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	<title>Brasil Cultura &#187; Leis</title>
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		<title>Justiça vê racismo em editais do MinC para cultura negra</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 13:31:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Justiça Federal suspendeu os editais de incentivo à cultura negra lançados  pelo Ministério da Cultura (MinC) em novembro de 2012, por entender que eles  representam uma prática racista. Com um valor total de R$ 9 milhões, os editais  foram, até agora, a principal novidade da gestão de Marta Suplicy à frente da  pasta, que...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/mincracismo.png"><img class="alignleft size-full wp-image-19347" title="mincracismo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/mincracismo.png" alt="" width="200" height="149" /></a>A Justiça Federal suspendeu os editais de incentivo à cultura negra lançados  pelo Ministério da Cultura (MinC) em novembro de 2012, por entender que eles  representam uma prática racista. Com um valor total de R$ 9 milhões, os editais  foram, até agora, a principal novidade da gestão de Marta Suplicy à frente da  pasta, que assumiu há cerca de nove meses prometendo políticas de inclusão.</p>
<p>A decisão, do juiz José Carlos do Vale Madeira,  da 5ª Vara da Seção Judiciária do Maranhão, foi publicada no Diário Oficial de  segunda-feira. Ele escreveu que o MinC “não poderia excluir sumariamente as  demais etnias” e que os editais “destinados exclusivamente aos negros abrem um  acintoso e perigoso espectro de desigualdade racial”.</p>
<p>Na minha opinião é uma decisão equivocada — afirma Humberto Adami, diretor<br />
do Instituto de Advocacia Racial e Ambiental (IARA). — Ela deixa de reconhecer a<br />
Constituição Federal, o Estatudo da Igualdade Racial e tratados internacionais<br />
de combate à discrimição racial que são assinados pelo Brasil desde 1960, no<br />
sentido de combater o racismo e fomentar a inclusão dos afrodescendentes, que<br />
historicamente sofrem exclusão.</p>
<p>Os editais suspensos foram: Apoio para Curta-Metragem — Curta Afirmativo:  Protagonismo da Juventude Negra na Produção Audiovisual; Prêmio Funarte de Arte  Negra; Apoio de Coedição de Livros de Autores Negros; e Apoio a Pesquisadores  Negros. O primeiro é de gestão da Secretaria do Audiovisual (SAv) do MinC, o  segundo, da Funarte, e os dois últimos, da Fundação Biblioteca Nacional.</p>
<p>O racismo no Brasil em relação ao negro é uma questão histórica — avalia<br />
Antonio Costa Neto, assistente técnico do IARA. — Houve racismo durante a<br />
escravidão, posteriormente com a teoria de branquear a população e depois como<br />
política pública na educação e também na imigração. Então hoje tentamos<br />
desconstruir o racismo através de políticas públicas afirmativas. O magistrado<br />
leva em consideração o momento atual, que não admite prática de racismo, mas<br />
deve considerar também esses fatos históricos. Se fizermos um recorte racial, há<br />
poucos produtores negros com acesso a essas política públicas.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Ministério promete recorrer</strong><br />
Os editais foram lançados em  20 de novembro, quando se comemora o Dia da Consciência Negra. A ideia anunciada  por Marta era facilitar o acesso a verbas por parte de artistas e produtores que  lidam com a cultura negra, cujos projetos seriam, de acordo com o MinC, pouco  acolhidos pelas políticas usuais de patrocínio. Todos eles já haviam encerrado  suas inscrições e deveriam anunciar os projetos habilitados no início do segundo semestre.</p>
<ul>
<li></li>
<li>O processo foi movido como ação popular pelo escritório do advogado Pedro<br />
Leonel Pinto de Carvalho, do Maranhão, citando como réus a União Federal, a<br />
Funarte e a Fundação Biblioteca Nacional.</li>
<li></li>
</ul>
<p>O edital tem uma natureza racista. Por que ele é apenas para pessoas negras<br />
e não para brancos ou índios, por exemplo? É uma proposta que gera preconceito —<br />
diz Pedro Eduardo Ribeiro de Carvalho, gerente jurídico do escritório de Pedro<br />
Leonel.<br />
Para Adami, a medida liderada pela ministra Marta Suplicy se insere<br />
no princípio das ações afirmativas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É uma ação do poder executivo que visa socorrer um determinado segmento da<br />
sociedade. Não deveria causar estranheza, pois todos os dias temos algum<br />
segmento da sociedade beneficiado por alguma decisão do executivo, judicário ou<br />
legisliativo. Quando empresários recebem isenção de pagamento de tributos,<br />
ninguém diz que é inconstitucional. Nesse aspecto, penso que não faltarão<br />
argumentos para que a Advocacia Geral da União faça um recurso ao Tribunal<br />
Regional em Brasília e que essa decisão seja sumariamente cassada.</p>
<p>Em nota, o MinC informou que vai apresentar recurso à decisão: “O edital da<br />
SAv é legal, constitucional e há segurança na regularidade da política. O mesmo<br />
entendimento têm as áreas jurídicas da Funarte e Fundação Biblioteca Nacional,<br />
que também entrarão com recurso”.</p>
<ul>
<li><em>De <a href="http://oglobo.globo.com/cultura/editais-do-minc-para-cultura-negra-sao-suspensos-8454747">André Miranda, O Globo</a>:</em></li>
</ul>
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		<title>Conselho Municipal de Cultura de Curitiba toma posse sexta-feira</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 17:55:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os membros da sociedade civil e da comunidade artística eleitos em 2012 para o Conselho Municipal de Cultura tomam posse na próxima sexta-feira (24), às 19h, no Teatro Londrina, que fica no Memorial de Curitiba. Além desses novos integrantes, o Conselho, que tem mandato de dois anos, reúne representantes da Prefeitura e da Câmara Municipal....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/paiol.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19342" title="paiol" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/paiol.jpg" alt="" width="200" height="132" /></a>Os membros da sociedade civil e da comunidade artística eleitos em 2012 para o Conselho Municipal de Cultura tomam posse na próxima sexta-feira (24), às 19h, no Teatro Londrina, que fica no Memorial de Curitiba. Além desses novos integrantes, o Conselho, que tem mandato de dois anos, reúne representantes da Prefeitura e da Câmara Municipal.</p>
<p>A atual configuração do Conselho terá várias missões importantes. Uma delas será ajudar a construir o Plano Municipal de Cultura, que condensará as metas para os próximos 10 anos da área em Curitiba.</p>
<p>Os novos membros também serão os primeiros a atuar após a adesão do município ao Sistema Nacional de Cultura, que modifica a gestão local na área facilitando o repasse de verbas federais e integrando melhor as ações entre os governos.</p>
<p>“A nova gestão também irá debater com a sociedade civil as mudanças que vamos começar na área”, lembra o assessor de Relações Institucionais da Presidência da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), Elton Barz. Ele ressalta, ainda, que o Conselho deverá deixar de ser um órgão apenas consultivo. “Ele também deve se tornar deliberativo”, informa.</p>
<p><strong>Conferência –</strong> Entretanto, o primeiro desafio do Conselho será organizar a Conferência Municipal de Cultura, a ser realizada em julho, e na qual serão debatidos o cenário atual e uma série de mudanças propostas para o setor.</p>
<p>Também serão preparadas as demandas e discussões, bem como escolhidos os representantes a serem levados para a 3ª Conferência Nacional de Cultura, que ocorre em Brasília de 26 a 29 de novembro e cujo tema será “Uma Política de Estado para a Cultura: desafios do Sistema Nacional de Cultura”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O Conselho –</strong> O Conselho Municipal de Cultura é o órgão que, no âmbito do município, institucionaliza a relação entre a administração municipal e os setores da sociedade civil ligados à cultura. Ele participa da elaboração e da fiscalização das políticas culturais. Foi instituído pela lei 11.834, de 4 de julho de 2006.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dos 25 membros titulares, nove são indicados pela sociedade civil e sete pela comunidade artística e cultural organizada. Os demais membros são representantes do Poder Executivo Municipal e da Câmara Municipal de Curitiba. Integram ainda o conselho 25 membros suplentes. Por lei, a presidência do Conselho é exercida pelo presidente da Fundação Cultural de Curitiba.</p>
<p>&#8211;</p>
<div>Coordenação de Comunicação Social&lt;br&gt;Fundação Cultural de Curitiba&lt;br&gt;www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br&lt;br&gt;Phone: + 55 41 3213-7530</div>
<div>
<div><a title="Última Mensagem" href="#"> </a><a title="Próxima Mensagem" href="#"> </a></div>
</div>
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		<title>Rio &#8211; Prefeitura lança o maior programa de fomento à cultura do país</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 21:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O novo Programa de Fomento à Cultura Carioca 2013, realizado em  parceria com o Ministério da Cultura, o Porto Maravilha  e o Oi Futuro, terá R$ 170 milhões para diversos segmentos da produção cultural  da cidade. Lançado hoje pela Prefeitura do Rio no Imperator &#8211; Centro Cultural  João Nogueira, no Méier, o programa é a...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt">
<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/riorj.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19307" title="riorj" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/riorj.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a>O novo Programa de Fomento à Cultura Carioca 2013, realizado em  parceria com o Ministério da Cultura, o Porto Maravilha  e o Oi Futuro, terá R$ 170 milhões para diversos segmentos da produção cultural  da cidade. Lançado hoje pela Prefeitura do Rio no Imperator &#8211; Centro Cultural  João Nogueira, no Méier, o programa é a maior e mais abrangente ação de fomento<br />
já realizada pela Secretaria Municipal de Cultura, além de ser também a maior  iniciativa do gênero no país, em âmbito municipal e estadual.</p>
<p>Há R$ 75,9 milhões para o fomento direto, dos quais R$ 56,05 milhões serão destinados à realização  de projetos de teatro, circo, dança, música,artes visuais, incentivo à leitura,<br />
publicações, espetáculos e intervenções em espaços públicos, pontos de cultura,  comunidades pacificadas e na Zona Portuária.</p>
<p>Os projetos serão selecionados por meio de editais, sendo que os  regulamentos vão ser publicados  na quinta-feira, dia 16, no site da SMC para consulta pública.</p>
<p>A linha de fomento direto prevê ainda R$ 19,85 milhões para o apoio  direto, compreendendo o patrocínio à realização, ainda este ano, de 20 mostras e<br />
festivais ,  entre outros. O fomento indireto, por meio da nova Lei Municipal de Incentivo à<br />
Cultura, que utiliza recursos do ISS, terá R$ 42,9 milhões.<br />
&nbsp;</p>
</div>
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		<title>Governo de SC anuncia investimento de mais de R$ 10 milhões na Cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 14:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/editalsc.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19292" title="editalsc" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/editalsc.jpg" alt="" width="200" height="142" /></a>O Governo do Estado lançou em Florianópolis, o Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura e o Prêmio Catarinense de Cinema, edição 2012/2013. Os dois editais somam mais de R$ 10 milhões. O objetivo é apoiar as iniciativas culturais e artísticas do Estado. “Os editais representam um marco e a redemocratização de todo trade cultural de Santa Catarina e o acesso democrático ao recurso público. Vamos buscar o crescimento e novos investimentos para a cultura”, disse o secretário do Turismo, Cultura e Esporte, Beto Martins.</p>
<p>O edital do Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Culturacontempla sete áreas: Artes Populares, Artes Visuais, Projetos e Obras, Letras, Música, Patrimônio Cultural e Teatro. A área de Artes Populares é subdividido nos segmentos Folclore, Artesanato e Arte Circense. Artes Visuais contemplará Projetos e Obras, e Bolsas de Execução. No segmento Dança, recursos<br />
para Produção e/ou Circulação. Na área de Letras, subdivisão nos segmentos Publicações e Escritor na Escola. Para Música, recursos para produção e gravação de CDs e DVDs. Na área de Patrimônio Cultural, investimento nos segmentos Material e Imaterial, Museus e Acervos. Em Teatro, prêmios para circulação, montagem e pesquisa.</p>
<p>O Prêmio busca a ampliação das oportunidades de criação, distribuição e processo de bens culturais. As inscrições, gratuitas, ficam abertas até o dia nove de julho de 2013, com abertura dos envelopes no dia 17 de julho de 2013, às 14h, no Cinema do CIC.</p>
<p>Já o Prêmio Catarinense de Cinema, edição 2012/2013, tem a intenção de estimular a produção audiovisual no Estado, mover o mercado e gerar empregos. Diversos filmes percorrem Santa Catarina com esse estímulo, que agrega fotografia, música, teatro e arte em um único produto. As inscrições gratuitas ficarão abertas entre 8 de maio a 26 de agosto de 2013 e a abertura dos envelopes se dará no dia 2 de setembro de 2013, às 14h, no Cinema do CIC.</p>
<p>Nesta edição, o Governo do Estado distribuirá R$ 3 milhões para os projetos de cinema. O prêmio principal, desde seu o lançamento em 2001, continua sendo para a produção de um longa-metragem, no valor de R$ 1,1 milhão. O Edital contempla as categorias de longa-metragem, curta-metragem, vídeo, pesquisa e desenvolvimento de projeto cinematográfico de<br />
longa-metragem. Todo o processo será acompanhado pela Comissão de Organização e Acompanhamento do Edital (COA).</p>
<p>Nazareno Pereira, ator dogrupo de teatro Sim por que Não salientou que os editais possibilitam que osgrupos culturais de Santa Catarina possam elaborar novos espetáculos com qualidade e com novas possibilidades. O Edital Catarinense de Cinema está <a href="http://www.fcc.sc.gov.br" target="_blank">publicado no site</a> .</p>
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		<title>Dez anos: Lei que obriga ensino afro-brasileiro não é aplicada</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/sociologia/dez-anos-lei-que-obriga-ensino-afro-brasileiro-nao-e-aplicada/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 15:17:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/dezanos-lei.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19256" title="dezanos lei" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/dezanos-lei.jpg" alt="" width="200" height="144" /></a>Aprovada pelo Congresso e sancionada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda em 2003, a Lei 10.639 – que prevê a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” no currículo das escolas do país – é aplicada apenas de forma mínima, mesmo dez anos depois. A situação da lei voltou a ser discutida nesta semana no Rio Grande do Sul, com a audiência pública solicitada pelo movimento negro que provocou declarações no governo do<br />
estado e entre deputados estaduais.</p>
<p>A audiência ocorreu na última terça-feira (23), na Assembleia Legislativa, em Porto Alegre. A reivindicação principal, de cobrar maior rigor no cumprimento da lei e na fiscalização do que é realizado, fez com que deputados e representantes do governo buscassem encaminhamentos para um panorama que, segundo os movimentos sociais, se alterou pouco ou nada mesmo<br />
após uma década de implementação.</p>
<p>Para a assessora de Diversidade Étnico-Racial da Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul,<br />
Marielda Medeiros, em entrevista para o Sul21, “o poder público tem responsabilidade na questão, que é importante no combate ao racismo e ao desconhecimento”. Para Marielda, o grande número de escolas, a fragilidade da formação de parte dos professores e o desafio cultural que é discutir o racismo podem atrasar a aplicação da lei – mas não o desconhecimento do tema. “Depois de dez anos (da aprovação da lei), ninguém pode dizer que não a conhece, e nem quais são os conteúdos necessários”, diz.<br />
Quanto à formação dos professores nas universidades, processo intimamente relacionado ao sucesso das medidas, a assessora afirma que “o governo do estado tem parceria com<br />
universidades públicas e privadas para que o professor receba a formação necessária. Ainda assim, o currículo de muitas universidades permanece frágil e professores saem com deficiência nos temas relacionados à cultura e história afro-brasileira”.</p>
<p>Presidenta da Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa, a deputada Ana Affonso (PT) tampouco nega a deficiência nos resultados até agora visíveis da Lei 10.639.<br />
Para a deputada, “é difícil para o educador romper com a formação que recebeu durante os anos de estudo, mas não é motivo para que não estejam aptos”. Ana Affonso acredita que a discussão permanente sobre o tema pode provocar transformações no que hoje se observa nas escolas: “o debate sobre o assunto pode vencer a dificuldade ou a má vontade de quem quer que seja”.</p>
<p>Para a deputada do Partido dos Trabalhadores, apesar da necessidade de buscar uma melhor aplicação do que diz a lei, não se pode deixar de lado o esforço já existente. “Precisamos de divulgação do que vem sendo feito nas escolas, porque há avanços também, até para mostrarmos ao movimento negro que o discurso de que nada está acontecendo não é correto”, defende.</p>
<p>A audiência pública da última terça-feira pode render encaminhamentos em breve sobre a questão, como a criação de um pólo de formação acadêmica de formação continuada, a fiscalização de conselhos estaduais e municipais sobre o que é feito nas escolas e o agendamento de uma reunião de movimentos sociais com o secretário de Educação do Rio Grande do Sul, José Clóvis de Azevedo.</p>
<p>Onir Araújo, advogado e membro do Movimento Negro Unificado (MNU), problematiza o não cumprimento da lei de outra forma: para ele, trata-se de uma reação previsível de quem busca manter a ordem dominante. “A não aplicação da lei sinaliza o quão farto é o conteúdo racista da sociedade, e demonstra uma inabilidade política enquanto sujeitos históricos”, opina. Para o<br />
advogado, a presença de conteúdos relacionados à história e à cultura afro-brasileira é uma demanda antiga do movimento negro.</p>
<p>A origem desses anseios no Brasil, inclusive, remontaria a oitenta anos atrás: “para o movimento negro, desde a Frente Negra, nos anos 1930, a questão da história do nosso povo ser contada no ensino é essencial para a integração do negro”. A aprovação de uma lei como a 10.639 seria, no entanto, o “desaguadouro institucional” do problema – que estaria muito longe de uma resolução definitiva mesmo com o cumprimento ideal, já que transcende a presença do tema no currículo escolar.</p>
<p>Para Onir Araújo, “a lei é importante e necessária, mas é limitada, precisa ser vista dentro de um contexto político e ideológico. Por exemplo, nunca foi organizado um orçamento que garantisse que ela fosse cumprida. Assim, os governos podem alegar que falta dinheiro, que não há<br />
verba”. Na mesma linha, ele acredita que verdadeiros avanços no combate ao racismo no Brasil não podem depender apenas da esfera institucional, e sim de efetiva mobilização popular.</p>
<p>O militante do MNU acredita que “quando se tenta abrir uma cunha nesta estrutura que é patriarcal, burguesa e racista”, ocorre a reação dos que buscam manter “um status de 513 anos de história”. O descumprimento da lei, que ocorre “em todos os estados do Brasil”, seria tecnicamente um caso típico de mandado de injunção – no caso, quando a Justiça ordena a aplicação de uma lei. Entretanto, tampouco haveria boa vontade do Judiciário. “Apenas com o<br />
bloco na rua isso não vai ser um diálogo de surdos”, resume Araújo.</p>
<p>O exemplo utilizado pelo advogado para demonstrar que a lei, ainda que bem executada, permanece sendo insuficiente, relaciona a não aplicação com um histórico de violência constante: “a prova de que a lei não basta é que 30 mil jovens negros são vítimas de homicídio por ano no Brasil, e esse é um massacre invisível para muita gente. Não é só uma lei que vai<br />
adiantar”. Está previsto ainda para o primeiro semestre de 2013, segundo a deputada Ana Affonso, um seminário que busca mapear a aplicação da lei 10.639 no Rio Grande do Sul.<br />
<strong>Fonte: Brasil de Fato</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Luciana Santos é a nova presidente da Frente de Cultura da Câmara</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 14:06:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A deputada Luciana Santos (PCdoB-PE), assumiu a presidência da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Cultura. “Queremos continuar estimulando o diálogo entre a sociedade, os artistas e os poderes legislativo, executivo e continuar contribuindo para a tramitação e aprovação de projetos prioritários para o fomento à arte e à cultura”, comentou Luciana. A militância na...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19252" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/frente-cultura.jpg"><img class="size-full wp-image-19252" title="frente cultura" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/frente-cultura.jpg" alt="" width="200" height="112" /></a><p class="wp-caption-text">Sob a presidência da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), foi decisiva para aprovação de projetos importantes como o Sistema Nacional de Cultura, o Vale-Cultura e a PEC da Música.</p></div>
<p>A deputada Luciana Santos (PCdoB-PE), assumiu a presidência da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Cultura. “Queremos continuar estimulando o diálogo entre a sociedade, os artistas e os poderes legislativo, executivo e continuar contribuindo para a tramitação e aprovação de projetos prioritários para o fomento à arte e à cultura”, comentou Luciana.</p>
<p>A militância na temática de cultura não é estranha à deputada Luciana Santos. Ela atuou como coordenadora da Frente para Pernambuco e, como líder da bancada do PCdoB, participou de articulações e debates sobre projetos estruturantes para a política nacional de cultura.</p>
<p>Luciana também tem em seu currículo o fato de ter sido a prefeita de Olinda (PE), cidade com forte intervenção de políticas públicas voltadas à cultura e com intensa atuação nos Pontos de Cultura.</p>
<p>A deputada disse que é preciso fazer valer o esforço da população brasileira em preservar sua identidade cultural que é bastante diversa. “Temos muitos desafios para que de fato a cultura seja consolidada como política pública de estado. Como ações da Frente destaco o debate sobre<br />
direitos autorais e sobre os pontos de cultura”, ressaltou a deputada, acrescentando que “não vai faltar dedicação e abertura para trabalhar de forma coletiva”.</p>
<p>A Frente Parlamentar Mista da Cultura foi reinstalada em 22 de Março e lançada em 6 de Abril de 2011. É uma dos mais importantes colegiados do Congresso Nacional e reúne mais de 300 congressistas, que pretendem debater temas estruturantes para a consolidação das políticas públicas culturais no país.</p>
<p><strong>Atuação decisiva</strong></p>
<p>Em 2012 sua atuação, sob a presidência da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), foi decisiva para aprovação de projetos importantes como o Sistema Nacional de Cultura, o Vale-Cultura e a PEC da Música.</p>
<p>Para Jandira Feghali, que entregou o cargo a Luciana e hoje ocupa a presidência da Comissão de Cultura da Câmara, o apoio da comissão de cultura e o trabalho conjunto com a frente estão garantidos. “A Frente de Cultura se consolidou na casa. Fico feliz que Luciana assuma a presidência e tenho certeza que será realizado um trabalho de qualidade, que dará continuidade aos esforços que já foram feitos para a promoção da cultura”.</p>
<p>Além da diretoria, a Frente conta com o apoio de um Conselho Consultivo composto por 19 representantes da sociedade civil, gestores públicos, movimentos sociais e instituições ligadas às mais diversas linguagens artísticas e culturais.</p>
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		<title>Ministério da Cultura distribuirá R$ 15 milhões para eventos na Copa</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 01:22:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O governo federal deve divulgar em maio edital de R$ 15 milhões para atividades artísticas culturais na Copa do Mundo de 2014. Segundo a secretária-executiva do Ministério da Cultura, Jeanine Pires, a ideia é fazer cerca de 300 eventos nas 12 cidades-sede da competição internacional. “O edital está em fase de finalização, ainda não foi...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/minccopa.png"><img class="alignleft size-full wp-image-19218" title="minccopa" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/minccopa.png" alt="" width="200" height="174" /></a>O governo federal deve divulgar em maio edital de R$ 15 milhões para atividades<br />
artísticas culturais na Copa do Mundo de 2014. Segundo a secretária-executiva do<br />
Ministério da Cultura, Jeanine Pires, a ideia é fazer cerca de 300 eventos nas<br />
12 cidades-sede da competição internacional.</li>
<li>“O edital está em fase de finalização, ainda não foi publicado, mas<br />
a ideia central é permitir que qualquer tipo de manifestação cultural<br />
possa se apresentar nas 12 cidades-sede e no seu entorno, que seja qualquer<br />
manifestação do Brasil”, afirmou à Agência Brasil. “As pessoas vão poder se<br />
inscrever em diferentes categorias e valores de participação”,<br />
acrescentou.</li>
<li></li>
<li>A expectativa é financiar atividades no cinema, no teatro, na literatura, na<br />
dança, na arte contemporânea e atividades que envolvam inovação e criatividade,<br />
por exemplo.</li>
<li></li>
<li>Em entrevista no Fórum Cultural Olímpico e Paralímpico, no Rio, a<br />
secretária explicou que o objetivo<br />
é organizar uma programação cultural em conjunto com os municípios e estados e<br />
ocupar não só os espaços culturais, mas também as áreas públicas, como ocorreu<br />
nas Olimpíadas de Londres. Para Jeanine, a experiência inglesa deve ser aplicada<br />
na Copa e nas Olimpíadas.</li>
<li></li>
<li>“Um ponto essencial que Londres conseguiu e que é preciso que o<br />
Brasil faça é: um único festival. Ou seja, ter a cidade, o estado, o comitê<br />
organizador e o governo federal, todos imbuídos de uma mesma programação que<br />
retrate essa realidade brasileira ”,<br />
declarou.</li>
<li></li>
<li>Durante o fórum cultural olímpico, a diretora da Olimpíada Cultural &amp;<br />
Festival Londres 2012, Ruth Mackenzie, lembrou que a competição é a grande<br />
chance de os países se apresentarem ao mundo, graças à exposição midiática. Ela<br />
lembrou que boa parte dos jornalistas internacionais que cobriram o evento não<br />
tinha ingresso para as competições e disputava as atividades culturais.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>“Tivemos mais de 40 mil jornalistas no Reino Unido, de todos os<br />
países do mundo, e eles não tinham bilhetes para assistir o esporte. Eles vieram<br />
para nós [para a área cultural]. Então, usem o programa para mostrar quem são<br />
vocês. Para mostrar ao mundo seus valores, para mostrar ao mundo um retrato da<br />
diversidade do  Brasil&#8221;, disse. “É apenas uma chance na vida<br />
e é formidável”, completou.</li>
</ul>
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		<title>Governador (PR) anuncia ampliação de projetos na área da Cultura</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 19:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O governador Beto Richa anunciou nesta segunda-feira (15/04) a ampliação de programas estaduais na área da Cultura. Entre as medidas estão a construção de mais dez bibliotecas cidadãs neste ano e o lançamento do primeiro edital do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (Profice) para apoiar eventos culturais, principalmente em municípios de até...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Richa.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19183" title="Richa" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Richa.jpg" alt="" width="200" height="133" /></a>O governador Beto Richa anunciou nesta segunda-feira (15/04) a ampliação de<br />
programas estaduais na área da Cultura. Entre as medidas estão a construção de<br />
mais dez bibliotecas cidadãs neste ano e o lançamento do primeiro edital do<br />
Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (Profice) para apoiar eventos<br />
culturais, principalmente em municípios de até 50 mil habitantes.</li>
<li>“O Governo do Estado busca uma sólida e estreita relação com todos os<br />
municípios, principalmente os menores, que mais precisam da presença do governo<br />
para garantir êxito nas suas ações”, afirmou Beto Richa. “A cultura, ao lado da<br />
educação, dá oportunidade de futuro melhor para as pessoas, a partir do acesso<br />
ao conhecimento”.</li>
<li></li>
<li>As medidas foram anunciadas na abertura do encontro com os novos gestores<br />
municipais de Cultura, realizado no Auditório Poty Lazzarotto, do Museu Oscar<br />
Niemeyer, em Curitiba. Cerca de 280 gestores de 216 municípios conheceram a<br />
estrutura da Secretaria de Estado da Cultura e obtiveram informações sobre<br />
programas e ações desenvolvidas em prol dos municípios.</li>
<li></li>
<li>BIBLIOTECAS – O projeto de construção das novas bibliotecas cidadãs<br />
receberá investimento de<br />
R$ 5 milhões. As unidades serão erguidas em Adrianópolis, Alto Paraíso,<br />
Brasilândia do Sul, Cândido de Abreu, Lunardelli, Mariluz, Rio Bonito do Iguaçu,<br />
Rio Branco do Sul, São Jorge do Patrocínio e Tibagi.</li>
<li></li>
<li>O critério de escolha destes municípios foi o menor Índice de Desenvolvimento<br />
Humano (IDH) nos 95 municípios que ainda não receberam o projeto. Foram<br />
construídas, desde 2011, 100 bibliotecas, totalizando 300 unidades em<br />
funcionamento.</li>
<li></li>
<li>Richa lembrou que o governo também desenvolve o programa de Recuperação de<br />
Espaços Culturais. Entre os primeiros projetos estão a reforma completa do<br />
Teatro Guaíra, do Museu da Imagem e do Som e da Biblioteca Pública do Paraná. O<br />
governador garantiu que a edição deste ano da Virada Cultural Paraná será<br />
expandida para outros municípios.</li>
<li></li>
<li>“O governo quer estreitar laços com os novos gestores municipais de cultura.<br />
A maioria deles iniciou as atividades no começo do ano, com a posse dos novos<br />
prefeitos, e é importante destacar o trabalho que<br />
podemos realizar em conjunto”, explica o secretário da Cultura Paulino<br />
Viapiana.</li>
<li></li>
<li>Para montar uma Biblioteca Cidadã, o Governo do Estado constrói a estrutura<br />
da sede em terreno oferecido pela prefeitura. Os equipamentos são adquiridos<br />
pelo Estado, também responsável pela qualificação de pessoal, feita por técnicos<br />
da Biblioteca Pública do Paraná. O custo aproximado de cada unidade é de R$ 500<br />
mil, para obra, equipamentos, mobiliários e acervo literário de aproximadamente<br />
duas mil obras.</li>
<li></li>
<li>O projeto Biblioteca Cidadã é da Secretaria de Estado da Cultura, em parceria<br />
com as secretarias estaduais de Assuntos Estratégicos e de Infraestrutura e<br />
Logística, pela Paraná Edificações, e tem como objetivo levar literatura e<br />
acesso à internet para mais próximo dos cidadãos.</li>
<li></li>
<li>PROFICE – O primeiro edital do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à<br />
Cultura (Profice) está previsto para ser lançado ainda neste semestre. Os<br />
recursos para os projetos se originam ou de renúncia fiscal, nos moldes de<br />
outras leis de incentivo à Cultura, ou de fundo administrado pela Secretaria. O<br />
Profice foi elaborado em 15 audiências públicas e via internet, aprovado pela<br />
Assembleia Legislativa e sancionado pelo governador Beto Richa.</li>
<li></li>
<li>No primeiro semestre de 2011, logo depois de assumir o Governo do Estado,<br />
Beto reativou a Conta Cultura, que facilita a parceria entre empreendedores e<br />
empresas interessadas em patrocinar projetos culturais. Nas três edições da ação<br />
foram destinados R$ 9 milhões, com recursos de empresas parceiras. A Conta<br />
Cultura e o Profice vão ajudar a promover a produção artística do Paraná.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>CAIXA ABRE SELEÇÃO PARA PATROCÍNIO CULTURAL</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 23:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Caixa Econômica Federal abre inscrições, nesta segunda-feira (15), para a seleção de projetos culturais a serem realizados em 2014. Os interessados poderão se inscrever em três dos programas culturais da CAIXA: Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural, Apoio ao Artesanato Brasileiro e Apoio a Festivais de Teatro e Dança. Todas as informações necessárias a...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/caixacultural.png"><img class="alignleft size-full wp-image-19175" title="caixacultural" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/caixacultural.png" alt="" width="200" height="133" /></a>A Caixa Econômica Federal abre inscrições, nesta segunda-feira (15), para a seleção de projetos culturais a serem realizados em 2014. Os interessados poderão se inscrever em três dos programas culturais da CAIXA: Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural, Apoio ao Artesanato Brasileiro e Apoio a Festivais de Teatro e Dança.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Todas as informações necessárias a participação nos programas estarão disponíveis nos regulamentos, publicados no sítio <a href="http://www.programasculturaiscaixa.com.br/" target="_blank"><span style="color: black;">http://www.programasculturaiscaixa.com.br</span></a>. As inscrições serão feitas exclusivamente por meio de formulário eletrônico, até o dia 27 de maio de 2013, às 18h (horário de Brasília), e somente as inscrições preenchidas corretamente serão acatadas. Não serão aceitos projetos enviados por quaisquer outros meios.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">As dúvidas relacionadas aos programas deverão ser encaminhadas para a CAIXA por meio da ferramenta Fale Conosco, disponível no sítio de inscrição: <a href="http://www.programasculturaiscaixa.com.br" target="_blank"><span style="color: black;">http://www.programasculturaiscaixa.com.br</span></a>.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"> </span></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Programas Culturais da CAIXA</span></span></strong><strong><span style="font-family: Arial; font-size: small;">:</span></strong></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A CAIXA mantém quatro programas de apoio à cultura: Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural, Apoio a Festivais de Teatro e Dança, Apoio ao Artesanato Brasileiro e Apoio ao Patrimônio Cultural Brasileiro. Este último é bianual e, no ano passado, contemplou 12 projetos com um investimento total de R$ 2.383.135,87.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O Programa de Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural vai selecionar projetos para compor a programação em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, no período compreendido entre os meses de março de 2014 e fevereiro de 2015. O valor máximo de patrocínio, por cidade solicitada, é de R$ 300 mil. Cada proponente pode apresenta até dez projetos, podendo cada um ser realizado em uma ou mais cidades com CAIXA Cultural.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Serão aceitos projetos de artes visuais (fotografia, escultura, pintura, gravura, desenho, instalação, videoinstalação, intervenção e novas tecnologias ou performances); teatro (contemporâneo, físico, circo-teatro, performance de palco, etc.), dança (contemporânea, clássica, dança-teatro, etc.); música e cinema. Poderão ser apresentados ainda, projetos para palestras, encontros, cursos, leituras dramatizadas, oficinas e lançamento de livros.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O Programa CAIXA de Apoio ao Artesanato Brasileiro vai selecionar projetos que visem ao desenvolvimento de comunidades artesãs e à valorização do artesanato tradicional brasileiro. O projeto pode contemplar uma ou mais unidades produtivas, ainda que em municípios ou localidades diferentes, e cada proponente pode apresentar um único projeto. O valor máximo concedido será de R$ 50 mil.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O Programa CAIXA de Apoio a Festivais de Teatro e Dança selecionará projetos de festivais em todo o território nacional, a serem realizados no período de janeiro a dezembro de 2014. O valor máximo concedido será de R$ 200 mil. Serão considerados somente os festivais que contemplem a partir de cinco companhias ou grupos de teatro/dança participantes, e que tenham, no mínimo, dez espetáculos distintos, além de palestras, oficinas e cursos.</span></p>
<p><strong><span style="font-family: Arial; font-size: small;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Projetos realizados em 2012</span></span></strong><strong><span style="font-family: Arial; font-size: small;">:</span></strong></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A CAIXA selecionou, no ano passado, 291 projetos para ocupação dos espaços da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, para realização, no período de março de 2013 a fevereiro de 2014, com um investimento de R$ 37,1 milhões.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Para festivais, foram destinados R$ 3,7 milhões, que contemplam a realização de 47 projetos – 19 de dança e 28 de teatro. Já o Programa de Artesanato selecionou 19 projetos, para realização ao longo de 2013, com investimento de R$ 570 mil.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O Programa CAIXA de Apoio ao Patrimônio Cultural Brasileiro selecionou 12 projetos para realização ao longo de 2013 e 2014. Com lançamento a cada dois anos, a próxima seleção será aberta em 2014.</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: x-small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Curitiba (PR)&lt;br&gt;(41)3544-5641</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: x-small;"><a href="https://mail.grupoinforme.com.br/owa/redir.aspx?C=df10314d54d847e3a2162e7827ab8112&amp;URL=https%3a%2f%2fmail.grupoinforme.com.br%2fowa%2fredir.aspx%3fC%3dae7ecdeff2e74f2da3ff02f825014793%26URL%3dhttps%253a%252f%252fmail.grupoinforme.com.br%252fowa%252fredir.aspx%253fC%253d5e51f03d028447069a640d9c19906a82%2526URL%253dhttps%25253a%25252f%25252fmail.grupoinforme.com.br%2525252" target="_blank"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">www.caixa.gov.br/imprensa</span></a></span><span style="color: black; font-family: Arial; font-size: small;"> | @imprensaCAIXA<br />
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<p><span style="font-family: Calibri; font-size: x-small;"> </span></p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Secretários apontam dificuldades para aderir ao Sistema Nacional de Cultura</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 12:19:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Secretários estaduais de cultura apontaram dificuldades para  aderir ao Sistema Nacional de Cultura, nos estados e municípios. Secretários do  Rio Grande do Sul, do Rio de Janeiro e do Distrito Federal participaram de  audiência pública da Comissão de Cultura para discutir o tema. O Sistema Nacional de Cultura é um modelo de gestão criado para...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li style="text-align: left;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Sistema-Nacional-de-Cultura.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19166" title="Sistema-Nacional-de-Cultura" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Sistema-Nacional-de-Cultura.jpg" alt="" width="200" height="133" /></a>Secretários estaduais de cultura apontaram dificuldades para  aderir ao Sistema Nacional de Cultura, nos estados e municípios. Secretários do  Rio Grande do Sul, do Rio de Janeiro e do Distrito Federal participaram de  audiência pública da Comissão de Cultura para discutir o tema.</li>
<li style="text-align: left;">O Sistema Nacional de Cultura é um modelo de gestão criado para estimular e<br />
integrar as políticas públicas culturais implantadas por governo federal,<br />
estados e municípios. O objetivo do sistema é descentralizar e organizar o<br />
desenvolvimento cultural do País, para que todos os projetos tenham<br />
continuidade, mesmo com a alternância de governos.</li>
<li style="text-align: left;"></li>
<li style="text-align: left;">Ao aderir ao sistema, estados e municípios se comprometem a implantar a<br />
estrutura exigida pelo Ministério da Cultura que inclui uma secretaria de<br />
cultura, um conselho de política cultural, uma conferência periódica de cultura,<br />
um plano de cultura e um sistema de financiamento, os fundos de cultura. Embora<br />
seja um processo que se iniciou em 2003, até o momento, apenas 801 municípios e<br />
17 estados aderiram ao sistema.</li>
<li style="text-align: left;"></li>
<li style="text-align: left;"><strong>Mais difícil nos municípios</strong></li>
<li style="text-align: left;"></li>
<li style="text-align: left;">O secretário de cultura do Rio Grande do Sul, Luiz Antonio Assis Brasil,<br />
informou que o projeto de lei estruturando o sistema estadual de cultura já foi<br />
encaminhado pelo governo à Assembleia Legislativa. Ele disse, no entanto, que<br />
para os municípios o processo é mais difícil, apesar dos esforços do governo do<br />
estado.</li>
<li style="text-align: left;"></li>
<li style="text-align: left;">“Nós estamos insistindo muito com os prefeitos que instituam seu plano, seu<br />
fundo, o seu conselho. Nós precisamos que esses três mecanismos, nos municípios,<br />
existam e funcionem. Alguns já têm isso completo, mas são poucos”, explicou<br />
Assis Brasil. “Normalmente, a gente vê mais resistência à instalação do conselho<br />
do que do fundo, porque o fundo implica em destinação de recursos.”</li>
<li style="text-align: left;"></li>
<li style="text-align: left;"><strong>Fundo de financiamento</strong></li>
<li style="text-align: left;"></li>
<li style="text-align: left;">Rio de Janeiro e Distrito Federal discutem suas legislações e devem ainda<br />
criar seus planos de cultura e reestruturar os conselhos de política cultural.<br />
Mas, para o coordenador do sistema estadual de cultura do Rio de Janeiro, Delmar<br />
Cavalcante, a grande dificuldade para estados e municípios é a criação dos<br />
fundos de financiamento cultural.</li>
<li style="text-align: left;"></li>
<li style="text-align: left;">“Há um desconhecimento dos gestores públicos da área de cultura, como também<br />
há uma insensibilidade e uma dificuldade política em relação aos secretários de<br />
fazenda dos municípios”, disse Delmar. “O que acontece no âmbito federal, também<br />
ocorre nos municípios: a vinculação de recursos, a criação de novos fundos, não<br />
é bem vista pelas procuradorias, pelos órgãos de controle interno da<br />
prefeitura.”</li>
<li style="text-align: left;"></li>
<li style="text-align: left;"><strong>“Falta vontade política”</strong></li>
<li style="text-align: left;"></li>
<li style="text-align: left;">A presidente da Comissão, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), afirmou que o<br />
problema é a prioridade que estados e municípios dão à cultura, uma vez que a<br />
criação da estrutura exigida pelo governo rquer a aprovação de legislação.</li>
<li style="text-align: left;"></li>
<li style="text-align: left;">“Isso tudo chama-se vontade política. Se a cultura não entra como uma pauta<br />
de prioridade no governo, seja ele em que nível for, isso é um processo lento”,<br />
avalia a parlamentar. “Tem lugares que nem órgão de cultura tem; então, é uma<br />
construção demorada mesmo em alguns lugares.”</li>
<li style="text-align: left;"></li>
<li style="text-align: left;">A Comissão de Cultura vai promover novas audiências públicas com secretários<br />
de cultura de outros estados, principalmente das regiões Norte e Nordeste, que<br />
ainda não foram ouvidas.</li>
</ul>
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