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	<title>Brasil Cultura &#187; Música</title>
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		<title>1º CONCURSO DE DANÇA DE SALÃO &#8211; NEW FLICK&#8217;S . RITMO SAMBA</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 23:44:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No quadradinho ou no soltinho, é lindo ver os casais que riscam o salão de forma elegante e cheios de graça e estilo. A partir desta terça-feira, dia 21 de maio, teremos a honra de presenciar a desenvoltura das duplas que se inscreveram para esta primeira edição do concurso. Serão 03 etapas e umagrande final...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/danca-de-salao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19330" title="danca de salao" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/danca-de-salao.jpg" alt="" width="141" height="200" /></a>No quadradinho ou no soltinho, é lindo ver os casais que riscam o salão de forma elegante e cheios de graça e estilo.</p>
<p>A partir desta terça-feira, dia 21 de maio, teremos a honra de presenciar a desenvoltura das duplas que se inscreveram para esta primeira edição do concurso.</p>
<p>Serão 03 etapas e umagrande final sempre às terças-feiras, a partir das 21h. Haverá distribuição de prêmios em dinheiro, troféus e medalhas.</p>
<p>O grupo SAMBACURI comandará a noite com o melhor do samba.<br />
1ª ETAPA | 21 DE MAIO</p>
<p>2ª ETAPA | 28 DE MAIO</p>
<p>3ª ETAPA | 04 DE JUNHO</p>
<p><strong>GRANDE FINAL | 11 DE JUNHO</strong></p>
<p>Info.:  41 3232-3068</p>
<p><strong>NEW FLICK’S </strong>| Av. Visc. de Guarapuava, 3489 &#8211; Centro Curitiba/Paraná<br />
APOIO . SAMBA DA TRADIÇÃO E BRASILCULTURA(www.brasilcultura.com.br)</p>
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		<title>Revolução cultural à brasileira</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 23:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na década de 1950, o Brasil se modernizava e partidos e movimentos de esquerda, bem como movimentos artísticos, acreditavam na possibilidade de uma revolução brasileira, nacional-democrática ou socialista. “Artistas e intelectuais tiveram um papel expressivo na construção da utopia de uma ‘brasilidade revolucionária’, que permitiria realizar as potencialidades de um povo e de uma nação”,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19324" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/aaarevo.jpg"><img class="size-full wp-image-19324" title="aaarevo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/aaarevo.jpg" alt="" width="200" height="128" /></a><p class="wp-caption-text">Nelson Pereira dos Santos filmando &quot;Como era gostoso o meu francês&quot; (1971)</p></div>
<p>Na década de 1950, o Brasil se modernizava e partidos e movimentos de esquerda, bem como<br />
movimentos artísticos, acreditavam na possibilidade de uma revolução brasileira, nacional-democrática ou socialista. “Artistas e intelectuais tiveram um papel expressivo na construção da utopia de uma ‘brasilidade revolucionária’, que permitiria realizar as potencialidades de um povo e de uma nação”, diz Marcelo Ridenti, professor de sociologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Mas até hoje a compreensão dessa relação, entre política e cultura,<br />
é complexa e inclui nomes de peso do panteão cultural que foram comunistas, como: Jorge Amado, Nelson Pereira dos Santos, Caio Prado Jr., Nora Ney, Dias Gomes, Jorge Goulart e Di Cavalcanti, entre outros. “É um problema que não cabe numa equação simples que supõe a militância comunista de artistas e intelectuais como parte de um desejo de transformar seu saber em poder.<br />
Tampouco se pode supor que houvesse mera manipulação dos intelectuais pelos dirigentes do Partido Comunista Brasileiro [PCB]”, explica o professor, que analisou a questão no projeto Artistas e intelectuais comunistas na consolidação do campo intelectual e da indústria cultural no Brasil. (<a href="http://revistapesquisa.fapesp.br/2013/05/03/aristas-e-intelectuais-comunistas-na-industria-cultural-no-brasil/" target="_blank">Veja aqui</a> )</p>
<p>“Num momento como o atual, em que as pesquisas evitam a politização dos temas, é importante recuperar como cultura e política se aproximaram num períodoturbulento como aquele, entre os anos 1950 e 1970”, observa o pesquisador.<br />
Segundo Ridenti, vários campos artísticos e intelectuais consolidados a partir da década de 1950 só são pensáveis a partir das lutas em seu interior, em que os comunistas desempenharam um papel importante, por vezes levando os integrantes do PCB ou ex-militantes às posições de maior reconhecimento ou prestígio. Muitos mudaram de convicção política ao longo do tempo. A maioria fez uma autocrítica sobre a sua atuação naquele período, mesmo os que<br />
continuaram se identificando como de esquerda ou sendo comunistas. Houve também muita reclamação posterior de que o partido mantinha com eles uma relação “ornamental” ou “instrumental”, ou seja, apenas para angariar prestígio ou divulgar uma linha política, sem falar nas críticas sobre o despotismo da direção, pronta a vigiar o imaginário dos militantes. “Só em parte isso é verdade. Esses artistas só puderam conquistar posições a partir do histórico de<br />
militância organizada, que, assim, esteve longe de significar mera manipulação de seus artistas e intelectuais. Era uma relação de mão dupla”, observa o autor.</p>
<div id="attachment_19325" class="wp-caption aligncenter" style="width: 300px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/cenapagador.jpg"><img class="size-full wp-image-19325" title="cenapagador" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/cenapagador.jpg" alt="" width="290" height="258" /></a><p class="wp-caption-text">Cena de O pagador de promessas, de Dias Gomes, em 1960</p></div>
<p>“De fato, o partido tinha uma linha política estreita e dogmática, dava pouco espaço a seus intelectuais, quase não contribuía para pensar a especificidade da sociedade brasileira, era marcado pelo centralismo e por relações autoritárias. Mas havia contrapartidas que mantiveram os artistas e intelectuais no partido apesar de tudo isso”, fala Ridenti. Para ele, não se deve caricaturar a ação cultural do PCB nos anos 1950, um elemento expressivo constituinte da cultura brasileira. “A indústria cultural ainda não estava de todo estabelecida no país. Com a modernização, muitos artistas e intelectuais estavam em busca de um espaço que não fosse a Igreja ou o Estado, então as principais instituições organizadas nos tempos em que a universidade ainda estava em crescimento”, lembra. Na maioria vindos da classe média que se<br />
expandia com a modernização do país, esses intelectuais não cabiam em nenhum<br />
dos dois espaços. “O PCB foi uma chance de organização, um fórum de debate cultural e político, que permitia ter acesso a uma rede de revistas pelo Brasil e de contatos no exterior.”</p>
<p><strong></p>
<p>Legitimidade</strong></p>
<p>A organização no partido dava legitimidade a certos grupos e indivíduos que buscavam marcar posição (ou evitar perder prestígio) em suas atividades. “O grande exemplo foi Jorge Amado, que teve seu talento potencializado pela ligação com o PCB, cuja rede de contatos internacionais facilitou a publicação de seus romances em vários países. Por sua vez, ele emprestava o seu prestígio de escritor ao partido e acabou sendo eleito deputado pelo PCB na Constituinte<br />
de 1946”, conta Ridenti. No exílio na França, a partir de 1948, aderiu ao movimento internacional pela paz e ganhou notoriedade mundial. “Sem desmerecer o talento de Amado, isso não teria acontecido se ele não fosse ligado ao partido. Foi por meio dessa relação que ele teve acesso a uma rede de contatos em diversos países da Europa e viu seus romances traduzidos em vários idiomas em razão disso. O mesmo aconteceu com Nelson Pereira dos Santos, que foi para a França e outros países com apoio do PCB e pôde conhecer vários cineastas”, diz<br />
o pesquisador.</p>
<div id="attachment_19326" class="wp-caption aligncenter" style="width: 300px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/acantora.jpg"><img class="size-full wp-image-19326" title="acantora" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/acantora.jpg" alt="" width="290" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Nora Ney no aeroporto do Galeão em 1969</p></div>
<p>Amado se transformou em divulgador do realismo socialista no Brasil e mesmo quando se afastou do PCB nunca rompeu oficialmente com os comunistas. “Ele saiu à francesa. Só ganhou autonomia como autor depois de <em>Gabriela, cravo e canela </em>(1958)”, fala Ridenti. As recompensas, porém, colocavam dilemas para os artistas, que testemunhavam as perseguições aos militantes dissidentes em escala internacional. “Eles também se inseriam nas redes comunistas como reprodutores do pensamento e da política produzida no centro, não como<br />
formuladores originais”, nota o autor. “Realmente, entre os anos 1940 e 1950, durante o realismo socialista, houve um grande controle do partido sobre os artistas e intelectuais brasileiros ligados ao PCB. Mas, no geral, essa relação foi flexível, porque o partido não se interessava muito pela cultura, o que explica por que, nos anos 1970, os artistas tentaram construir uma política cultural para o PCB, que não tinha uma”, lembra o historiador Marcos<br />
Napolitano, da Universidade de São Paulo (USP), autor do estudo <em>Políticas culturais e resistência democrática no Brasil nos anos 1970</em>.</p>
<p>“Houve um entusiasmado movimento em que os intelectuais e o partido convergiram para pensar um projeto revolucionário de nação. O partido e os intelectuais de esquerda foram as grandes referências, por exemplo, para os cineastas dispostos a fazer uma arte política e, em tese, politizadora. Infelizmente, o partido poderia ter usado mais e melhor os diagnósticos feitos pelos artistas”, observa a socióloga Célia Tolentino, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Marília, que estuda o tema em <em>O pensamento social na literatura e no cinema</em>,<br />
com apoio da FAPESP. “Os artistas não eram inocentes úteis para o PCB, também ganhavam com essa relação”, nota Ridenti.</p>
<p><strong></p>
<p>Autonomia</strong></p>
<p>A maior ou menor autonomia do partido dependia da carreira paralela à política. Figuras como Dias Gomes ou Oscar Niemeyer, para citar dois exemplos, lembra o pesquisador, não sofreram nenhuma ingerência do PCB em sua vida e obra. Essa influência atingia mais (embora de forma desorganizada) os menos conhecidos.<br />
“Assim, se há casos em que o partido foi autoritário com os artistas, fica a pergunta: por que muitos deles seguiram na militância ainda assim? Havia o sentimento de pertencer a uma comunidade que se imaginava na vanguarda mundial e podia dar apoio e organização a artistas e intelectuais em luta por prestígio e poder, distinção e consagração em seus campos de atuação, para si e para o partido”, diz o autor. Com esse movimento, os artistas comunistas prepararam o<br />
terreno para a renovação futura. “O Cinema Novo, dos anos 1960, não seria possível sem a história anterior de disputas no campo do cinema fomentada pelos cineastas comunistas”, nota Ridenti.</p>
<p>“O mesmo vale para o desenvolvimento das novelas e da TV brasileira como um todo. Após o golpe de 64, a hegemonia do PCB entre intelectuais e artistas foi cortada e a partir de 1968 eles acabam abrigados na Rede Globo, apesar de a emissora ser partidária da ditadura. Figuras como Dias Gomes, Ferreira Gullar, Gianfrancesco Guarnieri, entre outros, além de encontrarem proteção, viram a TV como uma continuidade programática, acreditavam que era uma forma de falar com<br />
o povo. Por isso chegaram a ser rotulados de ‘vendidos’, quando estavam continuando a sua política cultural”, diz o historiador Francisco Alambert, da USP, autor, entre outros, do artigo <em>Mario Pedrosa: art and revolution</em>.<br />
“Aos poucos, com o desenvolvimento da sociedade civil e da indústria cultural, as classes populares vão assumindo sua voz, não precisando mais de intelectuais falando em nome delas. A produção cultural vai se ligar ao mercado e ao espaço universitário, esvaziando os partidos e a ideia de revolução, rompendo a aproximação entre cultura e política”, diz Ridenti.</p>
<p>“Não se pode, porém, esquecer o que houve no passado. É preciso compreender os dilemas e contradições das figuras humanas daquele tempo que não raro aparecem mitificadas nos escritos sobre elas”, finaliza o pesquisador.</p>
<p><strong>Por Carlos Haag</strong></p>
<p>Fonte: Revista Pesquisa Fapesp</p>
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		<title>Morre o comunicador Silvio de Tarso</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 13:20:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O jornalista, radialista, compositor e cronista esportivo Silvio de Tarso, faleceu na noite de ontem, dia 17 de maio, sexta-feira, em Curitiba Nascido em 7 de julho de 1951, ele já trabalhou na Rádio Clube e atualmente também trabalhava na Rádio e na TV eParaná, onde era comentarista do programa eEsporte. Há cerca de um...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19316" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/silviotarso.jpg"><img class="size-full wp-image-19316" title="silviotarso" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/silviotarso.jpg" alt="" width="200" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Silvio de Tarso, um dos mais renomados radialistas de Curitiba.</p></div>
<p>O jornalista, radialista, compositor e cronista esportivo Silvio de Tarso, faleceu na noite de ontem, dia 17 de maio, sexta-feira, em Curitiba Nascido em 7 de julho de 1951, ele já trabalhou na Rádio Clube e atualmente também trabalhava na Rádio e na TV eParaná, onde era comentarista do programa eEsporte.</p>
<p>Há cerca de um mês Tarso foi internado no Hospital Nossa Senhora do Pilar para uma cirurgia de catarata. Após complicações e uma pneumonia, permaneceu internado no hospital e não resistiu. Ele já estava em coma induzido desde o início da semana.</p>
<p>Seu corpo será velado no cemitério Jardim da Saudade (Rua João Bettega, 999) e o enterro está marcado para às 16h em Curitiba.</p>
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		<title>Banda Pietros – Participação especial Lua Blanco/RJ</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 20:52:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Show da banda Pietros neste domingo (19) no Rio Rock &#38; Blues, na Lapa. Participação especial da cantora e atriz Lua Blanco. No repertório músicas do CD “Deixa a sorte entrar” e do EP “Bem-me-quer, mal-me-quer”. O quarteto carioca que aposta no pop/rock começou as atividades em março de 2011. De lá pra cá foram...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/joao-telles-e-lua-blanco.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19303" title="joao-telles-e-lua-blanco" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/joao-telles-e-lua-blanco.jpg" alt="" width="253" height="167" /></a>Show da banda Pietros neste domingo (19) no Rio Rock &amp; Blues, na Lapa. Participação especial da cantora e atriz Lua Blanco. No repertório músicas do CD “Deixa a sorte entrar” e do EP “Bem-me-quer, mal-me-quer”.</p>
<p>O quarteto carioca que aposta no pop/rock começou as atividades em março de 2011. De lá pra cá foram inúmeros shows em casas conceituadas do Rio de Janeiro, como o Espaço Sérgio Porto, SESC Tijuca e Teatro Odisséia. Alçaram vôos maiores e saíram da sua cidade natal por diversas vezes, incluindo algumas idas para São Paulo, participando de evento no Clube Outs e Inferno, e mais recentemente o Grito Rock 2012 com shows em Camaçari/BA e Londrina/PR.</p>
<p>As influências vão desde MPB e pop até Stevie Wonder. A apreciação pelo artista famoso rendeu um convite de Marcelo Froes para a banda regravar “Isn`t She Lovely?” na coletânea “Letra &amp; Música” do selo Descobertas. E como todos dizem que “é preciso um material pra começar”, eles não perderam tempo e gravaram um CD inteiro em português e inglês. Desta forma é material suficiente para trabalharem no Brasil e no exterior.</p>
<p>Por Rebeca Cruz / Explane Assessoria de Comunicação</p>
<p>&lt;strong&gt; INFORMAÇÕES &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Show Pietros (participação especial Lua Blanco)&lt;br&gt;Data: 19 de maio de 2013&lt;br&gt;Horário: domingo, às 18h&lt;br&gt;Local: Rio Rock &amp;amp; Blues&lt;br&gt;Endereço: Rua do Riachuelo, 20 – Lapa – Rio de Janeiro – RJ&lt;br&gt;Ingresso: R$ 20,00&lt;br&gt;Classificação: 14 anos (menores de 14 entram acompanhados)&lt;br&gt;Tel:&amp;nbsp; (21) 2222-2334&lt;br&gt;Show de abertura: banda O Disco Voador</p>
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		<title>Curitiba &#8211; Escolas de Samba iniciam planejamento para o Carnaval 2014</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 00:13:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Representantes da Prefeitura, das escolas de samba e dos blocos carnavalescos realizaram, na sede da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), a primeira reunião de planejamento do próximo Carnaval. A regulamentação da Lei 14.156/2012, que instituiu o Carnaval como festa oficial da cidade, o apoio da FCC na profissionalização das agremiações e a mudança do local...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/escsamactba.png"><img class="alignleft size-full wp-image-19297" title="escsamactba" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/escsamactba.png" alt="" width="280" height="186" /></a>Representantes da Prefeitura, das escolas de samba e dos blocos carnavalescos realizaram, na sede da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), a primeira reunião de planejamento do próximo Carnaval. A regulamentação da Lei 14.156/2012, que instituiu o Carnaval como festa oficial da cidade, o apoio da FCC na profissionalização das agremiações e a mudança do local de<br />
realização do desfile foram alguns tópicos discutidos no encontro.</p>
<p>O presidente da FCC, Marcos Cordiolli, abriu a reunião lembrando do compromisso que assumiu no início do ano com os dirigentes das escolas, de reestruturar o Carnaval curitibano e planejar com antecedência a festa de 2014. “Temos que pensar o evento não só como desfile, mas como um processo que dura o ano inteiro e necessita de planejamento a longo prazo. Precisamos de ações que promovam a qualificação técnica das escolas e blocos visando a sua renovação, o seu crescimento e a sua autonomia”, disse Cordiolli. Ele reforçou ainda a intenção<br />
de fazer com que esse processo se dê de forma transparente e participativa.</p>
<p>Conforme previsto na lei, será formada uma comissão com membros indicados pela FCC e pelas agremiações carnavalescas para coordenar e supervisionar os trabalhos, entre eles a oferta<br />
de cursos e oficinas voltadas à profissionalização. Cordiolli se comprometeu a viabilizar o repasse antecipado das verbas de apoio, para que as escolas tenham mais tempo de produzir seus espetáculos.</p>
<p>O secretário municipal da Comunicação Social, Gladimir Nascimento, também participou da<br />
reunião e orientou as escolas quanto a ações de marketing e divulgação que podem ser desenvolvidas ao longo do ano. A lei do Carnaval permite a busca de patrocínios e essas ações contribuiriam para facilitar a captação de recursos junto à iniciativa privada.</p>
<p><strong>Mudança de endereço –</strong><br />
Os carnavalescos solicitaram a mudança do local do desfile, pois consideram que a avenida Cândido de Abreu não comporta mais a estrutura necessária ao evento.<br />
Cordiolli informou que o Ippuc – Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba – fará um estudo para apresentar opções de locais que poderiam abrigar a festa e que o novo espaço será definido em conjunto com os dirigentes das escolas.</p>
<p>Além do Bloco Derrepent, participaram do encontro dirigentes das escolas Mocidade Azul,<br />
Imperatriz da Liberdade, Acadêmicos da Realeza, Leões da Mocidade, Unidos do Bairro Alto e Bloco Boi de Pano. Uma nova reunião entre a Fundação Cultural e as escolas de samba será realizada dentro de 15 dias.</p>
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		<title>Virada Cultural 2013 terá homenagem a Chorão e Paulo Vanzolini em SP</title>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 20:31:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
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		<description><![CDATA[Daniela Mercury será uma das atrações principais da Virada Cultural 2013, de acordo com a Secretaria Municipal de Cultura. A cantora abrirá o show do Palco Júlio Prestes – o maior palco da Virada – acompanhada pelo Zimbo Trio. O anúncio e a divulgação da programação foram feitos na manhã desta quinta-feira (2). A Prefeitura...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/virada.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19274" title="virada" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/virada.jpg" alt="" width="200" height="150" /></a>Daniela Mercury será uma das atrações principais da Virada Cultural 2013, de acordo com a Secretaria Municipal de Cultura. A cantora abrirá o show do Palco Júlio Prestes – o maior palco da Virada – acompanhada pelo Zimbo Trio.</p>
<p>O anúncio e a divulgação da programação foram feitos na manhã desta quinta-feira (2). A Prefeitura também revelou que o evento ocorrerá em 120 locais, terá mais de 900 atrações e<br />
investimento de R$ 10 milhões. O Sesc São Paulo e a Secretaria Estadual de Cultural apoiam o evento.</p>
<p>A área de abrangência deste ano é maior do que em 2012. Haverá cortejos de chão com saída do Vale do Anhangabaú, atrações na Rua 25 de março e teatro na Praça Roosevelt. O evento está em sua 9ª edição e ocorre nos dias 18 e 19 de maio, das 18h às 18h. O grupo de rap<br />
Racionais MC’s se apresentará no mesmo palco que a cantora baiana, mas no domingo, 19 de maio, às 15h.</p>
<p>A atração &#8220;Chefs da Rua&#8221;, que reúne chefs de restaurantes badalados da cidade, também segue no evento, mas em 2013 será realizada na Avenida São Luís e no Largo do Tesouro.<br />
Outra novidade deste ano é uma parceria com o Google para a criação de um aplicativo que contenha mapas e a programação do evento. &#8220;Isso é fundamental para ampliar o conforto do público&#8221;, diz o secretário municipal de Cultura, Juca Ferreira.<br />
Neste ano, o vocalista do Charlie Brown Jr., o Chorão, o compositor Paulo Vanzolini, além de Carlos Reichenbach e Marku Ribas serão lembrados no evento. &#8220;Vamos homenagear essas quatro figuras que são ligadas à cidade e que faleceram recentemente. Na homenagem a<br />
Paulo Vanzolini haverá uma surpresa, mas não podemos adiantar&#8221;, disse o secretário.</p>
<p>De acordo com o curador José Mauro, a homenagem ao Chorão será feita com um espetáculo da banda A Banca, com a formação do Charlie Brown Jr. sem o Chorão.</p>
<p>Durante a coletiva de imprensa, Juca Ferreira destacou a importância de novos eventos culturais em São Paulo. &#8220;A Virada já levou à necessidade de um programa anual de eventos.<br />
Precisamos ter grandes, médios e pequenos eventos por todo o território da cidade porque são muitas atrações e elas não cabem na Virada&#8221;, disse o secretário.</p>
<p>A Secretaria Estadual de Cultura também atua em parceria com o município para o evento e a expectativa do prefeito Fernando Haddad é que a Virada se expanda ainda mais. &#8220;Encomendei<br />
neste ano uma publicidade da Virada para fora de São Paulo, porque tendo a<br />
acreditar que a Virada pode ser um evento nacional&#8221;, disse o prefeito  durante o evento.</p>
<p><strong>Confira abaixo os destaques da programação:</strong></p>
<p>Atrações</p>
<p>Palco Julio Prestes</p>
<p>DIA 18<br />
18h &#8211; Daniela Mercury e Zimbo Trio</p>
<p>21h &#8211; Gal Costa</p>
<p>24h &#8211; Black Star (EUA)</p>
<p>DIA 19</p>
<p>3h &#8211; George Clinton e P.Funk (EUA)</p>
<p>6h &#8211; Elza Soares e Gaby Amarantos</p>
<p>9h &#8211; Renato Teixeira e Sérgio Reis</p>
<p>12h &#8211; Criolo</p>
<p>15h &#8211; Racionais MC&#8217;s</p>
<p>18h &#8211; Eliades Ochoa (Cuba)</p>
<p>Palco Theatro Municipal (shows com repertório de discos antigos)</p>
<p>DIA 18</p>
<p>18h &#8211; Orquestra Sinfônica Municipal</p>
<p>21h &#8211; Fagner: &#8220;Manera Fru-Fru Manera&#8221; (1973)</p>
<p>24h &#8211; Odair José: &#8220;O Filho de José e Maria&#8221; (1977)</p>
<p>DIA 19</p>
<p>3h &#8211; Angela Rô Rô: &#8220;Ângela Rô Rô&#8221; (1979)</p>
<p>6h &#8211; Walter Franco: &#8220;Revólver&#8221; (1975)</p>
<p>9h &#8211; Wanderléa: &#8220;Wanderléa&#8230; Maravilhosa&#8221; (1972)</p>
<p>12h &#8211; Jorge Mautner: &#8220;Jorge Mautner&#8221; (1974)</p>
<p>15h &#8211; Eumir Deodato: &#8220;Deodato 2&#8243; (1973)</p>
<p>18h &#8211; Som Imaginário: &#8220;Matança do Porco&#8221; (1973)</p>
<p>Palco da República</p>
<p>DIA 18</p>
<p>18h &#8211; Raça Negra</p>
<p>20h &#8211; Leandro Lehart</p>
<p>22h &#8211; Rappin&#8217;Hood Futebol Clube</p>
<p>24h &#8211; Lonnie Liston Smith (EUA)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DIA 19</p>
<p>4h &#8211; Hyldon e Azymuth</p>
<p>6h &#8211; Fabio Silva e Kleber Augusto</p>
<p>8h &#8211; Mario Sergio</p>
<p>10h &#8211; Sombrinha</p>
<p>12h &#8211; Almir Guineto</p>
<p>14h &#8211; Jorge Aragão</p>
<p>18h &#8211; Bira Presidente e Fundo de<br />
Quintal</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Palco Largo do Arouche</p>
<p>DIA 18</p>
<p>19h &#8211; Luê</p>
<p>21h &#8211; Sara Jane</p>
<p>23h &#8211; Sidney Magal</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DIA 19</p>
<p>1h &#8211; Kaoma</p>
<p>3h &#8211; Luiz Caldas</p>
<p>5h &#8211; Banda Uó</p>
<p>7h &#8211; Movimento Roda de Curimbó -<br />
Chico Malta</p>
<p>9h &#8211; Lia Sophia</p>
<p>11h &#8211; Ilê Aiê + concentração e<br />
cortejo</p>
<p>13h &#8211; Gerônimo</p>
<p>15h &#8211; Felipe Cordeiro</p>
<p>17h &#8211; Fafá de Belém</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Palco São João</p>
<p>DIA 18</p>
<p>18h &#8211; Lobão</p>
<p>20h &#8211; Leslie West (EUA)</p>
<p>22h &#8211; Chorão Eterno &#8211; A Banca</p>
<p>24h &#8211; Mondo Generator (EUA)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DIA 19</p>
<p>2h &#8211; Madame Saatan</p>
<p>4h &#8211; Mão Morta (Portugal)</p>
<p>6h &#8211; Soft Moon (EUA)</p>
<p>8h &#8211; Anjo Gabriel</p>
<p>10h &#8211; Rebeca Matta</p>
<p>12h &#8211; James Chance e Les<br />
Contortions (EUA)</p>
<p>14h &#8211; The Central Scrutinizer + Bobby Martin<br />
(EUA)</p>
<p>16h &#8211; Nektar (UK)</p>
<p>18h &#8211; David Jackson (UK) + ACB<br />
(Itália) &#8211; Van der Graaf Generator</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Palco Viaduto do Chá (forró)</p>
<p>DIA 18</p>
<p>18h &#8211; Trio Juazeiro</p>
<p>19h45 &#8211; Trio Alvorada com<br />
Rouxinol Paraibano</p>
<p>21h30 &#8211; Tiziu do Araripe com Fuba<br />
de Taperoá</p>
<p>23h15 &#8211; Diego Oliveira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DIA 19</p>
<p>1h &#8211; Trio Sabiá</p>
<p>2h45 &#8211; Ó do Forró</p>
<p>4h30 &#8211; Dona Zaíra</p>
<p>6h15 &#8211; Os 4 Mensageiros</p>
<p>8h &#8211; Trio Xamego</p>
<p>9h45 &#8211; Sinha Flor</p>
<p>11h30 &#8211; Lino de França</p>
<p>13h15 &#8211; Pé de Mulambo</p>
<p>15h &#8211; Trio Virgulino</p>
<p>16h45 &#8211; Trio Dona Zefa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Palco Rio Branco</p>
<p>DIA 18</p>
<p>18h &#8211; DJ Ninja e MC Jack</p>
<p>18h40 &#8211; Pepeu</p>
<p>19h10 &#8211; 1ª Rodada da Batalha dos<br />
Beats</p>
<p>20h10 &#8211; A Turma da São Bento</p>
<p>21h20 &#8211; KL. Lay</p>
<p>22h30 &#8211; Nelson Triunfo e Grupo<br />
Funk e Cia</p>
<p>23h50 &#8211; Emicida</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DIA 19</p>
<p>1h &#8211; DJ Hum e Convidados</p>
<p>2h10 &#8211; Edy Rock</p>
<p>3h30 &#8211; João Paraíba</p>
<p>5h40 &#8211; DJ Jack</p>
<p>7h &#8211; Prodígio</p>
<p>8h &#8211; De Elite</p>
<p>8h40 &#8211; Causa P.</p>
<p>9h30 &#8211; MC&#8217;s Free Style</p>
<p>10h10 &#8211; DJs Residentes</p>
<p>11h10 &#8211; 2ª Rodada de Batalha dos<br />
Beats</p>
<p>12h &#8211; Grupo Inquérito</p>
<p>13h &#8211; Região Abissal</p>
<p>14h &#8211; Banda Zulus</p>
<p>15h &#8211; Oliveira de Panelas</p>
<p>16h &#8211; Caju e Castanha</p>
<p>17h &#8211; Carlos Dafé e banda</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Palco Praça da Sé (stand uo<br />
comedy)</p>
<p>DIA 18</p>
<p>20h &#8211; Danilo Gentili, Benvindo<br />
Siqueira, Léo Lins, Márcio Ribeiro, Diogo Portugal e Fábio Lins</p>
<p>23h &#8211; Rafinha Bastos, Geraldo<br />
Magela, Victor Sarro, Murilo Couto, Murilo Gun e Mehl Marrer</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>DIA 19</p>
<p>2h &#8211; Luiz França, Porpetone, Rudy<br />
Landucii, Carol Zoccoli, Afonso Padilha e Marcela Leal</p>
<p>5h &#8211; Daniel Duncan, Rogério<br />
Vilela, Marco Zenni, Gus Fernandes, Criss Paiva e Fábio Gueré</p>
<p>8h30 &#8211; Dinho Machado, Fábio Lima,<br />
Márcio Américo, Marcos Castro, Ben Ludmer, Paulo Vieira e Thiago Ventura</p>
<p>11h30 &#8211; Fábio Porchat, Paloma Doss,<br />
Renato Tortorelli, Marcos Castro, Ben Ludmer, Paulo Vieira</p>
<p>14h30 &#8211; Rafael Cortez, Rafinha<br />
Bastos, Gustavo Mendes, Rogério Morgado, André Santi/Rafael Marinho, Patrick<br />
Maia, Fabiano e Cambota</p>
<p>17h30 &#8211; Rafael Cortez, Danilo<br />
Gentili, Oscar Filho, Robson Nunes, Marcelo Marrom/Rodrigo Capella, Maurício<br />
Meirelles e Fábio Rabin</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Unidades do Sesc</p>
<p>Além dos palcos pela cidade,<br />
haverá também programação em unidades do Sesc, entre atividades teatrais, de<br />
música, circo, dança, literatura e cultura digital. As unidades Belenzinho,<br />
CineSesc e Pompeia irão virar a noite em funcionamento. As demais apenas<br />
estendem o horário de atendimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os shows de George Clinton,<br />
P-Funk All Stars e Black Star serão trazidos por uma parceria entre o Sesc e a<br />
Prefeitura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fafá de Belém e Lobão, que já<br />
haviam anunciado suas participações em redes sociais, também serão destaque. De<br />
acordo com a organização da Virada, Fafá fará o encerramento do já tradicional<br />
palco do Largo do Arouche, onde haverá lambadas, axés e carimbós. Lobão abrirá<br />
o palco do rock, na Avenida São João.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O grupo Raça Negra também está<br />
confirmado, e se apresenta no palco da Praça da República, no início da<br />
programação de samba, antes dos shows de integrantes e ex-integrantes do Fundo<br />
de Quintal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Organização</p>
<p>A Virada Cultural 2013 contou com<br />
um grupo de nove curadores, que atuaram em conjunto para auxiliar a Secretaria<br />
Municipal de Cultura de São Paulo na elaboração da programação. Entre os nomes<br />
dessa comissão estão Alex Antunes, Alexandre Youssef, José Mauro Gnaspini, Giselle<br />
Beiguelman, Marcus Preto, Maria Tendlau, Pena Schmidt, Sérgio Vaz e Tião<br />
Soares, além da colaboração de José Mauro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2012, o evento levou às ruas<br />
da cidade mais de 4 milhões de pessoas, e cerca de mil atrações durante os<br />
finais de semana dos dias 5 e 6 de maio. Os veteranos do rock nacional Titãs e<br />
o cantor Gilberto Gil foram as principais atrações da última edição.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Morre Paulo Vanzolini, compositor de &#8220;Ronda&#8221; e &#8220;Volta por Cima&#8221;</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/destaques/morre-paulo-vanzolini-compositor-de-ronda-e-volta-por-cima/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 13:12:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Música Brasileira]]></category>
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		<description><![CDATA[Aos 89 anos, ele estava internado desde a última quinta-feira (25) para tratamento de pneumonia extensa O compositor e zoólogo Paulo Vanzolini morreu na noite deste domingo (29), segundo assessoria do Hospital Israelita Albert Einsten. Ele estava internado desde a última quinta-feira (25), dia de seu aniversário de 89 anos, para tratamento de pneumonia extensa....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/paulo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19259" title="paulo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/paulo.jpg" alt="" width="150" height="200" /></a>Aos 89 anos, ele estava internado desde a última quinta-feira (25) para tratamento de pneumonia extensa</p>
<p>O compositor e zoólogo Paulo Vanzolini morreu na noite deste domingo (29), segundo assessoria do Hospital Israelita Albert Einsten.</p>
<p>Ele estava internado desde a última quinta-feira (25), dia de seu aniversário de 89 anos, para tratamento de pneumonia extensa. A causa da morte ainda não foi divulgada.</p>
<p>Nascido em São Paulo, Vanzolini foi um dos idealizadores da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e colaborador do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP), ajudando principalmente a aumentar a coleção de répteis da instituição.</p>
<p>Recebeu, entre outras homenagens, o prêmio da Fundação Guggenheim, de Nova York, entregue em 2008 por sua colaboração para a ciência.</p>
<p>Como compositor, é consagrado pela autoria de clássicos da música paulistana como &#8220;Ronda&#8221;, &#8220;Na Boca da Noite&#8221; e &#8220;Volta por Cima&#8221;.</p>
<p>Vanzolini compôs várias canções que têm São Paulo como cenário, mas nenhuma é tão famosa quanto &#8220;Ronda&#8221;, composta em 1951.</p>
<p>A história de uma prostituta que mata seu gigolô (&#8220;cena de sangue num bar da Avenida São<br />
João&#8221;) tem mais de trinta gravações. Uma das mais famosas é a de Marcia,lançada em 1977. Ouça:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/0zQZM-eomiI?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19258&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Carlos Galhardo</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/destaques/carlos-galhardo/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 13:46:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Carlos Galhardo, nascido Catello Carlos Gagliardi (Buenos Aires, 24 de abril de 1913  Rio de Janeiro, 25 de julho de 1985) foi um dos principais cantores da Era do Rádio. Filho de italianos, Pietro Gagliardi e Saveria Novelli, teve três irmãos. Dois nascidos na Itália, uma nascida no Rio de Janeiro. Dois meses depois...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/carlos-galhardo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19239" title="carlos galhardo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/carlos-galhardo.jpg" alt="" width="200" height="187" /></a>Carlos Galhardo, nascido Catello Carlos Gagliardi (Buenos Aires, 24 de abril de 1913  Rio de Janeiro, 25 de julho de 1985) foi um dos principais cantores da Era do Rádio.</p>
<p>Filho de italianos, Pietro Gagliardi e Saveria Novelli, teve três irmãos. Dois nascidos na Itália, uma nascida no Rio de Janeiro.</p>
<p>Dois meses depois de seu nascimento, a família mudou-se para São Paulo e e logo após ao Rio de Janeiro.</p>
<p>Aos oito anos de idade, com o falecimento de sua mãe, o menino passa a viver com um parente no bairro do Estácio e aprende o ofício de alfaiate. Aos quinze anos torna-se já um oficial, apesar de não gostar do ofício. Chega até a abandonar os estudos (completou o primário) para dedicar-se à profissão.</p>
<p>Passou por várias alfaiatarias e numa delas trabalhou com o barítono Salvador Grimaldi, com quem costumava ensaiar duetos de ópera.</p>
<p>Apesar de em casa e para amigos cantarolar cançonetas italianas e árias de ópera, sua carreira iniciou em uma festa na casa de um irmão, onde encontravam-se presentes personalidades como Mário Reis, Francisco Alves, Lamartine Babo, Jonjoca e, ali, cantou para os convidados Deusa, de Freire Junior, canção do repertório de Francisco Alves. Aprovando-o, aconselharam-no a tentar o rádio. Foi então apresentado ao compositor Bororó e através deste conseguiu uma oportunidade na Rádio Educadora do Brasil onde cantou &#8220;Destino&#8221;, de Nonô e Luís Iglesias. No dia seguinte foi procurado e convidado a fazer um teste na RCA Victor. Aprovado, passa a fazer parte do coro que acompanhava as gravações da gravadora.</p>
<p>Seu primeiro disco solo é lançado em 1933, com os frevos Você não gosta de mim, dos Irmãos Valença e Que é que há, de Nélson Ferreira.</p>
<p>Conhecendo o compositor Assis Valente, gravou muitas canções suas tais como Para onde irá o Brasil, É duro de se crer, Elogio da raça (em dueto com Carmen Miranda), Pra quem sabe dar valor e Boas festas, esta última seu primeiro grande sucesso.</p>
<p>Passou cantando por várias emissoras de rádio do Rio de Janeiro, tais como: Mayrink Veiga, Rádio Clube, Philips, Sociedade, Cruzeiro, Cajuti, Tupi, Nacional e Mundial.</p>
<p>Em 1935, estréia como cantor romântico com a valsa-canção Cortina de Veludo, de Paulo Barbosa e Oswaldo Santiago e obtém grande sucesso.</p>
<p>Em sua carreira além de na RCA Victor, gravou também na Columbia, Odeon e Continental. Foi o segundo cantor que mais gravou no Brasil, cerca de 570 músicas (só perdeu para Francisco Alves).</p>
<p>Além das canções carnavalescas, Galhardo foi quem mais cantou temas de datas festivas, a exemplo: Boas festas, Boneca de Papai Noel (Ari Machado) e Lá no céu (Silvino Neto), Não mudou o Natal (Alcyr Pires Vermelho e Oswaldo Santiago) para o Natal; Bodas de prata (Mário Rossi e Roberto Martins) para a celebração de mesmo nome, Mãezinha querida (Getúlio Macedo e Lourival Faissal), Imagem de mãe (Othon Russo e José Nunes), Dia das mães (José Cenília e Lourival Faissal), Aniversário de mãezinha (Mário Biscardi e Newton Teixeira) e Mamãezinha (José Selma, Lourival Faissal e Maurício das Neves) para o Dia das Mães; Papai do meu coração (Lindolfo Gaya e Osvaldo dos Santos) para o Dia dos Pais; Tempo de criança (Ari Monteiro e Osvaldinho) para o Dia das Crianças; Subindo, vai subindo (Osvaldo e Valfrido Siva), Olha lá um balão (Roberto Martins e Wilson Batista), Balão do amor (Armando Nunes e Geraldo Serafim) para as festas juninas; Valsa dos noivos (Sivan Castelo Neto e José Roberto Medeiros), Para os noivos, Brinde aos noivos, Valsa dos padrinhos para noivos, Valsa dos namorados (Silvino Neto) para o Dia dos Namorados; Quarto centenário (J. M. Alves e Mário Zan) para o aniversário de São Paulo; Dentro da lua e 23 de abril (ambas de Ari Monteiro e Roberto Martins) para o dia de São Jorge; e a Canção do trabalhador (Ari Kerner) para o Dia do Trabalhador.</p>
<p>Participou dos seguintes filmes: Banana da terra, dirigido por J. Ruy (1938), Vamos cantar, de Leo Martins (1940), Entra na farra, de Luís de Barros (1941), Carnaval em lá maior, de Ademar Gonzaga (1955), Metido a bacana, de J. B. Tanko (1957).</p>
<p>Em 1945, grava juntamente com Dalva de Oliveira e Os Trovadores, a adaptação de João de Barro para a história infantil Branca de Neve e os sete anões, com canções de Radamés Gnattali.</p>
<p>Em 1952, passa um ano apresentando-se em Portugal.</p>
<p>Em 1953 a Revista do Disco deu-lhe o slogan &#8220;Rei do disco&#8221;. Também ficou conhecido como &#8220;O rei da valsa&#8221;, título dado pelo apresentador Blota Júnior e &#8220;O cantor que dispensa adjetivos&#8221;.</p>
<p>Daí pra frente começou a apresentar-se por todo o Brasil, inclusive através da televisão.</p>
<p>Em 1983, fez a sua última apresentação no espetáculo Allah-lá-ô, de Ricardo Cravo Albin, dedicado ao compositor Antônio Nássara, realizado na Sala Funarte &#8211; Sidney Miller.</p>
<p>Carlos Galhardo faleceu com 72 anos e foi sepultado no Cemitério de São João Batista.</p>
<p>Ao lado de <span style="text-decoration: underline;">Francisco Alves</span>, <span style="text-decoration: underline;">Orlando Silva</span>, <span style="text-decoration: underline;">Vicente Celestino</span> e <span style="text-decoration: underline;">Sílvio Caldas</span>, formou o quadro dos grandes cantores da era do rádio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/5g2sY1pUZdc?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>A HISTÓRIA SE FAZ DE PESSOAS.</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 21:17:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Roda em reconhecimento ao trabalho e talento da velha-Guarda do Samba de Curitiba. Uma das rodas de samba mais respeitada e querida do sul do Brasil. Na Sociedade 13 de Maio na capital paranaense HOMENAGEADAS DESTA EDIÇÃO LUCI CORRÊA Maria Luci Corrêa tomou gosto pela musicalidade já na adolescência, quando participava de um grupo de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/aajucara.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19235" title="aajucara" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/aajucara.jpg" alt="" width="206" height="205" /></a>Roda em reconhecimento ao trabalho e talento da velha-Guarda do Samba de Curitiba. Uma das <em>rodas de samba</em> mais respeitada e querida do sul do Brasil. Na Sociedade 13 de Maio na capital paranaense</p>
<p><strong>HOMENAGEADAS DESTA EDIÇÃO</strong></p>
<p><strong>LUCI CORRÊA</strong></p>
<p>Maria Luci Corrêa tomou gosto pela musicalidade já na adolescência, quando participava de um grupo de coral. Seu primeiro ano no carnaval foi em 1983, como componente de comissão de frente da Embaixadores da Alegria. No ano seguinte, passou a ser responsável pela coreografia da comissão.</p>
<p>São mais de 15 anos e várias notas 10. Em 1990 participou do curso de “Artes Carnavalescas” voltado para o carnaval de Curitiba e ofertado pela Fundação Cultural.</p>
<p>De 1997 para cá, compôs a ala de Harmonia da Acadêmicos da Realeza, Unidos de Colombo e Leões da Mocidade. Hoje faz parte da escola de samba Mocidade Azul, coreografando a comissão de frente e na ala de harmonia.</p>
<p><strong>JUÇARA SANTOS</strong></p>
<p>Nascida no Rio de Janeiro,chegou em Curitiba em 1974. Com composições de Claudio Ribeiro e Homero Reboli (compositores curitibanos) deu seus primeiros passos na carreira de cantora. Apresentou-se com o grupo “Batuque é Samba Show” com seus irmãos e primos, além de sambistas da cidade. Com este grupo trouxe a raiz do samba no modo carioca com cadência e muito molho. Em 1984 participou de um intercâmbio cultural em Ohio, Estados Unidos na cidade de Midletown representando o Brasil.<br />
Participou dos carnavais como primeira intérprete da Mocidade Azul, Embaixadores da Alegria e Colorado.</p>
<p><strong>ABERTURA DA CASA ÀS 14H</strong><br />
INÍCIO DA RODA . 15H</p>
<p>TÉRMINO DA RODA ÀS 19H30<br />
CHEGUE CEDO!</p>
<p>SAMBA EM VINIL . Wellington Negão</p>
<p>ENTRADA: R$ 5,00* ASSOCIADOS DO CLUBE, CRIANÇAS ATÉ 10 ANOS E ADULTOS A<br />
PARTIR DE 65 ANOS NÃO PAGAM.</p>
<p>INFORMAÇÕES</p>
<p><a href="http://www.sambatradicao.blogspot.com">www.sambatradicao.blogspot.com</a> .sambadatradicao@gmail.com<br />
41 9905 3836</p>
<ul>
<li>Rua Desembargador Clotário Portugal, 274</li>
<li>80410220 Curitiba</li>
</ul>
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		<title>Alfredo da Rocha Vianna Filho – São Pixinguinha.</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 19:08:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pixinguinha (1897-1973) foi músico arranjador, instrumentista e compositor brasileiro. Autor do choro “Carinhoso” e &#8220;Rosa&#8221;. Também popularizou os instrumentos africanos como o tamborim, a cuíca e o tamborim. É, ao lado de Noel Rosa e Cartola, um dos maiores representantes da música brasileira. Alfredo da Rocha Vianna Filho nasceu no Rio de Janeiro. Era neto...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/pixinguinha.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19227" title="pixinguinha" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/pixinguinha.jpg" alt="" width="200" height="150" /></a>Pixinguinha (1897-1973) foi músico arranjador, instrumentista e compositor brasileiro. Autor do choro “Carinhoso” e &#8220;Rosa&#8221;. Também popularizou os instrumentos africanos como o tamborim, a cuíca e o tamborim. É, ao lado de Noel Rosa e Cartola, um dos maiores representantes da música brasileira.</p>
<p>Alfredo da Rocha Vianna Filho nasceu no Rio de Janeiro. Era neto de africanos e cresceu no<br />
bairro de Cidade Nova, bairro onde se encontrava boa parte da população negra da cidade.</p>
<p>O nome Pixinguinha resulta da junção de dois apelidos: Pizim Dim, que significa “menino bom” no dialeto africano, e Bexiguinha, apelido que obteve depois que contraiu a varíola.</p>
<p>Pixinguinha compôs o primeiro choro com apenas 13 anos, “Lata de Leite”. Tocou flauta<br />
profissionalmente e fez várias orquestrações para o cinema, teatro e circo.</p>
<p>Em 1917, gravou canção de sua autoria, a “Valsa Rosa”, e em 1918, o choro “Sofres Porque<br />
Queres”. Criou o conjunto “Os Oitos Batutas”, que viajou pela Europa em excursão.</p>
<p>A canção “Carinhoso” recebeu o prêmio “Letra de João de Barro” e se transformou em sucesso em 1937, embora o choro tenha sido composto em 1928.</p>
<p>Em 1962, escreveu a música para o filme “Sol sobre a Lama”, com letra do poeta Vinícuis de Moraes.</p>
<p>Morreu de infarto no Rio e Janeiro.<br />
<strong>Informações biográficas de Pixinguinha:</strong></p>
<p>Data do Nascimento: 23/04/1897</p>
<p>Data da Morte: 17/02/1973</p>
<p>Nasceu há 116 anos</p>
<p>Morreu aos 75 anos</p>
<p>Morreu há 40 anos</p>
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