Buenos Aires – Onde comer, ficar e dicas

 

A cidade de Buenos Aires, considerada a Paris da América do Sul, apresenta muito pontos turísticos. Apesar disso, o turista pode apreciar bastante a cidade sem ir atrás de nenhum ponto turístico, simplesmente apreciando a bela arquitetura de seus prédios que lembra Paris. O portal apresenta a seguir alguns pontos turísticos e dicas de Buenos Aires  

Onde ficar

Como capital, Buenos Aires tem diversas opções de hospedagem e alimentação. Grandes redes como a Meliá e Hollyday Inn, entre outras, estão na cidade, que tem mais de cem estabelecimentos em sua infra-estrutura.

Os hotéis da região central de Buenos Aires, próximos à tradicional rua Florida, são mais antigos, mas não deixam de ser aconchegantes.

Onde comer

Na hora de almoçar ou jantar, procure um restaurante típico, que vai oferecer como prato principal uma parrillada, um churrascão com corte argentino capaz de satisfazer qualquer estômago, do menos ao mais guloso.

Buenos Aires também tem restaurantes de todos os tipos, do francês ao japonês, e algumas casas brasileiras.

Nos cafés, também são servidos pratos rápidos, sopas e lanches que podem saciar a fome em momentos de correria por causa das constantes visitas à cidade. Neles, também é possível comer as deliciosas empanadas argentinas, de carne (as originais), queijo ou frango.

Quando estiver na Recoleta, não deixe de conhecer os sorvetes e doces da sorveteria Freddo.

É imprescindível chegar à cidade e pegar um guia, impresso em forma de revista, no aeroporto, que mantém um quiosque de atendimento a turistas.

Passaporte

Não é necessário ter visto para visitar a Argentina. Basta apenas o documento de identidade.

Moeda

Há muitas casas de câmbio na cidade. Já no aeroporto, há uma, mas ela costuma manter um câmbio acima do valor de mercado do dia.

Evite trocar dinheiro nas ruas, onde há perigo de pegar notas falsas. Especialmente no centro, há muitas pessoas nas ruas oferecendo para vender ou comprar dólares.

Você pode trocar reais ou dólares nas casas de câmbio.

Como a viagem é, geralmente, paga em dólares, você pode utilizar a moeda norte-americana para gastar na cidade. Alguns estabelecimentos aceitam dólares e fazem a conversão de acordo com a taxa cobrada nas casas de câmbio das proximidades.

Transporte

Buenos Aires tem quatro linhas de metrô, mas elas não servem a cidade toda. A mais antiga delas, que sai da Plaza de Mayo, ainda tem os trens antigos e detalhes em madeira.

Há ônibus que circulam pela cidade e táxis a preços muito baixos. Tente utilizar táxis, no entanto, de empresas credenciadas, tipo rádio-táxi, para garantir que o motorista não dê uma volta imensa antes de chegar ao seu destino.

Onde ficar

Como capital, Buenos Aires tem diversas opções de hospedagem e alimentação. Grandes redes como a Meliá e Hollyday Inn, entre outras, estão na cidade, que tem mais de cem estabelecimentos em sua infra-estrutura.

Os hotéis da região central de Buenos Aires, próximos à tradicional rua Florida, são mais antigos, mas não deixam de ser aconchegantes.

Onde comer

Na hora de almoçar ou jantar, procure um restaurante típico, que vai oferecer como prato principal uma parrillada, um churrascão com corte argentino capaz de satisfazer qualquer estômago, do menos ao mais guloso.

Buenos Aires também tem restaurantes de todos os tipos, do francês ao japonês, e algumas casas brasileiras.

Nos cafés, também são servidos pratos rápidos, sopas e lanches que podem saciar a fome em momentos de correria por causa das constantes visitas à cidade. Neles, também é possível comer as deliciosas empanadas argentinas, de carne (as originais), queijo ou frango.

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É imprescindível chegar à cidade e pegar um guia, impresso em forma de revista, no aeroporto, que mantém um quiosque de atendimento a turistas.

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Não é necessário ter visto para visitar a Argentina. Basta apenas o documento de identidade.

Moeda

Há muitas casas de câmbio na cidade. Já no aeroporto, há uma, mas ela costuma manter um câmbio acima do valor de mercado do dia.

Evite trocar dinheiro nas ruas, onde há perigo de pegar notas falsas. Especialmente no centro, há muitas pessoas nas ruas oferecendo para vender ou comprar dólares.

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Como a viagem é, geralmente, paga em dólares, você pode utilizar a moeda norte-americana para gastar na cidade. Alguns estabelecimentos aceitam dólares e fazem a conversão de acordo com a taxa cobrada nas casas de câmbio das proximidades.

Transporte

Buenos Aires tem quatro linhas de metrô, mas elas não servem a cidade toda. A mais antiga delas, que sai da Plaza de Mayo, ainda tem os trens antigos e detalhes em madeira.

Há ônibus que circulam pela cidade e táxis a preços muito baixos. Tente utilizar táxis, no entanto, de empresas credenciadas, tipo rádio-táxi, para garantir que o motorista não dê uma volta imensa antes de chegar ao seu destino.

Buenos Aires à noite

 

 

Buenos Aires, como toda cidade cosmopolita, oferece várias opções para serem desfrutadas à noite. Muitos turistas vão à cidade em busca de um bom espetáculo de tango -sua música emblemática. Para eles, o bairro San Telmo -com seus edifícios centenários- é sem dúvida o melhor lugar para escutar o “dois por quatro” em seu ambiente mais adequado.

Essa região, a mais antiga da cidade, guarda diversos redutos onde se pode ver e ouvir tango em espaços que refletem seu espírito original, quase virgem de contaminações turísticas.

Mas a noite portenha não se limita ao tango. Para os jovens que desejam diversões mais contemporâneas, há muitas opções de discotecas e bares.

Na Recoleta, em um convento abandonado, foi construído o “Buenos Aires Design”, um shopping de decoração que abriga em suas varandas -com vista para um belo vale- um complexo gastronômico com vários tipos de culinária.

A partir das 2h, muitos desses restaurantes oferecem música ao vivo, convidando os clientes a dançar. Além disso, no local se estabeleceu o clássico Hard Rock Café.

Em Palermo, abaixo de uma linha de trem, se desenvolveu outro pólo noturno, “Los Arcos”, com cerca de dez discotecas. De quinta a domingo, o local é “infernal”, não que seja muito diferente nos outros dias da semana.

Os jovens (e os não tão jovens) argentinos parecem estar sempre dispostos a “trasnochar” (virar a noite), sem se importar com as poucas horas de sono que sobrarão antes de começarem um novo dia de trabalho.

Os turistas que vão a Buenos Aires e pretendem conhecer sua noite devem saber que convém começar a jantar por volta de 21h, 22h ou até mesmo 23h. Assim, se estiverem cansados, poderão fazer uma “siesta” antes de sair para dançar ou tomar algo a partir das 2h.

As saídas podem durar toda a madrugada e acabarem com um café-da-manhã restaurador com café, leite e croissants (medialunas).

Uma nova moda portenha são os pubs irlandeses. Confinados na City ou Microcentro, próximos aos grandes prédios de escritórios, oferecem happy-hour que ajudam a atrasar a volta dos trabalhadores aos seus lares. Esses bares permanecem abertos pelo menos até as 4h.

Outro conhecido ponto de encontro é a Costanera, sobre o rio da Prata. Ali também se encontram discotecas e bares, alguns com mesas de bilhar, pebolim e fliperamas.

Boliches, pistas de patins no gelo, karaokê, shows de artistas nacionais e internacionais, importantes musicais ao estilo da Broadway ao longo da avenida Corrientes -a rua dos teatros- são outras das boas opções noturnas.
A frase “a cidade que nunca dorme” também pode se aplicar a Buenos Aires, mesmo que pela manhã custe a despertar.

 

Buenos Aires – Museus

Se for para reclamar de Buenos Aires, que reclame de outra coisa, mas não da variedade cultural da cidade, vislumbrada por meio dos seus inúmeros museus, sejam de história, arte ou cultura popular.

Por cima, são mais de 25 prédios dedicados à história portenha e espalhados por toda a cidade. Tem desde os tradicionais e encontrados em todas as capitais como o de Belas Artes e o de Arte Moderna até um museu dedicado a Eva Perón, a Evita (entrada: 1 peso).

Visitar todos é impossível, mas há boas indicações que guiam o turista para os que têm exposições permanentes mais interessantes ou mostras temporárias das mais curiosas.

Todo brasileiro deve ir, no entanto, no Malba (Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires), recém-inaugurado em 2001 e que mantém a coleção Constantini em seu acervo oficial.

São mais de 222 peças, colecionadas por Eduardo F. Constantini desde 1971, se constituindo como a mais completa visão da arte do século 20 na América Latina. Os brasileiros estão em peso no Malba: Tarsila com “Abapuru”, Lygia Clark, Hélio Oiticica, Antônio Dias, Wanda Pimentel e Nelson Leirner, entre outros.

Tem quadros também pintados pela mexicana Frida Kahlo, inclusive seu auto-retrato com um macaco e um papagaio nos ombros, um de seus mais famosos trabalhos, de 1942.

O Malba oferece também oficinas e eventos de literatura, cinema e cursos de extensão cultural, além de ter um auditório para 270 pessoas, um restaurante anexo e uma loja com reproduções e objetos de arte. A entrada custa 4 pesos.

Veja uma lista dos mais importantes museus de Buenos Aires:

Museo Penitenciario Argentino “A. Ballvé” Museo de Arte Moderna Museo Histórico Nacional Museo de la Ciudad Museo Etnográfico “J.B. Ambroselli” Museo Mitre Museo Roca (Instituto de Investigaciones Históricas) Museo Nacional de Arte Decorativo Museo Nacional de Arte Oriental Buque Museo Corbeta Uruguay Museo Nacional de Bellas Artes Museo Roca Museo de Arte Hispanoamericano Museo Nacional Ferroviario Buque Museo Fragata Presidente Sarmiento Museo Nacional del Grabado Museo de Armas de la Nación Museo de Telecomunicaciones Museo Histórico Nacional del Cabildo Museo Histórico del Traje Museo de la Casa de Gobierno Museo Numismático del Banco Central Malba (Museo Latinoamericano de Buenos Aires) Museo Evita

Buenos Aires – Compras

Ir às compras em Buenos Aires não é a mesma coisa de dez anos atrás, mas ainda há (boas) vantagens que podem incentivar o turista a virar consumidor.

Nas Galerias Pacífico, principal e tradicional ponto do comércio portenho, as lojas andam vazias, à espera de uma retomada que possa guinar a economia local.

Na rua Florida, onde também se concentra o comércio, peças de vestuário podem ser uma boa opção. Ainda mais se o cliente “chorar” e pedir um desconto do tipo “levo duas, pago uma”. Eles aceitam.

As indicações continuam sendo as fábricas de couro e as de cashmere, que fazem mega-descontos.

Por causa da quase paridade com o real, viajar à Argentina tem sido vantajoso. Vira e mexe, o turista pode encontrar telas, esculturas e objetos de decoração, por exemplo, a preços muito baratos.

Não se iluda, porém, com as antiguidades da feira de San Telmo. Lá, eles continuam “enfiando a faca”, mas, dependendo do acordo, objetos de casa podem sair por um preço razoável.

Na alimentação, traga vinhos e alfajores, as preciosidades argentinas. Os preços compensam.

Buenos Aires – Recoleta

Um dos bairros mais conhecidos internacionalmente, a Recoleta é imperdível, seja por seus cafés, bares, feira de artesanato ou até mesmo pela noite, dedicada ao público jovem. Imitando Paris, possui grandes áreas verdes e fachadas em estilo francês.

Apesar de ter perdido um pouco no setor de diversão para Porto Madero, o charmoso bairro ainda concentra algumas construções de época e uma das ruas mais caras do comércio portenho.

A feira de antiguidades, localizada na praça da Recoleta, é ponto de parada obrigatória.

E, mesmo que possa parecer mórbido, entrar no cemitério da Recoleta é uma atração, no mínimo, pitoresca. Lá estão enterradas as principais figuras da história argentina, entre elas, a talvez mais famosa, Eva Perón. Lá, estão personalidades enterradas de 1862 a 1930.

Há visitas guiadas que podem ser agendadas na frente do cemitério. Você pode entrar à toa no local, mas dificilmente vai encontrar os túmulos, pois o local é imenso. As visitas duram 90 minutos e custam 3 pesos, e acontecem sempre aos sábados e domingos, às 16h, com saída do portão principal do cemitério.

É lá que fica o Hard Rock Café argentino, com sua lojinha de camisetas, bonés e moletons famosos que circulam por aí.

O bairro também abriga o Museu Nacional de Belas Artes, recheado de novidades e instalações em sua volta, prédios e monumentos e a embaixada do Brasil.

Buenos Aires – San Telmo

Marque na agenda portenha: domingo (e só) é dia de ir a San Telmo. A principal característica do bairro, que fica ao sul de Buenos Aires, é a concentração de antiquários e galerias de arte que deixam qualquer um com vontade de redecorar a casa.

Apesar dos preços nem tão satisfatórios para o bolso brasileiro, San Telmo mantém o charme em mais de 30 antiquários, entre 200 pontos comerciais. Lá, galerias de artes promovem leilões.

Todo domingo, de manhã à tarde, a pracinha da famosa feira de antiguidades de San Telmo é ponto obrigatório. Não precisa comprar nada, mas vá, dê uma volta entre as barracas, coma e beba por lá.

Nas barracas, vendem-se talheres, bandejas de prata, mesas, cadeiras, luminárias, tudo de época.

Por ser ponto de concentração turística, artistas se apresentam nas ruas de San Telmo, desde os dançarinos de tango até os que fazem performances de estátua viva, todos pintados de branco, prata ou dourado, em troca de uma moedinha em peso.

Além dos bares, cafés e restaurantes, San Telmo abriga também uma das mais tradicionais casas de tango de Buenos Aires, a El Viejo Almacén, que oferece jantar e show.

O bairro também tem igrejas e museus para quem quiser esticar a visita após a feirinha. Em San Telmo, há ainda o Mercado de las Luces, onde há artesanato, antiguidades, pedras, livros e artistas plásticos, e a entrada é gratuita.

Buenos Aires – Porto Madero


Aqui sim temos um exemplo de recuperação/revitalização. Às margens do rio de la Plata, Porto Madero é um conjunto arquitetônico de galpões que já serviram, no passado, para armazenagem de produtos e alimentos que chegavam pelo mar.

Revitalizados há cerca de dez ou 12 anos, eles abrigam atualmente o maior pólo de diversão portenha, que, para alguns, já tira o posto da Recoleta. Há 43 restaurantes, oito cinemas, uma casa noturna, 11 lanchonetes e cafés, passeios, um museu, o Iate Clube, hotéis e uma bela vista do rio e de novos pólos financeiros e residenciais de Buenos Aires.

Visite Porto Madero à noite. De dia não vale a pena.

Tem até cassino, apesar de eles serem proibidos na província de Buenos Aires. A história do cassino é pitoresca: para driblar a lei, seus donos o instalaram dentro de um navio em Porto Madero. Lá, ele não fica sediado no território de Buenos Aires, e, assim, responde às leis marítimas, que permitem o jogo.

A crise econômica obrigou muitos restaurantes e casas noturnas que haviam se instalado no local a fecharem suas portas. Um projeto de Planet Hollywood argentino, construído em Porto Madero, nem chegou a estrear. O prédio foi ocupado por outra boate, mas também está fechado.

Entre os restaurantes, há opções de massas, carnes (inclusive um brasileiro), peixes e buffets. Os cardápios ficam visíveis na frente dos estabelecimentos para consulta de preços e opções.

Encontrar um lugar, no entanto, pode ser motivo de estresse. Tente reservar antes. O povo argentino costuma sair para jantar a partir das 22h, especialmente às sextas e sábados.

Em Buenos Aires, uma cidade que praticamente não dorme, a lógica da diversão funciona assim: aproveite o dia para visitar museus, parques, praças, bairros, prédios históricos e monumentos; tempo para tomar banho e relaxar, ver algumas das besteiras que eles têm na TV ou encontrar preciosidades como “Tumberos”, um seriado sobre a vida na prisão; saia para jantar entre 21h e 22h; por volta de 1h ou 2h, é hora de ir a uma (ou várias, em “peregrinação”) boate

Buenos Aires – Casas de tango


É quase impossível passar por Buenos Aires sem ter contato com o tango. Não que, andando pela Calle Florida, por exemplo, o visitante vá esbarrar em um casal dançando apaixonadamente _embora, no bairro portuário da Boca, ocorram apresentações constantes em via pública, como no Caminito. Mas apresentações do estilo musical, tradicional no país, são famosas entre os turistas e fazem parte da maioria dos pacotes de agências de viagem.

Há uma infinidade de casas de shows na cidade, voltadas principalmente para os estrangeiros. Os estilos variam bastante. A maior é a Senõr Tango. Nas mesas, é possível ver visitantes do Japão, Chile, Estados Unidos, Alemanha e, claro, Brasil.

Os funcionários da casa aproveitam essa diversidade. A começar pela prima-dona do tango local e proprietário da casa, Fernando Solera. Ele faz questão de cumprimentar os visitantes e cantar trechos de músicas em todas as línguas, com direito até a piadinhas entre as apresentações. São apresentadas quase todas as músicas mais manjadas do público, como “La Cumparsita” (executada pelos músicos veteranos da casa) e “Por una cabeza”, tema do filme “Perfume de Mulher”.

Solera é uma espécie de Cauby Peixoto dos argentinos. Sua aparência já não é tão jovial quanto em suas fotos promocionais, mas o estilo exagerado de cantar permanece intacto e faz suspirarem as senhoras que ficam na fila do gargarejo.

O cantor pede ao público que escolha o que quer ouvir, mas as sugestões não fogem muito dos famosos “El dia que me quieras”, “Caminito” e “Mi Buenos Aires querido”. Também há espaço para apresentações do que eles chamam de “tango moderno”, com dançarinos jovens, muita fumaça e sons e roupas de gosto duvidoso. Um “Crazy Horse” menos exibicionista.

A casa tem ainda uma homenagem a Carlos Gardel, o maior cantor de tango de todos os tempos, que tem sua imagem pintada em uma das paredes.

O gran-finale: alguns convidados, principalmente aniversariantes, são chamados a subir ao palco e tirar dançarinas e dançarinos para um tango, sob aplausos. Lembra dos gringos sacolejando com as mulatas do Sargentelli? É quase a mesma coisa. Não recomendado para tímidos. Melhor colocar a cabeça por um painel que retrata um casal dançando, no Caminito, e tentar esconder o sorriso amarelo.

Menos badalado e mais acanhado, porém o mais tradicional, o El Viejo Almacén, que fica no bairro de San Telmo, permite que o público fique mais próximo do palco e acompanhe de perto os movimentos da dança. O destaque é um casal, mais maduro, que já dançou na Broadway. O dançarino consegue fazer a parceira, literalmente, voar pela pista. Quem está nas mesas até sente o ventinho causado pelos jogos de pernas e tem a impressão de que será “alvejado” pela ponta da sapatilha da dançarina.

O clima do local é muito mais romântico e menos hollywoodiano que a casa de Solera. Outro destaque são os cantores da velha guarda, que fazem os casais ficarem mais juntinhos.

Existe uma terceira casa, chamada La Ventana, que, além do tango, traz show de danças típicas argentinas. Reze, porém, para pegar um lugar próximo ao palco, pois algumas mesas ficam bem distantes. Torcicolo quase certo, mas vale a pena.

Buenos Aires – Boca e Caminito

Reduto de criminalidade, o bairro da Boca é, para todo o mundo, um exemplo de maquiagem (ou seria revitalização?!). Formado por imigrantes italianos, em maioria, o bairro tem como característica principal as casas construídas com lata. São cortiços, na verdade, feitos com pedaços de navios em que chegaram os italianos no passado, como reza a história.

Revitalizadas (ou maquiadas?!) com ajuda do governo, algumas casas ganharam cores fortes e identificação em qualquer lugar do mundo. A sua rua mais famosa é a Caminito, que ganhou homenagens como nome de tango e é ponto turístico obrigatório.

O bairro não aparece em guias turísticos mais recentes da cidade. Mas vale a pena conhecer. Na Caminito, tudo corre bem. É um espaço turístico, e talvez a moeda de troca com a população local. Por estar na periferia de Buenos Aires, o bairro não é aconselhável à noite. Tem becos muito escuros e perigosos, uma linha de trem assustadora e uma comunidade nem tanto amigável, segundo o que dizem.

No éden Caminito, no entanto, a arte é efervescente. Há artesanato, telas de artistas locais e que vendem, por 10 pesos ou 30 pesos, quadros originais que podem servir de lembrança do local.

Lá também há dançarinos de tango pelas ruas e performers que fazem estátua viva para divertir o público. Há músicos e uma espécie de display de madeira conhecidíssimo dos turistas, que podem simular que estão dançando tango na hora de fotografar.

Nas redondezas da rua, onde também é permitido ser turista, tem lojas que vendem quinquilharias para turistas, como chaveirinhos e coisinhas para levar para casa, bares e cafés para sentar e conversar.

Sede da Bombonera, o estádio do Boca Juniors, o bairro se transformou em palco da maior rivalidade no futebol argentino, contra o arquiinimigo River Plate. Ver a Bombonera de perto é quase impossível. Só abre em dia de jogo.

Fonte

    Author: Redação

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    3 Comentários

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