Vanessa da Mata interpreta canções de Tom Jobim em setembro, no Citibank Hall/RJ

Após o grande sucesso da turnê Nivea Viva, com shows gratuitos nos meses de abril e maio deste ano, a cantora Vanessa da Mata não quer mais se separar de Tom Jobim.

 

Em nova turnê, que inclui passagens por quase todas as capitais brasileiras, ela desembarca no Rio de Janeiro nos dias 27 e 28 de setembro, no Citibank Hall, para relembrar os clássicos do maestro e compositor carioca.

Os ingressos já estão disponíveis e podem ser adquiridos via internet (www.ticketsforfun.com.br), pelo telefone 4003-5588 (válido para todo o país), nos pontos de venda distribuídos pelo Brasil e na bilheteria do Citibank Hall. A realização é da TIME FOR FUN.

O show tem direção e curadoria de Monique Gardenberg, que selecionou 24 músicas para o repertório, arranjos e piano de Eumir Deodato e produção musical de Kassin.

Tom Jobim foi uma das primeiras paixões de Vanessa, graças às músicas que ela ouvia enquanto acompanhava as novelas, ainda em Mato Grosso, onde nasceu. “Ele era claro, não era rebuscado. Não tinha outra pretensão que não fosse atingir com poesia aquela mulher a quem se dirigia. A geração do Tom se declarava sem vergonha, exaltava as mulheres como seres superiores”, ressalta Vanessa. “Quero mostrar o que a minha geração sente pelo Tom. Depois das novas bossas novas e das eletrônicas, é importante trazer para o público jovem a beleza dessa obra”.

As canções escolhidas para compor o set list sugerem um passeio pela carreira do compositor. Vão desde “Estrada do Sol” e “Por Causa de Você”, compostas nos anos 50, até a célebre parceria com Chico Buarque em “Piano na Mangueira”, assinada pela dupla no início da década de 90, pouco antes da morte de Tom. Além disso, estão lá, para alegria do público, clássicos da bossa nova como “Chega de Saudade”, “Desafinado”, “Garota de Ipanema” e “Samba do Avião”.

“Tentamos cobrir os diversos aspectos da obra do Tom: a bossa nova, os sambas-canções, os temas mais líricos… Procurando combinar clássico e moderno. Nossa admiração pelos arranjos do compositor é enorme, mas também trouxemos novas informações”, diz a diretora Monique Gardenberg. É o que acontece quando um dos maiores arranjadores brasileiros, Eumir Deodato, arrisca algumas modificações significativas em clássicos como “Eu sei que vou te amar”, por exemplo.

A banda que acompanha a intérprete nesse tour de force conta com Stephane SanJuan na bateria, Alberto Continentino no baixo acústico, Dustan Galas no synth, Danilo Andrade nos teclados, Guilherme Monteiro, guitarra e violão, e Gustavo Ruiz na guitarra.

Vanessa da Mata

Nasceu em 1976, em Alto das Garças (MT) e se mudou aos 14 anos para Uberlândia (MG), onde passou a cantar em barzinhos. A partir de 1992, já em São Paulo, integrou bandas de reggae e um grupo de música regional, além de atuar como jogadora de basquete e modelo. Em 1997 conheceu o compositor Chico César, com quem compôs “A Força que Nunca Seca” – canção que Maria Bethânia escolheu para título de seu álbum em 1999. Gravada por diversos cantores, Vanessa também passou a se apresentar como intérprete, chegando ao seu primeiro CD em 2002. Desde então já lançou mais quatro álbuns, sempre conciliando a sofisticação de letras e arranjos com a capacidade de criar sucessos, entre eles “Ai, ai, ai…” e “Boa sorte/Good luck”, dueto com o músico californiano Ben Harper.

Tom Jobim

Maestro, compositor e arranjador, Antonio Carlos Jobim nasceu em 1927, no Rio de Janeiro. Aprendeu a tocar piano na adolescência e por volta dos 20 anos já tocava em bares e boates. Em 1956 foi convidado pelo poeta e compositor Vinicius de Moraes para ser seu parceiro na trilha de Orfeu da Conceição. A partir de “Se Todos Fossem Iguais a Você” e de outras canções nascidas desse primeiro trabalho, os dois passaram a formar uma das duplas mais importantes da música brasileira, e em particular, da Bossa Nova. “Chega de Saudade”, na interpretação do lendário João Gilberto, “Garota de Ipanema” e outras canções revolucionariam para sempre a música brasileira e internacional. Na década de 60, assim como a Bossa Nova, a obra de Jobim ganhou o mundo e o levou a passar boa parte de seu tempo nos Estados Unidos. A natureza e as mulheres sempre foram inspiração constante para o compositor, como em “Águas de Março” e outros sucessos como “Lígia”, “Luiza”, “Ângela” e “Gabriela”. Tom Jobim morreu em 1994.

Vanessa da Mata interpreta canções de Tom Jobim
Data: 27 e 28 de setembro de 2013;
Horário: sexta e sábado, às 22h15.
Local: Citibank Hall – Rio de Janeiro (RJ)
Av. Ayrton Senna, 3000 – Shopping Via Parque – Barra da Tijuca
Capacidade: 3.025 lugares
Ingressos: de R$ 30,00 a 160,00
Duração: Aproximadamente 1h40
Classificação etária: Menores de 15 anos somente com presença dos pais ou responsáveis legais
Abertura da casa: 1h30 antes do espetáculo
Estacionamento do Shopping: R$ 8 (pagamento antecipado)
Acesso para deficientes, ar condicionado

    Author: Redação

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