Sem desmerecer o talento de Amado, isso não teria acontecido se ele não fosse ligado ao partido. Foi por meio dessa relação que ele teve acesso a uma rede de contatos em diversos países da Europa e viu seus romances traduzidos em vários idiomas em razão disso. O mesmo aconteceu com Nelson Pereira dos Santos, que foi para a França e outros países com apoio do PCB e pôde conhecer vários cineastas”, diz<br />
o pesquisador.</p>
<div id="attachment_19326" class="wp-caption aligncenter" style="width: 300px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/acantora.jpg"><img class="size-full wp-image-19326" title="acantora" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/acantora.jpg" alt="" width="290" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Nora Ney no aeroporto do Galeão em 1969</p></div>
<p>Amado se transformou em divulgador do realismo socialista no Brasil e mesmo quando se afastou do PCB nunca rompeu oficialmente com os comunistas. “Ele saiu à francesa. Só ganhou autonomia como autor depois de <em>Gabriela, cravo e canela </em>(1958)”, fala Ridenti. As recompensas, porém, colocavam dilemas para os artistas, que testemunhavam as perseguições aos militantes dissidentes em escala internacional. “Eles também se inseriam nas redes comunistas como reprodutores do pensamento e da política produzida no centro, não como<br />
formuladores originais”, nota o autor. “Realmente, entre os anos 1940 e 1950, durante o realismo socialista, houve um grande controle do partido sobre os artistas e intelectuais brasileiros ligados ao PCB. Mas, no geral, essa relação foi flexível, porque o partido não se interessava muito pela cultura, o que explica por que, nos anos 1970, os artistas tentaram construir uma política cultural para o PCB, que não tinha uma”, lembra o historiador Marcos<br />
Napolitano, da Universidade de São Paulo (USP), autor do estudo <em>Políticas culturais e resistência democrática no Brasil nos anos 1970</em>.</p>
<p>“Houve um entusiasmado movimento em que os intelectuais e o partido convergiram para pensar um projeto revolucionário de nação. O partido e os intelectuais de esquerda foram as grandes referências, por exemplo, para os cineastas dispostos a fazer uma arte política e, em tese, politizadora. Infelizmente, o partido poderia ter usado mais e melhor os diagnósticos feitos pelos artistas”, observa a socióloga Célia Tolentino, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Marília, que estuda o tema em <em>O pensamento social na literatura e no cinema</em>,<br />
com apoio da FAPESP. “Os artistas não eram inocentes úteis para o PCB, também ganhavam com essa relação”, nota Ridenti.</p>
<p><strong></p>
<p>Autonomia</strong></p>
<p>A maior ou menor autonomia do partido dependia da carreira paralela à política. Figuras como Dias Gomes ou Oscar Niemeyer, para citar dois exemplos, lembra o pesquisador, não sofreram nenhuma ingerência do PCB em sua vida e obra. Essa influência atingia mais (embora de forma desorganizada) os menos conhecidos.<br />
“Assim, se há casos em que o partido foi autoritário com os artistas, fica a pergunta: por que muitos deles seguiram na militância ainda assim? Havia o sentimento de pertencer a uma comunidade que se imaginava na vanguarda mundial e podia dar apoio e organização a artistas e intelectuais em luta por prestígio e poder, distinção e consagração em seus campos de atuação, para si e para o partido”, diz o autor. Com esse movimento, os artistas comunistas prepararam o<br />
terreno para a renovação futura. “O Cinema Novo, dos anos 1960, não seria possível sem a história anterior de disputas no campo do cinema fomentada pelos cineastas comunistas”, nota Ridenti.</p>
<p>“O mesmo vale para o desenvolvimento das novelas e da TV brasileira como um todo. Após o golpe de 64, a hegemonia do PCB entre intelectuais e artistas foi cortada e a partir de 1968 eles acabam abrigados na Rede Globo, apesar de a emissora ser partidária da ditadura. Figuras como Dias Gomes, Ferreira Gullar, Gianfrancesco Guarnieri, entre outros, além de encontrarem proteção, viram a TV como uma continuidade programática, acreditavam que era uma forma de falar com<br />
o povo. Por isso chegaram a ser rotulados de ‘vendidos’, quando estavam continuando a sua política cultural”, diz o historiador Francisco Alambert, da USP, autor, entre outros, do artigo <em>Mario Pedrosa: art and revolution</em>.<br />
“Aos poucos, com o desenvolvimento da sociedade civil e da indústria cultural, as classes populares vão assumindo sua voz, não precisando mais de intelectuais falando em nome delas. A produção cultural vai se ligar ao mercado e ao espaço universitário, esvaziando os partidos e a ideia de revolução, rompendo a aproximação entre cultura e política”, diz Ridenti.</p>
<p>“Não se pode, porém, esquecer o que houve no passado. É preciso compreender os dilemas e contradições das figuras humanas daquele tempo que não raro aparecem mitificadas nos escritos sobre elas”, finaliza o pesquisador.</p>
<p><strong>Por Carlos Haag</strong></p>
<p>Fonte: Revista Pesquisa Fapesp</p>
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		<title>Rio &#8211; Prefeitura lança o maior programa de fomento à cultura do país</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 21:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt">
<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/riorj.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19307" title="riorj" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/riorj.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a>O novo Programa de Fomento à Cultura Carioca 2013, realizado em  parceria com o Ministério da Cultura, o Porto Maravilha  e o Oi Futuro, terá R$ 170 milhões para diversos segmentos da produção cultural  da cidade. Lançado hoje pela Prefeitura do Rio no Imperator &#8211; Centro Cultural  João Nogueira, no Méier, o programa é a maior e mais abrangente ação de fomento<br />
já realizada pela Secretaria Municipal de Cultura, além de ser também a maior  iniciativa do gênero no país, em âmbito municipal e estadual.</p>
<p>Há R$ 75,9 milhões para o fomento direto, dos quais R$ 56,05 milhões serão destinados à realização  de projetos de teatro, circo, dança, música,artes visuais, incentivo à leitura,<br />
publicações, espetáculos e intervenções em espaços públicos, pontos de cultura,  comunidades pacificadas e na Zona Portuária.</p>
<p>Os projetos serão selecionados por meio de editais, sendo que os  regulamentos vão ser publicados  na quinta-feira, dia 16, no site da SMC para consulta pública.</p>
<p>A linha de fomento direto prevê ainda R$ 19,85 milhões para o apoio  direto, compreendendo o patrocínio à realização, ainda este ano, de 20 mostras e<br />
festivais ,  entre outros. O fomento indireto, por meio da nova Lei Municipal de Incentivo à<br />
Cultura, que utiliza recursos do ISS, terá R$ 42,9 milhões.<br />
&nbsp;</p>
</div>
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		<title>Curitiba &#8211; Escolas de Samba iniciam planejamento para o Carnaval 2014</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 00:13:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Representantes da Prefeitura, das escolas de samba e dos blocos carnavalescos realizaram, na sede da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), a primeira reunião de planejamento do próximo Carnaval. A regulamentação da Lei 14.156/2012, que instituiu o Carnaval como festa oficial da cidade, o apoio da FCC na profissionalização das agremiações e a mudança do local...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/escsamactba.png"><img class="alignleft size-full wp-image-19297" title="escsamactba" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/escsamactba.png" alt="" width="280" height="186" /></a>Representantes da Prefeitura, das escolas de samba e dos blocos carnavalescos realizaram, na sede da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), a primeira reunião de planejamento do próximo Carnaval. A regulamentação da Lei 14.156/2012, que instituiu o Carnaval como festa oficial da cidade, o apoio da FCC na profissionalização das agremiações e a mudança do local de<br />
realização do desfile foram alguns tópicos discutidos no encontro.</p>
<p>O presidente da FCC, Marcos Cordiolli, abriu a reunião lembrando do compromisso que assumiu no início do ano com os dirigentes das escolas, de reestruturar o Carnaval curitibano e planejar com antecedência a festa de 2014. “Temos que pensar o evento não só como desfile, mas como um processo que dura o ano inteiro e necessita de planejamento a longo prazo. Precisamos de ações que promovam a qualificação técnica das escolas e blocos visando a sua renovação, o seu crescimento e a sua autonomia”, disse Cordiolli. Ele reforçou ainda a intenção<br />
de fazer com que esse processo se dê de forma transparente e participativa.</p>
<p>Conforme previsto na lei, será formada uma comissão com membros indicados pela FCC e pelas agremiações carnavalescas para coordenar e supervisionar os trabalhos, entre eles a oferta<br />
de cursos e oficinas voltadas à profissionalização. Cordiolli se comprometeu a viabilizar o repasse antecipado das verbas de apoio, para que as escolas tenham mais tempo de produzir seus espetáculos.</p>
<p>O secretário municipal da Comunicação Social, Gladimir Nascimento, também participou da<br />
reunião e orientou as escolas quanto a ações de marketing e divulgação que podem ser desenvolvidas ao longo do ano. A lei do Carnaval permite a busca de patrocínios e essas ações contribuiriam para facilitar a captação de recursos junto à iniciativa privada.</p>
<p><strong>Mudança de endereço –</strong><br />
Os carnavalescos solicitaram a mudança do local do desfile, pois consideram que a avenida Cândido de Abreu não comporta mais a estrutura necessária ao evento.<br />
Cordiolli informou que o Ippuc – Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba – fará um estudo para apresentar opções de locais que poderiam abrigar a festa e que o novo espaço será definido em conjunto com os dirigentes das escolas.</p>
<p>Além do Bloco Derrepent, participaram do encontro dirigentes das escolas Mocidade Azul,<br />
Imperatriz da Liberdade, Acadêmicos da Realeza, Leões da Mocidade, Unidos do Bairro Alto e Bloco Boi de Pano. Uma nova reunião entre a Fundação Cultural e as escolas de samba será realizada dentro de 15 dias.</p>
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		<title>16ª Bienal internacional do livro do Rio de Janeiro 2013</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 13:50:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ANTOLOGIA DE POESIAS, CONTOS E CRÔNICAS ESPECIAL – DA XVI BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DO RIO DE JANEIRO 2013. REGULAMENTO Antologia de Poesias, Contos e Crônicas Especial DA XVIª BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DO RIO DE JANEIRO 2013, poderão participar escritores residentes ou não no Brasil independente de idade. O tema é livre e não...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/escritor.png"><img class="alignleft size-full wp-image-19242" title="escritor" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/escritor.png" alt="" width="250" height="265" /></a>ANTOLOGIA DE POESIAS, CONTOS E CRÔNICAS ESPECIAL – DA XVI BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DO RIO DE JANEIRO 2013.</p>
<p><strong>REGULAMENTO</strong></p>
<p><strong>Antologia de Poesias, Contos e Crônicas Especial DA XVIª BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DO RIO DE JANEIRO 2013, </strong>poderão participar escritores residentes ou não no Brasil independente de idade. O tema é livre e não haverá qualquer tipo de censura, por parte da editora, sobre o conteúdo publicado pelos autores na antologia. O autor poderá participar das duas categorias ao mesmo tempo (Poesia, Contos e Crônicas), deverá enviar os textos digitados em Word e uma breve biografia para ser colocado no início de cada texto.</p>
<p>Maiores informações:</p>
<p><a href="http://x.servicos1.com.br/ws/cr_red.php?userID=12814&amp;useID=306283&amp;d=2013-04-24&amp;url=0&amp;email=42ffHOUjO54Rk8OwwpuzxYzVcrj%252B5HJY%252BA7u8uh1SbyNG2mLc8%252Fyuw%253D%253D&amp;urlText=http%3A%2F%2Fwww.allprinteditora.com.br%2F16a-bienal-internacional-d" target="_blank">http://www.allprinteditora.com.br/16a-bienal-internacional-do-livro-do-rio-de-janeiro-2013</a></p>
<p><a href="mailto:antologia@allprinteditora.com.br">antologia@allprinteditora.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>All Print Editora</p>
<p>(11) 2478-3413 (Matriz São Paulo)</p>
<p>(13) 3455-6011 begin_of_the_skype_highlighting <img src="skype-ie-addon-data://res/numbers_button_skype_logo.png" alt="" />GRÁTIS (13) 3455-6011 end_of_the_skype_highlighting (Filial Litoral)</p>
<p><a href="http://www.allprinteditora.com.br" target="_blank">www.allprinteditora.com.br</a></p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19241&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Monarquistas deixam a política e investem no debate cultural</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/historia/monarquistas-deixam-a-politica-e-investem-no-debate-cultural/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 20:58:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Como explicar a história de um sistema político que funcionou no Brasil há de mais 123 anos atrás? E pior: defendê-lo e lutar por sua restauração? Esta é a missão dos monarquistas, que encararam durante o plebiscito de 1993 histórias controversas sobre um tempo em que a família imperial do Brasil comandava a gestão pública...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>
<div id="attachment_19222" class="wp-caption alignleft" style="width: 256px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/dommonarquia01.jpg"><img class="size-full wp-image-19222" title="dommonarquia01" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/dommonarquia01.jpg" alt="" width="246" height="166" /></a><p class="wp-caption-text">D. João Henrique poderia ter sido o rei do Brasil, mas se diz um republicano. Foto: Ibem/ Divulgação</p></div>
<p>Como explicar a história de um sistema político que<br />
funcionou no Brasil há de mais 123 anos atrás? E pior: defendê-lo e lutar por<br />
sua restauração? Esta é a missão dos monarquistas, que encararam durante o<br />
plebiscito de 1993 histórias controversas sobre um tempo em que a família imperial<br />
do Brasil comandava a gestão pública no país. No período, novelas sobre<br />
escravidão foram reprisadas na televisão com a temática da escravidão e<br />
suscitou debates como a volta deste tipo de trabalho ao país. “O tempo foi<br />
muito curto e as informações que a população tinha sobre o Império era<br />
basicamente o livro didático”, reclamou o ex-deputado Cunha Bueno (PP).</li>
<li>Depois de 20 anos, os monarquistas apostam na revisão da<br />
história política no século 19. Valorizam encontros, pesquisas e atividades<br />
culturais. A política, propriamente dita, ficou para um segundo plano, ou<br />
melhor, para um segundo momento. Hoje, uma das entidades que representam o<br />
grupo é o Instituto Brasileiro de Estudos Monárquicos do Rio Grande do Sul<br />
(Ibem). Parte dos que apoiam o sistema se aglutinam virtualmente, como em<br />
grupos e comunidades virtuais. No Facebook, por exemplo, o grupo Monarquia<br />
Parlamentar Legítima tem mais de dois mil participantes.</li>
<li>Há 20 anos brasileiros decidiram pelo presidencialismo</li>
<li>“O Brasil,<br />
infelizmente, chegou a tal ponto de decomposição moral e política que,<br />
particularmente, acredito que nem mesmo a monarquia poderia resolver  muitas mazelas de nosso combalido país. O<br />
nosso dever é o de defender a memória imperial e preservá-la entre o nosso<br />
povo”, diz a jornalista e professora do Serviço Nacional de Aprendizagem do<br />
Mato Grosso (SENAC) Astrid Bodstein.</li>
<li>
<div id="attachment_19223" class="wp-caption alignright" style="width: 315px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/dommonarquia02.jpg"><img class="size-full wp-image-19223" title="dommonarquia02" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/dommonarquia02.jpg" alt="" width="305" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">D. Pedro Carlos de Orléans e Bragança, chefe da Família Imperial do Brasil. Foto: Astrid Bodstein/Divulgação</p></div>
<p>Entre descendentes do imperador d. Pedro II existe, porém,<br />
uma referência política e cultural. Depois do Golpe da República em 15 de<br />
novembro de 1889, o herdeiro de um hipotético trono passou a ser tratado como<br />
Chefe da Família Imperial. O atual é d. Pedro Carlos de Orléans e Bragança,<br />
bisneto da princesa Isabel. É ecologista, primo de primeiro grau do rei<br />
espanhol Juan Carlos I e tem um perfil discreto, que e vive em Petrópolis. O<br />
seu primo, o príncipe d. João Henrique de Orléans e Bragança assumiu o papel de<br />
“porta-voz” da família.</li>
<li>Na época do plebiscito, d. João Henrique era um dos<br />
favoritos ao título de imperador. “Caso a população escolhesse a monarquia, d.<br />
João ou d. Alberto eram os favoritos. O imperador teria sido escolhido pelo<br />
Congresso Nacional entre os descendentes do imperador d. Pedro II e da princesa<br />
Isabel”, revela Cunha Bueno.</li>
<li>Atualmente, d. João Henrique vive entre as cidades de Paraty<br />
e Rio de Janeiro. O príncipe, que se define como um republicano, não gosta de<br />
falar em projeto político. Prefere dizer que luta pelo seu país independente de<br />
qualquer sistema de governo. “Minha luta é pelo meu país. Sempre fui favorável,<br />
primeiramente, ao parlamentarismo. É um sistema que traz estabilidade para as<br />
nações. As instituições são mais importantes do que os homens. Os homens<br />
passam, as instituições ficam”, analisa.</li>
<li></li>
<li>Mesmo com um certo distanciamento da vida partidária – no<br />
Brasil, os príncipes não se candidatam a cargos políticos – d. João mira seu<br />
alvo nos escândalos políticos. Se mostra inconformado com certos movimentos. “O<br />
problema no Brasil é que a gente ainda não fundou uma república. Como explicar<br />
um ex-presidente que anda de mãos dadas com um ladrão procurado em 190 países<br />
do mundo?”, pergunta o príncipe d. João ao falar da parceria política entre<br />
Lula (PT) e Paulo Maluf (PP) em São Paulo.</li>
</ul>
<p><a href="http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2013/04/21/interna_politica,435122/monarquistas-deixam-a-politica-e-investem-no-debate-cultural.shtml">Fonte</a></p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19221&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Curso de Marketing Político &#8211; Convite</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/noticias/curso-de-marketing-politico-convite/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 19:02:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Não há como negar que cada vez mais, o marketing político se consolida, no cenário brasileiro, como uma ferramenta importante no processo eleitoral, antes e depois das eleições. As imagens de cada político ou candidato que são construídas socialmente e disseminadas entre o eleitorado podem, ao mesmo tempo, garantir o sucesso nas urnas ou representar...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/saobraz.png"><img class="alignleft size-full wp-image-19213" title="saobraz" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/saobraz.png" alt="" width="300" height="212" /></a>Não há como negar que cada vez mais, o marketing político se consolida, no cenário<br />
brasileiro, como uma ferramenta importante no processo eleitoral, antes e depois das eleições. As imagens de cada político ou candidato que são construídas socialmente e disseminadas entre o eleitorado podem, ao mesmo tempo, garantir o sucesso nas urnas ou representar o fracasso de uma carreira política.</p>
<p>Os candidatos e políticos mais experientes vão criando consciência da necessidade de estudar<br />
os eleitores, sabendo, o que também diferencia um político x de um político y é justamente a equipe que o auxilia. Essa equipe é formada por marqueteiros, jornalistas, assessores entre outros profissionais. Atualmente existem até agências especializadas em marketing político. No rádio, na televisão ou na internet, independente do meio utilizado, o investimento em comunicação é cada vez maior e a exigência dos eleitores também.</p>
<p>O Curso de Marketing Político promovido pela Faculdade São Braz tem como proposta realizar estudos sobre Marketing e Marketing Político, realizando um melhor entendimento do candidato a ser trabalhado, utilização de assessorias e propaganda eleitoral.</p>
<p>Durante a formação o participante receberá conhecimentos sobre como planejar uma campanha política, ações para campanha e merchandising.<br />
<strong>Convite Especial</strong></p>
<p>Venha participar do lançamento com um coquetel que será realizado no dia 23 de abril as 19;30 nas dependências da Faculdade São Braz .</p>
<p>Rua Antonio Escorsin 1650 São Brás – Curitiba Paraná<br />
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 3016-1234 ou pelo site <a href="http://www.fsb.edu.br">www.fsb.edu.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19212&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Gilberto Gil e Juca Ferreira lançam livro no Rio de Janeiro</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/gilberto-gil-e-juca-ferreira-lancam-livro-no-rio-de-janeiro/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 14:28:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Dicionários]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[Ministros da Cultura durante o governo Lula, entre 2003 e 2010, Gilberto Gil e Juca Ferreira lançaram o livro Cultura pela Palavra – coletânea de artigos, entrevistas e discursos dos Ministros da Cultura 2003-2010, na Livraria da Travessa, em Ipanema, Rio de Janeiro, na noite da última terça-feira (9). Economia criativa, cultura digital e temas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/gilejuca.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19169" title="gilejuca" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/gilejuca.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>Ministros da Cultura durante o governo Lula, entre 2003 e 2010,<br />
Gilberto Gil e Juca Ferreira lançaram o livro <em>Cultura pela Palavra –<br />
coletânea de artigos, entrevistas e discursos dos Ministros da Cultura<br />
2003-2010</em>, na Livraria da Travessa, em Ipanema, Rio de Janeiro, na noite da<br />
última terça-feira (9).</li>
<li>Economia criativa, cultura digital e temas polêmicos, como o<br />
modelo de renúncia fiscal (Lei Rouanet) e a regulamentação do setor audiovisual,<br />
são abordados na obra de 600 páginas, que tem como organizadores Armando<br />
Almeida, Maria Beatriz Albernaz e Mauricio Siqueira.</li>
<li>O evento de lançamento contou também com a presença da atriz<br />
Marisa Orth.</li>
</ul>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19168&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Iphan vai analisar inclusão da Festa do Divino de Paraty no patrimônio cultural brasileiro</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/iphan-vai-analisar-inclusao-da-festa-do-divino-de-paraty-no-patrimonio-cultural-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 12:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
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		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[A Festa do Divino, a mais tradicional celebração dos moradores de Paraty, no litoral sul fluminense, pode passar a ser protegida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A proposta será analisada amanhã (3), a partir das 10h, em Brasília, na mesma reunião do Conselho Consultivo do órgão federal que vai apreciar o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/divino1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19150" title="divino" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/divino1.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a>A Festa do Divino, a mais tradicional celebração dos moradores de Paraty, no<br />
litoral sul fluminense, pode passar a ser protegida pelo Instituto do Patrimônio<br />
Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A proposta será analisada amanhã (3), a<br />
partir das 10h, em Brasília, na mesma reunião do Conselho Consultivo do órgão<br />
federal que vai apreciar o tombamento do Edifício A Noite, o primeiro<br />
arranha-céu da América Latina, na Praça Mauá, no centro do Rio de Janeiro.</li>
<li>De acordo com o Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan, que avaliou a<br />
proposta, a Festa do Divino Espírito Santo tem a formação da sociedade<br />
brasileira, além de ser uma referência cultural dinâmica e de longa continuidade<br />
histórica”.</li>
<li>De origem portuguesa, a celebração do Espírito Santo começou a se disseminar<br />
no Brasil ainda no período colonial. Hoje está presente em todas as regiões do<br />
país, com variações em torno de uma estrutura básica: a folia, a coroação de um<br />
imperador, e o Império do Divino.</li>
<li><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/divino.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19148" title="divino" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/divino.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a>Em Paraty, a manifestação está profundamente enraizada no cotidiano dos<br />
moradores e agregou elementos ligados à história local. A festa, celebrada a<br />
cada ano, começa no Domingo de Páscoa, com o levantamento do mastro. Os rituais<br />
ocorrem ao longo da semana que antecede o Domingo de Pentecostes, celebrado 50<br />
dias após a Páscoa. Para os moradores de Paraty, a Festa do Divino é mais<br />
aguardada do que o Natal.</li>
<li>De acordo com o Iphan, a partir do registro como patrimônio cultural do<br />
Brasil estão previstas medidas, propostas pela comunidade, para salvaguardar a<br />
Festa do Divino da histórica cidade do litoral sul fluminense. Entre elas, o<br />
incentivo ao turismo religioso e a melhoria nas condições de produção,<br />
reprodução e circulação desse bem cultural.</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Paulo Leminski bate &#8216;Cinquenta Tons de Cinza&#8217; em lista de mais vendidos</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/paulo-leminski-bate-cinquenta-tons-de-cinza-em-lista-de-mais-vendidos/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/paulo-leminski-bate-cinquenta-tons-de-cinza-em-lista-de-mais-vendidos/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 31 Mar 2013 13:53:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[O poeta curitibano Paulo Leminski superou os livros da trilogia &#8220;Cinquenta Tons de Cinza&#8221; na lista de mais vendidos da Livraria Cultura, uma das maiores do País. A antologia &#8220;Toda Poesia&#8221; lidera o ranking há duas semanas. No mais recente, referente à semana de 11 a 17 de março, &#8220;Cinquenta Tons de Liberdade&#8221; ficou em...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19125" class="wp-caption alignleft" style="width: 326px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/leminsk.jpg"><img class="size-full wp-image-19125" title="leminsk" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/leminsk.jpg" alt="" width="316" height="421" /></a><p class="wp-caption-text">Antologia do poeta curitibano lidera ranking da Livraria Cultura ocupado há meses por trilogia de E. L. James</p></div>
<p>O poeta curitibano Paulo Leminski superou os livros da trilogia &#8220;Cinquenta Tons de Cinza&#8221; na lista de mais vendidos da Livraria Cultura, uma das maiores do País.</p>
<p>A antologia &#8220;Toda Poesia&#8221; lidera o ranking há duas semanas. No mais recente, referente à semana de 11 a 17 de março, &#8220;Cinquenta Tons de Liberdade&#8221; ficou em quinto, &#8220;Cinquenta Tons de Cinza&#8221; em sétimo e &#8220;Cinquenta Tons Mais Escuros&#8221; em oitavo.</p>
<p>A trilogia de E.L. James domina a lista de mais vendidos desde o segundo semestre do ano passado, e na maior parte deste período se manteve no topo ou nas primeiras posições.</p>
<p>Lançado em fevereiro pela Companhia das Letras, &#8220;Toda Poesia&#8221; reúne mais de 630 poemas de Leminski, dos primeiros publicados aos póstumos.</p>
<p>A obra estreou na lista de livros mais vendidos de ficção da Livraria Cultura pouco depois de chegar à loja, ocupando a quarta posição no ranking referente à semana de 25 de fevereiro e 3 de março. Na ocasião, &#8220;Cinquenta Tons de Cinza&#8221; estava em segundo e &#8220;Cinquenta Tons de Liberdade&#8221; em terceiro. A liderança era de &#8220;O Lado Bom da Vida&#8221;, de Matthew Quick.</p>
<p>Na semana seguinte (4 a 10 de março), Leminski passou para o primeiro lugar, deixando a trilogia de E.L. James no terceiro, quarto e quinto lugares.</p>
<p>Nascido em 1944, Leminski foi poeta, romancista, tradutor, biógrafo, ensaísta e compositor, com músicas gravadas por artistas como Caetano Veloso, Ney Matogrosso e Itamar Assumpção. Faixa preta de judô, morreu em 1989, em Curitiba.</p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19124&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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