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	<title>Brasil Cultura &#187; Arqueologia</title>
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	<description>O portal da cultura brasileira</description>
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		<title>Governo faz mutirão de busca ativa e atualização cadastral em comunidades quilombolas</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2013 23:14:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O governo federal realiza, neste ano, um mutirão nacional de busca ativa e atualização cadastral em comunidades remanescentes de quilombos. O objetivo é identificar e incluir no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal todas as famílias dessas comunidades e, em especial, as que vivem com renda per capita mensal inferior a R$ 70....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/02/aaquilombo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18996" title="aaquilombo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/02/aaquilombo.jpg" alt="" width="200" height="102" /></a>O governo federal realiza, neste ano, um mutirão nacional de busca ativa e atualização cadastral em comunidades remanescentes de quilombos. O objetivo é identificar e incluir no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal todas as famílias dessas comunidades e, em especial, as que vivem com renda per capita mensal inferior a R$ 70.</p>
<p>O mutirão faz parte das ações prioritárias do Plano Brasil Sem Miséria para 2013. Após retirar 22 milhões de brasileiros da extrema pobreza no eixo de distribuição de renda, o foco das ações é a busca ativa para chegar a cerca de 700 mil famílias ainda excluídas do Cadastro Único.</p>
<p>Um dos primeiros passos para a implantação da ação, que escolheu o estado da Paraíba como experiência piloto, é a realização de uma oficina preparatória para definir estratégias e parcerias entre representantes do governo federal, gestores locais e lideranças quilombolas.</p>
<p>A oficina, promovida pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), será realizada na terça-feira (26) e quarta-feira (27) em João Pessoa e reunirá cerca de 120 gestores do Cadastro Único e do Bolsa Família, representantes da assistência social e lideranças quilombolas.</p>
<p>Os participantes vão discutir as estratégias de cadastramento e atualização de informações das famílias, além do encaminhamento das famílias aos serviços do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e a articulação de parcerias para outros serviços, como emissão de documentação civil e Declaração de Aptidão ao Programa Nacional da Agricultura Famíliar (DAP/Pronaf).</p>
<p>Na Paraíba, há 35 comunidades quilombolas certificadas em 23 municípios. Segundo a Fundação Cultural Palmares, ao menos 1,2 mil famílias vivem nessas comunidades de forma precária e com pouco acesso a equipamentos e políticas públicas. As estimativas mais recentes apontam que a quantidade de famílias pode chegar a até 2,7 mil. O Cadastro Único tem apenas 725 famílias paraibanas cadastradas como quilombolas, das quais 634 recebem o Bolsa Família.</p>
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		<title>Índios da etnia paeter suruí de Cacoal, RO, produzem livros didáticos</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Dec 2012 22:43:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com dois livros já publicados em Rondônia, índios do projeto Fortalecimento Econômico e Cultural Paeter, da etnia paeter suruí de Cacoal, se preparam para lançar uma terceira edição em 2013 sobre o corpo humano. As publicações didáticas sobre história e lendas paeter suruí foram lançadas em tupi mondé, língua materna paeter, e em português, em...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/12/indio-livro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18578" title="indio livro" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/12/indio-livro.jpg" alt="" width="222" height="155" /></a>Com dois livros já publicados em Rondônia, índios do projeto Fortalecimento Econômico e Cultural Paeter, da etnia paeter suruí de Cacoal, se preparam para lançar uma terceira edição em 2013 sobre o corpo humano. As publicações didáticas sobre história e lendas paeter suruí foram lançadas em tupi mondé, língua materna paeter, e em português, em 2010 e 2011 respectivamente. A etnia em Cacoal tem uma população de cerca de 1.350 mil pessoas.</p>
<p>De acordo com Joaton Suruí, coordenador do projeto, cerca de 22 professores de diversas aldeias participam do programa que atende cerca de 400 alunos. Os livros foram escritos pelos próprios professores de maneira didática para facilitar o aprendizado dos alunos.</p>
<p>“A legislação escolar indígena exige que se trabalhe a<br />
língua materna nas escolas das aldeias, e é isso que queremos facilitar para<br />
elas”, considera Joaton, que vê no projeto a possibilidade de revitalização da<br />
cultura pura indígena”, explica Joaton.</p>
<p>O projeto, em vigor desde 2007, é uma parceria com o<br />
Laboratório da Língua Indígena da Universidade de Brasília (UnB). Para a<br />
pesquisadora e professora da UnB Ana Suelly Arruda Câmara Cabral, a lembrança e<br />
reavivamento da cultura indígena é fundamental para a região. “Estamos buscando<br />
fazer essa documentação da língua indígena para evitar que essa riqueza<br />
cultural se perca pelos anos”, conta a pesquisadora.</p>
<p>Ana Suelly afirma que várias outras publicações ainda estão<br />
por vir: “Estamos dando início a glossários em várias áreas do conhecimento.<br />
Colocaremos em livros os ensinamentos deles próprios para que, no futuro, esses<br />
livros possam ser usados nas escolas dos brancos”.</p>
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		<title>Você sabe qual é a importância da cultura negra para a história do Brasil?</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Nov 2012 12:25:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir da metade do século 16, os africanos chegaram ao Brasil para trabalhar como escravos. Com eles, vieram os costumes, as religiões, as tradições, uma cultura forte e diferente das que já estavam aqui, vindas dos europeus e dos índios. A união e a mistura de todos esses elementos deram origem à identidade brasileira....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/11/negrosbrasilcultura.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18355" title="negrosbrasilcultura" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/11/negrosbrasilcultura.jpg" alt="" width="200" height="143" /></a>A partir da metade do século 16, os africanos chegaram ao Brasil para trabalhar como escravos. Com eles, vieram os costumes, as religiões, as tradições, uma cultura forte e diferente das que já estavam aqui, vindas dos europeus e dos índios. A união e a mistura de todos esses elementos deram origem à identidade brasileira.</p>
<p>As contribuições da cultura de origem africana para a construção da personalidade brasileira são inegáveis. Elas estão em toda parte.</p>
<p>Música: Além do samba, que é o estilo brasileiro mais famoso no mundo, outros ritmos também vieram da mãe África: Maracatu, Congada, Cavalhada, Moçambique. Além disso, muitos instrumentos musicais:</p>
<p>•afoxé: tipo de chocalho feito com uma cabaça e uma rede de miçangas;</p>
<p>•agogô: cones de metal tocados com uma baqueta;</p>
<p>•barimbau;</p>
<p>•caxixi: cesto de vime em forma de chocalho encerrado no fundo uma cabaça com sementes;</p>
<p>•atabaque: tambor alto;</p>
<p>•cuíca: parecido com tambor, mas com uma varinha encostada à pele, que fricciona produzindo som;</p>
<p>•djembe;</p>
<p>•ganzá e muitos outros.</p>
<p>Culinária: Ingredientes como o leite de coco, a pimenta malagueta, o gengibre, o milho, o feijão preto, as carnes salgadas e curadas, o quiabo, o amendoim, o mel, a castanha, as ervas aromáticas e o azeite de dendê não eram conhecidos nem usados no Brasil antes da chegada deles. Muitos pratos conhecidos e apreciados aqui vieram de lá: vatapá, o caruru, o abará, o abrazô, o acaçá, o acarajé, o bobó, os caldos,o cozido, a galinha de gabidela, o angu, a cuscuz salgado, a moqueca e a famosa feijoada. E os doces? Canjica, mungunzá, quindim, pamonha, angu doce, doce de coco, doce de abóbora, paçoca, quindim de mandioca, tapioca, bolo de milho, bolinho de tapioca entre outros.</p>
<p>Saiba um pouco mais sobre alguns pratos:</p>
<p>•Abará: Bolinho feito com massa de feijão-fradinho temperada com pimenta, sal, cebola e azeite-de-dendê, camarão seco, inteiro ou moído e misturado à massa, que é embrulhada em folha de bananeira e cozida em água;</p>
<p>•Acaçá: Bolinho feito de milho macerado em água fria e depois moído, cozido e envolvido, ainda morno, em folhas verdes de bananeira;</p>
<p>•Ado: Doce de origem afro-brasileira feito de milho torrado e moído, misturado com azeite-de-dendê e mel;</p>
<p>•Aluá: Bebida refrigerante feita de milho, de arroz ou de casca de abacaxi fermentados com açúcar ou rapadura, usada tradicionalmente como oferenda aos orixás nas festas populares de origem africana;</p>
<p>•Quibebe: Prato feito de carne-de-sol ou com charque, refogado e cozido com abóbora;</p>
<p>•Acarajé: Bolo de feijão temperado e moído com camarão seco, sal e cebola, frito com azeite de dendê;</p>
<p>•Mungunzá: Feito de milho em grão e servido doce (com leite de coco) ou salgado com leite;</p>
<p>•Vatapá: Papa de farinha-de-mandioca com azeite de dendê e pimenta, servida com peixe e frutos do mar</p>
<p>Religiões: Na África, há muitas religiões diferentes. Antes de vir para cá, cada um seguia a religião de sua família, clã, ou grupo. Mas quando chegaram aqui, os escravos foram separados de seus parentes e pessoas próximas. Por isso, passaram a se reuniar com pessoas de outras etnias para realizarem os cultos secretamente. Para que todos pudessem participar, essas reuniões eram uma mistura de cada religião, com rituais e cultura unidos e partilhados. Daí surgiu o Candomblé. A crença nasceu na Bahia e tem sido sinônimo de tradições religiosas afro-brasileiras em geral. A Umbanda, que também tem origens africanas, une práticas de várias religiões, inclusive a Católica. Ela se originou no Rio de Janeiro, no início do século 20. Tem muitas outras religiões de origem africana:</p>
<p>•Babaçu (PA);</p>
<p>•Batuque (RS);</p>
<p>•Cabula (ES, MG, RJ e SC);</p>
<p>•Culto aos Egungun (BA, RJ e SP);</p>
<p>•Culto de Ifá (BA, RJ e SP)</p>
<p>•Macumba (RJ),</p>
<p>•Omoloko (RJ, MG, SP),</p>
<p>•Quimbanda (RJ, SP),</p>
<p>•Tambor-de-Mina (MA),</p>
<p>•Terecô (MA),</p>
<p>•Xambá (AL, PE),</p>
<p>•Xangô do Nordeste (PE),</p>
<p>•Confraria,</p>
<p>•Irmandade dos homens pretos,</p>
<p>•Sincretismo</p>
<p>Artes marciais: A capoeira, uma mistura de dança e luta, foi criada pelos escravos como uma estratégia de defesa. Como os treinamentos de combate eram proibidos, os escravos que conseguiam fugir mas que eram recapturados ensinavam aos demais os movimentos. Embalados pelo som do berimbau, eles enganavam os capatazes, que achavam que estavam apenas dançando. Assim, eles treinavan nos engenhos sem levantar suspeitas. A capoeira só deixou de ser proibida no Brasil apenas na década de 1930. Em 1953, o mestre Bimba apresentou a arte ao então presidente Getúlio Vargas, que a chamou de “único esporte verdadeiramente nacional”.</p>
<p>Língua: As línguas africanas exerceram tanta influência no modo de falar do povo brasileiro que a nossa língua já é considerada diferente do Português de Portugal. Na Bahia, são usadas cerca de 5 mil palavras de origem africana. A maior parte das palavras que enriqueceram o vocabulário brasileiro vêm do quimbundo, língua do povo banto. Na época da escravidão, o quibundo era a língua mais falada nas regiões Norte e Sul do país.</p>
<p>Palavras de origem banta:</p>
<p>BAGUNÇA – desordem, confusa, baderna, remexido.</p>
<p>BANZÉ – confusão, barulho.</p>
<p>BATUCAR – repetir a mesma coisa insistentemente.</p>
<p>BELELÉU – morrer, sumir, desaparecer.</p>
<p>BERIMBAU – arco-musical, instrumento indispensável na capoeira.</p>
<p>BIBOCA – casa, lugar sujo.</p>
<p>BUNDA – nádegas, traseiro.</p>
<p>CACHAÇA – aguardente que se obtém mediante a fermentação e destilação do mel ou barras do melaço.</p>
<p>CACHIMBO – pipo de fumar.</p>
<p>CAÇULA – o mais novo dos filhos ou irmãos.</p>
<p>CAFOFO – quarto, recanto privado, lugar reservado com coisas velhas e usadas.</p>
<p>CAFUNÉ – ato de coçar, de leve, a cabeça de alguém, dando estalidos com as unhas para provocar o sono.</p>
<p>CALANGO – lagarto maior que lagartixa.</p>
<p>CAMUNDONGO – ratinho caseiro.</p>
<p>CANDOMBLÉ – local de adoração e de práticas religiosas afro-brasileiras da Bahia.</p>
<p>CANGA – tecido utilizado como saída-de-praia.</p>
<p>CANGAÇO – o gênero de vida do cangaceiro.</p>
<p>CAPANGA – guarda-costas, jagunço.</p>
<p>CAPENGA – manco, coxo.</p>
<p>CARIMBO – selo, sinete, sinal público com que se autenticam os documentos.</p>
<p>CATINGA – cheiro fétido e desagradável do corpo humano, certos animais e comidas deterioradas.</p>
<p>CHIMPANZÉ – espécie muito conhecida de macaco.</p>
<p>COCHILAR (a ortografia correta deveria ser coxilar) – dormir levemente.</p>
<p>DENDÊ – palmeira ou fruto da palmeira.</p>
<p>DENGUE – choradeira, birra de criança, manha.</p>
<p>FUNGAR – aspirar fortemente com ruído.</p>
<p>FUZUÊ – algazarra, barulho, confusão.</p>
<p>GANGORRA – balanço de crianças, formado por uma tábua pendurada em duas cordas.</p>
<p>JILÓ – fruto do jiloeiro, de sabor amargo.</p>
<p>MACUMBA – denominação genérica para as manifestações religiosas afro-brasileiras.</p>
<p>MANDINGA – bruxaria, ardil, mau-olhado.</p>
<p>MARIMBONDO – vespa.</p>
<p>MAXIXE &#8211; fruto do maxixeiro.</p>
<p>MINHOCA – verme anelídeo.</p>
<p>MOLEQUE – menino, garoto, rapaz.</p>
<p>MOQUECA – guisado de peixe ou de mariscos, podendo também ser feito de galinha, carne, ovos etc.</p>
<p>MUCAMA – criada, escrava de estimação, que ajudava nos serviços domésticos e acompanhava sua senhora à rua, em passeios.</p>
<p>QUIABO – fruto do quiabeiro.</p>
<p>QUILOMBO – povoação de escravos fugidos.</p>
<p>SENZALA – alojamentos que eram destinados aos escravos no Brasil.</p>
<p>SUNGA – calção de criança.</p>
<p>TANGA – tapa-sexo.</p>
<p>TITICA – fezes, coisa sem valor, excremento de aves.</p>
<p>ZABUMBA – bombo.</p>
<p><a href="http://www.ebc.com.br/infantil/voce-sabia/2012/11/voce-sabe-qual-e-a-importancia-da-cultura-negra-para-a-historia-do"> Fonte</a></p>
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		<title>Consciência Negra? Apenas uma comunidade quilombola foi reconhecida em 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Nov 2012 10:03:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/11/orgulho-negro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18351" title="orgulho-negro" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/11/orgulho-negro.jpg" alt="" width="200" height="145" /></a>A maioria dos descentes de negros explorados como escravos no Brasil segue sem direito de acesso à terra garantido. Este ano, apenas uma comunidade quilombola, a do Quilombo Chácara de Buriti, de Campo Grande (MS), conseguiu título de posse definitiva por parte do Governo Federal. Mesmo assim, foram reconhecidos somente 12 hectares dos 44 hectares identificados no Relatório de Identificação de Territórios Quilombolas (RTID) e reinvidicados pelos moradores. Até hoje, 193 terras quilombolas receberam títulos. Estima-se que existam 3.000 comunidades no Brasil e há mais de mil processos abertos aguardando conclusão no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). As informações fazem parte de levantamento feito pela Comissão Pró-Índio de São Paulo (CPI-SP) divulgado nesta semana.</p>
<p>Além do Quilombo Chácara do Buriti, mais duas comunidades tiveram acesso à terra garantido, apesar de ainda não terem títulos definitivos. São elas a Cafundó (SP) e a Invernada dos Negros, também conhecida como Fazenda Conquista, em Campos Novos (SC). Ambos foram beneficiadas pela Concessão Real de Uso Coletivo para Terras Quilombolas, medida prevista no artigo 24 da Instrução Normativa do Incra número 57 de 2009. A concessão não é o título definitivo, mas permite que os quilombolas ocupem e utilizem economicamente as terras, antes que o processo de titulação chegue ao fim. Antes de 2012, tal mecanismo ainda não havia sido utilizado pelo Incra.</p>
<p>No ano passado, também apenas uma comunidade conquistou a posse definitiva. É difícil acompanhar o andamento dos pedidos de reconhecimento. A este respeito, em reunião com representantes de comunidades quilombolas, em 29 de outubro, o presidente do Incra, Carlos Guedes, prometeu mudanças. &#8220;Vamos tornar público o acesso aos processos, etapa por etapa, área por área&#8221;, afirmou, argumentando que nem sempre é simples fazer o reconhecimento. &#8220;Isto [a abertura dos dados] vai externar a complexidade, pois alguns contam com processos envolvendo terras públicas, sobretudo no Norte e Nordeste e outras com áreas particulares, principalmente no Centro-Sul Brasileiro&#8221;.</p>
<p>O representante do Governo Federal anunciou no encontro que o Incra vai destinar R$ 1,2 milhão para os Relatórios de Identificação de Territórios Quilombolas (RTID).</p>
<p>Nenhum título foi reconhecido por governos estaduais este ano, segundo a CPI-SP.</p>
<p>Reconhecimento oficial</p>
<p> Até receber o título, as comunidades enfrentam longo processo (confira aqui como se dá uma titulação, passo a passo). Os procedimentos para a identificação e titulação das terras quilombolas são orientados por legislação federal e por legislações estaduais.</p>
<p>Menina em comunidade quilombola na Ilha do Marajó (PA)</p>
<p>Em 2012, não só poucas titulações foram concluídas, como também houve uma redução no número de decisões que permitem o andamento dos processos. De acordo com o levantamento da CPI-SP, até outubro deste ano foram publicadas quatro Portarias de Reconhecimento pelo Presidente do Incra e sete Relatórios de Identificação de Territórios Quilombolas (RTID). É menos da metade das dez Portarias e 21 RTIDs efetivadas em 2011, quando também foi emitido um Decreto de Desapropriação, da comunidade Brejo dos Crioulos (MG).</p>
<p>Nem sempre, o andamento dos processos é tranquilo. Um exemplo disso é o caso da comunidade quilombola Rio dos Macacos, localizada em Simões Filho (BA), que teve parte de sua área doada para a Marinha. O Incra abriu processo de titulação em 2011 e chegou a produzir o RTID que identificou as terras, mas o documento não foi publicado devido ao impasse criado. Agora a Marinha tenta conseguir na Justiça a expulsão dos quilombolas enquanto a União propõe que as famílias sejam transferidas para local de 23 hectares, bem menos do que os 300 hectares originais. A comunidade rejeitou a proposta e o impasse permanece.</p>
<p>O Dia Nacional da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro no Brasil. A data foi escolhida como um marco para reflexão sobre direitos e desigualdades no país trata-se de um momento importante para discussões sobre traumas do passado e pespectivas de superação histórica de violências cometidas ao longo da história do país.</p>
<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/sociologia/dia-da-consciencia-negra-2/">Saiba mais aqui</a></p>
<p>MAIS DE 700 MUNICÍPIOS COMEMORAM O DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA</p>
<p>Cidades que comemoram a data:</p>
<p>1. AL União dos Palmares</p>
<p>2. AL Maceió</p>
<p>3. AM Manaus</p>
<p>4. AP Macapá</p>
<p>5. AP Ferreira Gomes</p>
<p>6. AP Laranjal do Jari</p>
<p>7. AP Macapá</p>
<p>8. AP Mazagão</p>
<p>9. AP Oiapoque</p>
<p>10. AP Porto Grande</p>
<p>11. AP Santana</p>
<p>12. AP Tartarugalzinho</p>
<p>13. BA Salvador</p>
<p>14. BA Camaçari</p>
<p>15. BA Itaparica</p>
<p>16. BA Riachão das Neves</p>
<p>17. BA Sao Desidério</p>
<p>18. BA Itacaré</p>
<p>19. CE Fortaleza</p>
<p>20. DF Brasília</p>
<p>21. ES Vitória</p>
<p>22. ES Cariacica</p>
<p>23. GO Aparecida de Goiânia</p>
<p>24. GO Flores de Goiás</p>
<p>25. GO Aragarças</p>
<p>26. GO Santa Rita do Araguaia</p>
<p>27. GO Santo Antônio do Descoberto</p>
<p>28. GO Goiânia</p>
<p>29. MG Belo Horizonte</p>
<p>30. MG Além Paraíba</p>
<p>31. MG Betim</p>
<p>32. MG Bom Jesus do Galho</p>
<p>33. MG Coqueiral</p>
<p>34. MG Guarani</p>
<p>35. MG Itapecerica</p>
<p>36. MG Piraúba</p>
<p>37. MG Juiz de Fora</p>
<p>38. MG Montes Claros</p>
<p>39. MS Água Clara</p>
<p>40. MS Alcinópolis</p>
<p>41. MS Amanbaí</p>
<p>42. MS Anastácio</p>
<p>43. MS Anaurilândia</p>
<p>44. MS Angélica</p>
<p>45. MS Antônio João</p>
<p>46. MS Aparecida do Taboado</p>
<p>47. MS Aquidauana</p>
<p>48. MS Aral Moreira</p>
<p>49. MS Bandeirantes</p>
<p>50. MS Bataguassu</p>
<p>51. MS Bataiporã</p>
<p>52. MS Bela Vista</p>
<p>53. MS Bodoquena</p>
<p>54. MS Bonito</p>
<p>55. MS Brasilândia</p>
<p>56. MS Caarapó</p>
<p>57. MS Camapuã</p>
<p>58. MS Campo Grande</p>
<p>59. MS Caracol</p>
<p>60. MS Cassilãndia</p>
<p>61. MS Chapadão do Sul</p>
<p>62. MS Corguinho</p>
<p>63. MS Coronel Sapucaia</p>
<p>64. MS Corumbá</p>
<p>65. MS Costa Rica</p>
<p>66. MS Coxim</p>
<p>67. MS Deodápolis</p>
<p>68. MS Dois Irmãos do Buriti</p>
<p>69. MS Douradina</p>
<p>70. MS Dourados</p>
<p>71. MS Eldorado</p>
<p>72. MS Fátima do Sul</p>
<p>73. MS Glória de Dourados</p>
<p>74. MS Guia Lopes da Laguna</p>
<p>75. MS Iguatemi</p>
<p>76. MS Inocência</p>
<p>77. MS Itaporã</p>
<p>78. MS Itaquiraí</p>
<p>79. MS Ivinhema</p>
<p>80. MS Japorã</p>
<p>81. MS Jaraguari</p>
<p>82. MS Jardim</p>
<p>83. MS Jateí</p>
<p>84. MS Juti</p>
<p>85. MS Ladário</p>
<p>86. MS Laguna Garapa</p>
<p>87. MS Maracaju</p>
<p>88. MS Miranda</p>
<p>89. MS Mundo Novo</p>
<p>90. MS Naviraí</p>
<p>91. MS Nioaque</p>
<p>92. MS Nova Alvorada do Sul</p>
<p>93. MS Nova Andradina</p>
<p>94. MS Novo Horizonte do Sul</p>
<p>95. MS Paranaíba</p>
<p>96. MS Paranhos</p>
<p>97. MS Pedro Gomes</p>
<p>98. MS Ponta Porâ</p>
<p>99. MS Porto Murtinho</p>
<p>100. MS Ribas do Rio Pardo</p>
<p>101. MS Rio Brilhante</p>
<p>102. MS Rio Negro</p>
<p>103. MS Rio Verde de Mato Grosso</p>
<p>104. MS Rochedo</p>
<p>105. MS Santa Rita do Pardo</p>
<p>106. MS São Gabriel do Oeste</p>
<p>107. MS Selvíria</p>
<p>108. MS Sete Quedas</p>
<p>109. MS Sidrolândia</p>
<p>110. MS Sonora</p>
<p>111. MS Tacuru</p>
<p>112. MS Taquarussu</p>
<p>113. MS Terenos</p>
<p>114. MS Três Lagoas</p>
<p>115. MS Vicentina</p>
<p>116. MT Acorizal</p>
<p>117. MT Água Boa</p>
<p>118. MT Alta Floresta</p>
<p>119. MT Alto Araguaia</p>
<p>120. MT Alto da Boa Vista</p>
<p>121. MT Alto Garças</p>
<p>122. MT Alto Paraguai</p>
<p>123. MT Alto Taquari</p>
<p>124. MT Apiacas</p>
<p>125. MT Araguaiana</p>
<p>126. MT Araguainha</p>
<p>127. MT Araputanga</p>
<p>128. MT Arenápolis</p>
<p>129. MT Aripuanã</p>
<p>130. MT Barão de Melgaço</p>
<p>131. MT Barra do Bugres</p>
<p>132. MT Barra dos Garças</p>
<p>133. MT Bom Jesus do Araguaia</p>
<p>134. MT Brasnorte</p>
<p>135. MT Cáceres</p>
<p>136. MT Campinápolis</p>
<p>137. MT Campo Novo do Parecis</p>
<p>138. MT Campo Verde</p>
<p>139. MT Campos de Júlio</p>
<p>140. MT Cana Brava do Norte</p>
<p>141. MT Canarana</p>
<p>142. MT Carlinda</p>
<p>143. MT Castanheira</p>
<p>144. MT Chapada dos Guimarães</p>
<p>145. MT Cláudia</p>
<p>146. MT Cocalinho</p>
<p>147. MT Colider</p>
<p>148. MT Colniza</p>
<p>149. MT Comodoro</p>
<p>150. MT Confresa</p>
<p>151. MT Conquista d&#8217;Oeste</p>
<p>152. MT Cotriguaçu</p>
<p>153. MT Cuiabá</p>
<p>154. MT Curvelândia</p>
<p>155. MT Denise</p>
<p>156. MT Diamantino</p>
<p>157. MT Dom Aquino</p>
<p>158. MT Feliz Natal</p>
<p>159. MT Figueirópolis d´Oeste</p>
<p>160. MT Gaúcha do Norte</p>
<p>161. MT General Carneiro</p>
<p>162. MT Glória d&#8217;Oeste</p>
<p>163. MT Guarantã do Norte</p>
<p>164. MT Guirantã</p>
<p>165. MT Guiratinga</p>
<p>166. MT Indiavaí</p>
<p>167. MT Ipiranga do Norte</p>
<p>168. MT Itanhangá</p>
<p>169. MT Itaúba</p>
<p>170. MT Itiquira</p>
<p>171. MT Jaciara</p>
<p>172. MT Jangada</p>
<p>173. MT Jauru</p>
<p>174. MT Juara</p>
<p>175. MT Juína</p>
<p>176. MT Juruena</p>
<p>177. MT Juscimeira</p>
<p>178. MT Lambari d´Oeste</p>
<p>179. MT Lucas do Rio Verde</p>
<p>180. MT Luciara</p>
<p>181. MT Marcelândia</p>
<p>182. MT Matupá</p>
<p>183. MT Mirassol d´Oeste</p>
<p>184. MT Nobres</p>
<p>185. MT Nortelândia</p>
<p>186. MT Nossa Senhora do Livramento</p>
<p>187. MT Nova Bandeirantes</p>
<p>188. MT Nova Brasilândia</p>
<p>189. MT Nova Canaã do Norte</p>
<p>190. MT Nova Guarita</p>
<p>191. MT Nova Lacerda</p>
<p>192. MT Nova Marilândia</p>
<p>193. MT Nova Maringá</p>
<p>194. MT Nova Monte Verde</p>
<p>195. MT Nova Mutum</p>
<p>196. MT Nova Nazaré</p>
<p>197. MT Nova Olímpia</p>
<p>198. MT Nova Ubiratã</p>
<p>199. MT Nova Xavantina</p>
<p>200. MT Novo Horizonte do Norte</p>
<p>201. MT Novo Mundo</p>
<p>202. MT Novo Santo Antônio</p>
<p>203. MT Novo São Joaquim</p>
<p>204. MT Paranaitá</p>
<p>205. MT Paranatinga</p>
<p>206. MT Pedra Preta</p>
<p>207. MT Peixoto de Azevedo</p>
<p>208. MT Planalto da Serra</p>
<p>209. MT Poconé</p>
<p>210. MT Pontal do Araguaia</p>
<p>211. MT Ponte Branca</p>
<p>212. MT Pontes e Lacerda</p>
<p>213. MT Porto Alegre do Norte</p>
<p>214. MT Porto dos Gaúchos</p>
<p>215. MT Porto Esperidião</p>
<p>216. MT Porto Estrela</p>
<p>217. MT Poxoréo</p>
<p>218. MT Primavera do Leste</p>
<p>219. MT Querência</p>
<p>220. MT Reserva do Cabacal</p>
<p>221. MT Ribeirão Cascalheira</p>
<p>222. MT Ribeirãozinho</p>
<p>223. MT Rio Branco</p>
<p>224. MT Rondolândia</p>
<p>225. MT Rondonópolis</p>
<p>226. MT Rosário Oeste</p>
<p>227. MT Salto do Céu</p>
<p>228. MT Santa Carmem</p>
<p>229. MT Santa Cruz do Xingu</p>
<p>230. MT Santa Rita do Trivelato</p>
<p>231. MT Santa Terezinha</p>
<p>232. MT Santo Afonso</p>
<p>233. MT Santo Antônio do Leste</p>
<p>234. MT Santo Antônio do Leverger</p>
<p>235. MT São Félix do Araguaia</p>
<p>236. MT São José do Povo</p>
<p>237. MT São José do Rio Claro</p>
<p>238. MT São José do Xingu</p>
<p>239. MT São José dos Quatro Marcos</p>
<p>240. MT São Pedro da Cipa</p>
<p>241. MT Sapezal</p>
<p>242. MT Serra Nova Dourada</p>
<p>243. MT Sinop</p>
<p>244. MT Sorriso</p>
<p>245. MT Tabaporã</p>
<p>246. MT Tangará da Serra</p>
<p>247. MT Tapurah</p>
<p>248. MT Terra Nova do Norte</p>
<p>249. MT Tesouro</p>
<p>250. MT Torixoréu</p>
<p>251. MT União do Sul</p>
<p>252. MT Vale de São Domingos</p>
<p>253. MT Várzea Grande</p>
<p>254. MT Vera</p>
<p>255. MT Vila Bela da Santíssima Trindade</p>
<p>256. MT Vila Rica</p>
<p>257. PA Belém</p>
<p>258. PA Marabá</p>
<p>259. PA Nova Ipixuna</p>
<p>260. PA São Félix do Xingu</p>
<p>261. PB João Pessoa</p>
<p>262. PB Dona Inês</p>
<p>263. PE Macaparaná</p>
<p>264. PI Teresina</p>
<p>265. PI Valença do Piauí</p>
<p>266. PR Paraná</p>
<p>267. PR Curitiba</p>
<p>268. RJ Rio de Janeiro</p>
<p>269. RJ Angra dos Reis</p>
<p>270. RJ Aperibe</p>
<p>271. RJ Araruama</p>
<p>272. RJ Areal</p>
<p>273. RJ Armação dos Búzios</p>
<p>274. RJ Arraial do Cabo</p>
<p>275. RJ Barra do Piraí</p>
<p>276. RJ Barra Mansa</p>
<p>277. RJ Belford Roxo</p>
<p>278. RJ Bom Jardim</p>
<p>279. RJ Bom Jesus do Itabapoana</p>
<p>280. RJ Cabo Frio</p>
<p>281. RJ Cachoeiras de Macacu</p>
<p>282. RJ Cambuci</p>
<p>283. RJ Campos dos Goytacazes</p>
<p>284. RJ Cantagalo</p>
<p>285. RJ Carapebus</p>
<p>286. RJ Cardoso Moreira</p>
<p>287. RJ Carmo</p>
<p>288. RJ Casimiro de Abreu</p>
<p>289. RJ Comendador Levy Gasparian</p>
<p>290. RJ Conceição de Macabu</p>
<p>291. RJ Cordeiro</p>
<p>292. RJ Duas Barras</p>
<p>293. RJ Duque de Caxias</p>
<p>294. RJ Engenheiro Paulo de Frontin</p>
<p>295. RJ Guapimirim</p>
<p>296. RJ Iguaba Grande</p>
<p>297. RJ Itaboraí</p>
<p>298. RJ Itaguaí</p>
<p>299. RJ Italva</p>
<p>300. RJ Itaocara</p>
<p>301. RJ Itaperuna</p>
<p>302. RJ Itatiaia</p>
<p>303. RJ Japeri</p>
<p>304. RJ Laje do Muriaé</p>
<p>305. RJ Macaé</p>
<p>306. RJ Macuco</p>
<p>307. RJ Magé</p>
<p>308. RJ Mangaratiba</p>
<p>309. RJ Marica</p>
<p>310. RJ Mendes</p>
<p>311. RJ Mesquita</p>
<p>312. RJ Miguel Pereira</p>
<p>313. RJ Miracema</p>
<p>314. RJ Natividade</p>
<p>315. RJ Nilópolis</p>
<p>316. RJ Niterói</p>
<p>317. RJ Nova Friburgo</p>
<p>318. RJ Nova Iguaçu</p>
<p>319. RJ Paracambi</p>
<p>320. RJ Paraíba do Sul</p>
<p>321. RJ Parati</p>
<p>322. RJ Paty do Alferes</p>
<p>323. RJ Petrópolis</p>
<p>324. RJ Pinheiral</p>
<p>325. RJ Piraí</p>
<p>326. RJ Porciúncula</p>
<p>327. RJ Porto Real</p>
<p>328. RJ Quatis</p>
<p>329. RJ Queimados</p>
<p>330. RJ Quissamã</p>
<p>331. RJ Resende</p>
<p>332. RJ Rio Bonito</p>
<p>333. RJ Rio Claro</p>
<p>334. RJ Rio das Flores</p>
<p>335. RJ Rio das Ostras</p>
<p>336. RJ Rio de Janeiro</p>
<p>337. RJ Santa Maria Madalena</p>
<p>338. RJ Santo Antônio de Pádua</p>
<p>339. RJ São Fidélis</p>
<p>340. RJ São Francisco de Itabapoana</p>
<p>341. RJ São Gonçalo</p>
<p>342. RJ São João da Barra</p>
<p>343. RJ São João de Meriti</p>
<p>344. RJ São José de Ubá</p>
<p>345. RJ São José do Vale do Rio Preto</p>
<p>346. RJ São Pedro da Aldeia</p>
<p>347. RJ São Sebastião do Alto</p>
<p>348. RJ Sapucaia</p>
<p>349. RJ Saquarema</p>
<p>350. RJ Seropédica</p>
<p>351. RJ Silva Jardim</p>
<p>352. RJ Sumidouro</p>
<p>353. RJ Tanguá</p>
<p>354. RJ Teresópolis</p>
<p>355. RJ Trajano de Morais</p>
<p>356. RJ Três Rios</p>
<p>357. RJ Valença</p>
<p>358. RJ Varre-Sai</p>
<p>359. RJ Vassouras</p>
<p>360. RO Porto Velho</p>
<p>361. RO Vilhena</p>
<p>362. RS Canguçu</p>
<p>363. RS Faxinalzinho</p>
<p>364. RS Feliz</p>
<p>365. RS Flores da Cunha</p>
<p>366. RS Fontoura Xavier</p>
<p>367. RS Formigueiro</p>
<p>368. RS Fortaleza dos Valos</p>
<p>369. RS Frederico Westphalen</p>
<p>370. RS Garibaldi</p>
<p>371. RS Gaurama</p>
<p>372. RS General Câmara</p>
<p>373. RS Getúlio Vargas</p>
<p>374. RS Giruá</p>
<p>375. RS Glorinha</p>
<p>376. RS Gramado</p>
<p>377. RS Gramado Xavier</p>
<p>378. RS Gravataí</p>
<p>379. RS Guabiju</p>
<p>380. RS Guaíba</p>
<p>381. RS Guaporé</p>
<p>382. RS Guarani das Missões</p>
<p>383. RS Harmonia</p>
<p>384. RS Herval</p>
<p>385. RS Herveiras</p>
<p>386. RS Horizontina</p>
<p>387. RS Hulha Negra</p>
<p>388. RS Humaitá</p>
<p>389. RS Ibarama</p>
<p>390. RS Ibiaçá</p>
<p>391. RS Ibiraiaras</p>
<p>392. RS Ibirapuitã</p>
<p>393. RS Ibiruba</p>
<p>394. RS Igrejinha</p>
<p>395. RS Ijui</p>
<p>396. RS Ilópolis</p>
<p>397. RS Imbé</p>
<p>398. RS Imigrante</p>
<p>399. RS Independência</p>
<p>400. RS Inhacorá</p>
<p>401. RS Ipê</p>
<p>402. RS Ipiranga do Sul</p>
<p>403. RS Irai</p>
<p>404. RS Itaara</p>
<p>405. RS Itacurubi</p>
<p>406. RS Itapuca</p>
<p>407. RS Itaqui</p>
<p>408. RS Itatiba do Sul</p>
<p>409. RS Ivorá</p>
<p>410. RS Ivoti</p>
<p>411. RS Jaboticaba</p>
<p>412. RS Jacutinga</p>
<p>413. RS Jaguarão</p>
<p>414. RS Jaguari</p>
<p>415. RS Jaquirana</p>
<p>416. RS Jarí</p>
<p>417. RS Jóia</p>
<p>418. RS Júlio de Castilhos</p>
<p>419. RS Lagoa Vermelha</p>
<p>420. RS Lagoão</p>
<p>421. RS Lajeado</p>
<p>422. RS Lavras do Sul</p>
<p>423. RS Liberato Salzano</p>
<p>424. RS Machadinho</p>
<p>425. RS Manoel Viana</p>
<p>426. RS Maquine</p>
<p>427. RS Marau</p>
<p>428. RS Marcelino Ramos</p>
<p>429. RS Mariano Moro</p>
<p>430. RS Marques de Souza</p>
<p>431. RS Mata</p>
<p>432. RS Mato Leitão</p>
<p>433. RS Maximiliano de Almeida</p>
<p>434. RS Minas do Leão</p>
<p>435. RS Miraguaí</p>
<p>436. RS Montauri</p>
<p>437. RS Monte Belo do Sul</p>
<p>438. RS Montenegro</p>
<p>439. RS Mormaço</p>
<p>440. RS Morrinhos do Sul</p>
<p>441. RS Morro Redondo</p>
<p>442. RS Morro Reuter</p>
<p>443. RS Mostardas</p>
<p>444. RS Muçum</p>
<p>445. RS Muitos Capões</p>
<p>446. RS Nao-Me-Toque</p>
<p>447. RS Nicolau Vergueiro</p>
<p>448. RS Nonoai</p>
<p>449. RS Nova Alvorada</p>
<p>450. RS Nova Araçá</p>
<p>451. RS Nova Bassano</p>
<p>452. RS Nova Boa Vista</p>
<p>453. RS Nova Bréscia</p>
<p>454. RS Nova Candelária</p>
<p>455. RS Nova Esperança do Sul</p>
<p>456. RS Nova Hartz</p>
<p>457. RS Nova Pádua</p>
<p>458. RS Nova Palma</p>
<p>459. RS Nova Petrópolis</p>
<p>460. RS Nova Prata</p>
<p>461. RS Nova Roma do Sul</p>
<p>462. RS Nova Santa Rita</p>
<p>463. RS Novo Barreiro</p>
<p>464. RS Novo Hamburgo</p>
<p>465. RS Novo Machado</p>
<p>466. RS Novo Tiradentes</p>
<p>467. RS Osório</p>
<p>468. RS Paim Filho</p>
<p>469. RS Palmares do Sul</p>
<p>470. RS Palmeira das Missões</p>
<p>471. RS Palmitinho</p>
<p>472. RS Panambi</p>
<p>473. RS Pantano Grande</p>
<p>474. RS Parai</p>
<p>475. RS Paraíso do Sul</p>
<p>476. RS Parobé</p>
<p>477. RS Passo do Sobrado</p>
<p>478. RS Passo Fundo</p>
<p>479. RS Paulo Bento</p>
<p>480. RS Paverama</p>
<p>481. RS Pedras Altas</p>
<p>482. RS Pedro Osório</p>
<p>483. RS Pejuçara</p>
<p>484. RS Pelotas</p>
<p>485. RS Picada Café</p>
<p>486. RS Pinhal</p>
<p>487. RS Pinhal Grande</p>
<p>488. RS Pinheirinho do Vale</p>
<p>489. RS Pinheiro Machado</p>
<p>490. RS Pirapó</p>
<p>491. RS Piratini</p>
<p>492. RS Planalto</p>
<p>493. RS Poço das Antas</p>
<p>494. RS Portão</p>
<p>495. RS Porto Alegre</p>
<p>496. RS Porto Lucena</p>
<p>497. RS Porto Mauá</p>
<p>498. RS Porto Xavier</p>
<p>499. RS Pouso Novo</p>
<p>500. RS Progresso</p>
<p>501. RS Protásio Alves</p>
<p>502. RS Putinga</p>
<p>503. RS Quarai</p>
<p>504. RS Quevedos</p>
<p>505. RS Quinze de Novembro</p>
<p>506. RS Redentora</p>
<p>507. RS Relvado</p>
<p>508. RS Restinga Seca</p>
<p>509. RS Rio Grande</p>
<p>510. RS Rio Pardo</p>
<p>511. RS Riozinho</p>
<p>512. RS Roca Sales</p>
<p>513. RS Rodeio Bonito</p>
<p>514. RS Rolante</p>
<p>515. RS Ronda Alta</p>
<p>516. RS Rondinha</p>
<p>517. RS Roque Gonzales</p>
<p>518. RS Rosário do Sul</p>
<p>519. RS Saldanha Marinho</p>
<p>520. RS Salto do Jacuí</p>
<p>521. RS Salvador das Missões</p>
<p>522. RS Salvador do Sul</p>
<p>523. RS Sananduva</p>
<p>524. RS Santa Bárbara do Sul</p>
<p>525. RS Santa Cecília do Sul</p>
<p>526. RS Santa Clara do Sul</p>
<p>527. RS Santa Cruz do Sul</p>
<p>528. RS Santa Margarida do Sul</p>
<p>529. RS Santa Maria</p>
<p>530. RS Santa Maria do Herval</p>
<p>531. RS Santa Rosa</p>
<p>532. RS Santa Tereza</p>
<p>533. RS Santa Vitória do Palmar</p>
<p>534. RS Santana da Boa Vista</p>
<p>535. RS Santana do Livramento</p>
<p>536. RS Santiago</p>
<p>537. RS Santo Ângelo</p>
<p>538. RS Santo Antônio da Patrulha</p>
<p>539. RS Santo Antônio das Missões</p>
<p>540. RS Santo Augusto</p>
<p>541. RS Santo Cristo</p>
<p>542. RS Santo Expedito do Sul</p>
<p>543. RS São Borja</p>
<p>544. RS São Domingos do Sul</p>
<p>545. RS São Francisco de Assis</p>
<p>546. RS São Francisco de Paula</p>
<p>547. RS São Gabriel</p>
<p>548. RS São Jerônimo</p>
<p>549. RS São João da Urtiga</p>
<p>550. RS São João do Polêsine</p>
<p>551. RS São Jorge</p>
<p>552. RS São José do Herval</p>
<p>553. RS São José do Hortêncio</p>
<p>554. RS São José do Inhacora</p>
<p>555. RS São José do Norte</p>
<p>556. RS São José do Ouro</p>
<p>557. RS São José dos Ausentes</p>
<p>558. RS São Leopoldo</p>
<p>559. RS São Lourenço do Sul</p>
<p>560. RS São Luiz Gonzaga</p>
<p>561. RS São Marcos</p>
<p>562. RS São Martinho</p>
<p>563. RS São Martinho da Serra</p>
<p>564. RS São Miguel das Missões</p>
<p>565. RS São Nicolau</p>
<p>566. RS São Paulo das Missões</p>
<p>567. RS São Pedro da Serra</p>
<p>568. RS São Pedro do Butiá</p>
<p>569. RS São Pedro do Sul</p>
<p>570. RS São Sebastião do Caí</p>
<p>571. RS São Sepé</p>
<p>572. RS São Valentim</p>
<p>573. RS São Valentim do Sul</p>
<p>574. RS São Vendelino</p>
<p>575. RS São Vicente do Sul</p>
<p>576. RS Sapiranga</p>
<p>577. RS Sapucaia do Sul</p>
<p>578. RS Sarandi</p>
<p>579. RS Seberi</p>
<p>580. RS Sede Nova</p>
<p>581. RS Segredo</p>
<p>582. RS Selbach</p>
<p>583. RS Senador Salgado Filho</p>
<p>584. RS Serafina Correa</p>
<p>585. RS Sertão</p>
<p>586. RS Sertão Santana</p>
<p>587. RS Severiano de Almeida</p>
<p>588. RS Silveira Martins</p>
<p>589. RS Sinimbu</p>
<p>590. RS Sobradinho</p>
<p>591. RS Soledade</p>
<p>592. RS Tapejara</p>
<p>593. RS Tapera</p>
<p>594. RS Tapes</p>
<p>595. RS Taquara</p>
<p>596. RS Taquari</p>
<p>597. RS Taquaruçu do Sul</p>
<p>598. RS Tavares</p>
<p>599. RS Tenente Portela</p>
<p>600. RS Terra de Areia</p>
<p>601. RS Teutônia</p>
<p>602. RS Tiradentes do Sul</p>
<p>603. RS Toropi</p>
<p>604. RS Torres</p>
<p>605. RS Tramandaí</p>
<p>606. RS Travesseiro</p>
<p>607. RS Três Arroios</p>
<p>608. RS Três Cachoeiras</p>
<p>609. RS Três Coroas</p>
<p>610. RS Três de Maio</p>
<p>611. RS Três Palmeiras</p>
<p>612. RS Três Passos</p>
<p>613. RS Trindade</p>
<p>614. RS Trindade do Sul</p>
<p>615. RS Triunfo</p>
<p>616. RS Tucunduva</p>
<p>617. RS Tunas</p>
<p>618. RS Tupanci do Sul</p>
<p>619. RS Tupancireta</p>
<p>620. RS Tupandi</p>
<p>621. RS Tuparendi</p>
<p>622. RS Turucu</p>
<p>623. RS União da Serra</p>
<p>624. RS Uruguaiana</p>
<p>625. RS Vacaria</p>
<p>626. RS Vale do Sol</p>
<p>627. RS Vanini</p>
<p>628. RS Venâncio Aires</p>
<p>629. RS Vera Cruz</p>
<p>630. RS Veranópolis</p>
<p>631. RS Vespasiano Correa</p>
<p>632. RS Viadutos</p>
<p>633. RS Viamão</p>
<p>634. RS Vicente Dutra</p>
<p>635. RS Victor Graeff</p>
<p>636. RS Vila Flores</p>
<p>637. RS Vila Lângaro</p>
<p>638. RS Vila Maria</p>
<p>639. RS Vila Nova do Sul</p>
<p>640. RS Vista Alegre</p>
<p>641. RS Vista Alegre do Prata</p>
<p>642. RS Vista Gaúcha</p>
<p>643. RS Vitória das Missões</p>
<p>644. RS Xangri-lá</p>
<p>645. SC Ponte Alta</p>
<p>646. SC Florianópolis</p>
<p>647. SE Aracaju</p>
<p>648. SE Pacatuba</p>
<p>649. SE Japaratuba</p>
<p>650. SP Altinópolis</p>
<p>651. SP Americana</p>
<p>652. SP Américo Brasiliense</p>
<p>653. SP Amparo</p>
<p>654. SP Araçatuba</p>
<p>655. SP Araraquara</p>
<p>656. SP Assis</p>
<p>657. SP Arujá</p>
<p>658. SP Auriflama</p>
<p>659. SP Barrinha</p>
<p>660. SP Barretos</p>
<p>661. SP Barueri</p>
<p>662. SP Bento de Abreu</p>
<p>663. SP Borborema</p>
<p>664. SP Brauna</p>
<p>665. SP Buri</p>
<p>666. SP Cabreúva</p>
<p>667. SP Cachoeira Paulista</p>
<p>668. SP Campinas</p>
<p>669. SP Candido Mota</p>
<p>670. SP Campos do Jordão</p>
<p>671. SP Caraguatetuba</p>
<p>672. SP Colômbia</p>
<p>673. SP Cordeirópois</p>
<p>674. SP Diadema</p>
<p>675. SP Embu</p>
<p>676. SP Embu das Artes</p>
<p>677. SP Embu-Guaçu</p>
<p>678. SP Flórida Paulista</p>
<p>679. SP Franca</p>
<p>680. SP Francisco Morato</p>
<p>681. SP Franco da Rocha</p>
<p>682. SP Guairá</p>
<p>683. SP Guapiara</p>
<p>684. SP Guarani d&#8217;Oeste</p>
<p>685. SP Guariba</p>
<p>686. SP Guarulhos</p>
<p>687. SP Hortolândia</p>
<p>688. SP Iaras</p>
<p>689. SP Icem</p>
<p>690. SP Ilhabela</p>
<p>691. SP Ipeúna</p>
<p>692. SP Itapacerica da Serra</p>
<p>693. SP Ipaussu</p>
<p>694. SP Itapeva</p>
<p>695. SP Itapevi</p>
<p>696. SP Itirapina</p>
<p>697. SP Itararé</p>
<p>698. SP Itu</p>
<p>699. SP Jaú</p>
<p>700. SP Jandira</p>
<p>701. SP Jaguariúna</p>
<p>702. SP Judiaí</p>
<p>703. SP Juquitiba</p>
<p>704. SP Lajes</p>
<p>705. SP Leme</p>
<p>706. SP Limeira</p>
<p>707. SP Maririnque</p>
<p>708. SP Mauá</p>
<p>709. SP Mococa</p>
<p>710. SP Nipoa</p>
<p>711. SP Nova Guaraporanga</p>
<p>712. SP Palmital</p>
<p>713. SP Paraíso</p>
<p>714. SP Pedregulho</p>
<p>715. SP Pedreira</p>
<p>716. SP Poá</p>
<p>717. SP Porto Feliz</p>
<p>718. SP Pirapora do Bom Jesus</p>
<p>719. SP Pradópolis</p>
<p>720. SP Queiroz</p>
<p>721. SP Restinga</p>
<p>722. SP Ribeirão Branco</p>
<p>723. SP Piracicaba</p>
<p>724. SP Ribeirão Pires</p>
<p>725. SP Ribeirão Preto</p>
<p>726. SP Rincão</p>
<p>727. SP Rio Claro</p>
<p>728. SP Rio das Pedras</p>
<p>729. SP Rio Grande da Serra</p>
<p>730. SP Riolândia</p>
<p>731. SP Riversul</p>
<p>732. SP Roseira</p>
<p>733. SP Santa Isabel</p>
<p>734. SP Santa Rosa de Viterbo</p>
<p>735. SP Santa Barbara d&#8217; Oeste</p>
<p>736. SP Santo André</p>
<p>737. SP Santópolis do Aguapeí</p>
<p>738. SP Santos</p>
<p>739. SP São João da Boa Vista</p>
<p>740. SP São Lourenço da Serra</p>
<p>741. SP São José da Bela Vista</p>
<p>742. SP São Bernardo do Campo</p>
<p>743. SP São Caetano do Sul</p>
<p>744. SP São Paulo</p>
<p>745. SP São Roque</p>
<p>746. SP São Simão</p>
<p>747. SP São Vicente</p>
<p>748. SP Serra Negra</p>
<p>749. SP Sorocaba</p>
<p>750. SP Sud Mennucci</p>
<p>751. SP Sumaré</p>
<p>752. SP Tapiraí</p>
<p>753. SP Vargem Grande Paulista</p>
<p>754. SP Valinhos</p>
<p>755. TO Palmas</p>
<p>756. TO Porto Nacional</p>
<p>757. TO Miracema do Tocantins</p>
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		<title>Retratos Musicais de Inami Custódio Pinto.</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Oct 2012 23:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/10/inami.png"><img class="alignleft size-full wp-image-18195" title="inami" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/10/inami.png" alt="" width="200" height="299" /></a>Show de lançamento de CD &#8211; Retratos Musicais de Inami Custódio Pinto. Neste álbum musical são retratadas as cidades cujo autor foi acolhido para realizar suas pesquisas e aprendeu com o homem do povo a amar seu estado e seu país.</p>
<p>Com patrocínio entre outros apoiadores da Celepar, o autor lhes convida para o espetáculo “Retratos Musicais”:</p>
<p>Atenção! O trem com destino á Morretes, Antonina e Paranaguá, e outros destinos, oferece um dos passeios mais emocionantes. Senhoras e senhores passageiros, queiram tomar seus lugares.!</p>
<p>A viagem começa com a visita ás três cidades mais antigas, berço da civilização do PARANÁ:</p>
<p>Paranaguá cidade portuária, exportadora de riquezas imensas geradas nesse solo abençoado por Deus, com sua arquitetura esplendorosa. Rocio, Rio Itiberê, Valadares, Cotinga, Medeiros, Patrimônio Histórico Nacional.</p>
<p>Antonina, sua história e tradições, seu artesanato, comidas, bebidas e doceria típicas uma das mais belas baías do Brasil. O cantar falado da sua gente hospitaleira, o som da Filarmônica no coreto do jardim, é uma parada obrigatória ao viajante.</p>
<p>Morretes, cidade do Porto Real, do Menino Deus dos Três Morretes, oferecendo aos paladares mais exigentes do Brasil e do exterior um das melhores cachaças a famosa cachaça de banana.</p>
<p>E Caiobá, praia de céu cor-de-rosa e mar azul.</p>
<p>No primeiro planalto a Cidade Sorriso, Terra dos Pinheirais, das mil e uma belezas, Monumentos Culturais, Curitiba dos meus amores, é referência de cidade modelo visitada por brasileiros e povos de todas as nações.</p>
<p>No Segundo Planalto, Ponta Grossa, a “Princesa dos Campos” o Parque de Vila Velha, Lagoa Dourada com seus arenitos em formas de navio, taça e animais e seu refrescante Rio dos Papagaios.</p>
<p>E a legendária Lapa, palco de tantos heróis, das serestas e tradições.</p>
<p>Londrina, Capital do Norte, merecedora de epítetos mil e do ouro verde, a grande riqueza da Nação.</p>
<p>Na região norte central, Maringá “Cidade Canção” e sua majestosa catedral cercada de verde por e denominada” Cidade Verde”.</p>
<p>Toledo representando o Oeste do Estado do PARANÁ, com seus imensos jardins de soja e dourados trigais: Toledo Cidade Labor!</p>
<p>Nossa viagem chega ao fim, recordando uma das mais emotivas lendas da nossa mitologia: A lenda das Sete Quedas do Guairá, e também a formação das Cataratas-Patrimônio da humanidade.</p>
<p>As Belezas do Paraná é um registro e homenagem a dupla de cantores, músicos e compositores: Mira-Sol -Irineu Luza e Mira-Mar- Antonio dos Santos Lima, os primeiros a compor uma “Aquarela do Paraná”, numa época em que a música paraguaia teve grande penetração no Brasil.</p>
<p>A maneira mais natural de expressarmos o grande amor que deveríamos ter pelo nosso Estado, como neste projeto, é através da música, a voz de minh’alma.</p>
<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/10/inami-1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18196" title="inami-1" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/10/inami-1.jpg" alt="" width="225" height="169" /></a>Inami nasceu em Curitiba, em 1930, e formou-se na Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Seu nome, Inami, significa em tupi-guarani: “água azul”. Inami tornou-se uma referência ao pesquisar e publicar trabalhos sobre os indígenas e a coletividades que conservam a memória de mitos, lendas, superstições, crenças, tabus e onde ocorrem manifestações de danças, autos, poesias, além do cultivo de artesanato. Além disso, entre as obras compostas por ele, está, por exemplo, o hino da cidade de Toledo.</p>
<p>Nas pesquisas voltadas ao folclore paranaense ele desenvolveu trabalhos sobre figuras relevantes para a história do estado, como a gralha azul, fandango e música folclórica. Fez suas primeiras pesquisas no litoral paranaense por meio de contato com pescadores e nativos das ilhas da região e realizou os primeiros registros em áudio e vídeo do Fandango Paranaense.</p>
<p>No meio acadêmico ministrou aulas da disciplina de “Folclore”, na Faculdade de Educação Musical do Paraná, depois, na Faculdade de Artes do Paraná, realizou várias palestras. Foi também presidente da Primeira Jornada de debates sobre o Folclore Nacional e participou de vários projetos culturais do Estado do Paraná.</p>
<p>Serviço:</p>
<p>Data – 13 e 17 de novembro</p>
<p>Local – SESC da Esquina/Curitiba</p>
<p>Rua – Visconde do Rio Branco, 969.</p>
<p>Curitiba – Paraná</p>
<p>*dia 13/11 será especificamente para os núcleos o Eja da Pref. Municipal de Curitba, no dia 23/11 teremos um show especificamente para os funcionários da CELEPAR, e dia 17/11 aberto a comunidade com ingressos a adquirir antecipadamente &#8211; pelo 99655288</p>
<p>No dia 17/11 será um show de lançamento de CD- Retratos Musicais- voltado ao Folclore e Turismo do Paraná.</p>
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		<title>Museu de Arte Moderna convida visitante a refletir a história colonial do país</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/artes-plasticas/museu-de-arte-moderna-convida-visitante-a-refletir-a-historia-colonial-do-pais/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Sep 2012 13:53:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/09/macsp.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-18082" title="macsp" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/09/macsp.jpg" alt="" width="200" height="113" /></a>Em uma das paredes do Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, uma pintura apresenta um velho mapa-múndi, com um corte exatamente no meio da tela. Como se a tela fosse um corpo, o corte vertical passa a expor as vísceras, a carne e o sangue da obra. A pintura, chamada de Mapa de Lopo Homem 2, da artista carioca Adriana Varejão, cria uma simbologia para a violência da história colonial no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta é apenas uma das 42 obras da artista que estão expostas no MAM, no Parque Ibirapuera, até o dia 16 de dezembro. “Tecnicamente, é muito interessante como ela faz isso. Ela estrutura a pintura, usa resina e verniz. Parece realmente que são vísceras que saem de dentro do quadro”, explicou Felipe Chaimovich, curador do Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, em entrevista à Agência Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É a primeira vez que a artista faz uma exposição panorâmica tão abrangente, com uma retrospectiva que abarca obras desde o início de sua carreira, nos anos de 1990. A exposição Adriana Varejão – Histórias às Margens tem curadoria de Adriano Pedrosa. O título da mostra refere-se, nas palavras da própria artista, ao mar, “mas também àquilo que está fora do centro”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“[Os visitantes] vão encontrar trabalhos de todas as fases da Adriana Varejão, desde o início dos anos 1990, sempre ligado à ideia das histórias às margens, ou seja, esse comentário que ela faz sobre uma série de histórias que vão aparecendo, como a história colonial, a história do Brasil, a história da pintura, e de como isso tudo vai ganhando um corpo. Esse é o fio que leva o visitante ao longo dessas 42 obras que estão sendo expostas no MAM”, disse o curador do museu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alguns desses trabalhos são inéditos no país, vindos de coleções do Guggenheim Museum, em Nova York, e da Tate Modern, em Londres, entre outros. A exposição apresenta também telas produzidas especialmente para a ocasião, tal como um painel de azulejos. “Ela fez para o MAM, agora, uma série de azulejos em um painel de 18 metros, uma obra monumental”, disse Chaimovich.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para ele, as obras de Adriana Varejão, que mostram pinturas, azulejos, cenas de canibalismo, vísceras, linhas geométricas e cerâmicas, provocam uma grande reflexão sobre a história do Brasil. “Ela é realmente uma artista que tem conhecimento muito profundo sobre essa circulação de imagens do mundo colonial e traz visivelmente uma reflexão com grande relevância sobre a história do Brasil”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A entrada para a exposição é gratuita. Mais informações podem ser conferidas no site <a href="http://www.mam.org.br">www.mam.org.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A cultura moderna nasceu na África há 44 mil anos?</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Aug 2012 12:52:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A nossa visão das origens da modernidade intelectual e tecnológica humana tem ultimamente sido abalada por várias descobertas. Primeiro, foi a confirmação de que algumas das pinturas feitas pelo Homo sapiens na Gruta Chauvet, em França, tinham 30 mil anos &#8211; isto é, eram muito mais antigas do que toda a arte pré-histórica conhecida. Depois...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/08/arteafrica.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-17760" title="arteafrica" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/08/arteafrica.jpg" alt="" width="199" height="131" /></a>A nossa visão das origens da modernidade intelectual e tecnológica humana tem ultimamente sido abalada por várias descobertas. Primeiro, foi a confirmação de que algumas das pinturas feitas pelo Homo sapiens na Gruta Chauvet, em França, tinham 30 mil anos &#8211; isto é, eram muito mais antigas do que toda a arte pré-histórica conhecida. Depois &#8211; e ainda mais inesperada &#8211; veio a notícia de que pinturas encontradas em várias grutas de Espanha, algumas delas com 40 mil anos, terão sido feitas por neandertais. Enquanto a primeira descoberta fazia recuar em 10 a 15 mil anos a emergência da modernidade cultural da nossa espécie, a segunda retirava-nos pioneirismo em matéria cultural.</p>
<p>Agora, uma série de novos resultados, revelados hoje em dois artigos na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, poderão mesmo pôr em causa o facto de a modernidade humana ter nascido exclusivamente na Europa. Uma equipa internacional de cientistas descobriu que, há 44 mil anos, um dos povos da África do Sul, os San &#8211; que ainda hoje lá vivem, sendo também conhecidos como bosquímanos (termo que no entanto é considerado pejorativo) -, já dava todos os sinais culturais e tecnológicos de modernidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até aqui, o consenso era que, em África, as sociedades modernas de caçadores-recoletores só teriam surgido há 10 mil a 20 mil anos. Mas Francesco d&#8221;Errico, da Universidade de Bordéus, França, e colegas tornaram a datar os objetos encontrados numa gruta habitada pela cultura San &#8211; a gruta de Border, nos montes Libombos, na fronteira entre a África do Sul e a Suazilândia &#8211; e fizeram recuar a idade desses objetos em pelo menos&#8230; 24 mil anos. &#8220;A datação e a análise do material arqueológico descoberto na gruta de Border permitiu-nos demonstrar que muitos elementos da cultura material que caracterizam o estilo de vida dos caçadores-recoletores San faziam parte da cultura e da tecnologia dos habitantes do local há 44 mil anos&#8221;, diz em comunicado Lucinda Backwell, coautora, da universidade sul-africana de Witwatersrand.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Isto significa que a emergência da modernidade em África (que se verificou no período designado por &#8220;Idade da Pedra Tardia&#8221;) terá coincidido com o Paleolítico Superior na Europa, altura em que o Homo sapiens chegou ao continente europeu. &#8220;O nosso trabalho prova que, na África do Sul, a Idade da Pedra Tardia começou muito mais cedo do que imaginávamos e ocorreu mais ou menos em simultâneo com a chegada dos humanos modernos à Europa&#8221;, diz Paola Villa, outra coautora, da Universidade do Colorado, EUA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As novas datações, salientam os cientistas, mostram para além da dúvida que, há uns 44 mil anos, as pessoas que viviam na gruta utilizavam tecnologias tradicionalmente conhecidas como sendo da cultura San. &#8220;Enfeitavam-se com cascas de ovos de avestruz e conchas de animais marinhos, gravavam anotações nos ossos&#8221;, diz Lucinda Backwell. &#8220;Fabricavam finas pontas com osso, que utilizavam como furadores ou para fazer setas. Uma dessas pontas tem uma espiral gravada que está cheia de ocre vermelho, muito semelhante às marcas que os San fazem para identificar as setas quando caçam.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Num pau de madeira decorado, os cientistas descobriram aliás resíduos de ricina, um potente veneno &#8211; e o mais antigo indício da utilização de veneno até agora descoberto. E também uma bola de cera de abelha, misturada com resina de eufórbia (uma planta tóxica) e talvez com ovo, embrulhada em fibras vegetais. &#8220;Este composto complexo, utilizado para fixar as pontas das setas ou as ferramentas a uma haste, foi diretamente datado e tem 44 mil anos&#8221;, diz ainda Lucinda Backwell. &#8220;É o vestígio mais antigo de sempre da utilização de cera de abelha.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os autores pensam que terá sido o povo San a desenvolver e espalhar a cultura humana moderna pelo mundo. Mas, ao mesmo tempo, como frisa Paola Villa, &#8220;as diferenças tecnológicas e culturais entre a África do Sul e a Europa mostram que os povos dessas duas áreas escolheram caminhos radicalmente diferentes de evolução técnica e social&#8221;. E concluem que, de facto, ainda não existem dados suficientes para determinar as trajetórias, eventualmente múltiplas, da expansão mundial da modernidade humana.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Lançamento do Livro Museus e Fosseis da região sul do Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 00:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Com lançamento marcado para esta quarta feira, dia 18/04, às 19h30, o livro Museus e Fósseis da Região Sul do Brasil escrito e editado por Paulo Cesar Manzing e Luiz Carlos Weinschütz no Auditório da Universidade do Contestado na cidade de Mafra em Santa Catarina. A obra, produzida com recursos obtidos através da Lei Rouanet,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/04/mafra0010000.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-17030" title="mafra0010000" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/04/mafra0010000.jpg" alt="" width="378" height="164" /></a>Com lançamento marcado para esta quarta feira, dia 18/04, às 19h30, o livro Museus e Fósseis da Região Sul do Brasil escrito e editado por Paulo Cesar Manzing e Luiz Carlos Weinschütz no Auditório da Universidade do Contestado na cidade de Mafra em Santa Catarina.</p>
<p></span><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">A obra, produzida com recursos obtidos através da Lei Rouanet, apresenta um maravilhoso registro dos acervos de fosseis das principais instituições do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, acompanhado de um minucioso detalhamento, fruto da ampla pesquisa desenvolvida pelos autores, integrantes do Centro Paleontológico da Universidade do Contestado – CENPÁLEO &#8211; Mafra/SC, uma das mais respeitadas instituições no estudo da Paleontologia.</p>
<p>O livro tem como diferencial, além das belas imagens captadas pela lente de Paulo Manzig (Editor, autor e fotógrafo desta obra) a apresentação de um anexo com imagens em 3D, dando aos leitores uma percepção diferenciada de algumas das peças apresentadas. Por isso, o livro oferece aos leitores óculos especiais para a visualização das imagens em 3D.</p>
<p>Outra característica importante deste projeto, é que por meio dos trabalhos de execução desta obra, foi identificado um afloramento com fosseis de pterossauros (répteis voadores) na cidade de Cruzeiro do Oeste, noroeste do Paraná.</p>
<p>Esta descoberta, sob o ponto de vista da ciência, é de grande importância não só por estes fosseis apresentarem aproximadamente 110 milhões de anos, mas também pelo fato de ser este o primeiro pterossauro &#8220;paranaense&#8221;.</p>
<p>Outro aspecto de relevância é que em virtude da localização geográfica desta descoberta, o fato em si deverá de certa forma provocar reflexões e contestações em algumas teorias existentes sobre a evolução dos pterossauros e da geologia da região, que até então era considerada afossilífera, ou seja, sem a presença de fosseis.</p>
<p></span></span><strong><span style="font-size: small;"> </p>
<p>　</p>
<p>　</p>
<p></span><span style="font-family: Calibri;">Um pterossauro na gaveta</p>
<p></span></strong><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Um dos capítulos importantes do livro, fruto deste projeto, é justamente aquele que aborda a história da descoberta destes fósseis de pterossauros, uma vez que algumas amostras que levaram ao afloramento em Cruzeiro do Oeste estavam sob a guarda de uma universidade paranaense há 36 anos, o que chamou a atenção do geólogo Paulo Manzig que buscou saber a origem deste material.</p>
<p>Paulo Manzig e dois geólogos da UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa/PR) percorreram então a região de Cruzeiro do Oeste em busca do local original de onde saíram aquelas primeiras amostras. Depois de algum tempo, e quase que de forma fortuita, eles conseguiram encontrar o verdadeiro descobridor deste fósseis: <strong><em>João Gustavo Dobruski</em>, morador de Cruzeiro do Oeste e filho de <strong><em>Alexandre Dobruski</em>, já falecido. Os dois localizaram aquelas amostras em 1971, no entanto, na época, tal descoberta não mereceu muita atenção por parte de ninguém.</strong></strong></p>
<p></span></span><strong><span style="font-size: small;"> </p>
<p></span><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><strong><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Mais Fósseis</p>
<p>Segundo Paulo Manzig e Luiz Carlos Weinchütz (ambos integrantes do CENPÁLEO &#8211; Centro de Paleontologia da Universidade do Contestado/Mafra-SC) é possível que novos fosseis sejam localizados nesta mesma região.</p>
<p>Por isso, buscando preservar este importante afloramento, a Prefeitura de Cruzeiro do Oeste, junto as instituições e pesquisadores das principais Universidades do Estado do Paraná, estão buscando a melhor maneira de adotar medidas de preservação e proteção desta área, para que o estudo deste material seja aprofundado, ao mesmo tempo em que sejam adotadas ações que garantam a integridade destes fósseis.</p>
<p>Para os produtores deste projeto, a grande satisfação pelo resultado final da obra e a importante contribuição com esta descoberta, fizeram com que o cronograma inicialmente previsto sofresse alguma alteração e o lançamento do livro também fosse estendido para outras cidades como de Cruzeiro do Oeste/PR, Curitiba/PR, Florianópolis/SC e Porto Alegre/RS.</p>
<p>Lançamento: dia 18 de abril, quarta-feira, às 19h30, no Auditório da Universidade do Contestado na cidade de Mafra/SC, o livro <em>Museus e Fósseis da Região Sul do Brasil</em> escrito e editado por <em>Paulo Cesar Manzig</em> e <em>Luiz Carlos Weinschütz</em></p>
<p></span></strong></span></strong><strong><span style="font-size: small;"> </p>
<p></span><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><strong><span style="font-family: Calibri; font-size: small;">Mais informações sobre o projeto MUSEUS E FOSSEIS DA REGIÂO SUL</p>
<p>Favor entrar em contato com Marcelo Miguel pelos fones</p>
<p>(41) 3029-3660 ou 8873-4000 ou pelo email contato@quixoteart.com.br</p>
<p></span></strong></span></strong></p>
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		<title>MinC apresenta inventário de patrimônios culturais do São Francisco</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 22:38:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante as comemorações do aniversário de 510 anos de descoberta do rio São Francisco na histórica cidade de Penedo (AL), na próxima terça-feira (04), o Ministério da Cultura (MinC), por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), fará o laçamento do Inventário do Patrimônio Cultural das localidades ribeirinhas do rio São Francisco....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/09/rio-sao-francisco.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-14525" title="rio sao francisco" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/09/rio-sao-francisco-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>Durante as comemorações do aniversário de 510 anos de descoberta do rio São Francisco na histórica cidade de Penedo (AL), na próxima terça-feira (04), o Ministério da Cultura (MinC), por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), fará o laçamento do Inventário do Patrimônio Cultural das localidades ribeirinhas do rio São Francisco. O objetivo desse inventário, elaborado pelo Iphan, foi detectar, de modo expedito, as diversas manifestações do patrimônio material presentes ao longo do rio. No Baixo São Francisco, no trecho alagoano, são destacados os cânions de Piranhas, o patrimônio arqueológico em Olho d’Água do Casado e as áreas de proteção ambiental da Foz do rio São Francisco, em Piaçabuçu, e de Marituba do Peixe, entre Penedo, Piaçabuçu e Feliz Deserto.</p>
<p>O IPHAN iniciou, em novembro de 2008, o Inventário do Patrimônio Cultural das Localidades Ribeirinhas do Rio São Francisco. Para realizar tal empreitada o IPHAN valeu-se do Sistema Integrado de Conhecimento e Gestão (SICG), instrumental desenvolvido pelo próprio IPHAN para tratar do inventário do patrimônio cultural material. Tratam-se de fichas que abordam, em um dos seus módulos, os aspectos históricos, geográficos, arquitetônicos, urbanísticos, paisagísticos, socioeconômicos e, em outro módulo, caracteriza o bem individualizado e selecionado na etapa anterior.</p>
<p><strong>Microprojetos Rio São Francisco</p>
<p></strong></p>
<p>Além da apresentação do inventário, o MinC, por meio da Fundação Nacional de Artes (Funarte), fará o lançamento no evento São Francisco Vive do edital do Programa Mais Cultura – Microprojetos Rio São Francisco. O programa é voltado para a realização de atividades culturais de baixo custo com o objetivo de fomentar e incentivar artistas, produtores, grupos, expressões e projetos artísticos e culturais na Região da Bacia do Rio São Francisco.</p>
<p>Para efeito de delimitação da área identificada como Bacia do Rio São Francisco, foi utilizada a lista com 504 municípios elaborada pelo Ministério da Integração Nacional, abrangendo 07 estados (Alagoas, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco e Sergipe) e população aproximada de 15 milhões de habitantes. Com o objetivo de promover a cidadania cultural, os projetos financiados deverão ser propostos ou ter como beneficiários jovens de 17 a 29 anos residentes em regiões e Municípios da Bacia do Rio São Francisco.</p>
<p>Serão contemplados 1.050 projetos no valor de R$ 15.000,00 (quinze mil reais), totalizando recursos da ordem de R$ 15.750.000,00 (quinze milhões, setecentos e cinquenta mil reais), em um investimento total de R$ 16,8 milhões (dezesseis milhões e oitocentos mil reais). As inscrições serão abertas a pessoas físicas e jurídicas (sem fins lucrativos) que desenvolvam projetos de Artes Visuais, Artes Cênicas, Música, Literatura, Audiovisual, Artes e Expressões Populares e Moda.</p>
<p>Os Microprojetos Rio São Francisco representam uma continuidade aos Microprojetos realizados anteriormente pelo Programa Mais Cultura na região do Semiárido e Amazônia Legal.</p>
<p>As comemorações pelo aniversário de 510 anos do rio São Francisco no evento São Francisco Vive ocorrem simultaneamente em diversas cidades ao longo do bacia hidrográfica, tendo como polo as cidade de São Roque de Minas (MG), que representará a nascente, e Penedo (AL), que será polo das atividade do Baixo São Francisco.</p>
<p>As atividades comemorativas são coordenadas pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e em Alagoas contam com o apoio e participação Mo Ministério da Integração Nacional, por meio da Codevasf, Ministério da Cultura, por meio da Funarte e do Iphan, Ministério da Saúde, por meio da Funasa, Ministério das Cidades, IBAMA, FUNAI, prefeituras de Penedo, Igreja Nova e Porto Real do Colégio, Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) e do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) e ONGs ambientalistas.</p>
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		<title>Ava Marandu &#8211; Os Guarani Convidam</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 11:28:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A exposição fotográfica Ava Marandu &#8211; Os Guarani Convidam está aberta à visitação e permanecerá até o dia 14 de outubro/2011 no Centro Administrativo da Caixa Econômica Federal em Campo Grande, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. A exposição é o resultado do aprendizado de uma centena de indígenas nas oficinas de fotografia...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/09/homelogo.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-14435" title="homelogo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2011/09/homelogo-228x300.gif" alt="" width="228" height="300" /></a>A exposição fotográfica Ava Marandu &#8211; Os Guarani Convidam está aberta à visitação e permanecerá até o dia 14 de outubro/2011 no Centro Administrativo da Caixa Econômica Federal em Campo Grande, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.</p>
<p>A exposição é o resultado do aprendizado de uma centena de indígenas nas oficinas de fotografia em seis aldeias guarani de Mato Grosso do Sul durante a realização do projeto Ava Marandu – Os Guarani Convidam: Cultura e Direitos Humanos dos Povos Guarani, em 2010. Foram ministradas pelos fotógrafos Elis Regina Nogueira, Vânia Jucá e Leonardo Prado nos meses de fevereiro a abril nas aldeias Guyra Roka e Te’ýikue, em Caarapó; Jaguapirú e Panambizinho, em Dourados; Amambai, em Amambai e Yvy Katu, em Japorã. Ao final, foi selecionada uma fotografia de cada participante para a exposição evidenciando um olhar poético sobre o ambiente natural e social das aldeias. Divida em duas partes, a exposição também revela o olhar dos ministrantes fotógrafos sobre as localidades. As imagens são instrumentos de registro, documentação, expressão e difusão do universo plural e humano da cultura indígena, lançando as sementes de um processo estratégico de domínio de ferramentas e novas tecnologias a serviço do fortalecimento da identidade e promoção da cosmologia Guarani.</p>
<p>&#8220;Penso na fotografia como algo que possa contribuir com algumas mudanças muito importantes para o país. Quero que as imagens que faço sirvam pra trazer reflexões sobre temas importantes. Temos quinhentos anos de história de uma estrutura fundiária excludente, de desrespeito à pluralidade étnica e cultural. O país ignora a questão indígena e os problemas vindos da concentração fundiária. As informações nos são negadas pelas &#8220;grandes&#8221; empresas de comunicação e pelas escolas. Essa formação etnocêntrica que temos é cruel porque gera uma ignorância sobre temas urgentes e acaba por permitir massacres silenciosos. Acho que a fotografia me permite trabalhar nesse sentido&#8221;, afirma o fotógrafo Leonardo Prado.</p>
<p>A exposição já esteve no Museu das Culturas Dom Bosco, no Pontão de Cultura Guaicuru, na Escola Municipal Agrícola Arnaldo Estevão de Figueiredo, em Campo Grande (MS); na Universidade Federal da Grande Dourados, em Dourados (MS) e na Teia Regional Centro-Oeste/ Palácio da Instrução, durante encontro dos pontos de cultura da região, em Cuiabá (MT).</p>
<p>&#8220;A repercussão da exposição entre os funcionários é excelente, com elogios quanto à importância e dimensão do projeto &#8220;Ava Marandu&#8221;, inclusive por empregados de outros municípios que participam de uma reunião estadual da Caixa em Campo Grande&#8221; diz Carlos Alberto Patay, Consultor Regional da CEF em MS.</p>
<p>O projeto Ava Marandu – Os Guarani Convidam: Cultura e Direitos Humanos dos Povos Guarani foi realizado pelo Pontão de Cultura Guaicuru em consulta e cooperação com os Povos Guarani de Mato Grosso do Sul, com a Organização das Nações Unidas, Fundação Nacional do Índio, Ministério da Cultura, Mercosul Cultural, Ministério do Meio Ambiente, Comitê Gestor de Ações Indigenistas Integradas para a Região Cone Sul, Universidade Federal da Grande Dourados e Federal de MS, Universidade Católica Dom Bosco, Prefeitura de Campo Grande, entre outras entidades, e o patrocínio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Petrobras, Eletrobras e Caixa Econômica Federal, em prol dos direitos humanos e a sustentabilidade em bases culturalmente diferenciadas dos povos indígenas. As ações buscaram sensibilizar a população para as gravíssimas violações que afligem os guarani kaiowa e os guarani ñandeva e contribuir para a redução de um abismo de preconceitos existente com uma necessária troca de olhares entre índios e a sociedade em geral, com a colaboração de artistas e outras pessoas solidárias à causa, oferecendo condições para a ampliação do conhecimento, compreensão e reconhecimento dos valores e da cultura dos Guarani.</p>
<p>Mais informações sobre o projeto em <a href="http://www.pontaodeculturaguaicuru.org.br/avamarandu"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">www.pontaodeculturaguaicuru.org.br/avamarandu</span></span></span></a></p>
<div><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span></strong></div>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </p>
<p></span></strong></p>
<p>Exposição Fotográfica Ava Marandu – Os Guarani Convidam</p>
<p>Local: Centro Administrativo da Caixa Econômica Federal em Campo Grande</p>
<p>– Avenida Mato Grosso, 5500 – Jardim Copacabana.</p>
<p>Instituições interessadas em receber a exposição podem obter informações através do e-mail <a href="mailto:contato@pontaodeculturaguaicuru.org.br"><span style="text-decoration: underline;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff;">contato@pontaodeculturaguaicuru.org.br</span></span></span></a></p>
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