FOTOGRAFIA ORGÂNICA? E TAMBÉM RESPONSÁVEL E CRIATIVA

Uma abordagem autêntica e não convencional. É assim que as fotógrafas, Viviane Rodrigues e Juh Moraes classificam o trabalho que nominaram de fotografia orgânica, produzida fora dos estúdios, sem os aparatos e recursos técnicos geralmente utilizados por profissionais. “O que é natural é espontâneo e verdadeiro, é emocional e é disso que a Fotografia Orgânica é resgata.”, diz Viviane. A fotografia produzida pelas profissionais dispensa o estúdio e o fotógrafo realiza o trabalho, em qualquer lugar, com o menor aparato possível. Juh Moraes acredita que outro diferencial do trabalho é a relação de comprometimento e conexão. “Comprometimento do fotógrafo para com a arte, e conexão com as pessoas que vão ser fotografadas.” O conceito de fotografia orgânica também se compromete, para as duas profissionais, em não utilizar o HDR (High Dynamic Range), grandes efeitos de edição fotográfica, que, para Moraes “acabam desfigurando pessoas e locais.” Viviane Rodrigues, que também é jornalista e professora, diz que a fotografia orgânica se completa na captação da imagem e não na edição. A professora também afirma que existe a preocupação em não compactuar com a criação de identidades ou imagens falsas para não contribuir na desordem social causada pela hiper-realidade. O termo, segundo o filósofo francês, Jean Baudrillard é o aperfeiçoamento da realidade a qualquer custo, ludibriando e confundindo as pessoas, como acontece através imagens publicitárias reproduzidas na mídia. Juh e Viviane vão em sentido contrário. “Trabalhamos com técnica no momento da captação, para que haja o menos possível para ser editado depois, e completa Juh Moraes, que é também produtora de TV e editora. “Nada de peles com efeito plástico ou de boneca, ou transformações fantasiosas, efeitos mirabolantes, de gosto muito duvidoso e nada original. A edição é a ferramenta, não o fim.” É nesse momento que a fotografia orgânica também se torna fotografia responsável, na opinião das fotógrafas. “A produção de imagens que “aperfeiçoam” a vida, as pessoas, e que é praticada por muitos profissionais é desnecessária, porque na técnica de captação há inúmeras possibilidades para destacar o que há de mais belo em alguém ou em uma imagem, se o que você pretende é uma fotografia e não arte digital”, afirma Viviane. A fotografia conceitual e os editoriais de moda, por outro lado, permite a conjugar criatividade e liberdade no trabalho fotográfico, licenciando as profissionais e os artistas convidados, “muito mais que editores de imagens, artistas reconhecidos, que nos ajudam a produzir o que o cliente deseja.”, assegura Juh. Um pouco do trabalho de Viviane Rodrigues e Juh Moraes pode ser visto até o dia 30 de Março no Quintana Café e Restaurante, que possui um ambiente mais que acolhedor e perfeito para a prática do bom papo e da troca de idéias. O Quintana oferece especiarias únicas para o paladar, sem esquecer a saúde. O café e restaurante, que fica numa casa aconchegante na avenida Batel, faz parte do movimento Gastronomia Responsável, que reúne 11 restaurantes de Curitiba que oferecem produtos orgânicos em risco de extinção, utilizados integralmente para diminuir o desperdício e que sejam comprados em Curitiba e na região metropolitana, para diminuir a emissão de gases com transporte. As profissionais também possuem um site (http://www.photolifegraphy.com) com uma amostra do trabalho, que vai desde retratos, eventos, fotografia esportiva, fotodocumentações variadas até Nude e Erotica, que são formas de produção fotográfica artística retratando a sensualidade e a sexualidade humana. CONTATOS Viviane Rodrigues Peixe Jornalista Docente Fotógrafa 41 9630-1418 Juh Moraes Fotógrafa Produtora Editora 41 8711-9493 www.photolifegraphy.com  Quintana Café Resta http://quintanacafe.com.br/   Av. Batel, 1440 Curitiba – Paraná Tel.: 41 3078-6044 / 3078-8944 / 99752021 contato@quintanacafe.com.br

 quintanacafe@gmail.com

Author: Redação

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