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	<title>Brasil Cultura &#187; Carnaval</title>
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		<title>Morre no Rio o sambista Dicró</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 11:38:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/04/dicro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-17137" title="dicro" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/04/dicro.jpg" alt="" width="201" height="267" /></a>O sambista Carlos Roberto de Oliveira, mais conhecido como Dicró, morreu no fim da noite desta quarta-feira, aos 66 anos, em Magé, no Estado do Rio de Janeiro. O músico, que sofria de diabetes e insuficiência renal, sentiu um mal-estar após sessão de hemodiálise e foi encaminhado para o hospital, onde sofreu um infarto e não resistiu.</p>
<p>Dicró nasceu em Mesquita, na zona metropolitana do Rio de Janeiro, e iniciou a carreira em blocos de samba em Nilópolis. Torcedor fanático do Vasco da Gama, o músico criou um estilo bem-humorado, presente em letras como <em>O Bingo</em>, <em>Melô da Galinha</em>, <em>Os Sabores da Mulher</em> e <em>A Vaca da Minha Sogra</em>. Fez parceria histórica com Bezerra da Silva e Moreira da Silva, com quem gravou o álbum <em>Os 3 Malandros in Concert</em>, em 1995. Em março de 2010, o sambista teve que cancelar uma viagem para a França após ser internado por dores no peito. Na ocasião, ele brincou: &#8220;eu desconfio que foi um champanhe de R$ 75 mil que eu tomei. Estou acostumado com cachaça barata&#8221;, fazendo referência a um quadro que protagonizava no programa <em>Fantástico</em>, da <em>TV Globo</em>, em que representava uma pessoa simples visitando lugares grã-finos.</p>
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		<title>Samba da Tradição em Curitiba</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Apr 2012 15:20:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/04/sambatradicaofernandoelae.jpg"></a><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/04/sambatradicaofernandoelae1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-17096" title="sambatradicaofernandoelae" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/04/sambatradicaofernandoelae1.jpg" alt="" width="130" height="192" /></a>O Samba da Tradição homenageia dois grandes sambistas de Curitiba neste domingo, às 15hrs em programa especial no Calamengau &#8211; Fernando Lamarão e Laé Di Cabral. Roda em reconhecimento ao trabalho e talento da velha-Guarda do Samba de Curitiba.</p>
<p>FERNANDO LAMARÃO<br />
Carioca que viveu sua infância ao pé do morro do salgueiro no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro. Foi diretor de harmonia de diversas escolas, trabalhando ao lado de outros grandes nomes do carnaval como Joãozinho Trinta. É um dos pentacampeões do carnaval carioca, com os títulos seguidos na Acadêmicos do Salgueiro (1974 e 75) e da Beija Flor (76,77,78). Também participou da subida da Unidos da Tijuca para o grupo especial na década de 80. Em Curitiba deu sua marca ao carnaval, onde foi membro da escola de samba Mocidade Azul e é fundador e diretor de harmonia Acadêmicos da Realeza.</p>
<p>LAÉ DI CABRAL<br />
Sambista, interprete e carnavalesco foi presidente fundador da escola de samba Garotos Unidos e presidente da Associação das Escolas de Samba de Curitiba em 1985 e 1986 em que, entre outras ações, promoveu uma série de bailes pré carnavalescos com renda revertida para as agremiações carnavalescas. Atualmente é membro do grupo de samba Sambrasil, que toca a mais de 20 anos em Curitiba e é fundador do bloco carnavalesco Boi de Pano. Na década de 90 deu cursos de artes caranavalescas e bonecos gigantes em Ponta Grossa.</p>
<p>DE CASA NOVA!<br />
CALAMENGAU &#8211; RESTAURANTE E PETISCARIA<br />
Av. Marechal Floriano Peixoto, 7021<br />
SENTIDO BAIRRO &#8211; após o Terminal do Hauer e antes da Casa China, lado esquerdo)</p>
<p>ABERTURA DA CASA ÀS 11H30 . Almoço</p>
<p>INÍCIO DA RODA . 15H<br />
TÉRMINO DA RODA ÀS 20H.</p>
<p>CHEGUE CEDO!</p>
<p>ENTRADA: R$ 5,00, COM BÔNUS R$3,00.</p>
<p>RODA ABERTA A TODOS OS SAMBISTAS. TRAGAM SEUS INSTRUMENTOS!</p>
<p>* CRIANÇAS ATÉ 10 ANOS E ADULTOS A PARTIR DE 65 ANOS NÃO PAGAM.</p>
<p>Apoio: <a href="www.brasilcultura.com.br">Rádio Brasil Cultura</a></p>
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		<title>Sambista baiano Ederaldo Gentil morre aos 68 anos</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Apr 2012 12:45:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;O ouro afunda no mar/Madeira fica por cima/Ostra nasce do lodo/Gerando pérolas finas&#8221;. Morreu na sexta-feira (30) à noite, aos 68 anos, Ederaldo Gentil, a pérola fina do samba raiz. O corpo do músico foi enterrado neste sábado, às 16h, no cemitério Campo Santo, em Salvador (BA). Segundo sua sobrinha, Monica Gentil, o sambista morreu...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/04/ederaldo.png"><img class="alignleft size-full wp-image-16864" title="ederaldo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/04/ederaldo.png" alt="" width="160" height="179" /></a>&#8220;O ouro afunda no mar/Madeira fica por cima/Ostra nasce do lodo/Gerando pérolas finas&#8221;. Morreu na sexta-feira (30) à noite, aos 68 anos, Ederaldo Gentil, a pérola fina do samba raiz.</p>
<p>O corpo do músico foi enterrado neste sábado, às 16h, no cemitério Campo Santo, em Salvador (BA).</p>
<p>Segundo sua sobrinha, Monica Gentil, o sambista morreu de infecção generalizada após complicações intestinais. Ele foi internado na quinta-feira (29) no hospital Ernesto Simões, em Salvador, com fortes dores abdominais.</p>
<p>No auge da sua carreira, ao lado de Edil Pacheco e Batatinha, Gentil fez o show &#8220;O Samba Nasceu na Bahia&#8221; na década de 1970. Em 1974, participou do programa &#8220;Sambas da Bahia&#8221;, da TV Cultura, dirigido por Fernando Faro, ao lado de Batatinha e Riachão -considerados os três grandes sambistas de raiz da Bahia.</p>
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		<title>As múltiplas faces de Mário Lago</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 11:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em sua última entrevista ao Jornal do Brasil, Mário Lago afirmou que estava certo de que viveria até os 100 anos de idade, pois o tempo selara com ele o acordo de não persegui-lo incessantemente. Não foi assim. Morreu em 2002, poucos meses depois dos 90 anos, mas deixou um legado imortal. Em homenagem a...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/03/mario_lago_ficha_politica_1332890471.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16849" title="mario_lago_ficha_politica_1332890471" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/03/mario_lago_ficha_politica_1332890471.jpg" alt="" width="225" height="158" /></a>Em sua última entrevista ao <a href="http://www.jb.com.br/"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">Jornal do Brasil</span></span></span></a>, Mário Lago afirmou que estava certo de que viveria até os 100 anos de idade, pois o tempo selara com ele o acordo de não persegui-lo incessantemente. Não foi assim. Morreu em 2002, poucos meses depois dos 90 anos, mas deixou um legado imortal. Em homenagem a este artista completo – que atuou na música, no teatro, no cinema e na escrita – a exposição <strong>Lago eu sou – Um homem do século XX </strong>entrou em cartaz nesta terça-feira (27/03), com curadoria de Mário Lago Filho.</p>
<p>&#8220;O amor de papai pelas artes veio de família. Desde cedo, ele frequentava o teatro para levar recado ao vovô, que era maestro. Isso proporcionava a ele uma visão das obras musicais a partir da coxia&#8221;, relembra o filho, homônimo do artista.</p>
<p>Apesar da educação exemplar e um tanto erudita – filho de músico, aluno do Colégio Pedro II e formado em Direito pela UFRJ –, Lago sempre seguiu um caminho popular, escrevendo versos e frases que marcaram a cultura brasileira. O artista compos canções que se tornaram quase hinos – a exemplo da marchinha <strong>Aurora</strong> e da música <strong>Ai que saudades da Amélia</strong> – e fez sucesso no cinema e na televisão, em filmes como <strong>Terra em transe</strong> (1967), de Glauber Rocha, novelas como <strong>O clone</strong> (2001), sua última atuação. Toda essa pluralidade está presente na mostra no Arquivo Histórico Nacional.</p>
<p>Como Mário Lago Filho o define? &#8220;Uma pessoa comum, só que também um artista brilhante&#8221;. Era um ser social, adorava o contato humano – e isso ficou evidente em seus ideais comunistas. Das muitas frases que escreveu, uma delas diz &#8220;Eu era Partido, não era do Partido. Nunca assinei ficha de fliação. Sou marxista comunista autônomo&#8221;. À militância deve sete prisões: 1932, 1941, 1946, 1949, 1952, 1964 e 1969. &#8220;Eu vivenciei as três últimas prisões dele, e na primeira tinha por volta de oito anos. Toda vez que íamos à cadeia, ele tratava de organizar seus colegas de cela, distribuindo tarefas e compartilhando comidas e objetos – era um socialista autônomo&#8221;, lembra Filho.</p>
<p>Uma foto de Mário Lago fichado pela polícia foi incluída na exposição. &#8220;Na mostra, deixamos que Mário Lago se apresente através das frases e versos sobrepostos às fotos&#8221;, explica o curador. O objetivo é mostrar como ele estava inserido na sociedade e como ajudou a construí-la. Como ele mesmo costumava dizer: &#8220;o que importa é minha moldura&#8230;eu só existo com os lugares em que me inseri&#8221;. Mário Filho sintetiza o trabalho: &#8220;Conduzimos a montagem em diferentes níveis sensoriais – afetivo, político, linha do tempo &#8211; de forma que as pessoas estejam livres para compreendê-lo. Não queremos induzir o visitante a interpretações, até porque eu já tenho uma imagem do meu pai. Quero que o público me diga o que entende do Mário Lago&#8221;.</p>
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		<title>Morre aos 91 anos Ademilde Fonseca, a &#8220;Rainha do Choro&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 11:27:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Rainha do Choro, a cantora Ademilde Fonseca, faleceu em sua residência no Rio de Janeiro na noite de terça-feira (27), aos 91 anos. Ademilde foi uma das pioneiras a cantar no ritmo do choro, ou chorinho, e ainda estava ativa após mais de 70 anos de carreira. &#8220;Ela teve um mal súbito ontem, entre...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ademilde.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16822" title="ademilde" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ademilde.jpg" alt="" width="215" height="104" /></a>A Rainha do Choro, a cantora Ademilde Fonseca, faleceu em sua residência no Rio de Janeiro na noite de terça-feira (27), aos 91 anos. Ademilde foi uma das pioneiras a cantar no ritmo do choro, ou chorinho, e ainda estava ativa após mais de 70 anos de carreira.</p>
<p>&#8220;Ela teve um mal súbito ontem, entre as 23h e 23h30, e faleceu,&#8221; disse a neta, Ana Cristina, à reportagem do <strong>UOL</strong>. &#8220;Não estava doente, foi algo completamente inesperado. Ela fez um show recente em Porto Alegre e ontem gravou ontem dois programas. Ainda estamos em choque.&#8221; A cantora tinha um histórico de doenças cardíacas.</p>
<p>Ainda não foi estipulado um horário para o sepultamento, que será realizado nesta quarta-feira (28), no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro. Segundo Ana Cristina, a intenção é fazer a cerimônia o mais tarde possível para que amigos e colaboradores possam receber a notícia.</p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> </span></span><span> </span></p>
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		<title>5º SAMBA DA TRADIÇÃO &#8211; ESPECIAL MULHERES DO SAMBA</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Mar 2012 01:11:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mundo do samba do Paraná pediu e a a Sociedade 13 de Maio atendeu. A homenagem justíssima será feita as Marlenes do samba paranaense e será neste domingo. Diversão e samba no pé em homenagem as Damas do Samba que fizeram a história no samba em Curitiba no Especial Mulheres do Samba. 　 　...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/03/cartaz_samba_da_tradicao_mar_2012-final2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-16765" title="cartaz_samba_da_tradicao_mar_2012-final[2]" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/03/cartaz_samba_da_tradicao_mar_2012-final2.jpg" alt="" width="134" height="254" /></a>O mundo do samba do Paraná pediu e a a Sociedade 13 de Maio atendeu. A homenagem justíssima será feita as Marlenes do samba paranaense e será neste domingo. Diversão e samba no pé em homenagem as Damas do Samba que fizeram a história no <em>samba</em> em Curitiba no Especial Mulheres do Samba.</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>A HISTÓRIA SE FAZ DE PESSOAS</p>
<p>　</p>
<p>Terceira roda em reconhecimento ao trabalho e talento da velha-Guarda do Samba de Curitiba.</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>HOMENAGEADAS</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>MARLENE DE ANGOLA</p>
<p>　</p>
<p>Nascida em Londrina, foi passista em escolas como Colorado e da Mocidade Azul.</p>
<p>　</p>
<p>Também participou de conjuntos com grandes nomes do samba da cidade, como Maé da Cuíca.</p>
<p>　</p>
<p>É a eterna mulata do carnaval Curitiba.</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>MARLENE MEIRA</p>
<p>Cantora de nascença e professora por profissão.</p>
<p>Mais de 30 anos nas noites de Curitiba, já cantou em diversas casas.</p>
<p>O ponto mais frequente é no Nilo Samba Choro, referência de notívagos e artistas.</p>
<p>Já se apresentou ao lado de Zé da Velha, Quinteto em Branco e Preto,</p>
<p>Xangô e Tantinho da Mangueira entre outros.</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>MARLENE MONTE CARMELO</p>
<p>É carnavalesca. Nos anos 70, na quadra da antiga Dom Pedro II, passou a integrar o carnaval curitibano.</p>
<p>　</p>
<p>Uma das fundadoras da Mocidade Azul, por quase 40 anos atuou como diretora,</p>
<p>　</p>
<p>carnavalesca, além de compor diversos enredos. Trabalhou em diversas escolas dentro e fora de Curitiba,</p>
<p>　</p>
<p>ministrando cursos de artes carnavalescas na década de 90.</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>MÚSICOS RESIDENTES</p>
<p>　</p>
<p>Luiz Pernoite (percussão), Ricardo Salmazo (percussão),</p>
<p>　</p>
<p>Leandro Almeida (percussão e voz), Julião Boêmio (cavaquinho).</p>
<p>　</p>
<p>RODA ABERTA A TODOS OS SAMBISTAS</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>ABERTURA DA CASA ÀS 14H . TÉRMINO DA RODA ÀS 19H30.</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>CHEGUE CEDO!</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>ENTRADA</p>
<p>　</p>
<p>R$ 6,00</p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p>* ASSOCIADOS DO CLUBE, CRIANÇAS ATÉ 10 ANOS</p>
<p>　</p>
<p>E ADULTOS A PARTIR DE 65 ANOS NÃO PAGAM.</p>
<p>　</p>
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<p>APOIO</p>
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<p>Brasil Cultura &#8211; O Portal da Cultura Brasileira</p>
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<p>INFO. sociedade13demaio@gmail.com</p>
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<p>41 9905 3836</p>
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		<title>Sarau da Ressaca &#8211; Sambas, Marchinhas, Choros e Jazz</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 21:41:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  O Brasil é uma país musical, niguém duvida disso. Qualquer motivo é motivo para rolar &#8220;samba&#8221;. Imagine misturar música e gastronomia, que alias é a demonstração clara de nossa riqueza cultural. A gastronomia brasileira é rica em misturar sabores e cria pratos únicos. A música brasileira é rica em generos e encantamentos. Anildo do...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-16514" title="cimples" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/cimples-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /> </p>
<div><span>O Brasil é uma país musical, niguém duvida disso. Qualquer motivo é motivo para rolar &#8220;samba&#8221;. Imagine misturar música e gastronomia, que alias é a demonstração clara de nossa riqueza cultural. A gastronomia brasileira é rica em misturar sabores e cria pratos únicos. A música brasileira é rica em generos e encantamentos. Anildo do CimplesÓcio sabe como ninguém fazer desta mistura uma forma de conviver com o vasto repertorio de emoções da cultura brasileira, musical e gastronomicamente falando e convidando o público em geral para este encontro. O <a href="www.brasilcultura.com.br">Partal Brasil Cultura</a> apoia.</span></div>
<p><span>O carnaval do CimplesÓcio mesmo no improviso acabou saindo nos tres dias programados &#8211; dois com muita chuva &#8211; que ocasionou pouco público e sobras de bebidas. Alguns dos músicos participantes &#8211; Saul Trumpet, Marlene Meira, Marquinho Filgueiras e Henrique Rodrigues, para ajudar no ressarcimento do prejuízo do espaço, toparam diminuir seus caches para montar uma roda de boa música entre 4 da tarde e 9 e meia da noite.</p>
<p>Portanto muita festa, folia e alegria com música de qualidade e ingresso musical acessível, mais promoção na comida e bebida.</p>
<p>A culinária do sabado a tarde será uma Vaca atolada (R$10,00 p/pessoa).</p>
<p>Depois das 6 teremos ofeijãoamigo (R$ 6,00).<br />
Ingresso musical: R$ 10,00 e R$ 5,00 (estudantes, menores e maiores de 65 anos).<br />
- Traje: Tricolor com tons alegres &#8211; muita cor.<br />
+ informações: 41 3209 8802 / 8705-3560</p>
<p>Sarau da Ressaca &#8211; dia 03 março -sabado- 14h</p>
<p>com: Saul Trumpet, Marlene Meira, Marquinho Filgueiras e Henrique Rodrigues.</p>
<p>+ músicos convidados</p>
<p>Feitoria/Descontrução CimplesÓcio:</p>
<p>Rua Miguel Jorge Nasser, 206 -bairro Bacacheri/Tingui</p>
<p>espaço:14h &#8211; música: 16h00</p>
<p><a href="file:///Redirect/cimples-ocio.blogspot.com//t_blank"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #000080;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #000080;"><span>http://cimples-ocio.blogspot.com/</span></span></span></span></span></span><span> </span></a><span> </span></p>
<p>　</p>
<p>*</p>
<div><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span lang="PT-BR">O samba é caracterizado por uma seção de ritmo contendo a marcação, geralmente surdo ou tantan, o `coração do samba’; e seu núcleo mais importante é geralmente reconhecido como cavaco e pandeiro. O cavaquinho é a conexão entre a secção de harmonia e a secção de ritmo, e costuma ser reconhecido como um dos instrumentos harmônicos mais percussivos existentes; sua presença, via de regra, diferencia o verdadeiro samba de variações mais suaves como a Bossa Nova (embora haja algumas gravações de samba que não usem o cavaco, e.g. de Chico Buarque). O pandeiro é o instrumento percussivo mais presente, aquele cuja batida é a mais completa. Um violão está sempre presente, e a maneira de tocar violão no samba popularizou o violão de 7 cordas, por causa das sofisticadas linhas de contraponto utilizadas no gênero nas cordas mais graves. As letras falam basicamente de qualquer coisa, já que o samba é o ritmo nacional brasileiro.</span></span></span></div>
<p><span style="font-family: Times New Roman;">*O Choro, popularmente chamado de chorinho, é um gênero musical, uma música popular e instrumental brasileira, com mais de 130 anos de existência. Os conjuntos que o executam são chamados de regionais e os músicos, compositores ou instrumentistas, são chamados de chorões. Apesar do nome, o gênero é em geral de ritmo agitado e alegre, caracterizado pelo virtuosismo e improviso dos participantes, que precisam ter muito estudo e técnica, ou pleno domínio de seu instrumento. O choro é considerado a primeira música popular urbana típica do Brasil e difícil de ser executado. O conjunto regional é geralmente formado por um ou mais instrumentos de solo, como flauta, bandolim e cavaquinho, que executam a melodia, o cavaquinho faz o centro do ritmo e um ou mais violões e o violão de 7 cordas formam a base do conjunto, além do pandeiro como marcador de ritmo.</p>
<p></span> </p>
<p></span></p>
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		<title>Lundu &#8211; Danças e Ritmos do Brasil.</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 12:48:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lundu, também chamado de Lundum caracteriza-se por um gênero musical e dança folclórica de origem afro-brasileira criada a partir dos Batuques dos escravos. No período da escravidão, os negros realizavam suas tradições religiosas, cantavam e dançavam para manifestação de sua cultura. No final do século XVIII, o Lundu já se torna presente tanto no Brasil...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/lundu-.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-16494" title="lundu" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/lundu--150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Lundu, também chamado de Lundum caracteriza-se por um gênero musical e dança folclórica de origem afro-brasileira criada a partir dos Batuques dos escravos. No período da escravidão, os negros realizavam suas tradições religiosas, cantavam e dançavam para manifestação de sua cultura. No final do século XVIII, o Lundu já se torna presente tanto no Brasil quanto em Portugal, tendo influência cultural de tais países.</p>
<p>O ritmo e a dança foram sofrendo modificações no decorrer do tempo, porém a evidência maior é a sensualidade. Apresenta rebolados e &#8220;quebras&#8221; de quadris, característicos dos movimentos africanos e herdou da cultura européia, a melodia e harmonia para a composição musical.</p>
<p>Durante o século XIX, o Lundu foi considerado um ritmo dominante e aceito pelos brancos. Entretanto, no início do século XX, deixa de ser símbolo de identidade e proibido por ser considerada uma dança que imitava o ato sexual, um atento ao pudor. Contudo, alguns escravos continuavam as escondidas a cultivá-la. Tempos depois, o decreto caiu no esquecimento e o Lundu passou a ser aceito e praticado, mantendo sua principal vertente que é a sensualidade e tornando-se manifestação folclórica. Atualmente, essa dança é praticada em alguns estados do Brasil, principalmente na Região Norte e mais especificamente na Ilha de Marajó, no Pará.</p>
<p>Movimentos Característicos da Dança</p>
<p>Os movimentos são ondulares de grande volúpia, lascivos e lúbricos, apresentam rebolados e maneios dos quadris evidenciando a sensualidade da dança. O lundu possui também influências portuguesas no que diz respeito aos movimentos de sapateados, posturas do corpo, elevação de braços acima da cabeça e marcação com os pés ao ritmo da música.</p>
<p>Coreografia</p>
<p>A coreografia destaca-se como a mais sensual dança folclórica paraense. A história baseia-se em um convite do homem à mulher para um encontro sexual. A dança inicia e o homem convida a dama para dançar, a princípio ela recua, mas diante da insistência do companheiro acaba por aceitar.</p>
<p>Atualmente a coreografia é dançada em roda e de maneira descontraída, mais sempre respeitando as tradições culturais. Apresenta-se da seguinte forma:</p>
<p>Músicos iniciam o ritmo do lundu e as pessoas que querem dançar aproximam-se entrando na dança. O sinal da viola é emitido e a primeira dançarina abre espaço no centro da roda que logo se forma com o grupo. Assim, ela inicia seus movimentos e convida alguém para acompanhá-la e depois substituíla. Esse alguém pode ser homem ou outra mulher, o convite é feito por gestos de batidas dos pés ou palmas diante da pessoa escolhida. Desta forma, a dança segue alternando os dançarinos.</p>
<p>No meio da roda os dançarinos realizam as movimentações marcantes do lundu, com rebolados, braços das mulheres para cima e dos homens para baixo, pernas fletidas e um sapateio em que a planta do pé bate no chão, ao ritmo da música. Se houver o convite de dança com umbigada faz-se uma algazarra no grupo, pois esse é momento da representação do ato sexual no movimento.</p>
<p>Indumentária</p>
<p>A dança do Lundu sofreu modificações no que diz respeito a movimentos e indumentária. Por ser muito praticada da Ilha do Marajó apresenta vestimenta característica da região. Desta forma, geralmente as mulheres usam saias longas, rodadas e estampadas com cores fortes, blusas branca, curtas e de rendas, utilizam também pulseiras, colares, brincos vistosos e flores para enfeitar o cabelo. Já os homens vestem-se com calças largas e brancas e bainhas enroladas nos pés, as blusas são de mangas compridas, enroladas na altura do umbigo e estampadas com desenhos marajoaras. Os pares apresentam-se sempre descalços. A vestimenta da dança do Lundu assemelha-se com a indumentária da Dança do Carimbó</p>
<p>Instrumentos Musicais</p>
<p>- Rebeca (Violino)</p>
<p>- Clarinete</p>
<p>- Reco-Reco</p>
<p>- Ganzá</p>
<p>-Maracás</p>
<p>- Banjo</p>
<p>-Cavaquinho</p>
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		<title>Frevo poderá se tornar patrimônio cultural imaterial da humanidade</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/frevo-podera-se-tornar-patrimonio-cultural-imaterial-da-humanidade/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 01:16:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O frevo poderá se tornar patrimônio cultural imaterial da humanidade. A novidade foi divulgada durante entrevista coletiva do prefeito João da Costa, na Central do Carnaval, no Armazém 12 – Terminal Marítimo de Passageiros, Bairro do Recife. A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, que esteve na folia recifense, anunciou que o Instituto do Patrimônio...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/FREVO-02.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-16409" title="FREVO 02" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/FREVO-02-300x252.jpg" alt="" width="225" height="180" /></a>O frevo poderá se tornar patrimônio cultural imaterial da humanidade. A novidade foi divulgada durante entrevista coletiva do prefeito João da Costa, na Central do Carnaval, no Armazém 12 – Terminal Marítimo de Passageiros, Bairro do Recife. A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, que esteve na folia recifense, anunciou que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/Minc) irá defender o ritmo. A eleição será realizada em novembro, em Barbados, na América Central, pelo Comitê do Patrimônio Imaterial da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o prefeito divulgou todos os números do carnaval recifense. A folia 2012 trouxe para o Recife um incremento de mais de R$ 595 milhões para a economia da cidade. Representando 15% em relação ao ano passado. Neste ano, os investimentos somam R$ 32 milhões, em patrocínios e recursos próprios. Durante os dias da festa, a capital pernambucana recebeu 710 mil visitantes. Em 2011, foram 690 mil visitantes. Foram 300 atrações locais e nacionais em palco, 325 apresentações distribuídas em 17 polos e o apoio em 42 carnavais comunitários.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Em relação ao público, apesar da chuva, uma média de 600 mil pessoas circulou diariamente por todo o Bairro do Recife, onde estão os polos centralizados. Na segunda-feira de carnaval, esse número ultrapassou a marca de 700 mil pessoas. Já nos polos descentralizados, distribuídos em nove bairros da cidade, cerca de 68 mil/dia foliões curtiram a festa.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Nos demais polos centralizados, o destaque foi para o Pátio de São Pedro, com uma média de 10 mil pessoas por dia. Destaque para o público que foi assistir aos shows de Lula Queiroga, Roberta Sá, Gaby Amarantos e Marcelo Jeneci.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Nos nove polos descentralizados , o público médio foi de 68 mil pessoas por dia. Nos quatro dias, soma um público total de 226 mil foliões. Os polos de Nova Descoberta, com público médio por noite de 7 mil pessoas, além de Casa Amarela, Várzea, Brasília Teimosa e Chão de Estrelas, cada um com média de 6 mil pessoas por noite, apresentaram recordes de público. Picos de 10 mil pessoas por noite foram contabilizados nas apresentações de Lulu Santos (Casa Amarela), Beth Carvalho (Ibura) e João do Morro (Nova Descoberta). A paraense Gabi Amarantos, o grupo gaúcho Fresno, o carioca Seu Jorge, Reginaldo Rossi, e Nação Zumbi também levaram uma média de 8 mil pessoas aos pólos de Brasília Teimosa, Várzea, Nova Descoberta e Chão de Estrelas.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Turismo – A movimentação financeira de R$ 595 milhões na economia do Recife refere-se a despesas de turistas, excursionistas e moradores em itens como transportes, alimentação, hospedagem e fantasias.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">A ocupação hoteleira na cidade girou em torno de 95% durante o período do carnaval, segundo a PCR. O gasto médio individual diário do turista hospedado em hotel passou de R$ 453 em 2011 para R$ 478 neste ano. Foi registrado um gasto médio diário de R$ 257, contra R$ 220 do ano anterior, entre os visitantes que optaram por ficar na casa de amigos e parentes. Estima-se que 72% dos turistas optaram por ficar na casa de amigos e parentes e 28% se hospedaram nos hotéis da cidade. A permanência média no Recife durante o período foi de 10,8 dias nos hotéis da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Dos visitantes que estiveram no Recife, 39% são de cidades pernambucanas (exceto Região Metropolitana do Recife), 31% dos demais estados nordestinos (exceto PE), 24% são das demais regiões brasileiras e 6% foram de estrangeiros.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Infraero, a quantidade de pousos no Aeroporto Internacional do Recife no período de 13 a 18 de fevereiro foi de 595. No mesmo período carnavalesco de 2011, a cidade teve 581 chegadas. Mais de 61 mil passageiros desembarcaram na cidade no mesmo período de 2012, o número representa um acréscimo de 6% em relação a 2011, quando 57.437 passageiros desembarcaram.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Estatísticas de acidentes – Das 18h da sexta-feira (17) até às 6h da manhã desta quarta-feira de Cinzas, a central da CTTU registrou 97acidentes de trânsito, sendo 79 sem vítimas e 18 com vítimas. No total foram 196 veículos envolvidos nas colisões. O dia que teve maior quantidade de acidentes foi o sábado (18), com 37 acidentes. Não houve registro de acidente com vítima fatal no período de carnaval.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Números do carnaval 2012 no Recife:</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">300 atrações em palcos</p>
<p style="text-align: justify;">325 shows</p>
<p style="text-align: justify;">800 apresentações de agremiações em polos do Centro e descentralizados</p>
<p style="text-align: justify;">500 batuqueiros, 10 cortes de maracatus, 5 agremiações de caboclinhos e 70 bailarinos na abertura do Carnaval</p>
<p style="text-align: justify;">8 Polos do centro</p>
<p style="text-align: justify;">9 Polos descentralizados</p>
<p style="text-align: justify;">42 Polos comunitários</p>
<p style="text-align: justify;">Média de público de 600 mil pessoas por dia no Bairro do Recife</p>
<p style="text-align: justify;">Média acima de 700 mil visitantes por dia na cidade durante o período carnavalesco</p>
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		<title>Unidos da Tijuca é a campeã do Carnaval do Rio</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 20:05:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/unidos.jpeg"><img class="alignleft size-full wp-image-16406" title="unidos" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/unidos.jpeg" alt="" width="220" height="148" /></a>A escola de samba Unidos da Tijuca &#8211; que ficou em segundo lugar em 2011 &#8211; levou o título de campeã no Carnaval carioca de 2012. O samba-enredo O Dia em Que Toda a Realeza Desembarcou na Avenida para Coroar o Rei Luiz do Sertão &#8211; em homenagem a Luiz Gonzaga &#8211; falou sobre a paisagem, solo e vegetação do Sertão.</p>
<p>A agremiação perdeu apenas um décimo, no quesito Alegorias e adereços, somando um total de 299,9 pontos. A Unidos da Tijuca ficou à frente da Salgueiro, em segundo lugar com 299,7 pontos, e da Vila Isabel, na terceira posição com 299,5 pontos.</p>
<p>A rainha de bateria na avenida da Marquês de Sapucaí, Gracyanne Barbosa, parece que deu sorte a Unidos da Tijuca. Foi a primeira vez que eça esteve à frente dos músicos da escola.</p>
<p>Antes do anúncio da nota, a escola Beija-Flor perdeu um décimo de pontos, por conta da evolução: a escola teve um problema técnico na comissão de frente durante o desfile e não se apresentou em frente ao setor 3.</p>
<p>No domingo (19) e segunda-feira (20), 13 escolas desfilaram na Marquês de Sapucaí. As seis primeiras colocadas se apresentam no desfile das campeãs. As duas últimas colocadas foram Porto da Pedra &#8211; com o samba-enredo Da seiva materna ao equilíbrio da vida &#8211; e Renascer de Jacarépagua &#8211; que teve o tema O Artista da Alegria Dá o Tom na Folia. Elas serão rebaixadas para o grupo de acesso no Carnaval de 2013.</p>
<p>Em 2011, a Beija-Flor levou o título. A Acadêmicos do Grande Rio, União da Ilha e a Portela não foram julgadas por conta de um incêndio que destruiu os preparativos das agremiações em fevereiro do ano passado. A Unidos da tijuca e a Mangueira ficaram em segundo e terceiro lugar, respectivamente.</p>
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