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	<title>Brasil Cultura &#187; Almanaque Brasil Cultura</title>
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	<description>O portal da cultura brasileira</description>
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		<title>Intercâmbio e Difusão Cultural</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 12:43:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>
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		<description><![CDATA[O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic/MinC), divulgou a lista dos selecionados no Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural para viagens a serem realizadas no mês de agosto. As listagens constam da Portaria nº 360/2010, publicadas dia 29 de julho, no Diário Oficial da União (Seção 1, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/cr_intercambio.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9062" title="cr_intercambio" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/cr_intercambio.jpg" alt="cr_intercambio" width="264" height="163" /></a>O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic/MinC), divulgou a lista dos selecionados no <strong>Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural</strong> para viagens a serem realizadas no mês de agosto. As listagens constam da Portaria nº 360/2010, publicadas dia 29 de julho, no Diário Oficial da União (Seção 1, páginas 09 a 11).</p>
<div>
<p>Do total de recursos disponíveis para o período, R$ 131,5 mil serão destinados para o apoio financeiro a 42 requerimentos individuais, R$ 306 mil para 14 candidaturas de grupos e R$ 51,5 para candidaturas amparadas pelo subitem 10.2, destinadas a deficientes.</p>
<p>Coordenado pela Sefic/MinC, o Programa conta com recursos do Fundo Nacional da Cultura (FNC) e tem o objetivo de promover a difusão e o intercâmbio da cultura brasileira nas áreas da música, humanidades, artes cênicas e visuais, entre outras expressões culturais.</p>
<p>O apoio consiste na concessão de recursos financeiros para o custeio de despesas com transporte de artistas, técnicos e estudiosos convidados a participar de eventos prioritariamente culturais, promovidos por instituições brasileiras ou estrangeiras.</p>
<p><a href="http://www.cultura.gov.br/site/2010/06/16/programa-de-intercambio-e-difusao-cultural-edital-n%C2%BA-12010-4/" target="_blank">Confira a relação dos selecionados</a>.</p>
<p>No caso de requerimentos de grupos, pessoas jurídicas ou não, os recursos financeiros serão creditados nas contas bancárias dos beneficiários indicados pelo requerente. A indicação deverá ser apresentada juntamente com a documentação complementar a que se refere o subitem 2.6 do Edital de Intercâmbio nº 1/2010, observadas eventuais recomendações da Comissão de Avaliação do Programa.</p>
<p>Caso haja desistência ou não cumprimento das exigências documentais, serão convocados requerimentos com pontuação subsequente, em suas respectivas categorias, desde que o apoio não ultrapasse o valor estabelecido, e que a data prevista para o embarque não tenha sido superada.</p>
<p>Os selecionados têm até terça-feira, 3 de agosto, para encaminhar a documentação relacionada no item 3 do Edital n° 1/2010 ao seguinte endereço:</p>
<p>Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura<br />
Edital de Intercâmbio nº 1/2010<br />
Caixa Postal 8553<br />
CEP 70312-970, Brasília (DF)</p>
<p>Para as viagens previstas para os próximos meses, o prazo de inscrição está condicionado ao cronograma abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/07/tabela02.jpg"><img title="tabela02" src="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/07/tabela02.jpg" alt="" width="500" height="64" /></a></p>
<p>Outras informações: (61) 2024-2314/2239/2097/2077/2118, na Divisão de Atendimento ao Proponente da Sefic/MinC</p></div>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=9061&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Prêmio Mais Cultura Pontos de Leitura do estado do Ceará</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/premio-mais-cultura-pontos-de-leitura-do-estado-do-ceara/</link>
		<comments>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/premio-mais-cultura-pontos-de-leitura-do-estado-do-ceara/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 12:14:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliotecas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Biblioteca Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Inscrições prorrogadas até 5 de agosto selecionar 21 (vinte e uma) iniciativas culturais em
atividade de fortalecimento, estímulo e incentivo a leitura.
 

Aviso de prorrogação do prazo de inscrição

___________________________________________

Constitui objeto deste edital, selecionar 21 (vinte e uma) iniciativas culturais em
atividade de fortalecimento, estímulo e incentivo a leitura que comprovem possuir uma ou
mais das características abaixo:
a) promoção da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Logo-Ponto-de-Leitura.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9056" title="Logo Ponto de Leitura" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Logo-Ponto-de-Leitura.jpg" alt="Logo Ponto de Leitura" width="394" height="400" /></a>Inscrições prorrogadas até 5 de agosto selecionar 21 (vinte e uma) iniciativas culturais em<br />
atividade de fortalecimento, estímulo e incentivo a leitura.<span id="more-9055"></span></p>
<p> </p>
<div>
<p><a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/07/edital_prorrogacao_pontos_de_leitura_ce.pdf" target="_blank">Aviso de prorrogação do prazo de inscrição</a></div>
<h4><a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/07/edital_prorrogacao_pontos_de_leitura_ce.pdf" target="_blank"></a></p>
<p>___________________________________________</h4>
<div>
<p>Constitui objeto deste edital, selecionar 21 (vinte e uma) iniciativas culturais em<br />
atividade de fortalecimento, estímulo e incentivo a leitura que comprovem possuir uma ou<br />
mais das características abaixo:<br />
a) promoção da leitura, contribuindo para o fomento da prática leitora;<br />
b) democratização do acesso gratuito aos livros, gibis e outros suportes de leitura;<br />
c) envolvimento e participação da comunidade na gestão da iniciativa segundo suas<br />
próprias necessidades de informação e fruição cultural;<br />
d) fomento à produção, ao intercâmbio e à divulgação de informações; e<br />
e) estímulo à formação de redes sociais e culturais.</p>
<p>Confira o Edital e os anexos:</p>
<p><a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/07/edital4.pdf" target="_blank">Edital</a></p>
<p><a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/07/anexo-i.doc" target="_blank">Anexo I &#8211; Ficha de Inscrição</a></p>
<p><a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/07/anexo-ii-termo-de-adesao-pessoa-fisica.doc" target="_blank">Anexo II &#8211; Termo de Adesão &#8211; Pessoa Fisica</a></p>
<p><a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/07/anexo-ii-termo-de-adesao-pessoa-juridica.doc">Anexo II &#8211; Termo de Adesão &#8211; Pessoa Jurídica</a></p>
<p>Mais informações: (85) 3101. 6789 / (85) 3101. 6790 ou e-mail : <a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-admin/mai//">juliannelarens@secult.ce.gov.br</a></div>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=9055&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Prêmio Cultura Hip Hop inscrições prorrogadas</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 12:02:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Pessoas físicas, instituições formais e grupos informais que quiserem participar do concurso público Prêmio Cultura Hip Hop 2010 &#8211; Edição Preto Ghóez &#8211; têm até o dia 11 de agosto para se inscrever. Serão premiadas 135 iniciativas do movimento cultural, com o valor de R$ 13 mil para cada uma.

O Ministério da Cultura, por meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/premio-hip-hop111.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9053" title="premio-hip-hop111" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/premio-hip-hop111.jpg" alt="premio-hip-hop111" width="200" height="142" /></a>Pessoas físicas, instituições formais e grupos informais que quiserem participar do concurso público <strong>Prêmio Cultura Hip Hop 2010 &#8211; Edição Preto Ghóez</strong> &#8211; têm até o dia 11 de agosto para se inscrever. Serão premiadas 135 iniciativas do movimento cultural, com o valor de R$ 13 mil para cada uma.</p>
<div>
<p>O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC), é o responsável pelo trabalho, que será realizado em parceria com a Secretaria da Cidadania Cultural (SCC/MinC), o Instituto Empreender e a Ação Educativa.</p>
<p>O concurso conta com recursos de R$ 1,7 milhão e apresenta cinco categorias: Reconhecimento, Escola de Rua, Correria, Conhecimento e Conexões. As inscrições podem ser feitas pelos Correios, por áudio, vídeo ou pela internet.</p>
<p>Todas as orientações necessárias à participação no concurso encontram-se no <a href="http://www.cultura.gov.br/site/2010/04/16/premio-cultura-hip-hop-2010-edicao-preto-ghoez/" target="_blank">Edital</a> de abertura (Edital nº 5, de 16 de abril de 2010). A portaria que prorrogou o prazo de inscrições para 11 de agosto foi publicada no dia 9 de julho, no Diário Oficial da União (Seção 3, página 12).</p>
<p><strong>Oficinas</strong></p>
<p><strong> </strong>Com o objetivo de esclarecer e orientar as pessoas interessadas no concurso, a SID/MinC e os demais órgãos envolvidos com a iniciativa estão enviando técnicos para ministrar oficinas em diversos estados brasileiros. Na ocasião, também são realizadas inscrições em tempo real.</p>
<p>Nesta sexta-feira, dia 30 de julho, em São Luís, será realizada uma oficina de inscrição no Prêmio, no auditório da Escola de Música do Maranhão (EMEM), localizada na Rua do Giz, 01, Praia Grande. A programação tem início às 14h e se estende até às 18h, período em que haverá atividades artísticas e shows em homenagem a Preto Ghóez. Informações: (98) 3221-9552.</p>
<p>Nos dias 30 e 31 de julho, sexta e sábado, em São Paulo, as oficinas acontecerão dentro do <em>2º Encontro Hip Hop Mulher</em>, a se realizar na sede da Ação Educativa (Rua General Jardim, nº 660, Vila Buarque, região central de São Paulo). Na sexta-feira, as oficinas serão ministradas das 10h às 20h, e no sábado, das 9h às 13h. Informações: (11) 3151-2333, ramais 135 ou 153.</p>
<p>Na cidade de Diadema, também em São Paulo, funcionará um plantão de inscrição, marcado para 31 de julho, no horário das 14h às 22h, durante o evento <em>Hip Hop em Ação</em>. Informações: (11) 4075-3792.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left;">As inscrições on-line para o <strong>Prêmio Cultura Hip Hop 2010</strong> podem ser feitas nos seguintes <em>sites: </em><a href="http://www.brasilcultura.com.br/diversidade">www.cultura.gov.br/diversidade</a> ; <a href="http://www.institutoempreender.org/">www.institutoempreender.org</a> ; e <a href="http://www.premiohiphop.org.br/">www.premiohiphop.org.br</a></p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Anita Garibaldi</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 11:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Revolucionária catarinense (1821-4/8/1849). É conhecida pelo epíteto de heroína de dois mundos, pela participação em lutas políticas no Brasil e na Itália. Ana Maria Ribeiro da Silva nasce na cidade de Laguna, atual Morrinhos, filha de família humilde. Casada com um sapateiro, apaixona-se pelo italiano Giuseppe Garibaldi, que luta na Revolta dos Farrapos. Deixa o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/anita-garibaldi-mulher-revolucionaria.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9049" title="anita-garibaldi-mulher-revolucionaria" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/anita-garibaldi-mulher-revolucionaria.jpg" alt="anita-garibaldi-mulher-revolucionaria" width="222" height="350" /></a>Revolucionária catarinense (1821-4/8/1849). É conhecida pelo epíteto de heroína de dois mundos, pela participação em lutas políticas no Brasil e na Itália. Ana Maria Ribeiro da Silva nasce na cidade de Laguna, atual Morrinhos, filha de família humilde. Casada com um sapateiro, apaixona-se pelo italiano Giuseppe Garibaldi, que luta na Revolta dos Farrapos. Deixa o marido e acompanha o revolucionário, participando de várias batalhas.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Em 1839 é capturada durante a batalha de Curitibanos, mas consegue fugir, atravessando o rio Canoas a nado, para encontrar-se com Garibaldi em Vacaria. Dois anos mais tarde vai para o Uruguai, onde integra a defesa de Montevidéu contra Oribe, ex-presidente da República. No ano seguinte casa-se com Garibaldi e parte para a Itália. Segue lutando ao lado dele pela unificação do país, dando provas de grande bravura, em episódios como a batalha do Gianicolo.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Com a derrota de Garibaldi, o casal é obrigado a fugir de Roma, vestido de soldado. No caminho para o exílio, na Suíça, Anita adoece e morre perto de Ravena.</p>
<img src="http://www.brasilcultura.com.br/?ak_action=api_record_view&id=9048&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>DONA IVONE LARA &#8211; No Guaira dia 7 de agosto!</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 20:19:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Música Popular Brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[
Tudo começou com um sonho e uma vontade imensa de levar cultura e arte à população curitibana. Foi dessa maneira que o empresário Arlindo Ventura, proprietário do OTorto Bar, lançou-se em sua mais nova caminhada: o de agente cultural, promovendo e levando manifestações artísticas dirigidas à toda a família. Assim, aconteceu no dia 20 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/untitled.bmp"></a></p>
<div id="attachment_9046" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/12_MHG_ivone.jpg"><img class="size-full wp-image-9046" title="12_MHG_ivone" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/12_MHG_ivone.jpg" alt="Dona Ivone Lara no Guairão" width="400" height="256" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Ivone Lara no Guairão</p></div>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Tudo começou com um sonho e uma vontade imensa de levar cultura e arte à população curitibana. Foi dessa maneira que o empresário Arlindo Ventura, proprietário do OTorto Bar, lançou-se em sua mais nova caminhada: o de agente cultural, promovendo e levando manifestações artísticas dirigidas à toda a família. Assim, aconteceu no dia 20 de fevereiro de 2010, o projeto QUADRA CULTURAL – idéia nascida dentro do OTorto, com uma finalidade apenas: oferecer um dia de arte na rua, apresentando diversos estilos de música no bairro São Francisco, inspirado em movimentos semelhantes que já acontecem em várias cidades do Brasil.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Na proposta inicial do QUADRA CULTURAL, o objetivo era trazer o músico Pena Branca, mas o artista faleceu alguns dias antes do evento. Vieram então, As Galvão, não para preencher a lacuna deixada pelo músico, mas para abrilhantar o espetáculo e fizeram um show maravilhoso e emocionante. Antes delas, estiveram no palco também: Fabio Elias, lançando seu trabalho solo, Gente Boa da Melhor Qualidade, Lamarão, Iria Braga e Molungo, Arnaldo Freitas, Viola Quebrada, entre outras atrações, como recitais de poesia. Contando com uma equipe particular de segurança, o evento transcorreu com extrema tranqüilidade num clima de grande harmonia entre as cerca de 2.500 pessoas que prestigiaram o evento. O investimento não parou por aí: toda uma estrutura com banheiros químicos foi montada para o conforto do público. Enfim, um dia memorável, que ficará marcado na história da cultura de Curitiba.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Assim, com o intuito de reunir vários tipos de público e de ser realizado uma vez por ano &#8211; sempre no primeiro sábado após o Carnaval &#8211; o QUADRA CULTURAL cumpriu seu papel: o de celebrar a cultura de forma democrática! Com programação do próximo ano já em elaboração, o QUADRA CULTURAL traz agora para o grande auditório do Teatro Guaíra, a grande dama do samba brasileiro, Dona Ivone Lara para o lançamento do CD e DVD “ Canto de Rainha”.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="660" height="525" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/yJywnMf1uQg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="660" height="525" src="http://www.youtube.com/v/yJywnMf1uQg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">COM TODO RESPEITO&#8230;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">DONA IVONE LARA!</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Dia 7 de agosto no Teatro Guaíra</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Uma das maiores compositoras do país e referência e reverência quando o assunto é samba, Dona Ivone Lara foi a primeira mulher a assinar um samba-enredo e não se trata de um samba qualquer, mas de &#8220;Os Cinco Bailes da História do Rio&#8221;, superando as barreiras e o preconceito da mulher, arraigados profundamente no mundo desse ritmo tão nacional. Esses são apenas alguns fatos da história de Dona Ivone Lara que passou uma infância em um internato e estudou música com Lucila Guimarães, primeira esposa de Villa-Lobos. Aprendeu a tocar cavaquinho e nos anos 40 mudou-se para a Mangueira, onde conheceu outros sambistas e freqüentou rodas de samba. Até o ano 2000 gravou cinco LPs e um CD, &#8220;Bodas de Ouro&#8221;, com diversas participações. Dona Ivone é madrinha da ala dos compositores da Império Serrano e desfila todo ano na ala das baianas. Seu repertório é composto na maioria de sambas românticos, dolentes ou de inspiração em suas raízes africanas. Quem não conhece alguns dos seus sucessos e composições como: Sonho Meu; Alguém me avisou e Enredo do meu samba?</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Dona Ivone Lara gravou seu primeiro DVD, em 2009, rodeada por convidados mais do que especiais, entre eles Caetano Veloso, Beth Carvalho, Jorge Aragão, Délcio Carvalho, Bruno Castro, Velha Guarda do Império, Arlindo Cruz, Gilberto Gil e Zeca Pagodinho. Mais do que os convidados, é Dona Ivone Lara a grande atração e que, aos 89 anos, se prepara para uma nova empreitada. Toda a atenção da mídia está voltada para a sambista!</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Este ano, dona Ivone Lara será homenageada, no dia 11 de agosto, como a “Artista do Ano”, do Prêmio da Música Brasileira, criado há 22 anos e concedido aos artistas de maior expressão no país.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">O Show</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Dona Ivone Lara faz única apresentação em Curitiba no dia 7 de agosto às 21h no teatro Guaíra. Será uma oportunidade rara de ver e ouvir a grande dama do samba, aos 89 anos de idade se apresentar pela primeira vez no grande auditório do teatro. O show de abertura será com a banda curitibana Serenô.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Serviço:</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Show Dona Ivone Lara – Lançamento do CD e DVD Canto de Rainha</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Show de abertura: Banda Serenô</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Data: 07 de Agosto (sábado)</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Hora: 21h</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Local: Guairão</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Ingressos à venda na bilheteria do teatro e no Bar O Torto.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"> </p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Mais informações: 3304 7982 / 9629 0837 / 8446 2035</p>
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		<title>Adoniran Barbosa – 1910-1982</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 12:22:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Almanaque Brasil Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Música Popular Brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[Filho dileto do Bexiga, o bairro italiano de São Paulo, Adoniran foi um fotógrafo lambe-lambe da canção. Cada uma delas é um pequeno retrato de seu bairro, de sua cidade, de sua gente humilde. Por extensão, retratos que poderiam ser de qualquer grande cidade que ainda tenha, em algum canto, um resquício daquela pobreza gentil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/adoniran-barbosa.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9033" title="adoniran-barbosa" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/adoniran-barbosa.jpg" alt="adoniran-barbosa" width="316" height="320" /></a>Filho dileto do Bexiga, o bairro italiano de São Paulo, Adoniran foi um fotógrafo lambe-lambe da canção. Cada uma delas é um pequeno retrato de seu bairro, de sua cidade, de sua gente humilde. Por extensão, retratos que poderiam ser de qualquer grande cidade que ainda tenha, em algum canto, um resquício daquela pobreza gentil que é tão diferente da miséria definitiva. A São Paulo de Adoniran é falsamente conformada com as agruras de ser grande &#8211; enorme &#8211; e faminta de seus filhos. Afinal, os homi tão com a razão/ nóis arranja outro lugar. E: Não reclama/ porque o temporal/ destruiu teu barracão./ Não reclama,/ güenta a mão, João./ Com o Cebídi aconteceu coisa pior./ Não reclama,/ pois a chuva só levou a tua cama. Era só o que João tinha. Já a casa do Cebídi tava completa e foi toda levada pela enxurrada morro abaixo. Logo, João não tem tanto motivo pra reclamar da sorte.</p>
<p>QUANDO TUDO ACONTECEU&#8230;</p>
<p> </p>
<p>1910: Em Valinhos, interior do Estado de São Paulo, Brasil, a 6 de Agosto nasce João Rubinato, filho de imigrantes italianos. &#8211; 1924: Primeiro ofício: entregador de marmitas. &#8211; 1932: Depois de ter vivido em Jundiaí e Santo André, muda-se para a cidade de São Paulo; emprega-se como vendedor de tecidos e participa em programas de calouros, na rádio; adota o pseudônimo Adoniran Barbosa. &#8211; 1934: Com a marcha Dona Boa ganha o primeiro lugar em concurso carnavalesco promovido pela Prefeitura de São Paulo. &#8211; 1936: Casa com Olga &#8211; 1937: Passa a viver com Matilde, amor para toda a vida. &#8211; 1941: É convidado pela Rádio Record para trabalhar como ator cômico, locutor e discotecário. &#8211; 1955: Grava Saudosa Maloca, samba de sucesso; a seguir compõe outro sucesso: o Samba do Arnesto. &#8211; 1965: Os “Demônios da Garoa” gravam Trem das onze, samba de Adoniran, que alcança grande êxito. &#8211; 1972: Adoniran aposenta-se mas como a pensão que recebe é pequena, passa a fazer shows nos circos e nos palcos. &#8211; 1974: Adoniran grava o samba Vide verso meu endereço. &#8211; 1982: Elis Regina canta e grava Tiro ao Álvaro, de Adoniran Barbosa; este morre a 23 de Novembro, parada cardíaca.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> O ENTREGADOR DE MARMITAS</p>
<p> </p>
<p>  </p>
<p>Desde Valinhos, onde nasce em 1910, como João Rubinato, até à São Paulo que canta em seus sambas, Adoniran Barbosa conhece as misérias da vida e a rejeição dos que têm de lutar até à última fibra dos ossos para ter seu talento reconhecido. Não foi fácil a vida para o sambista.</p>
<p> </p>
<p>Abandona a escola cedo, pois não gosta de estudar; nascido de uma família de imigrantes italianos, que busca acertar-se na vida, necessita trabalhar, para ajudar a família numerosa &#8211; Adoniran tem sete irmãos. Procurando resolver seus problemas financeiros, os Rubinato vivem mudando de cidade. Moram primeiro em Valinhos, depois Jundiaí, Santo André e finalmente São Paulo.</p>
<p> </p>
<p>Em Jundiaí, conhece seu primeiro ofício: entregador de marmitas. Aos quatorze anos, ainda criança, o encontramos rodando pelas ruas da cidade e, legitimamente, surrupiando alguns bolinhos pelo caminho. A matemática da vida lhe dá o que a escola deixou de ensinar: uma lógica irrefutável. Se havia fome e, na marmita, oito bolinhos, dois lhe saciariam a fome e seis a dos clientes; se quatro, um a três; se dois, um a um. O aprendizado se completa, nas diversas atividades exercidas por João. Foi pedreiro, garagista, mascate, encanador, garçom, metalúrgico&#8230;</p>
<p> </p>
<p>Mais tarde faria Vide verso meu endereço, samba gravado em 1974, já no final da vida – Adoniran morre em 1982 -  no qual fala de situação decerto observada em suas andanças pelas ruas das cidades em que viveu. Em forma de carta, o samba diz:</p>
<p> </p>
<p>Venho por meio dessas mal traçadas linhas</p>
<p>comunicar-lhe que fiz um samba pra você,</p>
<p>no qual quero expressar</p>
<p>toda minha gratidão</p>
<p>e agradecer de coração</p>
<p>tudo o que você me fez.</p>
<p> </p>
<p>O dinheiro que você me deu</p>
<p>comprei uma cadeira lá</p>
<p>na Praça da Bandeira.</p>
<p>Ali vou me defendendo,</p>
<p>pegando firme dá pra tirar</p>
<p>mais de mil por mês.</p>
<p> </p>
<p>Casei, comprei uma casinha linda</p>
<p>lá no Ermelindo.</p>
<p>Tenho três filhos lindos,</p>
<p>dois são meus, um de criação&#8230;</p>
<p> </p>
<p>Não é necessariamente um samba de reconhecimento, mas de formação, passa-nos a experiência de quem viveu e aprendeu a observar o que, em torno de si, é a vida.</p>
<p> A GESTA DE ADONIRAN BARBOSA</p>
<p>O compositor e cantor tem um longo aprendizado, num arco que vai do marmiteiro às frustrações causadas pela rejeição de seu talento. Quer ser artista – escolhe a carreira de ator. Procura de várias maneiras fazer seu sonho acontecer. Tenta, antes do advento do rádio, o palco, mas é sempre rejeitado. Sem padrinhos e sem instrução adequada, o ingresso, nos teatros, como ator, lhe é para sempre abortada  O samba, no início da carreira, tem para ele caráter acidental. Escolado pela vida, sabe que o estrelato e o bom sucesso econômico só são alcançados na veiculação de seu nome na caixa de ressonância popular que é o rádio. </p>
<p>O magistral período das rádios, também no Brasil, cria diversas modas, mexe com os costumes, inventa a participação popular – no mais das vezes, dirigida e didática. Têm elas um poder e extensão pouco comuns para um país rural como o nosso. Inventam a cidade, popularizam o emprego industrial e acendem os desejos de migração interna e de fama. Enfim, no país dos bacharéis, médicos e párocos de aldeia, a ascensão social busca outros caminhos e pode-se já sonhar com a meteórica carreira de sucesso que as rádios produzem. Três caminhos podem ser trilhados: o de ator, o de cantor ou o de locutor.</p>
<p>Adoniran, aprendiz das ruas, percebe as possibilidades que se abrem a seu talento. Quer ser ator, popularizar seu nome e ganhar algum dinheiro, mas a não aceitação anterior o leva para outros caminhos. Sua inclinação natural no mundo da música é a composição mas, neste momento, o compositor é um mero instrumento de trabalho para os cantores, que compram a parceria e, com ela, fazem nome e dinheiro. Daí sua escolha recair não sobre a composição, mas sobre a interpretação.</p>
<p>Entrega-se ao mundo da música. Busca conquistar seu espaço como cantor – tem boa voz, poderia tentar os diversos programas de calouro. Já com o nome de Adoniran Barbosa – tomado emprestado a um companheiro de boêmia e de Luiz Barbosa, cantor de sambas, que admira – João Rubinato estréia cantando um samba brejeiro de Ismael Silva e Nilton Bastos, o Se você jurar. É gongado, mas insiste e volta novamente ao mesmo programa; agora cantando o belo samba de Noel Rosa, Filosofia, que lhe abre as portas das rádios e ao mesmo tempo serve como mote para suas composições futuras:</p>
<p>O mundo me condena</p>
<p>e ninguém tem pena</p>
<p>falando sempre mal</p>
<p>do meu nome</p>
<p>deixando de saber</p>
<p>se eu vou morrer de sede</p>
<p>ou se eu vou morrer de fome. </p>
<p>Mas a filosofia</p>
<p>hoje me auxilia</p>
<p>a viver indiferente assim</p>
<p>nessa prontidão (1) sem fim.</p>
<p>Vou fingindo que sou rico</p>
<p>pra ninguém zombar</p>
<p>de mim.</p>
<p> </p>
<p>Não me incomodo</p>
<p>que você me diga</p>
<p>que a sociedade é minha inimiga,</p>
<p>pois cantando nesse mundo</p>
<p>vivo escravo do meu samba</p>
<p>muito embora vagabundo.</p>
<p>Quanto a você da aristocracia</p>
<p>que tem dinheiro</p>
<p>mas não compra alegria</p>
<p>há de viver eternamente</p>
<p>sendo escrava dessa gente</p>
<p>que cultiva a hipocrisia.</p>
<p> </p>
<p> DEUS DÁ O FRIO CONFORME O COBERTOR</p>
<p>Saudosa Maloca, primeiro sucesso de Adoniran. Entretanto, o que está a acontecer no resto do mundo? Consulta a Tábua Cronológica.</p>
<p>A vida profissional de Adoniran Barbosa se desenvolve a partir das interpretações de outros compositores. Embora a composição não o atraia muito, a primeira a ser gravada é Dona Boa, na voz de Raul Torres. Depois grava em disco Agora pode chorar, que não faz sucesso algum. Aos poucos se entrega ao papel de ator radiofônico; a criação de diversos tipos populares e a interpretação que deles faz, em programas escritos por Osvaldo Moles, fazem do sambista um homem de relativo sucesso. Embora impagáveis,  esses programas não conseguem segurar por muito tempo ainda o compositor que teima em aparecer em Adoniran. Entretanto, é a partir desses programas que o grande sambista encontra a medida exata de seu talento, em que a soma das experiências vividas e da observação acurada dá ao país um dos seus maiores e mais sensíveis intérpretes.</p>
<p>O mergulho que o sambista fará na linguagem, suas construções lingüísticas, pontuadas pela escolha exata do ritmo da fala paulistana, irão na contramão da própria história do samba. Os sambistas sempre procuraram dignificar sua arte com um tom sublime, o emprego da segunda pessoa, o tom elevado das letras, que sublimavam a origem miserável da maioria,  e funcionavam como a busca da inserção social. Tudo era uma necessidade urgente, pois as oportunidades de ascensão social eram nenhumas e o conceito da malandragem vigia de modo coercitivo. Assim, movidos pelos mesmos desejos que tinha Adoniran de se tornar intérprete e não compositor, e a partir daí conhecido,  os compositores de samba, entre uma parceria vendida aqui e outra ali, davam o testemunho da importância que a linguagem assumia como veículo social.</p>
<p>Mas a escolha de Adoniran é outra, seu mergulho também outro. Aproveitando-se da linguagem popular paulistana – de resto do próprio país – as músicas dele são o retrato exato desta linguagem e, como a linguagem determina o próprio discurso, os tipos humanos que surgem deste discurso representam um dos painéis mais importantes da cidadania brasileira. Os despejados das favelas, os engraxates, a mulher submissa que se revolta e abandona a casa, o homem solitário, social e existencialmente solitário, estão intactos nas criações de Adoniran, no humor com que descreve as cenas do cotidiano. A tragédia da exclusão social dos sambistas se revela como a tragicômica cena de um país que subtrai de seus cidadãos a dignidade.</p>
<p>O sucesso de Saudosa Maloca (2), o primeiro do compositor, traz já inscritas suas marcas:</p>
<p>Se o sinhô não tá lembrado</p>
<p>dá licença de contá</p>
<p>que aqui onde agora está</p>
<p>esse edirfiço arto (3)</p>
<p>era uma casa véia (4)</p>
<p>um palacete assobradado.</p>
<p>Foi aqui seu moço,</p>
<p>que eu Mato Grosso e o Joca</p>
<p>construímos nossa maloca,</p>
<p>mas um dia nós nem pode se alembrar</p>
<p>veio os home co’as ferramenta</p>
<p>o dono mandou derrubá.</p>
<p>Peguemos todas nossas coisas</p>
<p>e fumos pro meio da rua</p>
<p>preciá (5) a demolição.</p>
<p>Que tristeza que nós sentia</p>
<p>cada táuba que caía</p>
<p>duía no coração&#8230;</p>
<p>Mato Grosso quis gritá,</p>
<p>mas em cima eu falei:</p>
<p>“os home tá co’a razão nós arranja outro lugá.”</p>
<p>Só se conformemos quando Joça falô:</p>
<p>“Deus dá o frio conforme o cubertô.”</p>
<p>E hoje nóis pega páia (6) nas gramas do jardim</p>
<p>e pra esquecê nóis cantemos anssim:</p>
<p> </p>
<p>Saudosa maloca, maloca querida</p>
<p>donde nós passemos</p>
<p>os dias feliz de nossas vidas.</p>
<p> </p>
<p> IRACEMA, EU PERDI O SEU RETRATO</p>
<p>  </p>
<p>O seu primeiro sucesso como compositor vira canção obrigatória das rodas de samba, das casas de show; é bem possível que todo brasileiro conheça, senão a música inteira, ao menos o estribilho, que se torna intemporal. Adoniran alcança, então, o almejado sucesso que, entretanto, dura pouco e não lhe rende mais que uns minguados trocados de direitos autorais. A música, que já havia sido gravada pelo autor em 1951 e não fizera sucesso ainda, é regravada novamente pelos “Demônios da Garoa”, conjunto musical de São Paulo (esta cidade é conhecida como a terra da garoa, da neblina, daí o nome do grupo). Embora o conjunto seja paulista, a música acontece primeiramente no Rio de Janeiro. E aí sim, o sucesso é retumbante.</p>
<p>Como acontecera com os programas escritos por Osvaldo Moles, que deram a Adoniran a medida exata da estética a ser seguida, o samba inspira Osvaldo a criar um quadro para a rádio, que se chamava História das Malocas, com um personagem, que faz sucesso, o Charutinho. De novo ator, Adoniran, tendo provado o sucesso como compositor, não mais se afasta da composição.</p>
<p>Arguto observador das atividades humanas, sabe também que o público não se contenta apenas com o drama das pessoas desvalidas e solitárias; é necessário que se dê a este público uma dose de humor, mesmo que amargo. Compõe para esse público um dos seus sambas mais notáveis, um dos primeiros em que trabalhou a nova estética do samba.</p>
<p>Iracema, eu nunca mais eu te vi.</p>
<p>Iracema, meu grande amor, foi embora&#8230;</p>
<p>Chorei, eu chorei de dor porque</p>
<p>Iracema, meu grande amô foi você.</p>
<p>Iracema, eu sempre dizia</p>
<p>cuidado ao atravessar essas rua&#8230;</p>
<p>Eu falava, mas você não me escuitava não</p>
<p>Iracema você travessô contramão.</p>
<p>E hoje ela vive lá no céu,</p>
<p>e ela vive bem juntinho de Nosso Sinhô&#8230;</p>
<p>De lembrança guardo somente suas meias</p>
<p>e seus sapatos&#8230;</p>
<p>Iracema, eu perdi o seu retrato&#8230;</p>
<p>(Declamando) Iracema, fartava (7) vinte dias  pro nosso casamento, que nóis ia se casá&#8230; Você travessô a rua São João, veio um carro te pega e te pincha no chão&#8230; Você foi pra assistença. O chofé não teve curpa, Iracema, paciença&#8230; paciença&#8230;</p>
<p> MATILDE</p>
<p>Entre a tentativa de carreira nas rádios paulistas e o primeiro sucesso, Adoniran trabalha duro, casa-se duas vezes e freqüenta, como boêmio, a noite. Nas idas e vindas de sua carreira tem de vencer várias dificuldades. O trabalho nas rádios brasileiras é pouco reconhecido e financeiramente instável, muitos passaram anos nos seus corredores e tiveram um fim de vida melancólico e miserável. O veículo que encanta multidões, que faz de várias pessoas ídolos é também cruel como a vida; passado o sucesso que, para muitos, é apenas nominal, o ostracismo e a ausência de amparo legal levam cantores, compositores e atores a uma situação de impensável penúria.</p>
<p>Adoniran sabe disto, mas mesmo assim seu desejo cala mais fundo. O primeiro casamento não dura um ano; o segundo, a vida toda: Matilde. De grande importância na vida do sambista, Matilde sabe com quem convive e não só prestigia sua carreira como o incentiva a ser quem é e como é, boêmio, incerto e em constante dificuldade. Trabalha também fora e ajuda o sambista nos momentos difíceis, que são constantes. Adoniran vive para o rádio, para a boêmia e para Matilde.</p>
<p>Numa de suas noitadas, de fogo, perde a chave de casa e não há outro jeito senão acordar Matilde, que se aborrece. O dia seguinte foi repleto de discussão. Mas Adoniran é compositor e dando por encerrado o episódio, compõe:</p>
<p>Joga a chave meu bem</p>
<p>aqui fora tá ruim demais.</p>
<p>Cheguei tarde, perturbei teu sono</p>
<p>amanhã eu não perturbo mais&#8230;</p>
<p>Faça um furo na porta</p>
<p>amarre um cordão no trinco</p>
<p>pra abrir do lado de fora.</p>
<p>Não perturbo mais teu sono</p>
<p>chego a meia-noite e cinco</p>
<p>ou então a qualquer hora&#8230;</p>
<p> HISTÓRIA</p>
<p>Dono de um repertório variado de histórias, o sambista não perdia a vez de uma boa blague. Certa vez, quando trabalhava na rádio Record, onde ficou por mais de trinta anos, resolveu, após muito tempo ali, pedir um aumento. O responsável pela gravadora disse-lhe que iria estudar o aumento e que Adoniran voltasse em uma semana para saber dos resultados do estudo&#8230; quando voltou, obteve a resposta de que seu caso estava sendo estudado. As interpelações e respostas, sempre as mesmas,  duraram algumas semanas&#8230; Adoniran começava se irritar e, na última entrevista, saiu-se com esta:</p>
<p>“Tá certo, o senhor continue estudando e quando chegar a época da sua formatura me avise..”</p>
<p> FALAR ERRADO É UMA ARTE</p>
<p>Adoniran grava o Samba do Arnesto, sucesso absoluto. Entretanto, o que está a acontecer no resto do mundo? Consulta a Tábua Cronológica.  </p>
<p>O sucesso de Adoniran, a divulgação de suas músicas, se deve muito à atuação perfeita dos “Demônios da Garoa”. No mesmo ano em que gravaram Saudosa Maloca, também gravaram o Samba do Arnesto, cuja melodia e letra demonstram todo o cuidado das composições de Adoniran. A estética fundada pela música anterior se demonstra e plena, completa e acabada. O sambista descobre a si mesmo, sua melhor expressão e seus melhores interpretes. Aos quarenta e cinco anos é um artista perfeito&#8230; De sua boca ouvimos, em depoimentos tardios, algumas das definições mais precisas sobre o ofício de compor e reconhecemos nele a certeza e a convicção de que cria, com sua persistência, uma arte maior. Em um de seus depoimentos sai-se com esta pequena jóia, verdadeira arte poética: “Falar errado é uma arte, senão vira deboche” ou com esta: “Eu sempre gostei de samba. Sou um sambista nato. Gosto de samba e pouco me importa se custaram a me aceitar assim. Implicavam com as minhas letras, com os nóis fumo, nóis vamu, nóis semu etc. etc&#8230; O que eu escrevo está lá direitinho no Bexiga (8). Lá é engraçado&#8230; o crioulo e o italiano falam igualzinho&#8230; o crioulo fala cantando&#8230;”</p>
<p>Essa arte pode se reconhecida no Samba do Arnesto. Toda roda de samba, todo show ou cantoria em que o samba se acompanha do violão e seus instrumentos de percussão emendam a Saudosa maloca com o Samba do Arnesto&#8230;</p>
<p>O Arnesto nus convidô prum samba</p>
<p>ele mora no Brás (9),</p>
<p>nóis fumo não encontremos ninguém.</p>
<p>Nóis vortemos cuma bruta duma réiva (10) ,</p>
<p>da outra veis</p>
<p>nóis num vai mais!  </p>
<p>No ortro dia</p>
<p>encontremo co Arnesto</p>
<p>que pediu descurpa, mas nós num aceitemos.</p>
<p>Isso num se faz Arnesto,</p>
<p>nóis num se importa,</p>
<p>mais você devia</p>
<p>ter ponhado (11) um recado na porta.  </p>
<p> (Breque falado:) (12) Anssim: Oia turma, não deu pra esperá. Aduvido que isso num faz mar (13) , e num tem importança. De otra veis nóis te carça a cara! (14)</p>
<p> </p>
<p> TREM DAS ONZE</p>
<p>A vida em família transcorre tranqüila. O sucesso espoca ora aqui ora ali. Mora Adoniran em São Paulo, perto do aeroporto – bairro afastado dos da burguesia paulista. Continua com sua vida no rádio, mas nada é permanente e ele reconhece isto com a própria vida. A voz a cada ano fica mais roufenha, produto dos cigarros e da bebida, para uns, e das imitações que faz como ator, para outros. A voz que fica na memória dos brasileiros é esta. </p>
<p> </p>
<p>Aposenta-se em 1972, com 62 anos de idade e, como a pensão que recebe é pequena, procura engordar a renda familiar em shows que faz nos circos e nos palcos. Canta nos circos às quintas, sábados e domingos. Certa feita, quando se preparava para entrar no picadeiro, diz para seu sobrinho, Sérgio Rubinato, que o acompanha nos últimos anos: “Está me cheirando a um certo fedor de ausência de público&#8230;” Ganha pouco e para ele a necessidade da afluência do público é importante.</p>
<p> </p>
<p>Nem seu último sucesso, gravado e regravado diversas vezes, o Trem das onze, traz-lhe a devida recompensa. Trem das onze é gravado originalmente pelos Demônios, em 1965. Lançado no meio do ano, se torna o maior sucesso no carnaval do Rio de Janeiro e depois é novamente repatriado para São Paulo. É curioso que este samba apareça num momento importante para a música popular brasileira.</p>
<p> </p>
<p>A música brasileira, após o advento da bossa-nova e da tropicália, mesmo mantendo o samba como pano de fundo, se integra a um processo de troca cultural com o resto do mundo, principalmente a música americana, que é importante para a sua remodelação e para o questionamento do fazer cultural, mas que retira dos meios midiáticos a expressão de certa parcela da população, que fizera da música base para quebrar com o preconceito e a não aceitação das elites culturais e econômicas. O samba é banido das rádios, da televisão&#8230;</p>
<p> </p>
<p>Alguns movimentos de resistência e de troca cultural, como o Zicartola,  que recoloca o samba em discussão aparecem e são importantes. O foco de resistência é o Rio de Janeiro. O samba de maior penetração popular, o de Adoniran, sambista paulista.</p>
<p> PARQUE DE DIVERSÕES</p>
<p>Nos últimos anos de vida, com o enfisema avançando, e a impossibilidade de sair de casa pela noite, o sambista dedica-se a recriar alguns dos espaços mágicos que percorreu na vida. Grava algumas músicas ainda, mas com dificuldade – a respiração e o cansaço não lhe permitem muita coisa mais – dá depoimentos importantes, reavaliando sua trajetória artística.  Compõe pouco.</p>
<p>Mas inventa para si uma pequena arte, com pedaços velhos de lata, de madeira, movidos a eletricidade. São rodas-gigante, trens de ferro, carrosséis. Vários e pequenos objetos da ourivesaria popular – enfeites, cigarreiras, bibelôs&#8230; Fiel até o fim à sua escolha, às observações que colhe do cotidiano, cria um mundo mágico. Quando recebe alguma visita em casa, que se admira com os objetos criados pelo sambista, ouve dele que “alguns chamavam aquilo de higiene mental, mas que não passava de higiene de débil mental&#8230;” Como se vê, cultiva o humor como marca registrada. Marca aliás, que aliada à observação da linguagem e dos fatos trágicos do cotidiano, faz dele um sambista tradicional e inovador.</p>
<p> </p>
<p>Adoniran Barbosa morre em 1982, aos 72 anos de idade.</p>
<p>________________</p>
<p> </p>
<p>NOTAS SOBRE O LINGUAJAR DO BEXIGA</p>
<p> </p>
<p>  (1) Prontidão &#8211; sem dinheiro</p>
<p>  (2) Maloca &#8211; abrigo de vagabundos</p>
<p>  (3) Edirfiço arto &#8211; edifício alto</p>
<p>  (4) Casa véia &#8211; casa velha</p>
<p>  (5) Preciá &#8211; apreciar</p>
<p>  (6) Páia &#8211; palha</p>
<p>  (7) Fartava vinte dias &#8211; faltavam vinte dias</p>
<p>  (8) Bexiga &#8211; bairro da cidade de São Paulo</p>
<p>  (9) Réiva &#8211; raiva</p>
<p>(10) Brás &#8211; bairro da cidade de São Paulo</p>
<p>(11) Ter ponhado &#8211; ter posto</p>
<p>(12) Breque falado &#8211; fala sincopada<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/D8ZBxlSFnjY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="405" src="http://www.youtube.com/v/D8ZBxlSFnjY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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		<title>Edital Agentes de Leitura &#8211; Acre</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 01:01:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Fundação de Cultura e Comunicação Elias Mansour &#8211; fem, no uso de suas atribuições e em parceria com o Ministério da Cultura, através da Secretaria de Articulação Institucional &#8211; SAI, Diretoria de Livro, Leitura e Literatura &#8211; DLLL, torna público, para conhecimento dos interessados, o presente Edital que regulamenta o processo de inscrição, seleção e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/livros.bmp"></a><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/livros1.bmp"></a><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/feira-do-livro.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9026" title="feira do livro" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/feira-do-livro.jpg" alt="feira do livro" width="258" height="202" /></a>A <strong>Fundação de Cultura e Comunicação Elias Mansour &#8211; fem</strong>, no uso de suas atribuições e em parceria com o Ministério da Cultura, através da <strong>Secretaria de Articulação<span id="more-9020"></span> Institucional &#8211; SAI, Diretoria de Livro, Leitura e Literatura &#8211; DLLL</strong>, torna público, para conhecimento dos interessados, o presente Edital que regulamenta o processo de inscrição, seleção e concessão de bolsas de complementação de renda relativas ao Projeto <strong>Agentes de Leitura</strong>,<strong> </strong>segundo as determinações do Acordo de Cooperação entre o Governo do Estado do Acre e o Ministério da Cultura, por meio do Programa Mais Cultura, instituído pelo Presidente da República sob Decreto Federal nº 6.226, de 4 de outubro de 2007, com os seguintes objetivos:<br />
I &#8211; ampliar o acesso aos bens e serviços culturais e meios necessários para a expressão simbólica, promovendo a auto-estima, o sentimento de pertencimento, a cidadania, o protagonismo social e a diversidade cultural;</p>
<div>
<p>II &#8211; qualificar o ambiente social das cidades e do meio rural, ampliando a oferta de equipamentos e dos meios de acesso à produção e à expressão cultural; e</p>
<p>III &#8211; gerar oportunidades de trabalho, emprego e renda para trabalhadores, micro, pequenas e médias empresas e empreendimentos da economia solidária do mercado cultural brasileiro.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://cultura.ac.gov.br/editais/" target="_blank">http://cultura.ac.gov.br/editais/</a></p>
<p><a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/06/agentes_de_leitura_edital_e_anexos.doc" target="_blank">Confira aqui o edital e os anexos</a></p>
<p>Inscrições prorrogadas até 31 de agosto</p></div>
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		<title>FLIP anuncia programação da Casa da Cultura</title>
		<link>http://www.brasilcultura.com.br/cultura/flip-anuncia-programacao-da-casa-da-cultura/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 16:45:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Extensão da programação principal da Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip – Casa da Cultura, que conta pelo segundo ano consecutivo com o apoio da Saraiva, ganha reforço extra este ano com a parceria do Instituto Itaú Cultural A Casa da Cultura irá exibir algumas obras da Coleção Brasiliana do Itaú e será palco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/logo_flip1.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-9018" title="logo_flip" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/logo_flip1.gif" alt="logo_flip" width="145" height="83" /></a>Extensão da programação principal da Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip – Casa da Cultura, que conta pelo segundo ano consecutivo com o apoio da Saraiva, ganha reforço extra este ano com a parceria do Instituto Itaú Cultural A Casa da Cultura irá exibir algumas obras da Coleção Brasiliana do Itaú e será palco ainda de uma série de encontros entre escritores que será exibido no programa Jogo de Ideias, da TVE, com mediação do Claudiney Ferreira do Itaú Cultural. Estas entrevistas trarão à Casa da Cultura dois nomes da programação principal deste ano, o Benjamin Moser e o Berthold Zilly, além de outros ilustres convidados, como o Cristovão Tezza, Frei Betto, Luiz Ruffato, José Castello, Willian Gordon, entre outros.</p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p>A exposição da Brasiliana irá contemplar obras da coleção Cem Bibliófilos, além de livros de grandes escritores brasileiros ilustrados por reconhecidos artistas visuais. É o caso, por exemplo, de uma obra de Machado de Assis ilustrada por Candido Portinari, de um Affonso Arinos por Lívio Abramo, de um Mario de Andrade pelo Caribé, de Jorge Amado por Di Cavalcanti.</p>
<p> </p>
<p>Para esta edição, foram programados ainda a exibição dos documentários <em>Gilberto Freyre, o Cabral moderno</em>, do cineasta Nelson Pereira dos Santos, e <em>Dias de caiçara</em>, com registros inéditos da música e do estilo de vida dos habitantes praianos. Homenageado da Flip, Freyre também será tema do debate entre os historiadores Peter Burke, Joaquim Falcão e Rosa Maria Araújo. A convite da Global editora, o ator Dan Stulbach lerá trechos de um livro inédito de memórias de Freyre, <em>De menino a homem</em>, que será lançado na Flip. Outro lançamento na Casa da Cultura será o novo selo de ficção e não ficção da Editora Saraiva – o Benvirá.</p>
<p>Convidado para conduzir a Oficina Literária da Flip, o peruano Julio Villanueva Chang também estará presente na Casa da Cultura. No sábado, dia 07, dará uma palestra sobre o novo jornalismo literário. Já o escritor William Gordon vai conversar com o público sobre seu livro <em>O anão</em>, que será lançado pela Record.</p>
<p> </p>
<p>Os ingressos da FLIP – Casa da Cultura serão vendidos a R$ 10, apenas em Paraty, a partir do dia 4 de agosto, na bilheteria da FLIP e na Casa da Cultura (Rua Dona Geralda, 177 – Centro Histórico).</p>
<p>  </p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação Flip – Casa da Cultura</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></strong></p>
<p> </p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>Mais informações no site da Flip: www.flip.org.br</em></strong><strong> </strong></p>
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		<title>Governo vai distribuir R$ 600 mil para financiar &#8220;mini Ecads&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 16:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enquanto o projeto de reforma da lei do direito autoral segue em consulta pública, o Ministério da Cultura prepara um edital que financiará entidades arrecadadoras de direitos. A ideia do governo é distribuir recursos do orçamento federal para que grupos ligados às mais variadas áreas artísticas desenvolvam sistemas capazes de recolher direitos autorais.
Serão distribuídos, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm;"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/ecad.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9011" title="ecad" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/ecad.jpg" alt="ecad" width="320" height="297" /></a>Enquanto o projeto de reforma da lei do direito autoral segue em consulta pública, o Ministério da Cultura prepara um edital que financiará entidades arrecadadoras de direitos. A ideia do governo é distribuir recursos do orçamento federal para que grupos ligados às mais variadas áreas artísticas desenvolvam sistemas capazes de recolher direitos autorais.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Serão distribuídos, por meio de concurso público, pelo menos R$ 600 mil. O dinheiro pode beneficiar entidades já existentes ou bancar a criação de novos grupos.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">&#8220;Queremos que as entidades possam investir no aprimoramento de seus sistemas de transparência&#8221;, diz José Luiz Herência, secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura (MinC).</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Por trás do edital, está a tentativa do MinC de controlar o poder do Ecad (Escritório Central de Arrecadação de Direitos), criado na época da ditadura e representante de cerca de 240 mil músicos.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Para Roberto Mello, presidente da Associação Brasileira de Música e Artes (Abramus), a iniciativa do governo é equivocada e arriscada.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">&#8220;Você vai estimular a inadimplência&#8221;, crava Mello. &#8220;Vai acontecer o que acontecia antes da criação do Ecad. O usuário passa a depositar em juízo por não saber a quem deve pagar.&#8221;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">José Vaz, da Diretoria de Direitos Intelectuais do MinC, coordenador do edital, diz, por outro lado, que o projeto vem apenas atender a uma demanda do setor cultural. &#8220;Com a internet, a gestão coletiva se tornou uma necessidade. Grupos de todo o país têm nos procurado&#8221;, diz.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">CONSULTA</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Para tentar aplacar a fúria de grupos de artistas que dizem que o projeto do governo põe em risco os direitos dos artistas, o MinC apresenta hoje os resultados da consulta pública aberta há 45 dias.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Foram apresentadas, até agora, 1.040 sugestões. O prazo de consulta do projeto foi estendido até 31/8.</p>
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		<title>Concurso Sílvio Romero de Monografias sobre Folclore e Cultura Popular</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 19:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atenção! Até 30 de julho. Prêmios nos valores de R$ 13 mil e R$ 10 mil serão concedidos, respectivamente, aos dois melhores classificados no Concurso Sílvio Romero de Monografias sobre Folclore e Cultura Popular, edição 2010, cujas inscrições estão abertas até 30 de julho.

Além da premiação em dinheiro, a comissão julgadora a ser criada poderá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><a href="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/silvio-romero.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9005" title="silvio romero" src="http://www.brasilcultura.com.br/wp-content/uploads/2010/07/silvio-romero.jpg" alt="silvio romero" width="260" height="327" /></a>Atenção! Até 30 de julho. Prêmios nos valores de R$ 13 mil e R$ 10 mil serão concedidos, respectivamente, aos dois melhores classificados no Concurso Sílvio Romero de Monografias sobre Folclore e Cultura Popular, edição 2010, cujas inscrições estão abertas até 30 de julho.</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">
Além da premiação em dinheiro, a comissão julgadora a ser criada poderá indicar até três menções honrosas.</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm">O prêmio foi criado em 1959 e é concedido anualmente pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) &#8211; do Ministério da Cultura -, por meio do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular. O objetivo principal é fomentar a pesquisa, de modo a estimular a diversidade e a atualização dos trabalhos brasileiros desenvolvidos dentro desse campo de estudos.<br />
 <br />
Só podem concorrer ao prêmio monografias inéditas, com temas nas áreas da cultura popular e do folclore brasileiros. Dentre os critérios para a escolha dos melhores trabalhos estão a originalidade do tema e/ou abordagem, a contribuição ao aprofundamento da temática e à renovação dos estudos de folclore e cultura popular e, ainda, o domínio de bibliografia especializada. O trabalho inscrito poderá ser individual ou de equipe, e cada autor só poderá concorrer com uma única monografia.</p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"> </p>
<p style="MARGIN-BOTTOM: 0cm"><a href="http://www.cnfcp.gov.br/pdf/Silvio/CNFCPsr010Edital.pdf">Veja Edital</a></p>
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