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	<title>Brasil Cultura &#187; Artes Cênicas</title>
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		<title>1º CONCURSO DE DANÇA DE SALÃO &#8211; NEW FLICK&#8217;S . RITMO SAMBA</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 23:44:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/danca-de-salao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19330" title="danca de salao" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/danca-de-salao.jpg" alt="" width="141" height="200" /></a>No quadradinho ou no soltinho, é lindo ver os casais que riscam o salão de forma elegante e cheios de graça e estilo.</p>
<p>A partir desta terça-feira, dia 21 de maio, teremos a honra de presenciar a desenvoltura das duplas que se inscreveram para esta primeira edição do concurso.</p>
<p>Serão 03 etapas e umagrande final sempre às terças-feiras, a partir das 21h. Haverá distribuição de prêmios em dinheiro, troféus e medalhas.</p>
<p>O grupo SAMBACURI comandará a noite com o melhor do samba.<br />
1ª ETAPA | 21 DE MAIO</p>
<p>2ª ETAPA | 28 DE MAIO</p>
<p>3ª ETAPA | 04 DE JUNHO</p>
<p><strong>GRANDE FINAL | 11 DE JUNHO</strong></p>
<p>Info.:  41 3232-3068</p>
<p><strong>NEW FLICK’S </strong>| Av. Visc. de Guarapuava, 3489 &#8211; Centro Curitiba/Paraná<br />
APOIO . SAMBA DA TRADIÇÃO E BRASILCULTURA(www.brasilcultura.com.br)</p>
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		<title>Os Vivos e os Mortos</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 20:39:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19300" class="wp-caption alignleft" style="width: 276px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/vivosteatro.jpg"><img class="size-full wp-image-19300" title="vivosteatro" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/vivosteatro.jpg" alt="" width="266" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo leva aos palcos uma viagem pela Terra de Gandhi</p></div>
<p>Com uma atmosfera de contos orientais, o espetáculo Os Vivos e os Mortos, escrito por Kiko Marques a partir do conto homônimo do indiano Rabindranath Tagore, reestreia dia 05 de abril de 2013, às 20h30 no Viga Espaço Cênico (Rua Capote Valente, 1323, Pinheiros, São Paulo, SP). A peça traz para o palco a premiada atriz Flávia Pucci (foto) no papel da mulher que mesmo morta, pensa estar viva. Em cena, ao vivo, Andrea Prior canta e dança acompanhada de vários instrumentos musicais indianos, ao lado do elenco composto por Kiko Marques, Inês Aranha, Ruy Andrade, Luiz Eduardo Frin, Tieza Tissi, Thiago Carvalho, Mateus Menezes e Flávio Quental.</p>
<p>Os diferentes espaços físicos da narrativa são construídos e desfeitos pelos próprios atores diante do público, auxiliados pela trilha além do espetáculo trazer aos palcos a cantora indiana Ratnabali, formada na Universidade Tagore, que canta e toca ao vivo, conduzindo a plateia a uma viagem cultural e de costumes ao país de Gandhi.</p>
<p>Sinopse</p>
<p>A peça ambientada na Índia da década de 40, conta a história de Kadambini uma mulher sem marido ou filhos, que se sente muito mal ao receber uma triste notícia e é dada como morta. Após os rituais é carregada até o campo de cremação. Entre os carregadores está Scripati, homem simples e de coração puro, que crê firmemente na possibilidade dos mortos retornarem ao mundo dos vivos. Pouco antes de ser cremada, Kadambini acorda. Ela passa então a viver como se de fato não pertencesse mais a este mundo, tentando encontrar um sentido para ainda estar entre os vivos.</p>
<p><strong> INFORMAÇÕES:</strong><br />
Temporada até 2 de Junho de 2013<br />
Sextas às 21h30, sábados às 21h e domingos às 19h<br />
Viga Espaço Cênico (Capacidade: 74 lugares)<br />
Rua Capote Valente, 1323, Pinheiros, São Paulo, SP</p>
<p>Ingressos: R$30,00 (inteira)/ R$15, 00 (meia entrada)&lt;br&gt;Duração: 80min&lt;br&gt;Recomendação: 12 anos&lt;br&gt;Informações: (11) 3801-1843/ www.viga.art.br</p>
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		<title>Governo de SC anuncia investimento de mais de R$ 10 milhões na Cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 14:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/editalsc.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19292" title="editalsc" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/editalsc.jpg" alt="" width="200" height="142" /></a>O Governo do Estado lançou em Florianópolis, o Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura e o Prêmio Catarinense de Cinema, edição 2012/2013. Os dois editais somam mais de R$ 10 milhões. O objetivo é apoiar as iniciativas culturais e artísticas do Estado. “Os editais representam um marco e a redemocratização de todo trade cultural de Santa Catarina e o acesso democrático ao recurso público. Vamos buscar o crescimento e novos investimentos para a cultura”, disse o secretário do Turismo, Cultura e Esporte, Beto Martins.</p>
<p>O edital do Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Culturacontempla sete áreas: Artes Populares, Artes Visuais, Projetos e Obras, Letras, Música, Patrimônio Cultural e Teatro. A área de Artes Populares é subdividido nos segmentos Folclore, Artesanato e Arte Circense. Artes Visuais contemplará Projetos e Obras, e Bolsas de Execução. No segmento Dança, recursos<br />
para Produção e/ou Circulação. Na área de Letras, subdivisão nos segmentos Publicações e Escritor na Escola. Para Música, recursos para produção e gravação de CDs e DVDs. Na área de Patrimônio Cultural, investimento nos segmentos Material e Imaterial, Museus e Acervos. Em Teatro, prêmios para circulação, montagem e pesquisa.</p>
<p>O Prêmio busca a ampliação das oportunidades de criação, distribuição e processo de bens culturais. As inscrições, gratuitas, ficam abertas até o dia nove de julho de 2013, com abertura dos envelopes no dia 17 de julho de 2013, às 14h, no Cinema do CIC.</p>
<p>Já o Prêmio Catarinense de Cinema, edição 2012/2013, tem a intenção de estimular a produção audiovisual no Estado, mover o mercado e gerar empregos. Diversos filmes percorrem Santa Catarina com esse estímulo, que agrega fotografia, música, teatro e arte em um único produto. As inscrições gratuitas ficarão abertas entre 8 de maio a 26 de agosto de 2013 e a abertura dos envelopes se dará no dia 2 de setembro de 2013, às 14h, no Cinema do CIC.</p>
<p>Nesta edição, o Governo do Estado distribuirá R$ 3 milhões para os projetos de cinema. O prêmio principal, desde seu o lançamento em 2001, continua sendo para a produção de um longa-metragem, no valor de R$ 1,1 milhão. O Edital contempla as categorias de longa-metragem, curta-metragem, vídeo, pesquisa e desenvolvimento de projeto cinematográfico de<br />
longa-metragem. Todo o processo será acompanhado pela Comissão de Organização e Acompanhamento do Edital (COA).</p>
<p>Nazareno Pereira, ator dogrupo de teatro Sim por que Não salientou que os editais possibilitam que osgrupos culturais de Santa Catarina possam elaborar novos espetáculos com qualidade e com novas possibilidades. O Edital Catarinense de Cinema está <a href="http://www.fcc.sc.gov.br" target="_blank">publicado no site</a> .</p>
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		<title>Ah, A Humanidade! e Outras Boas Intenções</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 21:42:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/rioteatro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19187" title="rioteatro" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/04/rioteatro.jpg" alt="" width="300" height="170" /></a>Ah, A Humanidade! e Outras Boas Intenções, composta por cinco peças curtas de Will Eno, revela um micro-universo de personagens comuns em circunstâncias extraordinárias. Expostos em suas condições frágeis, cômicas e, finalmente, humanas, estes personagens – vividos pelos atores Alice Borges, Claudio Mendes, Guilherme Weber e Renata Hardy – enfrentam uma coletiva de imprensa, uma gravação de vídeos para uma agência de encontros, o pronunciamento de uma companhia aérea após um trágico acidente e a reconstituição de uma fotografia de Guerra. A estrutura do espetáculo, com direção de Murilo Hauser e que estreia no dia 21 de fevereiro, na Casa de Cultura Laura Alvim, estabelece diferentes possibilidades de diálogo com a plateia ao quebrar os protocolos e propor um questionamento de linguagens.</p>
<p>Will Eno, que já foi chamado pela crítica nova-iorquina de “O Samuel Beckett da nova geração”, traduz com perfeição a delicada e, ao mesmo tempo, enigmática experiência de estar vivo e a incessante tentativa de conexão com o outro. No Brasil, já teve três outras peças encenadas: &#8220;Temporada de Gripe&#8221;, &#8220;Lady Grey&#8221; e &#8220;Thom Pain&#8221;, esta última indicada ao prêmio Pulitzer, em 2005.</p>
<p>Nesta montagem, o ator Guilherme Weber e o diretor e tradutor Murilo Hauser consolidam dez anos de uma parceria criativa estabelecida na Sutil Companhia de Teatro, responsável pelo lançamento do autor no Brasil.</p>
<p>Este espetáculo foi contemplado com o Prêmio Montagem Cênica 2011, com o patrocínio da Petrobras e da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro &#8211; Governo do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura.</p>
<p>Texto: Will Eno<br />
Concepção: Guilherme Weber e Murilo Hauser<br />
Direção e Tradução: Murilo Hauser<br />
Atores:  Alice Borges, Claudio Mendes, Guilherme Weber e Renata Hardy</p>
<p><!--BOX BORDER ARTICLE--><strong> INFORMAÇÕES</strong><br />
Local: Casa de Cultura Laura Alvim (Capacidade: 235 lugares)<br />
Av. Vieira Souto, 176 &#8211; Ipanema. Tel: 2332-2015)  Data:  até 21 de abril<br />
Horário: quinta a sábado, às 21h, e domingo, às 20h<br />
Preço: R$30,00<br />
Duração: 70 minutos<br />
Bilheteria: terça a domingo a partir das 15h<br />
Classificação etária: 14 anos<br />
Gênero: comédia dramática</p>
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		<title>Depois da Última Escada &#8211; Teatro Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 14:44:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma mulher vestida de noiva, em seu vestido já amarelado, obcecada por sua própria beleza, procura de forma esperançosa e incessante o homem que a fará feliz e preencherá o seu desejo de se casar. Uma mulher que, na tentativa de ser alguém, acaba se desencontrando de si própria e perde a própria identidade, passando...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/depois-da-ultima.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19104" title="depois da ultima" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/depois-da-ultima.jpg" alt="" width="233" height="155" /></a>Uma mulher vestida de noiva, em seu vestido já amarelado, obcecada por sua própria beleza, procura de forma esperançosa e incessante o homem que a fará feliz e preencherá o seu desejo de se casar. Uma mulher que, na tentativa de ser alguém, acaba se desencontrando de si própria e perde a própria identidade, passando a perambular nesse espaço, à procura de si mesma e carregando consigo tudo que possui: suas malas. Uma mulher que vive, enterrada em um vaso de plantas, a esperança manca de um dia ir embora desse lugar, levada por alguém que virá movê-la, esperança essa que é mantida pelas flores que recebe diariamente de um remetente desconhecido. Essas três personagens têm suas buscas e seus vazios alimentados por um Zelador que tem o domínio sobre esse espaço e que se diverte com os conflitos e angústias dessas mulheres, que se tornam o objeto que ele tem para alimentar seu próprio vazio e sua ficção.</p>
<p>Orientada por Gustavo Rocha, diretor convidado para este segundo trabalho, a Quesquecé Companhia de Teatro começa 2013 com novo espetáculo que trata dos questionamentos de quatro personagens que vagam por um espaço cuja única saída é uma escada. ‘Depois da última escada’ nos mostra que a comédia de estar vivo aparece nos momentos de maior angústia individual. Sua criação se baseia na exacerbação da forma dos personagens para evidenciar seu patético estar no mundo e contar suas estórias.</p>
<p>Sobre Quesquecé Companhia de Teatro<br />
Formada há cerca de quatro anos, por três atrizes e um produtor, dedica-se aos estudos das dinâmicas teatrais contemporâneas desconstruindo e remontando sua dramaturgia e sua encenação a partir de experimentações avessas aos padrões do drama tradicional. Para realizar seus trabalhos, convida um diretor que possa orientar o processo dramatúrgico da companhia. O primeiro espetáculo teve duas temporadas, em 2008 e 2009, no Parque das Ruínas com o espetáculo ‘Vestindo as horas que passamos juntos’, dirigido por João Marcelo Pallottino. Desta vez, a criação das atrizes-dramaturgas agora se dará em torno das dinâmicas de personagens que transitam em um pequeno ponto perdido no nada, que não se parece com coisa nenhuma.</p>
<p>SINOPSE Depois da Última Escada O vazio e os sonhos movem quatro personagens a perambularem em um espaço onde existe apenas uma escada que poderia levá-los a outro lugar. Pateticamente nenhum deles se atreve a subir.</p>
<p>Texto e concepção: Quesquecé Cia de Teatro | Direção: Gustavo Rocha |Elenco: Camila Costa, Juliana Soure, Mariana Rego e Renato Valença | Dramaturgia: Quesquecé Cia de Teatro</p>
<p><!--BOX BORDER ARTICLE-->&lt;strong&gt; INFORMAÇÕES &#8211; Depois da Última Escada&lt;/strong&gt; &lt;br&gt;Local: Teatro Candido Mendes (Capacidade: 133 lugares) &lt;br&gt;Rua Joana Angélica, 63, Ipanema Telefone: (21) 2267-7295 &lt;br&gt;Data: até 07 de abril de 2013&lt;br&gt;Horários: sextas e sábados, às 21h30, domingos, às 20h30&lt;br&gt;Ingresso:R$ 40,00 (inteira) &lt;br&gt;Duração: 80 minutos &lt;br&gt;Classificação indicativa: 12 anos.</p>
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		<title>Faculdade de Artes Dulcina de Moraes passará a ser pública</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Mar 2013 12:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem admira o teatro, seus encantos e mistérios entende a angústia que por anos acomete a comunidade acadêmica e artística que frequenta ou frequentou a Faculdade de Artes Dulcina de Moraes. Situada no Setor de Diversões Sul, mais  conhecido como Conic, a instituição, que tem como mantenedora a Fundação  Brasileira de Teatro (FTB), passa há...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/dulcina.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19073" title="dulcina" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/dulcina.jpg" alt="" width="300" height="250" /></a> Quem admira o teatro, seus encantos e mistérios entende a angústia que por anos acomete a comunidade acadêmica e artística que frequenta ou frequentou a Faculdade de Artes Dulcina de Moraes. Situada no Setor de Diversões Sul, mais  conhecido como Conic, a instituição, que tem como mantenedora a Fundação  Brasileira de Teatro (FTB), passa há anos por diversos problemas financeiros e  administrativos: falta de remuneração dos professores, escassez de investimentos  em infraestruturas, conservação inadequada do acervo artístico, dentre outros.<br />
Tais entraves influenciaram diretamente no desempenho da faculdade que já chegou  a contar com dois mil estudantes. Hoje, somente 200 frequentam as salas de artes  do local.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em uma tentativa de reverter esse quadro, o Governo do Distrito Federal (GDF)  assumirá o projeto pedagógico da faculdade, tornando-a a primeira instituição  pública distrital voltada exclusivamente para o ensino de artes. De acordo com o  secretário de Governo do DF, Gustavo Ponce de Leon, o GDF já estudava uma forma  de criar uma faculdade de artes para suprir a carência das escolas da rede  pública e do próprio mercado regional. “A Dulcina de Moraes também é um  patrimônio artístico e cultural do DF”, acrescentou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Articulação</strong><br />
A articulação que culminou nesta decisão  inédita teve início ano passado. Conforme os rumores de fechamento da  instituição ganhavam força e percebendo o caos que a cada dia se tornava mais  real, o estudante do 7º semestre de Artes Visuais e artista plástico, Adeilton<br />
Oliveira, 39 anos, iniciou uma mobilização com universitários para reivindicar  uma posição do GDF a fim de encontrar uma solução para a faculdade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após negociações e articulações iniciadas em novembro de 2012  e a criação de  uma frente parlamentar em defesa da faculdade, o movimento foi ganhando  aderência e reconhecimento. No dia 8 de março, foi realizado um ato simbólico no  prédio da faculdade. O &#8220;Abraço Salve Dulcina&#8221; reuniu cerca de 150 professores,  alunos e funcionários da faculdade e autoridades na praça Zumbi dos Palmares, no  Conic. Além disso, os universitários lançaram um abaixo-assinado virtual chamada  o S.O.S Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, que recolheu cerca de 683  assinaturas cobrando uma medida do GDF e da Câmara Legislativa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com a chefe de gabinete da Secretaria de Educação, Natália Duarte,  a previsão, é que o GDF assuma a manutenção da faculdade no segundo semestre de  2013. “O governo tem o compromisso de assegurar o funcionamento do Dulcina para  que os estudantes possam concluir seus cursos, o que é um direito básico”,  afirma. Ponce de Leon ressalta que o GDF não se responsabilizará pelas dívidas  da mantenedora, mas apenas pelo projeto pedagógico da instituição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Adeilton afirma que a iniciativa do GDF foi extremamente bem recebida pela  comunidade. “A Dulcina foi a primeira faculdade de artes do Brasil. E o fato de  termos a oportunidade de estudar em uma instituição pública dá um grande  prestígio no currículo”. E complementa: “Ninguém quer um diploma de uma  faculdade falida”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O estudante afirma que tal ação terá impacto direto no mercado de professores<br />
de artes do DF: “o Dulcina forma, por semestre, cerca de 60 professores enquanto<br />
que na UnB são apenas cinco ou seis. Asseguro que 80% dos professores de artes<br />
do DF foram formados no Dulcina”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hugo Rafael Soares, 30 anos, é professor de artes cênicas e se graduou na<br />
instituição. Para ele, a medida mais benéfica da intervenção do GDF será o<br />
asseguramento de pagamento aos professores: “temos agora a certeza de que os<br />
professores serão pagos em dia e que os alunos poderão concluir seus<br />
cursos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o estudante do 5ª semestre de bacharelado em Interpretação Teatral e um<br />
dos idealizadores das mobilizações, Júnior Ribeiro, 19 anos, “ter a certeza de<br />
que o patrimônio cultural e artístico de Dulcina de Moraes será preservado é<br />
motivo de muita alegria para nós, estudantes e admiradores dela”. Para ele, o<br />
maior mérito da decisão do GDF será para os jovens que querem estudar e viver de<br />
arte: “Não é fácil trabalhar com arte no Brasil. E com essa transformação do<br />
Dulcina em uma faculdade pública, mais jovens carentes terão oportunidades de<br />
concorrer a uma vaga”, assegura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Histórico</strong><br />
A Faculdade de Artes Dulcina de Moraes foi<br />
inaugurada em meados de 1970 pela atriz, diretora, produtora de espetáculos e<br />
professora de artes cênicas Dulcina de Moraes. À época, influenciada pelo<br />
presidente Juscelino Kubitscheck, Dulcina mudou-se para Brasília, transferindo a<br />
sede da Fundação Brasileira de Teatro para a cidade. Construiu, com projeto de<br />
Oscar Niemeyer, o novo Teatro Dulcina e uma das primeiras faculdades de artes<br />
efetivamente autorizadas e reconhecidas no país. Resultado desse empenho, a<br />
Faculdade Dulcina tornou-se responsável pela formação de milhares de artistas e<br />
arte-educadores na região Centro-Oeste e em todo o Brasil. Para ela, a vocação<br />
de Brasília era de ser o grande pólo de cultura do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Faculdade oferece cursos de graduação em licenciatura e bacharelado em<br />
Artes Cênicas, licenciatura em Artes Visuais e Pós-Graduação nos cursos de<br />
Direção Teatral, História das Artes Visuais e Gestão de Espaços e Projetos<br />
Culturais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dulcina de Moraes nasceu em 1908, na cidade de Valença, no Rio de Janeiro.<br />
Foi atriz, diretora, produtora de espetáculos e professora de artes cênicas, e é<br />
considerada pela crítica como a mais importante intérprete teatral brasileira no<br />
Século XX. Fernanda Montenegro, uma das mais importantes atrizes do Brasil,<br />
afirma que Dulcina foi uma de suas referências no teatro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em reconhecimento à importância de sua obra, o governo do Distrito Federal<br />
assinou, em 2008, o tombamento do Teatro Dulcina e dos acervos fotográficos,<br />
cênico e de textos da atriz como Patrimônio Cultural do DF. Além disso, por meio<br />
de decreto, dedicou o ano à grande dama do teatro brasileiro.</p>
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		<title>Realismo &#8211; Teatro no Rio</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Mar 2013 19:38:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No palco, João Velho, como protagonista e dando nome ao personagem, Adriano Saboya, Átila Calache, Beatriz Bertu, Christian Landi, Daniela Galli, Paula Braun e um convidado especial a casa apresentação. Bem-humorado, o texto, inédito no Brasil, flerta com diversos gêneros que perpassam o vaudeville, o absurdo e o nonsense, criando uma estrutura na qual o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/realismo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19031" title="realismo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/realismo.jpg" alt="" width="230" height="156" /></a>No palco, João Velho, como protagonista e dando nome ao personagem, Adriano Saboya, Átila Calache, Beatriz Bertu, Christian Landi, Daniela Galli, Paula Braun e um convidado especial a casa apresentação.</p>
<p>Bem-humorado, o texto, inédito no Brasil, flerta com diversos gêneros que perpassam o vaudeville, o absurdo e o nonsense, criando uma estrutura na qual o título da peça não condiz, ironicamente, com uma possível primeira leitura de seu significado.</p>
<p>SOBRE O ESPETÁCULO</p>
<p>Uma mãe e um pai pouco ortodoxos; uma namorada de adolescência e uma atual quase-ex-namorada; dois amigos, um de infância, outro de idade adulta, ambos hiperativos; programas decadentes de televisão; um gato nada simpático; a total inação de um homem comum de 30 anos que decide se enclausurar em seu apartamento, em meio a seus “fantasmas”. Esses são alguns dos elementos que compõem o espetáculo. Realismo retrata estilhaços da vida de uma figura nada exemplar, constituindo, de forma difusa, imagens que pretendem discutir, através da ótica masculina, a inerente solidão de todo ser humano.</p>
<p>“Realismo lança um olhar sensível sobre o universo masculino – mais pontualmente, o texto parece falar da inaptidão de todo menino frente à vida adulta. E temos, ainda, a comicidade ácida; quase desbragada; beirando o politicamente incorreto”, afirma Tato</p>
<p>Texto: Anthony Neilson<br />
Tradução: Felipe Vidal<br />
Direção: Tato Consorti<br />
Elenco: João Velho (João Velho); Adriano Saboya (Mullet/Pai); Paula Braun (Ângela/Apresentadora); Daniela Galli (Mãe/Política de Esquerda); Átila Calache (Átila Calache/Político Independente); Beatriz Bertu (Laura/Política de Direita); Christian Landi (Simão/Autoridade); Participação Especial (Gato)</p>
<p><!--BOX BORDER ARTICLE-->&lt;strong&gt; INFORMAÇÕES&lt;/strong&gt; &lt;br&gt;Local: Centro Cultural da Justiça Federal (Capacidade: 142 lugares)&lt;br&gt;Avenida Rio Branco, 241 – Centro. Informações:&amp;nbsp; (21) 3261-2550&lt;br&gt;Data: até 31 de março, exceto dia 29 de março Horário:&amp;nbsp; de sexta a domingo, às 19h (exceto, sexta, dia 29 de março de 2013 Ingresso: R$ 20,00&lt;br&gt;Duração: 90 minutos&lt;br&gt;Classificação etária: 16 anos&lt;br&gt;Bilheteria: de terça a domingo, das 15h às 19h Gênero: Comédia Dramática&lt;br&gt;&lt;a title=&#8221;Peças de Teatro Rio de Janeiro&#8221; href=&#8221;http://www.nossadica.com/teatro_rio.php&#8221;&gt;&lt;/a&gt;</p>
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		<title>Sergio Mamberti deixa Secretaria de Políticas Culturais do MinC</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Mar 2013 00:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando da visita da ministra da Cultura, Marta Suplicy em Curitiba, perguntei a ela sobre a saída do meu amigo o ator Sergio Mamberti da Secretaria de Políticas Culturais e que o cargo já estava ocupado de forma interina por Américo Córdula, diretor de Estudos e Monitoramento de Políticas Culturais. Ela confirmou que sim de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/mambert.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19014" title="mambert" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/03/mambert.jpg" alt="" width="200" height="133" /></a>Quando da visita da ministra da Cultura, Marta Suplicy em Curitiba, perguntei a ela sobre a saída do meu amigo o ator Sergio Mamberti da Secretaria de Políticas Culturais e que o cargo já estava ocupado de forma interina por Américo Córdula, diretor de Estudos e Monitoramento de<br />
Políticas Culturais. Ela confirmou que sim de forma rápida assim querendo se ver livre do assunto. Sergio quando no governo de Requião este varias vezes aqui no Paraná, principalmente em projetos que eu coordenava assim como o FERA da Rede Estadual de Ensino. Insisti. Como não houve forma de escapar a ministra disse que alguns dias, Mamberti procurou-a e falou que deixaria a o ministério para voltar à televisão. Não sei se este realmente foi o motivo da saída. O ex-secretário faz parte do elenco de Flor do Caribe, a nova novela das 18h na TV Globo. Eu pessoalmente lamento. Perde o MinC, perde a cultura.<br />
<strong>Cláudio Ribeiro</strong></p>
<p><strong>Jornalista-Compositor</strong></p>
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		<title>Comédia Crânio, no Teatro Cleyde Yáconis &#8211; SP</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2013 19:40:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com direção de Noemi Marinho, peça reúne os atores Patrícia Gasppar, Renato Caldas, Fábio Herford, Paulo Américo e Noemi Gerbelli no elenco. Na ficha técnica estão, ainda, Daniel Maia (trilha sonora), Wagner Freire (iluminação) e Theodoro Cochrane (cenário e figurino). Texto de Lúcia Carvalho Uma funcionária distraída está em apuros depois de trocar o valor...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/02/teatrosp.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18990" title="teatrosp" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/02/teatrosp.jpg" alt="" width="333" height="194" /></a>Com direção de Noemi Marinho, peça reúne os atores Patrícia Gasppar, Renato Caldas, Fábio Herford, Paulo Américo e Noemi Gerbelli no elenco. Na ficha técnica estão, ainda, Daniel Maia (trilha sonora), Wagner Freire (iluminação) e Theodoro Cochrane (cenário e figurino). Texto de Lúcia Carvalho</p>
<p>Uma funcionária distraída está em apuros depois de trocar o valor de um contrato milionário. Este é o mote da comédia Crânio, direção de Noemi Marino para texto de Lúcia Carvalho.</p>
<p>No elenco estão os atores Patrícia Gasppar, Renato Caldas, Fábio Herford, Paulo Américo e Noemi Gerbelli. A trilha sonora de Daniel Maia, a iluminação de Wagner Freire e os figurino e cenário de Theodoro Cochrane completam a ficha técnica. A realização é da Mesa 2 Produções, com assistência de direção de Tathiana Marinho.</p>
<p>Ana Helena (Patrícia Gasppar) e Thielli (Renato Caldas) trabalham no departamento de vendas da empresa de ar condicionado Fresh Air. Sheila (Noemi Gerbelli) é a extravagante executiva, chefe de ambos. Desatenta, Ana Helena se confunde e troca o valor do contrato a ser assinada pelo sr. Salim (Fábio Herford), o viúvo árabe, importante cliente da Fresh Air.  A situação pode causar um prejuízo de 100 mil reais à empresa.</p>
<p>Thielli sugere que a amiga Ana Helena conquiste Salim, fazendo com que ele assine o contrato com o valor correto. Tudo está planejado para acontecer em uma festa na casa de Sheila, em que uma relíquia usada como objeto de decoração &#8211; um crânio mexicano &#8211; chama a atenção dos convidados.</p>
<p>Patrícia Gasppar, que interpreta Ana Helena na trama, conheceu o texto há três anos. “O texto de Lúcia Carvalho nos motivou. É uma comédia leve sobre assuntos do dia-a-dia comum do público”, conta ela. “Ana Helena é uma personagem romântica à moda antiga, que tem o sonho de reconstruir sua vida, como se fosse uma garota aos 15 anos de idade.”</p>
<p>A diretora Noemi Marinho teve o primeiro contato com o texto quando os atores a chamaram para uma leitura no MASP. “Logo depois, a Mesa 2 me convidou para dirigir a montagem”, relembra Noemi.</p>
<p>A montagem<br />
O cenário de Theodoro Cochrane se divide entre o escritório da Fresh Air e a casa de Sheila. “Criei um cenário que se transforma. De um lado, todo o ambiente de um escritório com pastas, arquivos empilhados e gavetas. Do outro, a casa de Sheila, onde acontece a festa. Para dialogar com a personagem exuberante, criei uma casa com tons vermelhos bem fortes e impactantes.”</p>
<p>Para os figurinos, Theodoro se inspirou no color block (tendência de combinar cores vibrantes no mesmo look). “Estou usando combinações que causam estranhamento, mas se harmonizam em cena”, conta ele.</p>
<p>Para a diretora Noemi Marinho, “o mérito do texto é o olhar apurado para os detalhes corriqueiros. A autora observa pequenas coisas, como palavras, pronúncias e gestos, e leva para a comédia. Não temos pretensão em ser didáticos ou passar  mensagens. Trata-se de uma comédia leve. Crânio é filhote do besteirol, como ficou conhecido o movimento teatral que ganhou força na década de 80, desprovido de preconceito e com uma caricatura do comportamento cotidiano”, finaliza Noemi Marinho.</p>
<p><!--BOX BORDER ARTICLE-->&lt;strong&gt;INFORMAÇÕES &lt;/strong&gt; &lt;br&gt;Data: até 17 de março de 2013 &lt;br&gt;Local: Teatro Cleyde Yáconis (Capacidade: 288 lugares)&lt;br&gt;Avenida do Café, 277, Jabaquara. Telefones:&amp;nbsp; (11) 5070-7018&amp;nbsp; / 5070-7014 / 5070-7011.&lt;br&gt;Horário: sexta, 21h30; sábado, 21h; domingo, 18h.&lt;br&gt;Preço: R$30,00 (sexta), R$ 50,00 (sábado) e R$ 40,00 (domingo). &lt;br&gt;Duração: 70 minutos.&lt;br&gt;Classificação etária: 12 anos&lt;br&gt;Estacionamento Rua Guatapará, 170 (R$ 15,00).</p>
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		<title>Universidade Estadual de Londrina entrega à Cultura projeto de reconstrução do Ouro Verde</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 01:03:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A reitora da Universidade Estadual de Londrina (UEL), professora Nádina Aparecida Moreno, esteve na manhã desta terça-feira (19) reunida com a coordenadora do Patrimônio Cultural da Secretaria de Estado da Cultura (SEEC), Rosina Parchen, para entregar o projeto de restauração do Teatro Ouro Verde, destruído por um incêndio em 12 de fevereiro de 2012. Por...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/02/ouro-verde-3.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18961" title="ouro verde 3" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/02/ouro-verde-3.jpg" alt="" width="200" height="190" /></a>A reitora da Universidade Estadual de Londrina (UEL), professora Nádina Aparecida Moreno, esteve na manhã desta terça-feira (19) reunida com a coordenadora do Patrimônio Cultural da Secretaria de Estado da Cultura (SEEC), Rosina Parchen, para entregar o projeto de restauração do Teatro Ouro Verde, destruído por um incêndio em 12 de fevereiro de 2012. Por<br />
ser um bem tombado, o projeto deve passar pelo aval do patrimônio estadual, que<br />
irá avaliar as condições de segurança e adequação do projeto para o uso do edifício.</p>
<p>Realizado por meio do Sindicato da Construção Civil de Londrina (Sinduscon), o trabalho inclui todas as especificações do restauro. A coordenação do Patrimônio Cultural da SEEC e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) irão avaliar o projeto até a primeira<br />
semana de março. O Cine Teatro Ouro Verde está em processo de tombamento em âmbito nacional, por isso as obras também serão avaliadas pelo IPHAN.</p>
<p>Em seguida, a UEL inicia o processo licitatório para o começo das obras. A previsão, segundo a reitora da UEL, é que as obras sejam iniciadas na metade de 2013 e o Cine Teatro seja entregue até 30 de maio de 2014. O orçamento de R$ 16 milhões para a reconstrução da obra já foi aprovado pelo governador Beto Richa.</p>
<p>&#8220;É importante destacar o empenho de todos os setores da UEL, que se mobilizaram para realizar da melhor forma possível a reconstrução do Cine Teatro Ouro Verde&#8221;, diz Rosina Parchen. No dia seguinte ao incêndio, ocorrido no dia 12 de fevereiro de 2012, técnicos da SEEC estiveram<br />
no local para avaliar os danos e já dar início ao processo de reconstrução.</p>
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