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	<title>Brasil Cultura &#187; Dicionários</title>
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		<title>Gilberto Gil e Juca Ferreira lançam livro no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 14:28:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ministros da Cultura durante o governo Lula, entre 2003 e 2010, Gilberto Gil e Juca Ferreira lançaram o livro Cultura pela Palavra – coletânea de artigos, entrevistas e discursos dos Ministros da Cultura 2003-2010, na Livraria da Travessa, em Ipanema, Rio de Janeiro, na noite da última terça-feira (9). Economia criativa, cultura digital e temas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/gilejuca.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19169" title="gilejuca" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/gilejuca.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>Ministros da Cultura durante o governo Lula, entre 2003 e 2010,<br />
Gilberto Gil e Juca Ferreira lançaram o livro <em>Cultura pela Palavra –<br />
coletânea de artigos, entrevistas e discursos dos Ministros da Cultura<br />
2003-2010</em>, na Livraria da Travessa, em Ipanema, Rio de Janeiro, na noite da<br />
última terça-feira (9).</li>
<li>Economia criativa, cultura digital e temas polêmicos, como o<br />
modelo de renúncia fiscal (Lei Rouanet) e a regulamentação do setor audiovisual,<br />
são abordados na obra de 600 páginas, que tem como organizadores Armando<br />
Almeida, Maria Beatriz Albernaz e Mauricio Siqueira.</li>
<li>O evento de lançamento contou também com a presença da atriz<br />
Marisa Orth.</li>
</ul>
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		<title>Ex-procurador quer revisão da história em livros didáticos</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Feb 2013 17:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ex-procurador Geral da República Cláudio Fonteles, um dos integrantes da  Comissão Nacional da Verdade, quer que seja feita revisão da história do Brasil  durante o período do governo militar, iniciado em 1964, nos livros didáticos  usados em todas as escolas militares, assim como nas publicações usadas em  escolas civis. &#8220;Se você tem a lei...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Claudio-Fonteles.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18949" title="Claudio-Fonteles" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Claudio-Fonteles.jpg" alt="" width="200" height="131" /></a>O ex-procurador Geral da República Cláudio Fonteles, um dos integrantes da  Comissão Nacional da Verdade, quer que seja feita revisão da história do Brasil  durante o período do governo militar, iniciado em 1964, nos livros didáticos  usados em todas as escolas militares, assim como nas publicações usadas em  escolas civis. &#8220;Se você tem a lei que diz que o que aconteceu neste País foi um  Estado que violou gravemente os direitos da pessoa humana, e isso está no  ordenamento normativo deste País, como é que isso se concilia com você ensinar<br />
aos jovens, aos escolares e mesmo àqueles jovens que devem fazer a carreira  militar, que o papel deles é de interferir no processo político violentamente,  torturar e matar? Não pode. Isso é ilegal. Isso é uma afronta ao quadro  normativo&#8221;, disse Fonteles, no Programa <em>É Notícia</em>, da <em>Rede TV</em>,  gravado na sexta-feira e previsto para ir ao ar às 23 horas deste domingo.</p>
<p>Por isso, prosseguiu o ex-chefe do Ministério Público Federal, &#8220;há que haver  realmente uma reformulação e dizer que o que aconteceu foi um golpe, foi uma  ruptura do processo democrático&#8221;, afirmou. &#8220;Temos uma Constituição para ser  vivida e cumprida&#8221;, disse Fonteles, que também já coordenou a comissão. &#8220;Vamos  rever todo o ensinamento de História, stricto sensu, e de disciplinas  afins.&#8221;</p>
<p>As declarações de Fonteles revoltaram militares. O presidente do Clube Naval,  almirante Veiga Cabral, disse que com esta posição, a Comissão da Verdade levará  &#8220;distorções em relação à história do Brasil aos colégios&#8221;. O almirante  queixou-se de que o grupo está &#8220;trabalhando de forma parcial&#8221; porque &#8220;não está  ouvindo os militares&#8221;.</p>
<p>Apesar de a legislação prever análise dos fatos de 1946 a 1988, &#8220;os trabalhos  só focam nos fatos relativos a 64&#8243;. &#8220;Por que só os agentes do Estado estão sendo  inquiridos&#8221;, questionou. &#8220;Quando se quer reconstituir, de fato, a verdade, é  preciso ouvir os dois lados. Eles querem impor a sua história.&#8221;</p>
<p>Fonteles reiterou que todos os militares &#8220;convocados&#8221; à comparecer à comissão  são obrigados a dar o seu depoimento. Falando no caso da morte de Rubens Paiva,  ele foi ainda mais incisivo: &#8220;Se ela (a pessoa) não quiser depor, ela responde  ao crime de desobediência. E se ela não quiser ir depor, ela pode ser conduzida  coercitivamente. Não com violência, mas alguém a pegar pelo braço e a levar  lá&#8221;.<br />
<a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,ex-procurador-quer-revisao-da-historia-em-livros-didaticos,998123,0.htm">Fonte</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><!--Template: politica--><!-- Page:1|Paragrafos:20|Pages:1|P/P:20 -->&nbsp;</p>
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		<title>Índios da etnia paeter suruí de Cacoal, RO, produzem livros didáticos</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Dec 2012 22:43:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com dois livros já publicados em Rondônia, índios do projeto Fortalecimento Econômico e Cultural Paeter, da etnia paeter suruí de Cacoal, se preparam para lançar uma terceira edição em 2013 sobre o corpo humano. As publicações didáticas sobre história e lendas paeter suruí foram lançadas em tupi mondé, língua materna paeter, e em português, em...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/12/indio-livro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18578" title="indio livro" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/12/indio-livro.jpg" alt="" width="222" height="155" /></a>Com dois livros já publicados em Rondônia, índios do projeto Fortalecimento Econômico e Cultural Paeter, da etnia paeter suruí de Cacoal, se preparam para lançar uma terceira edição em 2013 sobre o corpo humano. As publicações didáticas sobre história e lendas paeter suruí foram lançadas em tupi mondé, língua materna paeter, e em português, em 2010 e 2011 respectivamente. A etnia em Cacoal tem uma população de cerca de 1.350 mil pessoas.</p>
<p>De acordo com Joaton Suruí, coordenador do projeto, cerca de 22 professores de diversas aldeias participam do programa que atende cerca de 400 alunos. Os livros foram escritos pelos próprios professores de maneira didática para facilitar o aprendizado dos alunos.</p>
<p>“A legislação escolar indígena exige que se trabalhe a<br />
língua materna nas escolas das aldeias, e é isso que queremos facilitar para<br />
elas”, considera Joaton, que vê no projeto a possibilidade de revitalização da<br />
cultura pura indígena”, explica Joaton.</p>
<p>O projeto, em vigor desde 2007, é uma parceria com o<br />
Laboratório da Língua Indígena da Universidade de Brasília (UnB). Para a<br />
pesquisadora e professora da UnB Ana Suelly Arruda Câmara Cabral, a lembrança e<br />
reavivamento da cultura indígena é fundamental para a região. “Estamos buscando<br />
fazer essa documentação da língua indígena para evitar que essa riqueza<br />
cultural se perca pelos anos”, conta a pesquisadora.</p>
<p>Ana Suelly afirma que várias outras publicações ainda estão<br />
por vir: “Estamos dando início a glossários em várias áreas do conhecimento.<br />
Colocaremos em livros os ensinamentos deles próprios para que, no futuro, esses<br />
livros possam ser usados nas escolas dos brancos”.</p>
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		<title>José Angeli Sobrinho</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Dec 2012 20:23:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não, não acho que o Zé morreu. Dizem que teria morrido na madruga de sexta para sábado. Acho que não. Foi para uma estrela inatingível. Penso que ele montou em seu cavalo Rocinante e fugiu de casa lá de Morretes em busca de aventuras. No desejo de combater as injustiças do mundo e homenagear sua...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/12/ze.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-18533" title="ze" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/12/ze.gif" alt="" width="260" height="350" /></a>Não, não acho que o Zé morreu. Dizem que teria morrido na madruga de sexta para sábado.<br />
Acho que não. Foi para uma estrela inatingível. Penso que ele montou em seu cavalo<br />
Rocinante e fugiu de casa lá de Morretes em busca de aventuras. No desejo de combater as injustiças do mundo e homenagear sua dama, sim claro, Marlene (esposa e companheira de tantos anos) também, mas falo da dona liberdade. DOM QUIXOTE DE LA MANCHA –<br />
MIGUEL DE CERVANTES &#8211; Adaptação de José Angeli Sobrinho. Conheci o Mires ainda na década de 70. Dividíamos alguns trabalhos, textos para agencias de publicidades, partidos políticos, campanhas eleitorais e um montão de frases, começos de romances, poesias. O Zé ex-militante da VPR<strong>. </strong>era assim como os comunistas das antigas. Disciplinado, estudioso e fiel aos princípios do marxismo-leninismo. Após a saída de Luiz Carlos Prestes do PCB, Mires, assim como outros militantes e eu também, ficou um bom tempo com um pé no PDT (fomos da executiva estadual do PDT – Stenio Jacob, José Angeli, Jacinto Simões, Cláudio Ribeiro, Jose Carlos Mendes e João Bosco da Silveira Vidal) e outro no Partidão. José Angeli Sobrinho nasceu numa vila localizada no Norte do Rio Grande do Sul, hoje Aratiba, mas emigrou com a família para o Paraná quando adolescente. Sexto filho de um pequeno empresário exportador de madeira, desde pequeno conviveu com uma biblioteca abastecida por livros que seu pai trazia da Argentina. Poliglota e ainda jovem, leu os clássicos da literatura universal em edições em francês, italiano e espanhol, além do português. De volta ao Rio Grande do Sul, estabeleceu-se com a família em Alegrete, onde continuou os estudos e se formou Técnico em Contabilidade. Em seguida, cursou a Faculdade de Economia até o golpe militar de 1964. Preso várias vezes, ingressou nos movimentos revolucionários, foi capturado e enviado à Ilha da Pólvora, no Estuário do Guaíba. Ficou preso por quase três anos.<br />
Depois de libertado, mudou-se para o Paraná definitivamente. Atualmente, dedicava-se<br />
integralmente à literatura lá em sua Morretes, assim como foi de Cardoso. Falando nisso, entre as décadas de 70 e 80 quase todos os dias reuníamos no velho Bar do Cardoso velhinho de chapéu e cavanhaque que recitava poemas. Desde a Praça Espanha e depois na rua Visconde de Nácar &#8211; <em>Reinoldo Atem, Paulo Leminski, Adelia Maria Lopes, Cláudio Ribeiro, Roberto Prado, </em>Marcos Prado, Thadeu Wojciechowski, <em>Cláudio Cambé, Batista do Pilar</em><em>, </em>Bia de Luna, entre outros tantos que agora não lembro, mas que Reinoldo Atem com certeza lembrará e fará justiça, todos sob o comando de Alberto Cardoso. <em> </em> Não acredito que o Angeli morreu. Foi por muitos anos meu parceiro nas rodas de truco. Wilson Martins definiu José Angeli como o romancista do Paraná: livro “A cidade de Alfredo Souza”, um épico sobre a luta pela terra &#8211;  “O romance de José Angeli atravessou a linha que separa a obra literária do texto simplesmente escrito, acrescentando alguma coisa ao romance brasileiro: uma soberba criação estilística, nela compreendendo o uso literário e psicológico do palavrão; uma extraordinária galeria de personagens e um tema inseparável da formação brasileira, que é a expansão do Brasil sobre si mesmo”. É, acho que ele atravessou a tal linha que separa a obra literária do texto e se  embrenhou na poesia de outra existência. Saiu da sensatez que sempre protege, e partiu sem resistência à loucura que arrebata porque somos inventores da arte.<br />
Que às vezes se confunde com a vida. Vai meu Dom Quixote e, como ele mesmo<br />
diria:</p>
<p>Sonhar o sonho impossível,<br />
Sofrer a angústia implacável,<br />
Pisar onde os bravos não ousam,<br />
Reparar o mal irreparável,<br />
Amar um amor casto à distância,<br />
Enfrentar o inimigo invencível,<br />
Tentar quando as forças se esvaem,<br />
Alcançar a estrela inatingível:<br />
Essa é a minha busca.</p>
<p>(Dom Quixote)</p>
<p>Pronto e Ponto! Você não morreu, só mudou de forma. Foi para um outro lugar.</p>
<p><strong>Cláudio Ribeiro</strong></p>
<p>Jornalista-compositor</p>
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		<title>Dia do Palhaço</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Dec 2012 11:20:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 9 palhaços trazem alegria para o Museu da  Língua Portuguesa. Dia 10 de dezembro é o Dia Internacional do Palhaço e o Museu da Língua  Portuguesa, instituição da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo,  localizado no prédio da Estação da Luz, realiza no dia 9 uma homenagem aos  profissionais que há...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/12/museu-da-lingua.png"><img class="alignleft size-full wp-image-18530" title="museu da lingua" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/12/museu-da-lingua.png" alt="" width="200" height="198" /></a>No dia 9 palhaços trazem alegria para o Museu da  Língua Portuguesa. Dia 10 de dezembro é o Dia Internacional do Palhaço e o Museu da Língua  Portuguesa, instituição da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo,  localizado no prédio da Estação da Luz, realiza no dia 9 uma homenagem aos  profissionais que há séculos encantam e divertem a todos nós.</p>
<p>Na ocasião, três palhaços da Absurda Confraria &#8211; Caco Mattos, Daniela<br />
Biancardi e Fani Feldman e o músico Bruno Monteiro, farão 4 entradas<br />
(performances), de 15 minutos cada, dentro dos espaços expositivos do Museu da<br />
Língua Portuguesa. As atividades acontecem das 11h às 14h, quando os artistas<br />
estarão interagindo com visitantes do Museu a partir de jogos educativos,<br />
poesias e tiradas bem humoradas baseadas na obra de Shakespeare.</p>
<p>Inspirados nos Clowns ingleses dos circos franceses do inicio do século<br />
XIX, os artistas prometem um dia diferente no Museu, garantindo alegria e<br />
diversão para todo o público.</p>
<p>&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Museu da Língua Portuguesa&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Endereço: Praça da Luz s/n; &lt;br&gt;tel.: (11) &lt;br&gt;3326-0775&lt;br&gt;Horário: de &lt;br&gt;terça a domingo, das 10h às 18h (a bilheteria fecha às 17h). Fechado às &lt;br&gt;segundas. Na última terça-feira do mês o museu fica aberto até as &lt;br&gt;22h&lt;br&gt;Ingressos: R$ 6 e R$ 3 (meia entrada), com entrada gratuita aos sábados</p>
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		<title>Brasil cedeu mais que Portugal no acordo ortográfico, diz membro da ABL</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Sep 2012 13:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), Evanildo Bechara, defendeu a implementação plena do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, apesar de considerar que o Brasil cedeu demais no acordo. &#160; O filólogo fez palestra que encerrou o ciclo Entre a Gramática e a Linguística, realizada na noite desta terça-feira, na sede da ABL, no...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/09/academia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18052" title="academia" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/09/academia.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a>O membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), Evanildo Bechara, defendeu a implementação plena do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, apesar de considerar que o Brasil cedeu demais no acordo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O filólogo fez palestra que encerrou o ciclo Entre a Gramática e a Linguística, realizada na noite desta terça-feira, na sede da ABL, no Centro do Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O acordo foi assinado em setembro de 2008 e entrará em vigor de forma plena em 1° de janeiro de 2013. Dos oito países membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), apenas Angola não aderiu ao documento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bechara explicou que os linguistas de Portugal, mesmo quando defendiam a manutenção do acordo ortográfico anterior, de 1945, não apresentavam uma quantidade grande de alterações ortográficas em seu país com o novo acordo, principalmente se comparado com o português brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o acadêmico, quem mais cedeu no acordo foram os brasileiros, principalmente nas regras de hifenização e acento diferencial. Apesar disso, Bechara considera o acordo benéfico, pois, para ele, trata-se de uma atualização necessária da própria língua portuguesa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na conferência, Bechara disse que especialistas brasileiros, liderados por Antônio Houaiss, ainda nos anos 1990, fizeram a opção política de ceder e aproximar nossa gramática daquela praticada em Portugal e nos países africanos. &#8220;O Brasil se curvou aos hábitos ortográficos portugueses, mas se curvou com felicidade, pois nossa ortografia ficou mais de acordo com a história da língua&#8221;, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Uma simplificação ortográfica que começou para resolver a balbúrdia e para ajudar a educação agora se impõe como uma ferramenta de política para que a língua portuguesa tenha realmente o que não teve até agora, porque o português é a única língua de cultura que tem duas grafias oficiais&#8221;, explica Bechara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O acadêmico defendeu também a adoção definitiva do texto pelas burocracias estatais e sistemas educacionais, segundo ele, responsáveis pela absorção das mudanças no cotidiano da população.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o mediador da conferência e primeiro-secretário da ABL, Domício Proença Filho, &#8220;o acordo unificou um consenso, não a grafia&#8221;, opinião compartilhada por Bechara. Segundo os acadêmicos, a normatização formalizou aproximações que ocorriam na língua falada.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Curitiba &#8211; Inscrições: Conferência de Cultura encerram nesta quinta-feira</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 12:40:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os interessados em participar da III Conferência Municipal de Cultura, nos dias 17 e 18 de dezembro, no Memorial de Curitiba, têm até esta quinta-feira (15) para fazer a sua inscrição gratuita pela internet, no site http://cmc2011.fundacaoculturaldecuritiba.com.br. Depois as inscrições poderão ser feitas no dia, no local do evento. Com o tema “Políticas Públicas para...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/conferenciactba.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15426" title="conferenciactba" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/12/conferenciactba.jpg" alt="" width="297" height="148" /></a>Os interessados em participar da III Conferência Municipal de Cultura, nos dias 17 e 18 de dezembro, no Memorial de Curitiba, têm até esta quinta-feira (15) para fazer a sua inscrição gratuita pela internet, no site <a href="http://cmc2011.fundacaoculturaldecuritiba.com.br/">http://cmc2011.fundacaoculturaldecuritiba.com.br</a>. Depois as inscrições poderão ser feitas no dia, no local do evento.</p>
<p>Com o tema “Políticas Públicas para a Cultura e Economia Criativa”, a Conferência tem o objetivo de apresentar sugestões para implementação do Plano Municipal de Cultura e recomendar metodologias de participação, diretrizes e conceitos para subsidiar a sua elaboração. O público-alvo são artistas, produtores culturais, representantes de órgãos públicos e de instituições ligadas à área cultural, mas podem participar todos os cidadãos com mais de 16 anos.</p>
<p>A realização da Conferência Municipal de Cultura a cada dois anos é uma exigência legal, segundo o previsto no artigo 15 da Lei Municipal nº11834/06. A legislação municipal prevê, portanto, que esse encontro seja feito com maior freqüência do que é determinado pelo Ministério da Cultura, que exige a realização das conferências a cada quatro anos como condição dos municípios integrarem o Sistema Nacional de Cultura.</p>
<p>Normalmente promovidas entre os meses de setembro e outubro, a conferência teve sua data definida para dezembro após as três reuniões anuais do conselho municipal. As reuniões foram realizadas todas no segundo semestre, em virtude da mudança de gestão ocorrida com o falecimento de Maria Christina de Andrade Vieira e a sua substituição por Roberta Storelli. </p>
<p>Da mesma forma, diferentemente das duas primeiras edições, que foram preparatórias para a Conferência Nacional, o temário para os atuais debates não foram pré-determinados pelo Ministério da Cultura e sim definidos localmente, submetidos ao Conselho Municipal, e pautados em duas perspectivas: a elaboração do Plano Municipal de Cultura e a criação pelo MinC da Secretaria da Economia Criativa. Essa nova realidade no âmbito da economia da cultura está contemplada nos eixos temáticos de discussão, que são: Patrimônio Natural e Cultural, Espetáculos e Celebrações, Artes Visuais e Artesanato, Livros e Periódicos, Audiovisual e Mídias Interativas, Design e Serviços Criativos.</p>
<p>As propostas de todos os integrantes serão ouvidas e votadas. Os não inscritos poderão participar apenas como ouvintes, mas, por uma questão de organização e validade legal dos resultados propostos, não têm direito a voz e voto. Por isso, mesmo que não faça a inscrição antecipada, é importante que todos aqueles que desejam se manifestar apresentem-se junto à organização do evento para efetivar a sua inscrição, que é gratuita e aberta a qualquer cidadão residente em Curitiba.</p>
<p>Os resultados da I e II Conferência Municipal de Cultura servem como referência da importância da participação da comunidade na discussão das políticas culturais. Clique <a href="http://www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br/noticias/-inscricoes-pela-internet-para-conferencia-de-cultura-encerram-nesta-quinta-feira">aqui</a> para acessar os relatórios das conferências anteriores.</p>
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		<title>Luis Fernando Verissimo lança &#8220;Em Algum Lugar do Paraíso&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 20:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O escritor Luis Fernando Verissimo é famoso por seus textos de humor e pelas sátiras de costumes que publica em jornais de grande circulação. &#8220;Comédias da Vida Privada&#8220;, uma antologia de crônicas engraçadíssimas, publicada em 1994, por exemplo, virou até uma série da TV Globo em 1995. &#160; Por causa desse talento em fazer rir,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/luis_fernando_verissimo1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-15198" title="luis_fernando_verissimo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/11/luis_fernando_verissimo1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O escritor <strong>Luis Fernando Verissimo </strong>é famoso por seus textos de humor e pelas sátiras de costumes que publica em jornais de grande circulação. &#8220;<strong>Comédias da Vida Privada</strong>&#8220;, uma antologia de crônicas engraçadíssimas, publicada em 1994, por exemplo, virou até uma série da TV Globo em 1995.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por causa desse talento em <strong>fazer rir</strong>, fica difícil acreditar quando o próprio autor afirma que não tem vocação humorística. &#8220;O que eu tenho é a técnica para escrever textos divertidos&#8221;, diz ele. &#8220;Mas meu jeito de ver as coisas está mais para depressivo&#8221;, completa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De fato, esse lado depressivo do escritor não aparece em suas obras (são, ao todo, <strong>500 mil exemplares </strong>vendidos no País). Seu último livro, &#8220;<strong>Em Algum Lugar do Paraíso</strong>&#8220;, é composto por <strong>41 crônicas</strong>, a maioria delas publicada nos últimos cinco anos, no jornal O Estado de S. Paulo. Verissimo, aliás, vem diminuindo o ritmo de sua produção. Reduziu, já há alguns anos, o número de jornais para os quais escreve &#8211; se antes, chegou a publicar em dez periódicos, hoje concentra-se em três: O Globo, Estado e Zero Hora. E pensa, inclusive, em se <strong>aposentar</strong>. &#8220;Penso em parar de escrever. O problema é que o dinheiro que ganho com os direitos autorais dos livros não é o suficiente para garantir minhas contas.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os leitores, aliás, já podem notar sua ausência em <strong>eventos literários</strong>. &#8220;Vou a lançamentos mais por causa da editora. Não é por prazer, pois sou caseiro e evito badalações&#8221;, conta. De onde vem, então, a inspiração para os textos se ele tem se mantido mais reservado? &#8220;Às vezes, de um filme ou de uma música&#8221;, diz. &#8220;Aliás, eu preferiria ser músico a escritor&#8221;, revela ele. &#8220;Mas como eu escrevo melhor do que toco saxofone, vamos deixar as coisas como estão.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na casa do <strong>escritor</strong>, em <strong>Porto Alegre</strong> (RS), num porão de pedra, há vários instrumentos. Curiosamente, apesar da paixão pelo jazz não há sequer uma crônica em sua nova obra cujo tema seja a música. No livro &#8220;Em Algum Lugar do Paraíso&#8221;, o autor repete a fórmula já consagrada em seus trabalhos: a de abordar situações cotidianas. Algo que faz, inclusive, em seus cartuns.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vem dessa última abordagem um dos textos mais inspirados da obra. &#8220;Em <strong>Cafarnaum</strong>&#8221; fala do encontro entre Guizael, dono de uma taberna, e um homem capaz de multiplicar peixes e pães, e transformar água em vinho. A história &#8211; contada em linguagem textual similar à bíblica &#8211; desenvolve-se quando Guizael tenta convencer o homem a fazer uma parceria financeira com ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro destaque é &#8220;<strong>Microfone Escondido</strong>&#8220;, em que o casal Leonor e Ataíde resolve esconder um aparelho desses no elevador do prédio só para descobrir o que os amigos pensam deles. Toda vez que fazem um jantar para um casal de convivas, há uma nova descoberta, revelada pelo microfone antes destes chegarem ao apartamento ou quando estão descendo o elevador rumo à rua. O resultado é um sucessão de confusões e mágoas, temperada pelas construções simples (mas não simplistas) e certeiras do escritor.<br />
<strong>Serviço<br />
</strong></p>
<p>&#8220;Em Algum Lugar do Paraíso&#8221;</p>
<p>Luis Fernando Verissimo</p>
<p>Editora Objetiva</p>
<p>Preço: R$ 36,90</p>
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		<title>Dia Nacional da Poesia</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Mar 2011 04:05:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A palavra &#8220;poesia&#8221; tem origem grega e significa &#8220;criação&#8220;. É definida como a arte de escrever em versos, com o poder de modificar a realidade, segundo a percepção do artista. Antigamente, os poemas eram cantados, acompanhados pela lira, um instrumento musical muito comum na Grécia antiga. Por isso, diz-se que a poesia pertence ao gênero...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12299" class="wp-caption alignleft" style="width: 274px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/03/castro-alves.jpg"><img class="size-medium wp-image-12299" title="castro alves" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/03/castro-alves-264x300.jpg" alt="Castro Alves - Dia Nacional da Poesia" width="264" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Castro Alves - Dia Nacional da Poesia</p></div>
<p>A palavra &#8220;<strong>poesia</strong>&#8221; tem origem grega e significa &#8220;<strong>criação</strong>&#8220;. É definida como a arte de escrever em versos, com o poder de modificar a realidade, segundo a percepção do artista.</p>
<p>Antigamente, os poemas eram cantados, acompanhados pela lira, um instrumento musical muito comum na Grécia antiga. Por isso, diz-se que a poesia pertence ao gênero lírico. Hoje, os poemas podem ser divididos em quatro gêneros: épico, didático, dramático e lírico.</p>
<p>As linhas de um poema são os versos. O conjunto desses versos chama-se &#8220;estrofe&#8221;. Os versos podem rimar entre si e obedecer à determinada métrica, que é a contagem das sílabas poéticas de um verso. Os versos mais tradicionais são as redondilhas; a redondilha menor tem cinco sílabas, e a maior com sete; os versos decassílabos, dez; os alexandrinos, doze.</p>
<p>A rima é um recurso que confere musicalidade aos versos, baseando-se na semelhança sonora das palavras do final ou, às vezes, do interior dos versos. Rima, ritmo e métrica são características especiais de um poema e que podem variar, dependendo do movimento literário da época.</p>
<p>No Brasil, os primeiros poemas surgiram junto com o seu descobrimento, pois os jesuítas usavam versos para catequizar os índios.</p>
<p>Depois, surgiram outras formas de poesia, como o barroco (1601-1768), o arcadismo (1768-1836), o romantismo (1836-1870), o parnasianismo (1880-1893), o simbolismo (1893-1902), o pré- modernismo (1902-1922), o Modernismo (1922-1962), até a forma de hoje.</p>
<p>O <strong>Dia Nacional da Poesia </strong>é comemorado em homenagem ao nascimento de Castro Alves, em 14 de março de 1847. Poeta do romantismo, ele foi um dos maiores nomes da poesia brasileira. Suas obras que mais se destacaram foram: Os escravos (no qual há o seu famoso poema Navio Negreiro) e Espumas flutuantes, cujas características principais são a valorização do amor e a luta por liberdade e justiça. Há outros nomes importantes da poesia brasileira: Alberto de Oliveira, Gonçalves Dias, Raimundo Correia, Olavo Bilac, Casimiro de Abreu, Cecília Meireles, Jorge de Lima, Ferreira Gullar, Manuel Bandeira, Mário de Andrade, Mário Quintana, Carlos Drummond de Andrade e muitos outros.</p>
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		<title>IV Festival de Poesia Falada do RJ</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 14:14:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A APPERJ &#8211; Associação Profissional de Poetas no Estado do Rio de Janeiro convida todos os poetas a participarem do IV FESTIVAL DE POESIA FALADA DO RIO DE JANEIRO &#8211; PRÊMIO FRANCISCO IGREJA. O tema do concurso é livre, sendo aceitos todos os estilos poéticos. Poderão participar poetas residentes no país, de qualquer nacionalidade, exceto...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/02/poesia01.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-12014" title="poesia01" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/02/poesia01-231x300.jpg" alt="poesia01" width="231" height="300" /></a>A APPERJ &#8211; Associação Profissional de Poetas no Estado do Rio de Janeiro convida todos os poetas a participarem do IV FESTIVAL DE POESIA FALADA DO RIO DE JANEIRO &#8211; PRÊMIO FRANCISCO IGREJA.</p>
<p>O tema do concurso é livre, sendo aceitos todos os estilos poéticos. Poderão participar poetas residentes no país, de qualquer nacionalidade, exceto os diretores da APPERJ. Cada concorrente poderá enviar até três poemas inéditos, em língua portuguesa, digitados, de no máximo 30 linhas (espaços inclusive), em 3 (três) vias de cada, acompanhados da taxa de inscrição: 10 reais por poema (cópia do depósito feito em nome de APPERJ, Banco Real/Santander, ag. 0894, cc 2017863-5, até o dia 31 de julho de 2011, para: IV Festival de Poesia Falada do Rio de Janeiro &#8211; Prêmio Francisco Igreja; Rua Pereira da Silva, 586/304, Cep: 22221-140, Laranjeiras, Rio de Janeiro/RJ, valendo como data de entrega o carimbo do correio.</p>
<p> </p>
<p>O trabalho deverá ser apresentado com pseudônimo e os dados do autor deverão ser enviados em envelope lacrado, digitado (não serão aceitos poemas manuscritos), constando de: nome completo do autor; nome literário; pseudônimo; título da obra; endereço completo &#8211; CEP inclusive; telefone para contato &#8211; indicar DDD; e-mail. O envelope lacrado com os dados do autor deve ser enviado dentro do envelope maior contendo o(s) poema(s) para o concurso. Colocar como remetente, o nome Francisco Igreja e o mesmo endereço do destinatário. A identificação indevida do poeta, assim como o não atendimento a qualquer item do regulamento, acarretará na desclassificação do mesmo.</p>
<p> </p>
<p>Os poemas serão julgados por literatos reconhecidamente idôneos da comunidade poética brasileira, cuja decisão será irrevogável e irrecorrível. Serão considerados na decisão: a correção da linguagem, a beleza das imagens poéticas e a originalidade com que o tema for tratado.</p>
<p> </p>
<p>Premiação:  </p>
<p> </p>
<p>Categoria Única &#8211; serão selecionados os 20 melhores textos, cujos autores receberão certificado de Menção Honrosa e prêmios no valor de mil reais, assim distribuídos: 1° lugar: R$400,00; 2° lugar: R$300,00; 3° lugar: R$200,00 e melhor intérprete: R$100,00.</p>
<p> </p>
<p>O poeta 1° lugar em texto receberá o Prêmio Francisco Igreja, que constará de: além do prêmio em dinheiro; publicação sem ônus na coletânea PERFIL e medalha Francisco Igreja.</p>
<p> </p>
<p>Ao apperjiano mais bem classificado dentre todos os concorrentes selecionados ou não (e em dia com a Tesouraria da associação), será oferecido certificado, o Troféu Francisco Igreja, sendo seu poema publicado graciosamente – sem ônus, na Coletânea PERFIL.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>A seleção dos poemas será feita por associados, especialmente, convidados para este mister. A classificação dos poemas selecionados será feita por júri presente ao evento que, também, considerará a oralidade na seleção do melhor intérprete (tempo máximo de apresentação de 10 minutos, a ultrapassagem do tempo estimado acarretará em desclassificação). Concorrerão todos os intérpretes, autores ou não. Os poemas selecionados para a cerimônia de premiação serão publicados nos sites da APPERJ e da OFICINA Editores (apoio cultural).</p>
<p> </p>
<p>O encerramento do concurso acontecerá dia 16 de setembro de 2011 (6ª feira), a partir das 17h, no Auditório Machado de Assis, da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Pedimos a todos os concorrentes, que indiquem a intenção de comparecer ao encerramento ou o nome de um poeta carioca que possa representá-lo. A Diretoria da APPERJ garante, antecipadamente, a apresentação dos poemas selecionados, durante a festa de encerramento.</p>
<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/02/associacao-poesia.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-12015" title="associacao poesia" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/02/associacao-poesia.gif" alt="associacao poesia" width="55" height="72" /></a><a href="http://www.apperj.com.br/">www.apperj.com.br</a></p>
<p>Outras informações pelos tel: Marcia Agrau (21) 2265-3934 / Sérgio Gerônimo (21) 3328-4863.</p>
<p>Apoio cultural: <a href="http://www.oficinaeditores.com.br/">www.oficinaeditores.com.br</a></p>
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