<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Brasil Cultura &#187; Artes Plásticas</title>
	<atom:link href="http://www.brasilcultura.com.br/menu-de-navegacao/artes-plasticas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.brasilcultura.com.br</link>
	<description>O portal da cultura brasileira</description>
	<lastBuildDate>Sat, 18 May 2013 23:44:55 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1.2</generator>
		<item>
		<title>Revolução cultural à brasileira</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/revolucao-cultural-a-brasileira/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/revolucao-cultural-a-brasileira/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 18 May 2013 23:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Audio Visual]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[pcdob]]></category>
		<category><![CDATA[Sociologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=19323</guid>
		<description><![CDATA[Na década de 1950, o Brasil se modernizava e partidos e movimentos de esquerda, bem como movimentos artísticos, acreditavam na possibilidade de uma revolução brasileira, nacional-democrática ou socialista. “Artistas e intelectuais tiveram um papel expressivo na construção da utopia de uma ‘brasilidade revolucionária’, que permitiria realizar as potencialidades de um povo e de uma nação”,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19324" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/aaarevo.jpg"><img class="size-full wp-image-19324" title="aaarevo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/aaarevo.jpg" alt="" width="200" height="128" /></a><p class="wp-caption-text">Nelson Pereira dos Santos filmando &quot;Como era gostoso o meu francês&quot; (1971)</p></div>
<p>Na década de 1950, o Brasil se modernizava e partidos e movimentos de esquerda, bem como<br />
movimentos artísticos, acreditavam na possibilidade de uma revolução brasileira, nacional-democrática ou socialista. “Artistas e intelectuais tiveram um papel expressivo na construção da utopia de uma ‘brasilidade revolucionária’, que permitiria realizar as potencialidades de um povo e de uma nação”, diz Marcelo Ridenti, professor de sociologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Mas até hoje a compreensão dessa relação, entre política e cultura,<br />
é complexa e inclui nomes de peso do panteão cultural que foram comunistas, como: Jorge Amado, Nelson Pereira dos Santos, Caio Prado Jr., Nora Ney, Dias Gomes, Jorge Goulart e Di Cavalcanti, entre outros. “É um problema que não cabe numa equação simples que supõe a militância comunista de artistas e intelectuais como parte de um desejo de transformar seu saber em poder.<br />
Tampouco se pode supor que houvesse mera manipulação dos intelectuais pelos dirigentes do Partido Comunista Brasileiro [PCB]”, explica o professor, que analisou a questão no projeto Artistas e intelectuais comunistas na consolidação do campo intelectual e da indústria cultural no Brasil. (<a href="http://revistapesquisa.fapesp.br/2013/05/03/aristas-e-intelectuais-comunistas-na-industria-cultural-no-brasil/" target="_blank">Veja aqui</a> )</p>
<p>“Num momento como o atual, em que as pesquisas evitam a politização dos temas, é importante recuperar como cultura e política se aproximaram num períodoturbulento como aquele, entre os anos 1950 e 1970”, observa o pesquisador.<br />
Segundo Ridenti, vários campos artísticos e intelectuais consolidados a partir da década de 1950 só são pensáveis a partir das lutas em seu interior, em que os comunistas desempenharam um papel importante, por vezes levando os integrantes do PCB ou ex-militantes às posições de maior reconhecimento ou prestígio. Muitos mudaram de convicção política ao longo do tempo. A maioria fez uma autocrítica sobre a sua atuação naquele período, mesmo os que<br />
continuaram se identificando como de esquerda ou sendo comunistas. Houve também muita reclamação posterior de que o partido mantinha com eles uma relação “ornamental” ou “instrumental”, ou seja, apenas para angariar prestígio ou divulgar uma linha política, sem falar nas críticas sobre o despotismo da direção, pronta a vigiar o imaginário dos militantes. “Só em parte isso é verdade. Esses artistas só puderam conquistar posições a partir do histórico de<br />
militância organizada, que, assim, esteve longe de significar mera manipulação de seus artistas e intelectuais. Era uma relação de mão dupla”, observa o autor.</p>
<div id="attachment_19325" class="wp-caption aligncenter" style="width: 300px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/cenapagador.jpg"><img class="size-full wp-image-19325" title="cenapagador" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/cenapagador.jpg" alt="" width="290" height="258" /></a><p class="wp-caption-text">Cena de O pagador de promessas, de Dias Gomes, em 1960</p></div>
<p>“De fato, o partido tinha uma linha política estreita e dogmática, dava pouco espaço a seus intelectuais, quase não contribuía para pensar a especificidade da sociedade brasileira, era marcado pelo centralismo e por relações autoritárias. Mas havia contrapartidas que mantiveram os artistas e intelectuais no partido apesar de tudo isso”, fala Ridenti. Para ele, não se deve caricaturar a ação cultural do PCB nos anos 1950, um elemento expressivo constituinte da cultura brasileira. “A indústria cultural ainda não estava de todo estabelecida no país. Com a modernização, muitos artistas e intelectuais estavam em busca de um espaço que não fosse a Igreja ou o Estado, então as principais instituições organizadas nos tempos em que a universidade ainda estava em crescimento”, lembra. Na maioria vindos da classe média que se<br />
expandia com a modernização do país, esses intelectuais não cabiam em nenhum<br />
dos dois espaços. “O PCB foi uma chance de organização, um fórum de debate cultural e político, que permitia ter acesso a uma rede de revistas pelo Brasil e de contatos no exterior.”</p>
<p><strong></p>
<p>Legitimidade</strong></p>
<p>A organização no partido dava legitimidade a certos grupos e indivíduos que buscavam marcar posição (ou evitar perder prestígio) em suas atividades. “O grande exemplo foi Jorge Amado, que teve seu talento potencializado pela ligação com o PCB, cuja rede de contatos internacionais facilitou a publicação de seus romances em vários países. Por sua vez, ele emprestava o seu prestígio de escritor ao partido e acabou sendo eleito deputado pelo PCB na Constituinte<br />
de 1946”, conta Ridenti. No exílio na França, a partir de 1948, aderiu ao movimento internacional pela paz e ganhou notoriedade mundial. “Sem desmerecer o talento de Amado, isso não teria acontecido se ele não fosse ligado ao partido. Foi por meio dessa relação que ele teve acesso a uma rede de contatos em diversos países da Europa e viu seus romances traduzidos em vários idiomas em razão disso. O mesmo aconteceu com Nelson Pereira dos Santos, que foi para a França e outros países com apoio do PCB e pôde conhecer vários cineastas”, diz<br />
o pesquisador.</p>
<div id="attachment_19326" class="wp-caption aligncenter" style="width: 300px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/acantora.jpg"><img class="size-full wp-image-19326" title="acantora" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/acantora.jpg" alt="" width="290" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Nora Ney no aeroporto do Galeão em 1969</p></div>
<p>Amado se transformou em divulgador do realismo socialista no Brasil e mesmo quando se afastou do PCB nunca rompeu oficialmente com os comunistas. “Ele saiu à francesa. Só ganhou autonomia como autor depois de <em>Gabriela, cravo e canela </em>(1958)”, fala Ridenti. As recompensas, porém, colocavam dilemas para os artistas, que testemunhavam as perseguições aos militantes dissidentes em escala internacional. “Eles também se inseriam nas redes comunistas como reprodutores do pensamento e da política produzida no centro, não como<br />
formuladores originais”, nota o autor. “Realmente, entre os anos 1940 e 1950, durante o realismo socialista, houve um grande controle do partido sobre os artistas e intelectuais brasileiros ligados ao PCB. Mas, no geral, essa relação foi flexível, porque o partido não se interessava muito pela cultura, o que explica por que, nos anos 1970, os artistas tentaram construir uma política cultural para o PCB, que não tinha uma”, lembra o historiador Marcos<br />
Napolitano, da Universidade de São Paulo (USP), autor do estudo <em>Políticas culturais e resistência democrática no Brasil nos anos 1970</em>.</p>
<p>“Houve um entusiasmado movimento em que os intelectuais e o partido convergiram para pensar um projeto revolucionário de nação. O partido e os intelectuais de esquerda foram as grandes referências, por exemplo, para os cineastas dispostos a fazer uma arte política e, em tese, politizadora. Infelizmente, o partido poderia ter usado mais e melhor os diagnósticos feitos pelos artistas”, observa a socióloga Célia Tolentino, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Marília, que estuda o tema em <em>O pensamento social na literatura e no cinema</em>,<br />
com apoio da FAPESP. “Os artistas não eram inocentes úteis para o PCB, também ganhavam com essa relação”, nota Ridenti.</p>
<p><strong></p>
<p>Autonomia</strong></p>
<p>A maior ou menor autonomia do partido dependia da carreira paralela à política. Figuras como Dias Gomes ou Oscar Niemeyer, para citar dois exemplos, lembra o pesquisador, não sofreram nenhuma ingerência do PCB em sua vida e obra. Essa influência atingia mais (embora de forma desorganizada) os menos conhecidos.<br />
“Assim, se há casos em que o partido foi autoritário com os artistas, fica a pergunta: por que muitos deles seguiram na militância ainda assim? Havia o sentimento de pertencer a uma comunidade que se imaginava na vanguarda mundial e podia dar apoio e organização a artistas e intelectuais em luta por prestígio e poder, distinção e consagração em seus campos de atuação, para si e para o partido”, diz o autor. Com esse movimento, os artistas comunistas prepararam o<br />
terreno para a renovação futura. “O Cinema Novo, dos anos 1960, não seria possível sem a história anterior de disputas no campo do cinema fomentada pelos cineastas comunistas”, nota Ridenti.</p>
<p>“O mesmo vale para o desenvolvimento das novelas e da TV brasileira como um todo. Após o golpe de 64, a hegemonia do PCB entre intelectuais e artistas foi cortada e a partir de 1968 eles acabam abrigados na Rede Globo, apesar de a emissora ser partidária da ditadura. Figuras como Dias Gomes, Ferreira Gullar, Gianfrancesco Guarnieri, entre outros, além de encontrarem proteção, viram a TV como uma continuidade programática, acreditavam que era uma forma de falar com<br />
o povo. Por isso chegaram a ser rotulados de ‘vendidos’, quando estavam continuando a sua política cultural”, diz o historiador Francisco Alambert, da USP, autor, entre outros, do artigo <em>Mario Pedrosa: art and revolution</em>.<br />
“Aos poucos, com o desenvolvimento da sociedade civil e da indústria cultural, as classes populares vão assumindo sua voz, não precisando mais de intelectuais falando em nome delas. A produção cultural vai se ligar ao mercado e ao espaço universitário, esvaziando os partidos e a ideia de revolução, rompendo a aproximação entre cultura e política”, diz Ridenti.</p>
<p>“Não se pode, porém, esquecer o que houve no passado. É preciso compreender os dilemas e contradições das figuras humanas daquele tempo que não raro aparecem mitificadas nos escritos sobre elas”, finaliza o pesquisador.</p>
<p><strong>Por Carlos Haag</strong></p>
<p>Fonte: Revista Pesquisa Fapesp</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19323&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/revolucao-cultural-a-brasileira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Documentário revela Curitiba nos traços de Poty</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/documentario-revela-curitiba-nos-tracos-de-poty/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/documentario-revela-curitiba-nos-tracos-de-poty/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 18:37:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Audio Visual]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[museologia]]></category>
		<category><![CDATA[museu]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Oscar Niemeyer]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=19091</guid>
		<description><![CDATA[Um dos artistas plásticos mais representativos de Curitiba, cuja história se confunde com a cidade, a começar pelo dia do nascimento, 29 de março, data do aniversário de ambos, é tema do documentário “Pelos Traços de Poty”, que a Cinemateca lança nesta terça-feira (26), às 20h. Dirigido por Karla Nascimento, com fotografia e montagem assinadas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>
<div style="text-align: left;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/poty1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19093" title="poty" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/poty1.jpg" alt="" width="135" height="203" /></a><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/poty.jpg"></a>Um dos artistas plásticos mais representativos de Curitiba, cuja história<br />
se confunde com a cidade, a começar pelo dia do nascimento, 29 de março, data<br />
do aniversário de ambos, é tema do documentário “Pelos Traços de Poty”, que a<br />
Cinemateca lança nesta terça-feira (26), às 20h. Dirigido por Karla Nascimento,<br />
com fotografia e montagem assinadas por Beto Carminatti e trilha original a<br />
cargo de Rodrigo Janiszewiski e Fabiano O Tiziu, a produção integra os festejos<br />
dos 320 anos de Curitiba e homenageia o artista falecido em 1998. A sessão,<br />
seguida de debate com a presença da diretora e equipe, tem entrada franca e<br />
classificação livre.</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: left;">vida e a obra de Napoleon Potyguara Lazzarotto, o Poty, são o foco do documentário filmado<br />
inteiramente em Curitiba, em tecnologia digital.<br />
Com 15 minutos de duração, o filme é uma experiência estética única, proporcionando<br />
ao público a oportunidade de (re)ver diversos<br />
trabalhos, entre capas de livros, vitrais e principalmente painéis em azulejo e<br />
em concreto, que retratam o cotidiano dos paranaenses. Obras que permitiram a Poty<br />
imprimir sua marca em Curitiba como nenhum outro nome. Seguir seus passos é<br />
redescobrir a cidade que tanto encantou o artista.</div>
</li>
</ul>
<ul>
<li>A produção reúne entrevistas de João Lazzarotto (irmão de Poty),<br />
Maria Ester (pesquisadora), Regina Casillo (historiadora de arte), Adoaldo<br />
Lenzi (artista plástico), Domicio Pedroso (artista plástico), Carlos Dala<br />
Estella (artista plástico) e Daniela Pedroso (arte-educadora).</li>
<li></li>
<li>Nascido em Curitiba em 1924, desde criança Poty mostrou-se<br />
apaixonado por desenhos e gravuras. Em 1946, partiu para estudar no Rio de<br />
Janeiro, tendo trabalhado com nomes consagrados do Modernismo, como Portinari e<br />
Di Cavalcanti. Depois foi aperfeiçoar técnicas em Paris. De volta ao Brasil,<br />
fixou-se em São Paulo,<br />
onde realizou uma série de painéis e murais. Ao retornar para Curitiba,<br />
dedicou-se a cobrir a cidade com suas obras. Também deixou impresso seu talento<br />
em outras localidades paranaenses. Seu último trabalho foi um painel em<br />
mosaico, para o Teatro Calil Haddad, de Maringá, concluído em 1997, mas somente<br />
inaugurado em 2000, dois anos depois de sua morte.</li>
<li></li>
<li>O curta, produzido com recursos da Lei Municipal de Incentivo à<br />
Cultura de Curitiba e incentivado pelo Banco do Brasil na modalidade do Mecenato, foi<br />
um dos três documentários selecionados em 2012 pelo Centro Técnico Audiovisual<br />
– CTAV para realizar os serviços de transferência para 35mm e mixagem<br />
de som. Ainda obteve o prêmio de Melhor Direção de Fotografia no Festival de<br />
Cinema Curta Amazônia (2012), além de integrar a seleção oficial do Festival<br />
Iberoameriano de Cinema de Sergipe (2012).</li>
<li></li>
<li><strong> </strong></li>
<li></li>
<li><strong>Serviço:</strong></li>
<li></li>
<li>Estreia do documentário “Pelos Traços de Poty” (BR/PR, 2013 – 15’ – documentário – digital),<br />
dirigido por Karla Nascimento, seguida por debate com a presença da diretora e<br />
equipe.</li>
<li></li>
<li><strong>Local: Cinemateca de<br />
Curitiba (Rua Carlos Cavalcanti, 1.174 – São Francisco). </strong></li>
<li></li>
<li>Data e horário: dia 26 de março de 2012 (terça-feira), às 20h.</li>
<li></li>
<li>Entrada franca</li>
<li></li>
<li>Classificação livre</li>
<li></li>
</ul>
<p>Informações:<br />
(41) 3321-3252</p>
<p>Para saber mais:  <a href="http://pelostracosdepoty.blogspot.com.br/" target="_blank">http://pelostracosdepoty.blogspot.com.br/</a></p>
<p>Contato para a imprensa: Karla Nascimento – (41) 8444-2339</p>
<p><a href="http://br.mc1217.mail.yahoo.com/mc/compose?to=karla@amplercultural.com.br" target="_blank">karla@amplercultural.com.br</a></p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19091&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/documentario-revela-curitiba-nos-tracos-de-poty/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>350</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Exposição com gravuras de Mário Gruber entra em cartaz em São Paulo</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/exposicao-com-gravuras-de-mario-gruber-entra-em-cartaz-em-sao-paulo/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/exposicao-com-gravuras-de-mario-gruber-entra-em-cartaz-em-sao-paulo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2013 19:29:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Audio Visual]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[museologia]]></category>
		<category><![CDATA[museu]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Oscar Niemeyer]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=19057</guid>
		<description><![CDATA[Pintor, escultor, muralista, desenhista, cenógrafo, professor. O artista  plástico paulista Mário Gruber (1927 &#8211; 2011) desenvolveu várias facetas ao longo  da carreira, mas todas elas tiveram origem na sua versão como gravador, arte que  aprendeu como autodidata em 1943. É essa face artística que será apresentada na exposição &#8220;A Arte Fantástica de Mario Gruber&#8221;. A...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/gravura.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19058" title="gravura" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/gravura.jpg" alt="" width="200" height="150" /></a>Pintor, escultor, muralista, desenhista, cenógrafo, professor. O artista  plástico paulista Mário Gruber (1927 &#8211; 2011) desenvolveu várias facetas ao longo  da carreira, mas todas elas tiveram origem na sua versão como gravador, arte que  aprendeu como autodidata em 1943. É essa face artística que será apresentada na exposição &#8220;A Arte Fantástica de Mario Gruber&#8221;. A mostra fica em cartaz na Caixa Cultural São Paulo, no centro da capital, até o dia 12  de maio e tem entrada gratuita.<br />
&#8220;Ele trabalhou muitos anos nesse viés [gravura]. Até que, nos anos 1960, ele  começa a trabalhar com um realismo fantástico por meio da pintura, mas ele  continuou fazendo gravura. Ele nunca deixou de fazer. Gruber fazia uma  comparação super bonita: a pintura é como uma orquestra e a gravura é como uma  música de câmara&#8221;, apontou Denise Mattar, curadora da exposição.</p>
<p>Serão apresentadas 50 gravuras e matrizes. A maior parte do acervo pertence à  família de Gruber. &#8220;Ele gostava tanto de gravura, que ele praticamente guardou  um exemplar de cada gravura e também parte das matrizes. Normalmente, os  gravadores destroem as matrizes&#8221;, destacou Mattar. A curadora explica que o  artista passeou por diferentes materiais para produzir as gravuras, como pedra e  madeira, mas &#8220;ele era acima de tudo um gravador de metal&#8221;, informou.</p>
<p>Entre as técnicas utilizadas, estavam água-forte e água-tinta, processos em  que os sulcos no metal são feitos com a utilização de produtos químicos. Gruber  destacou-se, no entanto, pela utilização de uma técnica rara, chamada maneira  negra. Nesse processo de gravação, diferentemente das outras técnicas,  trabalha-se do escuro para o claro.</p>
<p>Segundo informações do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio  Grande do Sul (UFRGS), na maneira negra, a superfície da matriz é riscada,  deixando-a uniformemente áspera. O instrumento chamado brunidor achata as  asperezas, obtendo-se diferentes tonalidades, conforme a pressão exercida. &#8220;É  uma coisa dificílima de fazer. Ele era um virtuoso. Tudo que fazia, ele  desenvolvia a técnica ao extremo&#8221;, destacou a curadora.</p>
<p>Essa será a primeira exposição póstuma do artista em São Paulo. &#8220;Depois da  morte dele, houve uma exposição no Rio de Janeiro. Mas aqui em São Paulo, que  foi a cidade onde ele morou, viveu e trabalhou toda a vida, é a primeira  exposição. É uma mostra que vai abrir uma conversa sobre o trabalho do Gruber e  uma possibilidade de, mais adiante, se fazer uma exposição que englobe as outras  técnicas também&#8221;, declarou Mattar.</p>
<p>Além das gravuras, Mário Gruber é conhecido pelo trabalho peculiar em  pintura, no qual expõe imagens classificadas como &#8220;realismo fantástico&#8221;. &#8220;Não  tem ninguém que faça algo parecido. Ele é um artista muito difícil de encaixar  nos ismos dos críticos&#8221;, explica a curadora. Ela destaca ainda a contribuição  para a questão da técnica. &#8220;Ele tinha uma técnica perfeita. Na pintura, ele foi  pesquisar todas as técnicas dos grandes mestres. E conseguiu reproduzir, por  exemplo, tintas que há muito tempo não eram produzidas&#8221;, destacou.</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19057&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/exposicao-com-gravuras-de-mario-gruber-entra-em-cartaz-em-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>340</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>São Paulo tem exposição de caricaturas sobre Niemeyer</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/sao-paulo-tem-exposicao-de-caricaturas-sobre-niemeyer/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/sao-paulo-tem-exposicao-de-caricaturas-sobre-niemeyer/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2012 22:29:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Audio Visual]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[museologia]]></category>
		<category><![CDATA[museu]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Oscar Niemeyer]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=18629</guid>
		<description><![CDATA[A exposição Nosso Oscar Niemeyer, uma homenagem de cartunistas de todo o país ao arquiteto que morreu no último dia 5, pode ser vista na capital paulista até o dia 31 de janeiro. São 76 caricaturas que tem Niemeyer ou sua obra como tema. A mostra foi organizada pela Associação dos Cartunistas do Brasil, sob...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/12/oscar9.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18630" title="oscar9" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/12/oscar9.jpg" alt="" width="136" height="200" /></a>A exposição Nosso Oscar Niemeyer, uma homenagem de cartunistas de<br />
todo o país ao arquiteto que morreu no último dia 5, pode ser vista na capital<br />
paulista até o dia 31 de janeiro. São 76 caricaturas que tem Niemeyer ou sua<br />
obra como tema. A mostra foi organizada pela Associação dos Cartunistas do<br />
Brasil, sob a curadoria do artista José Alberto Lovreto.</p>
<p>A mostra, em cartaz no Memorial da América Latina, segundo Lovreto, é uma<br />
singela homenagem dos cartunistas brasileiros ao arquiteto cujo traço<br />
influenciou e influencia os desenhadores. “Niemeyer sempre mostrou que tudo<br />
começa no traço. Traço simples, gestual e solto no espaço”.</p>
<p>Entre os cartunistas que participam da exposição estão Aroeira, Claudio,<br />
Dálcio, Hippert, Manga, Maringoni, Mauricio de Sousa, Olávo Tenório, Orlando,<br />
Ulisses, e William Medeiros.</p>
<p>O arquiteto Oscar Niemeyer completaria 105 anos no último dia 15. Vítima de<br />
complicações renais e desidratação, ele morreu no último dia 5 no Hospital<br />
Samaritano, no Rio de Janeiro, onde estava internado desde o dia 2 de<br />
novembro.</p>
<p>O Memorial da América Latina vai transformar a mostra em livro no início do<br />
próximo ano. A publicação terá 105 caricaturas, uma para cada ano de vida do<br />
arquiteto.</p>
<p>A exposição ocorre na Biblioteca Latino Americana Victor Civita, no Memorial<br />
da América Latina, ao lado do metrô Palmeiras Barra Funda, na zona oeste, de<br />
segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, e sábados das 9h às 15h.</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=18629&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/sao-paulo-tem-exposicao-de-caricaturas-sobre-niemeyer/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Livro A Viagem de Efigênia Rolim nas asas do PeixeVoador é lançado neste dia 8</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/livro-a-viagem-de-efigenia-rolim-nas-asas-do-peixevoador-e-lancado-neste-dia-8/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/livro-a-viagem-de-efigenia-rolim-nas-asas-do-peixevoador-e-lancado-neste-dia-8/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2012 11:03:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=18458</guid>
		<description><![CDATA[Obra escrita pela jornalista Dinah Ribas Pinheiro traz a trajetória da artista popular, que se consagrou no cenário curitibano como a Rainha do Papel “A viagem de Efigênia Rolim nas asas do Peixe Voador”, este é o título do livro  que será lançado no dia 8 de dezembro. A obra, escrita pela jornalista Dinah Ribas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/12/dina.png"><img class="alignleft size-full wp-image-18459" title="dina" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/12/dina.png" alt="" width="350" height="494" /></a>Obra escrita pela jornalista Dinah Ribas Pinheiro traz a trajetória da artista popular, que se consagrou no cenário curitibano como a Rainha do Papel</p>
<p>“A viagem de Efigênia Rolim nas asas do Peixe Voador”, este é o título do livro  que<br />
será lançado no dia 8 de dezembro. A obra, escrita pela jornalista Dinah Ribas<br />
Pinheiro, conta a história da artista popular Efigênia Rolim, conhecida como a<br />
Rainha do Papel e que se transformou no símbolo da defensora do planeta, quando<br />
transforma em  arte, tudo o que a sociedade de consumo descarta. O lançamento será na Sala das Esculturas, no Museu Oscar Niemeyer, das 10h30 às 17h. Paralelamente, uma exposição dos<br />
trabalhos da artista acontece nos dias 8 e 9 de novembro, no mesmo horário e<br />
local.</p>
<p>Efigênia iniciou seu trabalho artístico muito antes do que se denominou responsabilidade social e sustentabilidade. Ao utilizar material reciclável, ela confecciona trajes, bonecas, animais, e figuras asmais simbólicas. Mas a Rainha do Papel vai além da elaboração desses objetos.<br />
Efigênia tem inúmeros livros de poesia, e é uma contadora de histórias, todas<br />
de sua autoria.</p>
<p>Aos 81 anos, a alegre, a lúcida e bem humorada senhora, conta sua história no livro pelo olhar da jornalista Dinah Ribas Pinheiro, que fez um resgate minucioso da trajetória difícil, mas também poética de Efigênia. O livro resgata desde o período de sua infância humilde,<br />
momento em que teve o primeiro contato com a confecção de brinquedos de papel,<br />
devido às dificuldades financeiras da família, até os tempos atuais, passando<br />
pelo momento em que festejou seus 80 anos.</p>
<p>O processo de pesquisa de Dinah teve início em 2010 e enfoca também o período em que Efigênia virou destaque no cenário curitibano.<br />
Personagem conhecida na Feira de Artesanato, no Largo da Ordem, ela dedicou e<br />
expôs seus trabalhos por anos naquela região. Atualmente, mantém um ateliê-museu em sua própria casa, no bairro Cajuru, onde confecciona suas peças. O livro tem 180 páginas, cuidadoso projeto gráfico de Mauricio Mortton e fotos exclusivas de Lina Faria.</p>
<p><strong>Premiações</strong></p>
<p>A notoriedade da artista alcançou âmbito nacional.<br />
Ela foi reconhecida e agraciada por diversos prêmios culturais brasileiros.<br />
Entre eles, destacam-se o Prêmio Culturas Populares recebido em 2007, e em 2008, foi condecorada com a Ordem do Mérito Cultural, ambos concedidos pelo Ministério da Cultura. Participou ainda de exposições, festivais e seminários em vários estados.</p>
<p><strong>Sobre a autora</strong></p>
<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/12/dhi.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18460" title="dhi" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/12/dhi.jpg" alt="" width="90" height="65" /></a>Dinah Ribas Pinheiro é jornalista, trabalhou em vários veículos da capital paranaense, foi assessora de Comunicação da Fundação Cultural de Curitiba e do Banco Regional de desenvolvimento do Extremo Sul. A pesquisadora Selma Sueli Teixeira lançou em 2007, o livro “Jornalismo Cultural<br />
Um Resgate” onde ela relata o Jornalismo feito nas décadas de 70 e 80 pelo olhar de quatro jornalistas, Dinah Ribas Pinheiro, Adélia Maria Lopes, Marilu Silveira e Rosirene Gemael.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Lançamento do Livro A Viagem de Efigênia Rolim nas asas do Peixe Voador</p>
<p>Data: 8 de dezembro</p>
<p>Horário: das 10h30 às 17h</p>
<p>Às 12h apresentação do coral de MPB da UFPR</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=18458&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/livro-a-viagem-de-efigenia-rolim-nas-asas-do-peixevoador-e-lancado-neste-dia-8/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>18ª Simpósio Paranaense de Cerâmica</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/18%c2%aa-simposio-paranaense-de-ceramica/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/18%c2%aa-simposio-paranaense-de-ceramica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2012 11:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[museologia]]></category>
		<category><![CDATA[museu]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Oscar Niemeyer]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=18442</guid>
		<description><![CDATA[O 18ª Simpósio Paranaense de Cerâmica, realizado pela Secretaria da Cultura e organizado pelo Museu Alfredo Andersen, reuniu cerca de 300 participantes vindos de diversas cidades do Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraíba, Pará e Santa Catarina. Após a realização do simpósio &#8211; com palestras e demonstrações de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/11/Gustavo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18443" title="Gustavo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/11/Gustavo.jpg" alt="" width="200" height="132" /></a>O 18ª Simpósio Paranaense de Cerâmica, realizado pela Secretaria da Cultura e organizado pelo Museu Alfredo Andersen, reuniu cerca de 300 participantes<br />
vindos de diversas cidades do Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraíba, Pará e Santa Catarina.</p>
<p>Após a realização do simpósio &#8211; com palestras e demonstrações de profissionais<br />
brasileiros, do México, Estados Unidos e Portugal &#8211; a Secretaria da Cultura dá<br />
continuidade aos trabalhos e anuncia a realização do Salão de Arte Cerâmica,<br />
que vai ocorrer no segundo semestre de 2013.</p>
<p>O evento será composto por uma mostra de cerâmica contemporânea, palestra de<br />
abertura e premiação de dois artistas. Um deles receberá prêmio em dinheiro e o<br />
outro fará parte de uma residência artística. O edital e detalhes do evento<br />
serão divulgados no ano que vem.</p>
<p>“A cerâmica terá espaço no calendário anual de eventos da Secretaria de Estado<br />
da Cultura, já que o Simpósio e o Salão serão bienais, realizados em anos<br />
alternados”, explica a coordenadora do Sistema Estadual de Museus, Christine<br />
Baptista.</p>
<p>Segundo a artista Marília Diaz, consultora do Simpósio Paranaense de Cerâmica,<br />
o nível elevado do debate realizado no evento serviu para que o Paraná abrisse<br />
a discussão acerca dos rumos da arte cerâmica.</p>
<p>“O simpósio é formador, guia, desperta a vontade de produzir, de pesquisar. No<br />
Museu Alfredo Andersen, são mais de 6 mil pessoas cadastradas que trabalham com<br />
cerâmica. A realização de eventos nesta área fomenta os processos de produção<br />
da arte”, diz Marília.</p>
<p><strong>PRODUÇÃO </strong>- A cerâmica representa importante papel na cultura e economia do<br />
Paraná. Prova disso é o município de Campo Largo, grande produtor de objetos em<br />
cerâmica, e a região de Alexandra, no Litoral, considerada por muitos<br />
profissionais como o local onde existe uma das melhores argilas do Brasil.</p>
<p>O trabalho do homem com a argila remete há pelo menos 5 mil anos e é uma das formas<br />
mais antigas de processo poético. Utilizada para a confecção de objetos<br />
utilitários, decorativos e de arte, a argila é uma matéria-prima que ultrapassa<br />
fronteiras geográficas, culturais e de classe social.</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=18442&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/18%c2%aa-simposio-paranaense-de-ceramica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Turma da Mônica ajuda  na luta contra o trabalho infantil</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/turma-da-monica-ajuda-na-luta-contra-o-trabalho-infantil/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/turma-da-monica-ajuda-na-luta-contra-o-trabalho-infantil/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Nov 2012 15:39:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Audio Visual]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=18324</guid>
		<description><![CDATA[A edição de novembro do gibi da Magali traz encarte especial sobre trabalho infantil. O encarte será distribuído gratuitamente junto com a revista da personagem comilona. Nele, Magali é a protagonista de uma história de 16 páginas que alerta para um problema que atinge 3,6 milhões de crianças e jovens no Brasil. O material, produzido...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/11/monica-revista.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18325" title="monica revista" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/11/monica-revista.jpg" alt="" width="144" height="190" /></a>A edição de novembro do gibi da Magali traz encarte especial sobre trabalho infantil.</p>
<p>O encarte será distribuído gratuitamente junto com a revista da personagem comilona. Nele, Magali é a protagonista de uma história de 16 páginas que alerta para um problema que atinge 3,6 milhões de crianças e jovens no Brasil.</p>
<p>O material, produzido pela Mauricio de Sousa Produções, faz parte da campanha &#8220;É da nossa conta! Trabalho Infantil e Adolescente&#8221;, desenvolvida pela Fundação Telefônica Vivo em parceria com a Unicef e a OIT (Organização Internacional do Trabalho).</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=18324&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/turma-da-monica-ajuda-na-luta-contra-o-trabalho-infantil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cartunista Ziraldo completa hoje 80 anos</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/cartunista-ziraldo-completa-hoje-80-anos/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/cartunista-ziraldo-completa-hoje-80-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2012 13:20:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Audio Visual]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=18190</guid>
		<description><![CDATA[Formado em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o cartunista Ziraldo completa hoje (24) 80 anos. Nascido em Caratinga, em Minas Gerais, Ziraldo Alves Pinto é o criador de personagens famosos, como o Menino Maluquinho. Atualmente, é um dos mais conhecidos e aclamados escritores infantis do Brasil. Começou a trabalhar no Jornal Folha...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/10/ziraldo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18191" title="ziraldo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/10/ziraldo.jpg" alt="" width="200" height="133" /></a>Formado em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o cartunista Ziraldo completa hoje (24) 80 anos. Nascido em Caratinga, em Minas Gerais, Ziraldo Alves Pinto é o criador de personagens famosos, como o Menino Maluquinho. Atualmente, é um dos mais conhecidos e aclamados escritores infantis do Brasil.</p>
<p>Começou a trabalhar no Jornal Folha de Minas, de Belo Horizonte, em 1954, com uma coluna dedicada ao humor. Ganhou notoriedade nacional ao se estabelecer na revista O Cruzeiro em 1957 e posteriormente, no Jornal do Brasil, em 1963.</p>
<p>Seus personagens (entre eles Jeremias, o Bom; a Supermãe e o Mirinho) conquistaram os leitores. Ziraldo foi fundador e posteriormente diretor do periódico O Pasquim, tabloide de oposição ao regime militar, uma das prováveis razões de sua prisão, ocorrida um dia após a promulgação do AI-5.</p>
<p>Em 1980, lançou o livro O Menino Maluquinho, seu maior sucesso editorial, o qual foi mais tarde adaptado na televisão e no cinema. Incansável, Ziraldo ainda hoje colabora em diversas publicações, e está sempre envolvido em novas iniciativas.</p>
<p>Uma das mais recentes foi a Revista Bundas, uma publicação de humor sobre o cotidiano que faz uma brincadeira com a revista Caras, voltada para o dia a dia de festas de artistas e da elite brasileira.</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=18190&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/cartunista-ziraldo-completa-hoje-80-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Museu de Arte Moderna convida visitante a refletir a história colonial do país</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/museu-de-arte-moderna-convida-visitante-a-refletir-a-historia-colonial-do-pais/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/museu-de-arte-moderna-convida-visitante-a-refletir-a-historia-colonial-do-pais/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Sep 2012 13:53:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[Arqueologia]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[museologia]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Oscar Niemeyer]]></category>
		<category><![CDATA[Música Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música Popular Brasileira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=18081</guid>
		<description><![CDATA[Em uma das paredes do Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, uma pintura apresenta um velho mapa-múndi, com um corte exatamente no meio da tela. Como se a tela fosse um corpo, o corte vertical passa a expor as vísceras, a carne e o sangue da obra. A pintura, chamada de Mapa de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/09/macsp.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18082" title="macsp" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/09/macsp.jpg" alt="" width="200" height="113" /></a>Em uma das paredes do Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, uma pintura apresenta um velho mapa-múndi, com um corte exatamente no meio da tela. Como se a tela fosse um corpo, o corte vertical passa a expor as vísceras, a carne e o sangue da obra. A pintura, chamada de Mapa de Lopo Homem 2, da artista carioca Adriana Varejão, cria uma simbologia para a violência da história colonial no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta é apenas uma das 42 obras da artista que estão expostas no MAM, no Parque Ibirapuera, até o dia 16 de dezembro. “Tecnicamente, é muito interessante como ela faz isso. Ela estrutura a pintura, usa resina e verniz. Parece realmente que são vísceras que saem de dentro do quadro”, explicou Felipe Chaimovich, curador do Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, em entrevista à Agência Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É a primeira vez que a artista faz uma exposição panorâmica tão abrangente, com uma retrospectiva que abarca obras desde o início de sua carreira, nos anos de 1990. A exposição Adriana Varejão – Histórias às Margens tem curadoria de Adriano Pedrosa. O título da mostra refere-se, nas palavras da própria artista, ao mar, “mas também àquilo que está fora do centro”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“[Os visitantes] vão encontrar trabalhos de todas as fases da Adriana Varejão, desde o início dos anos 1990, sempre ligado à ideia das histórias às margens, ou seja, esse comentário que ela faz sobre uma série de histórias que vão aparecendo, como a história colonial, a história do Brasil, a história da pintura, e de como isso tudo vai ganhando um corpo. Esse é o fio que leva o visitante ao longo dessas 42 obras que estão sendo expostas no MAM”, disse o curador do museu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alguns desses trabalhos são inéditos no país, vindos de coleções do Guggenheim Museum, em Nova York, e da Tate Modern, em Londres, entre outros. A exposição apresenta também telas produzidas especialmente para a ocasião, tal como um painel de azulejos. “Ela fez para o MAM, agora, uma série de azulejos em um painel de 18 metros, uma obra monumental”, disse Chaimovich.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para ele, as obras de Adriana Varejão, que mostram pinturas, azulejos, cenas de canibalismo, vísceras, linhas geométricas e cerâmicas, provocam uma grande reflexão sobre a história do Brasil. “Ela é realmente uma artista que tem conhecimento muito profundo sobre essa circulação de imagens do mundo colonial e traz visivelmente uma reflexão com grande relevância sobre a história do Brasil”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A entrada para a exposição é gratuita. Mais informações podem ser conferidas no site <a href="http://www.mam.org.br">www.mam.org.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=18081&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/museu-de-arte-moderna-convida-visitante-a-refletir-a-historia-colonial-do-pais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vinicius de Moraes é homenageado com exposição no Rio de Janeiro</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/vinicius-de-moraes-e-homenageado-com-exposicao-no-rio-de-janeiro/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/vinicius-de-moraes-e-homenageado-com-exposicao-no-rio-de-janeiro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Sep 2012 12:22:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte & Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Plásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Audio Visual]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Popular]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[MPB]]></category>
		<category><![CDATA[museologia]]></category>
		<category><![CDATA[museu]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Oscar Niemeyer]]></category>
		<category><![CDATA[Música Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música Popular Brasileira]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.brasilcultura.com.br/?p=18036</guid>
		<description><![CDATA[Com a brilhante iniciativa de homenagear um dos poetas mais consagrados do país, o artista plástico Elifas Andreato criou a exposição O Haver &#8211; Pinturas e Músicas para Vinicius de Moraes, que foi aberta na Galeria de Artes do BNDES, no Centro do Rio de Janeiro. O projeto reuniu 15 músicos para relembrar a memória...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/09/vinicius.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18037" title="vinicius" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/09/vinicius.jpg" alt="" width="200" height="125" /></a>Com a brilhante iniciativa de homenagear um dos poetas mais consagrados do país, o artista plástico Elifas Andreato criou a exposição O Haver &#8211; Pinturas e Músicas para Vinicius de Moraes, que foi aberta na Galeria de Artes do BNDES, no Centro do Rio de Janeiro.</p>
<p>O projeto reuniu 15 músicos para relembrar a memória do &#8220;poetinha&#8221;, apelido atribuído por Tom Jobim, por meio de diversas expressões artísticas, como desenhos e canções inspiradas no poema O Haver, de Vinícius.</p>
<p>Entre os compositores estão Chico Buarque, Martinho da Vila, Zeca Baleiro, Toquinho, Paulinho da Viola, Gabriel O Pensador, Marcelo Camelo, Chico Cesar e Teresa Cristina</p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=18036&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/vinicius-de-moraes-e-homenageado-com-exposicao-no-rio-de-janeiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
