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	<title>Brasil Cultura &#187; Cultura</title>
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		<title>Mais Cultura nas Escolas &#8211; Governo investe R$ 100 milhões para levar artes ao ambiente escolar</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 12:36:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os ministérios da Educação e da Cultura vão contemplar este ano 5 mil projetos culturais com valor entre R$ 20 mil e R$ 22 mil, de iniciativa de escolas da rede pública que já participam dos programas Mais Educação e Ensino Médio Inovador. Os projetos, que deverão atender aos objetivos de promover a circulação de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/maisculturanasescolas.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19354" title="maisculturanasescolas" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/maisculturanasescolas.jpg" alt="" width="200" height="68" /></a>Os ministérios da Educação e da Cultura vão contemplar este ano 5 mil projetos culturais com valor entre R$ 20 mil e R$ 22 mil, de iniciativa de escolas da rede pública que já participam dos programas Mais Educação e Ensino Médio Inovador. Os projetos, que deverão atender aos<br />
objetivos de promover a circulação de cultura nas escolas e contribuir para a formação de público para as artes na comunidade escolar, deverão se formulados em parceria entre escolas, artistas e entidades culturais.</p>
<p>É o que determina o programa Mais Cultura nas Escolas, lançado nesta terça-feira, 21, pelos ministros da Educação, Aloizio Mercadante, e da Cultura, Marta Suplicy. Estão aptas a se inscrever 34 mil escolas da rede pública, ativas nos dois programas já existentes. As iniciativas precisam ser cadastradas, até o final de junho, pelos diretores das escolas no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec).</p>
<p>A previsão de investimento é de R$ 100 milhões para financiar os 5 mil  projetos. Os valores<br />
serão repassados diretamente às escolas por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Ao prestarem contas, os gestores deverão incluir documentação de fotos e vídeos das atividades que foram realizadas pelo programa Mais Cultura nas Escolas.</p>
<p>“O objetivo do programa é envolver os estudantes nesse processo de aprendizado por meio da cultura. Vamos selecionar os projetos que mais envolvam a comunidade”, salientou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.</p>
<p>As atividades deverão ser voltadas para nove eixos temáticos: residência de artistas para pesquisa e experimentação; criação, circulação e difusão da produção artística; promoção cultural e pedagógica em espaços de cultura; educação patrimonial; cultura digital e comunicação; cultura afro-brasileira; culturas indígenas; tradição oral, e educação museológica.</p>
<p>Os projetos serão selecionados por uma comissão com representantes do MEC, do MinC e professores das universidades federais, que darão pareceres técnicos. Segundo o ministro, a escolha dos projetos vai buscar o equilíbrio para que todas as regiões do país estejam contempladas. “Vai ganhar quem tiver qualidade. Tudo na educação é mérito”, pontuou Mercadante.</p>
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		<title>10ª Edição Festival de Cinema de Maringá</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 14:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Festival de Cinema de Maringá recebe inscrições de filmes nacionais e latino-americanos. Estão abertas as inscrições para a seleção de filmes da mostra competitiva da 10ª Edição do Festival de Cinema de Maringá e 1ª Mostra Competitiva Latino-americana. Podem participar longas e curtas-metragens de ficção, documentários e experimentais, em 35 mm ou digitais. As inscrições...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/festival-de-cinema-300x187.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19350" title="festival-de-cinema-300x187" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/festival-de-cinema-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a>Festival de Cinema de Maringá recebe inscrições de filmes nacionais e latino-americanos. Estão<br />
abertas as inscrições para a seleção de filmes da mostra competitiva da 10ª Edição do Festival de Cinema de Maringá e 1ª Mostra Competitiva Latino-americana.</p>
<p>Podem participar longas e curtas-metragens de ficção, documentários e experimentais, em 35 mm ou digitais. As inscrições vão até o dia 30 de junho de 2013. O Festival será realizado entre os dias 28 de agosto e oito de setembro, sem cobrança de ingresso.</p>
<p>Uma das novidades deste ano é a 1ª Mostra Competitiva Latino-americana, que será realizada<br />
paralelamente a mostra nacional. Estes filmes serão considerados de sua origem, específicos para esta Mostra.</p>
<p>No ano passado o Festival bateu recorde de inscrição, sendo quase 456 filmes inscritos, Segundo os organizadores do evento, Pery de Canti e Inez Petri, este ano a expectativa é de superar esse número.</p>
<p>Os interessados em inscrever seus filmes para o festival podem acessar o site <a href="http://www.festcinemaringa">www.festcinemaringa</a> .com.br e preencher a ficha de inscrição, neste endereço também está o regulamento do evento.</p>
<p>O Festival de Cinema de Maringá conta com o apoio da Concessionária Viapar, que patrocina<br />
o evento através da lei Rouanet de incentivo a cultura, Ministério da Cultura e realização da Perfil Consultoria.</p>
<p><strong>Serviço </strong></p>
<p>10º Festival de Cinema de Maringá – 2013</p>
<p>1ª Mostra Competitiva Latino Americana</p>
<p>Maringá – Paraná</p>
<p>Prazo paraInscrições – 30 junho de 2013</p>
<p>Inscrições –<br />
<a href="http://www.festcinemaringa.com.br">www.festcinemaringa.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19349&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Justiça vê racismo em editais do MinC para cultura negra</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/arqueologia/justica-ve-racismo-em-editais-do-minc-para-cultura-negra/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 13:31:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Justiça Federal suspendeu os editais de incentivo à cultura negra lançados  pelo Ministério da Cultura (MinC) em novembro de 2012, por entender que eles  representam uma prática racista. Com um valor total de R$ 9 milhões, os editais  foram, até agora, a principal novidade da gestão de Marta Suplicy à frente da  pasta, que...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/mincracismo.png"><img class="alignleft size-full wp-image-19347" title="mincracismo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/mincracismo.png" alt="" width="200" height="149" /></a>A Justiça Federal suspendeu os editais de incentivo à cultura negra lançados  pelo Ministério da Cultura (MinC) em novembro de 2012, por entender que eles  representam uma prática racista. Com um valor total de R$ 9 milhões, os editais  foram, até agora, a principal novidade da gestão de Marta Suplicy à frente da  pasta, que assumiu há cerca de nove meses prometendo políticas de inclusão.</p>
<p>A decisão, do juiz José Carlos do Vale Madeira,  da 5ª Vara da Seção Judiciária do Maranhão, foi publicada no Diário Oficial de  segunda-feira. Ele escreveu que o MinC “não poderia excluir sumariamente as  demais etnias” e que os editais “destinados exclusivamente aos negros abrem um  acintoso e perigoso espectro de desigualdade racial”.</p>
<p>Na minha opinião é uma decisão equivocada — afirma Humberto Adami, diretor<br />
do Instituto de Advocacia Racial e Ambiental (IARA). — Ela deixa de reconhecer a<br />
Constituição Federal, o Estatudo da Igualdade Racial e tratados internacionais<br />
de combate à discrimição racial que são assinados pelo Brasil desde 1960, no<br />
sentido de combater o racismo e fomentar a inclusão dos afrodescendentes, que<br />
historicamente sofrem exclusão.</p>
<p>Os editais suspensos foram: Apoio para Curta-Metragem — Curta Afirmativo:  Protagonismo da Juventude Negra na Produção Audiovisual; Prêmio Funarte de Arte  Negra; Apoio de Coedição de Livros de Autores Negros; e Apoio a Pesquisadores  Negros. O primeiro é de gestão da Secretaria do Audiovisual (SAv) do MinC, o  segundo, da Funarte, e os dois últimos, da Fundação Biblioteca Nacional.</p>
<p>O racismo no Brasil em relação ao negro é uma questão histórica — avalia<br />
Antonio Costa Neto, assistente técnico do IARA. — Houve racismo durante a<br />
escravidão, posteriormente com a teoria de branquear a população e depois como<br />
política pública na educação e também na imigração. Então hoje tentamos<br />
desconstruir o racismo através de políticas públicas afirmativas. O magistrado<br />
leva em consideração o momento atual, que não admite prática de racismo, mas<br />
deve considerar também esses fatos históricos. Se fizermos um recorte racial, há<br />
poucos produtores negros com acesso a essas política públicas.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>Ministério promete recorrer</strong><br />
Os editais foram lançados em  20 de novembro, quando se comemora o Dia da Consciência Negra. A ideia anunciada  por Marta era facilitar o acesso a verbas por parte de artistas e produtores que  lidam com a cultura negra, cujos projetos seriam, de acordo com o MinC, pouco  acolhidos pelas políticas usuais de patrocínio. Todos eles já haviam encerrado  suas inscrições e deveriam anunciar os projetos habilitados no início do segundo semestre.</p>
<ul>
<li></li>
<li>O processo foi movido como ação popular pelo escritório do advogado Pedro<br />
Leonel Pinto de Carvalho, do Maranhão, citando como réus a União Federal, a<br />
Funarte e a Fundação Biblioteca Nacional.</li>
<li></li>
</ul>
<p>O edital tem uma natureza racista. Por que ele é apenas para pessoas negras<br />
e não para brancos ou índios, por exemplo? É uma proposta que gera preconceito —<br />
diz Pedro Eduardo Ribeiro de Carvalho, gerente jurídico do escritório de Pedro<br />
Leonel.<br />
Para Adami, a medida liderada pela ministra Marta Suplicy se insere<br />
no princípio das ações afirmativas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É uma ação do poder executivo que visa socorrer um determinado segmento da<br />
sociedade. Não deveria causar estranheza, pois todos os dias temos algum<br />
segmento da sociedade beneficiado por alguma decisão do executivo, judicário ou<br />
legisliativo. Quando empresários recebem isenção de pagamento de tributos,<br />
ninguém diz que é inconstitucional. Nesse aspecto, penso que não faltarão<br />
argumentos para que a Advocacia Geral da União faça um recurso ao Tribunal<br />
Regional em Brasília e que essa decisão seja sumariamente cassada.</p>
<p>Em nota, o MinC informou que vai apresentar recurso à decisão: “O edital da<br />
SAv é legal, constitucional e há segurança na regularidade da política. O mesmo<br />
entendimento têm as áreas jurídicas da Funarte e Fundação Biblioteca Nacional,<br />
que também entrarão com recurso”.</p>
<ul>
<li><em>De <a href="http://oglobo.globo.com/cultura/editais-do-minc-para-cultura-negra-sao-suspensos-8454747">André Miranda, O Globo</a>:</em></li>
</ul>
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		<item>
		<title>Conselho Municipal de Cultura de Curitiba toma posse sexta-feira</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 17:55:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os membros da sociedade civil e da comunidade artística eleitos em 2012 para o Conselho Municipal de Cultura tomam posse na próxima sexta-feira (24), às 19h, no Teatro Londrina, que fica no Memorial de Curitiba. Além desses novos integrantes, o Conselho, que tem mandato de dois anos, reúne representantes da Prefeitura e da Câmara Municipal....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/paiol.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19342" title="paiol" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/paiol.jpg" alt="" width="200" height="132" /></a>Os membros da sociedade civil e da comunidade artística eleitos em 2012 para o Conselho Municipal de Cultura tomam posse na próxima sexta-feira (24), às 19h, no Teatro Londrina, que fica no Memorial de Curitiba. Além desses novos integrantes, o Conselho, que tem mandato de dois anos, reúne representantes da Prefeitura e da Câmara Municipal.</p>
<p>A atual configuração do Conselho terá várias missões importantes. Uma delas será ajudar a construir o Plano Municipal de Cultura, que condensará as metas para os próximos 10 anos da área em Curitiba.</p>
<p>Os novos membros também serão os primeiros a atuar após a adesão do município ao Sistema Nacional de Cultura, que modifica a gestão local na área facilitando o repasse de verbas federais e integrando melhor as ações entre os governos.</p>
<p>“A nova gestão também irá debater com a sociedade civil as mudanças que vamos começar na área”, lembra o assessor de Relações Institucionais da Presidência da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), Elton Barz. Ele ressalta, ainda, que o Conselho deverá deixar de ser um órgão apenas consultivo. “Ele também deve se tornar deliberativo”, informa.</p>
<p><strong>Conferência –</strong> Entretanto, o primeiro desafio do Conselho será organizar a Conferência Municipal de Cultura, a ser realizada em julho, e na qual serão debatidos o cenário atual e uma série de mudanças propostas para o setor.</p>
<p>Também serão preparadas as demandas e discussões, bem como escolhidos os representantes a serem levados para a 3ª Conferência Nacional de Cultura, que ocorre em Brasília de 26 a 29 de novembro e cujo tema será “Uma Política de Estado para a Cultura: desafios do Sistema Nacional de Cultura”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O Conselho –</strong> O Conselho Municipal de Cultura é o órgão que, no âmbito do município, institucionaliza a relação entre a administração municipal e os setores da sociedade civil ligados à cultura. Ele participa da elaboração e da fiscalização das políticas culturais. Foi instituído pela lei 11.834, de 4 de julho de 2006.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dos 25 membros titulares, nove são indicados pela sociedade civil e sete pela comunidade artística e cultural organizada. Os demais membros são representantes do Poder Executivo Municipal e da Câmara Municipal de Curitiba. Integram ainda o conselho 25 membros suplentes. Por lei, a presidência do Conselho é exercida pelo presidente da Fundação Cultural de Curitiba.</p>
<p>&#8211;</p>
<div>Coordenação de Comunicação Social&lt;br&gt;Fundação Cultural de Curitiba&lt;br&gt;www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br&lt;br&gt;Phone: + 55 41 3213-7530</div>
<div>
<div><a title="Última Mensagem" href="#"> </a><a title="Próxima Mensagem" href="#"> </a></div>
</div>
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		<title>Bienal de São Paulo sai do cadastro de inadimplentes do Ministério da Cultura</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 14:50:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ministra da Cultura, Marta Suplicy, e o presidente da Fundação Bienal de São Paulo (FBSP), Luís Terepins, assinaram hoje (20) um acordo para retirar a instituição do cadastro de inadimplentes do ministério. No acordo, a Bienal reconheceu uma dívida de R$12,2 milhões e se comprometeu a quitar os débitos, em 60 vezes, até 2018....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/bienal_sp.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19339" title="bienal_sp" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/bienal_sp.jpg" alt="" width="200" height="133" /></a>A ministra da Cultura, Marta Suplicy, e o presidente da Fundação Bienal de São Paulo (FBSP), Luís Terepins, assinaram hoje (20) um acordo para retirar a instituição do cadastro de inadimplentes do ministério. No acordo, a Bienal reconheceu uma dívida de R$12,2 milhões e se comprometeu a quitar os débitos, em 60 vezes, até 2018.</p>
<p>Com o nome fora da lista de inadimplentes, a fundação poderá voltar a captar recursos pela lei Lei Rouanet, por exemplo. A dívida da instituição em 1999, era R$ 3,5 milhões que, corrigidos a valores de abril de 2013, está em R$ 12,2 milhões.</p>
<p>“Com o acordo, o Ministério da Cultura assegura a quitação das dívidas; resolve uma pendência que dura anos; propicia um evento de relevância mundial nas artes visuais; e se torna parceiro na realização da Bienal de Arte de São Paulo”, disse o ministério em nota.</p>
<p>Em 2012, a Bienal de São Paulo foi vista por 520 mil pessoas, sendo 60 mil estrangeiros. Na última edição, a instituição formou 40 mil educadores e foi visitada por 200 mil alunos. “Quando me falaram dessa parte, da educação, foi uma das coisas que mais me sensibilizaram. O programa educativo, o material educativo nas artes que eles têm, que é de primeiríssima, é algo que não pode não ser reconhecido como um instrumento importante para as nossas escolas”, disse a ministra após assinar o acordo.</p>
<p>Segundo o presidente da fundação, Luis Terepins, com o acordo, a edição número 31 da Bienal está garantida em 2014. “As pessoas não conseguem entender o alcance dessa fundação. E a importância que ela tem em São Paulo e fora do Brasil. As artes plásticas são a ponta de lança, pois vislumbra novas linguagens e novas maneiras de se traduzir uma sociedade em transformação”, declarou.</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19338&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Guerra e “carta-bomba” na política cultural entre governo Beto Richa e Gustavo Fruet</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/guerra-e-%e2%80%9ccarta-bomba%e2%80%9d-na-politica-cultural-entre-governo-beto-richa-e-gustavo-fruet/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 23:47:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O escritor e jornalista Rogério Pereira, editor do jornal literário Rascunho, coeditor do site Vida Breve e diretor da Biblioteca Pública do Paraná (portanto membro do governo Beto Richa – PSDB), encaminhou uma “carta-bomba” ao prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), mesmo o prefeito estando no Japão, por causa do evento Paiol Literário. (blogdotarso) A...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/fruet-interna.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19336" title="fruet-interna" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/fruet-interna.jpg" alt="" width="200" height="133" /></a>O escritor e jornalista Rogério Pereira, editor do jornal literário Rascunho<em>, </em>coeditor do site Vida Breve e diretor da Biblioteca Pública do Paraná (portanto membro do governo Beto Richa – PSDB), encaminhou uma “carta-bomba” ao prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), mesmo o prefeito estando no Japão, por causa do evento Paiol Literário.</p>
<p><strong>(blogdotarso)</strong></p>
<p>A carta simplesmente chama a Fundação Cultural de Curitiba de “uma piada de mau gosto”,<br />
um “circo cujos palhaços maltrapilhos não passam de porcos chafurdando no excremento municipal”, “acéfala”, “indecente”, ”incompetente, arrogante e aparvalhada”, e alguns membros da gestão de Gustavo Fruet de arrogantes, com “estupidez atroz e risível”, um “burocrata almofadinha”, Pinóquio, “quadrúpedes pestilentos” e ainda questiona fetiches sexuais como “um escritor de cuecas na cozinha”.<br />
Rogério poupou e não cita a presidência da Fundação Cultural, mas em sua carta sobra<br />
até para as obras na Rua Carlos de Carvalho, iniciadas na gestão do ex-prefeito Luciano Ducci (PSB).<br />
O Blog do Tarso fica aberto para a Fundação Cultural de Curitiba, gestão Gustavo Fruet e governo Beto Richa se manifestarem sobre o tema.</p>
<p><strong>Veja a “Carta ao prefeito Gustavo Fruet ou A esmola”:</strong></p>
<p>Por:<br />
Rogério Pereira</p>
<p>Prezado Gustavo,</p>
<p>A sua Fundação Cultural é uma piada. De mau gosto. Ou um circo cujos maltrapilhos palhaços não passam de porcos chafurdando no excremento municipal. Eu explico.<br />
É bastante simples. O senhor entenderá. Desde 2006, o <em>Rascunho</em> — um dos principais veículos culturais do país, com cerca de 40 mil leitores mensais nas versões impressa e digital — realiza em Curitiba o projeto <strong>Paiol Literário</strong>, no Teatro Paiol. Desculpa a redundância. O senhor conhece o projeto, pois já o vi algumas vezes na plateia. É um bate-papo com escritores. Em sete anos, participaram sessenta autores. Gente como João Ubaldo Ribeiro, Nélida Piñon,<br />
Ignácio de Loyola Brandão, Affonso Romano de Sant’Anna, Ana Maria Machado, Milton Hatoum, Moacyr Scliar e Cristovão Tezza.</p>
<p>A lista é longa. E importante. Todos os encontros foram devidamente registrados e reproduzidos nas páginas do <em>Rascunho</em>, em seu site e em programas da ÓTV, do Grupo Paranaense de Comunicação. Os bate-papos também serviram para capacitação de professores da rede municipal de ensino. Em breve, serão publicados em livro por uma grande editora. Portanto, o <strong>Paiol Literário </strong>é um consistente registro da literatura brasileira deste início de século 21.<br />
Mas ao que parece, sua acéfala equipe de cultura pouco se importa com a preservação da memória. Compreensível. Se não tem cérebro, não pode se importar com a memória.</p>
<p>Neste ano, o <strong>Paiol Literário</strong> deixará de acontecer no Teatro Paiol. E não contará com o apoio da sua incompetente, arrogante e aparvalhada Fundação Cultural. Veja, Gustavo, a literatura nunca foi importante aos governos. Nunca esteve entre as prioridades. Sei disso. Não sou ingênuo. Doar dentaduras e cadeiras de rodas é mais relevante. Entendo. Minha mãe usa dentadura. Mas eu as compro, que fique bem claro. E logo precisará de uma cadeira de rodas. Também a comprarei.</p>
<p>Esta carta não é motivada pela decisão da sua pândega Fundação Cultural de não<br />
patrocinar o <strong>Paiol Literário</strong> em 2013. O projeto acontecerá normalmente a partir do segundo semestre em outro espaço cultural. O <strong>Rascunho </strong>sobrevive há 13 anos (157 edições). O senhor sabe o que significa um jornal de literatura sobreviver 13 anos sem o amparo de leis de incentivo à cultura, pouquíssima publicidade, numa cidade periférica como Curitiba? E o que isso<br />
significa para a cidade? Pense nisso enquanto pedala pelas ruas de uma Curitiba de poucas ciclovias.</p>
<p>O motivo desta carta é a falta de respeito do superintendente da Fundação Cultural de<br />
Curitiba, senhor Igor Cordeiro, cujas características mais evidentes são a arrogância e uma estupidez atroz e risível. Um burocrata almofadinha que acredita ser <em>Pinóquio</em> uma criação de Walt Disney. Desde o primeiro contato, ele, Igor Cordeiro, nos garantiu que o <strong>Paiol Literário </strong>“é um projeto muito importante e que será mantido”. Após algumas conversas, e-mails,<br />
telefonemas, chega-nos uma desprezível esmola. Não somos porcos famélicos para receber a lavagem rala e insossa de uma Fundação Cultural cujos dirigentes não passam de quadrúpedes pestilentos.</p>
<p>Reproduzo a seguir o e-mail enviado na quinta-feira (16) pela senhora Mirele Camargo, coordenadora de Relações Institucionais e Marketing da sua indecente Fundação Cultural. As esmolas oferecidas:</p>
<p>1) “Sugestão para nossa contrapartida é que seja a mesma do ano passado (quando<br />
não houve aporte de recurso), com cessão do espaço e dos funcionários.<br />
Complementaríamos com apoio de mídia (guia cultural e divulgação) e comdivulgação”.</p>
<p>A senhora Mirele é uma coordenadora mal informada. Em 2012, houve “aporte de recurso”.<br />
Desde 2006, há “aporte de recurso” da Fundação Cultural, Sesi Paraná e <em>Rascunho </em>para a realização do <strong>Paiol Literário</strong>.</p>
<p>Oferecer apoio de mídia é, no mínimo, ridículo. Divulgação? Não nos faça rir. Até mesmo<br />
o porteiro da garagem do prédio do <em>Rascunho</em> sabe mais de comunicação do que toda a equipe da sua Fundação Cultural.</p>
<p>2) “Outro apoio possível: três passagens aéreas ida e volta com estadias.”</p>
<p>Pretendemos convidar oito escritores para a edição deste ano do <strong>Paiol Literário</strong>.<br />
Sendo assim, alguns terão de vir a pé a Curitiba. Imagino que Francisco Dantas, do Sergipe, leve alguns meses até chegar aqui. Levando em conta a proposta mesquinha e estúpida da sua Fundação Cultural, alguns autores poderiam dormir na casa da senhora Mirele Camargo ou do senhor Igor Cordeiro. Talvez seja esta a intenção. Desconheço os fetiches sexuais de ambos. É possível que um escritor de cuecas na cozinha seja um deles. Nunca se sabe.</p>
<p>Desde 2006, o <strong>Paiol Literário</strong> acontece com “aporte de recurso”, como gosta de definir a senhora Mirele, do <em>Rascunho</em>, Sesi Paraná e Fundação Cultural.<br />
Mas “aporte de recurso” é bem diferente desta esmola molambenta oferecida na gestão que se inicia. Que início!</p>
<p>Reitero: esta carta é motivada pela falta de respeito, amadorismo e incompetência de sua<br />
estropiada equipe de cultura, tão mal representada pelo senhor Igor Cordeiro.<br />
Mas não se preocupe, Gustavo, o senhor poderá acompanhar o <strong>Paiol Literário </strong>2013 confortavelmente acomodado na plateia. Logo, teremos o novo local e a programação completa. Faremos com “aporte de recurso” próprio (ou seja, meu) e do Sesi Paraná, que está conosco desde 2006. Não desistiremos. Eu nunca desisto. Nunca.</p>
<p>Em tempo: já que a sua equipe não entende nada de literatura, por favor, termine logo as<br />
obras na rua em frente ao <strong>Rascunho</strong> (Rua Carlos de Carvalho, 655). Se não sabem o que é um livro, um escritor, que saibam pelo menos tapar um buraco, construir uma calçada.</p>
<p>Fique bem. E boa sorte. O senhor vai precisar.<br />
Um abraço.<br />
<strong>Rogério Pereira.</strong></p>
<p>P.S. Agradeço aos funcionários do Teatro Paiol (Lilian, Rogério, Aladim e companhia), que nos trataram com carinho, respeito e profissionalismo de 2006 a 2012. E o apoio recebido de Beto Lanza, Mariane Filipak Torres e Mauro Tietz, funcionários da Fundação Cultural de Curitiba, que sempre acreditaram na importância do <strong>Paiol Literário</strong>.</p>
<p><a href="http://blogdotarso.com/2013/05/20/guerra-e-carta-bomba-na-politica-cultural-entre-governo-beto-richa-e-gustavo-fruet/">Fonte</a></p>
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		<title>1º CONCURSO DE DANÇA DE SALÃO &#8211; NEW FLICK&#8217;S . RITMO SAMBA</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 23:44:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No quadradinho ou no soltinho, é lindo ver os casais que riscam o salão de forma elegante e cheios de graça e estilo. A partir desta terça-feira, dia 21 de maio, teremos a honra de presenciar a desenvoltura das duplas que se inscreveram para esta primeira edição do concurso. Serão 03 etapas e umagrande final...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/danca-de-salao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19330" title="danca de salao" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/danca-de-salao.jpg" alt="" width="141" height="200" /></a>No quadradinho ou no soltinho, é lindo ver os casais que riscam o salão de forma elegante e cheios de graça e estilo.</p>
<p>A partir desta terça-feira, dia 21 de maio, teremos a honra de presenciar a desenvoltura das duplas que se inscreveram para esta primeira edição do concurso.</p>
<p>Serão 03 etapas e umagrande final sempre às terças-feiras, a partir das 21h. Haverá distribuição de prêmios em dinheiro, troféus e medalhas.</p>
<p>O grupo SAMBACURI comandará a noite com o melhor do samba.<br />
1ª ETAPA | 21 DE MAIO</p>
<p>2ª ETAPA | 28 DE MAIO</p>
<p>3ª ETAPA | 04 DE JUNHO</p>
<p><strong>GRANDE FINAL | 11 DE JUNHO</strong></p>
<p>Info.:  41 3232-3068</p>
<p><strong>NEW FLICK’S </strong>| Av. Visc. de Guarapuava, 3489 &#8211; Centro Curitiba/Paraná<br />
APOIO . SAMBA DA TRADIÇÃO E BRASILCULTURA(www.brasilcultura.com.br)</p>
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		<title>Revolução cultural à brasileira</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/revolucao-cultural-a-brasileira/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 23:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na década de 1950, o Brasil se modernizava e partidos e movimentos de esquerda, bem como movimentos artísticos, acreditavam na possibilidade de uma revolução brasileira, nacional-democrática ou socialista. “Artistas e intelectuais tiveram um papel expressivo na construção da utopia de uma ‘brasilidade revolucionária’, que permitiria realizar as potencialidades de um povo e de uma nação”,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19324" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/aaarevo.jpg"><img class="size-full wp-image-19324" title="aaarevo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/aaarevo.jpg" alt="" width="200" height="128" /></a><p class="wp-caption-text">Nelson Pereira dos Santos filmando &quot;Como era gostoso o meu francês&quot; (1971)</p></div>
<p>Na década de 1950, o Brasil se modernizava e partidos e movimentos de esquerda, bem como<br />
movimentos artísticos, acreditavam na possibilidade de uma revolução brasileira, nacional-democrática ou socialista. “Artistas e intelectuais tiveram um papel expressivo na construção da utopia de uma ‘brasilidade revolucionária’, que permitiria realizar as potencialidades de um povo e de uma nação”, diz Marcelo Ridenti, professor de sociologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Mas até hoje a compreensão dessa relação, entre política e cultura,<br />
é complexa e inclui nomes de peso do panteão cultural que foram comunistas, como: Jorge Amado, Nelson Pereira dos Santos, Caio Prado Jr., Nora Ney, Dias Gomes, Jorge Goulart e Di Cavalcanti, entre outros. “É um problema que não cabe numa equação simples que supõe a militância comunista de artistas e intelectuais como parte de um desejo de transformar seu saber em poder.<br />
Tampouco se pode supor que houvesse mera manipulação dos intelectuais pelos dirigentes do Partido Comunista Brasileiro [PCB]”, explica o professor, que analisou a questão no projeto Artistas e intelectuais comunistas na consolidação do campo intelectual e da indústria cultural no Brasil. (<a href="http://revistapesquisa.fapesp.br/2013/05/03/aristas-e-intelectuais-comunistas-na-industria-cultural-no-brasil/" target="_blank">Veja aqui</a> )</p>
<p>“Num momento como o atual, em que as pesquisas evitam a politização dos temas, é importante recuperar como cultura e política se aproximaram num períodoturbulento como aquele, entre os anos 1950 e 1970”, observa o pesquisador.<br />
Segundo Ridenti, vários campos artísticos e intelectuais consolidados a partir da década de 1950 só são pensáveis a partir das lutas em seu interior, em que os comunistas desempenharam um papel importante, por vezes levando os integrantes do PCB ou ex-militantes às posições de maior reconhecimento ou prestígio. Muitos mudaram de convicção política ao longo do tempo. A maioria fez uma autocrítica sobre a sua atuação naquele período, mesmo os que<br />
continuaram se identificando como de esquerda ou sendo comunistas. Houve também muita reclamação posterior de que o partido mantinha com eles uma relação “ornamental” ou “instrumental”, ou seja, apenas para angariar prestígio ou divulgar uma linha política, sem falar nas críticas sobre o despotismo da direção, pronta a vigiar o imaginário dos militantes. “Só em parte isso é verdade. Esses artistas só puderam conquistar posições a partir do histórico de<br />
militância organizada, que, assim, esteve longe de significar mera manipulação de seus artistas e intelectuais. Era uma relação de mão dupla”, observa o autor.</p>
<div id="attachment_19325" class="wp-caption aligncenter" style="width: 300px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/cenapagador.jpg"><img class="size-full wp-image-19325" title="cenapagador" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/cenapagador.jpg" alt="" width="290" height="258" /></a><p class="wp-caption-text">Cena de O pagador de promessas, de Dias Gomes, em 1960</p></div>
<p>“De fato, o partido tinha uma linha política estreita e dogmática, dava pouco espaço a seus intelectuais, quase não contribuía para pensar a especificidade da sociedade brasileira, era marcado pelo centralismo e por relações autoritárias. Mas havia contrapartidas que mantiveram os artistas e intelectuais no partido apesar de tudo isso”, fala Ridenti. Para ele, não se deve caricaturar a ação cultural do PCB nos anos 1950, um elemento expressivo constituinte da cultura brasileira. “A indústria cultural ainda não estava de todo estabelecida no país. Com a modernização, muitos artistas e intelectuais estavam em busca de um espaço que não fosse a Igreja ou o Estado, então as principais instituições organizadas nos tempos em que a universidade ainda estava em crescimento”, lembra. Na maioria vindos da classe média que se<br />
expandia com a modernização do país, esses intelectuais não cabiam em nenhum<br />
dos dois espaços. “O PCB foi uma chance de organização, um fórum de debate cultural e político, que permitia ter acesso a uma rede de revistas pelo Brasil e de contatos no exterior.”</p>
<p><strong></p>
<p>Legitimidade</strong></p>
<p>A organização no partido dava legitimidade a certos grupos e indivíduos que buscavam marcar posição (ou evitar perder prestígio) em suas atividades. “O grande exemplo foi Jorge Amado, que teve seu talento potencializado pela ligação com o PCB, cuja rede de contatos internacionais facilitou a publicação de seus romances em vários países. Por sua vez, ele emprestava o seu prestígio de escritor ao partido e acabou sendo eleito deputado pelo PCB na Constituinte<br />
de 1946”, conta Ridenti. No exílio na França, a partir de 1948, aderiu ao movimento internacional pela paz e ganhou notoriedade mundial. “Sem desmerecer o talento de Amado, isso não teria acontecido se ele não fosse ligado ao partido. Foi por meio dessa relação que ele teve acesso a uma rede de contatos em diversos países da Europa e viu seus romances traduzidos em vários idiomas em razão disso. O mesmo aconteceu com Nelson Pereira dos Santos, que foi para a França e outros países com apoio do PCB e pôde conhecer vários cineastas”, diz<br />
o pesquisador.</p>
<div id="attachment_19326" class="wp-caption aligncenter" style="width: 300px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/acantora.jpg"><img class="size-full wp-image-19326" title="acantora" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/acantora.jpg" alt="" width="290" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Nora Ney no aeroporto do Galeão em 1969</p></div>
<p>Amado se transformou em divulgador do realismo socialista no Brasil e mesmo quando se afastou do PCB nunca rompeu oficialmente com os comunistas. “Ele saiu à francesa. Só ganhou autonomia como autor depois de <em>Gabriela, cravo e canela </em>(1958)”, fala Ridenti. As recompensas, porém, colocavam dilemas para os artistas, que testemunhavam as perseguições aos militantes dissidentes em escala internacional. “Eles também se inseriam nas redes comunistas como reprodutores do pensamento e da política produzida no centro, não como<br />
formuladores originais”, nota o autor. “Realmente, entre os anos 1940 e 1950, durante o realismo socialista, houve um grande controle do partido sobre os artistas e intelectuais brasileiros ligados ao PCB. Mas, no geral, essa relação foi flexível, porque o partido não se interessava muito pela cultura, o que explica por que, nos anos 1970, os artistas tentaram construir uma política cultural para o PCB, que não tinha uma”, lembra o historiador Marcos<br />
Napolitano, da Universidade de São Paulo (USP), autor do estudo <em>Políticas culturais e resistência democrática no Brasil nos anos 1970</em>.</p>
<p>“Houve um entusiasmado movimento em que os intelectuais e o partido convergiram para pensar um projeto revolucionário de nação. O partido e os intelectuais de esquerda foram as grandes referências, por exemplo, para os cineastas dispostos a fazer uma arte política e, em tese, politizadora. Infelizmente, o partido poderia ter usado mais e melhor os diagnósticos feitos pelos artistas”, observa a socióloga Célia Tolentino, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Marília, que estuda o tema em <em>O pensamento social na literatura e no cinema</em>,<br />
com apoio da FAPESP. “Os artistas não eram inocentes úteis para o PCB, também ganhavam com essa relação”, nota Ridenti.</p>
<p><strong></p>
<p>Autonomia</strong></p>
<p>A maior ou menor autonomia do partido dependia da carreira paralela à política. Figuras como Dias Gomes ou Oscar Niemeyer, para citar dois exemplos, lembra o pesquisador, não sofreram nenhuma ingerência do PCB em sua vida e obra. Essa influência atingia mais (embora de forma desorganizada) os menos conhecidos.<br />
“Assim, se há casos em que o partido foi autoritário com os artistas, fica a pergunta: por que muitos deles seguiram na militância ainda assim? Havia o sentimento de pertencer a uma comunidade que se imaginava na vanguarda mundial e podia dar apoio e organização a artistas e intelectuais em luta por prestígio e poder, distinção e consagração em seus campos de atuação, para si e para o partido”, diz o autor. Com esse movimento, os artistas comunistas prepararam o<br />
terreno para a renovação futura. “O Cinema Novo, dos anos 1960, não seria possível sem a história anterior de disputas no campo do cinema fomentada pelos cineastas comunistas”, nota Ridenti.</p>
<p>“O mesmo vale para o desenvolvimento das novelas e da TV brasileira como um todo. Após o golpe de 64, a hegemonia do PCB entre intelectuais e artistas foi cortada e a partir de 1968 eles acabam abrigados na Rede Globo, apesar de a emissora ser partidária da ditadura. Figuras como Dias Gomes, Ferreira Gullar, Gianfrancesco Guarnieri, entre outros, além de encontrarem proteção, viram a TV como uma continuidade programática, acreditavam que era uma forma de falar com<br />
o povo. Por isso chegaram a ser rotulados de ‘vendidos’, quando estavam continuando a sua política cultural”, diz o historiador Francisco Alambert, da USP, autor, entre outros, do artigo <em>Mario Pedrosa: art and revolution</em>.<br />
“Aos poucos, com o desenvolvimento da sociedade civil e da indústria cultural, as classes populares vão assumindo sua voz, não precisando mais de intelectuais falando em nome delas. A produção cultural vai se ligar ao mercado e ao espaço universitário, esvaziando os partidos e a ideia de revolução, rompendo a aproximação entre cultura e política”, diz Ridenti.</p>
<p>“Não se pode, porém, esquecer o que houve no passado. É preciso compreender os dilemas e contradições das figuras humanas daquele tempo que não raro aparecem mitificadas nos escritos sobre elas”, finaliza o pesquisador.</p>
<p><strong>Por Carlos Haag</strong></p>
<p>Fonte: Revista Pesquisa Fapesp</p>
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		<title>VIAJAR É PRECISO? &#8211; CRÔNICAS DE VIAGEM</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/viajar-e-preciso-cronicas-de-viagem/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 14:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O maringaense, historiador e educador, presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Marcos Cordiolli  convida para lançamento do seu livro. Marcos, que se mudou para Curitiba em 1979, tem experiência como produtor de cinema, assessor da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, da Agência Nacional do Cinema e escritor como é o caso...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/cordiolilivro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19319" title="cordiolilivro" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/cordiolilivro.jpg" alt="" width="200" height="114" /></a>O maringaense, historiador e educador, presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Marcos<br />
Cordiolli  convida para lançamento do seu livro.</p>
<p>Marcos, que se mudou para Curitiba em 1979, tem experiência como produtor de cinema,<br />
assessor da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, da Agência<br />
Nacional do Cinema e escritor como é o caso desta coletânea de crônicas com a<br />
participação de outros escritores. Dividido entre a gestão da Fundação Cultural, projetos tantos e a formatação de um programa de TV para sua namora a atriz Isadora Ribeiro, achou um tempo parra literatura.</p>
<p>Acontece na próxima terça-feira dia 21/05 ás 19:00h no  Palacete dos Leões, um casarão do início do século 20 de estilo neoclássico, abriga o Espaço Cultural BRDE. O local é<br />
conhecido por promover exposições individuais e coletivas de pinturas, desenhos, gravuras, fotografias e esculturas, entre outras. Peças de teatro e sessões de cinema acontecem ocasionalmente no local, assim como lançamentos de livros e discos e ali acontecerá<br />
o Lançamento do Livro de Coletânea de Crônicas com participação de Maria Sampaio e Marcos Cordiolli.<br />
<strong>Convite:</strong><br />
lançamento de livro de coletânea de crônicas com participação de Maria Sampaio<br />
e Marcos Cordiolli. 21/05, 19h, no Palacete dos Leões.<br />
<strong>Endereço:</strong><br />
Av. João Gualberto, 530/570, Alto da Glória, Curitiba, CEP: 80030000</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19318&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Morre o comunicador Silvio de Tarso</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 13:20:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19316" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/silviotarso.jpg"><img class="size-full wp-image-19316" title="silviotarso" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/silviotarso.jpg" alt="" width="200" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Silvio de Tarso, um dos mais renomados radialistas de Curitiba.</p></div>
<p>O jornalista, radialista, compositor e cronista esportivo Silvio de Tarso, faleceu na noite de ontem, dia 17 de maio, sexta-feira, em Curitiba Nascido em 7 de julho de 1951, ele já trabalhou na Rádio Clube e atualmente também trabalhava na Rádio e na TV eParaná, onde era comentarista do programa eEsporte.</p>
<p>Há cerca de um mês Tarso foi internado no Hospital Nossa Senhora do Pilar para uma cirurgia de catarata. Após complicações e uma pneumonia, permaneceu internado no hospital e não resistiu. Ele já estava em coma induzido desde o início da semana.</p>
<p>Seu corpo será velado no cemitério Jardim da Saudade (Rua João Bettega, 999) e o enterro está marcado para às 16h em Curitiba.</p>
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