TOMO SUAS MÃOS NAS MINHAS

Tomo sua mãosRoberto Bomtempo e Miriam Freeland estrelam texto inédito baseado na história de amor entre Anton Tchekhov e Olga Knipper. Teatro Leblon, sala Tônia Carrero até 28 de março de 2010

“Tomo suas mãos nas minhas” conta um pouco a história de amor entre Anton Tchekhov e Olga Knípper. O texto, da dramaturga norte-americana Carol Rocamora – reconhecida como uma das melhores tradutoras da obra de Tchekhov para o inglês, é baseado na correspondência amorosa dos dois: ela, uma jovem atriz iniciante; ele, um escritor renomado mais velho e já doente de tuberculose. O casal se conhece em uma leitura de “A Gaivota” no Teatro de Arte de Moscou. Devido ao clima gélido daquela cidade, Tchekhov passava uma boa parte do ano em Ialta, longe de Olga, que precisava permanecer em Moscou por conta dos seus compromissos com o teatro. Esta situação gerou uma intensa troca de correspondência entre os dois, ao todo foram mais de 400 cartas durante o período de seis anos. Um texto belíssimo, comovente e autêntico sobre o amor.

O texto, inédito no Brasil, está sob a direção de Leila Hipólito, que tem no currículo o roteiro e direção de diversas produções para o cinema e TV, entre eles, o longa As alegres comadres e o curta Decisão que lhe rendeu 4 Kikitos no Festival de Gramado em 1997.  

Sinopse
Anton Tchekhov conhece Olga Knipper, ensaiando sua peça
A Gaivota.  A atriz, jovem e talentosa o atrai imediatamente e acrescenta a esta admiração uma intensa paixão.  Entretanto, Tchekhov é tuberculoso, o que o obriga a morar afastado de Moscou, onde Olga trabalha arduamente no Teatro de Arte de Moscou. O sentimento amoroso e a admiração mútua são alimentados por algumas estadias juntos e por belíssimas cartas que são a base da peça.

Esta intensa correspondência trocada pelos dois personagens começa contando o primeiro encontro de Olga e Tchekhov em Moscou e continua com o aprofundamento da relação: o enamoramento inicial; a vida de amantes; o amor mútuo que cresce apesar da dificuldade de relacionamento entre a família de Tchekhov e Olga; o pedido de casamento de Olga e a aceitação por Tchekhov até então um galanteador convicto. E a partir do casamento acontecem os diversos e belos momentos amorosos deste casal.  Olga estimula Tchekhov a escrever suas novas peças, As Três Irmãs e O Jardim Das Cerejeiras. Deduz-se que Olga foi a mola propulsora que impeliu Tchekhov  a escrever essas duas peças magistrais , e foi a nova visão que Nemirovich e Stanislavsky dão a suas quatro obras primas no recém formado Teatro de Arte de Moscou é que as fazem ter o sucesso retumbante que alcançaram na Rússia nos últimos anos do século XIX.

Equipe Técnica e Artística

Dramaturga: Carol Rocamora | Tradução, Adaptação e Direção: Leila Hipolito | Elenco: Roberto Bomtempo e Miriam Freeland | Consultora Artística: Ilka Marinho Zanotto | Cenários: Fernando Mello da Costa | Figurinos: Kika Lopes | Iluminação: Maneco Quinderé | Trilha Sonora: Alexandre Pereira | Produtora Executiva: Dadá Maia | Gerente do Projeto: Vittoria Z Duailibi | Realização: Conexão Cinema e Produções Artísticas LTDA

Serviço:
Dramaturgia: Carol Rocamora
Tradução, Adaptação e Direção: Leila Hipolito
Com: Roberto Bomtempo e Miriam Freeland
Temporada: 15 de janeiro a 28 de março
Teatro Leblon – sala Tônia Carrero (201 lugares) bilheteria tel.: 2529-7700 – Rua Conde Bernadotte, 26 – Leblon.
Horários: sexta e sábado 21h e Domingo 20h
Duração: 80 minutos | Classificação etária: 14 anos
Ingressos: sexta e domingo R$ 50,00 e sábados R$ 60,00

Informações para a imprensa:
Márcia Vilella | Hayla Leite | Marcela Prior
target@target.inf.br

    Author: Redação

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