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	<title>Brasil Cultura &#187; História</title>
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		<title>Revolução cultural à brasileira</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 23:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19324" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/aaarevo.jpg"><img class="size-full wp-image-19324" title="aaarevo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/aaarevo.jpg" alt="" width="200" height="128" /></a><p class="wp-caption-text">Nelson Pereira dos Santos filmando &quot;Como era gostoso o meu francês&quot; (1971)</p></div>
<p>Na década de 1950, o Brasil se modernizava e partidos e movimentos de esquerda, bem como<br />
movimentos artísticos, acreditavam na possibilidade de uma revolução brasileira, nacional-democrática ou socialista. “Artistas e intelectuais tiveram um papel expressivo na construção da utopia de uma ‘brasilidade revolucionária’, que permitiria realizar as potencialidades de um povo e de uma nação”, diz Marcelo Ridenti, professor de sociologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Mas até hoje a compreensão dessa relação, entre política e cultura,<br />
é complexa e inclui nomes de peso do panteão cultural que foram comunistas, como: Jorge Amado, Nelson Pereira dos Santos, Caio Prado Jr., Nora Ney, Dias Gomes, Jorge Goulart e Di Cavalcanti, entre outros. “É um problema que não cabe numa equação simples que supõe a militância comunista de artistas e intelectuais como parte de um desejo de transformar seu saber em poder.<br />
Tampouco se pode supor que houvesse mera manipulação dos intelectuais pelos dirigentes do Partido Comunista Brasileiro [PCB]”, explica o professor, que analisou a questão no projeto Artistas e intelectuais comunistas na consolidação do campo intelectual e da indústria cultural no Brasil. (<a href="http://revistapesquisa.fapesp.br/2013/05/03/aristas-e-intelectuais-comunistas-na-industria-cultural-no-brasil/" target="_blank">Veja aqui</a> )</p>
<p>“Num momento como o atual, em que as pesquisas evitam a politização dos temas, é importante recuperar como cultura e política se aproximaram num períodoturbulento como aquele, entre os anos 1950 e 1970”, observa o pesquisador.<br />
Segundo Ridenti, vários campos artísticos e intelectuais consolidados a partir da década de 1950 só são pensáveis a partir das lutas em seu interior, em que os comunistas desempenharam um papel importante, por vezes levando os integrantes do PCB ou ex-militantes às posições de maior reconhecimento ou prestígio. Muitos mudaram de convicção política ao longo do tempo. A maioria fez uma autocrítica sobre a sua atuação naquele período, mesmo os que<br />
continuaram se identificando como de esquerda ou sendo comunistas. Houve também muita reclamação posterior de que o partido mantinha com eles uma relação “ornamental” ou “instrumental”, ou seja, apenas para angariar prestígio ou divulgar uma linha política, sem falar nas críticas sobre o despotismo da direção, pronta a vigiar o imaginário dos militantes. “Só em parte isso é verdade. Esses artistas só puderam conquistar posições a partir do histórico de<br />
militância organizada, que, assim, esteve longe de significar mera manipulação de seus artistas e intelectuais. Era uma relação de mão dupla”, observa o autor.</p>
<div id="attachment_19325" class="wp-caption aligncenter" style="width: 300px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/cenapagador.jpg"><img class="size-full wp-image-19325" title="cenapagador" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/cenapagador.jpg" alt="" width="290" height="258" /></a><p class="wp-caption-text">Cena de O pagador de promessas, de Dias Gomes, em 1960</p></div>
<p>“De fato, o partido tinha uma linha política estreita e dogmática, dava pouco espaço a seus intelectuais, quase não contribuía para pensar a especificidade da sociedade brasileira, era marcado pelo centralismo e por relações autoritárias. Mas havia contrapartidas que mantiveram os artistas e intelectuais no partido apesar de tudo isso”, fala Ridenti. Para ele, não se deve caricaturar a ação cultural do PCB nos anos 1950, um elemento expressivo constituinte da cultura brasileira. “A indústria cultural ainda não estava de todo estabelecida no país. Com a modernização, muitos artistas e intelectuais estavam em busca de um espaço que não fosse a Igreja ou o Estado, então as principais instituições organizadas nos tempos em que a universidade ainda estava em crescimento”, lembra. Na maioria vindos da classe média que se<br />
expandia com a modernização do país, esses intelectuais não cabiam em nenhum<br />
dos dois espaços. “O PCB foi uma chance de organização, um fórum de debate cultural e político, que permitia ter acesso a uma rede de revistas pelo Brasil e de contatos no exterior.”</p>
<p><strong></p>
<p>Legitimidade</strong></p>
<p>A organização no partido dava legitimidade a certos grupos e indivíduos que buscavam marcar posição (ou evitar perder prestígio) em suas atividades. “O grande exemplo foi Jorge Amado, que teve seu talento potencializado pela ligação com o PCB, cuja rede de contatos internacionais facilitou a publicação de seus romances em vários países. Por sua vez, ele emprestava o seu prestígio de escritor ao partido e acabou sendo eleito deputado pelo PCB na Constituinte<br />
de 1946”, conta Ridenti. No exílio na França, a partir de 1948, aderiu ao movimento internacional pela paz e ganhou notoriedade mundial. “Sem desmerecer o talento de Amado, isso não teria acontecido se ele não fosse ligado ao partido. Foi por meio dessa relação que ele teve acesso a uma rede de contatos em diversos países da Europa e viu seus romances traduzidos em vários idiomas em razão disso. O mesmo aconteceu com Nelson Pereira dos Santos, que foi para a França e outros países com apoio do PCB e pôde conhecer vários cineastas”, diz<br />
o pesquisador.</p>
<div id="attachment_19326" class="wp-caption aligncenter" style="width: 300px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/acantora.jpg"><img class="size-full wp-image-19326" title="acantora" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/acantora.jpg" alt="" width="290" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Nora Ney no aeroporto do Galeão em 1969</p></div>
<p>Amado se transformou em divulgador do realismo socialista no Brasil e mesmo quando se afastou do PCB nunca rompeu oficialmente com os comunistas. “Ele saiu à francesa. Só ganhou autonomia como autor depois de <em>Gabriela, cravo e canela </em>(1958)”, fala Ridenti. As recompensas, porém, colocavam dilemas para os artistas, que testemunhavam as perseguições aos militantes dissidentes em escala internacional. “Eles também se inseriam nas redes comunistas como reprodutores do pensamento e da política produzida no centro, não como<br />
formuladores originais”, nota o autor. “Realmente, entre os anos 1940 e 1950, durante o realismo socialista, houve um grande controle do partido sobre os artistas e intelectuais brasileiros ligados ao PCB. Mas, no geral, essa relação foi flexível, porque o partido não se interessava muito pela cultura, o que explica por que, nos anos 1970, os artistas tentaram construir uma política cultural para o PCB, que não tinha uma”, lembra o historiador Marcos<br />
Napolitano, da Universidade de São Paulo (USP), autor do estudo <em>Políticas culturais e resistência democrática no Brasil nos anos 1970</em>.</p>
<p>“Houve um entusiasmado movimento em que os intelectuais e o partido convergiram para pensar um projeto revolucionário de nação. O partido e os intelectuais de esquerda foram as grandes referências, por exemplo, para os cineastas dispostos a fazer uma arte política e, em tese, politizadora. Infelizmente, o partido poderia ter usado mais e melhor os diagnósticos feitos pelos artistas”, observa a socióloga Célia Tolentino, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Marília, que estuda o tema em <em>O pensamento social na literatura e no cinema</em>,<br />
com apoio da FAPESP. “Os artistas não eram inocentes úteis para o PCB, também ganhavam com essa relação”, nota Ridenti.</p>
<p><strong></p>
<p>Autonomia</strong></p>
<p>A maior ou menor autonomia do partido dependia da carreira paralela à política. Figuras como Dias Gomes ou Oscar Niemeyer, para citar dois exemplos, lembra o pesquisador, não sofreram nenhuma ingerência do PCB em sua vida e obra. Essa influência atingia mais (embora de forma desorganizada) os menos conhecidos.<br />
“Assim, se há casos em que o partido foi autoritário com os artistas, fica a pergunta: por que muitos deles seguiram na militância ainda assim? Havia o sentimento de pertencer a uma comunidade que se imaginava na vanguarda mundial e podia dar apoio e organização a artistas e intelectuais em luta por prestígio e poder, distinção e consagração em seus campos de atuação, para si e para o partido”, diz o autor. Com esse movimento, os artistas comunistas prepararam o<br />
terreno para a renovação futura. “O Cinema Novo, dos anos 1960, não seria possível sem a história anterior de disputas no campo do cinema fomentada pelos cineastas comunistas”, nota Ridenti.</p>
<p>“O mesmo vale para o desenvolvimento das novelas e da TV brasileira como um todo. Após o golpe de 64, a hegemonia do PCB entre intelectuais e artistas foi cortada e a partir de 1968 eles acabam abrigados na Rede Globo, apesar de a emissora ser partidária da ditadura. Figuras como Dias Gomes, Ferreira Gullar, Gianfrancesco Guarnieri, entre outros, além de encontrarem proteção, viram a TV como uma continuidade programática, acreditavam que era uma forma de falar com<br />
o povo. Por isso chegaram a ser rotulados de ‘vendidos’, quando estavam continuando a sua política cultural”, diz o historiador Francisco Alambert, da USP, autor, entre outros, do artigo <em>Mario Pedrosa: art and revolution</em>.<br />
“Aos poucos, com o desenvolvimento da sociedade civil e da indústria cultural, as classes populares vão assumindo sua voz, não precisando mais de intelectuais falando em nome delas. A produção cultural vai se ligar ao mercado e ao espaço universitário, esvaziando os partidos e a ideia de revolução, rompendo a aproximação entre cultura e política”, diz Ridenti.</p>
<p>“Não se pode, porém, esquecer o que houve no passado. É preciso compreender os dilemas e contradições das figuras humanas daquele tempo que não raro aparecem mitificadas nos escritos sobre elas”, finaliza o pesquisador.</p>
<p><strong>Por Carlos Haag</strong></p>
<p>Fonte: Revista Pesquisa Fapesp</p>
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		<title>Escola Terra Firme recebe visita de indígenas de tribo pernambucana</title>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2013 17:59:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<div id="attachment_19280" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/fulnio1.jpg"><img class="size-full wp-image-19280" title="fulnio" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/fulnio1.jpg" alt="" width="200" height="133" /></a><p class="wp-caption-text">Índios da tribo Fulni-ô que estarão na Escola Terra Firme em Curitiba.</p></div>
<p>Na próxima segunda-feira (06) índios da tribo Fulni-ô estarão na Escola Terra Firme, em Curitiba, para demonstrações de suas danças e artesanato a todos os alunos e alunas. Além disso, conversarão sobre sua forma de vida e suas tradições. O objetivo do evento é segundo a<br />
Coordenadora de Educação Infantil Ana Carollina Brofman, promover um mergulho na cultura indígena. “Será um momento extremamente rico, no qual poderemos compartilhar um pouquinho da nossa história viva aqui na escola”, diz.<br />
<strong>Preservando as tradições –</strong> A tribo Fulni-ô vive no município de Águas Belas, Pernambuco, e se caracteriza pelo estreito vínculo que preserva com suas raízes. É a única tribo do Nordeste brasileiro que preserva sua língua ancestral, chamada de Yathê, embora seus membros também falem o português.<br />
Outra peculiaridade é a realização anual de um ritual chamado de Ouricuri, em setembro. Trata-se de uma atividade da qual somente os membros da tribo podem participar e que é completamente secreta. Ninguém, além dos índios, sabe o que acontece nesse ritual.</p>
<p>As atividades de subsistência dos Fulni-ô estão relacionadas à agricultura, pecuária, caça e pesca. Os índios também comercializam artesanato em feiras livres. Suas danças são costumeiramente inspiradas em movimentos de animais, mas há uma que é originária de contato com a etnia afro-brasileira. Utilizam instrumentos musicais, como a flauta e o<br />
maracá e possuem bandas musicais que tocam, além dos citados, também instrumentos oriundos da cultura branca, como o violão e o clarinete.</p>
<p><strong>Dinamismo no aprendizado –</strong> A Escola Terra Firme se caracteriza por uma proposta pedagógica na qual o conhecimento é abordado de forma dinâmica e interdisciplinar. O aprendizado se dá preferencialmente por meio de projetos, pesquisas, jogos e outras ações que partem de questões postas pela realidade para se transformar em atitudes reflexivas, com a valorização do processo de aprendizagem baseado no levantamento de hipóteses, a coleta de dados e a discussão dos diversos pontos de vista, buscando a síntese através de construções práticas e teóricas.</p>
<p>Estudar, na Terra Firme é descobrir, comprovar, discutir e questionar. Para a equipe pedagógica da Escola, o conhecimento é uma ferramenta à disposição dos alunos para que possam ter uma relação verdadeira com o mundo.<br />
<strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUÊ: </strong>visita da tribo Fulni-ô à Escola Terra Firme.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUANDO: </strong>dia 06 de maio de 2013</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ONDE: </strong>Rua Deputado Carneiro de Campos, 507, Hugo Lange, Curitiba/PR. Telefone: 41-3018 9690 begin_of_the_skype_highlighting</p>
<p>GRÁTIS 41-3018 9690 end_of_the_skype_highlighting</p>
<p><strong>POR QUÊ: </strong>demonstração de danças e artesanato, além de<br />
conversa sobre sua vida e tradições com os alunos da escola.</p>
<p><strong>Programação:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>16h: apresentação de danças;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>16h45: conversa com alunos;</p>
<p>17h30: exposição e venda de artesanato indígena.</p>
<p><strong>Karina Ernsen</strong></p>
<p>41 9905 3060</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dez anos: Lei que obriga ensino afro-brasileiro não é aplicada</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 15:17:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/dezanos-lei.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19256" title="dezanos lei" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/dezanos-lei.jpg" alt="" width="200" height="144" /></a>Aprovada pelo Congresso e sancionada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda em 2003, a Lei 10.639 – que prevê a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” no currículo das escolas do país – é aplicada apenas de forma mínima, mesmo dez anos depois. A situação da lei voltou a ser discutida nesta semana no Rio Grande do Sul, com a audiência pública solicitada pelo movimento negro que provocou declarações no governo do<br />
estado e entre deputados estaduais.</p>
<p>A audiência ocorreu na última terça-feira (23), na Assembleia Legislativa, em Porto Alegre. A reivindicação principal, de cobrar maior rigor no cumprimento da lei e na fiscalização do que é realizado, fez com que deputados e representantes do governo buscassem encaminhamentos para um panorama que, segundo os movimentos sociais, se alterou pouco ou nada mesmo<br />
após uma década de implementação.</p>
<p>Para a assessora de Diversidade Étnico-Racial da Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul,<br />
Marielda Medeiros, em entrevista para o Sul21, “o poder público tem responsabilidade na questão, que é importante no combate ao racismo e ao desconhecimento”. Para Marielda, o grande número de escolas, a fragilidade da formação de parte dos professores e o desafio cultural que é discutir o racismo podem atrasar a aplicação da lei – mas não o desconhecimento do tema. “Depois de dez anos (da aprovação da lei), ninguém pode dizer que não a conhece, e nem quais são os conteúdos necessários”, diz.<br />
Quanto à formação dos professores nas universidades, processo intimamente relacionado ao sucesso das medidas, a assessora afirma que “o governo do estado tem parceria com<br />
universidades públicas e privadas para que o professor receba a formação necessária. Ainda assim, o currículo de muitas universidades permanece frágil e professores saem com deficiência nos temas relacionados à cultura e história afro-brasileira”.</p>
<p>Presidenta da Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa, a deputada Ana Affonso (PT) tampouco nega a deficiência nos resultados até agora visíveis da Lei 10.639.<br />
Para a deputada, “é difícil para o educador romper com a formação que recebeu durante os anos de estudo, mas não é motivo para que não estejam aptos”. Ana Affonso acredita que a discussão permanente sobre o tema pode provocar transformações no que hoje se observa nas escolas: “o debate sobre o assunto pode vencer a dificuldade ou a má vontade de quem quer que seja”.</p>
<p>Para a deputada do Partido dos Trabalhadores, apesar da necessidade de buscar uma melhor aplicação do que diz a lei, não se pode deixar de lado o esforço já existente. “Precisamos de divulgação do que vem sendo feito nas escolas, porque há avanços também, até para mostrarmos ao movimento negro que o discurso de que nada está acontecendo não é correto”, defende.</p>
<p>A audiência pública da última terça-feira pode render encaminhamentos em breve sobre a questão, como a criação de um pólo de formação acadêmica de formação continuada, a fiscalização de conselhos estaduais e municipais sobre o que é feito nas escolas e o agendamento de uma reunião de movimentos sociais com o secretário de Educação do Rio Grande do Sul, José Clóvis de Azevedo.</p>
<p>Onir Araújo, advogado e membro do Movimento Negro Unificado (MNU), problematiza o não cumprimento da lei de outra forma: para ele, trata-se de uma reação previsível de quem busca manter a ordem dominante. “A não aplicação da lei sinaliza o quão farto é o conteúdo racista da sociedade, e demonstra uma inabilidade política enquanto sujeitos históricos”, opina. Para o<br />
advogado, a presença de conteúdos relacionados à história e à cultura afro-brasileira é uma demanda antiga do movimento negro.</p>
<p>A origem desses anseios no Brasil, inclusive, remontaria a oitenta anos atrás: “para o movimento negro, desde a Frente Negra, nos anos 1930, a questão da história do nosso povo ser contada no ensino é essencial para a integração do negro”. A aprovação de uma lei como a 10.639 seria, no entanto, o “desaguadouro institucional” do problema – que estaria muito longe de uma resolução definitiva mesmo com o cumprimento ideal, já que transcende a presença do tema no currículo escolar.</p>
<p>Para Onir Araújo, “a lei é importante e necessária, mas é limitada, precisa ser vista dentro de um contexto político e ideológico. Por exemplo, nunca foi organizado um orçamento que garantisse que ela fosse cumprida. Assim, os governos podem alegar que falta dinheiro, que não há<br />
verba”. Na mesma linha, ele acredita que verdadeiros avanços no combate ao racismo no Brasil não podem depender apenas da esfera institucional, e sim de efetiva mobilização popular.</p>
<p>O militante do MNU acredita que “quando se tenta abrir uma cunha nesta estrutura que é patriarcal, burguesa e racista”, ocorre a reação dos que buscam manter “um status de 513 anos de história”. O descumprimento da lei, que ocorre “em todos os estados do Brasil”, seria tecnicamente um caso típico de mandado de injunção – no caso, quando a Justiça ordena a aplicação de uma lei. Entretanto, tampouco haveria boa vontade do Judiciário. “Apenas com o<br />
bloco na rua isso não vai ser um diálogo de surdos”, resume Araújo.</p>
<p>O exemplo utilizado pelo advogado para demonstrar que a lei, ainda que bem executada, permanece sendo insuficiente, relaciona a não aplicação com um histórico de violência constante: “a prova de que a lei não basta é que 30 mil jovens negros são vítimas de homicídio por ano no Brasil, e esse é um massacre invisível para muita gente. Não é só uma lei que vai<br />
adiantar”. Está previsto ainda para o primeiro semestre de 2013, segundo a deputada Ana Affonso, um seminário que busca mapear a aplicação da lei 10.639 no Rio Grande do Sul.<br />
<strong>Fonte: Brasil de Fato</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brasília vai ter museu da cultura negra, diz ministra da Cultura</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 13:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Ministério da Cultura vai se empenhar para a instalação de um museu,  na capital federal, destinado a registrar a história e o legado deixado pelos  negros na formação da população brasileira . &#8220;A capital da República tem o dever de registrar a influência da cultura negra  em um país que tem 53% de sua...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt">
<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/museudonegrobrasilia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19249" title="museudonegrobrasilia" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/museudonegrobrasilia.jpg" alt="" width="200" height="149" /></a>O Ministério da Cultura vai se empenhar para a instalação de um museu,  na capital federal, destinado a registrar a história e o legado deixado pelos  negros na formação da população brasileira .<br />
&#8220;A capital da República tem o dever de registrar a influência da cultura negra  em um país que tem 53% de sua população composta de afrodescendentes&#8221;, disse  nesta quarta (17) a ministra da Cultura, Marta Suplicy. Ela ressaltou que vai  &#8220;trabalhar pessoalmente&#8221; para que o projeto seja efetivado.<br />
De acordo com a ministra, já existe um terreno para a construção do museu.<br />
Ele foi doado pelo então governador do Distrito Federal, Cristovão Buarque, mas<br />
&#8220;ficou esquecido durante muitos anos, tendo o governador Agnelo Queiroz firmado<br />
a redestinação&#8221;. O terreno, segundo ela, está localizado em uma área nobre de<br />
Brasília, no Lago Sul.<br />
Marta lembrou que foi durante a sua gestão na prefeitura de São Paulo<br />
que foi instalado na cidade um museu com o mesmo objetivo. Ele fica em uma área<br />
nobre da capital paulista, o bairro do Ibirapuera. &#8220;Foi escolhido o prédio mais<br />
bonito<br />
do lugar, a sede antiga da prefeitura&#8221;, disse.<br />
Segundo a ministra, grande parte do acervo do Museu Afro de São Paulo foi<br />
doada pelo colegionador Emanuel Araújo que fez um pedido especial à então<br />
prefeita Marta Suplicy: &#8220;Prefeita, não vá instalar o museu em um porão&#8221;. Segundo<br />
ela, a resposta foi construir o museu em um lugar bonito. “É o que vai ocorrer<br />
também em Brasília&#8221;, ressaltou a ministra da Cultura.<br />
A ministra lembrou que dos 10 milhões de negros que foram retirados da<br />
África para trabalhar como escravos, 5 milhões vieram para o Brasil ,<br />
e só entre 1700 e 1800 desembarcaram por aqui 2,5 milhões de negros. De acordo<br />
com Marta Suplicy, a ideia de montar o Museu Afro de Brasilia começou com a<br />
visita que fez à à Fundação Palmares, onde existe uma maquete do<br />
prédio.<br />
&#8220;Toda a história tem que ser mostrada no museu da capital federal. Não<br />
deve ser somente o museu da dor, mas que conte a história da vinda dos negros,<br />
do que ocorreu nas lavouras, o processo da abolição, o resgate da autoestima<br />
desse povo que construiu o Brasil, pois a identidade brasileira é negra ,<br />
na gastronomia, na música, nas danças e também na religião&#8221;, disse.<br />
Para a ministra da Cultura, o mais difícil para a instalação não é colocar<br />
peças à mostra, mas prover o museu de recursos tecnológicos para recuperar a<br />
história dos negros no Brasil. Segundo ela, nos Estados Unidos a população negra<br />
é composta por 13% dos americanos. No entanto, o país está construindo &#8220;um museu<br />
gigantesco, em frente ao Pentágono, em Washington, com investimento de US$ 500<br />
milhões&#8221;, destinado a registrar a história dos negros nos EUA.<br />
Marta Suplicy esteve hoje na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do<br />
Senado Federal, onde fez uma exposição das atividades desenvolvidas pelo<br />
Ministério da Cultura.</p>
</div>
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		<title>Alfredo da Rocha Vianna Filho – São Pixinguinha.</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 19:08:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[MPB]]></category>
		<category><![CDATA[Música Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música Popular Brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[Pixinguinha (1897-1973) foi músico arranjador, instrumentista e compositor brasileiro. Autor do choro “Carinhoso” e &#8220;Rosa&#8221;. Também popularizou os instrumentos africanos como o tamborim, a cuíca e o tamborim. É, ao lado de Noel Rosa e Cartola, um dos maiores representantes da música brasileira. Alfredo da Rocha Vianna Filho nasceu no Rio de Janeiro. Era neto...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/pixinguinha.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19227" title="pixinguinha" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/pixinguinha.jpg" alt="" width="200" height="150" /></a>Pixinguinha (1897-1973) foi músico arranjador, instrumentista e compositor brasileiro. Autor do choro “Carinhoso” e &#8220;Rosa&#8221;. Também popularizou os instrumentos africanos como o tamborim, a cuíca e o tamborim. É, ao lado de Noel Rosa e Cartola, um dos maiores representantes da música brasileira.</p>
<p>Alfredo da Rocha Vianna Filho nasceu no Rio de Janeiro. Era neto de africanos e cresceu no<br />
bairro de Cidade Nova, bairro onde se encontrava boa parte da população negra da cidade.</p>
<p>O nome Pixinguinha resulta da junção de dois apelidos: Pizim Dim, que significa “menino bom” no dialeto africano, e Bexiguinha, apelido que obteve depois que contraiu a varíola.</p>
<p>Pixinguinha compôs o primeiro choro com apenas 13 anos, “Lata de Leite”. Tocou flauta<br />
profissionalmente e fez várias orquestrações para o cinema, teatro e circo.</p>
<p>Em 1917, gravou canção de sua autoria, a “Valsa Rosa”, e em 1918, o choro “Sofres Porque<br />
Queres”. Criou o conjunto “Os Oitos Batutas”, que viajou pela Europa em excursão.</p>
<p>A canção “Carinhoso” recebeu o prêmio “Letra de João de Barro” e se transformou em sucesso em 1937, embora o choro tenha sido composto em 1928.</p>
<p>Em 1962, escreveu a música para o filme “Sol sobre a Lama”, com letra do poeta Vinícuis de Moraes.</p>
<p>Morreu de infarto no Rio e Janeiro.<br />
<strong>Informações biográficas de Pixinguinha:</strong></p>
<p>Data do Nascimento: 23/04/1897</p>
<p>Data da Morte: 17/02/1973</p>
<p>Nasceu há 116 anos</p>
<p>Morreu aos 75 anos</p>
<p>Morreu há 40 anos</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19226&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Monarquistas deixam a política e investem no debate cultural</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/historia/monarquistas-deixam-a-politica-e-investem-no-debate-cultural/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 20:58:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Como explicar a história de um sistema político que funcionou no Brasil há de mais 123 anos atrás? E pior: defendê-lo e lutar por sua restauração? Esta é a missão dos monarquistas, que encararam durante o plebiscito de 1993 histórias controversas sobre um tempo em que a família imperial do Brasil comandava a gestão pública...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>
<div id="attachment_19222" class="wp-caption alignleft" style="width: 256px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/dommonarquia01.jpg"><img class="size-full wp-image-19222" title="dommonarquia01" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/dommonarquia01.jpg" alt="" width="246" height="166" /></a><p class="wp-caption-text">D. João Henrique poderia ter sido o rei do Brasil, mas se diz um republicano. Foto: Ibem/ Divulgação</p></div>
<p>Como explicar a história de um sistema político que<br />
funcionou no Brasil há de mais 123 anos atrás? E pior: defendê-lo e lutar por<br />
sua restauração? Esta é a missão dos monarquistas, que encararam durante o<br />
plebiscito de 1993 histórias controversas sobre um tempo em que a família imperial<br />
do Brasil comandava a gestão pública no país. No período, novelas sobre<br />
escravidão foram reprisadas na televisão com a temática da escravidão e<br />
suscitou debates como a volta deste tipo de trabalho ao país. “O tempo foi<br />
muito curto e as informações que a população tinha sobre o Império era<br />
basicamente o livro didático”, reclamou o ex-deputado Cunha Bueno (PP).</li>
<li>Depois de 20 anos, os monarquistas apostam na revisão da<br />
história política no século 19. Valorizam encontros, pesquisas e atividades<br />
culturais. A política, propriamente dita, ficou para um segundo plano, ou<br />
melhor, para um segundo momento. Hoje, uma das entidades que representam o<br />
grupo é o Instituto Brasileiro de Estudos Monárquicos do Rio Grande do Sul<br />
(Ibem). Parte dos que apoiam o sistema se aglutinam virtualmente, como em<br />
grupos e comunidades virtuais. No Facebook, por exemplo, o grupo Monarquia<br />
Parlamentar Legítima tem mais de dois mil participantes.</li>
<li>Há 20 anos brasileiros decidiram pelo presidencialismo</li>
<li>“O Brasil,<br />
infelizmente, chegou a tal ponto de decomposição moral e política que,<br />
particularmente, acredito que nem mesmo a monarquia poderia resolver  muitas mazelas de nosso combalido país. O<br />
nosso dever é o de defender a memória imperial e preservá-la entre o nosso<br />
povo”, diz a jornalista e professora do Serviço Nacional de Aprendizagem do<br />
Mato Grosso (SENAC) Astrid Bodstein.</li>
<li>
<div id="attachment_19223" class="wp-caption alignright" style="width: 315px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/dommonarquia02.jpg"><img class="size-full wp-image-19223" title="dommonarquia02" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/dommonarquia02.jpg" alt="" width="305" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">D. Pedro Carlos de Orléans e Bragança, chefe da Família Imperial do Brasil. Foto: Astrid Bodstein/Divulgação</p></div>
<p>Entre descendentes do imperador d. Pedro II existe, porém,<br />
uma referência política e cultural. Depois do Golpe da República em 15 de<br />
novembro de 1889, o herdeiro de um hipotético trono passou a ser tratado como<br />
Chefe da Família Imperial. O atual é d. Pedro Carlos de Orléans e Bragança,<br />
bisneto da princesa Isabel. É ecologista, primo de primeiro grau do rei<br />
espanhol Juan Carlos I e tem um perfil discreto, que e vive em Petrópolis. O<br />
seu primo, o príncipe d. João Henrique de Orléans e Bragança assumiu o papel de<br />
“porta-voz” da família.</li>
<li>Na época do plebiscito, d. João Henrique era um dos<br />
favoritos ao título de imperador. “Caso a população escolhesse a monarquia, d.<br />
João ou d. Alberto eram os favoritos. O imperador teria sido escolhido pelo<br />
Congresso Nacional entre os descendentes do imperador d. Pedro II e da princesa<br />
Isabel”, revela Cunha Bueno.</li>
<li>Atualmente, d. João Henrique vive entre as cidades de Paraty<br />
e Rio de Janeiro. O príncipe, que se define como um republicano, não gosta de<br />
falar em projeto político. Prefere dizer que luta pelo seu país independente de<br />
qualquer sistema de governo. “Minha luta é pelo meu país. Sempre fui favorável,<br />
primeiramente, ao parlamentarismo. É um sistema que traz estabilidade para as<br />
nações. As instituições são mais importantes do que os homens. Os homens<br />
passam, as instituições ficam”, analisa.</li>
<li></li>
<li>Mesmo com um certo distanciamento da vida partidária – no<br />
Brasil, os príncipes não se candidatam a cargos políticos – d. João mira seu<br />
alvo nos escândalos políticos. Se mostra inconformado com certos movimentos. “O<br />
problema no Brasil é que a gente ainda não fundou uma república. Como explicar<br />
um ex-presidente que anda de mãos dadas com um ladrão procurado em 190 países<br />
do mundo?”, pergunta o príncipe d. João ao falar da parceria política entre<br />
Lula (PT) e Paulo Maluf (PP) em São Paulo.</li>
</ul>
<p><a href="http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/politica/2013/04/21/interna_politica,435122/monarquistas-deixam-a-politica-e-investem-no-debate-cultural.shtml">Fonte</a></p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19221&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Câmara aprova publicação de biografias não autorizadas</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/camara-aprova-publicacao-de-biografias-nao-autorizadas/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 12:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Projeto de Lei aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta terça-feira (02), permite a publicação e divulgação de filmes e livros biográficos sem a necessidade de aprovação da pessoa biografada ou de sua família. &#160; O PL 393/11 de autoria do deputado Newton Lima (PT-SP) permite a divulgação  de imagens e informações biográficas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/roberto_carlos.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19145" title="roberto_carlos" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/roberto_carlos.jpg" alt="" width="150" height="200" /></a>Projeto de Lei aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta terça-feira (02), permite a publicação e divulgação de filmes e livros biográficos sem a necessidade de aprovação da pessoa biografada ou de sua família.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>O PL 393/11 de autoria do deputado Newton Lima (PT-SP) permite a divulgação  de imagens e informações biográficas sobre personagens públicos, “pessoa cuja<br />
trajetória pessoal, artística ou profissional tenha dimensão pública ou esteja<br />
inserida em acontecimentos de interesse da coletividade”.</li>
<li></li>
<li>O projeto que teve voto favorável do relator Alessandro Molon (PT-RJ)  altera<br />
o Código Civil (Lei 10.406/02), que hoje só permite esse tipo de divulgação em<br />
quatro casos: autorização direta da pessoa exposta; necessidade da administração<br />
da Justiça; manutenção da ordem pública; ou consentimento de parente, se a<br />
pessoa exposta já tiver morrido.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>O texto, que já havia sido aprovado pela então Comissão de Educação e<br />
Cultura, seguirá agora para o Senado, exceto se houver recurso para que seja<br />
apreciado pelo Plenário da Câmara.</li>
<li></li>
<li><strong>Roberto Carlos</strong></li>
<li></li>
<li>Um caso que se tornou conhecido de biografia não autorizada que terminou<br />
proibida foi o livro <em>Roberto Carlos em Detalhes</em>, escrito por Paulo<br />
Cesar Araújo e lançado em 2006 pela editora Planeta. Em janeiro de 2007, o<br />
cantor moveu uma ação judicial alegando invasão de privacidade. Em maio de 2007,<br />
decisão da Justiça determinou o recolhimento do livro. Cerca de 11 mil<br />
exemplares estavam à venda e a primeira edição de 30 mil livros já havia<br />
esgotado.</li>
<li></li>
<li>Em abril de 2007, a editora e o jornalista cederam às exigências de Roberto<br />
Carlos e se comprometeram a não publicar mais a biografia e o cantor abriu mão<br />
de pedir indenização. O autor do livro entrou com recurso, mas o Tribunal de<br />
Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) manteve proibida a publicação e a venda da<br />
biografia em decisão de março de 2009.</li>
<li></li>
<li>*Com informações da <a href="http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/438995-CAMARA-APROVA-PUBLICACAO-DE-BIOGRAFIAS-NAO-AUTORIZADAS.html" target="_blank">Agência Câmara</a></li>
</ul>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19144&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Documentário traz bastidores da trama que levou ao golpe de 1964</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/sociologia/documentario-traz-bastidores-da-trama-que-levou-ao-golpe-de-1964/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Mar 2013 18:12:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[socialismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Cerca de um ano antes que se completem os 50 anos do golpe de 1964, o documentário &#8220;O Dia que Durou 21 Anos&#8221;, de Camilo Tavares, traz à luz diversos documentos inéditos, sobre os quais por vários anos pesaram cláusulas de sigilo, que comprovam o decisivo envolvimento dos EUA na derrubada do presidente João Goulart...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>
<div id="attachment_19116" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/golpe02.jpg"><img class="size-full wp-image-19116" title="golpe02" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/golpe02.jpg" alt="" width="200" height="104" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do documentário &quot;O Dia Que Durou 21 Anos&quot;, de Camilo e Flávio Tavares. O longa analisa a influência dos Estados Unidos no golpe militar brasileiro, que deixou o país sob ditadura durante mais de duas décadas.</p></div>
<p>Cerca de um ano antes que se completem os 50 anos do golpe<br />
de 1964, o documentário &#8220;O Dia que Durou 21 Anos&#8221;, de Camilo Tavares,<br />
traz à luz diversos documentos inéditos, sobre os quais por vários anos pesaram<br />
cláusulas de sigilo, que comprovam o decisivo envolvimento dos EUA na derrubada<br />
do presidente João Goulart e na instalação da ditadura militar no Brasil. O<br />
filme estreia em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Curitiba,<br />
Florianópolis e Salvador.</li>
<li> O então embaixador norte-americano no Brasil Lincoln Gordon<br />
&#8211; que sempre negou esta participação dos EUA &#8212; é mostrado como um dos<br />
principais articuladores do golpe, por exemplo, em áudios da Casa Branca, em<br />
que é ouvido em conversas com o presidente John Kennedy e o subsecretário para<br />
Assuntos Interamericanos, Richard Goodwin. Uma destas conversas é de 30 de<br />
julho de 1962, evidenciando a longa gestação da desestabilização do governo<br />
Goulart.</li>
<li> Além de áudios como este, em poder de arquivos como o<br />
National Security Archives, também se revela o conteúdo de documentos secretos<br />
da CIA, que permitem reconstituir a variedade de ações mediante as quais se<br />
realizou esta desestabilização. Caso, por exemplo, da criação de supostos<br />
institutos de pesquisa, como o IBAD (Instituto Brasileiro de Ação Democrática)<br />
e IPES (Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais), que recebiam dinheiro dos<br />
EUA e estavam por trás do financiamento de filmes de propaganda, publicações de<br />
artigos na imprensa e também de campanhas de diversos deputados e governadores<br />
de oposição ao governo.</li>
<li>Além dos raros materiais de arquivo, diversas entrevistas realizadas pelo jornalista Flávio<br />
Tavares &#8211; pai do cineasta Camilo Tavares &#8211; completam o documentário. Uma delas,<br />
com o brasilianista Thomas Skidmore, que define Lincoln Gordon (que morreu em<br />
2009) como &#8220;um produto da Guerra Fria&#8221;.</li>
<li> <a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/golpe01.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19117" title="golpe01" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/golpe01.jpg" alt="" width="615" height="300" /></a>Ele e outros pesquisadores assinalam que os EUA viam Goulart<br />
como &#8220;comunista&#8221; por sua defesa de reformas de base, como uma lei de<br />
remessas de lucro que contrariava interesses das multinacionais<br />
norte-americanas. O medo era que o Brasil repetisse o exemplo de Cuba, que<br />
fizera sua Revolução em 1959.</li>
<li> Não faltam entrevistas com participantes do regime de 1964,<br />
caso do general Newton Cruz &#8212; que, curiosamente, faz reparos ao movimento que<br />
integrou. Diz ele: &#8220;Quando a Revolução nasceu, era para fazer uma<br />
arrumação de casa. Ninguém leva 20 anos para arrumar a casa!&#8221;.</li>
<li> Em outra conversa, o entrevistador Flávio Tavares fica<br />
frente a frente com o coronel Jarbas Passarinho &#8211; responsável pela assinatura<br />
de sua extradição quando, como preso político, foi trocado, junto com outros<br />
prisioneiros, em 1969, pelo embaixador norte-americano Charles Elbrick,<br />
sequestrado por uma coligação de vários grupos da luta armada.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/CfJAnKUD3K0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19115&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Exposição mostra fotos feitas por Mário de Andrade</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/exposicao-mostra-fotos-feitas-por-mario-de-andrade/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 14:35:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma mostra com 60 fotografias feitas por Mário de Andrade durante uma viagem ao Pará e ao Peru em 1927 foi aberta pela Caixa Cultural São Paulo. A exposição Mário de Andrade: Etnógrafo-Fotógrafo-Poeta é um recorte do acervo do Instituto de Estudos Brasileiros da USP (IEB) e mostra as fotos em preto e branco de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>
<div style="text-align: left;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/mario-de-andrade-foto.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19100" title="mario de andrade foto" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/mario-de-andrade-foto.jpg" alt="" width="200" height="150" /></a>Uma mostra com 60 fotografias feitas por Mário de Andrade durante uma viagem ao Pará e ao Peru em 1927 foi aberta pela Caixa Cultural São Paulo. A exposição Mário de Andrade: Etnógrafo-Fotógrafo-Poeta é um recorte do acervo do Instituto<br />
de Estudos Brasileiros da USP (IEB) e mostra as fotos em preto e branco de  pessoas durante o trabalho.</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: left;">Na viagem, chamada por Mário de Andrade de Viagem pelo Amazonas até o Peru,<br />
pelo Madeira até a Bolívia e pelo Marajó até dizer chega, ele fotografou e<br />
escreveu sobre a paisagem, o homem e a cultura da região. De acordo com a<br />
curadora da exposição, Adrienne Firmo, as fotos originais variam de 3,1<br />
centímetros (cm) por 3,7cm a 12cm por 17cm e foram digitalizadas e ampliadas<br />
especialmente para a exposição. “Algumas já estão amareladas, são de cor sépia,<br />
por isso ampliamos para 20cm por 30cm para uniformizá-las”.</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: left;"></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: left;">Adrienne ressaltou a importância etnográfica das fotografias como um dos<br />
atrativos da mostra. “Estes são os primeiros documentos fotográficos do interior<br />
do país e feitos por um intelectual da envergadura de Mário de Andrade, que é um<br />
dos responsáveis pela concepção da identidade brasileira do período do<br />
modernismo”. Segundo ela, os retratos são uma forma de reconhecimento do Brasil<br />
e a constituição do modernismo no país, que identificava o que é ser brasileiro<br />
e, ao mesmo tempo, pautar o que é ser brasileiro.</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: left;"></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: left;">“Outro aspecto interessante são as resoluções plásticas a que Mário chega<br />
nestas fotos. Ele era extremo conhecedor das artes visuais e conhecia a estética<br />
fotográfica que estava sendo feita na Europa por meio das revistas de fotografia<br />
e cinema que assinava. Há um interesse etnográfico e histórico, mas também há um<br />
destaque plástico muito importante, porque é o trabalho de um escritor que usa<br />
uma máquina simples e consegue extrair ótimo resultado”.</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: left;"></div>
</li>
<li>
<div style="text-align: left;">As fotos registram o trabalho no campo com a cana, o café e o gado; o de<br />
populações ribeirinhas no transporte de madeira e alimentos; os mercados dos<br />
grupos urbanos; as trocas entre citadinos e indígenas; além de referências aos<br />
trabalhos femininos como a lavagem de roupas. A exposição é gratuita e fica em<br />
cartaz até o dia 5 de maio.</div>
</li>
</ul>
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		<title>PCdoB de Curitiba comemorando: 91 anos com a mesma cara, mesma história, mesmo Partido!</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 14:10:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Ao longo da história do PCdoB sempre esteve do lado daqueles que sonhavam em construir um Brasil diferente. Completa 91 anos com a mesma cara, mesma história, mesmo Partido&#8221;. O PC do Brasil nasce, em 1922, com sua marca de classe: o programa revolucionário marxista-Ieninista, a recusa à colaboração entre o capital e o trabalho,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/logo-pcdob.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19087" title="logo-pcdob" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/logo-pcdob.jpg" alt="" width="200" height="188" /></a>&#8220;Ao longo da história do PCdoB sempre esteve do lado daqueles que sonhavam em construir um Brasil diferente. Completa 91 anos com a mesma cara, mesma história, mesmo Partido&#8221;.</p>
<p>O PC do Brasil nasce, em 1922, com sua marca de classe: o programa revolucionário marxista-Ieninista, a recusa à colaboração entre o capital e o trabalho, e a compreensão de que as<br />
contradições do capitalismo só serão superadas pela revolução proletária e pelo início da construção de uma sociedade nova e avançada.</p>
<p>O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) é um partido político brasileiro, baseado ideologicamente nos princípios do marxismo-leninismo, com expressão nacional e forte penetração nos meios sindicais e estudantis. Fundado em 25 de março 1922, e publicado no Diário Oficial da União em 7 de abril de 1922, com o nome: Partido Comunista – Seção<br />
Brasileira da Internacional Comunista (PC-SBIC); Sendo reorganizado em 18 de<br />
fevereiro de 1962 sob a sigla PCdoB.</p>
<p>Seu símbolo é uma foice e um martelo cruzados, em amarelo, sobre fundo vermelho. Seu código eleitoral é o 65.</p>
<p>Edita o jornal ‘A Classe Operária’ e a revista ‘Princípios’, e internacionalmente é membro do Foro de São Paulo. Seu braço juvenil é a União da Juventude Socialista (UJS) e Sindical e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).</p>
<p><strong>O I Congresso</strong></p>
<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/fundadoresPCdoB.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-19088" title="fundadoresPCdoB" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/fundadoresPCdoB.jpg" alt="" width="400" height="235" /></a>O primeiro Congresso do Partido Comunista do Brasil ocorreu nos dias 25, 26 e 27 de março de 1922, na cidade de Niterói – RJ na antiga capital, o Congresso de fundação do Partido Comunista do Brasil , teve a participação dos delegados dos grupos comunistas de Porto<br />
Alegre, Recife, São Paulo, Cruzeiro (SP), Niterói e Rio (Capital). Ausentes os<br />
representantes dos grupos comunistas de Santos e Juiz de Fora. Os vários grupos<br />
totalizaram 73 militantes. O Congresso, que contou com a presença de<br />
representantes do Birô Sul Americano da Internacional Comunista, aprovou as 21<br />
condições de admissão do Partido à Internacional Comunista, os Estatutos do<br />
Partido e elegeu a Comissão Central Executiva (CCE). A qual era composta de dez<br />
membros (cinco titulares e cinco suplentes), assim constituída: os efetivos<br />
Abílio de Nequete (secretário-geral), Astrojildo Pereira (imprensa e<br />
propaganda), Antônio Canellas (secretário internacional), Luís Peres (frações<br />
sindicais) e Cruz Júnior (tesoureiros); e os suplentes, Cristiano Cordeiro,<br />
Rodolfo Coutinho, Antônio de Carvalho, Joaquim Barbosa e Manuel Cendón.<br />
Decidiu, ainda, desenvolver esforços para ajudar os flagelados do Volga, na<br />
Rússia, demonstrando o espírito internacionalista proletário dos comunistas<br />
brasileiros. O Congresso encerrou-se com os delegados cantando a Internacional,<br />
hino do proletariado mundial. A revista Movimento Comunista, em sua edição de<br />
junho daquele ano, publicou as resoluções do I Congresso do PC-SBIC. E o mesmo<br />
foi publicado no Diário Oficial da União em 7 de abril de 1922 com o nome de<br />
Partido Comunista – Seção Brasileira da Internacional Comunista (PC-SBIC). No<br />
dia 22 de fevereiro 1925, foi realizada uma a Conferência do Partido Comunista<br />
do Brasil. Onde estiveram presentes, além dos dirigentes partidários, delegados<br />
do Rio e de Niterói. Foi discutida a organização de células de empresa e os<br />
critérios para o recrutamento de militantes. A Conferência decidiu editar A<br />
Classe Operária como órgão central do Partido. No dia 1º de maio de 1925<br />
circulou o primeiro número do A Classe Operária. Cinco mil exemplares, edição<br />
significativa para a época, foram festivamente recebidos pelos trabalhadores.<br />
O Partido Comunista do Brasil comemora,hoje, 91 anos de existência. É o mais antigo partido em atividade no País e conta, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral, com mais de 300 mil filiados.</p>
<p>Para comemorar a data, os comunistas curitibanos farão uma “agitação”com som e panfletagem às 17 horas na Boca Maldita. Às 20h30 haverá uma confraternização no Bistrô FÁ Bar, na rua Brasílio Itiberê, 3443, no bairro Rebouças.</p>
<div><span style="color: #cc0000; font-family: comic sans ms, sans-serif; font-size: medium;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>SEGUNDA-FEIRA, 25 de Março</strong> (data do aniversário)</span></span></div>
<div><span style="font-family: comic sans ms, sans-serif; font-size: medium;">* <strong>17h00 -&gt; Agitação com som e panfletagem na Boca Maldita</strong></span></div>
<div><span style="font-family: comic sans ms, sans-serif; font-size: medium;">* 20h30 -&gt; Confraternização no Bistrô FÁ Bar (<a href="https://maps.google.com.br/maps?q=Rua+Bras%C3%ADlio+Itiber%C3%AA,+3443,+Curitiba+-+Paran%C3%A1&amp;hl=pt-BR&amp;ie=UTF8&amp;sll=-14.408749,-54.042208&amp;sspn=34.654076,56.513672&amp;oq=brasilio+itibere,+3443&amp;hnear=R.+Bras%C3%ADlio+Itiber%C3%AA,+3443+-+%C3%81gua+Verde,+Curitiba+-+Paran%C3%A1,+80250-160&amp;t=m&amp;z=16" target="_blank">R. Brasílio Itiberê, 3443 &#8211; Rebouças</a>)</span></div>
<div><span style="font-family: comic sans ms, sans-serif; font-size: medium;">[Evento no Facebook -&gt; <a href="http://www.facebook.com/events/230350103770320/" target="_blank">http://www.facebook.com/events/230350103770320/</a> ]</span></div>
<div><span style="font-size: medium;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-size: medium;"><br />
</span></div>
<div><span style="color: #666666; font-size: medium;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>TERÇA-FEIRA, 26 de março</strong></span></span></div>
<div><span style="color: #666666; font-size: medium;">* 17h00 -&gt; Debate sobre Curitiba, com presença do ex-deputado federal Rafael Greca, e comemoração dos 91 anos do Partido, na sede do <a href="https://maps.google.com.br/maps?q=Rua+Jos%C3%A9+Alcides+de+lima,+2868+-+Cap%C3%A3o+Raso+-+Curitiba&amp;hl=pt-BR&amp;ie=UTF8&amp;sll=-25.450226,-49.277198&amp;sspn=0.008002,0.013797&amp;hnear=R.+Jos%C3%A9+Alcides+de+Lima,+2868+-+Cap%C3%A3o+Raso,+Curitiba+-+Paran%C3%A1,+81130-330&amp;t=m&amp;z=16" target="_blank">SINTRAFUCARB</a></span></div>
<div><span style="color: #666666; font-size: medium;">* Posteriormente, confraternização na sede do sindicato</span></div>
<p>&nbsp;</p>
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