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	<title>Brasil Cultura &#187; Almanaque Brasil Cultura</title>
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	<description>O portal da cultura brasileira</description>
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		<title>10ª Edição Festival de Cinema de Maringá</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 14:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Festival de Cinema de Maringá recebe inscrições de filmes nacionais e latino-americanos. Estão abertas as inscrições para a seleção de filmes da mostra competitiva da 10ª Edição do Festival de Cinema de Maringá e 1ª Mostra Competitiva Latino-americana. Podem participar longas e curtas-metragens de ficção, documentários e experimentais, em 35 mm ou digitais. As inscrições...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/festival-de-cinema-300x187.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19350" title="festival-de-cinema-300x187" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/festival-de-cinema-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a>Festival de Cinema de Maringá recebe inscrições de filmes nacionais e latino-americanos. Estão<br />
abertas as inscrições para a seleção de filmes da mostra competitiva da 10ª Edição do Festival de Cinema de Maringá e 1ª Mostra Competitiva Latino-americana.</p>
<p>Podem participar longas e curtas-metragens de ficção, documentários e experimentais, em 35 mm ou digitais. As inscrições vão até o dia 30 de junho de 2013. O Festival será realizado entre os dias 28 de agosto e oito de setembro, sem cobrança de ingresso.</p>
<p>Uma das novidades deste ano é a 1ª Mostra Competitiva Latino-americana, que será realizada<br />
paralelamente a mostra nacional. Estes filmes serão considerados de sua origem, específicos para esta Mostra.</p>
<p>No ano passado o Festival bateu recorde de inscrição, sendo quase 456 filmes inscritos, Segundo os organizadores do evento, Pery de Canti e Inez Petri, este ano a expectativa é de superar esse número.</p>
<p>Os interessados em inscrever seus filmes para o festival podem acessar o site <a href="http://www.festcinemaringa">www.festcinemaringa</a> .com.br e preencher a ficha de inscrição, neste endereço também está o regulamento do evento.</p>
<p>O Festival de Cinema de Maringá conta com o apoio da Concessionária Viapar, que patrocina<br />
o evento através da lei Rouanet de incentivo a cultura, Ministério da Cultura e realização da Perfil Consultoria.</p>
<p><strong>Serviço </strong></p>
<p>10º Festival de Cinema de Maringá – 2013</p>
<p>1ª Mostra Competitiva Latino Americana</p>
<p>Maringá – Paraná</p>
<p>Prazo paraInscrições – 30 junho de 2013</p>
<p>Inscrições –<br />
<a href="http://www.festcinemaringa.com.br">www.festcinemaringa.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=19349&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>Bienal de São Paulo sai do cadastro de inadimplentes do Ministério da Cultura</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 14:50:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ministra da Cultura, Marta Suplicy, e o presidente da Fundação Bienal de São Paulo (FBSP), Luís Terepins, assinaram hoje (20) um acordo para retirar a instituição do cadastro de inadimplentes do ministério. No acordo, a Bienal reconheceu uma dívida de R$12,2 milhões e se comprometeu a quitar os débitos, em 60 vezes, até 2018....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/bienal_sp.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19339" title="bienal_sp" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/bienal_sp.jpg" alt="" width="200" height="133" /></a>A ministra da Cultura, Marta Suplicy, e o presidente da Fundação Bienal de São Paulo (FBSP), Luís Terepins, assinaram hoje (20) um acordo para retirar a instituição do cadastro de inadimplentes do ministério. No acordo, a Bienal reconheceu uma dívida de R$12,2 milhões e se comprometeu a quitar os débitos, em 60 vezes, até 2018.</p>
<p>Com o nome fora da lista de inadimplentes, a fundação poderá voltar a captar recursos pela lei Lei Rouanet, por exemplo. A dívida da instituição em 1999, era R$ 3,5 milhões que, corrigidos a valores de abril de 2013, está em R$ 12,2 milhões.</p>
<p>“Com o acordo, o Ministério da Cultura assegura a quitação das dívidas; resolve uma pendência que dura anos; propicia um evento de relevância mundial nas artes visuais; e se torna parceiro na realização da Bienal de Arte de São Paulo”, disse o ministério em nota.</p>
<p>Em 2012, a Bienal de São Paulo foi vista por 520 mil pessoas, sendo 60 mil estrangeiros. Na última edição, a instituição formou 40 mil educadores e foi visitada por 200 mil alunos. “Quando me falaram dessa parte, da educação, foi uma das coisas que mais me sensibilizaram. O programa educativo, o material educativo nas artes que eles têm, que é de primeiríssima, é algo que não pode não ser reconhecido como um instrumento importante para as nossas escolas”, disse a ministra após assinar o acordo.</p>
<p>Segundo o presidente da fundação, Luis Terepins, com o acordo, a edição número 31 da Bienal está garantida em 2014. “As pessoas não conseguem entender o alcance dessa fundação. E a importância que ela tem em São Paulo e fora do Brasil. As artes plásticas são a ponta de lança, pois vislumbra novas linguagens e novas maneiras de se traduzir uma sociedade em transformação”, declarou.</p>
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		<title>Guerra e “carta-bomba” na política cultural entre governo Beto Richa e Gustavo Fruet</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 23:47:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O escritor e jornalista Rogério Pereira, editor do jornal literário Rascunho, coeditor do site Vida Breve e diretor da Biblioteca Pública do Paraná (portanto membro do governo Beto Richa – PSDB), encaminhou uma “carta-bomba” ao prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), mesmo o prefeito estando no Japão, por causa do evento Paiol Literário. (blogdotarso) A...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/fruet-interna.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19336" title="fruet-interna" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/fruet-interna.jpg" alt="" width="200" height="133" /></a>O escritor e jornalista Rogério Pereira, editor do jornal literário Rascunho<em>, </em>coeditor do site Vida Breve e diretor da Biblioteca Pública do Paraná (portanto membro do governo Beto Richa – PSDB), encaminhou uma “carta-bomba” ao prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), mesmo o prefeito estando no Japão, por causa do evento Paiol Literário.</p>
<p><strong>(blogdotarso)</strong></p>
<p>A carta simplesmente chama a Fundação Cultural de Curitiba de “uma piada de mau gosto”,<br />
um “circo cujos palhaços maltrapilhos não passam de porcos chafurdando no excremento municipal”, “acéfala”, “indecente”, ”incompetente, arrogante e aparvalhada”, e alguns membros da gestão de Gustavo Fruet de arrogantes, com “estupidez atroz e risível”, um “burocrata almofadinha”, Pinóquio, “quadrúpedes pestilentos” e ainda questiona fetiches sexuais como “um escritor de cuecas na cozinha”.<br />
Rogério poupou e não cita a presidência da Fundação Cultural, mas em sua carta sobra<br />
até para as obras na Rua Carlos de Carvalho, iniciadas na gestão do ex-prefeito Luciano Ducci (PSB).<br />
O Blog do Tarso fica aberto para a Fundação Cultural de Curitiba, gestão Gustavo Fruet e governo Beto Richa se manifestarem sobre o tema.</p>
<p><strong>Veja a “Carta ao prefeito Gustavo Fruet ou A esmola”:</strong></p>
<p>Por:<br />
Rogério Pereira</p>
<p>Prezado Gustavo,</p>
<p>A sua Fundação Cultural é uma piada. De mau gosto. Ou um circo cujos maltrapilhos palhaços não passam de porcos chafurdando no excremento municipal. Eu explico.<br />
É bastante simples. O senhor entenderá. Desde 2006, o <em>Rascunho</em> — um dos principais veículos culturais do país, com cerca de 40 mil leitores mensais nas versões impressa e digital — realiza em Curitiba o projeto <strong>Paiol Literário</strong>, no Teatro Paiol. Desculpa a redundância. O senhor conhece o projeto, pois já o vi algumas vezes na plateia. É um bate-papo com escritores. Em sete anos, participaram sessenta autores. Gente como João Ubaldo Ribeiro, Nélida Piñon,<br />
Ignácio de Loyola Brandão, Affonso Romano de Sant’Anna, Ana Maria Machado, Milton Hatoum, Moacyr Scliar e Cristovão Tezza.</p>
<p>A lista é longa. E importante. Todos os encontros foram devidamente registrados e reproduzidos nas páginas do <em>Rascunho</em>, em seu site e em programas da ÓTV, do Grupo Paranaense de Comunicação. Os bate-papos também serviram para capacitação de professores da rede municipal de ensino. Em breve, serão publicados em livro por uma grande editora. Portanto, o <strong>Paiol Literário </strong>é um consistente registro da literatura brasileira deste início de século 21.<br />
Mas ao que parece, sua acéfala equipe de cultura pouco se importa com a preservação da memória. Compreensível. Se não tem cérebro, não pode se importar com a memória.</p>
<p>Neste ano, o <strong>Paiol Literário</strong> deixará de acontecer no Teatro Paiol. E não contará com o apoio da sua incompetente, arrogante e aparvalhada Fundação Cultural. Veja, Gustavo, a literatura nunca foi importante aos governos. Nunca esteve entre as prioridades. Sei disso. Não sou ingênuo. Doar dentaduras e cadeiras de rodas é mais relevante. Entendo. Minha mãe usa dentadura. Mas eu as compro, que fique bem claro. E logo precisará de uma cadeira de rodas. Também a comprarei.</p>
<p>Esta carta não é motivada pela decisão da sua pândega Fundação Cultural de não<br />
patrocinar o <strong>Paiol Literário</strong> em 2013. O projeto acontecerá normalmente a partir do segundo semestre em outro espaço cultural. O <strong>Rascunho </strong>sobrevive há 13 anos (157 edições). O senhor sabe o que significa um jornal de literatura sobreviver 13 anos sem o amparo de leis de incentivo à cultura, pouquíssima publicidade, numa cidade periférica como Curitiba? E o que isso<br />
significa para a cidade? Pense nisso enquanto pedala pelas ruas de uma Curitiba de poucas ciclovias.</p>
<p>O motivo desta carta é a falta de respeito do superintendente da Fundação Cultural de<br />
Curitiba, senhor Igor Cordeiro, cujas características mais evidentes são a arrogância e uma estupidez atroz e risível. Um burocrata almofadinha que acredita ser <em>Pinóquio</em> uma criação de Walt Disney. Desde o primeiro contato, ele, Igor Cordeiro, nos garantiu que o <strong>Paiol Literário </strong>“é um projeto muito importante e que será mantido”. Após algumas conversas, e-mails,<br />
telefonemas, chega-nos uma desprezível esmola. Não somos porcos famélicos para receber a lavagem rala e insossa de uma Fundação Cultural cujos dirigentes não passam de quadrúpedes pestilentos.</p>
<p>Reproduzo a seguir o e-mail enviado na quinta-feira (16) pela senhora Mirele Camargo, coordenadora de Relações Institucionais e Marketing da sua indecente Fundação Cultural. As esmolas oferecidas:</p>
<p>1) “Sugestão para nossa contrapartida é que seja a mesma do ano passado (quando<br />
não houve aporte de recurso), com cessão do espaço e dos funcionários.<br />
Complementaríamos com apoio de mídia (guia cultural e divulgação) e comdivulgação”.</p>
<p>A senhora Mirele é uma coordenadora mal informada. Em 2012, houve “aporte de recurso”.<br />
Desde 2006, há “aporte de recurso” da Fundação Cultural, Sesi Paraná e <em>Rascunho </em>para a realização do <strong>Paiol Literário</strong>.</p>
<p>Oferecer apoio de mídia é, no mínimo, ridículo. Divulgação? Não nos faça rir. Até mesmo<br />
o porteiro da garagem do prédio do <em>Rascunho</em> sabe mais de comunicação do que toda a equipe da sua Fundação Cultural.</p>
<p>2) “Outro apoio possível: três passagens aéreas ida e volta com estadias.”</p>
<p>Pretendemos convidar oito escritores para a edição deste ano do <strong>Paiol Literário</strong>.<br />
Sendo assim, alguns terão de vir a pé a Curitiba. Imagino que Francisco Dantas, do Sergipe, leve alguns meses até chegar aqui. Levando em conta a proposta mesquinha e estúpida da sua Fundação Cultural, alguns autores poderiam dormir na casa da senhora Mirele Camargo ou do senhor Igor Cordeiro. Talvez seja esta a intenção. Desconheço os fetiches sexuais de ambos. É possível que um escritor de cuecas na cozinha seja um deles. Nunca se sabe.</p>
<p>Desde 2006, o <strong>Paiol Literário</strong> acontece com “aporte de recurso”, como gosta de definir a senhora Mirele, do <em>Rascunho</em>, Sesi Paraná e Fundação Cultural.<br />
Mas “aporte de recurso” é bem diferente desta esmola molambenta oferecida na gestão que se inicia. Que início!</p>
<p>Reitero: esta carta é motivada pela falta de respeito, amadorismo e incompetência de sua<br />
estropiada equipe de cultura, tão mal representada pelo senhor Igor Cordeiro.<br />
Mas não se preocupe, Gustavo, o senhor poderá acompanhar o <strong>Paiol Literário </strong>2013 confortavelmente acomodado na plateia. Logo, teremos o novo local e a programação completa. Faremos com “aporte de recurso” próprio (ou seja, meu) e do Sesi Paraná, que está conosco desde 2006. Não desistiremos. Eu nunca desisto. Nunca.</p>
<p>Em tempo: já que a sua equipe não entende nada de literatura, por favor, termine logo as<br />
obras na rua em frente ao <strong>Rascunho</strong> (Rua Carlos de Carvalho, 655). Se não sabem o que é um livro, um escritor, que saibam pelo menos tapar um buraco, construir uma calçada.</p>
<p>Fique bem. E boa sorte. O senhor vai precisar.<br />
Um abraço.<br />
<strong>Rogério Pereira.</strong></p>
<p>P.S. Agradeço aos funcionários do Teatro Paiol (Lilian, Rogério, Aladim e companhia), que nos trataram com carinho, respeito e profissionalismo de 2006 a 2012. E o apoio recebido de Beto Lanza, Mariane Filipak Torres e Mauro Tietz, funcionários da Fundação Cultural de Curitiba, que sempre acreditaram na importância do <strong>Paiol Literário</strong>.</p>
<p><a href="http://blogdotarso.com/2013/05/20/guerra-e-carta-bomba-na-politica-cultural-entre-governo-beto-richa-e-gustavo-fruet/">Fonte</a></p>
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		<title>Exposições de fotografia tomam conta de espaços culturais do Rio</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 14:17:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A fotografia, seja como arte, técnica ou informação, vai ocupar os espaços  culturais da cidade a partir do final deste mês, em uma série de exposições que  se estenderá até agosto. O carro-chefe dessa maratona é o FotoRio 2013 –  Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro, que será aberto para  convidados no próximo...]]></description>
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<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/fotorio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19333" title="fotorio" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/fotorio.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>A fotografia, seja como arte, técnica ou informação, vai ocupar os espaços  culturais da cidade a partir do final deste mês, em uma série de exposições que  se estenderá até agosto. O carro-chefe dessa maratona é o <em>FotoRio 2013 –  Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro</em>, que será aberto para  convidados no próximo dia 27, às 19h, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB),  com a inauguração da exposição <em>Charlotte Rampling – Álbuns  Secretos</em>. No dia seguinte (28), a mostra será aberta ao público, com entrada  gratuita, ficando em cartaz até 21 de julho.</p>
<p>Em duas salas do CCBB, a exposição desvenda a personalidade de uma estrela do  cinema, a inglesa Charlotte Rampling, cujo olhar misterioso inspirou alguns dos  mais importantes fotógrafos do século 20. Esses ensaios fotográficos, de nomes  como Cecil Beaton, David Bailey e Bettina Rheims, fazem companhia na mostra aos  álbuns de família da atriz, com fotos que revelam sua intimidade.</p>
<p>Apresentada pela primeira vez em Paris, no ano passado, a exposição tem  curadoria de Jean-Luc Monterosso e organização do fotógrafo e antropólogo Milton  Guran, coordenador do FotoRio. Embora seja um dos destaques,  <em>Charlotte  Rampling – Álbuns Secretos</em> é apenas a primeira de cerca de 100 exposições  que o evento, realizado a cada  dois anos, vai abrigar nos próximos três  meses.</p>
<p>Outras mostras de fotógrafos de renome mundial serão inauguradas em junho,  como a do norte-americano David Alan Harvey, no Centro Municipal de Arte Hélio  Oiticica. Já o Centro Cultural Correios vai abrigar a exposição da fotógrafa  franco-alemã Sabine Weiss, considerada, segundo Guran, “a última grande  humanista da fotografia”.</p>
<p>Também a partir de junho, o Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF) será o  local de 11 exposições de fotógrafos brasileiros voltados para a arte  contemporânea. Haverá ainda exposições na Caixa Cultural, no Oi Futuro e na rede  de centros culturais da prefeitura carioca, que se espalham por todas as regiões  da cidade.“A programação do FotoRio é bastante rica, abrangendo desde a fotografia  mais erudita aos registros do cotidiano, feitos não só pelos fotógrafos  profissionais, mas também pelas pessoas comuns, usando celulares, câmaras<br />
digitais”, explica o coordenador Milton Guran. “No mundo de hoje, qualquer um<br />
pode produzir informação visual e estabelecer um diálogo com o mundo, seja por  meio de um <em>blog</em>, do Instagram ou do Facebook”, acrescenta.</p>
<p>Além das exposições, a discussão sobre as diferentes formas de se fazer  fotografia está no cardápio do FotoRio. O Oi Futuro sediará um seminário sobre o  Instagram como linguagem fotográfica e na Caixa Cultural o FotoCine vai debater  as relações entre o cinema e a fotografia. Faz parte ainda do evento o sétimo  encontro sobre inclusão visual do Rio de Janeiro, que reúne os projetos que  tratam da fotografia como meio de inclusão social.</p>
<p>Para Milton Guran, o mundo vive hoje uma revolução na comunicação visual.<br />
“As novas tecnologias de produção da imagem, e, sobretudo, os novos circuitos  de distribuição e circulação da informação visual estão alterando completamente  os nossos padrões de comunicação. A estimativa é 1,5 bilhão de imagens  circulando na globosfera. Isto é uma coisa extraordinária. Nunca houve na  história da humanidade um volume tão grande de informação visual simultânea”,  afirma.</p>
<p>Além do FotoRio, a cidade recebe nos próximos dias outras grandes exposições  dedicadas à fotografia. Nesta terça-feira (21) será aberta ao público, na Caixa  Cultural, a <em>World Press Photo</em>, que reúne 154 registros de 54 fotógrafos  de 32 nacionalidades. São imagens que ganharam destaque na imprensa  internacional em 2012, abordando temas como política, economia, esportes,  cultura e natureza.</p>
<p>Esta é a 56ª edição da mostra, considerada a maior e a mais prestigiada  seleção de fotojornalismo do mundo. A exposição itinerante percorre 100 cidades  em 45 países. No Brasil, a mostra tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e  depois do Rio, onde fica até 23 de junho, segue para Brasília e Fortaleza.</p>
<p>Os vencedores desta edição foram anunciados em fevereiro passado, em  Amsterdam, na Holanda, onde fica a sede da World Press Photo. Foram mais de 103  mil imagens feitas por 5.666 fotógrafos de 124 países. A foto vencedora foi a do  sueco Paul Hensen, que retrata a imagem de duas crianças palestinas mortas,  vítimas de um míssil israelense.</p>
<p>Este ano o Brasil está presente na mostra em dois momentos, ambos premiados  com menção honrosa. “Em um ensaio, o fotógrafo belga Frederick Buyckx mostra o  cotidiano de famílias depois da criação das Unidades de Polícia Pacificadora  (UPPs) em favelas do Rio. Em outro, o repórter fotográfico carioca Felipe Dana  tem a difícil e heróica missão de transmitir, em imagem, a dor e o desamparo de  uma jovem viciada em crack”, explica Flávia Moretti, representante da World  Press Photo no Brasil.</p>
<p>Com entrada grátis, a mostra poderá ser visitada de terça-feira a domingo,  das 10h às 21h. A Caixa Cultural fica na Avenida Almirante Barroso, número 25,  no centro do Rio.</p>
<p>No dia 29 será a vez do Museu do Meio Ambiente, no Jardim Botânico do Rio de  Janeiro, inaugurar a aguardada exposição <em>Gênesis</em>, do premiado fotógrafo  brasileiro Sebastião Salgado. A mostra, que teve inauguração mundial em abril  passado, em Londres, apresenta 245 imagens que documentam maravilhas do globo terrestre que permanecem imunes às transformações da modernidade: montanhas,  desertos, florestas, tribos, aldeias e animais.</p>
<p>Primeira grande exposição de Salgado em mais de dez  anos, <em>Gênesis</em> ficará em cartaz no Rio até agosto, seguindo depois para  São Paulo.<br />
<a href="http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2013/05/19/exposicoes-de-fotografia-tomam-conta-de-espacos-culturais-do-rio/">Fonte</a></p>
</div>
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		<title>1º CONCURSO DE DANÇA DE SALÃO &#8211; NEW FLICK&#8217;S . RITMO SAMBA</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 23:44:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/danca-de-salao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19330" title="danca de salao" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/danca-de-salao.jpg" alt="" width="141" height="200" /></a>No quadradinho ou no soltinho, é lindo ver os casais que riscam o salão de forma elegante e cheios de graça e estilo.</p>
<p>A partir desta terça-feira, dia 21 de maio, teremos a honra de presenciar a desenvoltura das duplas que se inscreveram para esta primeira edição do concurso.</p>
<p>Serão 03 etapas e umagrande final sempre às terças-feiras, a partir das 21h. Haverá distribuição de prêmios em dinheiro, troféus e medalhas.</p>
<p>O grupo SAMBACURI comandará a noite com o melhor do samba.<br />
1ª ETAPA | 21 DE MAIO</p>
<p>2ª ETAPA | 28 DE MAIO</p>
<p>3ª ETAPA | 04 DE JUNHO</p>
<p><strong>GRANDE FINAL | 11 DE JUNHO</strong></p>
<p>Info.:  41 3232-3068</p>
<p><strong>NEW FLICK’S </strong>| Av. Visc. de Guarapuava, 3489 &#8211; Centro Curitiba/Paraná<br />
APOIO . SAMBA DA TRADIÇÃO E BRASILCULTURA(www.brasilcultura.com.br)</p>
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		<title>Revolução cultural à brasileira</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 23:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na década de 1950, o Brasil se modernizava e partidos e movimentos de esquerda, bem como movimentos artísticos, acreditavam na possibilidade de uma revolução brasileira, nacional-democrática ou socialista. “Artistas e intelectuais tiveram um papel expressivo na construção da utopia de uma ‘brasilidade revolucionária’, que permitiria realizar as potencialidades de um povo e de uma nação”,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19324" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/aaarevo.jpg"><img class="size-full wp-image-19324" title="aaarevo" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/aaarevo.jpg" alt="" width="200" height="128" /></a><p class="wp-caption-text">Nelson Pereira dos Santos filmando &quot;Como era gostoso o meu francês&quot; (1971)</p></div>
<p>Na década de 1950, o Brasil se modernizava e partidos e movimentos de esquerda, bem como<br />
movimentos artísticos, acreditavam na possibilidade de uma revolução brasileira, nacional-democrática ou socialista. “Artistas e intelectuais tiveram um papel expressivo na construção da utopia de uma ‘brasilidade revolucionária’, que permitiria realizar as potencialidades de um povo e de uma nação”, diz Marcelo Ridenti, professor de sociologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Mas até hoje a compreensão dessa relação, entre política e cultura,<br />
é complexa e inclui nomes de peso do panteão cultural que foram comunistas, como: Jorge Amado, Nelson Pereira dos Santos, Caio Prado Jr., Nora Ney, Dias Gomes, Jorge Goulart e Di Cavalcanti, entre outros. “É um problema que não cabe numa equação simples que supõe a militância comunista de artistas e intelectuais como parte de um desejo de transformar seu saber em poder.<br />
Tampouco se pode supor que houvesse mera manipulação dos intelectuais pelos dirigentes do Partido Comunista Brasileiro [PCB]”, explica o professor, que analisou a questão no projeto Artistas e intelectuais comunistas na consolidação do campo intelectual e da indústria cultural no Brasil. (<a href="http://revistapesquisa.fapesp.br/2013/05/03/aristas-e-intelectuais-comunistas-na-industria-cultural-no-brasil/" target="_blank">Veja aqui</a> )</p>
<p>“Num momento como o atual, em que as pesquisas evitam a politização dos temas, é importante recuperar como cultura e política se aproximaram num períodoturbulento como aquele, entre os anos 1950 e 1970”, observa o pesquisador.<br />
Segundo Ridenti, vários campos artísticos e intelectuais consolidados a partir da década de 1950 só são pensáveis a partir das lutas em seu interior, em que os comunistas desempenharam um papel importante, por vezes levando os integrantes do PCB ou ex-militantes às posições de maior reconhecimento ou prestígio. Muitos mudaram de convicção política ao longo do tempo. A maioria fez uma autocrítica sobre a sua atuação naquele período, mesmo os que<br />
continuaram se identificando como de esquerda ou sendo comunistas. Houve também muita reclamação posterior de que o partido mantinha com eles uma relação “ornamental” ou “instrumental”, ou seja, apenas para angariar prestígio ou divulgar uma linha política, sem falar nas críticas sobre o despotismo da direção, pronta a vigiar o imaginário dos militantes. “Só em parte isso é verdade. Esses artistas só puderam conquistar posições a partir do histórico de<br />
militância organizada, que, assim, esteve longe de significar mera manipulação de seus artistas e intelectuais. Era uma relação de mão dupla”, observa o autor.</p>
<div id="attachment_19325" class="wp-caption aligncenter" style="width: 300px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/cenapagador.jpg"><img class="size-full wp-image-19325" title="cenapagador" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/cenapagador.jpg" alt="" width="290" height="258" /></a><p class="wp-caption-text">Cena de O pagador de promessas, de Dias Gomes, em 1960</p></div>
<p>“De fato, o partido tinha uma linha política estreita e dogmática, dava pouco espaço a seus intelectuais, quase não contribuía para pensar a especificidade da sociedade brasileira, era marcado pelo centralismo e por relações autoritárias. Mas havia contrapartidas que mantiveram os artistas e intelectuais no partido apesar de tudo isso”, fala Ridenti. Para ele, não se deve caricaturar a ação cultural do PCB nos anos 1950, um elemento expressivo constituinte da cultura brasileira. “A indústria cultural ainda não estava de todo estabelecida no país. Com a modernização, muitos artistas e intelectuais estavam em busca de um espaço que não fosse a Igreja ou o Estado, então as principais instituições organizadas nos tempos em que a universidade ainda estava em crescimento”, lembra. Na maioria vindos da classe média que se<br />
expandia com a modernização do país, esses intelectuais não cabiam em nenhum<br />
dos dois espaços. “O PCB foi uma chance de organização, um fórum de debate cultural e político, que permitia ter acesso a uma rede de revistas pelo Brasil e de contatos no exterior.”</p>
<p><strong></p>
<p>Legitimidade</strong></p>
<p>A organização no partido dava legitimidade a certos grupos e indivíduos que buscavam marcar posição (ou evitar perder prestígio) em suas atividades. “O grande exemplo foi Jorge Amado, que teve seu talento potencializado pela ligação com o PCB, cuja rede de contatos internacionais facilitou a publicação de seus romances em vários países. Por sua vez, ele emprestava o seu prestígio de escritor ao partido e acabou sendo eleito deputado pelo PCB na Constituinte<br />
de 1946”, conta Ridenti. No exílio na França, a partir de 1948, aderiu ao movimento internacional pela paz e ganhou notoriedade mundial. “Sem desmerecer o talento de Amado, isso não teria acontecido se ele não fosse ligado ao partido. Foi por meio dessa relação que ele teve acesso a uma rede de contatos em diversos países da Europa e viu seus romances traduzidos em vários idiomas em razão disso. O mesmo aconteceu com Nelson Pereira dos Santos, que foi para a França e outros países com apoio do PCB e pôde conhecer vários cineastas”, diz<br />
o pesquisador.</p>
<div id="attachment_19326" class="wp-caption aligncenter" style="width: 300px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/acantora.jpg"><img class="size-full wp-image-19326" title="acantora" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/acantora.jpg" alt="" width="290" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Nora Ney no aeroporto do Galeão em 1969</p></div>
<p>Amado se transformou em divulgador do realismo socialista no Brasil e mesmo quando se afastou do PCB nunca rompeu oficialmente com os comunistas. “Ele saiu à francesa. Só ganhou autonomia como autor depois de <em>Gabriela, cravo e canela </em>(1958)”, fala Ridenti. As recompensas, porém, colocavam dilemas para os artistas, que testemunhavam as perseguições aos militantes dissidentes em escala internacional. “Eles também se inseriam nas redes comunistas como reprodutores do pensamento e da política produzida no centro, não como<br />
formuladores originais”, nota o autor. “Realmente, entre os anos 1940 e 1950, durante o realismo socialista, houve um grande controle do partido sobre os artistas e intelectuais brasileiros ligados ao PCB. Mas, no geral, essa relação foi flexível, porque o partido não se interessava muito pela cultura, o que explica por que, nos anos 1970, os artistas tentaram construir uma política cultural para o PCB, que não tinha uma”, lembra o historiador Marcos<br />
Napolitano, da Universidade de São Paulo (USP), autor do estudo <em>Políticas culturais e resistência democrática no Brasil nos anos 1970</em>.</p>
<p>“Houve um entusiasmado movimento em que os intelectuais e o partido convergiram para pensar um projeto revolucionário de nação. O partido e os intelectuais de esquerda foram as grandes referências, por exemplo, para os cineastas dispostos a fazer uma arte política e, em tese, politizadora. Infelizmente, o partido poderia ter usado mais e melhor os diagnósticos feitos pelos artistas”, observa a socióloga Célia Tolentino, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Marília, que estuda o tema em <em>O pensamento social na literatura e no cinema</em>,<br />
com apoio da FAPESP. “Os artistas não eram inocentes úteis para o PCB, também ganhavam com essa relação”, nota Ridenti.</p>
<p><strong></p>
<p>Autonomia</strong></p>
<p>A maior ou menor autonomia do partido dependia da carreira paralela à política. Figuras como Dias Gomes ou Oscar Niemeyer, para citar dois exemplos, lembra o pesquisador, não sofreram nenhuma ingerência do PCB em sua vida e obra. Essa influência atingia mais (embora de forma desorganizada) os menos conhecidos.<br />
“Assim, se há casos em que o partido foi autoritário com os artistas, fica a pergunta: por que muitos deles seguiram na militância ainda assim? Havia o sentimento de pertencer a uma comunidade que se imaginava na vanguarda mundial e podia dar apoio e organização a artistas e intelectuais em luta por prestígio e poder, distinção e consagração em seus campos de atuação, para si e para o partido”, diz o autor. Com esse movimento, os artistas comunistas prepararam o<br />
terreno para a renovação futura. “O Cinema Novo, dos anos 1960, não seria possível sem a história anterior de disputas no campo do cinema fomentada pelos cineastas comunistas”, nota Ridenti.</p>
<p>“O mesmo vale para o desenvolvimento das novelas e da TV brasileira como um todo. Após o golpe de 64, a hegemonia do PCB entre intelectuais e artistas foi cortada e a partir de 1968 eles acabam abrigados na Rede Globo, apesar de a emissora ser partidária da ditadura. Figuras como Dias Gomes, Ferreira Gullar, Gianfrancesco Guarnieri, entre outros, além de encontrarem proteção, viram a TV como uma continuidade programática, acreditavam que era uma forma de falar com<br />
o povo. Por isso chegaram a ser rotulados de ‘vendidos’, quando estavam continuando a sua política cultural”, diz o historiador Francisco Alambert, da USP, autor, entre outros, do artigo <em>Mario Pedrosa: art and revolution</em>.<br />
“Aos poucos, com o desenvolvimento da sociedade civil e da indústria cultural, as classes populares vão assumindo sua voz, não precisando mais de intelectuais falando em nome delas. A produção cultural vai se ligar ao mercado e ao espaço universitário, esvaziando os partidos e a ideia de revolução, rompendo a aproximação entre cultura e política”, diz Ridenti.</p>
<p>“Não se pode, porém, esquecer o que houve no passado. É preciso compreender os dilemas e contradições das figuras humanas daquele tempo que não raro aparecem mitificadas nos escritos sobre elas”, finaliza o pesquisador.</p>
<p><strong>Por Carlos Haag</strong></p>
<p>Fonte: Revista Pesquisa Fapesp</p>
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		<title>Semana de Museus terá atividades em todo o país</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 21:19:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19311" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/museusemana.jpg"><img class="size-full wp-image-19311" title="museusemana" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/museusemana.jpg" alt="" width="200" height="113" /></a><p class="wp-caption-text">O evento vai até sábado e prevê uma série de atividades e terá a participação de  mais de 1,2 mil instituições.</p></div>
<p>Como parte das comemorações do Dia Internacional dos Museus, no próximo sábado (18), o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) a 11ª Semana de Museus em todo o Brasil. O evento, que prevê uma série de atividades e terá a participação de mais de 1.200 instituições.</p>
<p>O uso da memória e a prática da criatividade para a promover mudanças sociais fazem parte do objetivo do evento, além da mobilização dos museus nacionais em torno de um mesmo tema. A programação está prevista para cerca de 530 municípios e no Distrito Federal (DF).</p>
<p>Dentre as atividades programadas estão as exposições Sim,Pode Tocar!, que tem como objetivo permitir o acesso a arte das pessoas com deficiência visual, prevista para o DF; Meio Ambiente, com pinturas da artista plástica Denise Moraes, programada para o Espírito Santo; e Natureza de Burle Marx, composta de esculturas, pinturas e gravuras do artista e paisagista, em Minas Gerais.</p>
<p>Pesquisa feita pelo próprio instituto com base nas comemorações do ano passado, o evento também contribui para criar empregos. No ano passado, a temporada contou com 2.333 voluntários e gerou 504 empregos, com a contratações de montadores, curadores, músicos, monitores, atores, dentre outros. A Semana de Museus já promoveu mais de 12 mil eventos desde a sua criação, em 2003.</p>
<p>A programação completa, com detalhes das atividades em cada estado e município participante, pode ser conferido no <em>site</em> no <a href="http://www.ibram.gov.br">Instituto Brasileiro de Museus</a>.</p>
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		<title>Banda Pietros – Participação especial Lua Blanco/RJ</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 20:52:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Show da banda Pietros neste domingo (19) no Rio Rock &#38; Blues, na Lapa. Participação especial da cantora e atriz Lua Blanco. No repertório músicas do CD “Deixa a sorte entrar” e do EP “Bem-me-quer, mal-me-quer”. O quarteto carioca que aposta no pop/rock começou as atividades em março de 2011. De lá pra cá foram...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/joao-telles-e-lua-blanco.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19303" title="joao-telles-e-lua-blanco" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/joao-telles-e-lua-blanco.jpg" alt="" width="253" height="167" /></a>Show da banda Pietros neste domingo (19) no Rio Rock &amp; Blues, na Lapa. Participação especial da cantora e atriz Lua Blanco. No repertório músicas do CD “Deixa a sorte entrar” e do EP “Bem-me-quer, mal-me-quer”.</p>
<p>O quarteto carioca que aposta no pop/rock começou as atividades em março de 2011. De lá pra cá foram inúmeros shows em casas conceituadas do Rio de Janeiro, como o Espaço Sérgio Porto, SESC Tijuca e Teatro Odisséia. Alçaram vôos maiores e saíram da sua cidade natal por diversas vezes, incluindo algumas idas para São Paulo, participando de evento no Clube Outs e Inferno, e mais recentemente o Grito Rock 2012 com shows em Camaçari/BA e Londrina/PR.</p>
<p>As influências vão desde MPB e pop até Stevie Wonder. A apreciação pelo artista famoso rendeu um convite de Marcelo Froes para a banda regravar “Isn`t She Lovely?” na coletânea “Letra &amp; Música” do selo Descobertas. E como todos dizem que “é preciso um material pra começar”, eles não perderam tempo e gravaram um CD inteiro em português e inglês. Desta forma é material suficiente para trabalharem no Brasil e no exterior.</p>
<p>Por Rebeca Cruz / Explane Assessoria de Comunicação</p>
<p>&lt;strong&gt; INFORMAÇÕES &lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Show Pietros (participação especial Lua Blanco)&lt;br&gt;Data: 19 de maio de 2013&lt;br&gt;Horário: domingo, às 18h&lt;br&gt;Local: Rio Rock &amp;amp; Blues&lt;br&gt;Endereço: Rua do Riachuelo, 20 – Lapa – Rio de Janeiro – RJ&lt;br&gt;Ingresso: R$ 20,00&lt;br&gt;Classificação: 14 anos (menores de 14 entram acompanhados)&lt;br&gt;Tel:&amp;nbsp; (21) 2222-2334&lt;br&gt;Show de abertura: banda O Disco Voador</p>
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		<title>Os Vivos e os Mortos</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 20:39:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com uma atmosfera de contos orientais, o espetáculo Os Vivos e os Mortos, escrito por Kiko Marques a partir do conto homônimo do indiano Rabindranath Tagore, reestreia dia 05 de abril de 2013, às 20h30 no Viga Espaço Cênico (Rua Capote Valente, 1323, Pinheiros, São Paulo, SP). A peça traz para o palco a premiada...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19300" class="wp-caption alignleft" style="width: 276px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/vivosteatro.jpg"><img class="size-full wp-image-19300" title="vivosteatro" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/vivosteatro.jpg" alt="" width="266" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo leva aos palcos uma viagem pela Terra de Gandhi</p></div>
<p>Com uma atmosfera de contos orientais, o espetáculo Os Vivos e os Mortos, escrito por Kiko Marques a partir do conto homônimo do indiano Rabindranath Tagore, reestreia dia 05 de abril de 2013, às 20h30 no Viga Espaço Cênico (Rua Capote Valente, 1323, Pinheiros, São Paulo, SP). A peça traz para o palco a premiada atriz Flávia Pucci (foto) no papel da mulher que mesmo morta, pensa estar viva. Em cena, ao vivo, Andrea Prior canta e dança acompanhada de vários instrumentos musicais indianos, ao lado do elenco composto por Kiko Marques, Inês Aranha, Ruy Andrade, Luiz Eduardo Frin, Tieza Tissi, Thiago Carvalho, Mateus Menezes e Flávio Quental.</p>
<p>Os diferentes espaços físicos da narrativa são construídos e desfeitos pelos próprios atores diante do público, auxiliados pela trilha além do espetáculo trazer aos palcos a cantora indiana Ratnabali, formada na Universidade Tagore, que canta e toca ao vivo, conduzindo a plateia a uma viagem cultural e de costumes ao país de Gandhi.</p>
<p>Sinopse</p>
<p>A peça ambientada na Índia da década de 40, conta a história de Kadambini uma mulher sem marido ou filhos, que se sente muito mal ao receber uma triste notícia e é dada como morta. Após os rituais é carregada até o campo de cremação. Entre os carregadores está Scripati, homem simples e de coração puro, que crê firmemente na possibilidade dos mortos retornarem ao mundo dos vivos. Pouco antes de ser cremada, Kadambini acorda. Ela passa então a viver como se de fato não pertencesse mais a este mundo, tentando encontrar um sentido para ainda estar entre os vivos.</p>
<p><strong> INFORMAÇÕES:</strong><br />
Temporada até 2 de Junho de 2013<br />
Sextas às 21h30, sábados às 21h e domingos às 19h<br />
Viga Espaço Cênico (Capacidade: 74 lugares)<br />
Rua Capote Valente, 1323, Pinheiros, São Paulo, SP</p>
<p>Ingressos: R$30,00 (inteira)/ R$15, 00 (meia entrada)&lt;br&gt;Duração: 80min&lt;br&gt;Recomendação: 12 anos&lt;br&gt;Informações: (11) 3801-1843/ www.viga.art.br</p>
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		<title>Curitiba &#8211; Escolas de Samba iniciam planejamento para o Carnaval 2014</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 00:13:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Representantes da Prefeitura, das escolas de samba e dos blocos carnavalescos realizaram, na sede da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), a primeira reunião de planejamento do próximo Carnaval. A regulamentação da Lei 14.156/2012, que instituiu o Carnaval como festa oficial da cidade, o apoio da FCC na profissionalização das agremiações e a mudança do local...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/escsamactba.png"><img class="alignleft size-full wp-image-19297" title="escsamactba" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2013/05/escsamactba.png" alt="" width="280" height="186" /></a>Representantes da Prefeitura, das escolas de samba e dos blocos carnavalescos realizaram, na sede da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), a primeira reunião de planejamento do próximo Carnaval. A regulamentação da Lei 14.156/2012, que instituiu o Carnaval como festa oficial da cidade, o apoio da FCC na profissionalização das agremiações e a mudança do local de<br />
realização do desfile foram alguns tópicos discutidos no encontro.</p>
<p>O presidente da FCC, Marcos Cordiolli, abriu a reunião lembrando do compromisso que assumiu no início do ano com os dirigentes das escolas, de reestruturar o Carnaval curitibano e planejar com antecedência a festa de 2014. “Temos que pensar o evento não só como desfile, mas como um processo que dura o ano inteiro e necessita de planejamento a longo prazo. Precisamos de ações que promovam a qualificação técnica das escolas e blocos visando a sua renovação, o seu crescimento e a sua autonomia”, disse Cordiolli. Ele reforçou ainda a intenção<br />
de fazer com que esse processo se dê de forma transparente e participativa.</p>
<p>Conforme previsto na lei, será formada uma comissão com membros indicados pela FCC e pelas agremiações carnavalescas para coordenar e supervisionar os trabalhos, entre eles a oferta<br />
de cursos e oficinas voltadas à profissionalização. Cordiolli se comprometeu a viabilizar o repasse antecipado das verbas de apoio, para que as escolas tenham mais tempo de produzir seus espetáculos.</p>
<p>O secretário municipal da Comunicação Social, Gladimir Nascimento, também participou da<br />
reunião e orientou as escolas quanto a ações de marketing e divulgação que podem ser desenvolvidas ao longo do ano. A lei do Carnaval permite a busca de patrocínios e essas ações contribuiriam para facilitar a captação de recursos junto à iniciativa privada.</p>
<p><strong>Mudança de endereço –</strong><br />
Os carnavalescos solicitaram a mudança do local do desfile, pois consideram que a avenida Cândido de Abreu não comporta mais a estrutura necessária ao evento.<br />
Cordiolli informou que o Ippuc – Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba – fará um estudo para apresentar opções de locais que poderiam abrigar a festa e que o novo espaço será definido em conjunto com os dirigentes das escolas.</p>
<p>Além do Bloco Derrepent, participaram do encontro dirigentes das escolas Mocidade Azul,<br />
Imperatriz da Liberdade, Acadêmicos da Realeza, Leões da Mocidade, Unidos do Bairro Alto e Bloco Boi de Pano. Uma nova reunião entre a Fundação Cultural e as escolas de samba será realizada dentro de 15 dias.</p>
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