Triskle, a música universal brasileira.

Murillo Da Rós apresenta-se pela primeira vez em Brasília com o espetáculo Triskle – Violão Trio, acompanhado dos violonistas David Tavares e Juan Tomas Alvarez, do baixista Glauco Solter e do percussionista Luciano Madalozzo. Advindo de tempos imemoriais, “triskle” é um símbolo com três extremos em unidade que evoca criação, renovação e evolução constantes – daí a proposta do espetáculo: equilíbrio criativo e interatividade entre música instrumental brasileira, jazz e flamenco, onde ritmos se entrelaçam sem esmaecer traços nem raízes. Três violonistas compartilham a paixão pelo instrumento e a certeza de surpreender o público com um concerto original e envolvente, integrado por faixas compostas por Murillo Da Rós, interpretadas e executadas com a participação de David Tavares, Juan Tomas Alvarez, Glauco Solter (baixo acústico) e Luciano Madalozzo (percussão).

As notas de David Tavares transcorrem pacíficas por seu violão, sem sobressaltos. É som com evidente estética brasileira e em sua execução deixa transparecer absoluto domínio técnico e uniformidade. Quase vinte anos radicado na Europa – Espanha, país em que atua com sucesso, o violonista vem ao Brasil para apresentar-se em Triskle. Juan Tomas Alvarez também seguirá viagem especialmente para participar do musical. Residente em Madri, o violonista considerado ícone no estudo da teoria musical por trabalhos autorais publicados, especializou-se no violão brasileiro, no flamenco e em especial, na fusão dos estilos.
Serviço:
Triskle, Violão Trio – dias 16 e 17 de novembro de 2011, 20h, no Teatro da CAIXA DF.

Entrada: R$20 e R$10 (meia).

Classificação Livre.

Teatro da CAIXA: SBS Quadra 4, Edifício Anexo à Matriz da CAIXA. Informações: (61) 3206-9448.
 
 

 

 
Violonista expoente no Brasil e no mundo, Da Rós é também arranjador e compositor. Detentor de uma sonoridade ímpar e diversa que não pode ser enquadrada em rótulo musical definido, mostra como acordes dissonantes característicos do violão do Brasil podem transitar entre a liberdade jazzística e compassos incomuns do flamenco. “A mistura rítmica que Murillo enxerta nas suas composições são como as brincadeiras lépidas de outro gigante do violão: Raphael Rabello. Apesar da forte influência de Paco de Lucia e do jazz, a sua brasilidade não esconde o samba que, lá no fundo, pinça de gingado seus rápidos acordes, sua ágil mão direita, sua limpeza de primoroso concertista erudito.” (E. Ricci, Jornalista).
 

 

Author: Redação

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